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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Jan 22, 2015 7:59 pm 
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Poucos países como os EUA e talvez a China poderiam ter fábricas helicópteros pensando em vender só no mercado interno.

Para mim, como a França continua fornecendo para outros países, inclusive para a Bolívia, o novo helicóptero que a Helibras produz, logo com o fim da encomenda do Ministério da Defesa, a fábrica se tornará aos poucos inviável e todo o enorme custo de TOT feito simplesmente se reverterá em lucro para a França e desemprego qualificado no Brasil, que mudará para outras atividades, tendo um resultado nulo, pois uma fábrica brasileira de Helicóptero é muito pouco provável.

Portanto está fábrica proposta agora tem de além de se posicionar internamente, pois sempre haverá uma preferência em alguns setores a este produto feito no pais, mas pensar em vender um pouco fora também caso contrário, sem futuro...


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Jan 22, 2015 8:42 pm 
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vql escreveu:
Poucos países como os EUA e talvez a China poderiam ter fábricas helicópteros pensando em vender só no mercado interno.

Para mim, como a França continua fornecendo para outros países, inclusive para a Bolívia, o novo helicóptero que a Helibras produz, logo com o fim da encomenda do Ministério da Defesa, a fábrica se tornará aos poucos inviável e todo o enorme custo de TOT feito simplesmente se reverterá em lucro para a França e desemprego qualificado no Brasil, que mudará para outras atividades, tendo um resultado nulo, pois uma fábrica brasileira de Helicóptero é muito pouco provável.

Portanto está fábrica proposta agora tem de além de se posicionar internamente, pois sempre haverá uma preferência em alguns setores a este produto feito no pais, mas pensar em vender um pouco fora também caso contrário, sem futuro...


Compartilho da mesma opinião...

Sds.


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Jan 22, 2015 8:54 pm 
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vql escreveu:
Poucos países como os EUA e talvez a China poderiam ter fábricas helicópteros pensando em vender só no mercado interno.

Para mim, como a França continua fornecendo para outros países, inclusive para a Bolívia, o novo helicóptero que a Helibras produz, logo com o fim da encomenda do Ministério da Defesa, a fábrica se tornará aos poucos inviável e todo o enorme custo de TOT feito simplesmente se reverterá em lucro para a França e desemprego qualificado no Brasil, que mudará para outras atividades, tendo um resultado nulo, pois uma fábrica brasileira de Helicóptero é muito pouco provável.

Portanto está fábrica proposta agora tem de além de se posicionar internamente, pois sempre haverá uma preferência em alguns setores a este produto feito no pais, mas pensar em vender um pouco fora também caso contrário, sem futuro...

É importante ter algumas salvaguardas, como a delimitação de áreas de atuação. No caso específico da Bolívia ter comprado o Super Puma da França e não do Brasil, temos que ter em mente que: primeiro não a Helibras não produz o Super Puma, sua linha de produção é para o Caracal que, querendo ou não, são aeronaves distintas, pois a primeira tem muito mais condições operacionais para voar em grandes altitudes (que é o objetivo da aquisição); e segundo é que mesmo eles optando pelo Caracal, resta saber se haveria espaço na linha de produção e tempo hábil para entregar as aeronaves à Bolívia (deve-se levar em consideração, também, a resolução do problema da MGB).

No mais, acho que o fortalecimento da Helibras e uma possível vinda da AW em parceria com a Embraer é, além de focar o mercado interno (civil e militar), focar os mercados aonde o Brasil pode ter alguma influência, dentre eles alguns países da AL e África. É preciso persistência, foco e apoio governamental sim, senão continuaremos com a sina de sermos importadores, mesmo tendo um mercado apetitoso (2º maior mercado de asas rotativas do mundo).

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Dom Abr 12, 2015 12:41 pm 
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Depois de ensaiar namoro com a Embraer, com a decisão do Brasil pelo Gripen ao invés do F/A-18 a Boeing ofereceu seu patrulha de pequeno porte a Malásia com plataforma canadense Bombardier Challenger 605.

http://www.boeing.com/advertising/bma/se/msa.html

ImagemDefense Studies


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Abr 21, 2015 1:12 pm 
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Citação:
BRADAR - BradarSar é o novo radar para sensoriamento remoto
BradarSar é o novo radar da Bradar para sensoriamento remoto

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O BradarSAR é um novo sistema de sensoriamento remoto InSAR multibanda (X e P) da Bradar, empresa controlada pela Embraer Defesa & Segurança. Aerotransportado e utilizado para mapeamento e monitoramento em alta precisão e resolução, o equipamento pode ser operado, inclusive, à noite, com chuva ou com a presença de nuvens.

Pensando apenas 100 quilos, ele pode ser transportado para qualquer lugar, até mesmo em missões fora do País. De fácil instalação, o radar pode ser utilizado em aeronaves de pequeno porte e baixo custo, utilizando a mesma furação (orifício de aeronaves já homologadas para operação) de câmeras digitais.

Suas principais aplicações são: geração de imagens, mapeamento topográfico, monitoramento de mudanças geográficas (ex.: desmatamento, inundações, invasões, processos erosivos) e estimativa de biomassa, busca e salvamento, vigilância terrestre e marítima, controle de fronteiras, entre outros.

Imagem

Segundo o presidente da empresa, Astor Vasques, esta tecnologia oferece redução no trabalho de campo, precisão excelente nas informações obtidas e rapidez no processamento dos dados. “Nossa capacidade de desenvolvimento da tecnologia de radares SAR permitiu alcançar este nível tecnológico, conhecimento este dominado por poucas nações, sendo o Brasil uma delas. Hoje, temos um equipamento capaz de mapear com precisão qualquer dimensão de área dentro ou fora do País .”

link: http://www.defesanet.com.br/laad2015/no ... to-remoto/


Sendo um produto do grupo Embraer, creio que este equipamento pode vir a ter um razoável potencial de exportação. Afinal, é uma empresa que, de fato, possui vasta expertise em conseguir disputar o mercado internacional com seus produtos.

atenciosamente,

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::Robson Rocha
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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Abr 21, 2015 6:23 pm 
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Robsonmkt escreveu:
Citação:
BRADAR - BradarSar é o novo radar para sensoriamento remoto
BradarSar é o novo radar da Bradar para sensoriamento remoto

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O BradarSAR é um novo sistema de sensoriamento remoto InSAR multibanda (X e P) da Bradar, empresa controlada pela Embraer Defesa & Segurança. Aerotransportado e utilizado para mapeamento e monitoramento em alta precisão e resolução, o equipamento pode ser operado, inclusive, à noite, com chuva ou com a presença de nuvens.

Pensando apenas 100 quilos, ele pode ser transportado para qualquer lugar, até mesmo em missões fora do País. De fácil instalação, o radar pode ser utilizado em aeronaves de pequeno porte e baixo custo, utilizando a mesma furação (orifício de aeronaves já homologadas para operação) de câmeras digitais.

Suas principais aplicações são: geração de imagens, mapeamento topográfico, monitoramento de mudanças geográficas (ex.: desmatamento, inundações, invasões, processos erosivos) e estimativa de biomassa, busca e salvamento, vigilância terrestre e marítima, controle de fronteiras, entre outros.

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Segundo o presidente da empresa, Astor Vasques, esta tecnologia oferece redução no trabalho de campo, precisão excelente nas informações obtidas e rapidez no processamento dos dados. “Nossa capacidade de desenvolvimento da tecnologia de radares SAR permitiu alcançar este nível tecnológico, conhecimento este dominado por poucas nações, sendo o Brasil uma delas. Hoje, temos um equipamento capaz de mapear com precisão qualquer dimensão de área dentro ou fora do País .”

link: http://www.defesanet.com.br/laad2015/no ... to-remoto/


Sendo um produto do grupo Embraer, creio que este equipamento pode vir a ter um razoável potencial de exportação. Afinal, é uma empresa que, de fato, possui vasta expertise em conseguir disputar o mercado internacional com seus produtos.

atenciosamente,


Nenhuma novidade neste produto... salvo desconhecimento meu, a não ser a troca de nome para "Bradar".

Sds.


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Dom Abr 26, 2015 6:19 pm 
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Mirassol faz mega operação para Embraer
17/03/2015 - Site Transpo Online
Recentemente, a Mirassol realizou uma operação especial para a Embraer, que incluiu o transporte entre o
Aeroporto de Viracopos, em Campinas, e a fábrica da empresa, instalada em São José dos Campos, no
interior de São Paulo. Ao todo, 16 partes de um robô de última geração, fabricado nos Estados Unidos, que
integrará a linha de montagem das asas dos aviões da fabricante, foram transportadas por uma frota de 16
caminhões.
O transporte rodoviário ocorreu pelas rodovias Dom Pedro I e Presidente Dutra em um percurso que durou
cerca de seis horas e transcorreu em total normalidade. As principais dificuldades foram a consolidação do
comboio e a disponibilidade da frota para a realização do transporte em uma única viagem, já que todas as
partes do robô não podiam viajar separadas.
“Esta operação exigiu muito da nossa equipe. O avião chegou dos Estados Unidos e estávamos a postos para
descarregar todas as partes do robô, que, por ser uma carga sensível e de alto valor, demandou extremo
cuidado no manuseio e na transferência. Graças à alta qualidade das nossas equipes, tivemos êxito na
operação e contabilizamos mais um projeto bem-sucedido para a Embraer”, conta Clayton de Alencar, gestor
das Unidades de São José dos Campos e Viracopos da Mirassol.


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Abr 28, 2015 6:06 am 
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Terça, 28 Abril 2015 00:01
Embraer lança novo avião agrícola na Agrishow
Escrito por Redação Portogente

O novo avião agrícola desenvolvido pela Embraer – o Ipanema 203 – será o destaque da Empresa na 22ª edição da Agrishow (www.agrishow.com.br), feira dedicada ao agronegócio realizada na cidade de Ribeirão Preto, no interior do Estado de São Paulo, de 27 de abril a 1 de maio. A unidade pré-série do novo Ipanema 203 realizou seu primeiro voo no último dia 16 de abril, na Unidade da Embraer em Botucatu (SP), onde a linha de montagem do avião está localizada. Durante a Agrishow, o público terá a primeira oportunidade de tomar contato com a nova aeronave no estande da empresa (E22D, na Avenida 22).

Confira
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Evolução do produto que é líder em seu segmento, com mais de 60% do market share no Brasil e mais de 1.360 unidades vendidas, o Ipanema 203 possui dois metros a mais de envergadura de asa em relação ao modelo anterior e hopper com capacidade 16% maior em volume (ver tabela abaixo). A nova envergadura da asa permite uma faixa de deposição 20% maior, o que aumenta ainda mais a sua produtividade.

Depois de pesquisas em conjunto com a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), os winglets (pontas das asas) foram reprojetados. O resultado foi a diminuição da área lateral da aeronave, aumentando o controle e melhorando a eficiência da pulverização. Outra importante parceria, esta com a Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – (FCA/UNESP), da cidade de Botucatu, deu suporte aos testes de pulverização do novo modelo, atestando sua eficiência e produtividade.

O avião tem novo sistema de ar condicionado, cinto de segurança com air bag e cabine mais alta, com novo conceito ergonômico. O assento, por exemplo, foi reformulado e revestido por couro natural perfurado, que permite fácil limpeza, transpiração e possui maior durabilidade. As alavancas de comando e os pedais foram reprojetados, com ângulos mais suaves, que permitem controles ainda mais precisos. Tudo isso para facilitar o dia a dia do operador, permitindo que ele desempenhe seu trabalho com maior conforto e eficiência.

É a primeira reformulação do produto desde 2005, quando o Ipanema 202 se tornou a primeira aeronave produzida em série no mundo a sair de fábrica certificada para voar com etanol (álcool hidratado), mesmo combustível utilizado em automóveis. A fonte alternativa de energia renovável, derivada da cana-de-açúcar, reduziu o impacto ambiental e os custos de operação e manutenção e ainda melhorou o desempenho geral da aeronave, tornando-a mais atrativa para o mercado. Hoje, cerca de 40% da frota em operação é movida a etanol e aproximadamente 80% dos novos aviões são vendidos com essa configuração.

Produto mais longevo da Embraer, com 43 anos de produção ininterrupta, o Ipanema já teve mais de 1.360 unidades entregues. “O sucesso da aeronave se deve, também, à sua capacidade de adaptação: ao longo do tempo, foram incorporadas melhorias no Ipanema de acordo com as necessidades dos clientes, o que tem garantido a confiança e a sua liderança no mercado”, disse Fábio Bertoldi Carretto, Gerente Comercial da Embraer para o programa. “Estamos trazendo para o mercado uma aeronave mais avançada, com ganhos na produtividade, conforto e que seguirá tendo o melhor custo-beneficio do mercado, sendo a única do mundo produzida em série para voar com etanol.”

Líder no mercado de aviação agrícola no Brasil, o Ipanema é utilizado principalmente na pulverização de fertilizantes e defensivos agrícolas, evitando perdas por amassamento na cultura e flexibilizando a operação. As principais culturas que têm demandado o avião são: algodão, arroz, cana-de-açúcar, citrus, eucalipto, milho, soja e café. Ele também pode ser utilizado para espalhar sementes, combater vetores e larvas, no combate primário a incêndios e povoamento de rios.

https://portogente.com.br/noticias/transporte-logistica/embraer-lanca-novo-aviao-agricola-na-agrishow-85893


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Abr 28, 2015 11:17 am 
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Made in Botucatu!!


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Abr 28, 2015 12:13 pm 
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é a cara do Air tractor......


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Abr 30, 2015 8:14 pm 
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Embraer registra prejuízo de R$ 196,1 milhões no 1º tri

Divulgação/Embraer
Hangar da Embraer

Hangar da Embraer: o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da companhia, por sua vez, teve alta de 20,9%
Luciana Collet, do Estadão Conteúdo

São Paulo - A fabricante de aeronaves Embraer registrou um prejuízo líquido atribuído a acionistas de R$ 196,1 milhões no primeiro trimestre deste ano, revertendo o lucro líquido de R$ 258,7 milhões reportado no mesmo período do ano anterior.

Já o lucro no critério ajustado - excluindo o Imposto de Renda e a contribuição social diferidos no período - foi de R$ 131,1 milhões nos três primeiros meses do ano, o que representa uma queda de 11% sobre os R$ 147,3 milhões do primeiro trimestre de 2014.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da companhia, por sua vez, teve alta de 20,9% na mesma comparação, para R$ 429 milhões.

A margem Ebitda subiu 1,9 ponto porcentual (p.p.) e passou de 12,1% no primeiro trimestre de 2014 para 14% na mesma etapa deste ano.

O resultado operacional (Ebit) avançou 6,3% no primeiro trimestre e alcançou R$ 229 milhões, com margem Ebit de 7,5%, praticamente estável ante os 7,4% de um ano antes.

A receita líquida da Embraer somou R$ 3,068 bilhões entre janeiro e março, acima dos R$ 2,928 bilhões dos mesmos meses de 2014.

Conforme a companhia já havia informado no último dia 16, entre janeiro e março foram entregues 32 jatos, sendo 20 aeronaves para aviação comercial e 12 para a aviação executiva.

O montante ficou abaixo dos 34 entregues no mesmo intervalo do ano passado, com destaque para o recuo no volume de jatos executivos.

Considerando as entregas e os pedidos firmes obtidos no período, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) teve uma diminuição, para US$ 20,4 bilhões, pouco abaixo dos US$ 20,9 bilhões do final de 2014.

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/embraer-registra-prejuizo-de-r-196-1-milhoes-no-1o-tri

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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Abr 30, 2015 8:17 pm 
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Embraer: valor de contas a receber do segmento de Defesa retornou aos R$ 850 mi
Estadão ConteúdoPor Luciana Collet | Estadão Conteúdo – 8 horas atrás

O montante de recebíveis que a Embraer acumula com o governo voltou, em abril, ao patamar de R$ 850 milhões registrados no final de 2014, disse há pouco o vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da companhia, José Antonio Filippo. De acordo com ele, ao longo do trimestre o valor aumentou porque o pagamento que foi feito se realizou apenas em abril. "O número voltou aos níveis do final do ano já no início de abril", disse.

Conforme reportou a companhia em seu relatório de resultados do primeiro trimestre, a companhia encerrou março com R$ 2,436 bilhões de contas a receber, um aumento superior a 50% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado e de R$ 567 milhões ante o encerramento de 2014. A Embraer informou que o aumento refletia "o alongamento dos ciclos de pagamento de alguns clientes, principalmente no segmento de Defesa e Segurança", mas não indicou o montante total que se referia ao segmento ou ao governo.

Filippo disse que a companhia segue conversando com o governo para buscar uma programação de pagamento de acordo com o desenvolvimento dos projetos. "Os programas que estão sendo desenvolvidos são importantes e acreditamos que vamos chegar em breve a um equacionamento e uma validação de como vão funcionar esses pagamentos ao longo do ano."

Dentre os programas desenvolvidos pela Embraer Defesa & Segurança estão o jato de transporte militar tático KC-390, que está em fase de testes do primeiro protótipo. Somente neste programa, os recebíveis somam R$ 700 milhões. Além deles, a programas como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) e a integração dos sistemas do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação Brasileiro (SGDC), além da modernização do FX.

https://br.noticias.yahoo.com/embraer-valor-contas-receber-segmento-defesa-retornou-aos-151000727--finance.html

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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Sáb Ago 08, 2015 11:07 pm 
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08 de Agosto, 2015 - 09:00 ( Brasília )

EMBRAER ou AMECOAER (AMEmerican COmpany AERonautics)?
O movimento de Internacionalização da área de produção e de projetos da EMBRAER preocupa o sindicato dos metalúrgicos de São José.

Júlio Ottoboni
Especial para DefesaNet


A internacionalização e que pode ser interpretada como a americanização da Empresa Brasileira de Aeronáutica (EMBRAER), traçada por seu ex-presidente Maurício Botelho logo após a privatização ter iniciado, começou agora, 20 anos depois do pregão, a sacudir o polo (Cluster) aeronáutico de São José dos Campos (SP).

Os anúncios da EMBRAER na Feira de Le Bourget, na França, em junho passado, sobre novos investimentos na Flórida, EUA, inclusive superando percentualmente o aplicado no complexo industrial no Brasil acabaram por acender um novo estopim entre o Sindicato dos Metalúrgicos local e a direção da companhia.

Desde os preparativos para a maior demissão de sua história, ocorrida em fevereiro de 2009, e negada até suas vésperas pelo atual presidente da EMBRAER, Frederico Curado,- mesmo depois de ser descoberta pelo jornal econômico Gazeta Mercantil em dezembro de 2008 – os sindicalistas passaram a investigar o controle acionário da ex-estatal.

Mais de 75% das ações chegaram a pertencer a grupos e fundos de pensão estrangeiros, o que transferiria definitivamente o controle da Embraer, mesmo com a Golden Share, mantida pelo Governo Brasileiro. A direção da ex-estatal foi ouvida no Congresso Nacional e negou a transferência do poder decisório para grupos estrangeiros, alegando que sua diretoria era brasileira.

O deputado federal do PSOL, Ivan Valente, teve uma dura discussão com o então vice presidente de relações institucionais da EMBRAER, Horário Forjaz, e prometeu investigar a relação de forças na empresa. Porém ficou na promessa feita em plenário e nunca foi cumprida, apesar de ter sido cobrada pelo sindicato e a direção do PSTU.

O sindicato dos metalúrgicos procurará a direção da EMBRAER na próxima semana para que sejam esclarecidas as informações divulgadas nesta sexta-feira (07) pela agência de notícias Reuters sobre a migração da produção dos jatos executivos Legacy 450/500 para os Estados Unidos.

Em São José dos Campos é dado como certo, desde o final do ano passado, que todos os aviões executivos serão produzidos na unidade de Melbourne, EUA, e a transferência do setor administrativo para São Paulo afetará mais de 1,5 mil funcionários e não 170 empregados como a empresa afirma que ocorrerá.

Segundo o sindicato, “a informação contraria o que foi dito pelo diretor de Relações Trabalhistas e Sindicais da Embraer, Eugênio Calil, em reunião realizada com o vice-presidente do Sindicato, Herbert Claros da Silva, na última terça-feira, dia 4”. Na ocasião, o dirigente sindical questionou à empresa se eram verídicos os rumores sobre a transferência da produção do Legacy para a fábrica da Embraer na Flórida. Calil teria negada a informação, numa tática muito semelhante à usada na história das demissões de 2009.

Segundo a agência Reuters, a afirmação partiu do presidente de aviação executiva da EMBRAER, Marco Túlio Pellegrini, e a primeira entrega do jato está prevista para o fim de 2016.

Atualmente, a produção do Legacy fica na matriz da Embraer, em São José dos Campos, e envolve diretamente cerca de 800 trabalhadores, sem contar os funcionários da cadeia de fornecedores. Boa parte dos empregados do setor da aviação executiva vinha sendo demitida aos poucos. Para a entidade de classe, se for confirmada a transferência, isso colocará em risco o emprego dessas pessoas.

Para o Sindicato dos Metalúrgicos, essa mudança não se justifica. “Vivemos um momento em que milhares de trabalhadores brasileiros estão perdendo seus empregos. Além disso, parte da produção do Legacy é financiada pelo governo federal, por meio do BNDES. Essa transferência é mais uma etapa da política de desnacionalização das aeronaves adotada pela Embraer. Vamos pressionar o governo para que sejam tomadas medidas concretas que impeçam essa mudança”, afirma Herbert Claros.

Este ano, a EMBRAER já anunciou a transferência da linha de produção dos jatos Phenom para os Estados Unidos, a ser concluída em 2016. E também a aquisição de uma fábrica em solo norte americano. Uma parte de seus fornecedores já se credenciou no programa de atração de empresas estrangeiras para se transferir para os Estados Unidos, com aval dos governos de ambos os países.

Citação:
Nota EMBRAER

08 Agosto 2015

"Atualmente a Embraer tem uma linha de montagem dos jatos executivos Legacy 450 e Legacy 500 instalada em São José dos Campos.

Como anunciado pela em outubro de 2013, a Unidade de Melbourne, na Flórida, EUA, está sendo ampliada para abrigar uma segunda linha dedicada à montagem final dos Legacy 450/500. A expansão está prevista para ser concluída em meados de 2016, com a primeira entrega prevista para o final daquele ano.

As estruturas das aeronaves Legacy 450/500, por sua vez, são fabricadas nas Unidades da Embraer em Botucatu (SP) e Évora, em Portugal, e atenderão às duas linhas de montagem. A fuselagem traseira desses modelos é fabricada pela empresa Sobraer, em Jacareí(SP), e também atenderá às duas linhas.

O futuro balanceamento do volume de produção entre as duas linhas dependerá das condições de mercado."

link: http://www.defesanet.com.br/embraer/not ... utics%29-/

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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qua Nov 04, 2015 2:02 pm 
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Bombardier em parceria com Embraer nos CSeries?

Será que bateu o desespero?
Desespero na Bombardier, é claro!

https://www.flightglobal.com/news/artic ... rt-417764/


Embraer reaffirms E2 plan despite CSeries report

14 OCTOBER, 2015 BY: STEPHEN TRIMBLE WASHINGTON DC
Embraer says it remains committed to developing the E-Jet E2 family, despite a Canadian newspaper report suggesting Bombardier intends to offer a partnership on CSeries.

One week after Airbus ended discussions on a CSeries partnership with Bombardier, The Globe and Mail newspaper in Toronto reported on 13 October that Bombardier executives plan to approach their Brazilian competitor with a similar deal, citing a “senior aerospace executive” who works outside but “close” to Bombardier.

The same executive also said that Bombardier could make a similar pass at Boeing, according to the Globe and Mail.

But Embraer shows little interest in the reported opportunity.

"Embraer has not been approached by Bombardier regarding a partnership on the CSeries and remains fully committed to the development of its E-Jets E2 family of aircraft,” the company tells Flightglobal in a statement.

The Globe and Mail report says Bombardier executives may view the CSeries as complementary to E2 family, but there is a clear rivalry in the market between members of each aircraft family.

The $1.7 billion E-Jet development project includes one model, the stretched Embraer 195-E2, with 132 seats in a single-class cabin with 31in seat pitch. That places the re-engined and re-winged aircraft in a similar class as the CS100 with 120 seats in a single-class layout with 32in seat pitch. On the other hand, the E195-E2 offers significantly less range than the five-abreast CS100.

But the CS100 is now competing against the E195-E2 for a potential United Airlines order, pending the outcome of contract extension talks with the Air Line Pilots Association. Pay scales for both models are included in United's current contract with ALPA, and United has dangled an offer to buy one of the models if the union agrees to extend the contract.

For several years, Embraer executives have publicly ridiculed Bombardier’s decision to launch the CSeries into a market that competes directly with existing and future re-engined versions of the Airbus A320 and Boeing 737.

Meanwhile, the CS100 is scheduled to complete certification with Transport Canada by year-end, followed by entry into service with Swiss International Air Lines next year. But the programme has struggled to meet schedule and marketing goals, now two years late and with 243 firm orders collected since 2008.

Bombardier approached Airbus last month to offer a partnership in the CSeries programme. But Airbus broke off discussions after news reports surfaced of their existence.


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Sex Dez 11, 2015 8:57 pm 
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09 de Dezembro, 2015 - 10:50 ( Brasília )

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Embraer amplia compras de fabricante brasileiro

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Virgínia Silveira


A Embraer está aumentando o volume de compras de peças e componentes da cadeia aeronáutica brasileira. Segundo diretor de fornecedores da Embraer, Celso de Souza Siqueira Jr., a empresa compra hoje da cadeia aeronáutica local 64 mil "part numbers" (itens do avião) ou 5 milhões de peças por ano.

Esse número é três vezes maior do que o volume fornecido pela cadeia há três anos. "Isso foi possível porque os fornecedores melhoraram seus processos e se tornaram mais competitivos, além do fato de a Embraer estar mais compradora por conta de projetos como o KC-390 e os jatos E2", disse. Até os jatos comerciais E1 (da geração anterior), a cadeia aeronáutica brasileira fornecia de seis a sete mil itens.

O diretor da Embraer explica que um dos fatores que mais contribuíram para o aperfeiçoamento dos fornecedores foi o Programa de Desenvolvimento da Cadeia Aeronáutica (PDCA), apoiado pela Embraer, ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e coordenado pelo Cecompi (que gerencia o cluster aeroespacial e de defesa em São José dos Campos).

Iniciado em 2011 na Embraer, como Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF), o PDCA já capacitou 90 executivos da cadeia, além de 1034 técnicos e 42 instrutores. O programa envolveu todos os 70 fornecedores da Embraer, que hoje estão distribuídos nas regiões de São José dos Campos, Campinas, São Paulo, Botucatu, Joinville e Porto Alegre.

Siqueira Jr explica que com os jatos da nova família E2, o volume de compras da cadeia subiu para 11 mil itens. "A tendência é que esse número cresça substancialmente, tendo em vista que as empresas ainda estão fornecendo para o primeiro protótipo", ressaltou. No KC-390 a cadeia nacional é responsável pelo fornecimento de 14 mil itens.

O programa de desenvolvimento da cadeia também permitiu que as empresas se capacitassem para fornecer peças de maior complexidade e valor agregado não só para a Embraer, mas também para as empresas internacionais. Siqueira Jr cita como exemplo o piso metálico do E2 e o parabrisa do KC-390. Antes, ambas as peças eram compradas de fornecedores externos.

A parceria mais estreita com a Embraer, por conta do PDCA, segundo o gerente industrial da Planifer, Dirço Soares da Costa Júnior, alavancou os negócios da empresa nos últimos três anos. "O mercado aeronáutico não foi afetado pela crise. A Embraer responde por 40% da nossa receita, que só não cresceu mais por conta da paralisação dos contratos no setor de óleo e gás", disse. Este ano a Planifer prevê uma receita de R$ 17 milhões, ante os R$ 16,7 milhões de 2014.

A Usimaza, fornecedora de peças usinadas de alta precisão, saiu de uma situação pré-falimentar para se tornar uma das principais parceiras da Embraer. "Com o programa de capacitação aumentamos em mais de 26% a nossa produtividade este ano. Estamos preparados para atender o mercado internacional com qualidade e custos competitivos", afirmou o diretor financeiro e um dos sócios da empresa, Carlos Henrique Zamae.

O empresário estima crescimento entre 25% e 30% nos próximos anos motivado pela produção em série dos novos jatos da Embraer. Com 90 funcionários, a Usimaza tem fábricas em São José dos Campos e Botucatu. O faturamento anual da empresa gira em torno de R$ 8 milhões a R$ 9 milhões.

A cadeia aeroespacial brasileira começou a despertar o interesse de grandes players internacionais. "Em 2011 tínhamos apenas três empresas que exportavam US$ 3 milhões por ano. Hoje esse número subiu para 33 e o volume de negócios no mercado externo é de aproximadamente US$ 60 milhões", diz o diretor executivo do Cecompi, Marcelo Sáfadi.

A cadeia aeroespacial brasileira atraiu o Aerospace Meetings Brazil 2015, organizado pela BCI Aerospace e voltado para a promoção de negócios entre empresas da cadeia aeroespacial. O evento acontece até amanhã, em São José dos Campos.

http://www.defesanet.com.br/embraer/not ... rasileiro/


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