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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Dez 15, 2015 1:52 pm 
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14 de Dezembro, 2015 - 09:25 ( Brasília )

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Embraer sai na frente e automatiza linha de asas

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A brasileira Embraer saiu na frente e automatizou o processo de montagem das asas da sua nova família de E-Jets E2 com uma tecnologia revolucionária. Trata-se de algo perseguido e ainda não dominado pelos grandes fabricantes de aeronaves do mundo - Boeing, Airbus e Bombardier.

Assim como a linha de produção da indústria automotiva, as asas agora são montadas em uma linha móvel, equipada com robôs que fazem o processo de rebitagem completo (furos e inserção de prendedores), incluindo a inspeção de qualidade.

"Cada asa do E2 tem por volta de 15 mil furos. O robô não erra. O nível de qualidade do processo chega a ser mil vezes melhor do que se fosse feito manualmente", afirma o vice-presidente de suprimentos da Embraer, Francisco Soares.

O desafio envolvido nesse novo processo que a Embraer começou a colocar em prática recentemente, segundo Soares, é muito grande, pois quando se tem uma linha móvel qualquer problema que surge no meio da operação pode paralisar a produção e atrasar a entrega dos aviões durante o mês. "Para que isso não aconteça é preciso ter uma linha disciplinada. Ela só anda se todo o processo que suporta suas operações estiver em perfeita sintonia", explica.

A Embraer capacitou a linha de montagem do E2 para produzir aproximadamente 10 aviões por mês, mas este número pode avançar um pouco mais caso haja demanda. Atualmente, a Embraer conta com dois gabaritos móveis (ferramental) de 40 toneladas cada um para fazer a montagem da asa do E2, que possui 18 metros de comprimento.

Até 2018, quando serão iniciadas as entregas dos primeiros jatos E2 no mercado, a fabricante pretende instalar 6 gabaritos móveis de montagem de asa na linha de produção dos novos aviões.

O uso de ferramentas digitais inteligentes para executar diferentes processos de produção têm auxiliado a Embraer a desenvolver e a fabricar seus aviões num tempo cada vez menor e com mais qualidade. Os grandes fabricantes, segundo Soares, estão investindo pesado em automação e na Embraer não é diferente.

"Estamos estudando processos onde conseguimos ter maior qualidade com a aplicação de automação, principalmente aqueles que envolvam tarefas repetitivas, que são mais sujeitas a erros", disse. A linha de pintura de peças primárias (componente da montagem), por exemplo, é outro exemplo recente do uso de robôs.

O desenvolvimento de cada avião da empresa é todo feito em ambiente digital Catia. A partir de 2011, com a produção dos jatos executivos Legacy 450 e Legacy 500, essas informações de projeto passaram a ser interligadas com a área de manufatura por meio da ferramenta MES (Manufacturing Execution System), que recebe todo o conteúdo do projeto.

A partir daí, a sequência da operação de montagem é visualizada em tablets pelo operador da linha de fabricação dos jatos. "O operador acessa a informação em tempo real. Se tem alguma mudança ao longo do processo, consegue agir imediatamente", diz.

Ao contrário da indústria automotiva, os fabricantes de aviões têm grande variedade de peças e pequena quantidade unitária (de uma mesma peça). "Por este motivo o nosso objetivo é ter uma automação flexível que possa ser adaptada para diferentes peças", esclarece o vice-presidente.

Do ponto de vista de automação, segundo o executivo, a Embraer atingiu o mesmo nível de competitividade das grandes fabricantes Airbus e Boeing. A companhia americana, recentemente até visitou a brasileira para conhecer de perto o funcionamento dos gabaritos móveis, utilizados na produção das asas do E2.

Em Évora (Portugal), a Embraer construiu dois centros de excelência na produção de estruturas metálicas e compósitos. "Essas duas plantas fazem os revestimentos da asa do E2. A Embraer implantou em Évora o estado da arte em automação", ressaltou Soares.

Os jatos da nova geração E2 são o terceiro grande projeto que a Embraer aplica novas tecnologias de automação e fábrica digital. "O Legacy 500 foi o primeiro projeto que gente conseguiu conciliar os benefícios da automação com o produto. Depois veio o KC-390 onde avançamos um pouco mais e agora com o E2 estamos cada vez mais próximos do conceito de fábrica 4.0", comentou o executivo.

Na chamada manufatura digital ou fábrica 4.0, segundo Soares, todas as máquinas e sensores da fabricação irão conversar entre si. " As máquinas vão dar uma informação em tempo real do que está acontecendo na produção e a Embraer já está indo nessa direção", afirmou.

http://www.defesanet.com.br/embraer/not ... a-de-asas/


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2016 7:28 pm 
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Olá pessoal,

Vi agora a propaganda de lançamento do 195 E2. Lá diz que os aviões estão maiores e que comportam até 140 pax.
Aumentaram o avião?

Esdras


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2016 8:45 pm 
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Sim, o E195E2 ficou maior.

Sds,
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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qua Fev 10, 2016 1:11 pm 
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Cassio escreveu:
Sim, o E195E2 ficou maior.

Sds,
Cassio



Saberia dizer o quanto ficou maior?


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Fev 11, 2016 11:24 am 
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Esdras escreveu:
Cassio escreveu:
Sim, o E195E2 ficou maior.

Sds,
Cassio



Saberia dizer o quanto ficou maior?


Vídeo da montagem do primeiro E190-E2 da EMB.

https://www.youtube.com/watch?v=UfU1F5cNa6M

Sds.


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Fev 25, 2016 12:24 am 
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23 de fevereiro de 2016

Irã quer comprar 50 aviões da Embraer em negociações com governo brasileiro, diz fonte

Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) – O governo iraniano tem interesse em comprar 50 aviões da fabricante brasileira Embraer EMBR3.SA e mais de 100 mil táxis a gás de montadoras brasileiras, informou à Reuters uma fonte do Palácio do Planalto nesta segunda-feira.

O governo do Irã também quer comprar ônibus e caminhões brasileiros, em um pacote de negócios que começou a ser tratado em outubro, quando o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, foi ao Irã com uma comitiva de 30 empresários. A negociação teve sequência há duas semanas, em um encontro entre a presidente Dilma Rousseff e o embaixador do Irã no Brasil, Mohammad Ali Ghanezadeh Ezabadi.

Na semana passada, Monteiro afirmou em entrevista à Reuters que o Brasil pretende triplicar o comércio com o Irã nos próximos três anos, especialmente na área de alimentos, proteínas e transportes, e considera aceitar o uso de outras moedas nas transações em vez do dólar, como o euro, para evitar barreiras financeiras. A meta é alcançar uma corrente comercial de 5 bilhões de dólares nesse período.

A compra de aviões da Embraer já está em negociação. O Irã precisa repor toda a frota de aviação, depois de anos de embargo em que foi impedido de fazer importações. Depois de fechar um negócio de 114 Airbus, o país precisa também repor a frota de aviação regional.

Além disso, o país precisa repor toda a frota de táxis, caminhões e ônibus do país. Inicialmente, a fonte havia informado que seriam 60 mil táxis, mas depois retificou o número para mais de 100 mil.

De acordo com a fonte palaciana, estão sendo negociados ainda acordos nas áreas de nanotecnologia, microbiologia e aeroespacial. Há, ainda, a possibilidade de investimentos iranianos na compra de refinarias no Brasil.

FONTE: Reuters

http://www.planobrazil.com/ira-quer-com ... diz-fonte/


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Mar 29, 2016 11:04 pm 
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FIDAE 2016 abre suas portas no Chile

mar 28, 2016

O mais importante evento de aviação, defesa e segurança da América Latina afina os últimos detalhes para abertura da sua 19ª edição. A Feira Internacional do Ar e do Espaço, ou FIDAE, como é mais conhecida, ocorre em Santiago, no Chile, entre os dias 29 de março e 3 de abril.

Na última edição, em 2014, foram 604 expositores, de 43 países, além de 125 aeronaves e cerca de 150.000 visitantes durante o evento. A expectativa é que esses números sejam superados em 2016.

Um dos destaques da exposição será o avião de combate Gripen da SAAB. A empresa sueca confirmou a presença do modelo em escala real, que ficará em exibição na área externa da mostra. O caça multifuncional foi adquirido para a Força Aérea Brasileira (FAB), sendo que o primeiro protótipo está em fase final de montagem em Linköping, Suécia, com previsão de voo inaugural ainda para este semestre.

Grandes empresas do setor aeroespacial participam da FIDAE, entre elas a norte-americana Boeing e o consórcio europeu Airbus. A Feira Internacional do Ar e do Espaço reúne também forte presença de empresas latino-americanas, lideradas pelo Brasil. Entre as atrações da indústria brasileira, a Embraer vai promover o portfólio de produtos, entre eles, o KC-390, nova aeronave de transporte tático/logístico e reabastecimento em voo da FAB que está em fase de testes e o A-29 Super Tucano, avião desenvolvido pela empresa para cumprir missões de defesa aérea, treinamento avançado, ataque leve, escolta, patrulha aérea de combate e na formação de líderes da aviação de caça.

A aeronave turboélice incorpora os últimos avanços em aviônicos e armamentos e foi concebido para atender aos requisitos operacionais da FAB. Outros países como Estados Unidos, Angola, Colômbia e Chile também operam o A-29. O Super Tucano é o atual equipamento de exibição da Esquadrilha da Fumaça, cuja presença é tradicional no evento, mas que realiza pela primeira vez em solo internacional um show aéreo com a nova aeronave.
íntegra da notícia em: http://tecnodefesa.com.br/fidae-2016-ab ... -no-chile/


atenciosamente,

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::Robson Rocha
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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Sáb Abr 30, 2016 2:31 pm 
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29 de Abril, 2016 - 16:00 ( Brasília )

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Incerteza política afeta segmento de defesa e segurança, diz Embraer

João José Oliveira


A Embraer descarta interromper contratos com o governo brasileiro por causa da crise fiscal no país e do impasse político, mas admite que a incerteza da administração pública afeta os cenários do segmento de Defesa e Segurança.

“Não vemos interrupção de contratos. Obviamente tivemos ajustes, que vão impactar mais no primeiro trimestre, mas não vemos interrupção de programas”, disse o diretor-presidente da Embraer, Frederico Curado, durante teleconferência de resultados nesta sexta-feira com analistas.

O executivo disse esperar que o impasse provocado pela discussão do impedimento ou não da presidente seja resolvido para que a economia possa voltar a ser estimulada pelos investimentos privados, não apenas na aviação mas em todo ramo de atividades produtivas.

No primeiro trimestre, a receita da Embraer em Defesa e Segurança cresceu 20,3% ante igual período de 2015, para R$ 739,4 milhões. As outras áreas de negócios, aviação comercial e aviação executiva, cresceram mais: respectivamente, 42,7% e 214%.

Entre os programas com o governo brasileiro, a Embraer tem o Programa do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC), cuja integração está sob responsabilidade da Visiona Tecnologia Espacial, continua com o seu cronograma, bem como todas as entregas contratuais, aderente ao planejado.

A plataforma do satélite encontra-se na câmara termo vácuo para teste ambiental, as duas antenas de 13 metros foram instaladas em Brasília e Rio de Janeiro e o sistema de solo está em fase final de instalação e validação em Brasília.

A unidade Visiona lançou o serviço de fornecimento e análise de imagens de satélites, por meio de uma constelação de 22 satélites, com o objetivo de desenvolver grandes projetos de sensoriamento remoto no Brasil e países vizinhos. Em 2016, a unidade já celebrou seis contratos.

No programa KC-390, a segunda aeronave protótipo saiu da linha de montagem e iniciou a campanha de ensaios em solo, com o primeiro voo programado para o segundo trimestre de 2016.

Delta

Curado considerou “atípica” a disputa, vencida pela canadense Bombardier, por uma encomenda feita pela Delta Air Lines para substituir a frota de velhos aviões McDonnell Douglas MD-90 e MD-88, que atendem rotas regionais.

A Delta é a segunda maior companhia aérea dos Estados Unidos.

“Não quero de forma alguma diminuir essa campanha. Mas quero dizer que fomos bastante agressivos. Foi uma campanha atípica. Algo influenciou a decisão”, disse o executivo da Embraer

A Bombardier anunciou ontem a maior venda já feita para a Delta, de 75 jatos CSeries 100, com opção de entregar mais 50 — dos quais os pedidos podem ser trocados para CSeries 300. O negócio pode chegar a US$ 5,6 bilhões.

“Mas quero dizer que continuamos bastante competitivos nesse mercado com a família E-Jets E2”, afirmou Curado.

Capacidade de produção

A Embraer considera que a capacidade instalada da empresa e a estrutura de fornecedores estão equipadas para atender um eventual aumento de encomendas no segmento de jatos comerciais.

Quando questionado por um analista sobre o fato de a empresa ter apontado ano passado que estaria trabalhando com cerca de 80% da capacidade instalada, Curado disse que a cadeia de suprimentos não é um gargalo.

O executivo afirmou que a empresa também tem capacidade para adicionar "slots" na produção de fábrica e atender aumento de demanda também em 2017.

Considerando-se todas as entregas, bem como os pedidos firmes obtidos durante o período, a carteira de pedidos firmes a entregar (“backlog”) da Embraer registrou US$ 21,9 bilhões ao fim de março, comparada aos US$ 22,5 bilhões alcançados em dezembro de 2015, bem como aos US$ 20,4 bilhões alcançados no primeiro trimestre de 2015.

A carteira de pedidos da Embraer soma 1.704 pedidos firmes em carteira de jatos comerciais, mais 653 opções. Desse total, 1.212 já foram entregues, restando 492 pedidos firmes em carteira

O executivo disse que os modelos seguem competitivos, destacando os mercados asiático e africano.

“Não vejo mudanças na dinâmica de mercado”, disse o executivo, quando perguntado sobre a conjuntura em que as fabricantes de aviões no mundo estão com longas listas de pedidos.

Projeções

A fabricante conta com um aumento de entregas de aeronaves de maior valor nos próximos trimestres para cumprir a meta de fechar o ano com uma margem de lucro antes de juros e impostos (margem Ebit) entre 8% e 8,5%, apontou Curado.

Entre janeiro e março, a Embraer apurou margem Ebit de 6,4%, ante 7,5% um ano antes e 3,1% no último trimestre de 2015.

Segundo a companhia, o mix de modelos de aeronaves em 2016 será semelhante para os E-Jets E175 no segmento de aviação comercial, em comparação a 2015, porém com um número maior de entregas.

No segmento de aviação executiva, a Embraer estima que em 2016 ocorra um número maior de entregas, com um mix mais favorável de jatos grandes, levando a uma melhoria da rentabilidade nesse segmento.

E na Defesa e Segurança, a empresa projeta que uma potencial menor volatilidade na taxa de câmbio do real frente ao dólar, neste ano, deve reduzir as revisões de base de custos, contribuindo para aumentar a rentabilidade.

Como resultado, em 2016 a empresa espera confirmar a margem Ebit consolidada de 8% a 8,5% (de US$ 480 milhões a US$ 545 milhões) e margem Ebitda de 13,3% a 13,7% (de US$ 800 milhões a US$ 870 milhões).

A Embraer reafirmou a previsão de entregar, neste ano, de 105 a 110 jatos comerciais, de 75 a 85 jatos executivos leves e de 40 a 50 jatos executivos grandes — incluindo, no último caso, o Legacy 500 e o Legacy 450.

A fabricante brasileira de aviões entregou 21 aeronaves comerciais e 23 jatos executivos no primeiro trimestre deste ano, 5% e 92% a mais frente a 12 meses antes, respectivamente.

O executivo da Embraer disse que vê com confiança a capacidade de a empresa cumprir as previsões de entregas e de margens em 2016.

Ainda segundo as projeções divulgadas pela Embraer — no começo de março e reafirmadas hoje — as receitas totais neste ano devem somar entre US$ 6 bilhões e US$ 6,4 bilhões.

No segmento de aviação comercial, as receitas devem totalizar de US$ 3,45 bilhões a US$ 3,65 bilhões no ano, enquanto no ramo executivo o montante deve ficar entre US$ 1,75 bilhão e US$ 1,90 bilhão.

Na área de defesa e segurança, as projeções vão de US$ 700 milhões a US$ 750 milhões, enquanto outros segmentos devem entregar receita de US$ 100 milhões.

http://www.defesanet.com.br/embraer/not ... z-Embraer/


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qua Mai 04, 2016 9:10 am 
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Bom dia.

A compra de aeronaves da CS100 da Bombardier, com opções pelos CS300, pela Delta não foi meio estranha?

A Bombardier estava nas cordas quase falindo, no ano passado o programa CS foi oferecido praticamente de bandeja para a Airbus, e de repente dá uma virada fantástica, um verdadeiro "game change".

O fato do governo canadense e a província de Quebec estarem financiando pesadamente a Bombardier não poderá ser contestado judicialmente porque aparentemente a Bombardier vai praticamente pagar para vender a aeronave?

Qual seria a a jogada da Delta?

Dois interessantes artigos

Aviationweek.com

http://aviationweek.com/commercial-avia ... 846f2690a0


Air Transport World

http://atwonline.com/blog/winners-and-l ... 846f2690a0


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qua Mai 04, 2016 1:02 pm 
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Com certeza esta questão será levantada pela Embraer junto aos órgãos brasileiros, forçando assim se posicionar na OMC caso encontrem algo ilegal (ou que aparenta ser). Acredito, também, que Boeing e Airbus estão de olho nesta movimentação da Bombardier, pois esta aeronave tende a concorrer não só com os maiores E2-190, mas também com os menores 737 e A319.


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Mai 12, 2016 8:00 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Com certeza esta questão será levantada pela Embraer junto aos órgãos brasileiros, forçando assim se posicionar na OMC caso encontrem algo ilegal (ou que aparenta ser). Acredito, também, que Boeing e Airbus estão de olho nesta movimentação da Bombardier, pois esta aeronave tende a concorrer não só com os maiores E2-190, mas também com os menores 737 e A319.


FONTE: http://atwonline.com/manufacturers/embr ... -subsidies

Embraer: Bombardier’s Delta CSeries order enabled by unfair subsidies

Embraer Commercial Aviation president and CEO Paulo Cesar Silva has alleged that Bombardier won an order from Delta Air Lines for the CSeries based on improper government subsidies.

The Brazilian manufacturer “very aggressively” offered the E190 to Delta, Silva told ATW in an interview at the Regional Airline Association (RAA) convention in Charlotte, North Carolina. But Atlanta-based Delta instead chose the CS100, placing an April 28 order for 75 firm aircraft plus 50 options, in what Bombardier characterized as an “industry-accepting” order for the CSeries.

“Of course, we win and lose deals in the market,” Silva said. “My remarks and my complaint are given [because of] the way we lost this campaign.”

The Quebec provincial government has invested $1 billion in the CSeries program and Montreal-based Bombardier has additionally been in negotiations with the Canadian federal government about a potential investment in the narrowbody airliner program, reportedly also for $1 billion. The CSeries is slated to enter service with Swiss International Air Lines in July, but multiple delays have driven up the cost of the program. In its first-quarter financial report, Bombardier said it expects to record approximately $500 million in charges in the second quarter related to closing CSeries orders from Delta, Air Canada and airBaltic.

“Any kind of a subsidy brings a distortion to the market,” Silva said. “In this case what we are seeing is the government of Canada injecting $2 billion—$1 billion from Quebec and another billion from the federal government—to help the CSeries program. According to our experience in this campaign with Delta, clearly what was offered there was only possible because of the huge support coming from the government. And just after the announcement of the deal, if you look at the [quarterly earnings] report of Bombardier, there is a write-off of $500 million. They called that an onerous provision and linked it to the Air Canada and Delta transactions. So we are very keen to compete on products—quality of products, efficiency, being on time, being on budget—however, it’s tough to compete against a government.”

Bombardier spokesperson Marianella de la Barrera declined to comment on Silva’s allegations, but said, “It’s very clear why Delta chose the aircraft. It’s the better technology. Delta has been very clear publicly about why they chose the aircraft.”

Silva said he “cannot guarantee” that the CS100s sold to Delta were done so below cost, but he believes it is “more likely that’s the case.” He added, “The Canadian taxpayer is providing money to Bombardier to have Bombardier offering aircraft in the market at below cost.”

Silva said Embraer is considering its legal options: “We are looking at the alternatives that we have in order to act against this. Could be the WTO, for instance.”

The Delta CSeries order was a double blow for Embraer. Not only did Delta choose the CS100 over the E190, but the airline also said it would no longer add 20 used E190s it had planned to operate in its mainline fleet.

“I think the [E190] is viable in the [US] mainline [airline market] … on a level playing field basis,” Silva said. “Again, I insist on that point. If we have a product that’s being offered at below cost and somebody else is paying the bill who is not the manufacturer, then we can have some doubts about the sustainability of this process.”


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Jun 09, 2016 10:26 pm 
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Sai Curado e entra Paulo Cesar na presidencia.

www.defesanet.com.br/embraer/noticia/22 ... ulo-Cesar-


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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Ter Jul 05, 2016 3:14 pm 
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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2016 12:03 pm 
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A participação da empresa brasileira no Farnborough International Airshow 2016, será bem expressiva.
Estarão lá in loco, o KC-390, o AT-29, o E190-E2, o Legacy 500 e até mesmo os radares terrestres Sentir M20 e Saber M60.
Na min ha opinião, um portfólio bastante representativo da versatilidade da empresa, capaz de atual bem em diversas áreas da aviação.

Segue abaixo o link da matéria do Poder Aéreo com mais detalhes sobre a participação da Embraer e do diferencial de seus produtos lá exposotos:

http://www.aereo.jor.br/2016/07/09/farn ... -e-sentir/

atenciosamente,

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 Título: Re: Embraer
MensagemEnviado: Qui Out 06, 2016 6:09 pm 
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Enquanto a Embraer expande suas atividades nos EUA, aqui ela lança o programa de demissão voluntario (PDV).

http://www.defesaaereanaval.com.br/embr ... no-brasil/


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