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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Qua Nov 12, 2014 12:03 pm 
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12 de Novembro, 2014 - 10:25 (Brasília)

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LEGISLAÇÃO SOBRE USO DE VANTS NO BRASIL PODERÁ TER NOVIDADES EM DEZEMBRO

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À espera de definições, a regulamentação sobre o uso civil de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) no Brasil deverá ganhar impulso a partir do próximo mês de dezembro. É quando está prevista a proposição de uma minuta de instrução do Comando da Aeronáutica a respeito do tema. A novidade foi informada durante o I Encontro das Empresas de Aerolevantamento, promovido pelo Ministério da Defesa nesta segunda-feira (10).

Com aplicação crescente em setores como construção civil, agronegócio e meio ambiente – onde contribui no levantamento de imagens para detectar áreas de desmatamento –, o emprego de VANTs no país ainda carece de legislação que regule não só o voo seguro das aeronaves não tripuladas, mas a própria estrutura de controle em solo.

De acordo com o responsável pela Seção de Planejamento de Operações Militares do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), tenente-coronel Jorge Humberto Vargas Rainho, a minuta da Aeronáutica deve contemplar diversos aspectos associados à operação desses equipamentos por empresas interessadas.

“Hoje, a legislação prevista para emprego de aeronaves remotamente pilotadas é regida pela Carta de Informação Aeronáutica nº 21/10, de 23 de setembro de 2010”, disse. Segundo ele, o novo documento deverá conter, inicialmente, as áreas para testes de certificações de aeronaves, além da catalogação de empresas, produtos e serviços a serem prestados.

O assunto encontra-se em análise pelo DECEA, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pela Organização de Aviação Civil Internacional (ICAO, na sigla em inglês) – agência ligada à Organização das Nações Unidas (ONU) que estabelece princípios de navegação aérea internacional.

A falta de regulamentação implica em uma série de restrições à operação desses sistemas no Brasil. Com a nova legislação, acredita-se que será possível aumentar a flexibilidade de uso e dar mais agilidade às missões empreendidas, o que deve incidir positivamente na comercialização desses sistemas.

Para o empresário Cileno Bento Zero, da SSR Tecnologia, empresa instalada em Vinhedo (SP), o encontro em Brasília serviu para dirimir dúvidas sobre os encaminhamentos de autorização de voos de aerolevantamento.

"A expectativa é de que, cada vez mais, se tenha uma legislação consolidada e os processos [sejam] aprovados em tempos menores".

Ele explica que a pressão para executar o contrato é grande, do ponto de vista do cliente.

Aerolevantamento

O vice-chefe de Logística do Ministério da Defesa, general José Orlando Ribeiro Cardoso (foto abaixo), lembrou, na abertura do evento, que o tema aerolevantamento é “essencial para o território e para o povo brasileiro”. E completou dizendo que o assunto é de interesse da Defesa Nacional. Ao todo, o setor engloba 80 empresas atualmente.

Segundo o comandante Eduardo Pinto Urbano, do Departamento de Produtos de Defesa (Deprod) do Ministério da Defesa, a pasta atua no sentido de “resguardar as companhias do setor, para que não sofram concorrência desleal”. No evento, Urbano discorreu sobre a Lei 12.598/2012, que dá benefícios fiscais a produtos e empresas de defesa.

Em sua exposição, Urbano enfatizou que a área de levantamento já faz parte, mesmo que indiretamente, da Base Industrial de Defesa, e que as empresas interessadas poderão solicitar cadastro para se tornarem estratégicas de defesa.

Entre as vantagens, o comandante citou isenção de impostos, participação em licitações exclusivas e opções de financiamento. “Na Secretaria de Produtos de Defesa, buscamos o andamento dos projetos junto com o desenvolvimento do país.”

http://www.defesanet.com.br/vant/notici ... -dezembro/


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Sex Nov 14, 2014 2:50 pm 
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Para quem gosta de vant, que loucura operar esta Air CAM HD quando for lançada no ano que vem (e ter DINHEIRO para fazê-lo) !

http://www.dji.com/product/inspire-1

https://www.youtube.com/watch?v=I2cGgb1F7Pw&src_vid=ZnJcZfsVLAQ&feature=iv&annotation_id=annotation_1485295395

https://www.youtube.com/watch?v=zaHfCHuCedk&src_vid=ZnJcZfsVLAQ&feature=iv&annotation_id=annotation_4162512465

http://www.bhphotovideo.com/c/product/1097629-REG/dji_inspire_1.html


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_________________
Sea Gripen no A-13 Pernambuco
Aeronave de Combate operacional - 2 Pilotos ou Piloto/WSO - Engine by GE F-414 Enhanced - segundo assento elevado em Super Tucano Style


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Sex Jan 09, 2015 2:05 pm 
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09 de Janeiro, 2015 - 09:05 ( Brasília )

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DRONES NO BRASIL JÁ SÃO UMA REALIDADE, MAS A LEGISLAÇÃO NÃO
Apenas voos experimentais são liberados, com prévia autorização da Anac

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Um drone de aproximadamente 500 gramas decolou do restaurante com uma pizza pepperoni para entregar em um apartamento bem próximo Foto: Terra / YouTube / Reprodução

O uso de drones ainda está começando no País, mas atrai os olhos de usuários que querem esses novos gadgets o quanto antes.

Capazes de voar a alturas até 200 metros, essas aeronaves não tripuladas podem carregar câmeras e até pequenos objetos, podendo ser controlados remotamente por controles ou smartphones.

Como vimos recentemente em uma pizzaria que usou uma aparelho para entregar uma pizza para um morador de Santo André, região do ABC Paulista.

Ainda assim, a legislação dos drones no Brasil ainda não caminha. Sob a tutela da Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, as novas regras ainda não saíram das discussões para a audiência pública, ou mesmo, para o papel.

Segundo o órgão, as informações sobre os esquipamentos divulgadas, até aqui, são preliminares. Várias delas foram discutidas em um Workshop com a sociedade sobre o tema. No entanto, apenas voos experimentais são liberados, usando a capacidade total dos drones, Mas para usá-lo, seu usuário deve pedir autorização à Anac.

“Não existe restrição à compra de um drone por um cidadão, instituição ou empresa, entretanto, a sua operação depende da emissão do ‘Certificado de Autorização de Voo Experimental’, concedida depois de devidas comprovações de segurança e aeronavegabilidade (sic) por parte do interessado”, informou a agência por meio de nota.

Drones no Brasil

No Brasil já é possível achar drones em lojas físicas e na internet. A maioria dos voos podem ser enquadrados como recreação, por voar abaixo dos 120 metros. Com preços que variam entre R$ 250 a R$ 2,6 mil - isto apenas em sites conhecidos da web como Submarino e Ricardo Eletro.

No entanto, seu uso possui certas restrições, como explica Renato Ópice Blum, advogado especialista em direito digital.

“Enquanto ela (legislação) não vem, podem aparecer casos de uso. Neste caso usa-se a regulamentação atual, baseada em aeromodelismo, algo mais ou menos em 120 metros no máximo”.

Na regra atual, aparelhos até 25 quilogramas podem ser usados por civis como aeromodelos. Acima deste peso pode ser englobado como aeronave comum. Mesmo assim, Ópice Blum alerta que, caso ocorra ultrapasse esse limite, pode expor um risco maior, podendo pegar até cinco anos de prisão.

Em 2014, dois homens foram presos nos EUA por usar o drone em uma área proibida. Isabel ainda alerta que não só o dono pode ser preso, mas, se detectado a uma altura de perigo ou área proibida de voo, pode ser derrubado.

“Quando a aeronave não tem poder para operar no País, ela pode ser derrubada. Tanto no Brasil como nos Estados Unidos. O perigo, um dos riscos, é do drone ser abatido e o dono perder seu equipamento”, afirmou a especialista.

A advogada ainda lembra que não é o drone que cometerá o crime, mas seu dono. Por isso existe esta penalidade. Ela também lembra que a partir do momento que a pessoa utiliza o drone para filmagem, deixa de ser recreação, aeromodelismo, mesmo no limite dos 120 metros.

“Você pode utilizar o aeromodelo para recreação. Se utilizar uma câmera para filmar ou gravar ele não é mais aeromodelismo. Embora isso seja uma área cinzenta, se você usar para tirar foto para você, não terá problema. Ou mesmo em uma propriedade sua, como uma fazenda”, disse Isabel. “Ainda assim, a Anac não deve ver isso com bons olhos, pois pode invadir privacidade”.

Entraves dos drones

Vários são as barreiras para criar a lei. Em especial, a privacidade, com aparelhos cada vez menores e com câmeras em alta resolução; a segurança, pois precisa garantir que o drone não seja usado como uma arma; e mesmo o seguro contra acidentes, como explica a especialista em direito aeronáutico, Isabel Mazoni Andrade.

“A legislação (dos drones) tem que se preocupar com a privacidade, com a segurança e com a questão do seguro – não existe mercado de seguro para drone atualmente. Se acontece um acidente, como faz? Todas essas ações precisam ser bem pensadas”, explica a advogada.

Isabel recorda que apenas um voo experimental foi realizado comercialmente com autorização da Anac, na Usina Hidrelétrica do Jirau, no Rio Madeira, a 120 km de Porto Velho.

Para Ópice Blum, advogado do direito digital, a legislação depende da aeronáutica e da privacidade.

“Existe uma ausência um descompasso da legislação com essas novidades da tecnologia, no Brasil e no mundo tem legislação para a fabricação. Mas está faltando uma legislação para a operação desses drones. Ela terá a regulamentação na aeronáutica e na privacidade”, disse Ópice Blum.

“Ate já termos de forma genérica projeções de privacidade. A pessoa pode pedir a proibição pessoal e comercial das imagens. Nos tribunais, sempre que houver expectativa de privacidade, a pessoa pode recorrer. A indenização é possível, mas não tem ação penal”, completa.

A especialista ainda aponta outro problema caso a lei não fique pronta, a perda de mercado para outros países.

“Esse é um mercado altamente promissor. O drone pode crescer. Ele pode ser menor e custar menos. Desses entraves (da Anac), isso tudo seria interessante se saísse com brevidade e para o Brasil ter destaque no mercado (internacional). Se atrasarmos, nós corremos o risco de ficar para trás perante outros países e perder um espaço importante”, completa Isabel.

EUA cauteloso com os drones

O problema, no entanto, não ocorre apenas no Brasil. Nos Estados Unidos, o FAA, órgão de aviação civil semelhante à Anac, também não conseguiu desenvolver uma legislação para o uso de drones naquele país.

Os americanos se preocupam especialmente com a segurança. Para evitar que os drones sejam usados como armas em ataques e ações terroristas remotas.

A falta das regras atrapalha especialmente a Amazon. O maior site de comércio eletrônico do mundo anunciou em dezembro de 2013 que faria entregas de seus produtos com drones, assim que o FAA liberasse o uso.

Desde então, a companhia aguarda o aval do órgão.

Por outro lado, na Europa as aeronaves já começam a ser usadas, mesmo no uso comercial. A DHL recentemente começou uma operação com entrega de pacotes usando drones. Com o avanço da companhia alemã, a Amazon cogita levar o plano para outro país.

http://www.defesanet.com.br/vant/notici ... lacao-nao/


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Seg Jan 12, 2015 9:14 pm 
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E aquela empresa que a Embraer criou para fabricar vants, como anda?


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Sáb Jan 24, 2015 12:13 am 
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22 de Janeiro, 2015 - 10:40 ( Brasília )

FT SISTEMAS OBTÉM MAIS UM CREDENCIAMENTO DE PED

O Sistema ARP Horus FT 100, desenvolvido em parceria com o Exército Brasileiro, foi homologado como Produto Estratégico de Defesa-PED

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O SARP Horus FT 100, com desenvolvimento iniciado em 2010 pela FT Sistemas, tendo a participação do Centro Tecnológico do Exército-CTEx e do Instituto Militar de Engenharia-IME, recebeu, através de Portaria nº 2.640/MD do Ministério da Defesa, a homologação como Produto Estratégico de Defesa-PED.

A homologação representa o reconhecimento de seu caráter estratégico para a Defesa Nacional e consolida o Programa Horus junto às Forças Armadas brasileiras.

O Horus FT 100 começará a ser operado pelo Exército Brasileiro neste 1º trimestre de 2015 e é o único Sistema ARP já exportado pelo Brasil, demonstrando o potencial do Programa Horus no setor de Defesa.

Sobre o Horus FT-100

O Horus é um VANT projetado para ser utilizado em aplicações típicas de curto alcance realizadas por pelotões, companhias ou até batalhões.

Aplicações típicas envolvem desde busca de alvos de Artilharia e auxílio ao deslocamento de Infantaria e Cavalaria, passando por Operações Especiais e Contra-terrorismo, Reconhecimento Policial Urbano, até a Vigilância Perimetral.

No Setor Privado, pode ser utilizado para aerolevantamento em geral por clientes que demandam flexibilidade e mobilidade para operações a curtas distâncias (10-20 km).

Baseado em qualquer cidade com acesso a rede de aviação comercial, o sistema e sua equipe de operações pode ser despachado para qualquer localidade do Brasil, por exemplo, em 1 dia.

É capaz de realizar o aerolevantamento de até 4 mil hectares por vôo.

Sobre a FT Sistemas

A FT Sistemas é pioneira no desenvolvimento de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARPs). Fundada em 2005, a empresa 100% nacional atua no desenvolvimento de sistemas aeronáuticos, dando suporte ao desenvolvimento de sistemas robóticos em projetos do Ministério da Defesa Brasileiro.

Participa dos principais projetos de Vants militares no Brasil, consolidando sua posição de liderança e referência na área. Detentora de tecnologias próprias de interesse para o país, a FT é uma Empresa Estratégica de Defesa-EED, homologada pelo Ministério da Defesa.

http://www.defesanet.com.br/vant/notici ... to-de-PED/


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Qua Jan 28, 2015 2:53 am 
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Bacana, estamos avançando neste setor.

Resta saber se o mercado objetivado pelo Horus (da FT Sistemas) não é o mesmo objetivado pelo Carcará I e II (da Santos Lab). Vale lembrar que o primeiro é operado pelo EB e o segundo pelo CFN. O quanto desta disputa pode ser favorável ou prejudicial a ambos projetos/empresas.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Qua Ago 26, 2015 1:03 pm 
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IAI – Nas Cores Verde e Amarelo
A empresa Israel Aerospace Industries com presença no Brasil procura ser parte da Base Industrial de Defesa

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Miki Bar, Presidente da IAI do Brasil, em primeiro plano, seguido pelo Alm Leal Ferreira, Comandante da Marinha do Brasil e Henrique Gomes, CEO IAI Brasil. Pairando sobre todo o SARP Caçador. Foto Ricardo Pereira

Nelson Düring
editor-chefe DefesaNet


A empresa aeroespacial e de defesa Israel Aerospace Industries, mais conhecida pela sigla IAI, tem estabelecido parcerias com várias empresas no Brasil além de uma presença direta.Sua presença

A presença mais visível da IAI no Brasil é a operação do Sistema Aéreo Remotamente Pilotado (SARP) Heron pela Polícia Federal Brasileira, dentro do Programa SISVANT daquela organização.

No início de 2014 a Marinha do Brasil testou o Sistema Aéreo Remotamente Pilotado (SARP) Heron em um estudo para possibilidade de integração destes sistemas no Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz).


Neste ano antes da LAAD assumiu a presidência da IAI do Brasil, Miki Bar, que tem como CEO o brasileiro Henrique Gomes. Miki que era assessor especial do CEO do Grupo IAI assume com a missão de consolidar e expandir a presença no Brasil.

Sua visão e Brasil supera as atuais dificuldades econômicas do país. "Não estamos olhando para o curto prazo mas sim para o futuro", declarou Miki. E mais assertivo no futuro positivo do Brasil e da IAI no país afirmou: "Nós desejamos ser parte da indústria de defesa local".

Para isto duas ações foram tomadas:

1ª - Participação acionária na IACIT, e,

2ª - Participação na AVIONICS

As duas participações já têm obtém resultados positivos. Com a a IACIT alé
m de expandir os produtos da empresa estabeleceu centro de manutenção dos radares da IAI-ELTA usados nos AF-1M e C-295 Amazonas e P3AM Orion. Assim como lançou a base do Radara OTH (Over the Horizon), em localizade próxima à cidade de Rio Grande /RS.

O Radar OTH usando uma combinação de freqüências permite acompanhar a curvatura da Terra garantindo uma cobertura radárica várias vezes superior aos demais padrões.


E om a AVIONICS lançou um plano de nacionalização do SARP HERON, agora batizado de Caçador.

Porém a confiança de Miki e do CEO Henrique Gomes está no projeto KC-X2. A alteração de dois B-767ER para a função REVO e transporte estratégico de grande alcance.A FAB já selecionou a IAI, porém o projeto tem sido adiado pela falta de recursos.

Mostrando a longa presença no Brasil Miki relembra que a IAI transferiu tecnologia e contratou a então VEM (VARIG Engenharia e Manutenção, hoje TAP E&M, para realizar a transfromação de aeronaves de passageiros B-767 em cargueiros. Várias aeronaves, para clientes internaionais, foram modificadas nas instalações da VEM.

Assim o frase de Miki de almejar a ser parte da indústria de Defesa Nacional já é uma realidade.

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia ... e-Amarelo/


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Qui Ago 27, 2015 12:01 am 
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Lamentavelmente o DefesaNet deixou de ser fonte idônea de notícias exceto aquelas que sejam clipping de outras matérias da imprensa.

Vejam a matéria acima... uma pura, simples e descarada propaganda de um empresa de defesa.

Meu produto é isto, vai aquilo, será este outro, é o melhor do mundo, nada se compara... e assim por diante.

De idôneo e imparcial, passou a fazer cerimonias para tudo quanto é empresa interessada em vender aqui... principalmente se for russo. Para mim, foi para a mesma vala de outros veículos e revistas que só enchem linguiça.

Sds.


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Qua Out 28, 2015 10:38 pm 
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FT Sistemas desenvolve helicóptero não tripulado para uso civil e militar
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A FT Sistemas, uma das principais referências no Brasil em aeronaves remotamente pilotadas, também conhecidas como veículos aéreos não tripulados (vants) ou drones, desenvolveu um helicóptero não tripulado, capaz de desempenhar missões variadas, desde a inspeção de estruturas terrestres críticas (redes elétricas, oleodutos e gasodutos) ao monitoramento ambiental e de fronteiras a um custo 5% menor que o de um helicóptero convencional.
Homologada como Empresa Estratégica de Defesa (EED), a FT investiu R$ 9,3 milhões no desenvolvimento do veículo, que tem o primeiro voo previsto para o segundo semestre de 2016. O processo de certificação do helicóptero junto à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) deve ser concluído em 2018.
Batizado de FT-X2, o helicóptero não tripulado tem entre seus parceiros de desenvolvimento a Celesc e o Instituto Nacional de Energia Elétrica (Inerge). "O FT-X2 é indicado para fazer a inspeção das redes mais remotas e com a frequência exigida pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) de forma mais eficiente e menos custosa", afirma o presidente da FT, Nei Brasil.
Com apenas dois metros de comprimento e 90 quilos, a aeronave tem capacidade para realizar operações militares embarcadas na Amazônia Azul, combate ao contrabando e tráfico de drogas e aquisição de alvos para sistemas de artilharia. Veículos similares a este, segundo Brasil, já estão sendo utilizados por empresas como a DHL, na Alemanha, para transporte de cargas expressas de pequeno porte e alto valor agregado, como remédios e pedras preciosas.
O FT-X2 tem os rotores (componente que dá sustentação ao voo) na configuração "Flettner", que num helicóptero forma um conjunto de dois rotores, girando em sentidos opostos. Com esse arranjo o helicóptero funciona sem um rotor de cauda, o que resulta em economia de energia. "Os helicópteros equipados com rotores Flettner possuem alta estabilidade e poderosa capacidade de elevação", afirma o presidente. O rotor do FT-X2 é fornecido por uma empresa parceira da Alemanha e o motor por uma companhia inglesa.
No Brasil, segundo o executivo, o FT-X2 também está apto para atender à necessidade que o Exército tem de um aparelho com 60 a 70 quilômetros de alcance, para fazer a vigilância de fronteiras com uma autonomia de até 18 horas.
A FT-Sistemas participa dos principais projetos de vants militares do Brasil e em parceria com o Centro Tecnológico do Exército (Ctex) desenvolveu seus primeiros veículos não tripulados, como o VT-15 e o sistema mini-vant Horus FT-100, que foi exportado para um país da África, no ano passado.
A empresa também é responsável pelo desenvolvimento do sistema de controle de voo, autopiloto e guiamento do Projeto Vant, do Ministério da Defesa, em cooperação com as Forças Armadas Brasileiras.
Com apenas 18 funcionários, a FT é pioneira no Brasil no desenvolvimento de vants. Criada em 2003, dentro de uma incubadora de empresas de base tecnológica ligadas ao Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), a FT prevê receita de R$ 4 milhões este ano, mesmo montante registrado em 2014.
"Com o novo produto esperamos também alavancar as exportações e alcançar faturamento entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões nos próximos dois anos", afirmou. Além do mercado de defesa e segurança, o executivo acredita que os vants fabricados pela empresa poderão atender a grande demanda que existe hoje nas empresas privadas do setor de agribusiness, óleo e gás, monitoramento de rodovias, trânsito e lixões, fiscalização de obras, entre outras.
No último dia 21 a empresa assinou um convênio com o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) para o desenvolvimento e pesquisa de aplicação desses equipamentos no manejo agrícola e pecuário. A FT, segundo Brasil, vai disponibilizar sua família de vants para o monitoramento de lavouras de soja e milho, realizando a coleta de dados para pesquisas que auxiliem na redução de custos e aumento de ganhos para o produtor rural.
"O FT-X2 também poderá ser utilizado em agricultura de precisão. Temos uma versão para essa aplicação, com capacidade para carregar 40 litros de produtos para pulverização", afirmou. São culturas onde a aviação agrícola não consegue atuar, explicou o executivo.
Autoria: Defesanet

COMENTÁRIOS :
Não sei se esse novo produto da empresa Flight é da mesma categoria daquele Héli.. Sueco testado pela MB, mas caso não seja; já será de bom tamanho a aquisição por parte de EB/MB/CFN/FAB desse produto.
Assim os mesmo criariam doutrina de emprego, além de possibilitarem o desenvolvimento de uma versão com maior capacidade de CARGA PAGA (PAY LOAD).
Como sempre digo, não precisamos de importar produtos caros e as vezes incoerentes com nossos T.O,s e doutrinas, basta acreditar na industria nacional e apostar na mesma.
Mas infelizmente nesses últimos tempos, até nossos militares tem me decepcionado, devido ao interesse extremo no loby das multi estrangeiras.
Mas para quem quer ter curiosidade de saber como é esse novo vant nacional, segue o link com foto do mesmo e outros produtos.
Link:http://flighttech.com.br/


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Qui Nov 05, 2015 1:02 am 
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A mesma notícia, mas no DefesaNet

FT Sistemas lança o FT-200FH - helicóptero ARP para uso civil e militar
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http://www.defesanet.com.br/vant/notici ... e-militar/


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Sex Jan 08, 2016 4:06 pm 
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07 de Janeiro, 2016 - 14:00 ( Brasília )

HARPIA – Dissolução e Sobrevivência na Selva da Defesa
Após 4 anos as empresas EMBRAER Defesa & Segurança, AEL Sistemas e AVIBRAS Divisão Aérea e Naval anunciam o encerramento das atividades da HARPIA Sistemas

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Nelson Düring
Editor-Chefe DefesaNet


A Harpia foi o nome dado pelos primeiros exploradores europeus pelo tamanho e a ferocidade das águias, em função das monstruosas meio-mulheres/meio-águias da mitologia grega clássica. Como as corujas, elas têm um disco facial de penas menores que pode focar ondas sonoras para melhorar suas capacidades auditivas.

As Harpias são predadores tremendamente eficazes, com garras mais compridas do que as de um urso-cinzento. É uma águia adaptada ao voo acrobático em ambientes florestais de espaços fechados. Em homenagem a este belo espécime de ave das Florestas Tropicais foi dado o nome da empresa criada pela EMBRAER Segurança & Defesa e AEL Sistemas, em 2011.

Mesmo com todas estas características da ave que deu nome à empresa a EMBRAER Defesa & Segurança anunciou (07JAN2015) o encerramento das atividades da empresa HARPIA Sistemas S.A.

Empresa criada dentro do Acordo Estratégico anunciado pela EMBRAER Defesa & Segurança e a AEL Sistemas, subsidiária da ELBIT, em Abril 2011, durante a LAAD2011.

Constituída formalmente, em Setembro daquele ano, a HARPIA Sistemas S.A., também significou a participação da EMBRAER Defesa & Segurança no capital da AEL Sistemas S.A dentro do acordo estratégico entre as duas empresas. A HARPIA tinha como foco a exploração do mercado de veículos aéreos não-tripulados, denominados de VANT. E o capital da empresa era constituído pela Embraer Defesa e Segurança com 51% e a AEL 49%.

O comunicado emitido na época descrevia a empresa:

“Com sede em Brasília, Distrito Federal, as atividades da HARPIA envolverão marketing, desenvolvimento, integração de sistemas, fabricação, comercialização e suporte pós-venda de VANT, bem como simuladores e atividades de modernização de sistemas aviônicos. A empresa oferecerá soluções mais abrangentes em sistemas complexos, aumentando a oferta de produtos genuinamente brasileiros no mercado de defesa e segurança.”

Posteriormente, em 2013, houve a inclusão da AVIBRAS, sendo o projeto Falcão transferido para a HARPIA. A constituição do capital da empresa passou a ser formado dessa forma: a AVIBRAS com 9%, a AEL Sistemas com 40% e a EMBRAER Defesa e Segurança com 51% das ações.

As indefinições quantos aos projetos de VANT pelo Ministério da Defesa e as Forças e as restrições orçamentárias (ressaltada na nota da EMBRAER Defesa & Segurança), nos últimos anos levou a estagnação da empresa.

Os recursos necessários para atualizar o VANT Falcão da AVIBRAS, agora como produto do portfólio da empresa, e torná-lo com nível operacional nunca foram disponibilizados. A dissolução da HARPIA já tinha ocorrido de forma legal em 2015, sendo comunicada agora ao mercado.

No ano de 2015 a EMBRAER Defesa & Segurança entrou no capital da empresa FT Sistemas, de São José dos Campos, especializada no desenvolvimento de VANTS, através do Fundo Aeroespacial, com a FINEP, BNDES e a Agência Desenvolve SP. A nota colocada pelo gestor do Fundo Aeroespacial:


“O fundo investiu na FT sistemas porque é a melhor empresa do setor.

Tem tecnologia inovadora e softwares próprios de voo autônomo, reconhecida e selecionada pela Embraer e pelo Exército Brasileiro e de outros países como sua plataforma padrão e exclusiva para Vants na sua categoria. Investimos também porque possui uma equipe empreendedora, altamente motivada e profissional.

Temos certeza que a companhia brilhará tanto no Brasil como no mercado internacional”
João Antonio Lopes Filho
PORTBANK



O Acordo Estratégico EMBRAER Defesa & Segurança e a AEL Sistemas tem um pazo de 5 anos. Em 2016/7 deverá ser equacionado os rumos desse Acordo entre as duas empresas.

A AEL Sistemas continuará no apoio às atividades dos Sistemas VANTS ELBIT Hermes, em operação pela FAB, no Esquadrão Horus, 1°/12° Grupo de Aviação, baseado em Santa Maria (RS).

DefesaNet não conseguiu até o momento de fechar o artigo uma posição da AVIBRAS Aeroespacial sobre a continuidade do Projeto FALCÃO.

Abaixo íntegra da Nota Oficial emitida pela EMBRAER Defesa & Segurança, AVIBRAS Divisão Aérea e Naval S.A.e a AEL Sistemas:

Citação:
COMUNICADO - Encerramento das atividades da HARPIA

São José dos Campos - SP, 7 de janeiro de 2016– A Embraer Defesa & Segurança Participações S.A. comunica, em conjunto com a AEL Sistemas S.A. e a AVIBRAS Divisão Aérea e Naval S.A., sua decisão de encerrar as atividades da HARPIA Sistemas S.A., joint venture formada em setembro de 2011 com o objetivo de explorar o mercado de veículos aéreos não-tripulados. A definição de dissolução da parceria se deu de forma amigável tendo em vista o atual cenário de restrição orçamentária.

Devido ao fator estratégico do projeto para concepção de um Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) nacional, as empresas continuarão a desenvolver as tecnologias para atendimento futuro das demandas das Forças Armadas brasileiras e do mercado civil em um novo formato, podendo inclusive atuar em conjunto no futuro.

As empresas reconhecem que a preservação do conhecimento é fundamental para manter a capacidade tecnológica adquirida e, por isso, realocaram os profissionais da HARPIA Sistemas em outros programas.


http://www.defesanet.com.br/vant/notici ... da-Defesa/


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Sex Jan 08, 2016 4:09 pm 
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08 de Janeiro, 2016 - 08:00 ( Brasília )

SAMI HASSUANI -Vamos continuar com ARPs na AVIBRAS!

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Sistemas de monitoramento e controle de VANT em desenvolvimento pela AVIBRAS até a incorporação na HARPIA Sistemas. O período é 2013. Foto AVIBRAS

Nelson During
Editor-chefe DefesaNet


Até o momento da publicação da matéria sobre o encerramento da empresa HARPIA Sistemas não tínhamos conseguido contatar o presidente da AVIBRAS Aeroespacial, que tinha a participação da Divisão Aérea e Naval S.A (HARPIA – Dissolução e Sobrevivência na Selva da Defesa Link).

Posteriormente o Sr Sami Hassuani, presidente da AVIBRAS Aeroespacial enviou a seguinte mensagem:

“O Falcão continuará sendo da AVIBRAS. Trata-se de tecnologia existente antes da criação da HARPIA e portanto continua com a AVIBRAS. Aquilo que foi desenvolvido pela HARPIA fica para os três (AEL/EMBRAER/AVIBRAS).

Em tempo: continuaremos a desenvolver ARP's. Quem sabe mais à frente façamos algo em conjunto novamente com EMBRAER e AEL!”

Segundo informe da própria AVIBRAS divulgado em 2012 a AVIBRAS já tinha investido R$ 60 Milhões no Projeto Falcão. A plataforma do Falcão é feita em fibra de carbono, que garante maior leveza ao veículo e aumenta o espaço para que ele possa carregar mais combustível e sensores.

O projeto prevê mais de 15 horas de autonomia, para o Falcão, que está configurado para carregar um equipamento eletro-óptico [tira fotos e faz filmagem de alta qualidade, tanto durante o dia quanto à noite], um radar de detecção de alvos móveis no solo e um link de satélites, com alcance de até 1.500 km.

A empresa não comenta mas o retorno do projeto do VANT Falcão para a AVIBRAS chega em um momento que há maior domínio tecnológico sobre tecnologias de guiagem, planejamento de missão e voo autonomo.

São Spin-offs frutos dos desenvolvimentos do Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM300, dentro do Programa ASTROS 2020.

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Arte do VANT FALCÃO - Fonte - AVIBRAS

http://www.defesanet.com.br/vant/notici ... -AVIBRAS-/


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Sex Jan 08, 2016 7:24 pm 
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Citação:
SAMI HASSUANI -Vamos continuar com ARPs na AVIBRAS!

Está ai uma ótima notícia para a verdadeira industria de defesa nacional ( a 100%).
Pois se essa "parceria" continuasse, nosso vant Falcão nunca sairia do chão; pois o mesmo é concorrente direto do Hermes 450 & 900 da Elbit.
Mesma controladora do "espelho" denominado AEL sistemas.
Parabéns Avibrás, por seu momento lúcido, e sucesso nesse projeto de ARP verdadeiramente nacional !


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Sex Jan 15, 2016 9:46 pm 
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As empresas no Brasil são mal acostumadas, vc não vê a Avibras colocar 1 real de capital próprio no Falcão, preferem esperar o GF para bancar tudo, como a Embraer com o KC-390.


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 Título: Re: UAV (VANT)
MensagemEnviado: Sáb Abr 02, 2016 5:16 pm 
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A versão nacionalizada do Heron está pronta. Daqui pra frente, pelo menos, teremos concorrência para fornecer VANTs às forças armadas e policiais, não mais direcionamentos duvidosos.

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VANT CAÇADOR - Realiza o primeiro voo no espaço aéreo brasileiro

O VANT Caçador da Avionics Services S.A.,realizou com sucesso seu primeiro vôo no espaço aéreo civil brasileiro

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Equipes da AVIONICS e IAI MALAT, Divisão de VANTS, em Botocatu, sede da AVIONICS. Foto - AVIONICS

http://www.defesanet.com.br/vant/notici ... asileiro-/


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