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 Título: Re: Zeppelin o Retorno.
MensagemEnviado: Ter Dez 15, 2015 3:47 pm 
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Carvalho 2008 como sempre este é DUCA !!!
Como tu sou um sonhador destas aeronaves, só não tenho esta tua habilidade de visualizar em desenhos...

Teu design guarda similaridade com este aqui que iniciou no UK, foi para os EUA (militares) e retornou ao UK...

http://www.hybridairvehicles.com/

É um dos mais promissores mas é bem mais simples... E na verdade é mais pesado que o ar...

Como já pensei muito sobre esta plataforma vou dar o meu PITACO incluindo alguns detalhes.

1) Não especificaste a propulsão, na minha concepção uma aeronave deste tamanho só teria ENDURANCE se fosse propulsionada por motores elétricos e a eletricidade seria sempre que possível provida por painéis de células solares flexíveis com baixo peso e ótima eficiência que começam a estar disponíveis na tecnologia atual e SE NECESSÁRIO cobertas por um material protetivo transparante que não diminua a sua eficiência significativamente.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/n ... nBAlPnp200
http://www.inovacaotecnologica.com.br/n ... nBAx_np200

2) Como ainda não existem baterias LEVES/EFICIENTES o suficiente para acumular a eletricidade para o período noturno e de baixa luminosidade, a aeronave deveria ter um grupo motor-gerador de eletricidade a partir de DIESEL. De alta capacidade e eficiência e um reservatório de combustível para a propulsão e uso. Para evitar o uso constante deste sistema uma alternativa seria dotar a propulsão de um buffer capacitor de alta potência para acumular a energia elétrica excedente produzida nos painéis e assim poder operar silenciosamente por mais algum tempo dependendo da capacidade de armazenamento deste grupo capacitor. Desde que o sistema de capacitores possa acumular bastante potência elétrica sem acrescentar peso demasiado (a pesquisar);

3) Numa plataforma deste tamanho (se fosse projeto brasileiro) caberia incluir uma versão adequadamente adaptada à função do Radar M-200 da BRADAR/Embraer;

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia ... aber-M200/

4) Com pelo menos dois pesos tão grandes na POPA, o Heli e o Hoverwing pelo menos um sistema compensatório de peso de lançamento deveria estar presente.
a) dois trilhos transversais cada um com um contrapeso movidos por computador para controle de estabilidade;
b) quatro grandes Hélices horizontais (nas abas laterais) também controlados por computador de estabilidade;
São dois sistemas que acrescentam peso e não contribuem para a propulsão e que tem de ser cuidadosamente pensados.

O sistema só de pesos acrescenta muito peso e tem uma resposta lenta face a variações bruscas como a decolagem do helicóptero, mas equilibra melhor a aeronave estabelecida uma configuração de desequilíbrio fixa.
O Sistema de 4 rotores horizontais fixos respondem bem mais rápido e eficientemente as variações bruscas de estabilidade mas são piores em relação a eficiência e arrasto aerodinâmico para estabilizar uma configuração de desequilíbrio fixa.

Adotar os dois sistema permitiria diminuir o peso dos dois e os propulsores horizontais se tiverem a capacidade de inclinação azimutal poderão ajudar na propulsão quando não forem necessários ao controle estático da aeronave;

5) Inspirado no teu post lá de cima com as fotos históricas e o filme do Indiana Jones gostaria de incluir 2/4 DRONES de asa fixa e um esquadrilha ainda maior e variada de DRONES de múltiplas asas rotativas (quadricópteros e maiores configuração de plataformas) para múltiplas funções:

a) abastecimento de unidades de superfície e entrega de itens a náufragos;

b) com drones mais poderosos em teoria poderia-se (com o acréscimo de segurança de um para quedas de emergência) configurar-se um DRONE ESPECIALIZADO DE CARGA para uma configuração de CADEIRA-SAR;

c) com uma esquadrilha de DRONES de carga a aeronave poderia incrementalmente se abastecer de DIESEL fornecido por unidades de superfície aumentando seu ENDURANCE;

d) quanto aos drones de asa fixa eles poderiam receber um conector especial de nariz num sistema de REVO/ENGANCHE que permita não só lançá-los e iça-los de retorno à bordo como somente reabastece-los (REVO) e voltar a sua missão (propulsão não elétrica)

6) A única coisa que falta para um projeto tão grande é um sistema de aterragem/amerrissagem por sucção (até para recuperar o Hoverwing lançado ao mar), a ideia mais "fácil" seria projetar um tubo inflável a partir dos 4 hélices de estabilidade ou incluir mais duas conchas laterais como este projeto aqui:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/n ... nBAQPnp200

Por hora é só e Carvalho adorei a ideia do Hoverwing !!!

_________________
Sea Gripen no A-13 Pernambuco
Aeronave de Combate operacional - 2 Pilotos ou Piloto/WSO - Engine by GE F-414 Enhanced - segundo assento elevado em Super Tucano Style


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 Título: Re: Zeppelin o Retorno.
MensagemEnviado: Qua Dez 16, 2015 7:00 am 
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PROPOSTA CONCEITO: COAST GUARD HYBRID AIRSHIP PATROL


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 Título: Re: Zeppelin o Retorno.
MensagemEnviado: Qui Mar 10, 2016 10:12 pm 
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De notimp....10/03/16


PORTAL BBC


Misto de avião, helicóptero e dirigível, maior aeronave do mundo está pronta para testes

Em uma questão de semanas, o Airlander 10, a maior aeronave do mundo, fará seu primeiro voo de teste.

ImagemUma estranha mistura de dirigível, helicóptero e avião, o veículo decolará de Cardington, um vilarejo 70 km ao norte de Londres. O Airlander 10 tem 92 m de comprimento, 18 a mais que os maiores "gigantes" da aviação comercial, o Airbus 380 e o Boeing 747-8.

Baseado originalmente em um projeto militar americano, o Airlander 10 saiu do papel graças à empresa Hybrid Air Vehicles, que adaptou os planos para desenvolver o que chama de uma nova geração de aeronaves silenciosas, energeticamente eficientes e que não afetam o meio ambiente.

Autonomia

Segundo a empresa, a aeronave é 70% mais "verde" que um típico avião de carga, mas a grande vantagem é a versatilidade: o Airlander 10, além de decolar verticalmente, pode pousar da mesma maneira em uma série de superfícies, inclusive a água.

Isso poderia fazer dele um veículo bastante útil para transportar cargas para locais de difícil acesso, como zonas de desastres sem pistas de pouso. De acordo com o fabricante, o Airlander é capaz de suportar ventos de mais de 120 km/h quando está ancorado no solo.

Com capacidade para transportar até 10 toneladas de carga e 48 passageiros, o Airlander promete também autonomia maior que a concorrência. Pode voar continuamente por até cinco dias a uma velocidade de 148 km/h e pode ser controlado por controle remoto.

A aeronave contra com quatro motores movidos a diesel e uma estrutura inflada com gás hélio, o que resulta em um peso de 20 toneladas, menos de 10% de um Airbus 380, por exemplo. E seus custos também são uma fração em comparação com a concorrência: cerca de US$ 11 milhões - a maior parte deste valor veio de financiamentos do governo britânico e da União Europeia, mas uma campanha de financiamento coletivo arrecadou mais de US$ 3,3 milhões.

O Airlander conta com um charme especial por ter sido construído no Hangar 1, em Cardington, as mesmas instalações em que foi produzido o primeiro dirigível do mundo, em 1918. Agora, a Hybrid Air Vehicles quer fabricar até 2021, pelo menos 10 unidades por ano.

E isso inclui desafiar o que especialistas em transporte aéreo classificam como um tabu da indústria: em 1937, o mais famoso dirigível da época, o Hindenburg, incendiou-se enquanto aterrissava em Nova Jersey, matando 35 pessoas.

"O desastre matou a indústria", escreveu o historiador John Swinfield.

O Airlander, porém, é inflado com hélio, um gás não inflamável, ao contrário do hidrogênio, que era usado pelo dirigíveis como o Hindenburg.


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