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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Seg Fev 18, 2013 8:50 pm 
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akivrx78 escreveu:



Acho que o amigo quiz dizer BLACK HAWK .... :wink:

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Sáb Fev 08, 2014 8:24 pm 
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DARPA Wants Self-Destructible Computer Chips

by Mike Hoffman on February 3, 2014

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The Pentagon wants its top research arm to give troops the same kind of self-destructing devices Ethan Hunt had in the movie series Mission Impossible

The Defense Advanced Research Projects Agency didn’t necessarily specify the famous 5-second timeline, but military leaders wants to develop semiconductors and computer chips that will turn to dust via a remote signal or at a specific time.

Called the Vanishing Programmable Resources, DARPA announced the program on Jan. 28 issuing a $3.5 million award to IBM to study the possibilities of developing “strained glass substrates” that would crumble into powder on command, according to the DARPA announcement.

Troops carry a host of mobile technologies into combat to include GPS transponders, smartphones and countless other devices. Military leaders are worried what happens when those devices — many of which have sensitive operational information — fall into enemy hands.

“These electronics have become necessary for operations, but it is almost impossible to track and recover every device. At the end of operations, these electronics are often found scattered across the battlefield and might be captured by the enemy and repurposed or studied to compromise DoD’s strategic technological advantage,” DARPA officials said in a statement.

DARPA will host a Proposers’ Day on Feb. 14 in Arlington, Va., to see what technologies potentially already exist, according to a DARPA announcement. The deadline to sign up is Feb. 8.

“The commercial off-the-shelf, or COTS, electronics made for everyday purchases are durable and last nearly forever,” said Alicia Jackson, the DARPA program manager for VPR. “DARPA is looking for a way to make electronics that last precisely as long as they are needed. The breakdown of such devices could be triggered by a signal sent from command or any number of possible environmental conditions, such as temperature.”

http://defensetech.org/2014/02/03/darpa-wants-self-destructable-computer-chips/









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DARPA e IBM desenvolvem chip com a capacidade de autodestruição
Acordo faz parte de um programa do governo dos EUA para criar tecnologias que evitem a obtenção de informações confidenciais do país

Por Fernando Daquino em 7 de Fevereiro de 2014

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DARPA e IBM desenvolvem chip com a capacidade de autodestruiçãoAmpliarChip danificado de tal maneira a impedir qualquer aquisição de dados. (Fonte da imagem: Reprodução/DARPA)

Conforme documenta o Federal Business Opportunities (FBO), a DARPA concretizou recentemente um acordo com a IBM no valor de US$ 3,45 milhões (cerca de R$ 8,25 milhões) para a criação de chips CMOS capazes de se autodestruir através de comandos remotos, transformando o componente em um amontoado de pó de silício.

Para isso, a tecnologia utilizará um substrato de vidro que se quebra quando um fusível ou uma camada reativa de metal anexado recebe um sinal externo de frequência de rádio.

A iniciativa faz parte do Vanishing Programmable Resources (VAPR), programa anunciado em janeiro de 2013 pelo governo estadunidense que visa o desenvolvimento de mecanismos que impeçam outras nações de obter informações confidenciais quando sistemas militares dos EUA caem nos campos de batalha.

De acordo com o órgão de pesquisa e desenvolvimento militar, é quase impossível de rastrear e recuperar todo dispositivo eletrônico perdido em conflito, resultando em um acúmulo não intencional no meio ambiente e o potencial de uso não autorizado de propriedades intelectuais e vantagens tecnológicas.

Por isso o grande interesse das autoridades do país em criar recursos com a capacidade de “desaparecer fisicamente” de maneira controlada. O informativo da DARPA não deu mais detalhes de como a tecnologia vai funcionar, se já existem protótipos em testes ou a previsão de início da utilização de equipamentos com tal mecanismo incorporado.

http://www.tecmundo.com.br/tecnologia-militar/50104-darpa-e-ibm-desenvolvem-chip-com-a-capacidade-de-autodestruicao.htm

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Sáb Fev 08, 2014 8:25 pm 
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Vanderbilt Works to Secure Military Smartphones

by Kris Osborn on February 6, 2014

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Soldiers in Afghanistan are experimenting with smartphones engineered to better protect operational datas designed by scientists at Vanderbilt University’s Institute for Software Integrated Systems, or ISIS.

Vanderbilt experts and researchers are working with the Defense Advanced Research Projects Agency, or DARPA, on a program called Transformative Apps, an effort designed to develop a family of military-relevant software applications, or apps.

The program is aimed at improving the security or information assurance technology of smartphones in order to allow for their use in rugged, tactical combat environments where there are often no fixed-infrastructures such as cell towers.

“One of the things you find when you move into a tactical environment is that you cannot rely on any kind of fixed infrastructure,” said Douglas Schmidt, professor of computer science at Vanderbilt University, ISIS.

The Army has worked on a program called Nett Warrior to get smartphones in the hands of soldiers in combat. Currently, soldiers with the 10th Mountain Division are using them on a deployment to Afghanistan.

Findings from the Transformative Apps program would be fed to the Nett Warrior program to better secure those devices, Schmidt said.

Schmidt said his laboratory has been working on developing enhanced software and middleware that better protects information.

“There are people in Afghanistan using our software. We found ways to connect the smartphone to military-grade radios so they have a secure link. Then the radio as a communications channel allows the soldiers to use the smartphone for chat, blue force tracking, video and text – while on patrol,” Schmidt said.

Schmidt said his laboratory developed a small cable that connects the smartphone to the radio, allowing the phone to be tethered to the radio, Schmidt explained.

“The radio is used for secure communication and the smartphone is used to give soldiers the same type of smartphone experience we have come to take for granted here in the US,” he said.

The radios are connected to one another through mobile-ad-hoc networking. Last year, Vanderbilt’s ISIS research lab received about $25 million in funding, about two-thirds of which came from DARPA and the Defense Department, Schmidt said.

“DARPA’s big goal is to bridge the gap between fundamental research — crazy pie in the sky stuff — and the needs of the warfighter. They work to demonstrate the feasibility of technologies,” Schmidt said.

http://defensetech.org/2014/02/06/vanderbilt-works-to-secure-military-smartphones/

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Sáb Fev 08, 2014 8:29 pm 
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08 de Fevereiro de 2014•09h53 • atualizado às 10h35
Grupo de cientistas nos EUA quer proibição de 'robôs assassinos'


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Gubrud trabalha há 25 anos com organização que luta contra armas robóticas Foto: Divulgação Gubrud trabalha há 25 anos com organização que luta contra armas robóticas Foto: Divulgação

BBC Brasil

Há mais de duas décadas, Mark Gubrud, pesquisador do Programa sobre Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, luta pela criação de regras para o controle de armas robóticas autônomas.

Ele é membro do Comitê Internacional para o Controle de Armas Robóticas (CICAR), um grupo de ativistas, acadêmicos e intelectuais do mundo todo que tenta conseguir a proibição do uso de robôs que podem matar sem a interferência humana.

A última preocupação deste grupo é um lançamento de uma companhia de armamentos britânica, a BAE Systems: o avião de combate autônomo Taranis.

Nesta semana, a BAE Systems divulgou imagens dos primeiros voos do protótipo do Taranis, realizados em 2013. A aeronave não-tripulada é capaz de realizar missões intercontinentais, é difícil de detectar e pode atacar alvos no ar e em terra.

O drone também pode ser controlado a partir de qualquer lugar do planeta por um piloto em terra. No entanto, o Taranis também pode funcionar sozinho, sem intervenção humana. O Ministério da Defesa britânico, que financiou parte do projeto, disse que não vai usar o Taranis no modo autônomo.

No entanto, esta questão continua preocupando Gubrud, que vê o Taranis como um novo avanço no desenvolvimento de robôs e máquinas autônomas capazes de matar sem a intervenção de humanos.

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Protótipo da aeronave Taranis, que pode funcionar sozinha, sem intervenção humana Foto: Ministério da Defesa da Grã-Bretanha / Divulgação Protótipo da aeronave Taranis, que pode funcionar sozinha, sem intervenção humana Foto: Ministério da Defesa da Grã-Bretanha / Divulgação

"Não está clara a razão de o Reino Unido precisar de um avião autônomo de combate furtivo no século 21. Para qual guerra ele é necessário? Que armas terá o inimigo?", questiona. Gubrud conta que faz campanha contra o uso de armamento autônomos há 25 anos e que vê uma oposição generalizada à produção do que chama de "robôs assassinos".

"Uma pesquisa de março do ano passado (da consultoria YouGov) mostra que o público americano é majoritariamente contra as armas autônomas e apoia os esforços para proibi-las. E o interessante é que esta é a opinião predominante entre membros, ex-membros e familiares de membros das Forças Armadas (dos Estados Unidos)", disse Gubrud em entrevista à BBC Mundo.

Exterminador

Gubrud cita como exemplo de armamentos autônomos em uso as minas antipessoais, que seriam um tipo de "robô extremamente simples, que pode estar ativado, o que o faz explodir, ou esperando para ser ativado".

Como exemplos mais avançados, ele cita robôs sentinelas sul-coreanos, capazes de identificar intrusos humanos de forma autônoma dentro de uma área determinada, de "disparar também de forma autônoma, ou de ser instruídos de forma remota para abrir fogo".

Gubrud também cita mísseis, já existentes, que procuram um alvo específico fora do campo visual, mísseis terra-ar ou ar-mar que, segundo ele, têm uma tecnologia que permite distinguir o alvo real de outros falsos, um tipo de navio de outro tipo de navio.

Para Gubrud, não estamos muito distantes de um cenário em que um robô, como o da série de filmes Exterminador do Futuro, é acionado para realizar missões específicas em situações de conflito.

"O 'Exterminador' era um robô assassino. E veja o que está acontecendo hoje em dia: uma das mais importantes missões das aeronaves controladas de forma remota (drones) é matar".

O pesquisador acreditar que quanto maior for a automatização, maior será o risco de perda de controle. "Se você pensar em um sistema de confronto automático, no qual exércitos de robôs se enfrentam, pode imaginar como seria difícil para uma equipe de engenheiros desenvolver (a tecnologia necessária) e conseguir garantir sua estabilidade no longo prazo?"

Controle humano

O pesquisador afirma que é preciso deter o desenvolvimento destes robôs autônomos o mais rapidamente possível - antes que o desenvolvimento deste tipo de armamento avance. O primeiro passo neste sentido seria divulgar sua existência. O próximo seria lutar pela criação de regras e protocolos que regulamentem o desenvolvimento da tecnologia.

"Acho que os princípios mais fortes para basear uma proibição de armas autônomas são os da humanidade: os humanos sempre devem ter o controle e a responsabilidade do uso de uma força letal", disse.

"É uma ofensa à dignidade humana que existam pessoas submetidas à violência por decisão de uma máquina, ou que estejam sujeitos à ameaça do uso da força por parte de uma máquina, ou que um conflito entre humanos seja iniciado por uma máquina de forma involuntária."

"É um direito humano não ser morto por uma decisão de uma máquina. Este é um princípio moral muito forte, com uma atração universal. E esta deve ser a base para proibir as armas autônomas." Para ele, é preciso definir um regime de controle de armas "que implica que os estados aceitem estes princípios e que os ensinem nas academias militares e que não tenham armas autônomas".

Mas, Gubrud também é realista e acredita que as principais potências mundiais resistirão a qualquer tentativa de proibir as armas autônomas. "Certamente os Estados Unidos são os mais importantes; têm uma política declarada a favor de seu desenvolvimento. A China vê uma oportunidade também e já têm sistemas que seriam preocupantes. O mesmo com a Rússia e o Reino Unido."

http://noticias.terra.com.br/ciencia/grupo-de-cientistas-nos-eua-quer-proibicao-de-robos-assassinos,c4fbb056a3d04410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Ter Fev 25, 2014 8:44 am 
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Navy develops 'world's smallest guided missile'
Feb. 23, 2014 - 06:00AM |

Jonathon Pooley, a technician at Naval Air Warfare Center Weapons Division, displays a 25-inch, 5.5-pound forward-firing miniature munition known as Spike. (Ron Rodriguez / Navy)

By Meghann Myers
Staff writer

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The Spike mini-missile was launched at an aerial drone during a recent demonstration at Naval Air Warfare Center Weapons Division, China Lake, Calif. (Patrick Kreidt / Navy)

As the military relies more and more on unmanned aerial vehicles to carry out pinpoint strikes, the services need smaller munitions to arm them.

And that’s where Spike comes in. Weighing 5 pounds, this mini-missile developed by the Navy is many, many times lighter than the 100-pound Hellfires typically carried by UAVs — but still packs a precision punch. Scott O’Neil, who is overseeing its development, calls Spike “the world’s smallest guided missile.”

“Most of our weapons are fairly large because they’re taking out very big targets,” O’Neil, the executive director of Naval Air Warfare Center Weapons Division, told Navy Times in a Feb. 12 phone interview. “We’ve started looking at, with miniaturization of electronics, what does that mean to weaponry? How small can we make weapons and keep them effective against the targets that we’re talking about?”

Spike is an in-house project, completely developed and funded by NAVAIR at Naval Air Weapons Station China Lake, Calif. For now, it’s a cool toy to help train NAWCWD engineers on miniature munitions systems, O’Neil said, but it’s up for grabs if the services are interested in fielding it.

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The Spike mini-missile was launched at an aerial drone during a recent demonstration at Naval Air Warfare Center Weapons Division, China Lake, Calif. (Patrick Kreidt / Navy)

“Fleet Forces [Command] and different elements of the Navy and other services are aware, they’re interested, it’s just a matter of the budgets where they are,” O’Neil said. “If somebody wanted to pick this up and make it a program, we stand ready to support that.”

The missile measures 2 ½ inches in diameter and costs about $50,000 with off-the-shelf parts.

“One of the real issues with weapons systems is that they’re really, really expensive,” project lead Greg Wheelock saidin the phone interview. “And so we’ve taken an alternative with this one: by using commercial technology, we can keep the cost per unit really down low so this becomes a very affordable system for the services.”

O’Neil added that if the project went into production, NAWCWD would be able to use its proprietary design to strike a deal with companies that build cellphone components, for instance, at a high volume and lower cost. (To be sure, the Navy-built Spike is of no relation to the anti-tank missile made by the Israeli defense firm Rafael and sold under the brand name Spike.)

Everyone from the Marine Corps, Naval Special Warfare and the special operations forces community to intelligence agencies and Defense Department-affiliated civilian organizations have expressed interest in Spike, O’Neil said, a weapon that could be ship-mounted for use against small boat swarms or shoulder-fired on the battlefield.
Guided by tiny camera

Spike is designed to fire at stationary or moving soft targets like people, lightly armored vehicles, structures, boats and small aircraft, while minimizing the chances for collateral damage, Wheelock said.

“It gives a person a guided missile that’s going to take out the target without blowing up the rest of the neighborhood,” he said.

It’s guided by the same technology as a cellphone camera, O’Neil said. A camera on the missile takes an image of what it sees. The person shooting can then enlarge the picture and pick a target, putting a box around the person or boat or airplane, and Spike will track it.

“It goes really fast for a long way,” Wheelock said, but its speed and rangeare classified. O’Neil added that the limit on Spike’s range is the camera it’s equipped with. As camera technology evolves, they can use more high-definition cameras to get a more detailed image from farther away.

“It’s also designed to be launched from a variety of platforms,” Wheelock said. “From the ground, on kind of a stationary launcher. From the air we’ve launched it from a UAV, and also we’re designing it to be shoulder-launched.”

The counter-unmanned airborne systems capability is of particular interest to the Army, which hosted a successful test launch last summer at Picatinny Arsenal, N.J.

“The system isn’t necessarily ready to go to the fleet right now, but what we’ve done is, we’ve demonstrated that we can launch this and control the weapon and hit a target from launching it from an air platform. And then we’ve launched it from ground platforms against moving targets,” O’Neil said.

Following the test, Wheelock said, the team is redesigning the cellphone camera seeker to get a more detailed image. They’re also looking at designing a variant with collapsible wings, which are more suited to a tube launcher fired from the shoulder.

The team will continue to tweak the design and use Spike to train its engineers on miniature weapons systems, O’Neil said, but the cost of fielding Spike is beyond what his organization can cover.

“There’s a lot of what we call qualification work that has to be done, to make sure you know the designs can be produced and what’s produced is reliable,” he said. “That’s work that would have to be done by one of the services if they decide to move this to an operational capability.”

http://www.navytimes.com/article/20140223/NEWS04/302230006/Navy-develops-world-s-smallest-guided-missile-

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Qua Mar 05, 2014 10:53 pm 
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akivrx78 escreveu:
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08 de Fevereiro de 2014•09h53 • atualizado às 10h35
Grupo de cientistas nos EUA quer proibição de 'robôs assassinos'


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Gubrud trabalha há 25 anos com organização que luta contra armas robóticas Foto: Divulgação Gubrud trabalha há 25 anos com organização que luta contra armas robóticas Foto: Divulgação

BBC Brasil

Há mais de duas décadas, Mark Gubrud, pesquisador do Programa sobre Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, luta pela criação de regras para o controle de armas robóticas autônomas.

Ele é membro do Comitê Internacional para o Controle de Armas Robóticas (CICAR), um grupo de ativistas, acadêmicos e intelectuais do mundo todo que tenta conseguir a proibição do uso de robôs que podem matar sem a interferência humana.

A última preocupação deste grupo é um lançamento de uma companhia de armamentos britânica, a BAE Systems: o avião de combate autônomo Taranis.

Nesta semana, a BAE Systems divulgou imagens dos primeiros voos do protótipo do Taranis, realizados em 2013. A aeronave não-tripulada é capaz de realizar missões intercontinentais, é difícil de detectar e pode atacar alvos no ar e em terra.

O drone também pode ser controlado a partir de qualquer lugar do planeta por um piloto em terra. No entanto, o Taranis também pode funcionar sozinho, sem intervenção humana. O Ministério da Defesa britânico, que financiou parte do projeto, disse que não vai usar o Taranis no modo autônomo.

No entanto, esta questão continua preocupando Gubrud, que vê o Taranis como um novo avanço no desenvolvimento de robôs e máquinas autônomas capazes de matar sem a intervenção de humanos.

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Protótipo da aeronave Taranis, que pode funcionar sozinha, sem intervenção humana Foto: Ministério da Defesa da Grã-Bretanha / Divulgação Protótipo da aeronave Taranis, que pode funcionar sozinha, sem intervenção humana Foto: Ministério da Defesa da Grã-Bretanha / Divulgação

"Não está clara a razão de o Reino Unido precisar de um avião autônomo de combate furtivo no século 21. Para qual guerra ele é necessário? Que armas terá o inimigo?", questiona. Gubrud conta que faz campanha contra o uso de armamento autônomos há 25 anos e que vê uma oposição generalizada à produção do que chama de "robôs assassinos".

"Uma pesquisa de março do ano passado (da consultoria YouGov) mostra que o público americano é majoritariamente contra as armas autônomas e apoia os esforços para proibi-las. E o interessante é que esta é a opinião predominante entre membros, ex-membros e familiares de membros das Forças Armadas (dos Estados Unidos)", disse Gubrud em entrevista à BBC Mundo.

Exterminador

Gubrud cita como exemplo de armamentos autônomos em uso as minas antipessoais, que seriam um tipo de "robô extremamente simples, que pode estar ativado, o que o faz explodir, ou esperando para ser ativado".

Como exemplos mais avançados, ele cita robôs sentinelas sul-coreanos, capazes de identificar intrusos humanos de forma autônoma dentro de uma área determinada, de "disparar também de forma autônoma, ou de ser instruídos de forma remota para abrir fogo".

Gubrud também cita mísseis, já existentes, que procuram um alvo específico fora do campo visual, mísseis terra-ar ou ar-mar que, segundo ele, têm uma tecnologia que permite distinguir o alvo real de outros falsos, um tipo de navio de outro tipo de navio.

Para Gubrud, não estamos muito distantes de um cenário em que um robô, como o da série de filmes Exterminador do Futuro, é acionado para realizar missões específicas em situações de conflito.

"O 'Exterminador' era um robô assassino. E veja o que está acontecendo hoje em dia: uma das mais importantes missões das aeronaves controladas de forma remota (drones) é matar".

O pesquisador acreditar que quanto maior for a automatização, maior será o risco de perda de controle. "Se você pensar em um sistema de confronto automático, no qual exércitos de robôs se enfrentam, pode imaginar como seria difícil para uma equipe de engenheiros desenvolver (a tecnologia necessária) e conseguir garantir sua estabilidade no longo prazo?"

Controle humano

O pesquisador afirma que é preciso deter o desenvolvimento destes robôs autônomos o mais rapidamente possível - antes que o desenvolvimento deste tipo de armamento avance. O primeiro passo neste sentido seria divulgar sua existência. O próximo seria lutar pela criação de regras e protocolos que regulamentem o desenvolvimento da tecnologia.

"Acho que os princípios mais fortes para basear uma proibição de armas autônomas são os da humanidade: os humanos sempre devem ter o controle e a responsabilidade do uso de uma força letal", disse.

"É uma ofensa à dignidade humana que existam pessoas submetidas à violência por decisão de uma máquina, ou que estejam sujeitos à ameaça do uso da força por parte de uma máquina, ou que um conflito entre humanos seja iniciado por uma máquina de forma involuntária."

"É um direito humano não ser morto por uma decisão de uma máquina. Este é um princípio moral muito forte, com uma atração universal. E esta deve ser a base para proibir as armas autônomas." Para ele, é preciso definir um regime de controle de armas "que implica que os estados aceitem estes princípios e que os ensinem nas academias militares e que não tenham armas autônomas".

Mas, Gubrud também é realista e acredita que as principais potências mundiais resistirão a qualquer tentativa de proibir as armas autônomas. "Certamente os Estados Unidos são os mais importantes; têm uma política declarada a favor de seu desenvolvimento. A China vê uma oportunidade também e já têm sistemas que seriam preocupantes. O mesmo com a Rússia e o Reino Unido."

http://noticias.terra.com.br/ciencia/grupo-de-cientistas-nos-eua-quer-proibicao-de-robos-assassinos,c4fbb056a3d04410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html


Parece o argumento da refilmagem do Robocop


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Qui Abr 10, 2014 9:21 pm 
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10 de Abril, 2014 - 11:25 ( Brasília )
Armas


RAIL GUN - US NAVY ANUNCIA NOVA ARMA 7 VEZES MAIS RÁPIDA DO QUE A VELOCIDADE DO SOM
Para porta-voz, com o novo artefato, ninguém pode vencer os Estados Unidos

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A Marinha dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (9) os primeiros testes da mais nova arma capaz de disparar sete vezes a velocidade do som.

Os projéteis podem atingir até cerca de 8 quilômetros com cercos eletromagnéticos de alta frequência e prometem revolucionar a guerra.

Até agora, o poder da arma não foi totalmente utilizado, porém, nesta semana, os funcionários da Marinha americana disseram que planejam instalar e testar um protótipo em um navio, nos próximos dois anos.

Para funcionar, a arma precisa de eletricidade e não de pólvora.

Matt Kundler, chefe do grupo de pesquisas navais americanas, disse ao canal CBS que o projétil pode ultrapassar cem milhas.

— Armas energéticas, como essas, são o futuro do combate naval. A Marinha dos Estados Unidos está na vanguarda desta tecnologia para mudar o jogo.

Para funcionar, a arma precisa de eletricidade e não de pólvora. Elas utilizam a força de Lorentz que acelera rapidamente os projéteis e os queima em uma velocidade maior do que as alcançadas por armas tradicionais.

Com o aumento da velocidade, os projéteis não precisam de carga explosiva porque disparam um sólido metálico que, por causa da sua agilidade, quando se choca, transfere grande quantidade de calor e energia cinética para o alvo.

Segundo o jornal britânico The Independent, Kundler afirmou que o mundo vai conhecer a realidade da arma visionária.

Francamente, acho que pode ser o momento certo para que saibam o que nós temos feito de portas fechadas. É como se fosse um Star Wars. Agora é realidade, não é ficção científica. É real e você pode olhar com seus próprios olhos.

Os projéteis pesam cerca de 10 kg cada um e custam a mesma coisa que um convencional.

— Eu realmente acho que nossos adversários terão um tempo para pensar se vão atacar um navio americano. Porque vão perder. Podem jogar qualquer coisa contra nós, mas podemos disparar uma série de projéteis, com preços acessíveis. Na minha opinião, ninguém pode nos vencer, disse Kundler.

VIDEO:

http://www.youtube.com/watch?v=ygHN-vplJZg

Fonte: R7 Via DefesaNet.



Quem investe.... estará sempre na vanguarda...

E nós... bom.... nem dominamos os foguetes e mísseis ainda... e em dez anos serão obsoletos.

Sds.


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Qui Abr 10, 2014 11:56 pm 
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Eu assisti o vídeo onde o Almirante da USN fala sobre a arma.

Sem dúvida um grande avanço, mas em ultima análise, é um canhão... tudo bem que alcança 100 milhas, mas ainda assim é um canhão.

Para ser honesto, fiquei com a sensação de não ter entendido alguma coisa... pois do jeito que ele relata, parece que construíram uma arma que desequilibra o poder militar mundial... e por mais que eu ouvisse sua explicação e visse a arma em ação, não vi mais que um "super" canhão...

Ainda por cima, segundo anunciado, a munição utilizada por ele não é mais barata que a munição convencional utilizada atualmente... a diferença ficaria no elemento explosivo da equação, que agora será substituído por energia elétrica (claro que o rendimento final ficou melhor que um canhão convencional)... e energia elétrica não ocupa menos espaço que a "pólvora"... Seja para embarcar um "baita" gerador ou algo que o valha...

Ainda preciso entender melhor que poder isso traz de novo para a USN...


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Sex Abr 11, 2014 12:29 am 
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Na vida nada se cria tudo se copia (BARBOSA, Abelardo, ano desconhecido), então essa "super arma" me lembra do projeto V3 do Terceiro Reich, guardadas as devidas proporções tecnológicas.


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Sex Abr 11, 2014 9:52 am 
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O que a arma inova é na energia sinética do projétil (canhão) e nele em si que é guiado e por 1/5 do preço do atual.
1911 escreveu:
Eu assisti o vídeo onde o Almirante da USN fala sobre a arma.

Sem dúvida um grande avanço, mas em ultima análise, é um canhão... tudo bem que alcança 100 milhas, mas ainda assim é um canhão.

Para ser honesto, fiquei com a sensação de não ter entendido alguma coisa... pois do jeito que ele relata, parece que construíram uma arma que desequilibra o poder militar mundial... e por mais que eu ouvisse sua explicação e visse a arma em ação, não vi mais que um "super" canhão...

Ainda por cima, segundo anunciado, a munição utilizada por ele não é mais barata que a munição convencional utilizada atualmente... a diferença ficaria no elemento explosivo da equação, que agora será substituído por energia elétrica (claro que o rendimento final ficou melhor que um canhão convencional)... e energia elétrica não ocupa menos espaço que a "pólvora"... Seja para embarcar um "baita" gerador ou algo que o valha...

Ainda preciso entender melhor que poder isso traz de novo para a USN...


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Sex Abr 11, 2014 3:27 pm 
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Caro 1911 , não sei se estou correto ;mas caso esteja , realmente construíram uma arma que desequilibra o poder militar mundial.
Pense bem , esse " canhão " , lança um projetil de alumínio a vários quilômetros por hora ( MAIS RÁPIDO QUE MUITOS MÍSSEIS ATUAIS ) , sendo assim não há computador que consiga calcular rapidamente a localização do projetil e acionar as contras medidas ( MÍSSEIS ; METRALHADORAS TIPO GATLING etc.. ), tornado o assim imune a contra medidas .
Outra possibilidade está na fórmula de Albert Einstein ( E= MC² , QUE DIZ ; ENERGIA É IGUAL A MASSA ELEVADA AO QUADRADO DA VELOCIDADE ).
Pegue um projetil de urânio e dispare desse canhão magnético ( NÃO PRECISARÁ NEM DO DETONADOR DE ALTO EXPLOSIVO PARA TRANSFORMAR ESSE PROJETIL EM UM ARTEFATO NUCLEAR ).
Lembra-se das armas de aceleração magnéticas do filme do arnold schwarzenegger ? ( NÃO ME LEMBRO O NOME DO FILME , MAS SÃO ARMAS PORTÁTEIS DE ACELERAÇÃO MAGNÉTICA ) ?
Pois é meu caro ; caso eu esteja certo ; será nova corrida armamentista entre Oriente & Ocidente ; e os inimigos do Tio Sam que coloquem suas barbas de molho ( QUALQUER SEMELHANÇA E MERA COINCIDÊNCIA rsrs ).


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Sex Abr 11, 2014 3:46 pm 
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foxtrot escreveu:
Outra possibilidade está na fórmula de Albert Einstein ( E= MC² , QUE DIZ ; ENERGIA É IGUAL A MASSA ELEVADA AO QUADRADO DA VELOCIDADE ).
Pegue um projetil de urânio e dispare desse canhão magnético ( NÃO PRECISARÁ NEM DO DETONADOR DE ALTO EXPLOSIVO PARA TRANSFORMAR ESSE PROJETIL EM UM ARTEFATO NUCLEAR ).


Ãh?????

A grafia correta da fórmula que você menciou é: E= ΔMC²

O que significa que há transformação de massa em energia... Por exemplo, numa reação no núcleo do Sol, matéria (H e He) é convertida em energia... Óbvio, é o mesmo princípio de uma arma nuclear, onde enriquecemos o U235 para U238, pois assim ele fica mais fácil de ser quebrado, e com isso, ter sua energia (extraída da conversão de massa do urânio) liberada para o meio.

Se algum gênio resolver fazer uma munição de U238 para disparar em um canhão, será o primeiro e último disparo....rs... sem contar que a manipulação do U238 é delicadíssima.... ele é altamente instável e extremamente radioativo, o militar que tocasse na munição, morreria em poucos dias.

Voltando para o fato, vi que é uma arma interessantíssima... que no futuro deverá ter inúmeras aplicações, até nas viagens espaciais (eliminando o lançamento tradicional, como conhecemos), mas voltando para a entrevista do Almirante, ainda não entendi a tal vantagem que ele cita.


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Sáb Abr 12, 2014 2:44 am 
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Se este canhão realmente disparar um projétil a sete vezes a velocidade do som..... mesmo que seja a apenas 8 Km de distância... e ainda por cima tiver uma boa cadência de tiro.... babáus para a nave inimiga que estiver ao alcance !!

Sds.


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Seg Abr 14, 2014 4:14 pm 
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Caro 1911 , a grafia correta é E= delta MC² ( COMUMENTE ESCREVEM E=MC² ).
Outro porém , não sei se lembra-te , mas os países da OTAN utilizam munições de URÂNIO DESATIVADO .
Mesmo tendo seu poder de radiação " ENFRAQUECIDO " pelo decaimento radiativo , ainda assim tem radiação e conserva suas propriedades .
E essas munições são manuseadas livremente , outro ponto que talvez não saiba ; é que mesmo o urânio 235 , pode ser manuseado livremente ( UTILIZANDO-SE APENAS UMA LUVA GROSSA DE BORRACHA ) , pois o mesmo antes de iniciar sua reação em cadeia em um reator ; oferece o mesmo nível de radiação que recebemos todos os dias da natureza ( PASTILHAS DE URÂNIO 235 ).


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 Título: Re: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Seg Abr 14, 2014 5:36 pm 
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foxtrot escreveu:
Caro 1911 , a grafia correta é E= delta MC² ( COMUMENTE ESCREVEM E=MC² ).
Outro porém , não sei se lembra-te , mas os países da OTAN utilizam munições de URÂNIO DESATIVADO .
Mesmo tendo seu poder de radiação " ENFRAQUECIDO " pelo decaimento radiativo , ainda assim tem radiação e conserva suas propriedades .
E essas munições são manuseadas livremente , outro ponto que talvez não saiba ; é que mesmo o urânio 235 , pode ser manuseado livremente ( UTILIZANDO-SE APENAS UMA LUVA GROSSA DE BORRACHA ) , pois o mesmo antes de iniciar sua reação em cadeia em um reator ; oferece o mesmo nível de radiação que recebemos todos os dias da natureza ( PASTILHAS DE URÂNIO 235 ).


rsrsrsrs....ok, ok...


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