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 Título: Boeing
MensagemEnviado: Sex Out 31, 2008 9:17 pm 
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Boeing Plans Less Design Outsourcing In Future

POSTED: 12:49 pm PDT October 31, 2008


SEATTLE -- A Boeing executive says the company plans to do more of its own design work on future planes because of problems caused by partners on the delayed 787.

Engineering vice president Michael Denton is the top technical executive at Boeing Commercial Airplanes.

He says Boeing will continue to have partners to finance new models but the company probably will do more design and production of its next airplane.

The only major component of the 787 done in-house in the Seattle area was the tail fin. Boeing engineers and production workers have had to complete or correct work on components.

Denton made his comment in an audio blog posted on a Boeing Web site for the company' s contract talks with the engineer's union, the Society of Professional Engineering Employees in Aerospace.

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 Título: Boeing tá afundada em urucubaca! :|
MensagemEnviado: Qui Nov 27, 2008 5:55 pm 
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Fora os problemas causados pela greve e pelo programa de terceirização das aeroestruturas o programa do 787 tá cheio de problemas e mega atrasado, agora eles acabam deinformar que os problemas como os fixadores nos 737 é ainda mais extenso, e atinge até mesmo outras linhas...coitados!

[]s Hammer

Citação:


AP
Boeing finds more defective fasteners
Wednesday November 26, 6:01 pm ET
By Tim Klass, Associated Press Writer
Boeing finds defective fasteners on 747s, 767s and 777s


SEATTLE (AP) -- Defective fasteners, which were reported two weeks ago on Boeing 737s, have also been found in its widebody jets, further delaying a return to full production, the company said Wednesday.
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The fasteners, or nutplates, are used to attach wiring and other components to the inside of fuselages. The defective steel parts lack an anticorrosive coating and are being replaced on 747s, 767s and 777s on the assembly and flight lines. Boeing is trying to ramp up from an eight-week Machinists union strike that ended in early November, Boeing spokeswoman Beverly J. Holland said.

Customer reaction has been less focused on the additional delay than on "what are we doing to assure that this does not happen again," Holland said. "Nobody wants a plane to be delivered with noncomforming parts."

Boeing declined to disclose the cost of checking and replacing uncoated fasteners.

There is no immediate safety issue for the 476 planes now in use that also must eventually be checked, including 363 737s and 113 bigger planes, Holland said.

Scott Hamilton, an aviation consultant and managing director of Leeham Cos., estimated that it would take three to five days to check each undelivered 737 and less time to check the bigger planes.

Roughly a third of the fasteners used by Boeing supplier Spirit Aerosystems in Wichita, Kan., lack a cadmium coating that helps prevent corrosion on adjoining aluminum parts. Spirit, a former Boeing operation, builds the 737 fuselage and the nose and front fuselage of the bigger planes.

Company officials said earlier that one of Spirit's three nutplate suppliers delivered the defective fasteners.

Holland said it has been determined that the first defective nutplates went into fuselages in Wichita in August 2007, and airplanes that included those fuselages were delivered starting the next month.

Kenneth Evans, a spokesman for Spirit, said the uncoated nutplates were first noticed in Wichita in late August. Boeing was alerted at an unspecified date not long afterward, probably early in September, when the extent of the problem became more clear, Evans said.

Holland said Boeing knew from an early stage that widebody jets as well as 737s were affected but initially mentioned the problem only with the smaller planes because "that's where the major impact was."

Boeing delivered 15 planes -- 11 of them 737s -- between Sept. 6, the start of the strike, and Oct. 24, the last date for which the company has released information.

Holland said she was not able to determine on Wednesday when Boeing knew the full extent of the fastener problem.

Evans said all the uncoated fasteners had been returned to the supplier, which he and Holland would not identify. Spirit has an adequate supply of properly coated nutplates from other suppliers and is not getting more deliveries from that supplier, Evans said.

Airlines have not been advised to check for uncoated fasteners. However, they will likely be told to examine the nutplates on potentially affected aircraft at some time to be determined by Boeing and Federal Aviation Administration, Holland said. Airlines may need to replace them.

The problem was detected before any of the affected planes would normally have undergone heavy maintenance, she noted.


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 Título: Re: Boeing está sofrendo com programa de terceirização do 787
MensagemEnviado: Qui Nov 27, 2008 10:35 pm 
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Hammer

Pelo andar da carruagem, digo do aviao, eh mais facil o rival A350 voar beeeeeeeeeeem antes do 787.

Se bem q ainda nao tem nenhum prototipo do A350 pronto, mas......

SDS
RAFAEL CRUZ - SBRF


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Seg Mai 06, 2013 11:34 pm 
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Boeing compartilha inovação

Luiz Padilha
06/05/2013


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O centro de pesquisa em São Paulo expande a atuação da fabricante de aviões no País.

O ano de 2013 consolida uma nova rota de expansão da Boeing no Brasil. Além de vender suas aeronaves, a maior fabricante de aviões e equipamentos aeroespaciais do planeta, com interesses crescentes em defesa e segurança, abrirá nos próximos meses seu primeiro laboratório de pesquisas no Brasil, em São José dos Campos (SP), o principal polo de estudos aplicados na área do País.

Com 174 mil funcionários e lucro global de 1,1 bilhão de dólares no primeiro trimestre, a companhia abrirá seu sexto centro de pesquisas pelo mundo, o que reafirma o interesse pelo mercado brasileiro. Desde o ano passado, a companhia tem selado parcerias com universidades e empresas para pesquisas conjuntas, que agora se concentrarão no novo bureau. A instalação do centro de pesquisas trará 12 especialistas ao Brasil, onde uma equipe de 18 profissionais dedica-se hoje ao suporte técnico para a Gol e a TAM.

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737-800 Gol

Uma das ideias é criar opções sustentáveis para um dos itens de maior peso na planilha de custos das companhias aéreas, o querosene de aviação. A pesquisa para a produção de um biocombustível economicamente viável, a partir da cana e do pinhão-manso, as principais linhas de estudo, será realizada em parceria com a Embraer, também de São José dos Campos, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A meta é chegar a um combustível menos poluente, que não exija alterações nos motores.

Os esforços em P&D são variados. Com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a empresa pesquisa sensores remotos para aviões não tripulados. Em parceria com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), também ligado ao Ministério da Aeronáutica, colabora na revisão dos currículos dos cursos de engenharia aeroespacial e na capacitação de gerentes para o tráfego aéreo. Com a Universidade de São Paulo (USP), estuda a segurança aérea e, em conjunto com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), testa a aplicação de biomateriais.

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KC390

Nos próximos anos, a expectativa é de que os negócios em defesa e segurança, nicho em que a Boeing perde apenas para a Lockheed Martin no ranking mundial, ganhem peso. Com a Embraer, por exemplo, a empresa fechou um acordo de cooperação para o programa KC-390, que desenvolve o maior avião militar a ser produzido no País.

As estimativas da empresa apontam o potencial de vendas de 2,5 mil aeronaves na América Latina em duas décadas, 40% no mercado nativo, ou cerca de mil aviões. Nesse período, estimam consultores, o número de passageiros no País tende a triplicar, no mesmo ritmo de crescimento da última década. Confirmada a projeção, será uma expansão vertiginosa: no Brasil há 80 anos, onde entrou em 1932 por meio da venda de caças ao governo federal, a Boeing comercializou até hoje 180 aeronaves no País.

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F-18E

As dificuldades financeiras das companhias aéreas brasileiras, que acumulam prejuízos com o aumento de custos, não são vistas com maior preocupação. “O mercado é dinâmico, por isso olhamos esses números como algo normal”, diz Ana Paula Ferreira, diretora de comunicação da Boeing no Brasil.

De olho no segmento militar, a Boeing aguarda a definição em relação à compra de 36 caças da Força Aérea Brasileira (FAB), que pode ocorrer ainda em 2013, após 13 anos de idas e vindas do poder público.

A maior exigência para a escolha das aeronaves na licitação das Forças Aéreas para a transferência de tecnologia, como explicitou o Planalto, não influenciou os esforços em pesquisa anunciados agora. “São coisas bem separadas. O investimento em tecnologia fica no Brasil, com ou sem a venda dos caças. Não podemos só transferir know-how, pois o mais importante é desenvolver com o Brasil”, diz a executiva.

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787-Dreamliner

A transferência de tecnologia possui o aval do presidente Barack Obama, mas a permissão terá de passar pela aprovação do Congresso americano.
No plano internacional, a Boeing procura reconquistar a confiança do mercado depois dos problemas técnicos com o “superavião” 787 Dreamliners, com capacidade para até 250 passageiros, a maior apos-ta da empresa nos últimos anos. As aeronaves foram impedidas de voar por três meses pelas autoridades internacionais, até a solução de uma falha que provocou incêndio em duas baterias em janeiro passado.

A retomada dos 787 pelas empresas aéreas tem sido gradual, e as entregas de novas aeronaves, projeta a companhia, serão retomadas ainda em maio.
A redução de custos, contudo, compensou a ligeira queda nas vendas, e a lucratividade avançou 20% na comparação com o primeiro trimestre de 2012.

FONTE: Carta Capital

http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=19253


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Sex Jul 12, 2013 2:27 pm 
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Phodeu !!

Diretamente da BBC (Baschera Broadcasting Corporation) News...... :mrgreen: :wink:

Sds.




Heathrow reopens after Boeing Dreamliner 787 fire
12 July 2013 Last updated at 17:08 GMT

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No passengers were on board at the time of the fire

Arrivals and departures were suspended after the incident at 16:30 BST, a spokesman for the airport said. No passengers were aboard at the time.

Fifty Dreamliners worldwide were grounded in January after malfunctions with the plane's lithium-ion batteries.

Boeing later modified the jets with new batteries and flights resumed in April.

The Ethiopian Airlines Dreamliner in the Heathrow incident - named the Queen of Sheba - flew from Addis Ababa to Nairobi on the first commercial flight since the grounding.

Pictures of the Heathrow fire showed the Queen of Sheba close to a building and surrounded by fire vehicles. London Fire Brigade said its crews were standing by to assist Heathrow staff.

Fire-retardant foam appeared to have been sprayed at the airliner, but no damage was immediately apparent.

Production difficulties

Aerial pictures show the plane surrounded by emergency crews
A Heathrow spokesman said: "We can confirm there has been an on-board internal fire involving an Ethiopian Airlines aircraft and the airport's emergency services are in attendance.

"The aircraft was parked on a remote parking stand. There were no passengers on board and there are no reported injuries at this time.

"Arrivals and departures are temporarily suspended while airport fire crews attend to this incident. This is a standard procedure if fire crews are occupied with an incident."

Heathrow reopened shortly before 18:00 BST but is advising passengers to check the status of their flights with the airlines.

Meanwhile, Gatwick airport said it was experiencing minor delays on departing flights as it assisted Heathrow with flights that were diverted.

The battery problems followed production difficulties for the Dreamliner, marketed as a quiet, fuel-efficient aircraft carrying between 201 and 290 passengers on medium-range routes.

It was due to enter passenger service in 2008 but it was not until October 2011 that the first commercial flight was operated by Japan's All Nippon Airways.

The Dreamliner's electrical system drives air conditioning and hydraulic functions that are run from compressed air on traditional aircrafts.

British Airways is due to take delivery of the first two of its 24 Dreamliners, and Virgin Atlantic is to get the first of its 16 planes in September 2014.

Boeing shares fell more than 6% on the New York Stock Exchange on news of the fire.

A Boeing spokesman said: "We're aware of the event. We have Boeing personnel on the ground at Heathrow and are working to fully understand and address this."

Fonte: BBC News.


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Sex Jul 12, 2013 7:50 pm 
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Ops..... fui informado de que não foi culpa da bateria do B-787....o incêndio ocorrido e sim por culpa de uma comissária que esqueceu alguma coisa ligada por um descuido...

Sds.


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Sáb Jul 20, 2013 8:41 pm 
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Será possível que o Dreamliner deixe de voar?

Luiz Padilha

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Na quinta-feira (18), sucedeu o quinto incidente com o Dreamliner durante este mês de julho.

Um avião, após ter saído de Boston com destino a Tóquio, teve que retornar ao aeroporto americano por causa de uma falha no indicador de combustível. Todas as últimas ocorrências estão sendo investigadas por engenheiros da Boeing, e os peritos previnem contra especulações sobre o tema de segurança do novo avião. Não obstante, os voos do Dreamliner já haviam sido suspensos uma vez no início deste ano, depois de uma série de incidentes relacionados com defeitos na construção das baterias. Dotado de novos acumuladores, o mais moderno dos Boeing voltou a levantar voo em abril. Contudo, passados dois meses ou um pouco mais, os reveses voltaram.

“A segurança é sempre nossa primeira prioridade. Pedimos desculpa por esta pausa forçada”, foi precisamente assim que o serviço de imprensa da Boeing anunciou no Twitter o reinício de voos do Dreamliner após quase quatro meses de paragem. De janeiro a abril, os especialistas da Boeing estavam trabalhando para eliminar os defeitos da construção de acumuladores da aeronave, que tinham originado fugas de combustível e fumaças. Porém, já em julho, nos Dreamliners de diferentes companhias aéreas outra vez começaram a ser detetadas novas falhas técnicas. Assim com um Boeing 787 da Thomson Airways, logo após decolar rumo aos EUA, foi obrigado a voltar ao aeroporto de Manchester.

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Dois Dreamliners da polonesa LOT não conseguiram nem sequer sair para seus destinos. Um incêndio a bordo de um destes aparelhos da Ethiopian Airlines paralisou por meia hora o tráfego no aeroporto de Heathrow em Londres, um dos maiores do planeta. É assaz curioso que a Ethiopian Airlines tenha sido a primeira das companhias aéreas a retomar a operação do Dreamliner após os problemas de acumuladores terem sido eliminados. De momento, a investigação apenas constatou que o incêndio não foi provocado por problemas de acumuladores. Mas qual foi, então, a causa? E quais são as falhas, às quais se referem em todos os casos recentes, sem esclarecer nada de concreto? Seja como for, a investigação ainda não está concluída, e, portanto, é cedo para afirmar que o céu ficará outra vez fechado para o Dreamliner, relatou à Voz da Rússia Alexei Ekimovsky, editor-chefe da publicação analítica Rossiysky Transport (Transportes da Rússia).

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787 Ethiopian Foto: Sodere

“É uma situação normal, especialmente no que diz respeito a um produto bastante novo e inovador. Suspender a operação de aviões desta índole só é possível em caso de defeitos de construção sistêmicos. Se eles não forem verificados, não há razão para suspender a operação de todos os aviões. Para tais casos existem normas rigorosas, as quais são respeitadas pelas companhias aéreas, os produtores e os serviços da aviação civil.”

No entanto, se a investigação verificar a existência de erros sistêmicos, a suspensão dos voos será inevitável. Em tal hipótese, as perdas poderão atingir milhões de dólares, visto que não se tratará apenas de eliminar todos os problemas técnicos mas também de indenizar as companhias aéreas pelo não-cumprimento dos prazos de entrega de aeronaves. No entanto, é pouco provável que os últimos incidentes sejam capazes de influir na liderança da Boeing no mercado mundial, acredita Roman Gusarov, editor-chefe do portal Avia.ru:

“Sem dúvida alguma, uma outra suspensão dos voos do Dreamliner afetará a companhia e o prestígio do produtor. Aliás, isto é secundário. Ninguém assumirá a responsabilidade de continuar a operar aviões perigosos, se estes realmente o são. É de notar que atualmente o Dreamliner atrai elevada atenção e qualquer incidente provoca em seguida uma tempestade de emoções. Mas, se olharmos para o assunto de uma maneira objetiva e analisarmos todo o historial de incidentes aéreos no mundo inteiro, veremos que os demais tipos de aviões não os sofrem em menor número. Até o momento, constatamos que o mercado reage aos incidentes com o Dreamliner de uma forma bastante equilibrada. Todos entendem que é um produto novo. Claro que, em semelhantes circunstâncias, não é possível que tudo corra sem problemas.”

Presentemente, a Boeing tem em seu portfólio quase 900 encomendas do Dreamliner. De acordo com especialistas, as companhias aéreas veem os recentes incidentes com compreensão e não se recusam a comprar a aeronave. Afinal, o principal competidor dos norte-americanos, a Airbus europeia, ainda não é capaz de oferecer uma alternativa real. O primeiro voo do А350 foi realizado apenas há um mês no Show Aéreo de Paris, em Le Bourget. E o homólogo europeu do Dreamliner ainda está muito longe de ser operado comercialmente.

FONTE: Voz da Rússia – Polina Tchernitsa

http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=24918


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Dom Jul 21, 2013 1:30 am 
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Pensei que o concorrente do Boeing-787 fosse o Airbus A-380..... que também teve sua via crucis de problemas.

sds;


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Dom Jul 21, 2013 1:55 am 
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Baschera escreveu:
Pensei que o concorrente do Boeing-787 fosse o Airbus A-380..... que também teve sua via crucis de problemas.

sds;

AirbusA380(262 unidades encomendadas) concorre com o Boeing 747-800(107 unidades encomendadas), apesar do tamanho maior do A380.
Imagemwikipedia

Airbus A350(678 encomendas) concorre com o Boeing 787(930 encomendas), tem que se levar em consideração que o B787 saiu na frente, o A350 ainda está na fase do primeiro voo do protótipo e o B787 ja tem 66 unidades entregues.

Airbus A330(1246 unidades encomendadas) + A340(377 unidades encomendadas) concorrem com o Boeing 777(1452 unidades encomendadas)


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Seg Nov 18, 2013 9:55 pm 
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Uma janela de oportunidade da Embraer pode estar fechando com um novo produto da Boeing... Haverá ainda um "P-390" ou um "P-190" no futuro da empresa brasileira?

Imagem

Citação:
Boeing Chooses Challenger For Maritime Platform
By Anthony Osborne tony.osborne@aviationweek.com
Source: AWIN First

November 18, 2013
Boeing will fly a demonstrator of its P-8 Poseidon-based Maritime Surveillance capability in a Bombardier Challenger next year.

Partner Field Aviation has begun modifying the business jet to carry a Selex 7000-series radar, mission system, electronic support measures (ESM) system as well as an electro-optical camera, which will turn the aircraft into Boeing’s Maritime Surveillance Aircraft offering.

The demonstrator — which will be shown to potential customers during 2014 — will use a Boeing-owned Challenger 604, but customer aircraft will be based on the Challenger 605 model.

Tim Peters, VP and general manager of Boeing’s Mobility, Surveillance and Engagement arm, said the company had selected the Challenger because of the type’s payload, performance and speed capabilities.

The MSA will use elements of the mission system developed for the P-8 Poseidon, allowing the crews to integrate information from the various sensors on board the aircraft. Peters believes the aircraft will be an ideal choice for countries conducting long-range search and rescue, anti-piracy, environmental and economic zone patrols as well as general ISR missions.

The company says it is studying a wide range of sensors and systems for the aircraft, and while Boeing does not envisage an armed role for the aircraft, Eric Martel, Bombardier’s president of specialized and amphibious aircraft, said there were no airframe limitations if customers wanted to add pylons to the wings. Boeing plans to make the MSA available to customers in 2015.

The unveiling comes as Boeing presents the P-8 Poseidon at the Dubai air show for the first time. Boeing believes there is an increasing requirement for ISR and maritime patrol aircraft in the Gulf Region.

Few Gulf States operate fixed-wing maritime patrol aircraft, mainly relying on helicopters for anti-shipping and submarine warfare. UAE has recently invested in a pair of Bombardier Dash 8-Q300s modified by Provincial Aerospace, while Oman is awaiting delivery of its first maritime patrol Airbus Military C295.


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Ter Nov 19, 2013 12:35 am 
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Quê é isso Hammer, a Boeing passando a perna na Embraer, de novo?! Nunca, isso é teoria de conspiração!!! :mrgreen:

Ah tá, a culpa é nossa, principalmente do GF, aliás, tudo é nossa culpa, simples assim. :lol: :lol: :lol:

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Ter Nov 19, 2013 1:37 am 
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Wellington Góes escreveu:
Quê é isso Hammer, a Boeing passando a perna na Embraer, de novo?! Nunca, isso é teoria de conspiração!!! :mrgreen:

Ah tá, a culpa é nossa, principalmente do GF, aliás, tudo é nossa culpa, simples assim. :lol: :lol: :lol:

Até mais!!! ;)

A verdade é que o Bombardier Challenger, uma versão executiva baseada no CRJ-200, é uma plataforma superior para este tipo de aplicações especiais em relação ao ERJ-145.

O CRJ-200 É mais largo e resistente, 4 fileiras de poltronas contra 3 do ERJ-145 e foi alongado até 100 pass, o que mostra uma boa estrutura, velhos CRJ estão sendo convertidos para cargueiros.

Ja tem unidades convertidas em patrulha e reconhecimento.
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E a Bombardier já tem outras aeronaves utilizadas para aplicações especiais com recheio americano, é uma parceria de tempos. Claro que a Embraer poderia atender com um E-Jets, mas não chega a ser uma surpresa a escolha da Bombardier.

Bombardier BD-700-1A10 Sentinel R1 RAF
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Bombardier E-11A (BD-700-1A10 Global Express) USAF
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Bombardier Q.300/400 e Dash 8
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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Ter Nov 19, 2013 1:49 am 
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Sim amigo Strobel, eu sei, mas me refiro a ingenuidade de alguns que acreditam piamente que nós, os tupiniquins, seriamos agraciados com as bondades estadunidenses em detrimento aos parceiros de todas as horas, só porque compramos algumas poucas dezenas de aeronaves militares, assim como se do dia para noite o mundo mudasse de cabeça para baixo. Falta a estes sonhadores um pouco de história na veia pra se lembrarem das burradas do passado, mas parece de que aquele ditado de que brasileiro tem memória fraca é verdadeiro.

No mais, sigamos com os P-190 pra botar nos calcanhares deles mundo a fora, simples assim, se não queres me dar valor por uma parceria, me darás valor numa disputa, normalmente é assim que acontece e foi assim que conseguimos maior participação e importância nesses últimos anos, não por meio da aceitação e subserviência. A Embraer deveria dizer: "Ei, vocês querem o meu avião disputando mercado ai dentro contra o C-130J? Então parem que essa papagaiada de Challenger MPA."

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Ter Nov 19, 2013 9:42 am 
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Wellington Góes escreveu:
Sim amigo Strobel, eu sei, mas me refiro a ingenuidade de alguns que acreditam piamente que nós, os tupiniquins, seriamos agraciados com as bondades estadunidenses em detrimento aos parceiros de todas as horas, só porque compramos algumas poucas dezenas de aeronaves militares, assim como se do dia para noite o mundo mudasse de cabeça para baixo. Falta a estes sonhadores um pouco de história na veia pra se lembrarem das burradas do passado, mas parece de que aquele ditado de que brasileiro tem memória fraca é verdadeiro.

No mais, sigamos com os P-190 pra botar nos calcanhares deles mundo a fora, simples assim, se não queres me dar valor por uma parceria, me darás valor numa disputa, normalmente é assim que acontece e foi assim que conseguimos maior participação e importância nesses últimos anos, não por meio da aceitação e subserviência. A Embraer deveria dizer: "Ei, vocês querem o meu avião disputando mercado ai dentro contra o C-130J? Então parem que essa papagaiada de Challenger MPA."

Até mais!!! ;)

Mas ainda tem outros detalhes:

1- A Boeing quer oferecer uma alternativa menor de MPA, pois o Challenger seria uma versão pequena em relação ao P-8, mais para um Legacy 600 anabolizado. Um E-Jet seria um concorrente muito próximo do P-8 para ser lançado pelo mesmo fabricante.

2- No meio do caminho do Boeing P-8 e Boeing/Bombardier Challenger MPA e como uma alternativa turbo-hélice ao Challenger a Bombardier vai ter seus produtos próprios, o C-Serie MPA e o Q.400 MPA.
Imagemcasr.ca
ImagemCavok

Vamos ver se o governo do Canadá vai investir no Argus II, o C-Série MPA como substituto do Lockheed CP-140 Aurora( P-3).
Imagemchivethebrigade.files


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Sáb Nov 23, 2013 2:20 pm 
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Boeing alerta risco de acúmulo de gelo em 747s e Dreamliners

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Reuters Alwyn Scott e Hideyuki Sano
Em Seattle e Tóquio


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Boeing lança nova edição do 787 Dreamliner, chamada 787-9

A Boeing alertou nesta sexta-feira (22) as companhias aéreas sobre o risco de problemas com acúmulo de gelo em suas novas aeronaves 747-8 e 787 Dreamliner com turbinas fabricadas pela General Electric, pedindo para que 15 delas não operem tais aviões em elevadas altitudes durante tempestades.

O alerta fez a Japan Airlines retirar seus 787 Dreamliners de duas rotas internacionais. Outras companhias afetadas incluem Lufthansa, United Airlines, um braço da United Continental Holdings, e a Cathay Pacific Airlines.

A medida foi tomada após seis incidentes, ocorridos entre abril e novembro, envolvendo cinco 747-8s e um 787, quando aeronaves com motores GEnx sofreram perda temporária de pressão enquanto voavam em altitudes elevadas.

O problema foi causado pelo acúmulo de cristais de gelo, inicialmente atrás da primeira hélice, e que passaram pela turbina, afirmou um porta-voz da GE, acrescentando que todos as aviões pousaram em segurança e em seus destinos.

Na sexta-feira, a Boeing emitiu um alerta proibindo que as aeronaves afetadas voassem em altitude elevada em um raio de 50 milhas náuticas (aproximadamente 90 quilômetros) de tempestades que possam conter cristais de gelo.

A GE e a Boeing estão trabalhando em modificações no software que controla o sistema dos motores, e esperam que isso seja o suficiente para resolver o problema, afirmou o porta-voz da GE.

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