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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Sáb Nov 23, 2013 8:21 pm 
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Wellington Góes escreveu:
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Boeing alerta risco de acúmulo de gelo em 747s e Dreamliners

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Reuters Alwyn Scott e Hideyuki Sano
Em Seattle e Tóquio


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Boeing lança nova edição do 787 Dreamliner, chamada 787-9

A Boeing alertou nesta sexta-feira (22) as companhias aéreas sobre o risco de problemas com acúmulo de gelo em suas novas aeronaves 747-8 e 787 Dreamliner com turbinas fabricadas pela General Electric, pedindo para que 15 delas não operem tais aviões em elevadas altitudes durante tempestades.

O alerta fez a Japan Airlines retirar seus 787 Dreamliners de duas rotas internacionais. Outras companhias afetadas incluem Lufthansa, United Airlines, um braço da United Continental Holdings, e a Cathay Pacific Airlines.

A medida foi tomada após seis incidentes, ocorridos entre abril e novembro, envolvendo cinco 747-8s e um 787, quando aeronaves com motores GEnx sofreram perda temporária de pressão enquanto voavam em altitudes elevadas.

O problema foi causado pelo acúmulo de cristais de gelo, inicialmente atrás da primeira hélice, e que passaram pela turbina, afirmou um porta-voz da GE, acrescentando que todos as aviões pousaram em segurança e em seus destinos.

Na sexta-feira, a Boeing emitiu um alerta proibindo que as aeronaves afetadas voassem em altitude elevada em um raio de 50 milhas náuticas (aproximadamente 90 quilômetros) de tempestades que possam conter cristais de gelo.

A GE e a Boeing estão trabalhando em modificações no software que controla o sistema dos motores, e esperam que isso seja o suficiente para resolver o problema, afirmou o porta-voz da GE.

http://economia.uol.com.br/noticias/reu ... #fotoNav=2


Poxa ,
A Boeing fala sobre somente agora?
AS empresas vão perder com mais este problema.
Por isso ,acho mais prudente ,esperar a aeronave adquirir mais horas de voo ,antes de comprar,para não ter surprersas.


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Sex Jan 24, 2014 2:36 pm 
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Boeing pede, Congresso paga e Marinha dos EUA não sabe de nada

Publicado em 23/01/2014 por Giordani

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Boeing obtém uma sobrevida para o seu caça Super Hornet por intermédio do Congresso dos EUA.

O Congresso dos EUA tem dado a Boeing e ao seu Super Hornet uma tábua de salvação, pelo menos por agora. Na relação de gastos federais contém um pré-pagamento de US$ 75 milhões para 22 caças que a Marinha não solicitou.

O financiamento, assinado em 17 de janeiro, vai forçar os oficiais da Marinha a decidirem este ano se gastam até US$ 2 bilhões com aviões não planejados em vista dos atrasos do F-35.

Em jogo está o poder de permanência da Boeing como produtora de caças ao lado da Lockheed Martin, que constrói o F-35 para a Marinha, Corpo de Fuzileiros Navais e Força Aérea. Todas as ordens adicionais da Marinha poderiam servir como uma forma de manter a Boeing trabalhando e atrair novos clientes na Europa, Oriente Médio e Canadá.

“Com alguns dos solavancos na estrada com o JSF esta é uma linha muito importante para manter aberta”, disse o republicano de New Jersey, Rodney Frelinghuysen, presidente da Subcomissão de Dotações de Defesa.

Os US$ 75 milhões é “um grande sinal do Congresso de que eles compreendam a importância da linha”, disse Mike Gibbons, vice-presidente da Boeing para o programa SH O Super Hornet é “muito importante” para a competição continuada e especialização da base industrial americana.

O dinheiro poderia dar a Boeing, sediada em Chicago, uma chance de lutar para manter a sua linha de produção no Missouri, St. Louis, aberta para além de 2016. A planta é onde os F-18 E/F e o E/A-18 Growler são construídos.

Senadores do Missouri afirmam que o Super Hornet tem menor custo e servem melhor a marinha.

O programa Super Hornet suporta cerca de 90 mil empregos diretos e indiretos e tem 1.900 fornecedores em todo os EUA, de acordo com a Boeing. A empresa estima que o programa contribui com cerca de US$ 6 bilhões para a economia dos EUA. Fornecedores incluem Northrop Grumman Corp, General Electric Co. e Raytheon Co.

A decisão da Marinha para comprar mais aviões da Boeing depende do desgaste de seus caças mais velhos.

A Marinha planeja aposentar as versões mais antigas do F/A-18 e mudar para uma combinação de Super Hornets e F-35. Os fuzileiros navais vislumbram uma frota de ataque com apenas a sua versão do F-35, uma vez que já não pode estender a vida útil de seus Hornets e Harriers.

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A Boeing planeja reduzir a escala de produção de quatro para três aeronaves por mês, o que levaria a produção até o final de 2016. Segundo os planos atuais, a Boeing terá entregue 135 Growlers e 563 Super Hornets para a Marinha até o final de 2016. A Austrália também planeja comprar 12 Growlers. A Boeing já entregou 24 Super Hornets para aquele país.

Mantendo a linha de produção aberta por encomendas domésticas pode tornar-se ainda mais importante para a Boeing depois de ter perdido o programa F-X brasileiro de US$ 4,5 bilhões para a sueca Saab em dezembro. A Boeing agora está olhando para potenciais novos contratos de combate na Dinamarca, Canadá e Kuwait. Outros países também poderiam comprar o Super Hornet, uma vez que eles planejam substituir suas aeronaves Lockheed F-16 por jatos mais novos.

FONTE: Bloomberg News – Tradução: CAVOK

NOTA DO EDITOR: Tudo se resume a uma única coisa: Manutenção dos empregos.

NOTA DO EDITOR²: O valor de US$ 75 milhões é apenas um adiantamento referente a 22 caças, não quer dizer que as 22 unidades irão custar somente isso, deve ser algo relacionado a compra de insumos.

NOTA DO EDITOR³: Isso me lembra um certo caso de um certo C-17 que a USAF teve de implorar ao Congresso que parasse de comprar tal aeronave…

http://www.cavok.com.br/blog/?p=74899


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Qua Set 24, 2014 9:26 pm 
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BOEING - UM FUTURO SEM CAÇAS MILITARES
A compra da McDonnell Douglas, em 1996, adicionou os F-15 Eagle e o F/A-18 Hornetà à linha de caças militares da Boeing. Agora, a Boeing está cogitando sair do mercado de caças se concentrar em outros tipos de aeronaves.

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A Boeing Co. , que fabrica aviões militares há quase um século, está se preparando para a perspectiva de um futuro sem seus caças.

O compromisso firme dos Estados Unidos e muitos de seus aliados com o programa F-35 Joint Strike Fighter, sendo desenvolvido pela concorrente Lockheed Martin Corp., está drenando as verbas para os jatos de combate da Boeing. Agora, o chefe da divisão de defesa da empresa americana está elaborando um plano que cederia o mercado de caças militares para a Lockheed e colocaria o futuro dos negócios da Boeing em outras aeronaves, incluindo versões militares dos seus jatos comerciais.

"É preciso encarar a realidade", diz Chris Chadwick, diretor-presidente da divisão de defesa, espaço e segurança da Boeing, em entrevista ao The Wall Street Journal, referindo-se à mudança de foco da empresa.


Os caças da Boeing ainda são muito utilizados, tanto que seus jatos F/A-18 Super Hornet vêm liderando os ataques aéreos americanos no norte do Iraque. Mas a empresa enfrenta uma escassez de novas encomendas. A produção dos F/A-18 pode ser encerrada em 2017, enquanto o último lote de caças F-15 Eagle, destinado à Arábia Saudita, deve ser entregue em 2019.

A empresa está cogitando reduzir o ritmo da produção para manter a linha F/A-18 por um pouco mais de tempo, na esperança de convencer o Pentágono a financiar mais algumas aquisições para a Marinha. Isso também poderia ganhar tempo para que alguns possíveis clientes fora dos EUA, em especial Canadá e Dinamarca, decidam-se sobre suas compras de caças.

A Boeing afirmou que pode resolver até abril se vai ou não encerrar a produção dos F/A-18 na sua fábrica de St. Louis, no Estado de Missouri, que produz ambos os caças.

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Chadwick, que assumiu o comando da divisão de defesa e espaço em 31 de dezembro, divulgou cortes de custos e medidas para aumentar a eficiência, visando se adaptar aos orçamentos militares mais enxutos. A Boeing reduziu os gastos da divisão de defesa em US$ 4 bilhões anuais nos últimos três anos, cortando milhares de empregos. Chadwick pretende reduzir mais US$ 2 bilhões em custos, agora que as forças armadas dos EUA e outros países estão dando mais prioridade ao preço do que à capacidade dos armamentos.
Chadwick, que tem 54 anos, apresentou a sua estratégia ao conselho da Boeing no fim de agosto e deve começar a implantá-la na sua equipe no início de outubro, segundo pessoas a par do plano.

Ele planeja realocar as responsabilidades e os produtos das três unidades principais da divisão de defesa — Aeronaves Militares, Redes e Espaço, e Serviços e Suporte — e se concentrar no aumento das receitas com serviços para manter o faturamento anual acima de US$ 30 bilhões. No ano passado, a divisão de defesa foi responsável por US$ 33 bilhões da receita total da Boeing, de US$ 86,6 bilhões.

Num vídeo para os funcionários divulgado este mês, Chadwick enfatizou a necessidade de fazer escolhas difíceis. "Essas decisões podem incluir o formato que queremos dar ao nosso negócio e onde decidimos alocar recursos", disse.

Pessoas informadas sobre o plano disseram que, embora a maioria das mudanças envolvam cargos e metas do pessoal interno, Chadwick está preparado para encerrar programas como os caças. Até mesmo a participação de longa data da Boeing nos voos espaciais tripulados estava em dúvida, até que a empresa ganhou um contrato de US$ 4,2 bilhões da NASA, a agência espacial americana, para fabricar e operar um novo táxi espacial tripulado.

Os problemas com os caças da Boeing começaram em outubro de 2001, quando a também americana Lockheed Martin foi escolhida para o Joint Strike Fighter, um programa de US$ 400 bilhões destinado a substituir a maioria dos caças militares táticos dos EUA.

A Boeing fez um lobby intenso para ganhar novas encomendas para seus jatos F/A-18, mas, depois de perder uma série de concorrências no Brasil, Índia e Coréia do Sul, está vendo suas possibilidades de negócios minguarem, principalmente um muito adiado programa canadense para substituição de caças.

Em 2015, a Boeing também vai fechar sua fábrica de Long Beach, na Califórnia, que fabrica os jatos militares de carga C-17. Combinadas com o fim da produção dos F/A-18 e F-15, as iniciativas vão cortar 50% da receita da divisão de aeronaves militares. A empresa também produz helicópteros e algumas munições.

"A Boeing está numa espécie de encruzilhada", diz Michel Merluzeau, sócio-gerente da consultoria aeroespacial G2 Solutions LLC. "Eles estão divididos entre seu portfólio antigo e um portfólio reformulado."

O diretor-presidente da Boeing, Jim McNerney, disse a investidores, em julho, que manter a receita anual de defesa e espaço em torno de US$ 30 bilhões por ano exige substituir a perda das receitas com caças por novos contratos, como um novo bombardeiro de longo alcance, um proposto jato de treinamento para a Força Aérea dos EUA e o programa de drones da Marinha, o UCLASS.

"Nossa oportunidade de ganhar esses [novos contratos] — uns dois desses — é boa, o que reduziria o risco do lado dos caças", disse McNerney.

Mas a Boeing enfrenta desafios sérios nos três contratos. No programa de bombardeiros, por exemplo, o maior deles, a Boeing e a Lockheed estão concorrendo juntas contra a Northrop Grumman Corp., que, segundo alguns analistas, está mais à frente no desenvolvimento.

A Boeing é uma das quatro empresas concorrendo à próxima fase do programa de drones da Marinha, número que pode ser reduzido este mês. Ela fez parceria com a sueca SAAB AB para desenvolver um novo avião de treinamento, embora o programa não tenha recebido nenhum financiamento do governo.

Fonte: http://www.defesanet.com.br/fx2/noticia ... militares/


Sds.


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Sex Set 26, 2014 11:31 am 
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E quando se falava no F-X2 que o Super Hornet era uma caça "opalão tunado" no final de carreira os brasicanos ficavam brabinhos e surtavam...

TÁ AÍ a resposta....

_________________
Sea Gripen no A-13 Pernambuco
Aeronave de Combate operacional - 2 Pilotos ou Piloto/WSO - Engine by GE F-414 Enhanced - segundo assento elevado em Super Tucano Style


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Sáb Set 27, 2014 2:01 pm 
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Gilberto Rezende escreveu:
E quando se falava no F-X2 que o Super Hornet era uma caça "opalão tunado" no final de carreira os brasicanos ficavam brabinhos e surtavam...

TÁ AÍ a resposta....


x2.

Sem querer tirar os méritos da equipe da Boeing, na prática, a muito tempo que ela não é bem sucedida em projetar seus próprios de caça. Tanto o F-15 quanto o F-18 são projetos herdados com a aquisição de companhias concorrentes como a McDonnell Douglas e Northrop.
Isto não altera o fato de que é um caça muito bom naquilo que se propõe, haja vista que é a ponta de lança da US Navy em suas ações pelo globo, mas ele foi ferido de morte pela aceitação do conceito de caça stealth como necessário para caças de primeira linha. No Brasil, o motivo foi outro (caso Snowden), mas é a segunda vez que a FAB escapa de ter um caça em fim de carreira como seu futuro caça Hi. Lembra do Mirage 2000BR?

atenciosamente,

_________________
::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


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 Título: Re: Boeing
MensagemEnviado: Qua Nov 26, 2014 2:43 pm 
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26 de Novembro, 2014 - 11:25 ( Brasília )

BOEING E GDF ASSINAM PROTOCOLO PARA O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO
A parceria visa à troca de conhecimentos técnicos para a elaboração de projetos nas áreas de engenharia aeroportuária, logística, segurança e biocombustíveis

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BOEING e GDF assinam protocolo para o desenvolvimento da região Foto GDF

Com foco no progresso e de novas oportunidades para o Distrito Federal e o Entorno, o GDF, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), assinou (25NOV14) um Protocolo de Intenções com a Boeing Brasil.

Conhecida por ser a maior empresa aeroespacial do mundo e líder na fabricação de jatos comerciais e sistemas de defesa, espaço e segurança, a multinacional firma parceria com o DF visando ao intercâmbio de conhecimentos técnicos para a realização de projetos nas áreas de engenharia aeroportuária e logística; segurança cibernética; operações com Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs); e biocombustíveis para aviação civil.

(.......................)

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia ... da-regiao/


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