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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Qua Dez 18, 2013 10:01 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Bastos, outro dia eu estava debatendo isso com o Steen sobre o formato do AV/MT-300 e eu coloquei no meu comentário que este míssil é um míssil de cruzeiro anti-navio, mas com alguma capacidade de acertar alvos em solo. O meu pensamento é baseado justamente no seu formato de asas, melhor dizendo, pela ausência de asas para planeio. O míssil da Avibras tem um perfil de míssil para combate anti-navio, ou seja, de voo rasante sobre a água, mas com alguma capacidade de manobra. Citei diversos desenvolvimentos, inclusive da MBDA, de mísseis parecidos com o nosso. Depois eu darei uma olhada melhor e coloco o link aqui.

Até mais!!! ;)


Obrigado Wellington. Aguardo.

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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Qui Dez 19, 2013 2:51 pm 
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Caro Wellington Góes , mesmo os novos mísseis de cruzeiro estão abandonando as asas de planeio em sua configuração
( GRAÇAS AS NOVAS TECNOLOGIAS AERODINÂMICAS EMPREGADAS NO MESMO , TAIS COMO EMPUXO VETORADO; AILERONS etc... ).
Creio que a Avibrás abandonou o perfil antigo do míssil , devido sua participação nos projetos dos mísseis A- DARTER & MANSUP ( MARLIM ), pois creio eu, que nesses projetos a mesma adquiriu inumeras tecnologias de controle que não possuía.
Também acredito que, o MATADOR se parece tanto com o EXOCET Francês, porque será dotação dos futuros meios navais em desenvolvimento ou aquisição da MB ( CAMINHO MAIS QUE LÓGICO E CORRETO A SEGUIR ), tendo versões SUBMARINO/ SUPERFÍCIE; SUPERFÍCIE/ SUPERFÍCIE; AR/ SUPERFÍCIE & SOLO SUPERFÍCIE .
Versões que farão parte do próximo passo de desenvolvimento.
As asas de planeio , são mais adequadas para mísseis de cruzeiro com alcance de 10 á 20 vezes maior que o Matador.
Mas o Matador ( MT-300 ), possui grande capacidade contra alvos em terra ( POIS OS MESMOS SÃO ESTÁTICOS ; INSTALAÇÕES; BUNKER,s; BASES AÉREAS; CENTRAIS DE C2 etc.. ), pois o mesmo foi desenvolvido para essas funções ( E COM PARTICIPAÇÃO DO CTEX DO EB ).
Como disse acima, ele só terá função anti navio, quando a MB encomendar uma versão " naval " desse míssil ,
Mas da forma como está, o mesmo já serve para ser embarcado nas plataformas navais da MB, exercendo a função de projeção de poder de fogo sobre terra ( 1 DAS MESMAS FUNÇÕES DO TOMAHAWK NOS DESTROIER,s LANÇA MÍSSEIS DA MARINHA AMERICANA ).


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Qua Jan 01, 2014 10:04 am 
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Míssil A-Darter: FINEP destina 59 milhões para a Fase 4 do projeto
Fonte: http://www.aereo.jor.br/2013/12/31/miss ... o-projeto/

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TERMO DE COOPERAÇÃO ASSINADO NO DIA 26 DE DEZEMBRO DESTINA ATÉ 59 MILHÕES DE REAIS AO PROJETO DO MÍSSIL AR-AR A-DARTER, PARA A FASE DE INTEGRAÇÃO DE SUBSISTEMAS E DESENVOLVIMENTO DA INDUSTRIALIZAÇÃO

Na segunda-feira, 30 de dezembro, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) o Extrato de Termo de Cooperação Ref. 1373/13, assinado no dia 26 entre a FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e a União, representada pelo Ministério da Defesa / Comando da Aeronáutica.

Conforme o extrato, estão destinados por aporte direto até 59 milhões de reais para a Fase 4 do projeto A-Darter, míssil ar-ar guiado por infravermelho que vem sendo desenvolvido em conjunto pelo Brasil e a África do Sul. Essa fase está relacionada à integração de subsistemas e desenvolvimento da industrialização, com previsão de 24 meses para execução física e financeira.

Abaixo, o texto original do DOU.

EXTRATOS DE TERMOS DE COOPERAÇÃO

Ref. 1373/13;

Data da Assinatura: 26/12/2013; Partes: Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP , CNPJ n.º 08.804.832/0001-72 e Acordante/Executor: União Federal representado pela ministério da Defesa/Comando da Aeronáutica , UG Nº: 120002, Gestão Nº: 00001; Objeto: “Projeto A-DARTER- Fase 4- Integração dos Subsistemas e Desenvolvimento da Industrialização” Valor total: até R$ 59.000.000,00 (cinquenta e nove milhões de reais) destinados ao Acordante por meio de aporte direto; Fonte: Ações Transversais; Prazo de Vigência e Execução Física e Financeira do Projeto: até 24 (vinte e quatro) meses, a partir da data de assinatura do Termo de Cooperação; Prestação de Contas Final: até 60 dias contados da data do término da vigência.

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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 8:20 pm 
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Exocet verde-amarelo
Fonte: http://www.naval.com.br/blog/2014/01/21 ... e-amarelo/

Míssil verde e amarelo I/ A Omnisys, empresa encarregada de desenvolver o radar autodiretor (Seeker) do Programa de Desenvolvimento do míssil antinavio de superfície (MANSUP), comemora amanhã com a alta cúpula da Marinha o fim da fase de testes do modelo funcional. Esse é o sistema que permite ao míssil perseguir o alvo.

Míssil verde e amarelo II/ Quem é do setor sabe que é mesmo para comemorar esse feito como um marco inédito e histórico para o setor de defesa nacional, uma vez que a tecnologia foi totalmente desenvolvida pela equipe brasileira na planta da empresa. Agora, começa a fase de integração de todos os componentes testados do radar. A conclusão do trabalho com a entrega dos protótipos do Seeker à Marinha do Brasil está prevista para 2016.

FONTE: Denise Rothenburg / Correio Braziliense – 21.01.2014

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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Sex Jan 24, 2014 11:15 am 
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Omnisys e Marinha celebram conclusão do modelo funcional do radar autodiretor do míssil antinavio MANSUP
Fonte:http://www.naval.com.br/blog/2014/01/22/omnisys-e-marinha-celebram-conclusao-do-modelo-funcional-do-radar-autodiretor-seeker-do-missil-antinavio-mansup/

ENGENHEIROS DA EMPRESA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO RECEBEM COMITIVA DE ALMIRANTES PARA APRESENTAR O PROJETO

São Bernardo do Campo, 22 de janeiro de 2014 – A Omnisys, empresa brasileira de altíssima tecnologia sediada em São Bernardo do Campo (SP), apresentou à Marinha do Brasil o resultado da conclusão com sucesso dos testes do modelo funcional do Seeker do míssil antinavio MANSUP, cuja tecnologia foi inteiramente desenvolvida no Brasil. A conquista foi celebrada em um evento realizado na sede da Omnisys. O evento foi prestigiado pelo Prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, por comitiva da Marinha formada pelo Almirante-de-Esquadra Luiz Guilherme de Sá Gusmão, Diretor Geral do Material da Marinha, Vice-Almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva, Diretor do Sistema de Armas da Marinha, e Vice-Almirante Ronaldo Fiuza de Castro, Gerente do Projeto de Desenvolvimento do míssil nacional superfície-superfície.da Marinha, e profissionais do setor de Defesa.

“A Omnisys tem orgulho de ter sido escolhida como a empresa responsável por esse sistema tão importante e complexo. Trata-se de um desenvolvimento inédito onde utilizamos as diversas áreas da engenharia no seu mais alto grau de complexidade para obtenção de um produto, cujo principal objetivo é garantir a soberania do nosso país, bem como avançar rumo à nossa independência tecnológica”, destaca Edgard Menezes, presidente da empresa.

“A nossa engenharia de desenvolvimento é muito forte, haja visto os diversos sistemas já desenvolvidos como, por exemplo, os rastreio óptico e monitoramento do espectro eletromagnético (para o Centro de Lançamento de Alcântara), o MAGE Defensor (em parceria com o IPqM) e o Sistema de Controle da Máquina do Leme (para a própria Marinha), entre muitos outros. Com o Seeker, damos um salto qualitativo significativo, que coloca a Omnisys numa posição de vanguarda. Além disso, deixa a empresa pronta para participar dos próximos desafios que virão com o avanço das ações atualmente em curso na área de Defesa do Brasil. Nosso maior orgulho é produzir tecnologia nacional por cérebros e mãos brasileiros”, completa.

Segundo o Almirante Gusmão, a Marinha está muito satisfeita por ter vencido mais essa etapa e, também, pela Omnisys ter conseguido realizar esse grande feito. O Prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, falou sobre a importância do projeto para o desenvolvimento da área de defesa da região.

A conclusão da aplicação dos testes funcionais comprovou que todos os módulos do Seeker (transmissor, receptor, servomecanismo/antena e processamento) já funcionam perfeitamente de forma individual. Considerando que os módulos foram desenvolvidos localmente pelos engenheiros da Omnisys o evento marca um grande passo para o desenvolvimento da indústria de defesa nacional.

Sobre o Seeker
Responsável pela guiagem do míssil na fase final de proximação do alvo, o Seeker é um dos mais complexos e sensíveis equipamentos do ponto de vista de segurança da informação de todo o projeto MANSUP da Marinha do Brasil. Inicia-se agora a fase de integração do radar, onde todos os módulos serão colocados para operar de maneira conjunta já respeitando o formato final do produto.

“Ter o domínio dessa tecnologia garante ao Brasil mais independência tecnológica em relação aos países mais desenvolvidos e, consequentemente, preserva a soberania brasileira, protegendo o nosso território e as nossas riquesas”, explica Menezes.

Sobre a Omnisys

A Omnisys é uma empresa brasileira de altíssima tecnologia, sediada em São Bernardo do Campo (SP), afiliada à Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE). Fundada em 1997, a Omnisys foi uma das primeiras empresas de engenharia eletrônica brasileira a fornecer soluções de alta tecnologia para aplicações civis, militares e espaciais não apenas para o Brasil, mas também para outros países da América Latina, Europa e Ásia. A Omnisys tem competência técnica e gerencial em áreas estratégicas de aplicação civil e militar tais como defesa aérea e controle de tráfego aéreo, guerra eletrônica naval e, no mais alto grau de desenvolvimento tecnológico, áreas espaciais e de aviônicos, além da prestação de serviços. www.omnisys.com.br.

DIVULGAÇÃO: CDN Comunicação Corporativa

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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Ter Jan 28, 2014 11:03 am 
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Por dentro do MAR-1
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Seu emprego é específico, porém de grande valor estratégico. Sua complexidade é notória, e por isso mesmo a capacidade de projetar uma arma dessas garante um espaço de destaque no prestígio internacional dos fabricantes de armas modernas. Estamos falando de mísseis Anti-Radiação, ou Anti-Radar se preferir, e o Brasil é um dos pouquíssimos (menos de 10) países capazes de projetar e produzir tal arma.

O primeiro Míssil Anti-Radar brasileiro, essa é a origem do nome MAR-1, a arma produzida pela Mectron, empresa desde 2011 controlada pela gigante Odebrecht, mas que realizou este ambicioso projeto muito antes disso, desde 1998 em conjunto com o DCTA.

A origem é controversa, o consenso é de que a arma nasceu do interesse da FAB, porém se parte do Know-How veio de um único e famoso míssil AGM-45 Shrike, “apreendido” pela FAB em 1982 durante a Guerra das Malvinas, quando um Avro Vulcan foi forçado por uma falha mecânica a pousar no Aeroporto do Galeão, é ponto de discussão.

Até hoje é um mistério o que foi feito com o míssil enquanto estava em poder da FAB, ou até mesmo se foi ou não devolvido. Não se sabe também até onde este míssil poderia ter contribuído no desenvolvimento do MAR-1, já que o Shrike é um míssil Anti-Radar de primeira geração, e por isso bastante limitado em seu alcance e capacidades de engajamento.

E “limitado” não é um termo compatível com o MAR-1, uma arma sofisticada revestida em material composto com o objetivo de diminuir sua assinatura radar e seu peso, com alcance máximo não confirmado, porém estimado que gire em torno de 100km, e capaz de detectar radares diretores de tiro, conhecidos geralmente por sua pouca potência, a mais de 50km.

Guiagem

Outras características impressionantes do MAR-1 dizem respeito a sua guiagem. O míssil possui capacidades múltiplas de engajamento. Ele pode ser travado em um alvo determinado pela aeronave lançadora, seja pelo radar, pelo RWR(Radar Warning Reciever) ou até mesmo por coordenadas, já que possui um sistema de GPS integrado com INS(Inercial), de modo a garantir sua trajetória em se tratando de um alvo estacionário caso a fonte de emissão seja desligada.

O MAR-1 também tem capacidade de adquirir alvos sozinho seja ainda na aeronave lançadora ou já em voo, caso surja um alvo de oportunidade. A arma também possui uma boa capacidade de manobra, graças as suas relativamente longas aletas traseiras, sendo capaz de corrigir sua trajetória caso a fonte de emissão seja móvel. Esta característica lhe confere a habilidade de atacar navios por exemplo.
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Mísseis Anti-Radar possuem cabeça de busca passiva, ou seja, apenas recebem os sinais dos radares da região, e isso os torna naturalmente muito resistentes a Contra-Medidas Eletrônicas, porém proteções contra esse tipo de medida também estão incorporadas ao MAR-1, impedindo que ele siga em direção a um “Decoy” ou a uma emissão falsa criada por um jammer. Aliais uma tentativa de enganar o míssil pode na verdade gerar efeito contrário, uma vez que possui também capacidade Home-On-Jam, que o faz enxergar como alvo fontes de emissão de Contra-Medidas Eletrônicas.

Propulsão

Sua propulsão se da em dois estágios. Primeiro entra em cena o motor “boost”, com exaustão por dois bocais e que vai acelerar o míssil até cerca de 1.200km/h, alcançando a velocidade do som, logo depois entra o motor que vai sustentar esta velocidade, chamado motor de cruzeiro.

Utilizando um combustível que emite quase nenhuma fumaça, este motor está localizado no meio do corpo do míssil, possui apenas um bocal de exaustão e é encapsulado em material composto não inflamável, a fim de reduzir seu peso.

Ogiva

Carregando 90kg de explosivo HE (High Explosive) de fragmentação e espoletas de aproximação a laser, a intenção dos projetistas não foi promover o impacto direto do míssil contra o alvo, mas sim que ele exploda em cima ou o mais próximo possível, para que uma chuva de fragmentos e o deslocamento de ar destruam todo o equipamento emissor.
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Dificuldades

Esta arma, tão sofisticada e específica, é de tamanha eficácia e importância em um arsenal, que as principais dificuldades em seu desenvolvimento se deram pela impossibilidade do Brasil em adquirir componentes necessários devido seu valor estratégico.

Dois episódios relacionados a essa limitação estratégica ocorreram durante o desenvolvimento do MAR-1, ambos relativos a cabeça de busca do míssil. Foi identificada a impossibilidade de importação de uma plataforma giroscópica e de antenas espirais, forçando o DCTA a desenvolver tais equipamentos, a fim de não abandonar o projeto.

O desenvolvimento do sistema de propulsão do MAR-1 também enfrentou alguns contratempos, principalmente no que diz respeito ao rastro de fumaça, que denunciava a posição do míssil, e também a resistência do conjunto que chegou a derreter durante alguns testes, todos os contratempos foram superados pelas equipes do DCTA e Mectron.

Fase Atual

Atualmente o míssil está passando por ensaios finais de voo após uma atualização de software a fim de garantir maior precisão na medição da distância entre a arma e o alvo emissor. Estes últimos testes estão para ser encerrados entre o final de 2013 e início de 2014.

Após estes testes a produção em série do MAR-1 deve ter início, e as unidades começarão a serem entregues à Força Aérea Brasileira e ao Paquistão, primeiro cliente de exportação da arma e que assinou contrato para a aquisição de 100 mísseis em 2008, já possuindo a arma integrada em suas aeronaves JF-17, Mirage III e Mirage V, operando por enquanto com mísseis inertes de treinamento.

Informações não confirmadas dão conta do interesse dos Emirados Árabes Unidos no míssil.
Link (http://www.aviacionargentina.net/foros/sistemas-de-armas.26/3747-made-brazil-missiles-bombas-y-similares-18.html)

COMENTÁRIOS :
Essas informações não são confirmadas por nenhuma fonte oficial, mas caso procedam; é um excelente armamento nacional e de extrema importância estratégica para nossa defesa.
Resta saber quantas unidades foram adquiridas pela FAB , quantas serão adquiridas pela MB ???
Para os que defendem a aquisição de equipamentos novos, no estado da arte; esse míssil demonstra que todo equipamento novo ( ESTADO DA ARTE ) se deriva de algo velho e ultrapassado, por isso mesmo sempre defendi a produção de novos equipamentos nacionais baseados em desenho de equipamentos antigos ( CLARO COM A DEVIDA ATUALIZAÇÃO ), a conhecida EVOLUÇÃO DE PROJETOS !!!


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Ter Jan 28, 2014 2:48 pm 
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Novidad sobre el AV TM 300 Matador, una fuente del EB dijo que el Matador tendrá 300 km en su versión para exportación, y que para Brasil tendrá un rayo de acción de 1500 - 3000 KM, para esto se están mejorando su sistema de guiamento. Saludos
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Link (http://www.aviacionargentina.net/foros/sistemas-de-armas.26/3747-made-brazil-missiles-bombas-y-similares-17.html)

COMENTÁRIOS :
Será mesmo ??
Caso seja verdade , será um tremendo míssil e explicará muita coisa , tipo ( PORQUE A MB RESOLVEU ADOTAR DESTROYER,s LANÇA MÍSSEIS DE 6.000t ; PORQUE O MT-300 MATADOR SE PARECE TANTO COM O EXOCET FRANCÊS etc... ).


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Ter Jan 28, 2014 2:59 pm 
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Brasil haciendo ingeniería inversa para desarrollar munición de 105 mm nacional

52121 - COMANDO DO EXERCITO
160237 - CENTRO DE AVALIAÇÃO DO EXÉRCITO
RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00015/2013-000

Descrição Detalhada:
1. DO OBJETO
1.1. Contratação de empresa especializada para realização de serviço de engenharia de avaliação,
revisão, manutenção, adaptação/modificação de canhão 105 L7 para fixação em estativa e montagem
do canhão adaptado/modificado em estativa, com a finalidade de permitir a realização de tiros técnicos
de desenvolvimento e avaliação de munição, e projeto, execução e instalação de estativa para canhão
105 L7 na linha de tiro nº 01 (Linha de tiro para armamento leve e pesado) do Centro de Avaliações do
Exército - CAEx, sob responsabilidade administrativa do CAEx, conforme condições, especificações,
quantidades e exigências estabelecidas neste instrumento:

Avaliação, revisão, manutenção, adaptação/modificação de canhão 105 L7
para fixação em estativa e montagem do canhão adaptado/modificado em
estativa, com a finalidade de permitir a realização de tiros técnicos de
desenvolvimento e recebimento de munição, e projeto, execução e
instalação de estativa na linha de tiro nº 01 (Linha de tiro para armamento
leve e pesado) do Centro de Avaliações do Exército – CAEx.
Estimativa do projeto-R$ 897.999,64
2. JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE DE CONTRATAÇÃO
2.1. O Objeto destina-se a permitir o desenvolvimento e a avaliação de munição calibre 105 mm
nacional, por engenharia reversa, através da realização de ensaios na arma a que se destina ou em um
provete, que contenha as características técnicas do armamento, todavia com coeficiente de segurança
maior, por 2 (dois) motivos principais: segurança do usuário e garantia da qualidade do produto.

2.2. No caso do canhão 105 L7, que equipa as Viaturas Carro de Combate LEOPARD 1 e M60
do Exército Brasileiro, o desenvolvimento de uma munição nacional por engenharia reversa o que
implica em ensaios balísticos com critérios de segurança rigorosos, porque nem todos os parâmetros da
munição podem ser conhecidos antes dos ensaios. Desta forma, atirar com protótipos de munição em
canhão montado em Carro de Combate Leopard ou M60 não é recomendável pois tais ensaios não
podem ser considerados operacionais e, portanto, estarão sujeitos a riscos e acidentes prejudiciais à
guarnição e ao equipamento.
2.3. Como se quer preservar a segurança do usuário, torna-se necessário que os tiros sejam
realizados em condições mais favoráveis à tomada de medidas de prevenção de acidentes e de
observação de todos os parâmetros balísticos. Conseqüentemente, se faz indispensável a montagem de
um canhão 105 L7, em que o tubo tenha vida útil elevada, se possível novo, sobre uma estativa, parte
do objeto do contrato, capaz de suportar as solicitações dinâmicas do disparo de qualquer tipo de
munição para o armamento em questão.

Link (http://www.aviacionargentina.net/foros/sistemas-de-armas.26/3747-made-brazil-missiles-bombas-y-similares-16.html)

COMENTÁRIOS :
Será mesmo só a munição ou isso é um preparativo para P&D de um canhão de 155mm nacional ?
É espera para saber !!!


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Ter Jan 28, 2014 3:08 pm 
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CBC innova con la munición infrarroja Tracer en los calibres 5,56 y 7,62 mm
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15/04/2013
(Infodefensa.com) J. Eloy, Río de Janeiro – La línea de productos de la Brasileña CBC innova con la munición infrarroja Tracer en los calibre 5,56 mm y 7,62 mm, las mismas fueron diseñadas para que los trazos de los proyectiles fueran invisibles al ojo humano, se vuelven visibles sólo con equipos de visión nocturna por infrarrojjo, una de las ventajas tácticas efectivas es la dificultar de localidad al tirador.
Las municiones 5,56 se destinan a rifles: Colt M16, M161A1, HK-M33, Colt AR-15, FNC, Valmet, Enfield L85A1 (TW-7), M16A2 (TW-7) y M16A3 (TW-7). Estas municiones también están destinadas para ametralladoras FN-Minimi, Beretta AR-70 y Enfield L8A1.
Cada proyectil se utiliza de forma específica: proyectiles comunes M193 contra objetivos no blindados. Utilizado en armamento con cañón de tubo 1:12”; proyectil M196 para entrenamiento de personal, con la ventaja de que el proyectil puede ser visualizado, igualmente utilizado en armamento con cañón de tubo 1:12”, el trazo presenta un luminosidad total a partir de una distancia no superior a 70 metros hasta una distancia no inferior a 450 metros de la boca del arma.
Los proyectiles Comum SS109 se utilizan contra objetivos no blindados y con blindaje ligero. Se utiliza en cañón de tubo 1:7” y los Traçante L110: entrenamiento de personal, con trayectoria de proyectil visible en cañón de tubo 1:7”. El trazo presenta una luminosidad total a partir de una distancia no superior a 140 metros a no inferior a 800 metros desde la boca del arma. El proyectil de Festim (largo o corto) se utiliza para entrenamiento y tiros de salva. Esta munición no tiene proyectil y es fabricado con cerramiento tipo estrella.
Las municiones 7,62 se destinan a rifles FN-FAL, FN-FALO, SIG, G3, HK y similares, además de ametralladoras FN-MAG, M-60, Rhei
Cada proyectil se utiliza de forma específica: Proyectil Comum (común) contra objetivos no blindados, Proyectil Traçante (trazante), entrenamiento de personal con la ventaja de que la trayectoria puede ser visualizad. El trazo presenta una luminosidad total a partir de una distancia no superior a 100 metros hasta una distancia no inferior a 800 metros de la boca del arma. Proyectil Perfurante (perforante), contra objetivos protegidos por blindajes ligeros, no blindados y objetivos resistentes a proyectiles comunes. Proyectil incendiario M77, contra objetivos no blindados o protegidos por blindajes ligeros y que contienen líquidos inflamables. Proyectil Perforante con núcleo de metal duro, desarrollado para aumentar la eficiencia de la munición perforante, tiene un poder de perforación superior al perforante convencional. Este proyectil penetra una chapa de acero SAE 1040 o 1045 con espesor de 12,7 mm y dureza Brinell 400-415, situada a 100 metros de la boca del cañón del arma y colocada en trayectoria perpendicular.
La munición 5,56 x 45 mm Sat CBC Steel Arrow Tip posee un mayor poder de penetración y precisión a larga distancia y un desempeño más uniforme a corta distancia, tiene un mejor efecto terminal, con el incremento de velocidad 970 metros por segundo contra 948 metros por segundo de la munición 5,56 mm x 45 mm ss 109.
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Las municiones son más ligeras y supera el desempeño de las municiones de calibre 7,62 x 51 mm común, además de tener más capacidad de disparo.
Munición 5,56 x 45 mm OTM Open Tip Canelure posee funda con espoleta de acuerdo con la norma militar, impermeabilizado según patrones OTAN, excelente precisión, superior a las municiones comunes, es ideal para uso en armas semiautomáticas y automáticas de calibre 5,56 mm con paso entre 1,7” y 1:8”.
La munición 5,56 mm x 45 High Performance (TM12) se utiliza contra objetivos no blindados o como blindajes ligeros, para armas de calibre 5,56 común con cañón cuyo paso es de 1:12”, similar a munición 5,56 común M193, con toda su capacidad de perforación ampliada.
Munición 30 x 173 mm desarrollada para el vehículo blindado de transporte de personal sobre ruedas VTRP-MR, apropiada para cañón Bushmaster2 – MK44, no está disponible en el mercado internacional y su previsión es que llegue en 2014.

Link ( http://www.aviacionargentina.net/foros/sistemas-de-armas.26/3747-made-brazil-missiles-bombas-y-similares-15.html)

COMENTÁRIOS :
Essa sim deveria ser considera uma empresa estratégica para o país, e deveriam fazer da IMBARÉ ( IMBEL ) uma parceria público privada.
Controle acionário majoritário nas mãos do governo e visão comercial empresarial privada, transformando a Imbel numa especie de BRAÇO INDUSTRIAL DO CTEX / IME .


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Ter Jan 28, 2014 3:17 pm 
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MOAB BRASILEIRA
BOMBA TERMOBÁRICA made in Brasil!!
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Una bomba termobárica de alto impulso (HIT), también conocida como bomba de fuel, bomba de combustible, explosivo aire-combustible (FAE o FAX), arma de "calor y presión" o bomba de vacío, consiste en un contenedor de un líquido volátil o gas a alta presión que en algunos modelos está mezclado con un explosivo finamente pulverizado y (normalmente) dos cargas explosivas separadas. Después de que el ingenio es lanzado desde una aeronave o se dispara, la primera carga explosiva (u otro mecanismo de dispersión) revienta el contenedor a una altura específica y produce la dispersión del combustible en una nube que se mezcla con el oxígeno de la atmósfera. Una vez que el combustible (fuel) ya se ha mezclado lo suficiente, se detona la segunda carga que propagará la explosión (onda explosiva) por toda la nube de combustible. Así pues, se diferencia de los explosivos convencionales en el hecho de que usa como oxidante de la reacción explosiva al propio oxígeno del aire, en vez de cargarlo en el propio artefacto explosivo.
Puede ocurrir una explosión aire-combustible accidentalmente a consecuencia de una Explosión de Vapor en Expansión por Líquido en Ebullición (BLEVE); por ejemplo, en la explosión de un tanque de gases licuados de petróleo. También son comunes las explosiones aire-combustible en silos de harinas vacíos, donde los restos de harina finamente pulverizada en suspensión pueden provocar una explosión.

Link (http://www.aviacionargentina.net/foros/sistemas-de-armas.26/3747-made-brazil-missiles-bombas-y-similares-11.html)

COMENTÁRIOS :
Adicione um sistema de navegação e controle GPS/INS , e teremos uma MOAB made in Brazil !


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Seg Mar 17, 2014 8:10 am 
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DEPOIS DE 300 ANOS DE TESTES DO LOTO PILOTO ; ALGUMA NOTÍCIA

CTEx conclui a P&D da Arma Leve Anticarro (ALAC)
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Foi concluída em fevereiro deste ano a Avaliação do Lote-Piloto da Arma Leve Anticarro (ALAC), estando o referido material em conformidade aos requisitos estabelecidos pelo Exército Brasileiro.
A ALAC é um sistema portátil, com alcance de utilização de 300 metros e descartável após o uso. Possui peso reduzido e manejo simples, apresentando grande poder de letalidade e eficácia contra alvos blindados. O disparo é feito do ombro do atirador nas posições de pé, ajoelhado, sentado ou deitado.
O sistema ALAC compõe-se de um tubo lançador pré-carregado com munição e mecanismos de segurança, disparo e pontaria. O tubo lançador aloja um tiro completo, encartuchado e engastado, composto de estojo de alumínio, carga de projeção, ignitor, granada com carga ôca e espoleta de impacto, sendo estabilizada em voo por aletas retráteis.
O projeto, desenvolvido pelo CTEx, contou com a participação das empresas GESPI – Indústria e Comércio de Equipamentos Aeronáuticos S/A, sediada em São José dos Campos – SP, e Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL).
A conclusão da P&D da ALAC materializa o coroamento de mais uma atividade exitosa do Sistema de Ciência e Tecnologia do Exército e a disponibilização de um novo Produto de Defesa nacional para o emprego operacional do Exército Brasileiro.
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COMENTÁRIOS :
Demoraram tanto para concluir , testar e aprovar esse armamento que a GESPI foi adquirida por uma estrangeira .
É uma tremenda palhaçada essa política industrial de defesa Brasileira , demoramos tanto para desenvolver armamentos que as empresas participantes acabam ou falindo ou sendo adquiridas por estrangeiras ; e caso ainda resistam a essa eterna caminhada , a demora para fazerem aquisições dos equipamentos acabam de sepultar essa empresas .
Ou mudamos essa realidade ou teremos FAA,s modernas e equipadas com equipamentos estrangeiros montados no país
( TERCEIRIZAÇÃO DA DEFESA NACIONAL ).
Não entendi essa demora no caso da ALAC ; até porque a mesma é transferência de tecnologia por termos adquirido o AT-4 Sueco
( ACREDITO EU ) !!!!


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Qui Abr 10, 2014 8:51 pm 
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Citação:
DEPOIS DE 300 ANOS DE TESTES DO LOTO PILOTO ; ALGUMA NOTÍCIA



:lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Sds.


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Qua Abr 23, 2014 3:54 pm 
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Alguém tem notícias do futuro MÍSSIL AR-SOLO nacional ?
Futuro armamento dos SUPER ESQUILOS DA AVEX ( INCLUINDO-SE A ESSA LISTA , CANHÕES 20mm EM CASULOS E FOGUETES SKIFIRE COM MAIOR ALCANCE E GUIAGEM TERMINAL , EM DESENVOLVIMENTO PELA AVIBRÁS ).
Esse M.A.S será derivado do MSS 1.2 ( SISTEMA DE GUIAGEM; CABEÇA DE GUERRA ), mas com melhorias em áreas como ( PROPULSÃO ; FUSELAGEM ; SOFTWARE etc.. ).
Esse míssil estaria em desenvolvimento na mectron com participação de engenheiros do ctex .


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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Qua Abr 23, 2014 7:23 pm 
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Parece que as coisas estão, ou seguindo o cronograma, ou muito perto do planejado. Só para relembrarmos.

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 Título: Re: Notícias dos novos armamentos brasileiros?
MensagemEnviado: Sex Mai 02, 2014 9:45 pm 
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Por esse cronograma aí a ACAUÃ e o Piranha II que estão meio atrasados, certo?

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