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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Dom Abr 19, 2015 8:09 pm 
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Ai está uma empresa que ainda permanece nacional, e que deve ser considerada o mais rápido possível, Empresa Estratégica de Defesa.
Cadê o Ministério da Defesa, para esse credenciamento?
Ao que parece, essas credenciais são rapidamente conferidas a empresas que foram transferidas para as multi estrangeiras.
Quanto a esse míssil cruize, parece ser uma excelente opção para dotar os novos e leves Gripen NG.
Seria interessante uma união de projeto entre a Turbomachine e Avribrás nos projetos de mísseis cruize...

Link:http://www.planobrazil.com/laad-2015-turbomachine-apresenta-suas-novidades/

Míssil CABURÉ-300 TURBOMACHINE
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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Sáb Abr 25, 2015 2:11 pm 
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Depois dessa será que ainda compraremos as Guardian,s-25 ?
Estaleiro Kuarup apresenta solução nacional para patrulhas fluviais
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Link( http://www.defesanet.com.br/laad2015/noticia/18877/Estaleiro-Kuarup-apresenta-solucao-nacional-para-patrulhas-fluviais/)


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Sáb Abr 25, 2015 4:33 pm 
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foxtrot escreveu:
Depois dessa será que ainda compraremos as Guardian,s-25 ?
Estaleiro Kuarup apresenta solução nacional para patrulhas fluviais
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Link( http://www.defesanet.com.br/laad2015/noticia/18877/Estaleiro-Kuarup-apresenta-solucao-nacional-para-patrulhas-fluviais/)

Isso é uma lanchinha de pesca amadora com alguns equipamentos instalados. Brinquedinho caro de gente fina, não tem conforto mas é muito rápida para chegar ao local desejado.
Veja alguns modelos similares. Ele ao invés de usar motor de rabeta com hélice, optou por motor interno e propulsão sem hélice, melhor para rios rasos.

Lancha Alternativa 650 Fishing, Poddium Náutica
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FISHING CUDDY 32
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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Dom Abr 26, 2015 12:06 am 
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Durante a III Amostra BID estive conversando com o pessoal da BN Val de Cães, especificamente com a parte industrial, e eles apresentavam uma solução própria neste mesmo nicho, com blindagem e tudo mais. Daqui pra frente é uma afronta querer comprar mais Guardians quando já se tem equivalentes nacionais. Mas como dizia Albert Einstein: "Só duas coisas são infinitas, o Universo e a estupidez humana, mesmo assim ainda tenho dúvidas com a primeira". (neste caso a brasileira).

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Dom Abr 26, 2015 11:43 am 
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Fui ver no site do fabricante Boston Whaler e artigos sobre lanchas e a Guardian 25 é a conversão militar do modelo de pesca Whaler Outrage. Um modelo conceituado e elogiado por quem entende.

Devemos ir com cautela quando um produtor nacional na primeira conversao militar alega ter um modelo de mesma qualidade de um produtor com 50 anos de experiência. Lembrem dos blindados nacionais da Polícia.

Um modelo Guardian 25 ano 2003 com 12 anos ex USCG equipado com dois motores Evinrude 150 HP e kit Furuno Electronics com GPS, ChartPlotter,Radar,Digital readout display, Color depth finder e VHF Radio. Ainda custa US $40,000

http://www.kclmsales.com/boat-inventory ... ardian.asp

Guardian 25 2003 ex USCG
Imagemkclm sales

http://www.bostonwhaler.com/Page.aspx/p ... trage.aspx

Whaler Outrage atual
ImagemWhaler


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Sex Mai 08, 2015 12:15 pm 
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Os destaques são meus.

Sds.


Carta aberta do DefesaNet ao ministro da Fazenda Joaquim Levy

Senhor ministro Joaquim Vieira Ferreira Levy,

Enviamos esta carta ao Engenheiro Naval,que na sua carreira tem assumido a postos relevantes nas áreas de finanças.

Como profissional ativo do setor financeiro, acostumou-se com este mundo frio dos números e foco nos resultados financeiros, políticas essas que o Ministério da Fazenda se pauta hoje para sanear o Estado brasileiro, atuando como nos antigos tempos do Fundo Monetário Internacional (FMI), pode estar lhe atrofiando o conceito de uma nação soberana.

É sobre isso que vamos tratar neste documento público, senhor Levy. A desestruturação, no primeiro momento, com as sucessivas “pedalas” feitas pelo governo no cumprimento do acordado com as empresas. Agora passa para o desmonte promovido por sua pasta nos setores de Defesa e Aeroespacial. Assemelha-se com a frieza e crueza com que um a um os projetos de defesa e tecnologia nos anos 80, foram solapados na indústria brasileira e que mergulhou os setores de tecnologia desse país em sua Idade Média, numa Era das Trevas!

A perda da empresa ELETROMETAL causou um dano irreparável na área de siderurgia e metalurgia até hoje não recomposto.

As políticas implantadas agora reproduzem o espectro daquele trágico momento. Ao Sistema Financeiro e Público proteções imensas em garantias.

Enquanto isso nossa indústria se despedaça e o que restará será entregue à ferocidade dos cães famintos: dos empréstimos, às taxas de mercado e ao calote. Essa tríade maldita, gêmea siamesa do mitológico Cérbero, que guardava as portas do inferno impedindo quem estava no local de sair.

Depois de uma comemorada PEC da Defesa, da Estratégia Nacional da Defesa (END), quando deslumbrou-se o ressurgimento com o vigor necessário da indústria de materiais de defesa, aeronáutica e espacial e um período de prosperidade, com rearranjos empresariais altamente produtivos e atrativos para parcerias internacionais, numa verdadeira ‘Renascença Florentina” que esse segmento não via desde os anos 80, quando teve início da aniquilação da emergente indústria de defesa e aeroespacial brasileira.

Ministro Levy, de todos os grandes países em extensão territorial somos o que mais carece de aporte contínuos de recursos e de uma vasta recuperação de nosso poder de dissuasão, seja qual for a situação. Veja pelos investimentos no BRICS em relação aos países de grandes fronteiras, como Rússia, China e Índia. Investíamos o equivalente a 1,5% do PIB contra 2,5% dos outros países. Apesar de pouco relacionados aos outros, havia investimentos, mesmo que fossem para cobrir um imenso abismo de décadas como setor à míngua. Agora voltamos para o cenário sem horizonte, numa situação terrível e paralisante para o setor.

Sua área de formação a indústria naval e agora também a do petróleo correm enormes riscos atuais e no seu futuro.

Quem gera empregos, alimenta as famílias que formam essa imensa nação, é a indústria, e quem alimentará os nossos filhos e netos no futuro é a indústria de tecnologia. Não gere instabilidade ministro, gere segurança, pois só assim o país poderá produzir e crescer!

Na semana que passou ocorreram grandes comemorações na sede da Lockheed Martin, empresa que produz as aeronaves de transporte Hercules C130. Viram, o seu futuro competidor próximo de jogar a toalha no ringue, antes mesmo de começar o primeiro assalto.

O próprio governo admite que deu o calote de 500 milhões de reais no projeto e a EMBRAER está com sérios problemas na continuidade deste projeto. O mais ambicioso na história da indústria da aeronáutica brasileira São mais de 1.000 engenheiros e 10.000 técnicos envolvidos no projeto KC-390.

Quanto aos helicópteros, senhor Ministro Levy, a empresa HELIBRAS luta para salvar empregos de engenharia, próximos da dilapidação dentro de monstruoso calote dado nos créditos da empresa pelo governo.

Quanto aos submarinos, pelo que levantamos são quase 2 Bilhões em calote.

Muitos cantos de sereia, belas e formosas, soam nos seus ouvidos neste momento. Porém, suas melodias sinalizam a dor e o descrédito das futuras gerações neste país de criar e evoluir.

Não podemos deixar o Brasil à mercê do folclore que num país pacifico não há necessidade de investir em defesa. Só uma defesa forte garante a paz, senhor ministro, inclusive a própria soberania. Que se faça o ajuste fiscal necessário, mas com prudência e visão estratégica, não um economicismo, que leve ao calote e a destruição de nosso poder de resistência em um mundo em profunda crise e ávido por recursos naturais, os quais temos de sobra.

E não destrua o futuro de nossos filhos e netos. Isso é de uma irresponsabilidade que beira ao crime de lesa pátria !

O Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI) divulgou há um ano, os seus registros de WORLD MILITARY EXPENDITURE, 2013. DefesaNet apresentou os pontos relevantes do estudo do SIPRI. Ele foi analisado com a devida e cuidadosa atenção pois começa a mostrar definições importantes nas principais nações que investem em Defesa no Mundo.

O estudo compilou os dados de 172 países que mostraram um gasto mundial em Defesa de U$ 1,747 trilhão de Dólares, uma queda de 1,9 % comparado com 2012. (Link Matéria )

Os países do BRICS, com exceção da África do Sul, todos estão a frente do Brasil. Na América latina, Colômbia (+13%), Honduras (+22%) e Paraguai (+33%), vêm expandindo significativamente seus orçamentos militares. Segundo o SIPRI, os gastos militares na região registraram um crescimento real (descontada a inflação) de 2,2% em 2013 e de 61% nos últimos dez anos .
Definitivamente, ministro Levy, o calote na indústria e recessão não ajudará o Brasil a se recuperar e muito menos se posicionar com uma potência emergente. Estamos sim voltando aos tempos do garrote do FMI, agora internado nas entranhas de Brasília e do governo federal.

Não considere o silêncio disciplinado dos militares e obsequioso das entidades de classe como endosso à esta política.

O Campo de Pistóia ruge, pois não foi para isso, que lutaram e venceram há 70 anos.

DefesaNet
Brasília DF, 07 Maio 2015


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Seg Mai 11, 2015 9:33 pm 
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Se nem comprar produtos desenvolvidos em comum os países do mercosul são capazes quanto mais o resto:


Del Gaucho al Guaraní y al parón en el Unasur 1: Los desentendimientos y la falta de credibilidad pautan la relación entre la industria de defensa brasileña y argentina

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(defensa.com) Brasil descartó el denominado Vehículo Liviano de Empleo General, Aerotransportable VLEGA Gaucho, al igual que Uruguay. El Ejército Brasileño está aparentemente optando por su Chivunk, y Argentina, en consecuencia, no confirma sus opciones por 14 blindados Guaraní brasileños, acercándose al VN-1 chino y a otras opciones navales y aéreas orientales, lo que molesta profundamente a Brasil. El Ejército Argentino, tras probar el Guaraní, adujo que se inclinaba por vehículos 8x8, la oferta asiática, no obstante, no parece la más valorada por la Fuerza Terrestre de ese país.

En la esfera naval, y en el ámbito de OPV, Argentina, diferendo de Malvinas mediante, no consideraría jamás a las BAE "Amazonas", que Brasil aspiraba a fabricar localmente para terceros países. Tampoco Uruguay, aunque la primer salida sudamericana de un navío de esta clase fue justamente hacia Montevideo. Igualmente, las “Amazonas”, que consumieron buena parte de los recursos disponibles para otros ítems de la Marina Brasileña, fueron discontinuadas por BAE a favor de opciones más costosas. Además, ciertas dificultades con su dotación de radares Scanter 4100 trascendieron regionalmente. Los flirteos argentinos y uruguayos por OPV chinas (a pesar de que la Armada Nacional Uruguaya ostensiblemente prefiere, si pudiera pagarlas, las Lurssen) cayeron igualmente mal en Brasilia, aunque, de momento, no tenga demasiado para ofrecer al respecto a sus vecinos.

Finalmente, las indecisiones industriales, los socios complicados (especialmente Venezuela) y las incertidumbres del proyecto en sí, especialmente respecto a logística- Venezuela y Bolivia desean motores no estadounidenses y aviónica no israelí- hacen que Brasil ,discretamente, vaya abandonando el proyecto de la aeronave de entrenamiento multinacional Unasur I, de la cual aún no existe ni un prototipo disponible en Córdoba.

Así las cosas, la relación entre las industrias de defensa y seguridad de Brasil y Argentina siguen siendo escasas, limitadas a proveer partes del KC-390 manufacturadas en FAdeA, aunque las opciones argentinas por seis aeronaves aún no se confirmen. Por si fuera poco, Brasil ,con el Súper Tucano, Argentina, con el Pampa II/III, y China con el, L-15 y el K-8, se enfrentan en una licitación boliviana que contempla un monto de 140 millones de dólares para dotarse con aviones de combate. (Javier Bonilla)

Fotografía:
·Vehículos Liviano de Empleo General, Aerotransportable VLEGA Gaucho.


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Seg Mai 11, 2015 10:53 pm 
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Um bando de países administrados por civis acéfalos sobre o tema, aonde militares alimentam desconfianças descabidas para querer se diferenciar e assim se beneficiar com benesses de países de fora da região. Ou seja, no frigir dos ovos, somos um bando de babacas que comem sardinha, mas querem arrotar caviar. :evil:


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Seg Jul 06, 2015 9:10 am 
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Alguém com alguns caraminguás sobrando .... nacionalista ferrenho... se candidata a comprar a ODT ???

Quando a teta mui amiga do desgoverno para de dar leite e o partido para de tomar o leitinho da corrupção.... as coisas sérias e verdadeiras veem a tona.

Parte daquele bando de gente que participou da viagem da PresidentA aos USA na semana passada, estavam, juntamente com o presidente da ODT, desesperados para encontrar uma empresa "dusamericanusbobusemalvadus" que comprasse a empresa de "defesa" brasileira.

Ouviram um rotundo não !!!

Sds.


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Ter Jul 07, 2015 1:16 pm 
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Ainda bem! :wink:


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Ter Jul 07, 2015 10:56 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Ainda bem! :wink:


Ainda bem nada.... se não houver comprador até o final do ano corrente...ela fecha as portas.

Sds.


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qua Jul 08, 2015 3:19 pm 
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Baschera escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Ainda bem! :wink:


Ainda bem nada.... se não houver comprador até o final do ano corrente...ela fecha as portas.

Sds.

Ela quem? A ODT? Se tu achas isto, eu já duvido. ;)


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qua Jul 08, 2015 9:34 pm 
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vamos esperar ate 17 de julho.


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qua Jul 08, 2015 11:19 pm 
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O que acho que pode acontecer, no máximo, é a ODT procurar parcerias, talvez uma participação acionaria minoritária, ou seja, buscar alguém que possa injetar dinheiro novo. Aliás, toda crise é uma abertura de oportunidades e se eu estivesse na pele de algum conglomerado estadunidese, não deixaria esta oportunidade passar. Um dia a crise passa e ai o desembolso para participar de qualquer parceria será muitíssimo maior.

É mais fácil outras empresas abrirem o bico como a Andrade Gutierrez, Mendes Junior, etc, mas a ODT, depois de todos os investimentos que fez, acho pouquíssimo provável que caia fora assim. No máximo, o que podem fazer, é reduzir o ritmo até que as coisas normalizem e não se espantem, elas irão normalizar, é questão de tempo e empresas deste porte sabem muito bem disso.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qui Jul 09, 2015 12:14 am 
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Wellington Góes escreveu:
O que acho que pode acontecer, no máximo, é a ODT procurar parcerias, talvez uma participação acionaria minoritária, ou seja, buscar alguém que possa injetar dinheiro novo. Aliás, toda crise é uma abertura de oportunidades e se eu estivesse na pele de algum conglomerado estadunidese, não deixaria esta oportunidade passar. Um dia a crise passa e ai o desembolso para participar de qualquer parceria será muitíssimo maior.

É mais fácil outras empresas abrirem o bico como a Andrade Gutierrez, Mendes Junior, etc, mas a ODT, depois de todos os investimentos que fez, acho pouquíssimo provável que caia fora assim. No máximo, o que podem fazer, é reduzir o ritmo até que as coisas normalizem e não se espantem, elas irão normalizar, é questão de tempo e empresas deste porte sabem muito bem disso.

Até mais!!! ;)


Vou dizer só uma coisa; Americano jamais vai comprar o todo ou parte da empresa. Há uma simples, mas poderosa, lei anti-corrupção norte-americana que torna o investidor ou o dono de empresa transnacional passível de acusação se a empresa estiver metida em atos de corrupção.... como esta exatamente a empresa acionista majoritária da ODT.

Pelo sim.. pelo não.... acho que eles preferem ficar de fora do Brasil.

Sds.


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