Forum Base Militar Web Magazine

Bem-vindo: Ter Nov 12, 2019 8:53 pm

Todos os horários são




Criar novo tópico Responder  [ Array ]  Ir para página Anterior  1 ... 38, 39, 40, 41, 42  Próximo
Autor Mensagem
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qui Jul 09, 2015 9:35 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Sim amigo, isto eu sei, mas ai é outra estória. O que eu duvido é alguém da ODT (em especial seu presidente) ter ido aos EUA oferecê-la. Hoje, quem tem mais problemas sendo enfrentados nos EUA por suspeita de corrupção é ninguém menos do que a Embraer. Sim, ela está sendo investigada e mesmo assim ainda tem um penca de empresas nos EUA fechando parcerias com ela, por isto, no meu entender, é preciso ter ressalvas quanto sua afirmação.

Esta informação está mais com cara de boato (especialmente de gente que não gosta do fato de grandes empresas nacionais envolvidas nas aquisições militares), do que algo verídico. Falta saber, por exemplo, o desenrolar das conversas na Rússia. Aposto que o mesmo pessoal de defesa da ODT também foi. Ou será que quem te passou esta informação só sabe de coisas quando elas acontecem nos EUA?!

O que não vai faltar, pelo menos até as coisas estabilizarem, é boato em cima de boato. Veja, eu não descarto a informação de que realmente foram lá buscar parcerias, mas daí ofertar a empresa vai uma diferença grande.

Até mais!!! ;)


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Ter Ago 11, 2015 3:14 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

11 de Agosto, 2015 - 12:00 ( Brasília )

Editorial - A Boia Salvadora?

Imagem
Recepcionada pela Boeing, na NASA AMES Research Center, California, no dia 01 JUL 15, a presidente Dilma Rousseff e comitiva. Pauta: como funciona o mercado global de fornecedores do setor aeroespacial e defesa, ou o global supply chain. Foto NASA AMES

Imagem
Presidente Dilma Rousseff e o anfitrião John Tracy, Chief Technology Officer, da Boeing no NASA AMES Research Center, Moffett Field, California, 01 Julho. Foto NASA AMES Center

Imagem
O ministro da Ciencia e Tecnologia e Inovação Aldo Rebelo com autoridades do setor espacial brasileiro e membros da NASA Fotro NASA AMES Center

Imagem
A presidente Dilma Rousseff ouve explanação de cientista da NASA sobre os mistérios do Espaço Sideral. Foto NASA AMES Center

A Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), apresenta na quarta-feira (12 AGO 15), o estudo “Cadeia de Valor e Importância socioeconômica no Brasil” elaborado pela FIPE e chancelado pelo Dr Antonio Delfim Netto.

O evento, que também comemora os 30 anos da ABIMDE, ocorrerá no Comando Militar do Sudeste. São esperadas as presenças do Ministro da Defesa, Sr Jaques Wagner e os Comandantes Militares.

É de um esforço da ABIMDE, em mostrar que os investimentos na área de Defesa, e portanto na Base Industrial de Defesa Brasileira (BID), geram um retorno de até quatro vezes o valor inicial, como anunciando em uma prévia durante o lançamento da Frente Parlamentar Mista da Defesa Nacional.

Porém, o governo mostra contraditórias ações em suas diversas faces: econômica, política, executiva e militar.

O último evento da recente visita da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos foi uma reunião (1º Jul 15), no Ames Research Center, da NASA, em Moffett Field, California. A reunião teve a presença de pesos pesados da área aeroespacial e defesa americana com atuação no Brasil.

Recepcionada pela Boeing, participaram as empresas: GE, Rockwell Collins, UTC, Honeywell, Parker e Caltech. E também a brasileiro-americana EMBRAER (Ver a matéria EMBRAER ou AMECOAER (AMErican COmpany AERonautics)? Link)

As discussões foram em torno de como indústria, governo e academia podem trabalhar juntos para levar inovação ao mercado. Falou-se também da expectativa de crescimento do setor nos próximos anos.

Porém, a pauta principal foi uma explanação reservada para a presidente Dilma Rousseff, e comitiva, entre eles, o Ministro da Defesa Jaques Wagner, o Ministro da Ciência e Tecnologia e Inovação Aldo Rebelo, e o da Indústria e Comércio, Armando Monteiro Neto .

O assunto foi como funciona o mercado global de fornecedores do setor aeroespacial e defesa, ou o global supply chain.

O Palácio do Planalto liberou poucas informações e os participantes são mudos sobre a reunião. Com pauta tão importante e a situação crítica no momento atual qual o mistério?

O que leva os Comandantes das Forças adotarem ouvidos de mercador e não procurarem honrar dívidas geradas por eles mesmos?

DefesaNet publicou a primeira reportagem sobre as ações do Programa Americano SelectUSA, iniciativa dos Departamentos de Estado e Comércio dos Estados Unidos, junto à Base Industrial de Defesa do Brasil (ver a matéria BR-US - SelectUSA e a Base Industrial de Defesa Link).

O Secretário de Estado John Kerry lançou o termo “Diplomacia Econômica”, e cunhou a frase: “O que os Estados Unidos necessitarem fazer dentro da lei para atração de novos negócios e investimentos será feito”.

Em recente evento com o foco no cluster aeroespacial e de defesa na cidade de São José dos Campos com o apoio da CECOMPI, com o objetivo de “internacionalização” das empresas da Base Industrial e Serviços do Setor Aeroespacial Brasileira.

Com a estagnação econômica brasileira e a falta de perspectivas nas áreas aeroespacial e defesa, com o anúncio de que os principais programas, inclusive os constantes do PAC, tiveram prorrogações nos cronogramas de desenvolvimentos de vários anos : KC-390 (2 anos), ASTROS 2020 (5 anos), SISFRON (14 anos), etc. As perspectivas nos Estados Unidos soam como salvadoras.

Atrasos generalizados em TODOS os programas de defesa e que podem ser maiores ainda, e como alguns oficiais comentaram com DefesaNet, estão sendo avaliados constantemente, pois a situação cambial faz o cenário mudar dia a dia.

A mudança aos Estados Unidos, da Base Industrial de Defesa Brasileira parece ser a Boia de Salvação.

Será Verdade?

http://www.defesanet.com.br/editorial/n ... alvadora-/


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Ter Ago 11, 2015 3:25 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

10 de Agosto, 2015 - 10:00 ( Brasília )

BR-US - SelectUSA e a Base Industrial de Defesa
Buscar empresas brasileiras do setor aeroespacial e de defesa é prioridade dos EUA

Imagem
Buscar empresas brasileiras do setor aeroespacial e de defesa é prioridade dos EUA

Júlio Ottoboni
Exclusivo DefesaNet


O Secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, braço direito diplomático e também comercial do presidente Barack Obama, cunhou a frase que deveria dar calafrios no mundo. Mas, no entanto, gera empolgação no polo aeroespacial e militar brasileiro. Ele disse recentemente: “O que os Estados Unidos necessitarem fazer dentro da lei para atração de novos negócios e investimentos será feito”.

No último 29 de julho, o governo dos Estados Unidos promoveu um encontro inédito em São José dos Campos, em parceria com a Incubadora de Negócios CECOMPI, órgão municipal ligado à prefeitura local, com o objetivo de apresentar possibilidades do setor aeroespacial para investidores brasileiros.

O evento fez parte do SelectUSA, programa do governo americano que busca promover e facilitar investimentos em território norte-americano. E conta com a parceria da Consultoria Tributária Internacional Drummond, empresa que trata de assuntos jurídicos e contábeis entre Brasil e Estados Unidos. (Detalhes e ações do Programa SelectUSA podem ser acessados no site específico do Departamento de Comércio Americano )

O encontro foi um sucesso para os organizadores, mais de 50 representantes de empresas do polo aeroespacial e de defesa, além de grandes empresas do setor como a EMBRAER e a AVIBRAS, estiveram no encontro e algumas já iniciaram o processo de negociação para aportar nos Estados Unidos. Cerca de 40% das empresas interessadas em seguir o caminho da EMBRAER e o American Way of Life estão aptas a ingressarem imediatamente no mercado norte americano.

“O nível de retorno foi acima da expectativa e espero voltar à região para atingir outras empresas, essa localidade é prioritária para nós por causa do cluster de São José dos Campos. Fazer essa aproximação é muito importante”, afirmou o especialista comercial em promoção de investimentos no consulado geral dos Estados Unidos, sediado em São Paulo, André Leal.

Com a estagnação econômica brasileira e a falta de perspectivas nas áreas aeroespacial e defesa, com o anúncio de que os principais programas, inclusive os constantes do PAC, tiveram prorrogações nos cronogramas de desenvolvimentos de vários anos, : KC-390 (2 anos), ASTROS 2020 (5 anos), SISFRON (14 anos), etc. As perspectivas nos Estados Unidos soam como salvadoras.

O setor aeroespacial dos Estados Unidos tem tido um expressivo crescimento nos últimos anos, e com alta participação estrangeira, que gira em torno de 7,7% ao ano, uma faixa altíssima obtida nos últimos 5 anos e, principalmente, se levado em consideração que a taxa média de investimento no país é de 4,4 %. No próprio convite para o evento, o governo norte americano diz claramente suas intenções.

“O setor aeroespacial está presente em todos os 50 Estados. Certamente alguns podem ser mais conhecidos devido a presença de grandes empresas como Alabama (AIRBUS), Florida (EMBRAER), Georgia (Gulfstream), Minnesota (Cirrus), Washington (BOEING), Texas e Georgia (Lockheed Martin) entre outros.

Entretanto, é importante notar que existem aproximadamente 1.400 empresas dedicadas exclusivamente ao setor aeroespacial nos Estados Unidos, mais de 900 delas com menos de 20 funcionários, o que gera a criação de diversos arranjos produtivos locais voltados para o setor aeroespacial abrindo assim inúmeras oportunidades no setor”, observou Leal.

“ Sabendo que os investidores brasileiros buscam novos desafios internacionais, e se mostram competidores globais, capazes de se tornar fortes agentes participativos em investimentos na indústria e tecnologia aeroespacial, o governo americano escolheu São José dos Campos para apresentar suas oportunidades de negócios”.

Diferente do Brasil, o governo dos Estados Unidos estimula a ‘guerra fiscal’ entre seus Estados integrantes, condados e inclusive localidades. “O suporte que damos começa aqui no Brasil ao apontar os locais mais favoráveis para o negócio crescer, os Estados competem bastante agressivamente entre si, eles tem muita autonomia legislativa. Além disto, o fornecedor pode estar em qualquer lugar do país”, observou o diplomata.

A competitividade é vista como algo muito saudável para a diversificação produtiva e no contexto local há incentivos de uma gama imensa, advindos de vários programas fiscais, tributários e linhas de créditos específicos para o setor aeroespacial e para as empresas que estão se internacionalizando nos Estados Unidos.

O evento no cluster de São José dos Campos foi uma visão prévia e um treinamento do que os empresários brasileiros, que estão entre potenciais investidores, dado pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos. Entre os dias 26 e 28 de outubro, outro importante evento do setor ocorrerá em Los Angeles, com a presença de grandes empresas do ramo e 22 estados americanos.

*Essa é a primeira de uma série de reportagens sobre o avanço dos EUA no mercado aeroespacial e bélico brasileiro.

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia ... de-Defesa/


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qui Ago 20, 2015 12:27 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
E a gente achando que o WAD seria o "ó do borogodó" :mrgreen:

Tela touchscreen deste MFD da Garmin, para este ultraleve brasileiro.

https://www.youtube.com/watch?v=lULP0mgXiq8

Até mais!!! ;)


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qui Ago 20, 2015 3:12 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

19 de Agosto, 2015 - 15:30 ( Brasília )

COMDEFESA FIERGS - Seminário de fornecimento para as Forças Armadas

Imagem

Nelson Düring
Editor-chefe DefesaNet


Com a presença dos três comandantes Militares de Área, Comando Militar do Sul, General-de-Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, 5º Distrito Naval, Vice-Almirante Leonardo Puntel, e V Comando Aéreo Regional, Major-Brigadeiro-do-Ar Jeferson Domingues de Freitas, foi realizado no dia 17 AGO 2015 o Seminário de fornecimento para as Forças Armadas, em Caxias do Sul, RS.

Também presente o General-de-Exército Sinclair James Mayer, responsável pela implantação do programa da Nova IMBEL.

O evento coordenado pelo COMDEFESA-FIERGS, teve o apoio das entidades:

- Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (ADESM);
- Agência de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), e,
- Tecnoparque de Santa Maria.


O objetivo foi disseminar informações sobre as formas de acesso à cadeia de fornecimento das Forças Armadas, oportunizando a geração de novos negócios para as empresas gaúchas.

Dentre as autoridades militares e os vários assuntos ratados constaram os seguintes:

1 - "Os projetos estratégicos da Marinha do Brasil", pelo Contra-Almirante ROBERTO Gondim Carneiro da Cunha, Diretor de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha;

2 - "Ciência, Tecnologia, Inovação e Suporte Logístico: possibilidades, estratégias e reais situações para o Exército Brasileiro e o parque industrial do Rio Grande do Sul", pelo General-de-Brigada (ENG MIL) Mauro Guedes Ferreira MOSQUEIRA Gomes, Diretor de Fabricação do Exército;

3 - "Força Aérea Brasileira: aquisição de bens e serviços", pelo Brigadeiro-do-Ar André Luiz Fonseca e Silva, Diretor do Centro de Logística da Aeronáutica (CELOG)

4 -"A Aquisição de Materiais de Intendência e de Uniformes pela Subdiretoria de Abastecimento da Aeronáutica", pelo Brigadeiro Intendente José Jorge de MEDEIROS Garcia, Diretor da (Subdiretoria de Abastecimento da Aeronáutica) – SDAB;

5 - Palestra sobre catalogação nas Forças Armadas, MAJOR-BRIGADEIRO DO AR Jeferson Domingues de Freitas – V COMAR;

Também foram apresentados os cases empresariais:

1 - O Fornecimento de Viaturas AGRALE Marruá para as Forças Armadas, pelo Sr. José Alberto da Rosa de Matos, Gerente de Marketing e Vendas de Utilitários da Agrale

2 - SABRESUL Indústria Metalúrgica, pelo Sr. Eugênio Luiz Bastiani, Sócio-Proprietário.

3 - Brasil Aircrafts, pelo Sr. Andersson Beccari, Diretor e Designer.

Durante o evento da Reunião Almoço da Câmara de Comércio e Industria de Caxias do Sul, palestrou o Major-Brigadeiro-do-Ar R1 Raul José Ferreira Dias, Coordenador do Comitê da Indústria de Defesa e Segurança da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (COMDEFESA FIERGS), com o tema: "Uma visão geral da indústria do setor de Defesa e Segurança no Rio Grande do Sul".

O Gen Bda (ENG MIL) Mosqueira, anunciou o início dos projetos da Viatura morteiro 120mm e a Viatura de Reconhecimento 8x8, dentro do Programa Estratégico do Exército Guarani. Também nos dias 25 a 27 Agosto o lançamento na Barreira do Inferno , das munições guiadas SS40 AV-GM. Também no futuro o desenvolvimento da versão guiada do foguete SS-80 (80 km alcance). Ambas dentro do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020.

Porém, nem tudo é alta tecnologia ou sofisticação. O seminário serviu para aproximar a única cooperativa agrícola que resta na cidade de Caxias do Sul, com o seu potencial consumidor a unidade do 3º Grupo de Artilharia Antiaérea, localizado na cidade.

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia ... s-Armadas/


Obs: O negrito é meu. ;)


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qua Ago 26, 2015 1:29 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

Novos produtos são cadastrados como estratégicos de defesa

ago 23, 2015

Imagem
Reunião da CMID cadastra novos produtos e empresas como estratégicos de defesa. (Imagem: MD)

Doze novos produtos e duas novas empresas foram credenciados como estratégicos de defesa, e passarão a contar com benefícios previstos na lei 12.598, criada para fortalecer a Base Industrial de Defesa (BID).

A classificação foi tratada semana passada durante reunião da Comissão Mista da Indústria de Defesa (CMID), mais alto fórum que reúne representantes de diversos ministérios para tratar de questões importantes para o setor.

Entre os novos produtos cadastrados, estão radares de geração avançada com alto potencial para exportação, módulos eletrônicos e equipamentos para radio-navegação de aeronaves. Também passaram a fazer parte do hall de produtos estratégicos de defesa equipamentos como transponder duplo, serviços de manutenção, rádios de comunicação, software de segurança da informação, além de serviço de gestão de projetos na área de integração de armamentos em submarinos.

Nessa edição, a reunião da CMID contou, pela primeira vez, com a presença de representantes do setor, como a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Departamento da Indústria de Defesa da FIESP ( Comdefesa), e Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB).

O presidente da ABIMDE, Sami Hassuani, destacou os resultados de uma pesquisa encomendada pela associação para mostrar o impacto real da Defesa na economia do País. Realizado pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o estudo revela que, pelo elevado valor agregado, os produtos de defesa apresentam alto potencial de exportação e geram divisas importantes. “A cada R$ 10 bilhões investidos no setor da Defesa, o governo tem o retorno de R$ 5,5 bilhões em tributos”, destacou o presidente da entidade.

Além disso, Sami também falou sobre alguns dos entraves que, se fossem resolvidos, poderiam alavancar o setor. Um dos principais, na visão dele, é a questão do crédito e da dificuldade em se conseguir linhas de créditos para a defesa.

A secretária-geral do Ministério da Defesa, Eva Chiavon, participou do encontro e destacou a importância de as mais diversas áreas do governo poderem ouvir das próprias associações representativas quais são os principais desafios do setor.

“É aqui nessa mesa que nós vamos construir as respostas que a gente quer, sempre reforçando a importância da indústria nacional de defesa para o nosso país”, disse a secretária-geral.

Também participaram da reunião o chefe do Departamento de Logística, tenente brigadeiro-do-ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, o diretor do Departamento de Produtos de Defesa (DEPROD) e secretário-executivo da CMID, brigadeiro-do-ar José Augusto Crepaldi Affonso, além de representantes dos ministérios das Relações Exteriores, Indústria e Comércio, Ciência e Tecnologia, entre outros.

Ivan Plavetz

http://tecnodefesa.com.br/novos-produto ... de-defesa/


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Seg Ago 31, 2015 11:23 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Nov 29, 2007 9:11 pm
Mensagens: 9903
Localização: Caxias do Sul - RS
Matérias como as de cima são as legitimas pega tonto.... ou militontos.

Vão é ficar no "cadastro" mesmo... pegando poeira.

Sabem do que tenho medo... é de que tudo o que estamos AQUI predizendo a vários meses.. há alguns anos em alguns casos... está virando realidade.

A realidade, como estávamos alertando, que tudo iria virar pó... aqui está (abaixo), ao contrário dos pregadores marxistas pagos com o dinheiro do contribuinte.

Citação:
31/08/2015 às 05h00

Fabricantes demitem e país perde especialistas

Por Virgínia Silveira | De São José dos Campos

Depois de investir em mão de obra, inclusive com treinamentos e especialização no exterior, o setor aeroespacial e de defesa no Brasil está demitindo para fazer frente ao corte de investimentos do governo. Além do custo da demissão, essas pessoas levam boa parte do conhecimento das empresas. Segundo dados da AIAB (Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil), o setor aeroespacial e defesa emprega hoje 24 mil pessoas, sendo que a maior parte, cerca de 19 mil pessoas, trabalha na Embraer. Mas a área espacial é a mais atingida.

A falta de novos projetos e contratos, além da restrição orçamentária, ameaça a sobrevivência dessas empresas e de suas equipes. A produção da área espacial da Mectron, empresa controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia e responsável pelo desenvolvimento de mísseis, torpedos, radares e sistemas espaciais, foi fechada no primeiro semestre e 32 pessoas foram demitidas. Os cinco funcionários que ficaram, de nível gerencial, estão tocando alguns projetos ainda em andamento, segundo o presidente da Odebrecht Defesa, André Amaro. No total, a Mectron tinha 500 funcionários no começo do ano e agora tem 360.

Formado em engenharia eletrônica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) Arnaldo Wowk, com quase 40 anos de experiência no setor de defesa e espaço, foi um dos profissionais demitidos da Mectron. Com passagem pela Embraer e especialização na Agência Espacial Francesa (CNES), Wowk disse que está desiludido e teme pelo futuro dos projetos queainda estão em andamento na área espacial.

“Perdemos a capacitação técnica que permitia dar continuidade a projetos como o do foguete VLS. O contrato das redes elétricas do foguete, que teve 70% do seu desenvolvimento feito pela Mectron, será transferido para o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). Ele, no entanto, não tem corpo técnico para terminar os trabalhos”, afirmou.

A Opto Eletrônica, de São Carlos, atualmente em processo de recuperação judicial, também dispensou suas equipes técnicas ao reduzir de 85 para apenas 18 o núcleo de engenheiros e técnicos que atuavam na área de optrônica (único núcleo no Brasil).

Foi com este grupo que a empresa desenvolveu a câmera de alta resolução do satélite Brasil-China (considerado um marco para o programa espacial brasileiro) e o projeto do míssil A-Darter, feito com a África do Sul. Segundo o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Opto, Mário Stefani, 40% dos profissionais que saíram da empresa foram trabalhar em universidades e 20% estão sendo absorvidos por empresas e universidades estrangeiras.

Para formar um doutor em óptica, segundo Stefani, o tempo médio pode chegar a 17 anos. A Opto Eletrônica investiu inclusive na formação complementar de vários dos seus profissionais em universidades fora do Brasil.

“Pessoas com nível de qualificação sênior se movem pelo desafio. Quando não vêm perspectiva ficam desmotivadas”, afirma. Por serem muito qualificados, explica o executivo, esses profissionais dificilmente ficam desempregados, mas os projetos estratégicos do país acabam não tendo continuidade porque as equipes se dispersam.

Uma das principais cientistas à frente do desenvolvimento da câmera espacial da Opto, a física Érica Gabriela de Carvalho, de 38 anos, atualmente é professora de física no ensino médio de uma escola privada de São Paulo e dá aula cálculo e física na Universidade de São Paulo (USP).

Com mestrado em óptica e especialização na International Society for Optics and Photonics (Spie) e um curso de formação complementar em software de desenho óptico na Zemax, dos Estados Unidos, Érica conta que decidiu deixar a área espacial e de defesa, após ser demitida, porque não via nenhuma perspectiva de poder aplicar seu conhecimento em outra empresa ou instituição.

“O Brasil fez um investimento muito alto para o desenvolvimento da tecnologia das câmeras de alta resolução no país. A primeira opção era comprar isso fora, como aconteceu nos dois primeiros satélites feitos com a China”, diz. Para a cientista, o país perdeu a oportunidade de continuar evoluindo na aplicação desse conhecimento para o desenvolvimento de outros tipos de câmeras e equipamentos ópticos avançados.

A Orbital, especializada no desenvolvimento de painéis solares para satélites, reduziu em 50% o número de funcionários, dos quais 80% altamente qualificados, e hoje tem 21 funcionários. Parte dessa redução ocorreu por demissão e parte por falta de motivação. “A maior parte das pessoas saiu porque perdeu a motivação e por isso decidiu trabalhar em outro setor menos demandante de tecnologia”, afirmou o presidente da empresa, Célio Vaz.

Na Helibras a saída para manter os profissionais foi exportar serviços de engenharia para o grupo Airbus Helicopters. Considerado o quarto pilar de engenharia da matriz, junto com a França, Alemanha e Espanha, a Helibras no Brasil estava sendo capacitada para projetar um helicóptero totalmente nacional num prazo de cinco anos, mas com a crise o projeto foi adiado.

O centro de engenharia da empresa em Itajubá conta hoje com 73 especialistas. A empresa começou com sete pessoas em 2009. “Alguns aderiram ao plano de demissões voluntárias, mas as competências técnicas mais importantes e estratégicas para o grupo nós estamos conseguindo manter”, afirma Walter Filho, diretor do centro de engenharia da Helibras.

A estratégia para segurar essa mão de obra, segundo Filho, envolve além da venda de serviços internacionais para as filiais da Airbus Helicopters no mundo, o desenvolvimento de soluções diferenciadas que melhorem a competitividade dos produtos da marca no mercado brasileiro e também na América Latina. “Um exemplo recente é o interior vip do helicópopters no mundo, o desenvolvimento de soluções diferenciadas que melhorem a competitividade dos produtos da marca no mercado brasileiro e também na América Latina. “Um exemplo recente é o interior vip do helicóptero H130, que foi inteiramente feito pela Helibras no Brasil. O produto tem potencial para ser exportado para outros países da região”, disse.

Fonte: Valor Econômico, Via Poder Aéreo



:( :(

Sds.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Ter Set 01, 2015 12:02 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Crises econômicas são cíclicas, como as bonanças, a questão é não perdermos o foco. O momento agora é de maximizar o dinheiro que se tem a disposição das FFAA e não pulverizá-lo. A tentação de compras de prateleira (preços mais em conta) vai bater as portas, mas é preciso resistir a tentação.

Esta é uma situação passageira, mais cedo ou mais tarde ficará para trás, já temos o exemplo do passado, não podemos deixar nossa indústria retroagir tanto. O importante é não só reavaliar as prioridades como também, conforme colocado pelo Oganza, reavaliar o formato de negócio para o setor de defesa no país, a relação com a academia, bem como com as FFAA.

O GF/MD também precisa se reestruturar, seja quanto ao regime tributário, ou as políticas de compras, seja quanto o formato de financiamento das pesquisas no setor, é preciso definir prioridades e maximizar os recursos. Se uma força está investindo num determinado armamento (foco da matéria) e este também é útil à outra, o racional a se fazer é a junção de forças e esforços ($$$$$$) para não abandoná-lo pela metade, dando-lhe continuidade, e/ou acelerar seu desenvolvimento. Como eu disse, se desviar da tentação de compras de prateleira (e haverá muita gente aqui dentro fomentando isto, afinal quer ganhar um trocado).

Em tempos de vacas magras, não há outra escolha. Se diversos países conseguem esta proeza em tempos bicudos, por que não poderíamos?!?!

Até mais!!! ;)


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qua Set 16, 2015 4:06 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Será?!

Segundo a notícia, Irkut quer implantar um centro aeroespacial em Maringá-PR para produzir partes e fuselagem do MS-21.

http://www.defesaaereanaval.com.br/para ... il-russia/

Sei lá, pra mim é mais conversa do que algo factível.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Qua Set 16, 2015 4:39 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

14 de setembro de 2015

A sino-brasileira Shacman, de Tatuí (SP), investirá em fábrica de caminhões para suprir o Exército da Zâmbia

Posted by Roberto Lopes

Imagem
Linha de caminhões militares da Shacman foi exposta na LAAD 2015, no Rio

http://www.planobrazil.com/a-sino-brasi ... da-zambia/


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Sex Dez 11, 2015 3:28 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

10 de Dezembro, 2015 - 09:50 ( Brasília )

Imagem

BID - Uma revolução na cadeia aeronáutica


Maria Luisa Campos Machado Leal
Diretora de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da ABDI¹



Nesta semana, São José recebe a primeira edição da Aerospace Meetings no Brasil. O evento – realizado em salas de reuniões, longe de holofotes e microfones – leva anualmente gigantes da cadeia aeronáutica global a polos de fornecedores visando estimular novos negócios.

Desta vez, 500 representantes de 250 companhias de cerca de 20 países estarão na capital aeronáutica brasileira para conhecer mais de perto nossa indústria. Não é por acaso que o tradicional evento cruzou pela primeira vez a linha do Equador: movimento diferente está acontecendo entre fornecedores dessa cadeia por aqui e já atrai os olhares do mundo.

As pequenas e médias empresas fornecedoras da cadeia produtiva aeronáutica brasileira têm particularidade que merece ser observada na sua relação com empresa integradora do setor. A despeito de abrigar a Embraer, terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo, a cadeia de suprimentos nacional, de pequeno e médio porte, não se inseriu nas redes globais como em outros países: muitas delas não conseguiram diversificar atividades e portfólio de clientes e dependiam quase exclusivamente da fabricante de aviões. Isso limitava seu desenvolvimento.

Há cinco anos, percebendo dificuldades que alguns de seus fornecedores enfrentavam, a Embraer desenvolveu iniciativa para compartilhar suas práticas de gestão e de busca de produtividade com fornecedores da cadeia produtiva nacional. A iniciativa nasceu com o objetivo de fortalecer a cadeia e torná-la mais competitiva.

Para os fornecedores, a melhoria de qualidade e produtividade permitiria não apenas ampliar fornecimento de peças para a Empresa, mas também fornecer para outras indústrias. O sucesso da iniciativa –aumento do número de peças fornecidas e empregos gerados — serviu como inspiração para iniciativa em âmbito nacional: o PDCA (Programa de Desenvolvimento da Cadeia Aeronáutica) criado pela ABDI (Agencia Brasileira de Desenvolvimento Industrial) para promover sustentabilidade da rede de suprimentos da indústria aeronáutica, por meio de modelo de desenvolvimento e gestão com foco em melhoria de resultados, novos negócios e aumento de produtividade das empresas.

A iniciativa é desenvolvida em parceria com o Cecompi (Centro para Inovação e Competitividade do Cone Leste Paulista) e a Embraer, empresa líder da cadeia. O PDCA atua sobre quatro pilares: atendimento, custos, qualidade e eliminação de desperdícios, aplicando modelos de excelência em qualidade, conceitos kaizen, de célula base, desenvolvimento produtivo e gestão estratégica.

O referencial teórico adotado é do Modelo de Excelência de Gestão da Fundação Nacional de Qualidade, adaptado para o segmento. O programa foi desenhado para que, no médio prazo, mais competitivos e focados em inovação, fornecedores possam competir no mercado global aeronáutico ou de outros segmentos. Afinal, história da própria Embraer mostra que é possível às empresas brasileiras se inserirem nas cadeias internacionais. Para isso, é preciso investir em inovação, mantendo-se a par das tecnologias e recursos mais avançados, aumentar produtividade e reduzir custos.

A realização da Aerospace Meetings no Brasil, com fabricantes e fornecedores de primeira linha, representa uma primeira grande oportunidade para as empresas que desejam se inserir nas cadeias globais, fruto dessa verdadeira revolução silenciosa, que pode elevar nossa indústria aeronáutica a outro patamar.

¹Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia ... ronautica/


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Ter Dez 15, 2015 2:03 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

14 de Dezembro, 2015 - 18:00 ( Brasília )

ARTILHARIA - AVIBRAS e IMBEL assinam MOU
AVIBRAS e IMBEL firmam parceria para desenvolver Sistema Integrado Tático Universal para Artilharia

Imagem

A AVIBRAS, de São José dos Campos - SP e IMBEL com sede em Brasília-DF, duas expoentes dentre as indústrias de defesa no Brasil, celebraram no dia 10 de dezembro, nas dependências da IMBEL, a assinatura de um Memorando de Entendimento (MOU), visando o desenvolvimento conjunto de um Sistema Integrado Tático Universal para Artilharia.

Este sistema visa revitalizar artilharia de tubo do Exército Brasileiro por meio da implementação de modernos equipamentos computacionais para cálculos de tiro, equipamentos de comunicação e meios modernos de geolocalização e busca de alvos.

Com a soma de suas competências e excelência de suas engenharias, as empresas serão capazes de oferecer um produto de grande eficiência operacional e baixo custo que pode ser integrado a grupos de artilharia que empregam tanto os obuseiros modernos quanto os mais antigos, além de poder ser utilizado também com morteiros.

Tudo isso com elevado índice de nacionalização, criando tecnologia própria, gerando empregos de alta especialização e renda para o país, já que existem reais possibilidades de exportação de tal sistema.

http://www.defesanet.com.br/terrestre/n ... sinam-MOU/


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Sáb Abr 02, 2016 4:37 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

Radar Oceânico da IACIT pode monitorar as provas aquáticas durante os JO RIO 2016

Sistema fará o monitoramento dos mares brasileiros já a partir deste ano. Equipamento foi um dos destaques do Pavilhão Brasil na FIDAE

Imagem
Sistema Radar Oceânico da IACIT fará o monitoramento dos mares brasileiros já a partir deste ano. Equipamento foi um dos destaques do Pavilhão Brasil na FIDAE

http://www.defesanet.com.br/fidae/notic ... -RIO-2016/


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Sáb Abr 09, 2016 9:33 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Fev 18, 2010 6:44 pm
Mensagens: 958
Empresa mineira desenvolve campo de força contra drones

Imagem
A empresa desenvolveu um equipamento capaz de bloquear e assumir o controle do drone; O bloqueador foi desenvolvido em parceria com Manaus Instituto de Tecnologia (MIT) e a Universidade Estadual do Amazonas (UEA).

Ao mesmo tempo em que traz tranquilidade, facilidade e comodidade, a tecnologia, se mal utilizada, também pode oferecer perigos. Pensando nisso, a empresa mineira Polsec, que fornece aparelhos de segurança há 20 anos, desenvolveu um sistema para coibir o mau uso de uma das tecnologias mais utilizadas nos últimos tempos: os drones. A empresa desenvolveu um equipamento capaz de bloquear e assumir o controle do drone.

“Nosso intuito é usar esse equipamento em prol da segurança pública. Um drone em cima de um estádio pode ser utilizado para jogar produtos químicos no campo, por exemplo ou ele pode ser usado para o tráfico de drogas. Outras vezes ele é utilizado sobrevoando casas e invadindo a privacidade das pessoas” explica o presidente da empresa especialista em tecnologia de inteligência e contra inteligência Renato Werner.

O bloqueador foi desenvolvido no Brasil, durante meses de pesquisa da Polsec em parceria com Manaus Instituto de Tecnologia (MIT) e a Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Werner explica que vários países, principalmente os que sofrem ataques, já estão preocupados com os perigos dos drones. Um exemplo é a Holanda que treinou águias para derrubar o equipamento em caso de mau uso.

“Nós sabemos que hoje o acesso aos drones é muito grande e ao mesmo tempo que essa tecnologia é benéfica ela pode trazer muitos problemas para a sociedade. Uma das nossas preocupações é com mau uso deles durante as Olimpíadas no Brasil. O evento tem histórico de ataques terroristas. Esse é um perigo real. Esperamos atuar em prol da segurança durante o evento”, afirma Werner.

Segundo ele, o equipamento desenvolvido pela empresa é capaz de detectar o sinal do drone e bloquear o controle dele. “Os drones possuem um sistema de segurança para não cair. Então depois que bloqueamos o controle ele pode ficar parado no ar esperando comunicação ou pode voltar para o lugar de onde ele saiu, sem colocar em risco a vida de outras pessoas”, explica Werner. O trabalho é feito sem interferir em outros sinais como os de wi fi e de celulares.

Além do aparelho bloqueador a empresa também oferece treinamento de operação que pode ser vendido para autoridades e órgãos governamentais que têm legitimidade e capacidade de operar.

Link: (http://www.planobrazil.com/plano-brasil-tecnologia-empresa-mineira-desenvolve-campo-de-forca-contra-drones/.

Comentários:
Eu fico impressionado com a capacidade criativa desse país, se houvesse interesse governamental e militar; hoje não estaríamos importando tanta tecnologia estrangeira.
Como sempre digo, basta dá uma pesquisada em sites de tecnologia nacional; que verão pesquisas;protótipos e projetos no limite do conhecimento humano.
E o mais importante, tudo feito localmente por empresas e instituições de pesquisa nacional sem a mínima interferência estrangeira, o que em países sérios seria incentivado e adquirido ; para só assim garantir a soberania e sigilo do equipamento.
E manter o domínio em mãos nacionais; mas isso aqui é Brasil né !
O incentivo$$$ estrangeiro$$$ fala mais alto do que tudo.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Indústria de Defesa Nacional
MensagemEnviado: Seg Mai 02, 2016 11:28 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Imagem

2 de maio de 2016 at 9:42

UMA NOVA ONDA ÁRABE? Depois dos Emirados Árabes Unidos, também o Ministério da Defesa do Irã busca aproximação com a indústria bélica brasileira

Posted by Roberto Lopes

Imagem
Imagem
Imagem
A sequência mostra os visitantes iranianos conhecendo as viaturas militares brasileiras, o almirante Rastaghari, e o grupo de visitantes em uma foto de recordação de sua visita, juntamente com o general Guido Amin

http://www.planobrazil.com/uma-nova-ond ... rasileira/

Obs: O Irã não é árabe, mas persa.


Voltar ao topo
 
Exibir mensagens anteriores:  Ordenar por  
Criar novo tópico Responder  [ Array ]  Ir para página Anterior  1 ... 38, 39, 40, 41, 42  Próximo

Todos os horários são


Quem está online


Enviar mensagens: Proibido
Responder mensagens: Proibido
Editar mensagens: Proibido
Excluir mensagens: Proibido
Enviar anexos: Proibido

Ir para:  
Powered by phpBB © 2000, 2002, 2005, 2007 phpBB Group  
Design By Poker Bandits  
Traduzido por: Suporte phpBB Brasil