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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sex Jan 16, 2015 7:44 pm 
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Pois é... Quantas vezes foi dito aqui que os pagamentos estavam sendo atrasados? Mas aí saía uma notícia qualquer do marketing da Helibrás e era "a prova de que tudo vai bem". Desde 2013 que o GF tenta empurrar essa conta para as FFAA, mas elas não aceitam sangrar seu orçamento com compromissos que não foram assumidos voluntariamente por elas. Filho sem pai, fica sem comida...
Para quem acredita, são 4 parcelas não pagas, o que significa zero dindim para a Helibrás em 2014. Ela está totalmente no vermelho, tendo vendido somente 4 helicópteros em 2014 (falo dos demais de sua linha).
E como ficam as empresas que investiram para receberem a ToT?
Medidas drásticas estão sendo negociadas.


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sex Jan 16, 2015 10:12 pm 
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Acho que os amigos estão se precipitando em suas colocações. Se não olharmos este projeto, como o de outros, por outros ângulos, nunca entenderão direito se foi ou não acertado frente a outros de compras de prateleira, visto que projetos deste tipo não se medem em apenas 05 anos, leva-se bem mais tempo e vocês sabem disso, aliás, nem se findam em si. O AMX que o diga, apesar de não ter sido na FAB lá essas coisas, foi um salto tecnológico e tanto para a Embraer e seus futuros projetos (EMB-123, EMB-145, EMB-170/190, etc....)

Em primeiro lugar, ninguém imaginava em 2008/2009 que haveria uma crise dessas proporções em 2014, nem crise econômica interna, nem crise do petróleo externamente (que acaba por baixar as expectativas por aqui), muito menos o tal Petrolão. E o que tudo isto tem haver?!

Muita coisa, pois não havendo a crise nestas proporções (especialmente o GF tendo que abrir os cofres com projetos eleitoreiros pra eleger a Presidente) este projeto, como o de outros, ainda estaria sendo tocado normalmente, mesmo com o problema da MGB ter atrasado as entregas de 2013 e 2014 (mais um fator que ocasionou às entregas às FFAA).

Outro fator que pesou contra foi a briga velada da Arábia Saudita contra o petróleo de xisto nos EUA (além de uma ajudinha aos EUA para derrubar os preços, com objetivos geopolíticos ante à Rússia), este fator tem atrapalhado sobre maneira a exploração em águas profundas, nicho de mercado de helicópteros como o EC-225 e S-92.

Temos que levar em conta, também, que mesmo não havendo o projeto H-XBR como hoje o conhecemos, mas tão somente uma compra de prateleira de helicópteros de médio porte, e se mantivermos todos os problemas citados (fraco desempenho da economia nacional e problemas com os preços de petróleos e de exploração), nada indica de que não haveria problemas orçamentários para manter tais projetos de aquisição, ou seja, o orçamento das FFAA poderia ser ainda pior, não haveria garantia de nada se tivéssemos o mesmo problema de hoje, detalhe, gerando a mesma coisa de conhecimento técnico que outrora tínhamos, ou seja, NADA. Por isso escrever/dizer de que teria sido melhor isto ou aquilo, é nada mais nada mesmo do que uma falácia. O único discurso que ainda teríamos, como o que está acontecendo agora, é justamente contra o atual GF e seu partido (de irresponsáveis, de falastrões, etc...).

Mas a pergunta é, e o pós crise, como ficará quando a economia voltar a crescer como dantes? Como ficará quando o preço de petróleo voltar a crescer, quando os custos de exploração em águas profundas compensarem? Seria melhor reagruparmos os projetos que agora estão em compasso de espera-devagar, ou o melhor seria retornarmos com compras de prateleiras, gastando ainda mais no exterior, sem retorno econômico, financeiro e tecno-industrial nenhum?

O que eu percebo é a persistência de um discurso de que iria dar errado e que na primeira oportunidade em um ou outro problema, quererem vender este discurso como algo finalístico: "pronto, está tudo acabado!" Quantas vezes lemos e ouvimos dizer que projetos nos EUA, depois da crise de 2008 não iriam pro vinagre porque não havia dinheiro no momento?! V-22? F-35?, etc... Desculpe senhores, mas acho que vocês estão cantando vitória antes do tempo, parece até aquele desenho animado de Carangos e Motocas.

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Volto a escrever, uma coisa é ter uma diminuição na produção por um ou dois anos, outra coisa é ter a linha de montagem totalmente fechada e o projeto finalizado, até lá é torcida de futebolística.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sex Jan 16, 2015 11:56 pm 
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Não tem ninguém cantando vitória aqui. Esse foi o autêntico jogo do perde-ganha. Nós perdendo. E era bola cantada! Primeiro porque nunca houve um estudo de viabilidade para se dizer quantas aeronaves precisavam ser fabricadas para viabilizar a linha de produção. O número veio pronto: 50! E não pôde haver discussão. Só sobre quem iria ficar com quantas e com qual configuração. A MB não tinha necessidade, e continua sem precisar,de 16 aeronaves desse porte. O PRM em execução na época contemplava somente 2 UH-14 a mais, para Manaus. O posterior PAEMB veio com números astronômicos de EC-725, tendo o modelo definido porque o contrato já estava assinado. Não havia prioridade nem para os 2 UH-14. Portanto, sem esse projeto, não haveria compra de prateleira de mais do que 12 para a FAB. Porque ele não era necessário.
Segundo porque, de tudo o que você falou de intempéries, só a queda do preço do petróleo era imprevisível. O resto foi fabricado por nós mesmos, na esteira do projeto de poder de um bando de aloprados. E era exatamente isso que nos levava a dizer ( os realistas ou céticos como eu) que esse e outros projetos eram devaneios. Nunca houve a chance de dar certo! Simplesmente nunca houve planejamento a longo prazo. Nunca houve um plano de negócios a respeito. Os franceses sim fizeram o seu, por isso colocaram esse número absurdo a um preço estorcivo. Investiu-se pesado em uma máquina em fim de linha, com concorrente até dentro da própria fábrica (o 175 que agora está sendo oferecido).
Terceiro, para o mercado civil, tanto faz se é feito aqui ou não. O que interessa é o custo x benefício. Bastava analisar o mercado brasileiro offshore para saber que nossas empresas são controladas por gigantes estrangeiras, que compram ou fazem leasing em grandes lotes de aeronaves e as distribuem pelas suas subsidiárias mundo a fora. Pouco lhes importa se é feito no Brasil ou não. Elas virão por leasing de empresas no exterior. O custo para elas é o mesmo, seja feito aqui ou na França. E quem é que a CHC ou Bristow vão procurar, a Helibrás ou a Airbus? A resposta é óbvia.
O atraso nas entregas nada tem haver com o problema na MGB. Continuaram a ser entregues e agora começou o retrofit. Na MB só o 7101 recebeu a modificação. Exatamente o primeiro. O problema foi falta de pagamento. E vai continuar.
Quando o pré-sal for retomado, quem vai dar as cartas são os que para lá voam hoje: S-92 e AW-139. Com a chegada dos super-médios (EC-175 e AW-189), entrarão firme nesse seguimento. EC-225? Esqueça. Muito caro de operar e sem confiança do mercado. Tanto que continua sem voar para o pré-sal.
Quando a economia voltar aos eixos (quando?) nada vai mudar para esse projeto. Porque foi algo feito sem preocupação de futuro. Nem pelos franceses e nem pelo partido do governo. É seja o que Deus quiser. Sempre foi.
O que virá agora? O socorro, com dinheiro do tesouro, às empresas que investiram para receber a ToT e não terão escala de produção! Podem esperar. Nem os 50 estão mais garantidos...


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sáb Jan 17, 2015 12:27 pm 
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Wellington, vou ter que fracionar para desenvolver o meu raciocínio

Wellington Góes escreveu:
Acho que os amigos estão se precipitando em suas colocações. Se não olharmos este projeto, como o de outros, por outros ângulos, nunca entenderão direito se foi ou não acertado frente a outros de compras de prateleira, visto que projetos deste tipo não se medem em apenas 05 anos, leva-se bem mais tempo e vocês sabem disso, aliás, nem se findam em si. O AMX que o diga, apesar de não ter sido na FAB lá essas coisas, foi um salto tecnológico e tanto para a Embraer e seus futuros projetos (EMB-123, EMB-145, EMB-170/190, etc....)

Aqui parece que, mais uma vez houve, por parte dos gestores, duas falhas aparentes e comuns em se tratando de Brasil.
Como Administrador de Empresas e Gestor, sempre advoguei os princípios do planejamento e da sustentabilidade.
Você não sai assinando um contrato deste porte e tamanho sem as premissas básicas da necessidade, da sustentabilidade (fluxo de recursos na linha do tempo) e do retorno (fim a que se propõe o projeto).

As FFAAs não tinham a necessidade desta quantidade "planejada" deste helicóptero. A sustentabilidade do fluxo de recursos previsto não contemplou o fator "politico" da não observância de fluxos orçamentários a projetos no Brasil. Nenhum grupo politico privilegia projetos de médio ou longo prazos no Brasil. Nenhum. Muito menos projetos de cunho militar. Quem disse isto ?? A história... o passado... e como acabamos de presenciar.... a atualidade. E o retorno deste projeto será, mais uma vez, pífio... as aeronaves serão sub usadas para o fim a que se propõe... a TOT proposta e PAGA se perderá no tempo e PIOR... pela falta de continuidade e dispersão dos engenheiros e técnicos ...o conhecimento adquirido (que tem prazo de validade) jamais será posto em prática, pois não vamos desenvolver um heli nacional a partir da ToT comprada... não haverá mercado e nem dinheiro para isto por muito tempo. Quando a situação melhorar teremos que começar de novo. Repete-se o projeto do AMX, da Engesa e outras empresas e projetos que se perderam na linha do tempo.

Em primeiro lugar, ninguém imaginava em 2008/2009 que haveria uma crise dessas proporções em 2014, nem crise econômica interna, nem crise do petróleo externamente (que acaba por baixar as expectativas por aqui), muito menos o tal Petrolão. E o que tudo isto tem haver?!

Crise ??? Que crise ?? A "crise" só existe na cabeça ou melhor, na boca dos políticos que usam o termo para justificar os seus erros, equívocos e incompetências e suas roubalheiras. Praticamente todos os países mais afetados pela crise de 2008 já estão em vias bem sólidas de recuperação, muitos países da A. Latina sequer a conheceram não nas proporções de uma Grécia ou Portugal, por exemplo.
Patinaram um pouco mas o crescimento existe. A China não vai crescer zero este ano... mas também não vai mais crescer a 12% aa como vinha crescendo, mas crescer 7% ainda é um absurdo. O Brasil jamais estaria em crise profunda (como parece que vai estar) se fosse bem administrado e se não tivesse que pagar o preço de um grupo politico que quer se perpetuar no poder para poder dilapidar e enriquecer suas fileiras e seus dirigentes a troco de roubos, comissões e todo tipo de falcatrua e crime. Para se perpetuar no poder criou programas compra votos, subsidiou programas sem retorno, vez vistas grossas e mesmo incentivou a industria do seguro desemprego pago pela viúva, gastou e endividou o tesouro por cem anos.... supervalorizou a moeda deu crédito a todo tipo de empresário falcatrua inundou o mercado com crédito barato enquanto pagava taxas de agiota ao mercado de capatação e tudo ou mais que só agora a imprensa e o Ministério Público vem relatando.


Muita coisa, pois não havendo a crise nestas proporções (especialmente o GF tendo que abrir os cofres com projetos eleitoreiros pra eleger a Presidente) este projeto, como o de outros, ainda estaria sendo tocado normalmente, mesmo com o problema da MGB ter atrasado as entregas de 2013 e 2014 (mais um fator que ocasionou às entregas às FFAA).

Com as cacas politicas feitas... muitos vinham dizendo a tempos que o projeto era muito caro além ou demais para a nossa bolinha e que não tínhamos constância orçamentária para bancar tantos e caros projetos militares ao mesmo tempo, ainda mais sabendo do projeto politico bajulador e mão aberta do GF (leia-se corruptor de eleitores sem massa encefálica). Os problemas da Main Gear Box foram posteriores mas mesmo assim perfeitamente explicados e alertados por colegas entendidos do assunto e do ramo, pelas alterações ao projeto original, como o acréscimo de potência do motor Makila e o acréscimo de uma pá (de quatro para cinco).

Outro fator que pesou contra foi a briga velada da Arábia Saudita contra o petróleo de xisto nos EUA (além de uma ajudinha aos EUA para derrubar os preços, com objetivos geopolíticos ante à Rússia), este fator tem atrapalhado sobre maneira a exploração em águas profundas, nicho de mercado de helicópteros como o EC-225 e S-92.

É verdade, mas sempre foi alertado por muitos que o projeto do Pré Sal era caro, difícil tecnicamente, que não tínhamos os recursos financeiros para toca-lo...que dependeríamos de financiamento externo... e sobretudo que envolvia altos riscos de mercado.... que é dominado por países cujos custos de exploração são muito baixos e que detém reservas de magnitude que podem manipular o mercado por anos. O gás de xisto é só mais uma variável na equação... poderia ter sido outra, inclusive geopolítica. Quem planeja tal investimento ( do Pré Sal) tem que levar em consideração variáveis aleatórias como esta.... aposto que ninguém pensou "e se o mercado despencar, os preços derreterem.... o que faremos ?? ". Outro fator... a lambança e a ganância do GF e estados produtores numa legislação que impôs pesados royalties a exploração, uma desastrosa e cara capitalização ou re estatização da Petrobrás... que deixou o mercado ressabiado e afastou investidores... restando somente os abutres chineses no páreo. Para completar o bolo, a cereja, o escândalo do Petrolão e a roubalheira na Petrobrás... que o GF sabia a muito tempo... ou achas que só o ex-presidente é que não sabe de nada ??

Temos que levar em conta, também, que mesmo não havendo o projeto H-XBR como hoje o conhecemos, mas tão somente uma compra de prateleira de helicópteros de médio porte, e se mantivermos todos os problemas citados (fraco desempenho da economia nacional e problemas com os preços de petróleos e de exploração), nada indica de que não haveria problemas orçamentários para manter tais projetos de aquisição, ou seja, o orçamento das FFAA poderia ser ainda pior, não haveria garantia de nada se tivéssemos o mesmo problema de hoje, detalhe, gerando a mesma coisa de conhecimento técnico que outrora tínhamos, ou seja, NADA. Por isso escrever/dizer de que teria sido melhor isto ou aquilo, é nada mais nada mesmo do que uma falácia. O único discurso que ainda teríamos, como o que está acontecendo agora, é justamente contra o atual GF e seu partido (de irresponsáveis, de falastrões, etc...).

Nada indica ?? Tudo indica... sempre tivemos problemas de orçamento pois nunca planejamos ... tudo é acertado politicamente para, hora aplacar os ânimos dos políticos, hora para alavancar uma eleição, hora para devolver o "investimento" dos financiadores de campanhas politicas e assim vamos indo. Estado que é bom .... nada. Federação só existe no papel.

Portanto, eu fui um dos "pessimistas" que avisou... falou...escreveu.... e ACERTOU !!
Aliás não sou pessimista mas como disse o Macegueiro, somos REALISTAS.


Mas a pergunta é, e o pós crise, como ficará quando a economia voltar a crescer como dantes? Como ficará quando o preço de petróleo voltar a crescer, quando os custos de exploração em águas profundas compensarem? Seria melhor reagruparmos os projetos que agora estão em compasso de espera-devagar, ou o melhor seria retornarmos com compras de prateleiras, gastando ainda mais no exterior, sem retorno econômico, financeiro e tecno-industrial nenhum?

Após a crise... que aqui costumam durar entre 10 e 20 anos.... bom aí já muitos de nós não estará mais aqui.

Fora isto... depois da "crise"... já vimos este filme antes ..... vamos começar tudo de novo. Gastando novamente pois os investimentos caducaram, as tecnologias evoluíram, os conhecimentos se dispersaram, pessoas morreram.
Andamos em círculo.. de lado... crescemos por pulos... já disse antes: O Brasil e seus virtuosos voos de galinha !


O que eu percebo é a persistência de um discurso de que iria dar errado e que na primeira oportunidade em um ou outro problema, quererem vender este discurso como algo finalístico: "pronto, está tudo acabado!" Quantas vezes lemos e ouvimos dizer que projetos nos EUA, depois da crise de 2008 não iriam pro vinagre porque não havia dinheiro no momento?! V-22? F-35?, etc... Desculpe senhores, mas acho que vocês estão cantando vitória antes do tempo, parece até aquele desenho animado de Carangos e Motocas.

Infelizmente não aprendemos. Não temos cultura. Não somos uma verdadeira nação, uma sociedade com propósitos... somos regidos pela lei de Gerson (cujo axioma maior é levar vantagem).... somos a pior democracia do mundo ocidental... somos lenientes e.... cordiais !!

Não canto vitória.... choro a realidade !

Volto a escrever, uma coisa é ter uma diminuição na produção por um ou dois anos, outra coisa é ter a linha de montagem totalmente fechada e o projeto finalizado, até lá é torcida de futebolística.

Até lá vamos trabalhar, pagar impostos, taxas e contribuições.... e voltar ao mesmo lugar de antes: A linha de partida.

:( :(

Até mais!!! ;)


Sds.


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Dom Jan 18, 2015 2:43 pm 
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Salve Baschera,

Excelentes comentários.

1 abraço


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Seg Jan 19, 2015 12:56 pm 
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arataca escreveu:
Salve Baschera,

Excelentes comentários.

1 abraço


Grato.

Sds.


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sáb Fev 28, 2015 4:13 pm 
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28 de fevereiro de 2015 at 14:18

Centro de Treinamento da Helibras utiliza conjuntos mecânicos reais para instrução do EC225 e EC725

Posted by Gérsio Mutti

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Novos componentes permitem aos alunos praticar diversas atividades que antes eram apenas simuladas por questões de segurança

O Centro de Treinamento da Helibras, localizado em Itajubá (MG), ampliou sua oficina de treinamentos práticos com a instalação de conjuntos mecânicos reais dos helicópteros EC225/EC725 para a qualificação de mecânicos nesses modelos.

Os materiais utilizados são as caixas de transmissão principal, traseira e intermediária, a cabeça do rotor principal, o trem de pouso, as pás e o bloco hidráulico. Por meio deles o aluno tem a possibilidade de praticar diversas atividades que antes eram apenas simuladas por questões de segurança.

“No treinamento com os conjuntos mecânicos, o aluno pratica os procedimentos de manutenção previstos nos cartões de trabalho da documentação técnica do helicóptero com a supervisão do instrutor, o que o torna mais seguro com relação à atividade e melhor preparado para aplicá-la sozinho”, ressalta Cintia Trentini, gerente do Centro de Treinamento da Helibras.

Foram qualificados pelo CT da empresa cerca de 400 profissionais no modelo EC225/725 entre pilotos, mecânicos e técnicos para familiarização com as aeronaves.

As aulas oferecidas são teóricas e práticas, com atividades com as peças reais e tarefas essenciais realizadas no helicóptero, como localização, manuseio e testes funcionais.

Além dos conjuntos mecânicos disponíveis, o Centro de Treinamento também possui ferramentas especiais, simuladores e emuladores dos diversos sistemas aviônicos instalados nos helicópteros, para que o aluno termine seu treinamento capacitado a realizar a manutenção do modelo estudado com eficiência.

Fonte: Convergência Comunicação Estratégica

http://www.planobrazil.com/centro-de-tr ... 5-e-ec725/


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sáb Out 24, 2015 1:54 pm 
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Oficinas da Helibras recebem certificação internacional

http://tecnodefesa.com.br/oficinas-da-h ... rnacional/


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sex Dez 11, 2015 7:58 pm 
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30 de novembro 2015

Oficinas da Helibras conquistam certificação para serviços nos conjuntos mecânicos de H155 e AS365

As oficinas de manutenção, revisão e reparos da Helibras, localizadas em Itajubá (MG) receberam uma complementação da certificação da Airbus Helicopters / ANAC / TCCA (órgão de aviação civil do Canadá) para serviços nos helicópteros H155 e AS365 (vistos abaixo em fotos do fabricante) que operam nos dois países. Após treinamento ministrado por um técnico da matriz, os profissionais brasileiros foram qualificados para realizar a revisão geral de todos os conjuntos mecânicos desses modelos.

Essa é mais uma etapa realizada pela Helibras visando oferecer aos clientes serviços completos, sem a necessidade de enviar componentes das aeronaves em operação no Brasil para o exterior.

Esta qualificação capacita as oficinas a atenderem as frotas do Exército Brasileiro, que opera os AS365 Pantera e a versão modernizada K2, assim como as unidades de AS365 e H155 que atuam no mercado executivo e Oil & Gas no país.

ImagemImagem

http://segurancaedefesa2.provisorio.ws/ ... AS365.html


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sáb Abr 02, 2016 5:41 pm 
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Helibras recebe certificação da EASA para manutenção
Oficinas brasileiras conquistam segundo reconhecimento internacional para serviços desenvolvidos no Brasil

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Oficinas brasileiras da HELIBRAS conquistam segundo reconhecimento internacional para serviços desenvolvidos no Brasil

http://www.defesanet.com.br/helibras/no ... anutencao/


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sex Abr 15, 2016 7:41 pm 
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38 anos de Helibras.

http://www.defesaaereanaval.com.br/14-d ... -helibras/


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sex Abr 29, 2016 1:13 pm 
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Mais um problemão para a Airbus Helicopters e suas subsidiarias....


http://www.ibtimes.co.uk/norway-helicop ... en-1557462

Esta matéria cita o modelo e o fabricante, e já há confirmação (BBC, The Independent, The Guardian) que se trata de um EC-225 e a Statoil já determinou a suspensão de todos os voos deste modelo por parte de suas empresas contratadas.

Sds.


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sáb Abr 30, 2016 1:18 am 
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Baschera, e pelos videos que estão saindo na net, da toda cara que o rotor se soltou durante o vôo.

https://www.youtube.com/watch?v=LjBh3PF6-Xk


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Sáb Abr 30, 2016 12:24 pm 
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:shock: Que merd@!!!!


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 Título: Re: Helibras
MensagemEnviado: Qua Mai 25, 2016 12:15 pm 
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Helibras recebe novos reconhecimentos de crédito no programa H-XBR

Por Tecnodefesa - maio 19, 2016

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A Helibras recebeu, no mês de abril, novas cartas de reconhecimento de crédito emitidas pela Comissão Coordenadora do Programa de Aeronaves de Combate (COPAC), organismo do Comando da Aeronáutica, no âmbito do Acordo de Compensação Comercial, Industrial e Tecnológico do programa H-XBR.

Os certificados referem-se ao cumprimento de quatro novos itens do projeto, incluindo a estruturação da cadeia de fornecedores para os motores dos helicópteros H225M no Brasil. Neste aspecto, foram contemplados o início da montagem da motorização Makila 2A1 nas instalações da Turbomeca do Brasil, em Xerém (Rio de Janeiro), e a primeira revisão geral do motor Makila 2A1 pela empresa fornecedora, no país.

Com relação às atividades desenvolvidas na Helibras, os reconhecimentos tratam da inspeção FAI (First Article Inspection) que validou a planta da empresa em Itajubá (MG) para a montagem e testes das Caixas de Transmissão Principal (CTP) das aeronaves H225 e H225M, e a entrega da primeira CTP montada no Brasil para a linha de produção da empresa.

“Esses reconhecimentos sinalizam o acompanhamento e certificação da COPAC de que a Helibras mantém o seu compromisso de gerar, no país, desenvolvimento, fortalecimento da cadeia produtiva e qualificação de profissionais para a indústria aeroespacial”, comentou o presidente da Helibras Richard Marelli.

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Cartas emitidas pela COPAC referem-se ao cumprimento de quatro itens de cooperação industrial. (Imagem: Helibras/ Renato Olivas)

Ao todo, os créditos chegam ao valor de ‎€ 25 milhões reconhecidos. Esse montante é somado aos demais créditos já concedidos pela COPAC à Helibras e que deverão, ao final do programa, atingir um total de ‎€ 1,9 bilhão em investimentos do projeto H-XBR no Brasil.

Vale lembrar que o programa H-XBR corresponde a um contrato assinado em 2008 pelo Ministério da Defesa e pelo consórcio Helibras/Airbus Helicopters para fornecimento de 48 helicopteros H225M para as FFAA brasileiras (16 para cada uma delas) e dois para a Presidência da República. O acordo contempla transferência de tecnologias incluindo capacitação de parceiros industriais brasileiros no projeto.

Ivan Plavetz

http://tecnodefesa.com.br/helibras-rece ... ama-h-xbr/


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