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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Qui Jan 29, 2015 6:11 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Há mercado interno e há possibilidade para alavancagem, o que falta é melhor gestão e menos burocracia estatal, aliás, de estatal só o aporte financeiro (empréstimos) estaria mais do que suficiente, não é preciso termos empresas estatais envolvidas, isto eu sou contra, sempre fui, vivo dizendo que se eu fosse presidente, a Petrobras já teria sido dividida em duas, ou três, e vendida ao mercado privado (claro, limitando a participação de empresas estrangeiras). Empresa estatal só serve como cabide de emprego a facilitação de maracutaia política. Ainda mais empresa que detém o monopólio de exploração, isto não é bom, nunca foi e nunca será.

E Strobel, discordo de ti, é sim nossa vocação termos uma industria naval, aeronáutica, férrea, automotiva, espacial, etc...., o que falta é melhores controladores mercadológicos e menos burocracia estatal.

Uma coisa é fomentar e fortalecer a indústria privada nacional, através de mecanismo de mercado, outra coisa é fomentar isto através de empresas estatais e suas pilantragens.

Até mais!!! ;)



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O Brasil ja possuiu uma das maiores industrias navais do mundo.

Estivemos entre os maiores entre fins dos anos 70 e 80.....foi na virada dos anos 80/90 que a coisa degringolou...

O Brasil possui tudo para voltar a ter uma otima posição neste ranking e seria um absurdo abandonar isto apenas pela decepção e inepcia do capital humano governamental.

Se fomos os maiores a bem pouco tempo atras, numa época em que o fluxo do comercio internacional nem era tão grande, como é que agora eu não teria demanda para isto???? falta de demanda não é porque pagamos uma baba de contas em fretes maritimos com armadores internacionais.

Se a industria foi grande, então competencia tem e bom capital humano tambem, embora leve tempo agora para resgatar as defasagens tecno industriais disto...

então, SOU UM TEIMOSO que reza para encontrar outros teimosos que ajudem o Brasil a não desistir disto.

Nossa pesca é ridicula e nossa frota mercante sumiu....em 1986, tinhamos 169 navios...em 98 passaram a ser apenas 42...não temos mais frota internacional nem sequer cabotagem...francamente, vou desistir de tudo isto com toda esta necessidade? Já nos acostumamos mesmo a não ter nada de infraestrutura?

Somente com o mercado do petroleo e industria offshore é que a construção começou a se recuperar ...mas este é um viés que não adiante ter apenas uma grande frota de pretroleiros...nem de transporte de minerios como da vale...

Não sou contra estatal.

Sou contra a visão Brasileira sobre estatal.

Se a empresa obedece a interesses estratégicos pode sim ser estatal.

Se a necessidade existe, não há nada de errado do estado criar uma empresa ou ser seu sócio e após mercado e demanda equilibrado, vende-la e utilizar o dinheiro fazendo a mesma coisa noutro setor que o necessite.

O estado deveria era fazer isto, criar e vender empresas naqueles setores que necessitem de desenvolvimento....depois de desenvolvido vende e assim, mantem e cria o atendimento as pessoas e nação.

O papel estatal na industria de defesa francesa é grande.

Andei dando mais umas olhadas em material para escrever novamente sobre aquela minha tese de Plantas mercantes para uso militar e vice versa....

A RFA - Royal Fleet Auxiliary é uma estatal britanica diretamente ligada ao Ministério da Defesa na qual possui a função de administrar toda a frota de navios auxiliares ( cerca de 18), com a função de dar o suporte a Royal navy em tudo o que seja em materia de reabastecimento, resuprimentos ou transporte, bem como alugar navios mercantes suplementares ou ainda fretar os seus proprios para serviços e trasnporte comercial enquanto não estiverem em uso. Seu quadro é de civis e reformados da marinha que mantem sempre grande integração e adestramento.

O papel estatal na industria de defesa francesa é grande.

Na monografia do Contra Almirante Fuzileiro Naval Gilmar Francisco Ferraço, vocês encontram uma boa analise da importancia da marinha mercante do ponto estratégico militar para qualquer nação:

https://www.egn.mar.mil.br/arquivos/bib ... ERRACO.pdf

O Brasil precisa e tem tudo para resgatar em um unico plano, sua industria naval, erguer uma estatal de transporte marítimo, reduzir custos da MB em caminho similar aos Britanicos com a Royal Fleet Auxiliary e daí....somente daí...ter realmente massa critica para deslanchar seus projetos militares navais sem voo de galinha...

Leiam esta monografia pois realmente contem alguns dados interessantes, principalmente sobre os programas de mobilização nacional em caso de guerra e nossas dificuldades pela ausencia desta industria, seu desalinhamento com as políticas de defesa e a consequente falta de uma marinha mercante nacional.

https://www.egn.mar.mil.br/arquivos/bib ... ERRACO.pdf


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Qui Jan 29, 2015 6:52 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Há mercado interno e há possibilidade para alavancagem, o que falta é melhor gestão e menos burocracia estatal, aliás, de estatal só o aporte financeiro (empréstimos) estaria mais do que suficiente, não é preciso termos empresas estatais envolvidas, isto eu sou contra, sempre fui, vivo dizendo que se eu fosse presidente, a Petrobras já teria sido dividida em duas, ou três, e vendida ao mercado privado (claro, limitando a participação de empresas estrangeiras). Empresa estatal só serve como cabide de emprego a facilitação de maracutaia política. Ainda mais empresa que detém o monopólio de exploração, isto não é bom, nunca foi e nunca será.

E Strobel, discordo de ti, é sim nossa vocação termos uma industria naval, aeronáutica, férrea, automotiva, espacial, etc...., o que falta é melhores controladores mercadológicos e menos burocracia estatal.

Uma coisa é fomentar e fortalecer a indústria privada nacional, através de mecanismo de mercado, outra coisa é fomentar isto através de empresas estatais e suas pilantragens.

Até mais!!! ;)


Concordo com a parte politica do teu post. No resto discordo.

Não temos mercado interno... sempre disseram que a industria naval só sobrevive se for fortemente exportadora, assim como é a da Coréia do Sul, entre tantas outras. Mais dramática é esta afirmativa se falarmos da indústria naval militar... e multiplicado por cem se formos falar de Brasil... onde se constroem navios militares a cada 40 anos...

Não priorizamos o transporte naval nem mesmo tendo uma das maiores costas do mundo.... nem mesmo tendo uma das maiores bacias hidrográficas do mundo. Não temos como local ou mesmo nacional empresas de cabotagem... 95% do que aqui transita (entenda-se por transporte marítimo) é de fora. Aliás este modelo é praticado na maioria dos países.

Nos anos 70 criaram até um fundo da Marinha Mercante.. para fomentar e financiar o setor.... depois reformaram este mecanismo nos anos 80/90.... nunca se viu o dinheiro. A industria toda ruiu.... sumiu... deixando um rastro de dívidas e esqueletos no armário. Mas teve pouca gente que ficou rica.... e muitos com passivos a receber.

Navio é como caminhão ou trem... serve para transporte.

Aliás..... trem então.... esta industria nunca decola... cresce muito pouco e custa uma fortuna criar uma ferrovia. Uma pena pois o pouco que tínhamos acabamos sucateando. Esta sim na minha visão teria condições de vingar se fosse concentrada em uma único fabricante para atender a demanda de vagões de carga, transporte de combustíveis e grãos... além de alguma coisa na área de transporte metropolitano (nada de trem bala) se houvesse um investimento constante.. haveria demanda ao longo dos anos inclusive para reposição e modernização.

Mas.... estamos no Brasil.... que não sabe absolutamente nada de planejamento e investimento estratégico.
.....

Sds.


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Qui Jan 29, 2015 8:35 pm 
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Carvalho, concordo que em regiões/setores específicos seja imprescindível o fomento de mercado através de uma empresa estatal, mas após o estabelecimento de um mercado autossustentável, não faz sentido manter empresas estatais que acabam por afastar o capital privado.

Resumindo, uma coisa é fomentar um mercado, outra coisa é tornasse dono dele.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Qui Jan 29, 2015 9:12 pm 
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Baschera, pode parecer ufanismo o que eu vou escrever, mas não é não. No Brasil qualquer indústria que se tente montar, se for bem dosada e apoiada, mercado tem e de sobra, mas o que é preciso? Menos intromissão do Estado, atrapalhando com excesso de burocracia e outros quetáles. É preciso, também, reformas importantes para que o setor privado se sinta seguro em investir, acabando, também, com as farras do ganho fácil no mercado financeiro (juros e outros mais).

Mercado sempre houve e há, não atoa gigantes internacionais possuem a maior fatia do mercado nacional, seja com relação ao setor ferroviário (trens de carga, trens urbanos e metrô, que o diga a Alston); transporte naval (internacional e/ou cabotagem, você mesmo citou os números da concentração de empresas estrangeiras) e aéreo. Tudo isto concentrado partindo de onde? Principalmente do Sudeste brasileiro! O Brasil só crescerá decentemente se houver além de uma reforma burocrática, uma reforma tributária (essa história - com H mesmo - de Estado tributar o que produz para outros Estados é uma loucura tributária só nossa, isto precisa acabar, isto encarece muita coisa, inclusive os investimentos em outros Estados).

Mercado interno e capacidade instalada temos para vários tipos de indústria, o que falta é menos voracidade e burocracia estatal, menos comodismo/esperteza do empresariado/investidor nacional e, principalmente, perseverança, pois não podemos deixar que no primeiro tombo, tudo se perca. Já dilapidamos num passado recente a nossa indústria nacional, não podemos deixar que tudo que foi remado para o rio acima, seja largado para correnteza levar rio abaixo de novo. O que é preciso neste momento são ajustes, separar o joio do trigo, tirar fora os oportunistas e seguir em frente.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Sex Jan 30, 2015 7:53 am 
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Wellington Góes escreveu:
Carvalho, concordo que em regiões/setores específicos seja imprescindível o fomento de mercado através de uma empresa estatal, mas após o estabelecimento de um mercado autossustentável, não faz sentido manter empresas estatais que acabam por afastar o capital privado.

Resumindo, uma coisa é fomentar um mercado, outra coisa é tornasse dono dele.

Até mais!!! ;)

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Correto!


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Sex Jan 30, 2015 6:25 pm 
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carvalho2008 escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Carvalho, concordo que em regiões/setores específicos seja imprescindível o fomento de mercado através de uma empresa estatal, mas após o estabelecimento de um mercado autossustentável, não faz sentido manter empresas estatais que acabam por afastar o capital privado.

Resumindo, uma coisa é fomentar um mercado, outra coisa é tornasse dono dele.

Até mais!!! ;)

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Correto!


Também concordo. Uma área que me preocupa é a Indústria Naval. Outros países possuem empresas navais que não apenas constroem navios, mas também os comercializam, isto é, os promovem, vendem, exportam. Empresas como Navantia, Blossom and Voss, DCN, Bae, Hyundai, etc.

Enquanto tudo ficar debaixo das asas protetoras da MB, sendo produzidos no Arsenal de Marinha e divulgados pela Engeprom, no máximo transferindo alguns projetos mais simples para a INACE, a coisa não vai andar no ritmo que se precisa. Falta uma Odebrecht naval com condições de disputar mercado com as empresas chinesas, por exemplo.

Falta o arrojo que somente uma empresa privada pode demonstrar. Cabe a MB o endosso pela compra e uso dos meios navais e o lobby diplomático a favor de nossa indústria. O fabricar e o comercializar é com o mercado.

atenciosamente,

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::Robson Rocha
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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Sex Jan 30, 2015 8:06 pm 
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Vcs estão culpando a MB pela incompetência dos nossos estaleiros?

Se fossem capazes não estariam na situação atual, esperando esmola do GF.


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Sex Jan 30, 2015 8:29 pm 
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wstrobel escreveu:
Vcs estão culpando a MB pela incompetência dos nossos estaleiros?

Se fossem capazes não estariam na situação atual, esperando esmola do GF.


Não, não estou culpando. Apenas dizendo que este modelo não se sustenta. A MB tem uma capacidade limitada de construção naval (volume). Não deveria ser função da MB construir seus meios, muito menos comercializar seus projetos para o mercado externo.

Atenciosamente,

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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Sáb Jan 31, 2015 8:43 am 
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Robsonmkt escreveu:
wstrobel escreveu:
Vcs estão culpando a MB pela incompetência dos nossos estaleiros?

Se fossem capazes não estariam na situação atual, esperando esmola do GF.


Não, não estou culpando. Apenas dizendo que este modelo não se sustenta. A MB tem uma capacidade limitada de construção naval (volume). Não deveria ser função da MB construir seus meios, muito menos comercializar seus projetos para o mercado externo.

Atenciosamente,


Robson, muito bom dia.

Este modelo da marinha construindo seus próprios navios deu certo em algum lugar?

Julio Cesar


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Sex Fev 06, 2015 6:02 pm 
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6 de fevereiro de 2015
Mectron vai desenvolver torpedo brasileiro

Virgínia Silva


O investimento previsto no projeto, de acordo com o diretor de Sistemas de Armas da Marinha, vice-almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva, é da ordem de R$ 240 milhões. O prazo para o desenvolvimento do torpedo, segundo ele, é de oito anos.

O torpedo, conhecido no segmento de defesa pela sigla TPNer, é o principal armamento empregado por submarinos para atuar contra forças navais hostis.

O diretor de Sistemas de Armas da Marinha explica que os submarinos da classe Tupi e o Tikuno são armados, atualmente, com os torpedos MK-48, fornecidos pela empresa americana Raytheon Company.

O projeto TPNer integra o programa Esporão, criado pela Marinha com o objetivo de estruturar processos de transferência de tecnologia do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). A ideia do programa é contribuir para o desenvolvimento nacional e posterior manutenção de componentes do sistema de combate dos submarinos no Brasil.

“O desenvolvimento e a produção de armamentos inteligentes por empresas nacionais contribuem para tornar a Marinha independente para equipar seus meios operacionais livre de pressões externas, além de possibilitar o melhor conhecimento sobre o desempenho da arma”, afirmou o vice-almirante.

A Mectron, segundo o oficial da Marinha, terá a oportunidade de absorver tecnologias na área de acústica submarina, comando e controle, gravação e registro, medição, avaliação e garantia de qualidade.

O vice-almirante Alípio lembrou que a Marinha vem tentando incluir outras empresas brasileiras nos projetos de desenvolvimento dos principais equipamentos que serão instalados em suas próximas unidades. “As empresas Avibras, Omnisys e Ezute, junto com a Mectron participam do desenvolvimento do míssil antinavio Man-Sup. A empresa Consub desenvolve e produz os sistemas de controle tático e de armas dos nossos navios”, afirmou.

Com este projeto, segundo informou a Mectron, o Brasil dá um passo importante para integrar um pequeno grupo de países que têm sob seu controle a tecnologia deste tipo de armamento, do qual fazem parte os Estados Unidos, a Alemanha, a França, o Reino Unido e a Rússia.

De acordo com a controlada da Odebrecht, o torpedo pesado TPNer também permitirá ao Brasil um maior controle sobre o principal armamento de seus novos submarinos. Esse submarinos estão sendo construídos para cumprimento da missão de proteção da Amazônia Azul, como são conhecidas as águas jurisdicionais brasileiras Para o desenvolvimento deste projeto, a Mectron assinou um contrato de parceria com a companhia alemã Atlas Elektroni.

O vice-almirante da diretoria de Sistemas de armas da Marinha disse que ainda não é possível saber se o contingenciamento de recursos na área de defesa irá afetar o projeto do torpedo nacional. “Os projetos que poderão ser afetados pelo contingenciamento de recursos serão avaliados a cada ano pela alta administração naval”, afirmou.

link: http://www.naval.com.br/blog/2015/02/06 ... ent-110804


Em nenhum momento do txto, se fala em exportação desta arma. Na minha opinião, a ideia da MB somente vai funcionar se estas empresas tiverem condições de disputar o mercado internacional com esses produtos.

Se forem feitos única e exclusivamente para atender à MB, sem um projeto de contínuo aperfeiçoamento, estratégia de marketing e apoio governamental para exportação, em poucos anos o conhecimento adquirido será perdido assim que a linha de produção for encerrada por faltade novas encomendas.

atenciosamente,

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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Seg Fev 16, 2015 5:22 pm 
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16 de Fevereiro, 2015 - 15:33 ( Brasília )

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SETE BRASIL - R$ 1,5 BI A RECEBER E POSSÍVEL PERDA R$ 28 BI

Cinco estaleiros que têm contratos com a empresa, que gerencia a construção de sondas para a Petrobrás, estão sem receber desde novembro; na Bahia, unidade das construtoras Odebrecht, OAS e UTC está com as obras paradas

JOSETTE GOULART
O Estado de S.Paulo


Com uma carta aos funcionários dizendo que a indústria naval vive uma crise sem precedentes e que os atrasos de pagamento da Sete Brasil tornaram sua situação insustentável, o estaleiro Enseada, no Recôncavo Baiano, demitiu na sexta-feira 350 trabalhadores. O número de demitidos acentua ainda mais a queda de empregados no setor de construção naval. Segundo o Sindicato da Indústria Naval, só em janeiro deste ano, foram cortados três mil postos.

A situação é crítica para os cinco estaleiros que têm contratos com a Sete Brasil, empresa criada para gerenciar a construção das sondas a serem usadas pela Petrobrás na exploração do pré-sal. Segundo fontes ligadas à empresa, a Sete deixou de pagar aos cinco estaleiros entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões desde novembro. E é no estaleiro da Bahia que a situação parece mais grave.

O estaleiro Enseada, que pertence às construtoras Odebrecht, OAS e UTC, além do grupo japonês Kawasaki, começou a ser construído em 2012 para atender a demanda do pré-sal. O estaleiro já está 82% concluído, mas as obras foram paralisadas desde que a Sete Brasil começou a atrasar pagamentos e três mil trabalhadores foram desmobilizados. As demissões alcançam o estaleiro, que informou a suspensão da produção, assim como outros fornecedores da Sete. A empresa está desde novembro sem pagar o Enseada e a dívida já chega a R$ 500 milhões. Com a inadimplência de seu único cliente, está impossível obter crédito.

Também sem receber, o estaleiro Rio Grande, da construtora Engevix, reduziu o ritmo da produção e a empresa só não demitiu porque tem outros contratos em andamento e conseguiu transferir seus funcionários para trabalhar em outras embarcações. Os atrasos da Sete com o Rio Grande chegam a R$ 180 milhões, e a estimativa é de que atinjam R$ 250 milhões.

Montante parecido é devido ao estaleiro Jurong, do grupo SembCorp de Cingapura, segundo informou o presidente mundial na semana passada. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, na semana anterior, o presidente do estaleiro no Brasil chegou a ameaçar processar a Sete na Justiça.

Segundo fontes próximas à companhia, outros R$ 900 milhões estão em atraso com os outros dois estaleiros, o Atlântico Sul, que pertence à Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, e o estaleiro BrasFels, do grupo Keppel de Cingapura. E as demissões também já começam a ser percebidas no Atlântico Sul.

Nenhum dos estaleiros quis conceder entrevistas sobre o assunto. O estaleiro Jurong informou apenas que as atividades estão normais. O Enseada confirmou as demissões. E o Rio Grande disse que teve de realocar pessoal. Atlântico Sul e BrasFels, não quiseram comentar.

Lava Jato. Há menos de duas semanas, vieram à tona os termos da delação premiada do ex-diretor da Sete, Pedro Barusco, e todos os estaleiros foram envolvidos na Operação Lava Jato. Eles teriam pago propinas à empresa para fechar os contratos. Isso vai dificultar a liberação do financiamento do BNDES, de cerca de US$ 3,2 bilhões. O dinheiro serviria para garantir a construção do primeiro bloco de sondas. A Sete informou que "está em constante negociação com os estaleiros e que confia que, em breve, terá aprovada a liberação dos recursos contratados com o BNDES".

As dificuldades da Sete começaram quando Barusco, em novembro, fez o acordo de delação premiada. Como além de ex-funcionário da Petrobrás, era ex-diretor da Sete, surgiu a dúvida se haveria implicação da empresa. Em dezembro, a então diretoria da Petrobrás ameaçou desistir do contrato de sete sondas, que faziam parte do contrato do Atlântico Sul.

Sem ele, a Sete, controlada pelos bancos BTG, Santander e Bradesco além de fundos de pensão, iria à bancarrota. Em janeiro, com a intervenção do governo, a diretoria da Petrobrás voltou atrás e assinou o termo. Mas o BNDES fez ajustes, e quando a Petrobrás iria novamente assiná-lo, a diretoria da empresa mudou.



Em PE, Atlântico Sul demitiu 620 em 7 meses

Sindicato afirma que estaleiro chegou a ter 11 mil funcionários em 2011; no ano passado eram 5,6 mil e atualmente 4.975

ANGELA LACERDA
CORRESPONDENTE /RECIFE - O Estado de S.Paulo


Desde agosto do ano passado, 620 trabalhadores do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) foram demitidos em Pernambuco. Cento e vinte deles nos primeiros 40 dias de 2015. "A situação é muito preocupante", afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos (Sindmetal), Henrique Gomes, para quem a crise na Petrobrás, envolta em denúncias de desvios de recursos e propinas, provocou um efeito dominó: o EAS não recebe os pagamentos da Transpetro pelos navios entregues, e, sem receber, o estaleiro reduz o número de funcionários e também não paga seus fornecedores, que, por sua vez, começam a demitir. "Quem paga o pato são os trabalhadores", lamenta.

Ele lembra que o Atlântico Sul chegou a ter 11 mil funcionários em 2011. No ano passado, eram cerca de 5,6 mil e atualmente 4.975. O fato de a empresa ter muitas encomendas - um total de 22 navios petroleiros e o casco P-55 dentro do Processo de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef) - não acalma o sindicalista. "A Transpetro é da Petrobrás e, dependendo das circunstâncias, pode vir a cancelar pedidos", adverte, ao frisar que muitas empresas fornecedoras do estaleiro instaladas em Pernambuco poderão fechar. "É um momento delicado."

Segundo ele, um desses fornecedores, a Máquinas Piratininga, que fazia anéis para o estaleiro, demitiu aproximadamente 300 trabalhadores nos últimos dois meses. Gomes informa que as rescisões ainda não foram pagas e que a empresa mantém no seu quadro entre 30 e 40 funcionários. "Temos todas as homologações aqui no sindicato", assegura.

Sem resposta. Procurada pela reportagem, a direção da Máquinas Piratininga - localizada em Jaboatão dos Guararapes - não quis conceder entrevista. O Estaleiro Atlântico Sul não atendeu à reportagem nem se pronunciou sobre o assunto.

Do total contratado pela Transpetro, o estaleiro entregou os petroleiros João Cândido (2012), Zumbi dos Palmares (2013) e o Henrique Dias (2014). O quarto, o André de Rebouças, foi batizado e deve ser entregue em março.

A secretária de Planejamento de Ipojuca, cidade onde está o estaleiro, Danielle Lima, afirma que "até o momento" as demissões no Atlântico Sul não provocaram impacto ou queda de receita do município. "Vamos acompanhar e analisar e no primeiro quadrimestre poderemos entender como a arrecadação se comporta", disse ela, que espera um ano difícil devido ao cenário econômico do País.

A secretária observa que hoje cerca de 10% dos trabalhadores no complexo industrial de Suape - onde se localiza o EAS - são de Ipojuca, e a prefeitura finaliza um estudo que indicará as vocações econômicas e produtivas e as potencialidades do mercado para adotar um programa de qualificação profissional que possa inserir mais nativos nos postos de trabalho.




SETE BRASIL PODE DEIXAR PERDA DE R$ 28 BI
Cálculo da própria empresa aponta que, em caso de quebra, prejuízo deve atingir bancos, fundos de pensão e estaleiros


Josette Goulart - O Estado de S. Paulo
08 Fevereiro 2015



SÃO PAULO - Um prejuízo de mais de R$ 28 bilhões para bancos, fundos de pensão e estaleiros. A extinção de 150 mil empregos. O atraso da construção das sondas para exploração do pré-sal pela Petrobrás. Este é o cenário traçado pela própria Sete Brasil, empresa criada para gerenciar a construção de sondas do pré-sal, caso o governo não consiga fechar a operação salvamento da companhia. O acordo estava prestes a ser assinado com Petrobrás e BNDES quando a diretoria da estatal pediu demissão e novas informações da Operação Lava Jato surgiram, implicando a Sete Brasil.

Na sexta-feira, o presidente da Sete, Luiz Eduardo Carneiro, conversou com alguns executivos dos estaleiros e informou que a situação era crítica porque a denúncia de que houve pagamento de propinas nos negócios com as 28 sondas contratadas pela Petrobrás, em acordos de US$ 25 bilhões, deixou os bancos em situação difícil de poder assinar qualquer financiamento de longo prazo.

A indicação de Aldemir Bendine, até então presidente do Banco do Brasil, para assumir a presidência da Petrobrás, foi entendida como parte da tentativa de salvar o acordo e evitar que a Petrobrás cancele o contrato ou suspenda negócios, como aconteceu com a lista de 23 companhias acusadas de cartel. Bendine, que chegou a ser cogitado para presidente do BNDES, tinha sido mantido no BB com a missão de salvar as empresas envolvidas na Lava Jato, segundo fontes próximas da instituição.

Desde novembro, a Sete Brasil está sem dinheiro em caixa. Sem crédito na praça, interrompeu o pagamento das sondas para os cinco estaleiros que contratou e que já estão construindo os equipamentos. Os seis bancos que emprestaram US$ 4,3 bilhões, em empréstimos de curto prazo, também começam a ficar preocupados.

Segundo documento enviado no início de janeiro aos acionistas da companhia pela área de relações com investidores, o cenário em caso de quebra é devastador, já que a companhia não tem ativos, pois apenas contratou a construção das sondas. Os bancos perdem os US$ 4,3 bilhões. Os acionistas, entre eles os fundos de pensão Previ, Petros, Funcef e Valia, além dos bancos BTG Pactual, Bradesco e Santander, perdem os R$ 8,3 bilhões que aportaram.

Os estaleiros, três deles liderados pelas construtoras brasileiras e que investiram em função dos contratos, perdem R$ 5,5 bilhões. O FI FGTS perde os quase R$ 2,5 bilhões que emprestou.

No documento, o cenário foi traçado para convencer os acionistas a assinar os termos dos contratos com estaleiros para que a Petrobrás não desistisse da compra de sete sondas, como já ameaçou fazer. Segundo conta um dos acionistas, os executivos que foram demitidos, e agora estão envolvidos na acusação de pagamento de propinas, alteraram os termos dos contratos com os estaleiros, favorecendo as construtoras, sem o aval dos acionistas.

Alguns reclamam ainda que desde o ano passado, quando Pedro Barusco, ex-diretor da Sete, assinou acordo de delação premiada dentro da Lava Jato, era para ter sido feita uma auditoria interna para apurar irregularidades e que até agora nenhuma satisfação lhes foi dada.

http://www.defesanet.com.br/crise/notic ... -R$-28-Bi/


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Qui Mar 05, 2015 11:18 am 
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http://www.portosenavios.com.br/industr ... em-niteroi


Trabalhadores de estaleiros fazem protesto em Niterói


RIO - Um grupo de cerca de 250 trabalhadores dos estaleiros de Niterói e São Gonçalo se reúne na manhã de ontem, quarta-feiram, no centro de Niterói rumo à sede da Petrobras, no Rio, para protestar contra as demissões na indústria naval. Sob o grito de “Trabalhador na rua, Petrobras a culpa é sua”, os manifestantes reivindicam a continuidade das obras nos estaleiros brasileiros.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí, Edson Rocha, cerca de 2 mil operários foram demitidos desde outubro nos estaleiros da região. “Hoje, são 10 mil trabalhadores que temem o futuro de seus empregos”, disse Rocha.

Segundo o sindicalista, o estaleiro Enaval já anunciou que pode demitir mais 600 trabalhadores porque não está recebendo do consórcio Integra (Mendes Jr. e OSX).

Desde janeiro, também foram demitidos 600 trabalhadores do estaleiro UTC. Sem novos contratos, a unidade pode demitir os 150 operários remanescentes até abril. Outros 150 trabalhadores do estaleiro Aliança e mais 80 empregados do estaleiro Vard, ambos em Niterói, região metropolitana do Rio, foram dispensados no período.

A manifestação conta com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Confederação Nacional dos Metalúrgicos.

(Fonte:Valor Econômico/André Ramalho)


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Qui Mar 05, 2015 11:49 am 
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carvalho2008 escreveu:
http://www.portosenavios.com.br/industria-naval-e-offshore/28410-trabalhadores-de-estaleiros-fazem-protesto-em-niteroi


Trabalhadores de estaleiros fazem protesto em Niterói


RIO - Um grupo de cerca de 250 trabalhadores dos estaleiros de Niterói e São Gonçalo se reúne na manhã de ontem, quarta-feiram, no centro de Niterói rumo à sede da Petrobras, no Rio, para protestar contra as demissões na indústria naval. Sob o grito de “Trabalhador na rua, Petrobras a culpa é sua”, os manifestantes reivindicam a continuidade das obras nos estaleiros brasileiros.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí, Edson Rocha, cerca de 2 mil operários foram demitidos desde outubro nos estaleiros da região. “Hoje, são 10 mil trabalhadores que temem o futuro de seus empregos”, disse Rocha.

Segundo o sindicalista, o estaleiro Enaval já anunciou que pode demitir mais 600 trabalhadores porque não está recebendo do consórcio Integra (Mendes Jr. e OSX).

Desde janeiro, também foram demitidos 600 trabalhadores do estaleiro UTC. Sem novos contratos, a unidade pode demitir os 150 operários remanescentes até abril. Outros 150 trabalhadores do estaleiro Aliança e mais 80 empregados do estaleiro Vard, ambos em Niterói, região metropolitana do Rio, foram dispensados no período.

A manifestação conta com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Confederação Nacional dos Metalúrgicos.

(Fonte:Valor Econômico/André Ramalho)


Não é só na área naval que não estão recebendo.... hoje ... na industria em geral... a industria não paga as contas..alega que seu cliente não pagou as faturas porque o seu cliente também não pagou e assim por diante na cadeia de suprimentos....

Mas segundo o Gilberto "Tigrão" Resende... os "shopping's" estão cheios.....

Sds.


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Qui Mar 05, 2015 2:33 pm 
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Pois então Baschera, mesmo assim tem gente na indústria naval que enxerga e pensa mais a frente.

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Dock Brasil prevê operação em 2015

Terça, 06 Janeiro 2015 14:35

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Estaleiro de reparos será instalado em São Gonçalo (RJ). A unidade terá três diques flutuantes >> O estaleiro de reparos da Dock Brasil deve iniciar operação em outubro de 2015. Localizada em São Gonçalo (RJ), a unidade será instalada numa área de 20 mil metros quadrados com acesso pela Baía de Guanabara. O projeto prevê três diques flutuantes com 99 metros de comprimento por 30 metros de largura, encomendados ao estaleiro Zemar, em Navegantes (SC). A previsão é que eles fiquem prontos em junho de 2015.

http://www.portosenavios.com.br/revista ... ao-em-2015


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 Título: Re: Indústria Naval
MensagemEnviado: Qui Mar 05, 2015 2:34 pm 
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Continuando..........

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Novo estaleiro

Terça, 06 Janeiro 2015 14:36

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Unidade da MBS voltada para construção de módulos e reparos pode impulsionar porto da capital gaúcha em 2015 >> A MB Serviços de Manutenção e Reparos Industriais (MBS) espera iniciar a fabricação e montagem de módulos para FPSO em Porto Alegre (RS) no primeiro semestre de 2015. Para isso, a expectativa da empresa é que o projeto de seu estaleiro no polo naval de Guaíba obtenha licença da secretaria municipal do meio ambiente até fevereiro do próximo ano.

http://www.portosenavios.com.br/revista ... -estaleiro


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