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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qua Jul 22, 2015 4:13 pm 
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Baschera escreveu:
Um a menos... que nunca saiu do papel.... por isto, só custou R$ 1 bilhão até agora... mas a simples "denúncia" do contrato pode nos custar PASMEM mais R$ 2 bilhões :shock: :?



Citação:
SG/1 /UCRA ETEC

Em 16 de julho de 2015


Senhor Embaixador,

Faço referência ao Tratado sobre Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamentos Cyclone-4 no Centro dc Lançamento de Alcântara, assinado cm Brasília, em 21 de outubro de 2003.

2. A esse respeito, informo Vossa Excelência de que, após minucioso exame realizado em nível técnico, cujos elementos de informação e resultados foram objeto de análise e decisão no mais alto nível, o Governo brasileiro chegou à conclusão de que ocorreu significativa alteração da equação tecnológico-comercial que justificou o inicio da parceria decorrente do Tratado em questão.

3. Nessas condições, invocando o artigo 17, item 3, do referido Tratado, transmito a Vossa Excelência a decisão irrevogável do Governo brasileiro de denunciá-lo.

Aproveito a oportunidade para renovar a Vossa Excelência os protestos de minha mais alta estima e consideração.

Mauro Vieira
Ministro de Estado das Relações Exteriores

A Sua Excelência o Senhor Rostyslay Tronenko
Embaixador da Ucrânia




Sds.

A Ucrânia já estava desconfiada de que o Brasil iria pular fora.
Já assinou cooperação com a Indonésia para auxiliar no desenvolvimento de um foguete lançador de satélite, provavelmente mais um pais de olho na Base da Ilha de Morotai. Famosa Base Americana na II Guerra onde o Gen. MacArthur organizou a retomada das filipinas.
Imagemcorbisimages
Imagemwikipedia
Imagempacificwrecks

Morotai se encontra praticamente sobre a linha do equador, a dois graus norte de latitude e tem ao nordeste mar aberto, condições ideais para lançamento de foguetes.
Alcântara e Morotai são dois locais cobiçados para lançamento de foguetes pelo mesmo motivo, próximo a l. do equador e não tem perigo de queda sobre populaçào. Rússia e USA estão de olho nos dois.
Se bem que o acordo de cooperação entre a Indonésia e Ucrânia é de 2008, mas só agora está se intensificando.
Imagemhotelsforsale

Indonésia reativou uma das pistas e está criado um centro de lançamento de foguetes
Imagemwebrybiglobe


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Sáb Jul 25, 2015 4:50 pm 
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23 de Julho, 2015 - 17:28 ( Brasília )

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ALCANTARA - - Wagner e Rebelo afirmam que fim do ACS foi por razões comerciais
Fim de acordo com Ucrânia não foi político, diz governo

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O ministro da Defesa, Jaques Wagner, O ministro da Ciência e Tecnologia Aldo Rebelo e o Comandante da Marinha,almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, na apresentação do da cerimônia de entrega do Navio Hidroceanográfico de Pesquisa Vital de Oliveira

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil RJ


Os ministros da Defesa, Jaques Wagner, e da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, disseram hoje (23) que a decisão de encerrar o acordo de lançamento de foguetes com a Ucrânia foi motivada por razões comerciais. Em visita à base da Marinha, na Ilha de Mocanguê, no Rio de Janeiro, eles informaram que o rompimento do acordo não teve motivos políticos ou diplomáticos.

Segundo Jaques Wagner, o governo brasileiro avalia o fim do acordo há pelo menos um ano e a decisão não foi influenciada pelo conflito entre a Ucrânia e a Rússia. “Foi decidido antes disso. Eventualmente o conflito agravaria [os problemas do acordo], porque eles têm muita tecnologia que é compartilhada entre a Rússia e a Ucrânia. Foi uma questão muito mais de entender que essa cooperação não chegaria àquilo que o Brasil quer”, disse o ministro da Defesa.

Aldo Rebelo disse que o acordo com a Ucrânia não estava se mostrando comercialmente viável. “Era um acordo comercial para o Brasil, junto com a Ucrânia, financiar a construção de foguetes e buscar, ou com satélites próprios ou comprando satélites, prestar serviços a terceiros países que queiram lançar satélites em órbita.”

“Vamos disputar esses lançamentos no mercado, porque Ucrânia, França, Alemanha, China, Rússia e os Estados Unidos têm bases de lançamento, satélites e foguetes. Para competir, o preço do seu foguete tinha que ser suficientemente competitivo para que os países optassem por fazer seu lançamento nessa base”, disse Aldo.

De acordo com ele, o dinheiro já gasto com o projeto não será perdido. “As obras para essa finalidade perderam sentido, mas a estrutura que foi erguida, embora ainda não tenha sido completada, pode ser destinada para outra finalidade. Não é porque não vamos lançar esse projeto com a Ucrânia, que o Brasil vai deixar de perseguir a meta de lançar satélites da base de Alcântara.”

Nota DefesaNet

Trata-se da primeira declaração oficial do governo Brasileiro à materia publicada com exclusividade por DefesaNet


http://www.defesanet.com.br/space/notic ... omerciais/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Seg Ago 24, 2015 1:08 pm 
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23 de Agosto, 2015 - 08:08 ( Brasília )

Brasil deve fechar parceria integral no setor espacial com os EUA
O Setor Espacial Brasileiro tem sido um campo forte de desencontros. Julio Ottoboni analisa as possibilidades do setor com um acordo com o Estado Unidos.

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Presidente Dilma Rousseff ouve explicação sobre o Espaço Sideral de um especialista da NASA. Foto NASA

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Cúpula Área Espacial Brasileira reunida com membros da NASA no AMES Research Center durante a visita presidencial em 01 Julho 2015. Foto NASA

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Os atores do PNAE e do PESE e a falta de integração entre os atores do Setor Especial no Brasil Arte FAB

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O PESE e a interação com os diversos programas estratégicos como o SISFRON e SisGAAz Arte - FAB

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Possíveis usos dos programas espaciais em suas diversas formas Arte - FAB

Júlio Ottoboni
Exclusivo DefesaNet



Grande parte do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), que orienta as atividades no setor, pode sofrer mudanças profundas com o ingresso dos Estados Unidos numa parceria mais profunda com o Brasil no segmento aeroespacial. O setor vem sofrendo baixas frequentes, com descontinuidades de projetos e anúncios que nunca se concretizam como ter um foguete VLS e novas séries de satélites.

A tendência, desde o encontro da presidente Dilma Rousseff com Barack Obama, e de uma reaproximação da NASA e da Agência Espacial Brasileira (AEB), que pouco tem feito para o setor desde o governo Lula, quando se tornou um trampolim político e de acomodação de políticos ligados ao governo.
Praticamente destroçado desde o acidente com o VLS, em 2003, o setor espacial tem amargado 12 anos de frustações, anúncios que não se concretizam e peças orçamentárias baixíssimas, na maioria das vezes não cumpridas e reclamações constantes de atrasos e falta continuidade nos projetos nacionais, principalmente relativos ao segmento de satélites. (Ver o Editorial A Boia Salvadora?).

O nível de descrédito no setor deu se por pronunciamentos que foram caindo no vazio da propaganda apenas, como o feito em 2011. Dilma Rousseff anunciou o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), para 2014, e uma verba orçamentária de R$ 716 milhões, algo nunca cumprido.A previsão é de lançamento no 2º Semestre 2016 e Operacional 2017. O SGDC está sendo produzido pela THALES com participação do Consórcio Telebrás – VISIONA (Embraer Defesa& Segurança).

Ou parcerias no setor espacial com a Argentina envolvendo a empresa Cyclone Space, uma binacional com a Ucrânia, que rendeu prejuízos superiores a R$ 1 bilhão e resultaram em mais descrédito ao governo brasileiro. Que DefesaNet noticiou com exclusividade a denúncia por parte do Brasil do Acordo com a Ucrânia em julho (Exclusivo – Brasil Rompe com a Ucrânia na ACS)

Segundo o presidente da AEB, o Brasil lançará até 2020 algo em torno de 10 satélites produzidos no país, desde meteorológicos, de observação da Terra, científicos até geoestacionários de comunicação. Segundo os especialistas, entre eles os próprios pesquisadores do INPE, essa projeção é totalmente incompatível com a realidade.

Isso só teria condições de ser pensado se aportasse no instituto algo próximo aos R$ 9 bilhões que o governo federal está injetando nas montadoras automotivas. Mesmo assim faltaria mão-de-obra especializada e empresas qualificadas para uma demanda tão alta neste prazo de tempo.

A Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), no Maranhão, retornará para sua finalidade antiga. Ou seja, será uma base binacional, onde Estados Unidos e Brasil partilharão seus futuros lançamentos. O governo dos Estados Unidos, segundo fontes do próprio governo norte-americano, já tem um levantamento detalhado da situação de Alcântara, feito por técnicos do Laboratório de Jato Propulsão (JPL), de Pasadena, e está em processo de escolha das empresas que transformarão o lugar num centro que supra todas as necessidades para grandes foguetes, lançamentos comerciais e estaria entre os mais bem equipados do mundo.

Alcântara, assim como a base de Kourou - na Guiana Francesa-, está muito próxima da linha do Equador, o que facilita a colocação em órbita de satélites com menos gasto de combustível e maior precisão no posicionamento orbital. Em compensação, o Brasil retornaria aos projetos em parceria com a NASA e também na construção da próxima estação espacial internacional – já que foi expulso da atual por falta de cumprimento dos acordos.

Outra possibilidade, essa ainda mais concreta, é a formação de um segundo astronauta brasileiro. Só que desta vez será um professor universitário civil e com doutoramento e Ph.D. nos Estados Unidos, que já tenha linhas de pesquisas que envolvam cientistas dos dois países.

Os embargos provocados pelos EUA mesmo após a assinatura do MTCR (The Missile Technology Control Regime) para aquisição de peças para satélites e até para compra de supercomputadores devem desaparecer. Para a retomada do VLS também o MTCR seguirá uma nova cartilha se tratando do Brasil. O foguete e os próximos satélites terão como grande parceiro a NASA e o JPL, além de dezenas de empresas norte-americanas já sediadas no Brasil e que poderão atuar nos polos produtores deste tipo de tecnologia.

O mesmo procedimento ocorreu na Argentina com o programa Condor. O programa espacial argentino ficou integralmente sob custódia da NASA. Inclusive esse processo facilitaria a parceria espacial Brasil-Argentina- EUA na área satelitária.

A apresentação do Comandante da Aeronáutica Tenente-Brigadeiro-do-Ar Nivaldo Luis Rossato, na Audiência Pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN), do Senado Federal, foi didático em expor os desencontros do Setor Espacial. E também claro ao relatar a pouca efetividade do Programa Estratégico do Setor Espacial (PESE), uma delegação da Estratégia Nacional de Defesa (END).

Notas DefesaNet

MTCR – (Missile Technology Control Regime) – Estabelece que sistemas tem de serem desenvolvidos dentro dos parâmetros de 300km de alcance e 500 kg de capacidade de carga podem ser desenvolvidos livres de controle. Sistemas com alcance e capacidade maior entram na categoria de estratégicos.

O AV-TM300 (Míssil Tático de Cruzeiro) em desenvolvimento pela AVIBRAS dentro do Programa ASTROS 2020 segue estes parâmetros como indica o próprio nome do míssil.


http://www.defesanet.com.br/br_usa/noti ... om-os-EUA/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Ter Ago 25, 2015 2:21 am 
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Estão em cima as tais "razões comerciais" que impuseram o fim do moribundo ACS.

Era isto ou nada. O desgoverno levou mais de 10 anos para se tocar que não dá para ir contra Tio Samuel neste quesito....

Bom.... poder e querer ir contra é diferente. Há quem tenha tentado e levou.... mas nós não tivemos cacife financeiro nem técnico e nem vontade politica para isto.

Sds.


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Sáb Out 24, 2015 7:18 pm 
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Núcleo do Centro de Operações Espaciais Principal projeta novas metas

http://www.defesanet.com.br/space/notic ... vas-metas/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Dom Nov 01, 2015 2:32 pm 
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Se não tem VLS tem, pelo menos, VS-40M

http://www.defesaaereanaval.com.br/fab- ... uborbital/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Ter Nov 17, 2015 10:20 pm 
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A FINEP e a Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgaram, no dia 16 NOV2015, o resultado preliminar da chamada pública voltada para o setor aeroespacial, no valor de R$ 53 milhões. Com recursos de subvenção econômica, o edital abre a possibilidade de transferência tecnológica para que empresas nacionais participem cada vez mais do desenvolvimento de satélites no País.

http://www.defesanet.com.br/space/notic ... inar-ToT-/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Sex Jan 08, 2016 4:14 pm 
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08 de Janeiro, 2016 - 10:50 ( Brasília )

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Ministro das Comunicações conhece obras de infraestrutura de solo para operar satélite
Antena principal de comando do SGDC ficará em Brasília

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http://www.defesanet.com.br/space/notic ... -satelite/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qui Jan 21, 2016 11:17 am 
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Iniciado os testes de alinhamento da nova antena do SGDC.

http://www.defesaaereanaval.com.br/enge ... o-do-sgdc/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qui Jan 21, 2016 11:19 am 
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Centro de Lançamento de Alcântara inaugura prédios operacionais

jan 20, 2016

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(Imagem: CLA)

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) inaugurou as novas instalações operacionais na área do Setor de Preparação e Lançamento (SPL). São prédios de segurança e armazenagem de propulsores e um posto médico.

As obras tiveram início no final de 2013. O investimento de cerca de R$16,6 milhões foi financiado pela Agência Espacial Brasileira (AEB). O objetivo das novas edificações é elevar o nível de segurança na área de lançamento.

“Hoje estamos inaugurando três elementos fundamentais em nosso programa, esforço coletivo de várias instituições e pessoas. Qualquer iniciativa relacionada à área espacial brasileira tem que ter como pilar o compromisso com o Programa Espacial Brasileiro”, disse o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho. O evento também contou com presença do diretor-geral do Departamento de Ciência de Tecnologia Aeroespacial (DCTA), tenente-brigadeiro do ar Alvani Adão da Silva.

Um dos prédios é dedicado à armazenagem dos propulsores (motores dos lançadores). A nova edificação integra a infraestrutura necessária ao lançamento do Veículo Lançador de Satélites (VLS). Foi projetado para confinar e reduzir os danos ao máximo em caso de explosão ou demolição por meio de colapso. Trata-se de um prédio paiol semi-enterrado, construído em concreto armado para abrigar envelopes de propulsão dos foguetes a serem utilizados no CLA.

A construção, que conta com sistema de refrigeração interna, permite monitoramento em tempo real da situação de cada motor foguete, com análise de temperatura em todo corpo do invólucro. Também apresenta rede contra incêndio, por meio de sprinklers com acionamento por bomba elétrica ou motor a diesel. Os portões são preenchidos com lã de rocha.

Controle na área operacional

Contendo oito salas de trabalho, auditório e sala de espera para entrada no setor de lançamento do CLA, o prédio de segurança ou de controle responde à necessidade de ter espaço apropriado para reunir todos os profissionais envolvidos em operações de lançamento em uma única área segura e controle do acesso às áreas de risco.

Para o Diretor do CLA, o coronel Cláudio Olany Alencar de Oliveira, as obras inauguradas são um marco no que se diz respeito ao avanço do CLA, “Essas instalações complementam a infraestrutura organizacional do CLA, ampliando as condições de segurança no cumprimento da missão do Centro”, avaliou o militar.

Posto médico

Com cerca de 1.200 metros quadrados de área, o novo posto médico conta com quatro enfermarias, totalizando 12 leitos, sala de microcirurgias, raio-x, atendimento de emergências, cinco consultórios médicos, dois consultórios odontológicos, laboratório de análises clínicas e alojamentos para equipe de plantão.

Além de atender a todo efetivo do CLA, o novo posto médico tem infraestrutura para atendimento de emergências.

Ivan Plavetz

http://tecnodefesa.com.br/centro-de-lan ... racionais/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qua Fev 24, 2016 11:56 pm 
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Satélite brasileiro está em fase de testes

Na França, ministro das Comunicações acompanha testes com satélite brasileiro. Um grupo de 22 profissionais brasileiros estão acompanhando como parte do processo de absorção de tecnologia.

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http://www.defesanet.com.br/space/notic ... e-testes-/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Sáb Abr 30, 2016 2:36 pm 
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IAE propõe revisão do Programa VLS-1

Por Tecnodefesa - abr 29, 2016

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IAE e AEB discutem revisão do programa VLS-1 (Imagem: Agência Brasil)

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Concepção artística da configuração do VS-43 (Imagem: IAE)

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Concepção artística da configuração do VS-43 (Imagem: IAE)

http://tecnodefesa.com.br/iae-propoe-re ... ama-vls-1/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Sex Mai 06, 2016 8:56 pm 
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Notícia muito interessante. A Opto Eletrônica, localizada em São Carlos - SP, vem passando por dificuldades financeiras, e apresentou um plano de recuperação que incluía a venda de sua divisão de produtos para defesa e espaço. A Akaer, de São José dos Campos, apresentou uma proposta para a aquisição desta divisão da Opto. A negociação entre as duas empresas parece estar bastante adiantadas, e a conclusão do negócio poderá ser realizada nos próximos dias.

Citação:
A AKAER APRESENTA PROPOSTA PARA COMPRA DAS UNIDADES DE ESPAÇO E DEFESA DA OPTO ELETRÔNICA

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A Akaer apresentou no dia 02/05/2016 uma proposta de aquisição da Divisão de Espaço e Defesa (E&D) da recuperanda Opto Eletrônica S.A.

O objetivo da Akaer é garantir que as tecnologias optrônicas desenvolvidas pelo Opto ao longo de décadas sejam mantidas sob domínio de uma Empresa Estratégica de Defesa (EED), de forma que possam ser utilizadas nos programas nacionais de espaço e defesa programados para os próximos anos. Além disso, a Akaer ampliará o acesso desta empresa a mercados internacionais para que a mesma se mantenha sustentável financeiramente e para que possa expandir suas tecnologias.

“Fico muito contente com a demonstração de coragem e visão da Akaer, que soube enxergar o valor das tecnologias e capacidades desenvolvidas pela Opto. Nossa equipe está revigorada e ansiosa para dar início a esta nova fase junto à Akaer”, disse o Sr. Mario Stefani, sócio e fundador da Opto.

“Esse investimento faz parte da nossa estratégia de crescimento e diversificação, e está alinhado com os interesses de Defesa nacionais”, ressaltou o Sr. Cesar Augusto T. Andrade e Silva, presidente e CEO da Akaer.

Sobre a Akaer
A Akaer é uma das maiores empresas brasileiras no desenvolvimento de projetos aeronáuticos e conta com mais de 320 funcionários. Fundada em 1992, a empresa é especializada no fornecimento de soluções tecnológicas em diferentes áreas de atuação como aeroespacial, defesa, energia e automotiva.

Sobre Unidades de Espaço e Defesa da Opto Eletrônica
A Opto Eletrônica é uma empresa de tecnologia no ramo de optoeletrônica, com atuação nas áreas médica, industrial, de componentes ópticos, aeroespacial e de defesa. Fundada em 1985, investiu décadas de pesquisa e mais de R$200 milhões no desenvolvimento de tecnologias de base e produtos optrônicos, sendo a única empresa de capital nacional detentora destas tecnologias estratégicas para o Brasil.

Assessoria de Imprensa
Cássio Grasselli
marketing@akaer.com.br
Tel: +55 12 2139-1100


https://www.akaer.com.br/20160505.html

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Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns, apenas uma vez.


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Ter Mai 10, 2016 10:43 pm 
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Eu assistir a o debate na tv camara sobre o VLS-1 e foi dito sem meias palavras que a Mectron foi contratada só que nao pode honrar com o contrato pq nao possuía a solução tecnológica necessarias para honrar o contrato e que ate hoje a Mectron tenta solucionar essa barreira tecnológica só que essa barreira tecnológica esta muito a frente da capacidade tecnológica da Mectron e ate com o contrato atrasado em varios anos nao forao encontradas soluções .........resumindo = o VLS-1 só sera lançado quando a Mectron conseguir desenvolver a tecnologia contratada e ponto final......muito triste !!!!!!!!!


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qua Mai 11, 2016 9:47 pm 
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Chama a AVIBRAS ué, recinde o contrato e manda bala.


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