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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Seg Mai 16, 2016 11:20 pm 
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Acho que se a avibras tivesse essa capacidade com certeza
O contrato já teria sido repassado pra ela !!!!!!


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qua Mai 25, 2016 12:32 pm 
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Especialistas discutem projetos da área espacial brasileira

Por Ivan Plavetz - maio 19, 2016

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O Grupo Interfaces de Lançamento (GIL 1/2016), organizado pela Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 60-1, reuniu-se no primeiro encontro do ano, no Centro de Lançamento de Alcântara (MA), para discutir detalhes da Operação Rio Verde e o orçamento da Agência Espacial Brasileira (AEB) para o biênio 2016 e 2017. Também foram apresentadas as principais atividades e projetos do setor espacial brasileiro em andamento.

No encontro ainda aconteceu a Reunião de Acompanhamento de Interfaces (RAI), que abordou os requisitos necessários para o sucesso do lançamento do foguete brasileiro VSB-30, que levará a bordo quatros experimentos científicos e tecnológicos selecionados pelo Programa Microgravidade da AEB.

O VSB-30 é um veículo suborbital com dois estágios de propulsão sólida com capacidade de transportar cargas úteis de 400 Kg, para experimentos na faixa de 270 Km de altitude. Para experimentos em ambiente de microgravidade, o VSB-30 permite que a carga útil permaneça cerca de seis minutos acima da altitude de 110 Km.

A execução da Operação Rio Verde foi apresentada pelo engenheiro do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Eduardo Dore Roda. O engenheiro do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Mauro Melo Dolinsky ressaltou a importância de o CLA utilizar uma nova antena de telemetria e a necessidade do retorno da operação do radar meteorológico. O cronograma e a possibilidade de realizar a operação no próximo mês de outubro foram discutidos pelo grupo.

Experimentos

Os experimentos selecionados pela Comissão de Coordenação do Programa Microgravidade foram apresentados aos participantes pelo tecnologista do IAE, José Bezerra Pessoa Filho. Os experimentos escolhidos para serem observados em ambiente de microgravidade são de pesquisadores e docentes de universidades brasileiras.

O foguete suborbital VSB-30 levará quatro experimentos em seu voo, como a Solidificação de Ligas Eutéticas em Microgravidade, do pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Chen Ying Na. Ao longo do mesmo voo, também serão observados os Efeitos da Microgravidade Real no Sistema Vegetal de Cana-de-Açúcar, da professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Katia Castanho Scortecci.

Os outros dois experimentos correspondem à Plataforma de Aquisição para Análise de Dados de Aceleração II (PAANDA II), do professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Marcelo Carvalho Tosin, e as Novas Tecnologias de Meios Porosos para Dispositivos com Mudança de Fase, da professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Marcia Barbosa Henriques Mantelli.

Os serviços básicos desses experimentos, como suporte mecânico, energia, comunicação, estabilização e sistema de recuperação serão fornecidos pela plataforma suborbital que será transportada ao espaço na parte superior do veículo VSB-30.

Orçamento

O diretor da área de Transporte Espacial e Licenciamento da AEB, Marco Antônio Vieira de Rezende, apresentou a situação orçamentária da Agência para 2016 e 2017, e destacou as medidas tomadas para diminuir os prazos de liberação de crédito e os obstáculos enfrentados para captar recursos a serem empregados no Programa Espacial Brasileiro (PEB).

As dificuldades do planejamento orçamentário devido às incertezas políticas e financeiras que envolvem todo o país, também foram destacadas pelo diretor.

O programa de lançamentos previsto para 2016, a previsão de futuros lançamentos, como por exemplo, a Operação Mutiti, com o VS-30/Orion, para 2017, as missões dos veículos lançadores, como o VLA-1, VS-43, VS-50 e o VLM-1 e projetos afins, além das obras, revitalização e operacionalidade nos Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Natal (RN) e do CLA foram pautas de discussão deste primeiro encontro.

Participaram da primeira reunião do GIL 2016 cerca de 50 especialistas do setor espacial brasileiro, entre militares e servidores civis pertencentes Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), DCTA, AEB, IAE, e dos centros de lançamento do CLA e do CLBI. A próxima reunião do grupo está prevista para acontecer no segundo semestre deste ano.

Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB) -Coordenação de Comunicação Social (CCS)

Ivan Plavetz

http://tecnodefesa.com.br/especialistas ... alcantara/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qua Mai 25, 2016 12:34 pm 
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CLA recebe embaixadores e Força Aérea dos Estados Unidos

Por Tecnodefesa - maio 24, 2016

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(Imagem: CLA)

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) recebeu a visita técnica de integrantes da embaixada dos Estados Unidos no Brasil e da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). A visita, ocorrida na última semana, teve por objetivo promover a troca de conhecimentos sobre as atividades espaciais desenvolvidas nos dois países.

Participaram o ministro conselheiro para Assuntos Comerciais da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Enrique Galindo Ortiz, acompanhado de oficiais do Escritório de Ligação Militar do órgão diplomático estadunidense. Pela USAF, estiveram presentes o oficial especialista em assuntos espaciais da 12ª Força Aérea (AFSOUTH), tenente- coronel Banta York, além de representante da Divisão de Operações Espaciais do Comando Espacial da Força Aérea (AFSPC de acordo com sigla em inglês) e do Laboratório de Pesquisas da Força Aérea (AFRL).

A atividade foi iniciada com uma apresentação institucional da organização militar da Força Aérea Brasileira (FAB) realizada pelo coronel-aviador Cláudio Olany Alencar de Oliveira, diretor do CLA. O tenente-coronel Olany destacou o histórico das atividades espaciais no Brasil, estrutura de funcionamento do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), meios operacionais e de apoio atualmente disponíveis no CLA, principais operações realizadas, futuros lançamentos e desafios enfrentados pelo Centro.

Os visitantes puderam conhecer as instalações operacionais do Centro de Controle de onde é feita a coordenação das operações de lançamento, bem como as estações do Setor de Comando e Controle (SCC), entre elas, de Meteorologia, Telemedidas e Rastreio. No Setor de Preparação e Lançamento (SPL), a comitiva conheceu as novas instalações do Prédio de Segurança e do Prédio de Depósito de Propulsores, essenciais para o aumento da segurança durante as campanhas de lançamentos.

Além dos prédios recém-inaugurados, os visitantes conheceram o mock-up em dimensões reais do foguete suborbital VSB-30, veículo certificado para lançamentos no exterior que já cumpriu mais de 20 operações com sucesso em solo europeu.

Também foi visitada, a Casamata, a estrutura mais próxima das plataformas de lançamentos e que abriga em segurança parte das equipes envolvidas com as operações. O primeiro dia de visita foi encerrado na Torre Móvel de Integração (TMI), estrutura de montagem e operação do Veículo Lançador de Satélites (VLS), o maior foguete de desenvolvimento nacional.

Enrique Galindo Ortiz apresentou dados atualizados sobre o setor espacial no mundo e perspectivas de negócios relacionadas à área junto aos Estados Unidos por meio de acordos e parcerias. O subchefe da Divisão de Operações Espaciais do AFSPC, Timothy Leroy, apresentou a política, doutrina e processos de lançamento espacial nos Estados Unidos.

No último dia da visita, o tenente-coronel York, especialista em atividades espaciais da AFSOUTH e do AFSPC fez uma apresentação que abordou o histórico das atividades espaciais nos Estados Unidos, contemplando os primórdios da corrida espacial após a II Guerra Mundial, últimos avanços com o lançamento de veículos reutilizáveis e o futuro do setor espacial. Na sequência, Timothy Leroy do AFSPC detalhou as missões da 45ª Ala Espacial / Grupo de Operações Espaciais e de esquadrões de lançamento nos Estados Unidos, com ênfase na alta operacionalidade das organizações envolvidas na área.

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Troca de experiências foi o foco do encontro Brasil / Estados Unidos no CLA (Imagem: CLA)

Por fim, o físico de pesquisa sênior, Ronald Glen Caton, da Diretoria de Veículos Espaciais do AFRL falou sobre as atividades desempenhadas pela instituição de pesquisas da USAF que desenvolve estudos e pesquisas espaciais por meio dos lançamentos e observações na Estação Espacial Internacional (ISS), resultando em novos produtos e melhorias na vida cotidiana de toda sociedade.

“Foi um encontro muito significativo, onde foi criado um diálogo entre os países e compartilhada experiências e práticas desenvolvidas no âmbito do programa espacial para a competitividade dos países, desenvolvimento de indústrias vinculadas à área espacial e criação de emprego e renda”, afirmou Enrique Galindo Ortiz.

“Devido as altas cifras envolvidas na atividade espacial, a cooperação mútua é um caminho que as nações vêm seguindo, como forma de reduzir custos e obter máximo desempenho com ganhos compartilhados”, disse o coronel-aviador Olany.

Ivan Plavetz

http://tecnodefesa.com.br/cla-recebe-em ... os-unidos/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Dom Ago 28, 2016 10:58 pm 
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26 de Agosto, 2016 - 11:30 ( Brasília )
Pesquisa reduz tempo de transformação de ligas aeronáuticas que repelem água
Trabalho de mais de um ano desenvolvido pelo Instituto de Estudos Avançados tem aplicação na indústria aeronáutica

Levou pouco mais de um ano para o pesquisador Jonas Jakutis Neto e seu aluno Ivan Kwei Liu Kam desenvolverem uma nova técnica de tratamento a laser que reduz de alguns dias para algumas horas o processo para que a superfície de ligas metálicas de uso aeronáutico (titânio e alumínio) passe a repelir água. O material tratado pode ser usado na indústria aeronáutica em áreas dos aviões que sofrem com o congelamento de água em altas altitudes, como nos aerofólios.

“Este assunto está em estudo em todo o mundo”, afirma o professor Jonas sobre a corrida para entender o processo químico que altera a hidrofobicidade (capacidade para repelir água) da superfície de materiais metálicos. “A umidade ou pequenas gotículas ficam presas à superfície e congelam quando o avião atinge altas altitudes, onde a temperatura pode chegar a -50 ºC. O gelo incrustado pode causar perda de sustentação, turbulência e aumento de peso da aeronave”, explica o pesquisador sobre o desafio que ainda é considerado um gargalo na indústria aeronáutica.

A técnica utiliza laser para texturizar a superfície de metais. Em trabalhos desenvolvidos por outros grupos de pesquisa essa superfície tratada necessita ser exposta ao ambiente por um período de alguns dias para se tornar super-hidrofóbica, ou seja, para que não retenha água. Materiais super-hidrofóbicos são anticorrosivos, antibacterianos, anti-congelantes, auto-limpantes e impermeáveis. Pela nova técnica desenvolvida pelo grupo de pesquisa Desenvolvimento de Aplicações de Lasers e Óptica do Instituto de Estudos Avançados (IEAV), em São José dos Campos (SP), a transformação acontece em apenas algumas horas.

“Conseguimos uma técnica mais rápida. Observamos que o processo pode ser otimizado, o que levava alguns dias agora pode ser feito em poucas horas”, conta Jonas. O experimento ainda passará por novos testes e será objeto de artigo científico para ser publicado em revista internacional.


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a imagem animada (gif) é possível observar uma seringa gotejando água em duas superfícies processadas a laser na liga de titânio aeronáutico. À esquerda, o experimento ocorre logo após o processamento e a água é rapidamente espalhada pela estrutura. À direita, o experimento é repetido algumas horas após o processamento da placa. Veja que a gota de água é repelida imediatamente. Tecnicamente, isso é chamado de efeito de repulsão da água dado o grau de hidrofobicidade da área tratada.

Origem -
A inspiração para a pesquisa partiu de artigos publicados na década de 70 que analisaram a superfície da flor de lótus. Os cientistas observaram que estrutura (padrão de micro e nanoestruturas) da superfície associada a características químicas (uma camada de cera hidrofóbica) é `autolimpante´, consegue manter-se livre de microorganismos e outras impurezas. Durante uma chuva, por exemplo, as gotas rolam na superfície levando partículas de sujeira para fora da flor.

“É um efeito mimetizado da natureza, conhecido na comunidade científica por Efeito Lotus”, resume o professor sobre o fenômeno.

link: http://www.defesanet.com.br/fab/noticia ... elem-agua/

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::Robson Rocha
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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qui Out 06, 2016 6:46 pm 
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Brasil quer retomar uso da base de Alcântara com parceria dos EUA
30 de setembro de 2016

http://www.aereo.jor.br/2016/09/30/bras ... a-dos-eua/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qua Out 19, 2016 8:18 pm 
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Parceria Brasil-Suécia deve ir além de caças Gripen e pode envolver aviação civil

19 de outubro de 2016

Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços diz que país europeu está satisfeito com o andamento do projeto

ClippingNEWS-PABRASÍLIA – Representantes dos governos de Brasil e Suécia aprovaram nesta terça-feira, 18, o primeiro plano de trabalho que detalha a transferência de tecnologia no âmbito do projeto Gripen. Por ele, o Brasil comprará 36 caças de fabricação sueca e, com eles, terá acesso a conhecimento em áreas como tecnologia de armamento e engenharia de propulsão.

A ideia é que no futuro nós desenvolvamos não só aviões militares, mas também civis” , disse à reportagem o secretário executivo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Fernando Furlan. “Teremos a fabricação aqui, se não total, de alguma fase das turbinas. ”

Os suecos, por sua vez, estão interessados em parcerias em outras áreas além da fabricação de aviões. Os campos de interesse vão desde a mineração sustentável até as cidades inteligentes, passando pela indústria de ponta. “As oportunidades no futuro estão na manufatura de alta tecnologia” , disse o vice ministro sueco para Assuntos de União Europeia e Comércio, Oscar Stenström. “É o único meio pelo qual Brasil e Suécia poderão competir no mercado global.

Ele acrescentou que a Suécia está satisfeita com o andamento do projeto Gripen, e espera uma “longa e frutífera parceria”.

Nesta quarta-feira, o sueco participa de um evento mundial de mineração que ocorre no Rio de Janeiro. Ele informou que a digitalização é uma tendência nessa atividade e que seu país possui fornecedores de equipamentos desse tipo. Também há máquinas que operam com menor consumo de energia.

Os documentos assinados ontem começam a detalhar como se dará a parceria no âmbito do projeto Gripen. “Nosso principal ganho é ter acesso a tecnologia que não dominamos”, explicou Furlan. Já está certo, por exemplo, que Brasil e Suécia trabalharão juntos para desenvolver um caça com dois assentos, um para o piloto e outro para o navegador. “No futuro, seremos capazes de produzir um caça de quinta geração.” A tecnologia, que nos estágios iniciais será para aviões militares, depois poderá ser empregada na fabricação de aeronaves civis.
fonte: http://www.aereo.jor.br/2016/10/19/parc ... cao-civil/

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::Robson Rocha
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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Seg Mar 27, 2017 10:06 pm 
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Foguete brasileiro movido a combustível de etanol.

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http://www.defesaaereanaval.com.br/fogu ... -alemanha/


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 Título: Re: Ciência e Tecnologia Aeroespacial
MensagemEnviado: Qua Mar 29, 2017 6:35 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Foguete brasileiro movido a combustível de etanol.

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http://www.defesaaereanaval.com.br/fogu ... -alemanha/

A Alemanha conhece bem foguetes movidos a alcool desde 1944, as V2.

V2 Propellant
3,810 kg (8,400 lb) 75% ethanol/25% water
4,910 kg (10,820 lb) liquid oxygen


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