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 Título: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Ter Mar 16, 2010 10:39 pm 
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Aérea estreia em São Paulo com foco no Nordeste e África

A companhia aérea Puma Air inicia voos nacionais no final deste mês entre São Paulo e Belém (PA), apostando em cidades pouco assistidas do Norte e Nordeste do Brasil e na demanda de passageiros entre o Brasil e Angola.

A companhia, que operava voos regionais desde 2002 no Pará e foi vendida em 2009 para um grupo de investidores nacionais que incluem o empresário Geison Gambogi e a Ipiranga Obras Públicas e Privadas, tem planos de investir R$ 100 milhões no primeiro ano de operação e pode iniciar estudos de abertura de capital em bolsa já no segundo semestre de 2011.

A empresa inicia voo diário entre o aeroporto de Guarulhos (SP) e Belém no próximo dia 29, operando avião Boeing 737-300 que integrava a frota da Gol.

A expectativa da empresa é transportar 1 milhão de passageiros nos primeiros 12 meses de operação. Em termos de participação de mercado, o vice-presidente da Puma, Jorge Vianna, afirmou que isso equivale a uma fatia de 1,5% do mercado doméstico e de 2,5% do internacional.

A frota da Puma crescerá até o final do ano para três jatos Boeing 737-300, com capacidades para 134 passageiros cada, e um Boeing 767 que será usado na rota Recife-Luanda, na Angola. Esse voo começará a ser operado em junho ou julho, disse Gambogi, presidente da Puma.

"Vamos ser a única companhia brasileira de bandeira com voos para a África", disse o executivo. O 767 é resultado de acordo de leasing da Puma com a Gol, que vai operar o voo sob a bandeira da Puma, enquanto a nova empresa se encarregará da comercialização, disse o executivo.

Além dos investidores brasileiros, a Puma tem como sócia, com 20% do capital, a companhia aérea Angola Air Service. Vianna, que trabalhou na OceanAir antes de integrar a diretoria da Puma Air, afirmou que existem 45 mil brasileiros vivendo em Luanda, mercado que é reforçado por projetos de empresas brasileiras como Petrobras.

Até agora, a ligação de Angola e o Brasil é feita pela estatal angolana TAAG, disseram os executivos. Após a consolidação da operação com os voos nacionais iniciais - rotas Belém-Macapá (AP) e São Paulo-Belém - a empresa avalia retomar as operações regionais no Pará, para cidades como Altamira, Marabá, e também São Luís, no Maranhão, afirmou o diretor comercial da Puma, Eduardo Figueiredo.

"O objetivo agora é lançar a empresa. Depois que atingirmos a sustentabilidade com esses voos iniciais, poderemos partir para essa operação regional", afirmou Figueiredo.

Para as futuras rotas regionais, a empresa poderá utilizar aeronaves de 50 a 70 lugares, que podem ser fornecidas pela francesa ATR (turboélices) ou pela Embraer, disse Vianna, sem confirmar se há negociações específicas em curso. "As distâncias lá (no Pará) são grandes. Talvez o modelo de jato para a aviação regional seja mais adequado", disse.


Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias/n ... nN16250839

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Ter Mar 23, 2010 8:12 pm 
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Ainda nas asas da Panair
Ex-funcionários daquela que já foi a maior companhia aérea do Brasil mantêm luta para reaver empresa destruída pela ditadura


Por DANIEL LEB SASAKI

O local é o Clube da Aeronáutica, encostado no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Dali, é possível ver, a alguns metros, o prédio que serviu de sede para um mito corporativo brasileiro: a Panair, durante décadas a maior companhia aérea do Brasil. Na fachada do edifício, o logotipo da empresa, pintado de branco, está pela metade. E é cultuado até hoje como um símbolo de resistência, a mesma resistência de centenas de ex-funcionários que se reúnem religiosamente todo dia 22 de outubro para comemorar o aniversário da antiga empregadora. No encontro do último domingo, no clube aeronáutico, houve até quem sugerisse o registro do caso no “Guiness Book”, o livro dos recordes. Os ex-Panair talvez sejam um exemplo único de devoção a um grupo que não opera há mais de 40 anos. Comandantes levam orgulhosos seus crachás. Aeromoças, seus broches. Uma delas, Sônia Leser, foi eleita Miss Asas do Universo. Mas, entre as cabeças brancas, também se vêem crianças de 7 ou 8 anos de idade, atestando que a bandeira verde logo será hasteada por uma novíssima geração. Este ano, a Família Panair virará pessoa jurídica. Isso mesmo, uma associação de ex-funcionários e simpatizantes que nasce para assegurar a sua continuidade e, quem sabe, ganhar representatividade política.



Caso Único: Todos os anos, desde 1966, os panerianos se reúnem para honrar a memória de sua antiga empregadora

“É um grande exemplo de luta. Num país onde a memória não passa da missa do sétimo dia, mantermos essa resistência durante 41, 42, 43 anos é uma coisa fantástica. Passamos todo o período da ditadura. Hoje, era para estarmos sepultos”, diz o comissário Geraldo Cunha, que chora em seguida. Ao lado dele, a arqueóloga Ana Cristina de Sampaio, neta de Paulo Sampaio, o antigo presidente da Panair, completa: “A memória é calada”. Muita gente não entende o motivo dessa confraternização. Há quem os chame de desocupados. Triste ignorância. Convictos do ideal de servir ao País, do orgulho de representar o Brasil como legítimos embaixadores lá fora, essas poucas centenas de pessoas são sobreviventes da maior catástrofe de que se tem notícia nos meios jurídicos nacionais.



Em 10 de fevereiro de 1965, a Panair, em plena vitalidade, teve suas concessões de vôo cassadas sem aviso prévio pelo governo Castello Branco. Embasbacados com a brusquidão da medida, os representantes tentaram proteger a empresa com um pedido de concordata preventiva, que foi sumariamente transformado em falência em apenas três dias. À época, alegou-se que a companhia, que não tinha sequer um título protestado, estava quebrada. Os fatos mostravam outra coisa. Dona da oficina Celma (hoje GE), da única infra-estrutura de telecomunicações aeronáuticas da América Latina e da maior parte dos aeroportos nas regiões Norte e Nordeste, a Panair pagou todas as indenizações trabalhistas de seus funcionários em dobro em apenas três anos e, os demais credores, em quatro. Resultado: na hora de voltar às atividades, o governo baixou um decreto-lei para evitar a suspensão da falência por meio de concordata, mantendo a empresa no chão. Essa lei estava em vigor até o ano passado, um dia antes de a Panair completar 40 anos fechada. Com ela, a Varig cresceu no vazio deixado pela Panair. Sem ela, agora, pôde entrar em recuperação judicial.

Diante desse caso rumoroso, logo se delineia uma explicação para esse fenômeno chamado Família Panair. “É uma junção de fatores: o amor, a indignação pela violência com que nos atingiram e a impotência que sentimos diante dela”, continua Cunha. Rodolfo da Rocha Miranda, filho de Celso da Rocha Miranda, o maior acionista da empresa na época do fechamento, tem seus próprios questionamentos. “Por que FHC não enquadrou as pessoas jurídicas na legislação de perseguidos políticos? Não se pode reclamar na Justiça, nem mesmo moralmente”, lamenta. Segundo o empresário, embora esteja comprovado em juízo que a Panair foi ilegalmente fechada, os governos democráticos fazem vista grossa. “Temos um ranço político do passado. Todos têm medo. Ninguém quer se posicionar sobre o assunto”, diz.

Embora continue no chão, a Panair não existe apenas na memória dos ex-funcionários. Em 1995, a falência foi levantada e, desde então, a empresa luta nos tribunais para que a União regularize sua pendência. São vários pedidos de indenizações: pela desapropriação da Celma, da rede de comunicações e dos terrenos de aeroportos. Isso sem contar as ações por perdas e danos e pela devolução da quantia paga indevidamente aos funcionários, que, segundo as leis trabalhistas, era de responsabilidade do governo. “Tudo podia ser negociado. Se o governo reconhecer o que fez, só reivindicaremos o que é de direito. Nossa luta é por uma reparação moral. E acredito que os panerianos continuarão se reunindo até que finalmente seja feita Justiça”, avisa.

Fonte: http://j.silveirajunior.blog.uol.com.br/

Bem que poderíamos ter um dia...
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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Mar 29, 2010 4:13 pm 
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Interessante isso, vou torcer para esta volta.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Mar 29, 2010 4:26 pm 
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Nessa Ramo o que eu gostaria de ver mesmo é a nossa velha e boa VARIG de volta aos áureos tempos.

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Mar 29, 2010 4:42 pm 
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Fab-Wan escreveu:
Nessa Ramo o que eu gostaria de ver mesmo é a nossa velha e boa VARIG de volta aos áureos tempos.


Os tempos mudaram bastante e hoje o que sobreviver é empresa de baixo custo. Se bem que pelo menos elas poderiam ter mais respeito com o cliente, porque TAM e GOL, tem espaço ridículo nas poltronas e quem está bem nisso é a Azul que tem o E-190 com muito conforto.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Out 18, 2010 1:04 pm 
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O Globo,18 de outubro de 2010 (segunda-feira)
Setor de carga aérea à beira do colapso
Aviões velhos, falha de segurança, problema financeiros e fraudes atingem empresas que prestam serviço a Correios e BC

Geralda Doca e Fábio Fabrini
Pivô do escândalo de tráfico de influência na Casa Civil e sem voar para os Correios desde 27 de setembro, a Master Top Airlines (MTA) não é a única empresa de carga aérea em dificuldade no país. Responsável por carregar encomendas dos brasileiros e parte do dinheiro enviado pelo Banco Central aos estados, o setor está em situação complicada. Aviões velhos, falhas de segurança, obstáculos financeiros e falta de documentação são problemas comuns às companhias, não raro envolvidas em fraudes.

Correios e BC são os principais clientes do segmento por necessitarem de ser viços constantes e serem fonte de receita garantida.

Segundo a Anac, cinco das nove companhias domésticas foram proibidas de voar. Entre as quatro com autorização está a MTA, que deveria fazer as linhas de Salvador e Recife para os Correios, mas não decola mais. A inoperância obriga a estatal a contratar emergencialmente espaços nos porões de companhias de passageiros, pagando caro por isso. Só nos últimos três meses, foram gastos R$ 3,3 milhões para substituir as empresas. O serviço é prejudicado, com atraso nas entregas.

— Isso tem um impacto muito forte no esquema operacional — admite o chefe do Departamento de Encaminhamento e Administração de Frota dos Correios, Carlos de Sousa Montenegro.

Na quinta-feira, a Anac proibiu de levantar voo outra contratada dos Correios, a Air Brasil, que faz a linha São Luís-Teresina Belo Horizonte-São Paulo Rio. Além de ter problemas em equipamentos, a empresa voava sem autorização e cumpria mais horas de voo do que podia.

Também estão proibidas de levantar voo as cargueiras TAF e Beta (que tinham contratos com os Correios até o fim de 2009) e a Skymaster. Segundo a estatal, em dezembro um avião da TAF bateu num elevador de carga em Guarulhos. Semanas depois, outro avião da empresa bateu numa árvore e fez um pouso forçado em Parintins (AM). Devido aos incidentes, a Anac suspendeu o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta), que precisará passar por nova certificação.

A Beta parou de decolar para os Correios depois que o Ministério Público Federal (MPF) constatou conluio com a Skymaster para fraudar uma licitação.

As duas fizeram um acordo de que quem vencesse subcontrataria a outra, dividindo o dinheiro.

A Anac cassou sua concessão em agosto.

Das companhias com autorização para voar, além das Master Top, sobram a Rio Linhas Aéreas e a Total (também contratadas dos Correios), a Absa e a Variglog. Esta, ex-subsidiária da Varig e vendida a um grupo chinês, também enfrenta problemas financeiros.

A frota das empresas aéreas de carga doméstica com autorização para operar é de 18 aviões, segundo a Anac. Isso não significa, entretanto, que todos estejam operando (os três DC-10 da Master Top, por exemplo, estão parados). A Agência informa também que o volume total de carga doméstica transportada por quilômetro voado subiu 12,45% entre 2001 e 2009, saindo de 513,5 milhões de toneladas para 577,5 milhões de toneladas.

Setor movimenta R$ 1,3 bilhão por ano O setor cargueiro tem movimentado, por ano, ao menos R$ 1,3 bilhão. Só os Correios gastaram, em 2009, R$ 316,19 milhões com as companhias contratadas.

A Infraero, que fatura com as tarifas dos aeroportos, recebeu R$ 572,9 milhões (doméstico e internacional). TAM e Gol obtiveram no primeiro semestre, respectivamente, R$ 242,7 milhões com cargas e R$ 177,4 milhões com “receitas auxiliares”, a maior parte cargas.

Para especialistas, a falta de dados concretos dificulta um perfil do setor.

— São empresas amadoras, que abrem e fecham com facilidade e usam aviões velhos, com alto custo com combustível e manutenção — diz o professor de Transporte Aéreo da UFRJ, Respício do Espírito Santo Júnior.

Segundo ele, é preciso aumentar a concorrência e quebrar o monopólio dos Correios na questão da logística.

Ele defende ainda a abertura do mercado às estrangeiras (Fedex, UPS e DHL). Essas companhias, aliás, estão de olho no país e aguardam aprovação do projeto que amplia de 20% para 49% a participação do capital estrangeiro.

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Out 18, 2010 1:10 pm 
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Fsp,18 de outubro de 2010 (segunda-feira)
Editoriais
Aeroportos ineficientes
São conhecidos, e cada vez mais graves, os gargalos da aviação civil no Brasil. Enquanto o crescimento da economia leva novos passageiros às salas de espera, faltam vagas nos pátios para comportar a necessária ampliação do número de voos. O que já não bastaria, de toda forma -pois também faltam novos aeroportos.

Segundo um estudo contratado pelo BNDES, será preciso, até 2030, aumentar em 2,4 vezes a atual capacidade de transporte de passageiros, de 130 milhões para 310 milhões de pessoas por ano -o equivalente a construir "nove Guarulhos", como é conhecido o maior aeroporto do país.

Mesmo a escassa infraestrutura já existente funciona mal. A pedido da Folha, a Associação Internacional de Transporte Aéreo, principal entidade do setor, comparou a eficiência de aeroportos brasileiros e internacionais.

Segundo o levantamento, o tempo de conexão em Congonhas é de pelo menos uma hora. Leva-se em consideração, nessa contagem, os minutos gastos nas tarefas necessárias antes de a aeronave levantar voo, como liberação de bagagens, acesso aos terminais, filas e manutenção.

No aeroporto central de Chicago, de tamanho e capacidade comparáveis ao paulistano, gasta-se menos da metade do tempo -25 minutos- em solo. Discrepâncias semelhantes foram encontradas na comparação entre Cumbica e o aeroporto de Gatwick, em Londres. Seria possível, com maior eficiência, aumentar a quantidade de voos e a capacidade de transporte de passageiros.

O governo Lula resiste à ideia de abrir ao capital privado a responsável pela tarefa de gerir os aeroportos, a Infraero -afastando, assim, uma oportunidade de avançar na modernização do setor. Ainda que se mantenha essa opção, nada justifica a ineficiência da empresa, que precisa dizer a que veio neste momento em que a demanda exige respostas.

Ganhos de gestão também podem advir da delegação aos Estados do direito de construir e administrar aeroportos, bem como da concessão administrativa de algumas unidades à iniciativa privada. É preciso aumentar, com urgência, o tamanho e a qualidade dos investimentos no setor.

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qui Out 21, 2010 9:38 am 
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Fsp, 21/10/2010
Aérea quer debater gestão de aeroporto

Empresas pretendem retomar após as eleições debate com o governo federal sobre melhor modelo de exploração. Presidente da Gol diz que investimento previsto pelo governo é insuficiente devido ao crescimento da classe C.

JANAINA LAGE

As companhias aéreas pretendem retomar as discussões com o governo sobre o modelo de gestão dos principais aeroportos do país após as eleições.

A infraestrutura é apontada hoje como o principal entrave para o setor aeroportuário. As empresas dizem que, após a definição do novo presidente, o governo deve decidir qual é o modelo mais adequado: concessão, privatização ou autorização.

Para Paulo Castello Branco, vice-presidente da TAM, o tema deverá ser debatido com a revisão do Código Brasileiro de Aeronáutica.

"Nós vamos ser consultados. A gente tem certeza de que o tema virá fortemente no início de 2011. Caso o governo retome a questão da eventual exploração pela iniciativa privada de terminais de passageiros, vamos começar a estudar a questão."

O presidente da Azul, Pedro Janot, disse que a empresa está disposta a investir em qualquer tipo de infraestrutura ligada ao setor. "Se me der pátio, terminal, tenho certeza de que faço isso de forma mais eficiente que qualquer empresa estatal."

As empresas consideram que o modelo de gestão atual dos aeroportos, em alguns mercados, trava a possibilidade de avanço do setor.

Janot cita o aeroporto Santos Dumont, no Rio, em que as operações são limitadas a 33 movimentos/hora, mas, na prática, atua com restrição de 23 movimentos/ hora.

O presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, afirma que, mesmo que o governo realize os investimentos previstos de R$ 6 bilhões em aeroportos nos próximos anos, isso não será suficiente para que os aeroportos operem com folga, dado o ritmo de crescimento da expansão do setor, com a chegada de mais passageiros da classe C.

Na prática, Oliveira Júnior afirma que o crescimento da demanda acaba sendo um desafio para a indústria, que já opera com restrições em aeroportos em São Paulo, o que pode ocorrer em outras capitais nos próximos anos.

A solução encontrada pela Gol para driblar a falta de infraestrutura tem sido não só o investimento na substituição de aeronaves menores por equipamentos de maior porte como a troca de conexões de São Paulo para outros terminais.

Oliveira Júnior afirma que, embora este não seja o negócio principal da companhia, está disposto a discutir o assunto porque "um mercado com potencial para dobrar não pode parar por conta desse tipo de barreira".

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sex Out 22, 2010 10:38 am 
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Folha de São Paulo,São Paulo, sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Faltam 900 controladores nos aeroportos

Há 3.114 em atividade no Brasil, mas promessa era chegar a 4.000 neste ano; 560 militares deixaram função em 2 anos
Por segurança, tráfego precisa ser limitado; sindicato culpa baixos salários e condições de trabalho por evasão
MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO

O Brasil tem 3.114 controladores de tráfego aéreo em atividade, quase 900 a menos do que a meta estabelecida pelo Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) há mais de dois anos.

Em 30 de abril de 2008, exatamente um ano após a greve que paralisou os aeroportos, o Comando da Aeronáutica declarou que planejava chegar em 2010 com 4.000 controladores. Para isso, seria preciso formar mil novos profissionais.

O Ministério da Defesa demorou 20 dias para responder às perguntas da Folha. Ontem, enviou uma resposta por escrito dizendo que o Decea desconhece a "suposta meta de 4 mil controladores para 2010".

Diz a Defesa: "E, mesmo que não houvesse o número ideal de controladores para a demanda existente, não haveria risco à segurança. Hipoteticamente, a consequência seria um número de voos menor que o demandado pelo mercado".
A "suposta meta" consta de um documento que está no site da FAB. Depois que a Folha enviou o link do documento, o chefe de imprensa do centro de comunicação da Aeronáutica, coronel Henry, ligou: confirmou a meta e admitiu que ela não foi alcançada.

"O Decea contava com a saída de 60 a 70 controladores por aposentadoria desde 2008, mas perdemos 560", disse. "Alguns foram prestar concurso. Já 160 eram os da reserva que foram contratados no auge da crise e não quiseram ficar."

Segundo o coronel, o descumprimento da meta não compromete a segurança, mas limita a capacidade do setor. "Como não houve aumento de capacidade em terra [nos aeroportos], a pressão [no ar] é menor".

Para a ABCTA (Associação Brasileira de Controladores de Tráfego Aéreo), a evasão está ligada à insatisfação profissional. "Há muita gente prestando concurso público e mudando de carreira", diz o advogado da associação Roberto Sobral.

O problema, diz ele, não é só salarial, mas de condição de trabalho. Entre outras coisas, os controladores se queixam de mudanças na rotina de trabalho.

Por conta da carga horária, de 168 horas mensais, os controladores eram dispensados de atividades militares, como marchar, praticar tiro, comparecer a formaturas. Porém, a partir de 1º de dezembro de 2008, com a entrada em vigor da Instrução ICA 100-25, essas atividades viraram obrigatórias.

NA GELADEIRA
Sobral diz que os controladores ligados à entidade foram afastados da função e colocados "na geladeira". Ele estima que existam quase 200 nessa situação.

O advogado está preparando cerca de 50 ações individuais de controladores contra a FAB por assédio moral. "Eles estão sendo punidos por reportarem incidentes, o que faz parte da rotina normal dessa atividade."

O Brasil -ao lado da Coreia do Norte- é um dos poucos países em que o controle de tráfego aéreo para a aviação civil é feito por militares.

http://www.aeronautas.org.br/aeroclipping/555-aeroclipping-6o-feira-22-de-outubro-de-2010-ano-viii-no-201#Faltam

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Out 25, 2010 3:37 pm 
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Vocês conseguem ver uma real viabilidade da Pnair voltar a operar? na realidade seria penas uma marca, porque o que pode acontecer é a entrada de um novo investidor e aderir à causa injetando dinheiro e colocar a empresa para voltar a funcionar.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Mar 07, 2011 9:59 am 
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Brasil cresce e aéreas decolam
Gustavo Henrique Braga
gustavohenriquebraga.df@dabr.com.br
Edição de segunda-feira, 7 de março de 2011
Companhias como TAP, Delta e Air France voltam-se ao país para fugir de prejuízos nos EUA e Europa

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Ascensão da classe média brasileira tem aquecido o mercado da aviação comercial. Foto: Paulo de Araújo/CB/D.A Press

A soma de ingredientes como o surgimento de uma nova classe média no Brasil e o fraco desempenho econômico dos chamados países desenvolvidos colocou o país de vez na posição de protagonista na América Latina no quesito oportunidade de negócios. Não à toa, os olhos das grandes companhias aéreas internacionais estão voltados para cá. Enquanto nos mercados dos Estados Unidos e da Europa as empresas já não têm mais como crescer e muitas registram prejuízo, aqui, a demanda reprimida - o mercado de aviação nacional cresce 24% ao ano, o dobro do verificado na China - agora leva milhões de consumidores com dinheiro no bolso a buscarem o exterior como roteiro de viagem, muitos pela primeira vez.

O exemplo mais emblemático é o da portuguesa TAP. Os brasileiros foram os responsáveis pelo salto no faturamento da companhia, de 1 bilhão de euros para 2,5 bilhões de euros, ao longo dos últimos dez anos. Hoje, Lisboa funciona como um grande hub (centro de distribuição) tanto para passageiros nacionais que vão para a Europa como para europeus que vêm para o Brasil. Depois da Europa, o país é o lugar com maior número de negócios da companhia aérea. Os números não mentem - os europeus respondem por 37% dos resultados da TAP; os brasileiros, por 35%; e os africanos, por 16%.

A TAP é a companhia que mais voa entre Brasil e Europa, com rotas para nove cidades brasileiras e, a partir de 12 de junho, Porto Alegre (RS) será a décima. Dentro da receita total da empresa, 35% das passagens foram vendidas no Brasil e 7%, em Portugal. O sucesso no mercado brasileiro é um dos principais atrativos para os investidores interessados na privatização da companhia, processo aguardado para os próximos meses. Recentemente, chegaram a circular rumores de que a Gol estaria interessada em comprar a TAP. Mas a empresa brasileira não confirma a informação.

Fronteiras


A americana Delta Airlines também está determinada a conquistar o mercado nacional. ´A Delta voa para 54 cidades na América Latinae Caribe, mas, sem dúvida, o Brasil é o mercado mais importante na região`, diz Nicolas Ferri, vice-presidente para a América Latina e Caribe da Delta. Dos 66 países para os quais a empresa oferece rotas, o Brasil é o quarto colocado em vendas, atrás de Japão, Alemanha e Reino Unido.

No ano passado, Delta e Gol anunciaram um acordo entre os programas de milhagem SkyMiles e Smiles, o que permitiu aos clientes o acúmulo e o resgate de milhas em ambos os programas. O simples fato de a aérea americana ter criado, neste ano, o posto de vice-presidente da América Latina evidencia a importância da região no cenário internacional. Trata-se de um cargo relevante cujo titular se reporta diretamente ao presidente da companhia. ´A Delta reconhece que o crescimento do setor no mundo ocorrerá não necessariamente nos EUA, mas além das nossas fronteiras. Por isso, queremos começar 2011 com uma nova abordagem aos brasileiros`, revela Ferri.

http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/03/07/economia1_0.asp

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sáb Jun 04, 2011 7:41 am 
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Dilma diz que Infraero levará “choque de competitividade”

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Por Luciana Lima

Ao comentar as concessões de três aeroportos à iniciativa privada, a presidenta Dilma Rousseff sinalizou para a abertura de capital da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Dilma acredita que, com a medida, a Infraero tomará um “choque de competitividade” e se tornará mais atrativa ao mercado.

“É mais fácil abrir o capital da Infraero depois de ela tomar um choque de competitividade”, disse Dilma durante a reunião hoje (31), no Palácio do Planalto, com governadores de estados e prefeitos de municípios que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014.

No encontro, o governo informou aos governadores e prefeitos a decisão de conceder à iniciativa privada os aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). A Infraero terá até 49% da participação em cada aeroporto.

Dilma disse que outra vantagem da Infraero, como participante das empresas que assumirão os aeroportos, será o acesso a informações seguras sobre o setor aeroportuário. A presidenta acredita que serão evitadas “assimetrias de informações” verificadas em outros setores dos quais o setor público se afastou completamente.

De acordo com nota divulgada pelo Palácio do Planalto, as empresas terão a obrigação de ampliar a capacidade dos aeroportos concedidos e também de melhorar a qualidade dos serviços, mediante o cumprimento de metas de melhoria de qualidade, previstas em indicadores que constarão nos editais de licitação. “Esse novo marco segue, em linhas gerais, o que já fizemos em vários setores, como eletricidade, rodovias e ferrovias”, disse a presidenta.

Dilma ainda ressaltou o papel estratégico que o Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) terá para a aviação civil. A presidenta considerou, durante a reunião, que São Paulo precisa de um aeroporto com três pistas. “Viracopos é o futuro, é um dos grandes centros aeroportuários do país”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil
http://planobrasil.com/2011/05/31/dilma-diz-que-infraero-levara-choque-de-competitividade/

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sáb Jun 04, 2011 7:43 am 
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Brasil: transporte aéreo nacional cresce quase 24% em um ano

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Dados da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo – na sigla em inglês) mostram que o Brasil apresentou uma das maiores taxas de crescimento do transporte aéreo doméstico, de 23,8%, em abril de 2011, ante o mesmo mês de 2010.

A associação ainda afirmou que, ao longo dos últimos cinco anos, o mercado doméstico de aviação do País dobrou de tamanho, enquanto o da Índia foi o que mais cresceu no período, triplicando de tamanho.

Mercados internacionais

Os resultados de tráfego aéreo do mês de abril deste ano ainda mostram a recuperação do transporte internacional de passageiros, com crescimento de 16,5% frente ao mesmo período de 2010, considerando todos os países analisados.

Vale pontuar que este crescimento deve ser analisado com cautela, já que em abril de 2010 o espaço aéreo europeu estava fechado, devido às cinzas expelidas por um vulcão na Islândia.

Ainda segundo os dados, o crescimento de 16,5% na demanda foi acompanhando por uma expansão de 16,8% na capacidade. Em relação à taxa de ocupação, houve uma leve redução, de 76,8% em abril de 2010 para 76,7% em abril deste ano.

De acordo com o diretor-geral da Iata, Giovanni Bisignani, “a demanda aumentou significativamente em abril. Eliminando todas as distorções, nós estamos crescendo entre 3% e 4%. O tráfego internacional atualmente está 7% acima do registrado no início de 2008, período pré-recessão – as taxas de ocupação estão oscilando em torno de 77% e a confiança das empresas está alta”.

O diretor ainda ressalta dois fatores que estão estragando os bons momentos: os impactos da demandas e os altos custos do combustível.

“Apesar da enorme reestruturação na última década, a indústria não é à prova de choque. Os lucros estão sendo pressionados pela sucessão de crises e choques que marcaram os primeiros quatro meses deste ano”, complementou Bisignani.

Para ele, manter as altas taxas de ocupação para suportar o crescimento dos lucros será uma tarefa difícil, porque é complicado conciliar a capacidade com as oscilações da demanda.

Empresas

As empresas de transporte aéreo da América Latina observaram um crescimento de 25,9% dos voos internacionais em abril, patamar acima do recorde de 22,7% registrado em março deste ano.

Segundo o estudo, as companhias da região continuam se beneficiando da forte demanda por commodities e do crescimento dinâmico do comércio na região e ao longo das rotas comerciais com a Ásia.

Fonte: UOL
http://planobrasil.com/2011/06/03/brasil-transporte-aereo-nacional-cresce-quase-24-em-um-ano/

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qui Jun 09, 2011 7:54 pm 
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jun 09
Justiça vai leiloar 27 aviões da Vasp
Por Fernando Valduga

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Antigos jatos Boeing 737-200 da falida VASP aguardam a tempo por decisão no Aeroporto de Congonhas. (Foto: Luis Silveira)

A Justiça vai leiloar 27 aeronaves da Vasp. O objetivo é utilizar o dinheiro para pagar os ex-trabalhadores da companhia. Ainda não há data definida para os leilões. Ao todo, a Vasp deixou uma dívida estimada em R$ 5 bilhões, dos quais R$ 1,5 bilhão seria o montante a ser destinado para seus ex-funcionários. A expectativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é a de que a realização de leilões de aeronaves também tenha um efeito positivo nos aeroportos.

No aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a retirada de nove aeronaves da Vasp vai permitir a liberação de uma área equivalente a três campos de futebol (170 mil metros quadrados). “Estamos limpando os aeroportos”, afirmou Marlos Melek, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça. “Não vamos mais permitir que os aviões apodreçam em aeroportos brasileiros”, completou.

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Um Boeing 737-200 da VASP, aguardando decisão da justiça sobre seu destino.

Ontem, o CNJ entregou um avião Cessna, modelo 206, para o Tribunal de Justiça do Amazonas. O Cessna foi apreendido pela Justiça com 471 kg de drogas. A aeronave estava num hangar da Polícia Federal, em Brasília. Agora, vai servir de transporte para o Judiciário do Amazonas. “Pela primeira vez, um TJ recebe um avião para levar a aplicação da Justiça a longínquas comarcas”, comemorou a ministra Eliana Calmon, corregedora Nacional de Justiça.

No Amazonas, o Judiciário estava prestes a fechar 30 varas por conta de problemas de transporte de processos. No Estado, não há estradas e o contato entre as varas e o Tribunal de Justiça, em Manaus, era feito por barcos em viagens que podem durar 20 dias.

“Há juízes que ficam isolados na floresta”, constatou Eliana. Segundo ela, outros Tribunais de Justiça das regiões Norte e Nordeste devem receber aviões no futuro. Os próximos estados da lista devem ser o Pará e o Piauí.

Os aviões da Vasp serão desmontados para os leilões, pois o Conselho Nacional de Justiça verificou que não há interesse pela aeronave inteira, mas sim, pelas peças, como fibras de plástico, alumínio aeronáutico e poltronas. O desmonte para venda terá início ainda neste mês, em Congonhas.

A manutenção das aeronaves da Vasp custa R$ 1,2 mil por dia nos aeroportos. O valor é pago pela massa falida da companhia. Ou seja, pelos credores. Com os leilões, a expectativa é a de que os credores finalmente recebam parte do que a Vasp lhes deve.

Fonte: Valor Econômico – Juliano Basile

http://cavok.com.br/blog/?p=34080

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sáb Jun 11, 2011 11:20 pm 
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Que avião é esse aí na foto na frente do Brega? Um Sweringen Metro??? Que exótico! ;)

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