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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Mar 10, 2014 1:04 am 
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09/03/2014 12h48 - Atualizado em 09/03/2014 15h28

Avião da Gol pode ter sofrido falha de manutenção, dizem especialistas
Carenagens da turbina se soltaram durante voo que saiu de São Paulo.
Aeronave estava com 67 passageiros e mudou local de pouso no Rio.


A carenagem do motor de um avião da Gol que se soltou no sábado (8), durante voo entre Rio de Janeiro e São Paulo, pode ter aberto devido a falhas de manutenção, de acordo com especialistas. O Boeing 737 iria pousar no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, mas teve que mudar o local de aterrissagem por questão de segurança, enquanto levava 67 passageiros a bordo.

"A causa mais provável é de falha na manutenção, mas ainda é preciso investigar", aponta o especialista em segurança de voo, Jorge Barros. "Na história da aviação existem inúmeros casos parecidos, geralmente por problemas de manutenção", completa Barros. A carenagem é a estrutura que recobre peças de aeronaves, motocicletas ou automóveis para protegê-las do vento e da chuva, além de proporcionar efeito aerodinâmico.

Por segurança, o local de pouso foi alterado para o aeroporto do Galeão, também no Rio de Janeiro. Cada turbina do 737 possui duas carenagens envolvendo o motor, uma de cada lado, e as duas da turbina esquerda se soltaram durante o voo. "Na parte de cima, elas são presas por dobradiças, enquanto embaixo é feito o uso de presilhas", explica Mateus Gheslini, diretor de segurança e voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas.

Desse modo, os itens se soltaram na parte inferior, onde ficam as presilhas, e se mantiveram presas à turbina pelas dobradiças superiores. "Existe a probabilidade de as presilhas terem sido mal fechadas ou de fadiga no material. Durante a manutenção também é preciso fazer uma manutenção preventiva", acrescenta Gheslini. A Gol diz que investiga o caso, ainda sem conclusões do motivo do incidente.

Em nota, a Gol informou no sábado que a aeronave Boeing 737-800 que realizava o voo G3 1700, entre São Paulo/Guarulhos e Rio de Janeiro/Santos Dumont, pousou no aeroporto do Galeão em razão de uma carenagem - parte que cobre o motor - ter se soltado em voo. A aterrissagem e desembarque dos 67 passageiros transcorreram normalmente. A aeronave passará por manutenção e inspeção da companhia para apuração do ocorrido.

"Há uma probabilidade remota de ter ocorrido uma falha de projeto, mas se fosse o caso, isso já teria aparecido em outras aeronaves iguais. Existem milhares delas no mundo", aponta Jorge Barros.

A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que houve barulho a bordo e que foi constatada a formação de gelo nos motores. "Quando um item desse se abre, o voo tem sua dinâmica completamente alterada. Ao se mudar o formato do avião, a sustentação diminui e existem dificuldade para manobras", diz Barros.

Investigação

Para os especialistas, o caso deve ser investigado com profundidade. "O processo deve descobrir o porquê do ocorrido e evitar que se repita no futuro", explica Gheslini. Durante a análise, os pilotos e os responsáveis pela manutenção serão ouvidos.

No entanto, Jorge Barros alerta que problemas como este mostram um indício de como está o funcionamento interno da companhia. "O que acontece com um avião é reflexo do processo administrativo da empresa", opina Barros.

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noti ... istas.html


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Abr 23, 2014 2:58 pm 
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Azul vai voar Airbus A330 e A350 em suas novas rotas internacionais

Luiz Padilha
23/04/2014


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A Azul vai começar a fazer voos internacionais, com rotas para os Estados Unidos até o início do ano que vem!

A companhia deve iniciar voos de Campinas para Fort Lauderdale (ao lado de Miami) e Nova York utilizando 11 jatos grandes de dois corredores. Inicialmente serão usados seis Airbus A330 e a partir de 2017 a rota receberá os novíssimos Airbus A350XWB, o mais novo modelo da fabricante europeia, com lançamento previsto para o meio do ano.

Segundo a Reuters, a companhia deverá fazer um anúncio oficial com todos os detalhes na manhã de hoje.

http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=40971

Demorou!!! Até que enfim alguém pra concorrer com a TAM, a GOL correu do pau. A Avianca também poderá seguir o mesmo caminho daqui alguns anos.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sex Mai 09, 2014 4:55 pm 
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02/05/2014 - 16:37

Quase 60% dos bilhetes custaram menos de R$300
Os dados referem-se ao segundo semestre de 2013

Brasília, 02 de maio de 2014 – A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulga hoje a 29ª Edição do Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas, relativa ao segundo semestre de 2013. No período, a tarifa média praticada foi de R$ 341,56, valor 4,7% superior à tarifa média do mesmo período de 2012, em termos reais.

De acordo com os dados apresentados no Relatório, a maioria dos assentos comercializados no segundo semestre de 2013, quase 59%, foram vendidos por valores inferiores a R$ 300,00, e apenas 0,5% custaram mais de R$ 1.500,00.

Após 10 anos de forte redução das tarifas aéreas domésticas, com queda de aproximadamente 40% no preço médio no período, e de crescimento da oferta, da demanda e do aproveitamento das aeronaves, o setor vem passando por ajustes na estrutura de tarifas e de oferta. Ao se comparar a tarifa média doméstica do segundo semestre de 2013 com aquela apurada no mesmo período de 2002, verifica-se uma redução de 45,8%.

O segundo semestre de 2013 foi o terceiro semestre consecutivo em que o indicador de tarifa média registra variação positiva. A valorização do dólar em relação ao Real, observada desde o segundo semestre de 2011, e a alta histórica do preço do barril de petróleo têm impactado o transporte aéreo, por serem diretamente relacionados aos custos com combustível, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves. Tais custos representaram mais da metade (54%) dos custos e despesas de voo totais da indústria no segundo semestre de 2013.

O Yield Tarifa Aérea Média Doméstica Real – valor médio que o passageiro paga por quilômetro voado em território brasileiro –, no segundo semestre de 2013, foi apurado em R$ 0,41. Este valor representou alta de 0,2%, em relação ao mesmo período de 2012. Quando comparado o Yield Tarifa Aérea Médio Doméstico Real do segundo semestre de 2013 com aquele apurado no mesmo período de 2002, verifica-se redução de 61,1 %, ou seja, atualmente, o indicador representa menos da metade do valor registrado no mesmo período de 2002. A maioria dos assentos comercializados no segundo semestre de 2013 (53,6%) correspondeu a valores de Yield Tarifa Aérea Doméstico inferiores a R$ 0,30 por quilômetro voado.

O Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas foi elaborado com base em dados de mais de 26 milhões de assentos vendidos no segundo semestre de 2013 e de mais de 52 milhões em 2013, que correspondem à totalidade das vendas efetivamente realizadas pelas companhias aéreas junto ao público adulto em geral, para mais de 7.500 linhas aéreas domésticas nos períodos analisados. Tais dados são mensalmente registrados na ANAC e submetidos a procedimentos de auditoria para assegurar a sua consistência, nos termos da Resolução ANAC nº 140/2010 e pela Portaria ANAC nº 804/SRE/2010.

Assessoria de Comunicação da ANAC
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Telefones: (61) 3314-4491 / 4493 / 4494 / 4496 / 4497 / 4498 / 4642
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http://www.anac.gov.br/Noticia.aspx?ttCD_CHAVE=1378


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08/05/2014 - 12:17

Demanda doméstica cresce 8,2% em março

Brasília, 8 de maio de 2014 – A demanda (em passageiros-quilômetros pagos transportados – RPK) por transporte aéreo doméstico de passageiros cresceu 8,2% em março de 2014, em comparação com o mesmo período de 2013, atingindo o seu maior nível para o mês nos últimos dez anos. Com este resultado, a demanda doméstica completou seis meses consecutivos de crescimento. A oferta (em assentos-quilômetros oferecidos – ASK) do transporte aéreo doméstico de passageiros teve recuo de 0,5%, no período. No primeiro trimestre de 2014, a demanda doméstica acumulou alta de 8,86% e a oferta acumulou aumento de 1,84%.

Entre as principais empresas aéreas brasileiras*, a Avianca destacou-se com a maior taxa de crescimento de demanda doméstica para o mês, alcançando 26,4%.

A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos domésticos operados por empresas brasileiras (RPK/ASK) foi recorde para o mês de março nos últimos dez anos, da ordem de 77,6%. O indicador registrou aumento de 8,7% em março de 2014 no comparativo com o mesmo mês do ano anterior.

A quantidade de carga paga transportada no mercado doméstico foi de 30,1 mil toneladas em março de 2014, o que representou redução de 12,5% com relação a março de 2013. A TAM liderou o mercado de carga doméstica no mês, com 12,2 mil toneladas pagas transportadas, 40,5% do total.

Transporte aéreo internacional

Após dois meses de retração, a demanda (em RPK) do transporte aéreo internacional de passageiros das empresas aéreas brasileiras apresentou aumento de 2,1% em março de 2014, quando comparada com o mesmo mês de 2013. A oferta internacional (em ASK) manteve o comportamento de queda dos quatro meses anteriores, com diminuição de 8,8% em março de 2014. A demanda internacional foi recorde para o mês de março nos últimos dez anos.

A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos internacionais de passageiros operados por empresas brasileiras (RPK/ASK) alcançou 80,1% em março de 2014, contra 71,6% no mesmo mês de 2013, representando uma variação positiva de 11,9%.

A quantidade de carga paga transportada no mercado internacional pelas empresas aéreas brasileiras foi de 14,4 mil toneladas em março de 2014, o que representou redução de 18,8% com relação a março de 2013.

No período de janeiro a março de 2014, a carga paga internacional transportada apresentou redução de 11,0% em relação ao mesmo período de 2013.

Os dados mencionados acima estão disponíveis no Relatório de Demanda e Oferta divulgado hoje pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que também contempla informações sobre a quantidade de passageiros transportados, a participação de mercado das empresas e um comparativo do transporte rodoviário com o modal aéreo, todas ilustradas por meio de gráficos e considerações. O relatório pode ser acessado por meio do link a seguir: http://www2.anac.gov.br/estatistica/dem ... Oferta.asp

O relatório de Demanda e Oferta do Transporte Aéreo é elaborado com base nas operações regulares e não regulares das empresas brasileiras de serviços de transporte aéreo público de passageiros.

*Principais empresas aéreas brasileiras: foram consideradas aquelas que registraram participação de mercado superior a 1%, em termos de RPK.

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sex Mai 16, 2014 8:55 pm 
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Wellington Góes escreveu:
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Azul vai voar Airbus A330 e A350 em suas novas rotas internacionais

Luiz Padilha
23/04/2014


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A Azul vai começar a fazer voos internacionais, com rotas para os Estados Unidos até o início do ano que vem!

A companhia deve iniciar voos de Campinas para Fort Lauderdale (ao lado de Miami) e Nova York utilizando 11 jatos grandes de dois corredores. Inicialmente serão usados seis Airbus A330 e a partir de 2017 a rota receberá os novíssimos Airbus A350XWB, o mais novo modelo da fabricante europeia, com lançamento previsto para o meio do ano.

Segundo a Reuters, a companhia deverá fazer um anúncio oficial com todos os detalhes na manhã de hoje.

http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=40971

Demorou!!! Até que enfim alguém pra concorrer com a TAM, a GOL correu do pau. A Avianca também poderá seguir o mesmo caminho daqui alguns anos.


Sempre que posso, eu viajo pela Azul. Realmente gosto muito desta empresa.

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Jun 02, 2014 4:01 pm 
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TAM quer comprar 20 jatos regionais até fim do ano

SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea TAM, parte do grupo latino-americano Latam, planeja comprar 20 jatos regionais até o final do ano para equipar a frota da companhia capaz de operar em cidades médias do Brasil, informou a empresa nesta segunda-feira.

A informação foi divulgada pelo presidente-executivo da TAM, Marco Antonio Bologna, durante evento da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), em Doha, no Catar, em declarações confirmadas pela empresa aérea.

Em setembro passado, a presidente da TAM, Claudia Sender, afirmou que a empresa estava avaliando aviões da Embraer para retornar a operar voos regionais no Brasil, diante do plano do governo federal de fomentar a aviação entre cidades médias.

Na ocasião, a executiva comentou que a empresa também estava avaliando modelos turboélice da ATR.

Nesta segunda-feira, a assessoria de imprensa da companhia aérea afirmou que "a TAM (...) estuda com prioridade a atuação nos mercados para cidades médias brasileiras, seja por meio de parcerias ou com operação própria. Nesse contexto, a empresa avalia até o final do ano a aquisição de 20 jatos regionais".

A empresa não comentou sobre eventual interesse nos modelos da Embraer. Mais cedo, o jornal Folha de S.Paulo publicou comentário de Bologna que teria afirmado que a nova geração de jatos regionais da fabricante brasileira teria vantagem numa eventual escolha o "financiamento em real, o aspecto tecnológico e a facilidade de manutenção".

Às 14h53, as ações da Embraer subiam 1,67 por cento, enquanto o Ibovespa tinha valorização de 0,83 por cento. Em Santiago, as ações da Latam recuavam 1,88 por cento.

Atualmente, a Azul, terceira maior companhia aérea do Brasil é a única empresa doméstica que opera jatos regionais da Embraer.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

https://br.financas.yahoo.com/noticias/ ... nance.html


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Ter Jun 03, 2014 8:58 pm 
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vql escreveu:
TAM quer comprar 20 jatos regionais até fim do ano

SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea TAM, parte do grupo latino-americano Latam, planeja comprar 20 jatos regionais até o final do ano para equipar a frota da companhia capaz de operar em cidades médias do Brasil, informou a empresa nesta segunda-feira.

A informação foi divulgada pelo presidente-executivo da TAM, Marco Antonio Bologna, durante evento da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), em Doha, no Catar, em declarações confirmadas pela empresa aérea.

Em setembro passado, a presidente da TAM, Claudia Sender, afirmou que a empresa estava avaliando aviões da Embraer para retornar a operar voos regionais no Brasil, diante do plano do governo federal de fomentar a aviação entre cidades médias.

Na ocasião, a executiva comentou que a empresa também estava avaliando modelos turboélice da ATR.

Nesta segunda-feira, a assessoria de imprensa da companhia aérea afirmou que "a TAM (...) estuda com prioridade a atuação nos mercados para cidades médias brasileiras, seja por meio de parcerias ou com operação própria. Nesse contexto, a empresa avalia até o final do ano a aquisição de 20 jatos regionais".

A empresa não comentou sobre eventual interesse nos modelos da Embraer. Mais cedo, o jornal Folha de S.Paulo publicou comentário de Bologna que teria afirmado que a nova geração de jatos regionais da fabricante brasileira teria vantagem numa eventual escolha o "financiamento em real, o aspecto tecnológico e a facilidade de manutenção".

Às 14h53, as ações da Embraer subiam 1,67 por cento, enquanto o Ibovespa tinha valorização de 0,83 por cento. Em Santiago, as ações da Latam recuavam 1,88 por cento.

Atualmente, a Azul, terceira maior companhia aérea do Brasil é a única empresa doméstica que opera jatos regionais da Embraer.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

https://br.financas.yahoo.com/noticias/ ... nance.html


Esta seria um boa notícia em dose dupla.... por mais (sobretudo adequados) meios aéreos e mais opções de operadores... quiçá até de linhas.

Sds.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Ter Set 23, 2014 1:09 pm 
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Empresas e governo apontam os rumos da indústria aeroportuária no País

Guilherme Wiltgen
22/09/2014


Aperfeiçoamento da regulação e o aumento da participação do capital estrangeiro foram alguns dos temas debatidos pelos principais players do mercado durante a Airport Infra Expo & Aviation Expo, realizada em São Paulo

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É consenso na cadeia da indústria aeroportuária brasileira de que o setor viverá períodos de expansão nos próximos anos, impulsionada por ações tais como o Plano Nacional de Aviação Regional. Otimistas, alguns dos principais players do mercado que participaram da Airport Infra Expo & Aviation Expo, realizado no Expo Center Norte em São Paulo entre os dias 17 e 19 de setembro, apontam quais mecanismos são necessários para que o processo seja sustentável e eficiente.

“O Plano de Aviação é nossa grande esperança. A subvenção econômica prevista pelo governo é fundamental para, por exemplo, aumentar o número de destinos dos voos e garantir a sustentabilidade do sistema, que precisa de altos investimentos e enfrenta obstáculos como o preço do combustível e os ciclos econômicos”, afirmou Marcelo Bento Ribeiro, diretor de Planejamento de Linhas da Azul, empresa que atende 104 cidades no País.

Luiz Fernando Lopes, diretor da Embraer, defendeu a ampliação da participação de players internacionais no segmento. “Está em discussão no Congresso Nacional o projeto de lei que aumento o percentual máximo de participação de capital estrangeiro nas empresas que operam no país dos atuais 20% para 49%. Precisamos desses investimentos para impulsionar o setor”, ressalta.

Para o secretário de Política Regulatória da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Rogério Coimbra, as empresas de maneira geral terão papel fundamental na universalização dos serviços aéreos: “São elas que prospectam mercados, estruturam a malha, buscam ganho de eficiência, fazem investimentos e, principalmente, assumem os riscos. Cabe ao governo sustentar questões como a segurança jurídica e alinhar os incentivos para o setor”.

Coimbra reafirmou, no evento, a meta do governo federal de aumento de 61% para 96% no índice de acesso a voos civis em um raio de 100 quilômetros com o Plano Nacional de Aviação Regional. “É um grande projeto que vai levar desenvolvimento para várias partes do País. Atualmente, 38% do consumo está fora das capitais e seis em cada 10 habitantes de classe média estão no interior, onde um estudo mostra que 43% dos moradores tem intenção de usar o avião para se locomover”, explicou.

Mercado – O mercado também está atento ao crescimento do setor, como foi possível atestar nesta edição da Airport Infra Expo – Aviation Expo.. Um dos exemplos é a Proair Serviços Aeroportuários, empresa de capital totalmente nacional e que está em 27 aeroportos do País. “O número de passageiros vêm aumentando e o setor ainda apresenta grandes perspectivas, como vimos nos números apresentados durante a feira. Para se ter uma ideia, só o ground handling movimentou R$ 2 bilhões em 2013 nos aeroportos brasileiros”, afirmou o diretor da empresa, Renato Aranha.

A TLD Group aposta na inovação. Segundo o gerente de Serviços e e Vendas da empresa na América do Sul, Renato Pinto, o momento é de apresentar soluções e se mostrar competitivo. “Temos 100 modelos em 15 linhas de equipamentos. Uma das novidades que trouxemos para esta edição do evento é a linha de tratores voltados especialmente para o segmento portuário. Estamos investindo também em sustentabilidade com equipamentos com baixo uso de combustível e controle de poluentes”, explicou.

Ana Mandelli, gerente de Marketing de Aviação da Raízen, chamou a atenção, no entanto, para o fator planejamento. “Sabemos que a aviação regional vai crescer e trazer impactos positivos, mas precisamos planejar com antecedência. Um posto de abastecimento em um aeroporto leva uma média de 24 meses para ficar pronto. É um investimento que não pode conviver com um cenário de incertezas”, alertou.

Experiência internacional – Esta edição da Airport Infra Expo & Aviation Expo apresentou, também, experiências internacionais da indústria aeroportuária que servem de modelo para o atual estágio do setor no País. O representante sênior da Federal Aviation Administration (FAA) dos Estados Unidos, Paulo Friedman, falou sobre como funciona e quais os benefícios do National Plan of Integrated Airport Systems (NPIAS), principalmente em relação aos subsídios, tema que vem sendo muito discutido no Brasil.

“O NPIAS permite uma integração maior entre governo e empresas, facilitando administração de questões como o gerenciamento do tráfego aéreo. Definimos também uma política de subsídios, o Airport Improvement Program (AIP), que leva em consideração o tipo e tamanho de aeroporto; as características dos projetos apresentados; e o tipo de apoio financeiro que querem receber”, explicou.

A crescente participação do capital privado nos aeroportos brasileiros, com o programa de concessões do governo federal, têm chamado a atenção de empresas estrangeiras. O cônsul-geral adjunto do Reino Unido em São Paulo, Gareth Whisson, destacou: “Várias empresas britânicas expuseram na feira, oferecendo soluções para o mercado brasileiro. Somos conhecidos pela nossa expertise em aeroportos e aviação”.

Whisson citou, ainda, o intercâmbio entre Brasil e Reino Unido. “Levamos observadores do governo brasileiro a Londres para conhecer como organizamos nossos aeroportos durante as Olimpíadas de 2012”, disse.

http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=46086


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sex Nov 14, 2014 5:05 pm 
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14 de Novembro, 2014 - 10:50 ( Brasília )

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O CONGRESSO E A DESNACIONALIZAÇÃO DO MERCADO AERONÁUTICO BRASILEIRO

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Mauro Santayana

Acordo “costurado” ontem, no Senado, permitiu a aprovação, em comissão especial, de medida provisória que prevê subsídios à aviação regional, da forma como pretendia a Azul Linhas Aéreas.

Isso evitou que o projeto viesse a beneficiar, indiretamente, fabricantes estrangeiros de grandes aviões, como a Boeing e a Airbus, e ajudou a indústria brasileira, por meio da Embraer, que, no entanto, adquire boa parte das peças de suas aeronaves no exterior.

A surpresa ficou por conta de uma alteração feita de última hora no texto, aprovando a compra de até 100% do capital de companhias de aviação brasileiras por estrangeiros, indo contra o que se pratica em boa parte do mundo.

(..........................)

http://www.defesanet.com.br/aviacao/not ... rasileiro/


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Seg Nov 17, 2014 10:32 pm 
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Baschera escreveu:
Esqueça este negócio de aeronaves pequenas para transporte regional.

Nunca deu certo..e quando deu, uma empresa maior acabou comprando a regional e babaús....

Exemplo : A regional do sul, NHT/Brava Linhas Aéreas... que nem sei se existe mais.... e usava ou usa se ainda existir, os aviões da LET (LET 410 se não me engano). Os LET da empresa levavam até 19 pax.

Casos existem aos montes, antigos e novos.

Com esta nova legislação (acordada na semana passada e não sei se já votada na câmara) sobre os subsídios estatais para a aviação regional... as encomendas deverão (ou foi propositalmente feita sob medida) para os E-jets da Embraer, caso da Azul, cujas encomendas para atender esta demanda regional interna seria de Us$ 1,8 bilhão somente em aeronaves da EMB.

Sds.

A idéia da SAC e ANAC não é, necessariamente, criar novas empresas regionais, mas fortalecer as existentes e, principalmente, tornar as rotas regionais rentáveis, independente de quem venha operar se empresa grande, ou pequena. Ou seja, é dar condições para a manutenção das rotas e não, necessariamente, manter as empresas que as operam. Estas podem ser adquiridas ou não, mas a rota precisa continuar existindo e ser sustentável.

São duas as ações a serem tomadas: * uma delas é melhorar as condições de infraestrutura (terminais, pistas, segurança operacional, navegação, equipamentos de apoio, carro de combate a incêndio adequado e pessoal treinado pra operacionalizar tudo isso); * a outra é ter companhias mobiliadas com aviões compatíveis com essas rotas, além de uma carga tributária mais enxuta.

Sei disso porque trabalhava com essa expansão na Secretaria de Transporte do Amapá - SETRAP, até junho deste ano quando sai pra concorrer nestas eleições. Eu era Gerente de Transporte Aeroviário e tive algumas reuniões na SAC, ANAC e com companhias regionais (acho que já escrevi sobre isso por aqui). Tive alguns êxitos a bem da verdade (desculpem a modéstia :mrgreen: ), só não foi melhor porque a classe política estadual tem uma visão muito curta do processo, ou seja, acham que só tem bônus (aeroportos montados, prontos pra operar e dinheiro para contruí-los, o que não é verdade, pois é a SAC, através do BB, é quem será o executor) e se esquecem que tem ônus também (contratar pessoal e manutenir tudo isso, além de reduzirem a sua parcela da carga tributária). Isso acabou por atrasar todo o processo por aqui e em outras partes do país, pois todos (prefeituras e governo) querem os projetos, mas não querem meter a mão no bolso pra botá-los operacionais, mesmo o GF entrando com o dinheiro do FNAC (Fundo Nacional de Aviação Civil) para suas construções.

Tudo isso tem uma solução de compromisso até tornar às operações rentáveis, a bem da verdade, para algumas cidades que só têm acesso por rio, é uma questão primordial a manutenção de linhas regulares de passageiros.

Isto não é uma benesse às companhias aéreas, mas sim tentar colocar as coisas mais equilibras para fechar suas contas, isto porque paga-se muitos tributos altos neste ramo, especialmente o ICMS sobre os combustíveis de aviação. Normalmente tarifa cheia (25%) e isto é sempre repassado ao consumidor, SEMPRE.

Há uma controversa na nossa aviação civil regular de passageiros. Houve nos últimos anos, com a liberação tarifária, um aumento exponencial no número de passageiros transportados, mas na contramão disso uma redução de cidades atendidas.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Ter Nov 18, 2014 11:49 pm 
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O Wellington propôs uma variação do C-235 ou C-295 para aviação regional, que também são projetos conjuntos da Casa e IPTN, Hoje Airbus Military e PT-DI.

O problema é que estas aeronaves ja foram usadas na aviação civil sem sucesso, por serem herança de aeronaves STOL militares, tem uma estrutura reforçada, com rampa e asas voltadas a operação em baixa velocidade, e não a economia.

Toda vez que falarem em aproveitamento de um avião militar de transporte para a aviação civil, receba a notícia com desconfiança. Só serve para casos especiais, como da aviação russa com seus aviões de baixo custo de operação fazendo voos fretados, como os An-12 e Il-76.

Estes 10 CN-235-100 usados desde 1986 foram substituídos por 14 Xian MA-60, que apesar da origem no transporte russo An-24/Y-7 foram totalmente construídos para a aviação civil pelos chineses com materiais mais leves, aviônica(Rockwell Collins) e motores ocidentais(P&W PW127J Turboprop). Os MA-60 tiveram problemas no trem de pouso ja corrigidos e vários acidentes causados por falhas humanas no pouso, em empresas menores na Africa e Ásia, mas está com 80 aeronaves entregues e 200 encomendadas.
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Por isso a Indonésia está desenvolvendo o R-80 em uma parceria entre a PT-Regio e a PT-DI, uma aeronave voltada a operação regional com economia. Com uma asa fina e estreita bastante econômica.
ImagemARC.Web


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Nov 19, 2014 1:16 am 
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A diferença do C-235 para o C-295 é que o segundo tem muitos equipamentos também usados em aeronaves civis. Os motores, por exemplo, são os mesmos dos ATR-72/600.

É claro que tem trabalho a ser feito, o negócio é saber se valeria apena tal empreitada. Quando eu digo valer apena, não é só por questões financeiras, mas estratégia industrial, política e geopolítica também.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Nov 19, 2014 6:37 am 
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Wellington Góes escreveu:
A diferença do C-235 para o C-295 é que o segundo tem muitos equipamentos também usados em aeronaves civis. Os motores, por exemplo, são os mesmos dos ATR-72/600.

É claro que tem trabalho a ser feito, o negócio é saber se valeria apena tal empreitada. Quando eu digo valer apena, não é só por questões financeiras, mas estratégia industrial, política e geopolítica também.


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Mas falar disto não seria como falar do EMB Brasilia alongado...?


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Nov 19, 2014 12:28 pm 
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carvalho2008 escreveu:
Wellington Góes escreveu:
A diferença do C-235 para o C-295 é que o segundo tem muitos equipamentos também usados em aeronaves civis. Os motores, por exemplo, são os mesmos dos ATR-72/600.

É claro que tem trabalho a ser feito, o negócio é saber se valeria apena tal empreitada. Quando eu digo valer apena, não é só por questões financeiras, mas estratégia industrial, política e geopolítica também.


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Mas falar disto não seria como falar do EMB Brasilia alongado...?

Pra atender ao mercado regional, se acontecesse esse alongamento, aproveitando a mesma motorização, seria o ideal. O Brasília, para a aviação regional, é de uma relação custo-benefício ruim devido, justamente, aos grandes motores que tem, são muito beberrões pela pouca quantidade de pessoas que transporta. Na sua categoria de 30 pax, é a aeronave mais rápida, mas acaba tendo um elevado consumo de combustível. Por isso que os ATRs dominam o mercado.

A alternativa seria alongá-la, o problema é que a Embraer já tem uma aeronave de 50 passageiros (o ERJ-145), mas que também tem uma relação custo-benefício ruim, pelo menos para o nosso padrão. As empresas regionais afirmam, e com certa razão, de que estes aviões da Embraer foram feitos pra atender ao mercado norte americano.

A Passaredo operou o 145 por um tempo, mas desistiu e foi para o ATR. A SETE (de Goiânia) opera com Brasília, eles querem uma aeronave maior, também pensaram no 145, mas declinaram devido aos seus custos, agora estão pensando em adquirir os ATRs também.

E ai, como a Embraer ainda é dona do Brasília, já possui uma aeronave regional de até 50 pax e não tem interesse na aviação de turbo-hélice, ela dificilmente vai querer ver surgir uma empresa vir a concorrer num futuro próximo. Não, necessariamente, na aviação de passageiros, mas sim na aviação executiva, pois quem domina a produção de aeronaves regionais pode, muito bem, quer abocanhar uma parte desse mercado, especialmente o nacional.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Dom Nov 23, 2014 12:58 pm 
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Leo Carcará escreveu:
Baschera escreveu:
Esqueça este negócio de aeronaves pequenas para transporte regional.

Nunca deu certo..e quando deu, uma empresa maior acabou comprando a regional e babaús....

Exemplo : A regional do sul, NHT/Brava Linhas Aéreas... que nem sei se existe mais.... e usava ou usa se ainda existir, os aviões da LET (LET 410 se não me engano). Os LET da empresa levavam até 19 pax.

Casos existem aos montes, antigos e novos.

Com esta nova legislação (acordada na semana passada e não sei se já votada na câmara) sobre os subsídios estatais para a aviação regional... as encomendas deverão (ou foi propositalmente feita sob medida) para os E-jets da Embraer, caso da Azul, cujas encomendas para atender esta demanda regional interna seria de Us$ 1,8 bilhão somente em aeronaves da EMB.

Sds.


Até o ano passado a NHT ainda operava os seus LET a partir de Rio Grande.

O problema da NHT foi ter proposto entrar no atendimento muito longe do seu "quintal". Acabando por se meter com as grandes. Lembro de ter encontrado um de seus aviões fazendo voo para Congonhas. Soube que ela estava brigando pra ter uns slots em melhores horários. Ou seja, estava querendo dar passos maiores do que a perna.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Ter Nov 25, 2014 11:20 am 
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Nem sabia que a NHT ainda existisse... aqui na cidade, maior mercado do interior do RS, creio que eles não operam mais.

Talvez o Wellington tenha razão, eles deveriam ter se concentrado nos pequenos mercados que não tem outras opções ... mas também entendo que estes mercados menores são inconstantes e não devem gerar receita suficiente para manter o negócio sem incentivos. Além disto, os aeroportos menores são muito precários, sem infraestrutura e muito caros de se operar.

Sds.


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