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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qui Out 22, 2015 10:38 am 
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22/10/2015 10h57 - Atualizado em 22/10/2015 11h14

Sudeste concentra 45% das viagens de avião feitas pelos brasileiros
Dado integra pesquisa sobre o setor aéreo divulgada pelo governo federal.
Fluxo de passageiros é seguido por Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte.


Débora Cruz
Do G1, em Brasília


Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (22) pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC) revela que o Sudeste concentra 45% das viagens de avião feitas pelos brasileiros. O fluxo na região é seguido por Nordeste (21,5%), Sul (14,4%), Centro-Oeste (12%) e Norte (7,1%).

O estudo, intitulado “O Brasil que voa – Perfil dos passageiros, aeroportos e rotas do Brasil”, foi feito em parceria com a Empresa de Planejamento e Logística (EPL). Ao longo de 2014, mais de 150 mil passageiros foram ouvidos nos 65 aeroportos responsáveis por 98% da movimentação aérea do país.

Cada entrevistado respondeu a 70 perguntas. Com base nas respostas, o governo montou um banco de dados, que será usado no desenvolvimento de políticas públicas para o setor. As informações podem ser acessadas no site da SAC. De acordo com a secretaria, trata-se do mais completo levantamento sobre transporte aéreo de passageiros já realizado no país.

Perfil
A pesquisa mostra que a maioria dos passageiros de voos domésticos tem entre 31 e 45 anos, compra passagem com menos de 1 mês de antecedência e viaja para trabalhar ou estudar. A maior parte vai de táxi para o aeroporto, levando até uma hora no deslocamento, e gasta até R$ 50 enquanto espera pelo voo.

O estudo revela ainda que 45% dos passageiros ganham entre 2 e 10 salários mínimos, 6,1% ganham até 2 salários, 17,2% recebem entre 2 e 5 salários mínimos e 21,7% ganham entre 5 e 10 salários.

Rotas
São Paulo é o município de origem e destino da maioria dos viajantes, sendo que a maioria utiliza o aeroporto de Guarulhos.

A principal rota de voo dos brasileiros é São Paulo-Rio de Janeiro. Já entre as cidades que ainda não têm voos diretos, as rotas mais desejadas são Rio de Janeiro (RJ)-Vila Velha (ES), Blumenau (SC)-São Paulo (SP) e Campo Grande (MT)-Rio de Janeiro (RJ).

http://g1.globo.com/economia/noticia/20 ... eiros.html


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Dom Mai 29, 2016 6:53 pm 
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Toma Embraer

Agora é oficial: Azul confirma encomenda de 63 Airbus A320neo

http://www.aeroin.net/agora-e-oficial-a ... us-a320neo

Imagem


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Jun 01, 2016 1:00 pm 
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Alguém poderia me explicar que pora é esta de "TOMA EMBRAER"? Fogo Amigo?


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Jun 01, 2016 1:31 pm 
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vql escreveu:
Alguém poderia me explicar que pora é esta de "TOMA EMBRAER"? Fogo Amigo?


Confesso que não entendi também a conotação em que foi empregada esse "TOMA EMBRAER". A notícia não é tão nova assim (é de 2014). Além destas aeronaves, a Azul possui uma encomenda de 50 jatos Embraer modelo E2. Conforme o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, “...dessa forma, a Azul se posiciona como a única companhia aérea que tem em sua frota a diversidade de aeronaves que o Brasil precisa” (no último parágrafo).

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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Jun 01, 2016 3:53 pm 
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Toma Embraer, porque a Azul cresceu e está precisando de aviões mais adequados, chega de aviãozinho de pouco mais de 100 lugares.

O tempo vai dizer se a Bombardier não estava certa em partir para algo maior. Pelo menos ela teve coragem. E ajuda do governo as duas recebem, e muito.

A Embraer tem medo de partir para aviões maiores e se acomodou nos regionais. Seu presidente diz que a concorrencia não preocupa, mas a lista de encomenda dos novos concorrentes está bem grandinha.

Não sou empregado, amigo e nem acionista da Embraer para ser obrigado a torcer por ela.

Se bem que confesso que não tenho motivo nenhum para torcer contra, ela é muito boa em detectar brechas no mercado onde entra com pouca ou sem concorrencia, isso é um grande mérito.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Jun 01, 2016 7:19 pm 
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E por acaso a concorrência está nadando de braçada??

O projeto CSeries está até agora, sendo um verdadeiro fiasco comercial... pode fazer sucesso, claro. Mas estão "comendo o pão que o diabo amassou". A Boeing e a Airbus já paparam grandes contratos onde a Bombardier pretendia colocar seu avião. O tão falado CS500 pode até não virar uma realidade.

Estão apelando para vendas muitos milhões abaixo do custo para tentar fazer o avião emplacar no mercado... só assim para fazer sua carteira de pedidos ter uma qualidade minimamente boa. Porque até então, além da quantidade de pedidos não ser o que esperavam, a qualidade da carteira de pedidos era sofrível...

O E2, demandou muito menos investimentos, pode ainda se aproveitar de uma sólida base de clientes do E1... e com muito menos tempos desde o lançamento já tem quase o mesmo número de encomendas.

Agora me diz... onde ela errou??? No meu modo de ver deu sim uma tacada certíssima... e nada tem a ver com ter ou não coragem... isso ela tem e muito. Tem a ver com ter a sua própria leitura do mercado, e jogar onde acha mais lucrativo e onde se tem maior chance de sucesso.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qua Jun 01, 2016 10:32 pm 
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Cassio escreveu:
E por acaso a concorrência está nadando de braçada??

O projeto CSeries está até agora, sendo um verdadeiro fiasco comercial... pode fazer sucesso, claro. Mas estão "comendo o pão que o diabo amassou". A Boeing e a Airbus já paparam grandes contratos onde a Bombardier pretendia colocar seu avião. O tão falado CS500 pode até não virar uma realidade.

Estão apelando para vendas muitos milhões abaixo do custo para tentar fazer o avião emplacar no mercado... só assim para fazer sua carteira de pedidos ter uma qualidade minimamente boa. Porque até então, além da quantidade de pedidos não ser o que esperavam, a qualidade da carteira de pedidos era sofrível...

O E2, demandou muito menos investimentos, pode ainda se aproveitar de uma sólida base de clientes do E1... e com muito menos tempos desde o lançamento já tem quase o mesmo número de encomendas.

Agora me diz... onde ela errou??? No meu modo de ver deu sim uma tacada certíssima... e nada tem a ver com ter ou não coragem... isso ela tem e muito. Tem a ver com ter a sua própria leitura do mercado, e jogar onde acha mais lucrativo e onde se tem maior chance de sucesso.

É verdade que a Bombardier está se arriscando, vai precisar um baita empurrão do Governo até entrar dinheiro no caixa.

É cedo para dizer se terá sucesso um avião para concorrer com Os B737 e A319, só o tempo dirá se a Embraer estava certa em se limitar ao regional ou deveria chegar nos comerciais de 200 passageiros ao inves do KC-390, pois o mercado militar é mais restrito.

Não vejo a Embraer como muito corajosa, mas na leitura do mercado é mestra, pelo menos até aqui sempre acertou.


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qui Jun 02, 2016 11:37 am 
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wstrobel escreveu:
Cassio escreveu:
E por acaso a concorrência está nadando de braçada??

O projeto CSeries está até agora, sendo um verdadeiro fiasco comercial... pode fazer sucesso, claro. Mas estão "comendo o pão que o diabo amassou". A Boeing e a Airbus já paparam grandes contratos onde a Bombardier pretendia colocar seu avião. O tão falado CS500 pode até não virar uma realidade.

Estão apelando para vendas muitos milhões abaixo do custo para tentar fazer o avião emplacar no mercado... só assim para fazer sua carteira de pedidos ter uma qualidade minimamente boa. Porque até então, além da quantidade de pedidos não ser o que esperavam, a qualidade da carteira de pedidos era sofrível...

O E2, demandou muito menos investimentos, pode ainda se aproveitar de uma sólida base de clientes do E1... e com muito menos tempos desde o lançamento já tem quase o mesmo número de encomendas.

Agora me diz... onde ela errou??? No meu modo de ver deu sim uma tacada certíssima... e nada tem a ver com ter ou não coragem... isso ela tem e muito. Tem a ver com ter a sua própria leitura do mercado, e jogar onde acha mais lucrativo e onde se tem maior chance de sucesso.

É verdade que a Bombardier está se arriscando, vai precisar um baita empurrão do Governo até entrar dinheiro no caixa.

É cedo para dizer se terá sucesso um avião para concorrer com Os B737 e A319, só o tempo dirá se a Embraer estava certa em se limitar ao regional ou deveria chegar nos comerciais de 200 passageiros ao inves do KC-390, pois o mercado militar é mais restrito.

Não vejo a Embraer como muito corajosa, mas na leitura do mercado é mestra, pelo menos até aqui sempre acertou.



Bom dia.

No mundo de negócios não há como ser corajoso ou audacioso, tem que ser é rentável!
Ou existe o mercado atraente, ou o teu produto será superior ao que já existe ou alguém está financiando.
Não há como um gestor de um grupo privado investir em um projeto em que não se tenha em visto lucro, porque a cabeça dele com certeza vai rolar!
Eu considero que vai da escala do improvável ao impossível que os acionistas concordem em queimar milhões de $$$$ na baseados na nobre ciência do achismo.

Que eu saiba quem gosta de fazer negócio para levar prejuízo é estatal!!!

Conforme texto que está no site Flightglobal.com a Bombardier prevê uma perda de aproximadamente $500.000.000 com as encomendas dos CSeries, incluindo os compromissos para até 125 CS100s de Delta Air Lines em abril e uma carta de intenções para 45 CS300s da Air Canada em fevereiro.

Data desta info 01.06.2016
FONTE: https://www.flightglobal.com/news/artic ... ct-425948/

"Eles não podem fazer um negócio com a perda de $ 7000000 por avião,"
Está declaração é do Chefe de Vendas da Airbus.

Data desta info 31.05.2016
https://www.flightglobal.com/news/artic ... ck-425865/

A Embraer é lider do mercado possuindo 50% de market share e não tem coragem?
Realmente eu fiquei sem entender pois entendo que a Bombardier foi corajosa e com isso quebrou a cara. E
está se mantendo a duras penas queimando bilhões de $$$ que não saíram do bolso dela.

A Bombardier está sendo pesadamente subsidiada pelo Governo Canadense e pela Província de Quebec para fazer estas manobras que eu chamo de acrobáticas para não chamar de miraculosas.

Em 04/11/2015 eu postei no tópico Embraer uma notícia que teve repercussão zero: A Bombardier ofereceu parceria para o seu programa CSeries e nem a Embraer ou Airbus mostraram nenhum interesse.

Só acreditando em "milagres" para acreditar que eles foram geniais e acharam uma saída "ninja" para o abacaxi que eles tem em mãos.

FONTE: https://www.flightglobal.com/news/artic ... rt-417764/

E de repente eles viram os mocinhos da estória e a Embraer se tornou a vilã?

Gosto do tema e acompanho sempre que posso as notícias nos sites nacionais e internacionais.

Não sou da área da aviação mas as decisões na minha área de trabalho são bastante semelhantes e da mesma forma são muito onerosas se tomadas erroneamente.

Pelos resultados, em um Pais repleto de turbulências politicas e econômicas aonde o governo atrapalha muito mais do que ajuda, me parece que a Embraer até agora tem tomado as decisões corretas? Ou não?

Julio Cesar


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Qui Jun 02, 2016 4:27 pm 
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Alguem tem que ter coragem para enfrentar o duopólio Boeing e Airbus.

Para se ter noção do jogo pesado a Boeing vendeu o 737-700 a US22mi para tirar um negócio da Bombardier, a Bombardier teve que tirar US7mi do preço de seu avião para vender nos EUA e a Airbus tirou onda dizendo que quer ver até onde os canadenses aguentam.

Mas o mercado surpreende, nos regionais o Sukhoi Superjet parecia o patinho feio do mercado, ja tem mais de 100 aviões entregues e 170 pedidos aguardando produção. Quando a Interjet mexicana comprou 20 e foi o primeiro usuário deles nas Américas, até aqui chegaram a dizer que se arrependeriam por não terem comprado o brasileiro e eles encomendaram mais 10 unidades em 2015.

Imagemwikipedia


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sex Jun 03, 2016 9:31 am 
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wstrobel escreveu:
Alguem tem que ter coragem para enfrentar o duopólio Boeing e Airbus.

Para se ter noção do jogo pesado a Boeing vendeu o 737-700 a US22mi para tirar um negócio da Bombardier, a Bombardier teve que tirar US7mi do preço de seu avião para vender nos EUA e a Airbus tirou onda dizendo que quer ver até onde os canadenses aguentam.

Mas o mercado surpreende, nos regionais o Sukhoi Superjet parecia o patinho feio do mercado, ja tem mais de 100 aviões entregues e 170 pedidos aguardando produção. Quando a Interjet mexicana comprou 20 e foi o primeiro usuário deles nas Américas, até aqui chegaram a dizer que se arrependeriam por não terem comprado o brasileiro e eles encomendaram mais 10 unidades em 2015.

Imagemwikipedia


Bom dia.

Concordo contigo que alguém deveria ter "coragem" de enfrentar a Boeing e a Airbus.

Mas agora eu te pergunto quem teria condições de fazer isto?

Embraer? Daqui do Brasil? Com a bagunça que é isto aqui não vejo condições tão cedo da Embraer partir para uma empreitada destas a não ser que, estrategicamente, não exista outra opção.

A maior dificuldade, no meu modesto entender, nem seria a Boeing ou a Airbus pois tudo indica que a Embraer teria condições de desenvolver e construir uma aeronave um patamar acima das hoje fabricadas para concorrer com o andar de baixo (737 e A320).

A maior dificuldade seria se desviar dos erros do nossos governantes, mudanças de regras repentinas, falta de apoio, maracutaias, leis malucas, excesso de leis, excesso de impostos, custo brasil, etc...

Além disso temos a janela de tempo pois além de ter a aeronave tem que existir compradores.

Só para começar: alguém vai querer comprar? Tem espaço para venda? Financiamento?

Existindo interessado(s), lá nos States, a Boeing com uma primeira e única encomenda já tem previsão de vendas muito superior em relação a Embraer pois o nosso mercado é bem menor do que o mercado americano.

A aquisição de EJets para uso no nosso mercado interno inclusive, se não me engano, é recente com a Azul sendo o maior usuário até o momento.

Com a Gol priorizando a Boeing e a TAM com a maior parte da frota da Airbus quem iria comprar aeronave da Embraer. Outra pergunta seria quando?

Como você mesmo citou o jogo é pesado, muito pesado mesmo, mas nossos governantes são muito mau preparados para lidar com estas situações.

Podemos tomar por exemplo o que ocorre com o KC390 aonde o GF financia o desenvolvimento da aeronave e ao mesmo tempo parece que faz tudo para que o projeto não vá adiante só aparecendo para sair na foto nos bons momentos.

Enquanto isso os "americanos malvados" vão fornecendo C130 via FMS para clientes em potenciais do KC390. Coincidência? Nada acontece por acaso!

Enquanto isso o que fez o GF? Ou melhor o que poderia fazer o nosso GF se existisse vontade politica de se fazer algo?

Para finalizar eu imagino que em algum momento futuro a Embraer vai ter que partir para outro(s) projeto(s) que poderá ser uma aeronave maior do que as atuais mas vejo isto como uma empreitada difícil e dura.

Só nos resta imaginar e especular o que poderá acontecer.

Votos de um bom final de semana a todos.

Julio Cesar


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sex Jun 03, 2016 10:31 am 
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Análise interessante Júlio. :wink:


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sex Jun 03, 2016 11:28 am 
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Wellington Góes escreveu:
Análise interessante Júlio. :wink:


Bom dia, meu Lord.

Estava lendo algumas notícias recentes na internet e o que vejo de interessante? Usando uma linguagem bem popular, a Bombardier estava comendo o pão que o diabo amassou sem vender nada por quase 2 anos e de repente passou a arrotar caviar.

Ou o avião ou os caras do departamento de vendas são de outro mundo. :lol: :lol:

Realmente é um caso para ser estudado minuciosamente mas só o tempo poderá nos dizer se a CS series é ou será um case de sucesso ou é fake.

Já me aconteceu algo parecido por duas vezes: o concorrente nos deu uma rasteira, usou um danado de um golpe baixo, saiu arrotando caviar e ainda tivemos que engolir o sapo. Frustrante e deprimente mas faz parte, infelizmente, do mundo dos negócios.

https://www.flightglobal.com/news/artic ... -2016-0603

http://atwonline.com/iata-agm-2016/bomb ... s-momentum

Pode ser que o 190-E2 e o CS100 se encontrem em Farnborough no final de julho mas que até lá vai ter muito disse me disse isso vai.

https://www.flightglobal.com/news/artic ... e2-425982/

Julio Cesar


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 Título: Re: Empresas Aéreas Nacionais
MensagemEnviado: Sex Jun 03, 2016 9:23 pm 
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Mais um capítulo da novela Bombardier X Embraer

FONTE:
http://business.financialpost.com/news/ ... -different

Kristine Owram | June 3, 2016 12:56 PM ET
More from Kristine Owram | @KristineOwram
Suddenly, the Canadian airplane maker is looking a lot more threatening to its rivals.
BombardierSuddenly, the Canadian airplane maker is looking a lot more threatening to its rivals.

A 2001 order for 75 Bombardier Inc. regional jets from tiny Air Wisconsin doesn’t exactly seem like an industry-shaking coup, but it was at the time.

Air Wisconsin had chosen Bombardier over Brazil’s Embraer SA, a victory that occurred in the midst of a seven-year battle between the two over government subsidies. Tensions were running high and the dispute escalated well beyond the aerospace sector, with Canada and Brazil engaging in a volley of complaints and counter-complaints at the World Trade Organization (WTO).

Canada banned imports of Brazilian beef, ostensibly over mad-cow disease fears. That sparked boycotts of Canadian goods in Brazil and President Fernando Cardoso threatened a trade “war,” forcing Canada to backtrack on the beef ban.

FP0602_Airplane_orders_CnewThe two countries reached an uneasy truce in 2003, but the issue of subsidies never really went away. Now a senior Embraer executive is alleging that Bombardier was only able to win a major CSeries order from Delta Air Lines Inc. in April because of potentially illegal government subsidies, and is threatening to get Brazil to take the issue to the WTO.

It appears that Bombardier, after securing orders for its oft-troubled CSeries jet from Delta and Air Canada, is suddenly looking a lot more threatening to its competitors. And with the federal government continuing to weigh Bombardier’s request for US$1 billion in funding, matching an investment promised by Quebec, the question of government support is raising its ugly head again — just as it did in 2001 when Bombardier beat Embraer on the Air Wisconsin deal.

Government support, of course, is nothing new in the aerospace industry. All aircraft manufacturers receive taxpayer aid in one form or another. Even the mighty Boeing Co. and Airbus Group SE have a lengthy history of trade disputes over various subsidies.

Canada is no different: Export Development Canada (EDC) has long supported Bombardier’s exports by offering financing to its airline customers and the company has received plenty of government assistance through programs such as Technology Partnerships Canada (TPC), not to mention a variety of aid at the provincial level from Quebec.

Embraer, meanwhile, has won orders by using a Brazilian subsidy program called ProEx, which offered Embraer customers low-cost financing through significant interest-rate discounts.

Bombardier and Embraer were mad enough at each other in early 1997 that they threatened to take each other to the WTO over government subsidies. Things escalated later that year when Bombardier was awarded a $2.85-billion North Atlantic Treaty Organization (NATO) training contract that required aircraft the company couldn’t supply itself.

Bombardier strongly hinted that it would choose Embraer’s Super Tucano, but eventually went with U.S.-based Raytheon Co.’s Texan II instead, citing “technical reasons.”

Brazil was outraged and said it would “review all Canadian aeronautics industry projects” in the country and ask for the suspension of free-trade negotiations between Canada and Mercosur, a Latin American bloc.

In the meantime, Embraer with ProEx financing continued to siphon market share from Bombardier with its new ERJ family of regional jets that competed directly with the Canadian company’s CRJ.

To de-escalate the situation, Canada and Brazil agreed to appoint two envoys — former Canadian cabinet minister Marc Lalonde and Brazil’s Luis Olavio Baptista — to put together a series of recommendations.

Lalonde and Baptista called on the two countries to negotiate a bilateral agreement that would set a benchmark for government support of the aerospace industry, but that was flatly rejected.

“My Brazilian colleague and I thought … that we had put forward what was a reasonable proposition, but, as you may know, sometimes in politics reason does not prevail,” Lalonde, 86, said in an interview from his home in Montreal.

“The signals I had from the Canadian government were that they were satisfied with the report and they were willing to proceed with it,” but Brazil rejected the suggestion.

Instead, both countries by 1998 had filed official complaints at the WTO: Canada accused Brazil of offering illegal subsidies on aircraft sales through ProEx, and Brazil charged that EDC and TPC were unfair forms of government support.

Although ProEx and its successor, ProEx 2, were both found by the WTO to be illegal, Brazil kept tweaking the program rather than eliminating it.

By the time the Air Wisconsin deal was up for grabs in 2001, ProEx 3 was in place and Bombardier was fed up. It convinced Canada to match the interest-rate discount offered by Brazil, even though it knew it might violate WTO trade rules by doing so.

“The problem was that we knew we were going to lose the deal, so what Ottawa decided to do was to match Brazil,” said a former Bombardier executive who was involved in the lengthy dispute.

After Bombardier won the Air Wisconsin deal, Brazil immediately took Canada to the WTO to challenge the interest-rate discount that was offered.

“It was the same rate (Embraer) offered. It was identical,” said the former executive, who asked not to be named. “In fact, the Canadian government sent two diplomats to Appleton, Wisconsin, and made Air Wisconsin sign a letter saying the terms and conditions offered by Canada are no more favourable than those of Brazil, but then Brazil goes to the WTO and cries bloody murder.”

Another order from Northwest Airlines (since merged with Delta) followed, and Bombardier won that one too by again matching Brazil’s interest-rate discount.

The WTO eventually ruled in 2002 that both countries had broken trade rules. It awarded Brazil the right to retaliate against Canada with US$248 million of countermeasures — a significant amount, but one that paled in comparison to the US$1.4 billion in retaliatory rights it had granted to Canada.

“We felt pretty good about those results, but we knew that from a public relations point of view we could never get that story out there because it was all about, ‘Aha, you see, you were subsidizing too,’” the former Bombardier executive said. “But we frankly didn’t care because we got the order.”

Today, as Embraer raises the spectre of another WTO challenge, both countries might want to ask themselves whether another battle is worth the effort.

“The stakes are exceptionally high,” said Matthew Kronby, the Government of Canada’s lead counsel during the last Brazilian trade battle and now a partner at Bennett Jones. “These (aerospace) cases really do take an enormous amount of time to resolve, far longer than the average WTO dispute.”

Generally speaking, a country that wins a trade dispute in the WTO is granted the right to retaliate with countermeasures, but these often hurt consumers in the winning company’s homeland as much as they hurt the losing side, according to the former Bombardier executive.

“The problem with countermeasures is what do you want to look at? Do you want to tax Brazilian imported fruit juice? Do you want to tax imported leather goods?” he asked. “There was no way to apply the countermeasures without contaminating other sectors of the economy.”

That’s a big reason why back in 2002, neither country applied its retaliation rights and instead went back to the negotiating table to work out a bilateral agreement on government support for aircraft sales — just like Lalonde and Baptista had urged.

The first test of this was a regional jet order from Air Canada in 2003 that was split evenly between Bombardier and Embraer, with the airline ordering 45 planes from each manufacturer.

With this outcome, one can’t help but feel that all the WTO wrangling was pointless.

“The WTO has not succeeded and obviously has not been the instrument chosen by any of the concerned countries to really deal with this matter,” Lalonde said.

In the long run, the best outcome that can be hoped for is pressure to settle the dispute at the negotiating table, Kronby said.

But that’s a long-term game, and doesn’t reverse the orders that are won in the meantime.

“The whole experience led to a more market-oriented and collaborative behaviour on the part of Brazil, but remember, that’s only after they got 1,100 aircraft into the market with below-market financing,” said the Bombardier executive.

Now it seems Embraer is worried Bombardier could turn the tables again with its CSeries.

At issue is Delta’s recent order for 75 CS100 aircraft with options for 50 more, planes that Embraer’s president of commercial aviation believes were sold below cost. Embraer said it competed “very aggressively” for the Delta order with its E190 jet.

“According to our experience in this campaign with Delta, clearly what was offered there was only possible because of the huge support coming from the government,” Paulo Cesar de Souza e Silva told trade publication Air Transport World last month.

Delta order changes momentum of Bombardiers CSeries program

Embraer did not respond to requests for further comment.

Bombardier spokeswoman Marianella de la Barrera pointed out that the company has yet to actually receive any investments from Quebec City or Ottawa.

The Quebec government is still negotiating the terms of its contribution, with a deal expected by the end of June, while the federal government has not yet agreed to provide any support.

“All our commercial aircraft transactions are 100-per-cent compliant with WTO rules,” she said.

A spokesman for Innovation, Science and Economic Development Canada said the government “will ensure that any assistance will comply with international obligations.”

Delta chief executive Ed Bastian said at the time the order was announced that the promised funding from Quebec “gave us a lot of confidence to be able to step forward and make the decision.”

However, trade lawyers say it’s unlikely that Brazil would be able to mount a successful WTO challenge of the proposed aid, for which Quebec will get a 49.5-per-cent stake in the CSeries program.

“What Embraer is trying to do is … create uncertainty around the Bombardier product. That’s what this is all about,” said Lawrence Herman, an international trade lawyer with a practice in Toronto.

“It’s a shot across the bow and whether it has any merit at this stage, other than just sabre-rattling, is far from certain.”

The former Bombardier executive agreed Embraer is likely trying to raise further questions about the viability of the CSeries program, which has already been beset by delays, cost overruns and a lengthy order drought.

“Talk is cheap,” he said. “It’s the least expensive way you have to try to cast some level of doubt on the competitor’s program.”

In order to successfully challenge Bombardier’s government support this time around, Embraer would have to prove that it was the main reason why it lost the Delta order to Bombardier, Kronby said. It would also have to show that the funding meets the definition of an illegal subsidy, which it probably wouldn’t because the Quebec government plans to take an equity stake in return.

If Embraer persuades the Brazilian government to mount a WTO challenge, it can also expect a quick Canadian counter-attack.

“I would expect that Canada is examining very carefully what sort of support Embraer is continuing to receive,” Kronby said. “You want to go into this battle armed; you don’t just want to be on the defence.”


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