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 Título: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Dom Jun 06, 2010 5:42 pm 
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Brasil será sede de centro de pesquisa da IBM

Gigante do setor de tecnologia vai investir quase R$ 540 milhões no país

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A IBM escolheu o Brasil para sediar seu novo centro de pesquisa. A gigante do setor de tecnologia deve divulgar nesta semana investimentos de quase R$ 450 milhões (US$ 250 milhões) no país. O centro brasileiro estará interligado com os demais laboratórios da empresa, que reúnem alguns dos cientistas mais brilhantes do planeta.

Os pesquisadores se dividirão entre São Paulo - ficarão na sede da empresa, na zona sul da capital - e Rio de Janeiro. Mais importante que as obras civis, será a contratação dos pesquisadores, que devem ser recrutados no Brasil e no exterior. A previsão é que o centro esteja em pleno funcionamento ao final de três anos, reunindo mais de 100 cientistas.

As negociações entre a empresa e o governo brasileiro duraram pouco menos de três meses. O centro era disputado também pelo emirado de Abu Dhabi e pela Austrália. Três áreas do governo atuaram para trazer esse investimento para o País: o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Ministério de Ciência e Tecnologia e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social).

Um dos focos de pesquisa será petróleo e gás, o que justifica a escolha do Rio. Segundo fontes envolvidas, está prevista a integração com os centros de desenvolvimento da Petrobras. As megarreservas de petróleo do pré-sal são um dos motivos da escolha da IBM.

Uma fonte explicou que outros fatores também pesaram na decisão da empresa: o forte crescimento do país, os eventos previstos (Copa e Olimpíada), a política industrial e os incentivos fiscais. A empresa terá acesso aos benefícios da Lei do Bem e a crédito do BNDES nas linhas já existentes para inovação.

A IBM tem oito centros de pesquisa em seis países, reunindo mais de 3.000 cientistas e engenheiros. Os pesquisadores já ganharam cinco prêmios Nobel. Em 2009, a companhia investiu R$ 10,44 bilhões (US$ 5,8 bilhões) em pesquisa e tecnologia. O faturamento total da empresa chegou a R$ 172,44 bilhões (US$ 95,8 bilhões) no ano passado, 8% abaixo do recorde de R$ 185,76 bilhões (US$ 103,8 bilhões) registrado em 2008.

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-cie ... 00606.html


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sáb Jul 31, 2010 3:41 pm 
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Medo de arriscar barra sucesso de pequenas empresas de tecnologia no Brasil

Aposta em modelos estrangeiros impede surgimento de "Google brasileiro"

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Mapa mostra distribuição de 200 startups brasileiras; empresas de tecnologia enfrentam muitas dificuldades, como burocracia e acesso a empréstimos

Se as pequenas empresas de internet – firmas jovens, embrionárias, recém-criadas ou ainda em fase de constituição, implementação e organização de suas operações, apelidadas de startups – ainda não geraram um Google ou um Orkut, a “culpa” não é só de seus empreendedores.

........

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-cie ... 00731.html


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sáb Jul 31, 2010 4:53 pm 
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Este tipo de empreendedor deveria ter atenção e até subsidios por parte do governo federal. Atecnologia é futuro de qualquer país. Vejam por exemplo o Japão e a Corea do Sul, que praticamente não tem recursos naturais.


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qua Dez 01, 2010 11:30 pm 
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Sistemas Interferidores para Ataques Eletrônicos

A empresa TSM apresentou no XII SIGE ( Simpósio de Aplicações Operacionais em Área de Defesa), realizado no Instituto de Aeronáutica em São José dos Campos, entre 28 de setembro e 01 de outubro um Sistema Interferidor de Radiofreqüência para Uso na Defesa Nacional e Segurança Pública para neutralizar ou degradar comunicações inimigas.

O projeto foi desenvolvido com recursos do FINEP (Fianciadora de Estudos e Projetos) seleção pública – subvenção econômica e inovação 2007 e a TSM.

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http://www.defesanet.com.br/tecno1/tsm.htm


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sex Dez 03, 2010 7:00 am 
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Avião projetado na UFMG bate quarto recorde mundial em 24h
Por Fernando Valduga Aviação Desportiva, Brasil Escreva seu coment�rio
Aeronave destinada à quebra de recordes é projetada e construída pela UFMG (Foto: Paulo Iscold)
O avião CEA 308 bateu o quarto recorde mundial nesta quinta-feira (2), desta vez na modalidade “velocidade da aeronave em três quilômetros”. Projetado no Centro de Estudos Aeronáuticos do departamento de Engenharia Mecânica da UFMG, o avião atingiu, de acordo com a universidade, a marca de 360 km/h. O recorde anterior, de 2002 era de uma aeronave austríaca, 351 km/h.


O CEA 308 já havia quebrado outras três marcas na quarta-feira (1º): velocidade em 15 e em 100 quilômetros e tempo de subida até três mil metros. De acordo com a UFMG, em 15 quilômetros o avião alcançou 329 km/h. O antigo recorde era de 292 km/h. Em 100 quilômetros, o modelo chegou a 326 km/h; a marca anterior era de 297 km/h. A aeronave demorou cerca de 10 minutos para atingir três mil metros de altura. Aproximadamente três minutos a menos que o melhor tempo registrado antes.

Todas as marcas foram atingidas no Aeroporto Regional da Zona da Mata, próximo a Juiz de Fora. O brasileiro Gunar Armin pilotou o avião. Segundo o professor de Engenharia Aeronáutica da UFMG Paulo Iscold, “nunca no Brasil havia sido quebrado um recorde mundial em aeronaves motorizadas”.

Dois representantes da Federação Aeronáutica Internacional (FAI) foram responsáveis por julgar a demonstração, segundo a UFMG. Um deles é oficial da National Aeronautic Association (NAA), nos Estados Unidos. O outro pertence à Comissão Aerodesportiva Brasileira (CAB), de acordo com a universidade.

A universidade já produziu 10 aviões-conceito destinados à quebra de recordes. Segundo a UFMG, a instituição é a única no Brasil a projetar e construir esse tipo de aeronave.

Fonte: G1-MG

http://cavok.com.br/blog/?p=23675

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 1:58 pm 
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Aviação Defesa @ Net 17 fevereiro 2011

Fornecedor busca opção à Embraer
Virgínia Silveira


Os efeitos da crise financeira mundial sobre o setor aeronáutico brasileiro foram marcantes: demissões em massa, redução drástica da produção e incerteza quanto ao futuro. Passados dois anos de dificuldades, as empresas também puderam conhecer o lado positivo da crise e perceberam que, para continuar sobrevivendo nesse mercado, teriam de promover uma mudança urgente em relação ao nível de dependência do seu principal cliente, a Embraer.

Com duas fábricas no Brasil, uma em Jambeiro, no Vale do Paraíba, e outra em Botucatu (SP), a Globo Usinagem conseguiu sair da crise e se fortalecer através da diversificação da carteira de clientes. Acaba de fechar dois importantes contratos de exportação de peças aeronáuticas para a Eaton Aerospace, dos EUA e para a Asco Industries, da Bélgica.

"Estamos investindo R$ 4 milhões este ano na ampliação das fábricas de Jambeiro e de Botucatu para atender aos novos pedidos", explica o diretor financeiro e um dos sócios da Globo, Mauro Aparecido de Paula Ferreira.

A dependência da Embraer, segundo Ferreira, ainda é alta, na casa dos 80%, mas já representa uma redução importante, se comparada ao nível de 2009, quando as encomendas da fabricante de aviões respondiam por 95% da receita da Globo. A meta da empresa para este ano, segundo ele, é que os negócios com a Embraer respondam por 70% da receita. Os outros 30% virão dos novos contratos de exportação e também de clientes do setor automobilístico, como a Fiat e a Cofap.

"Depois da crise, a Embraer agora pede para seus fornecedores nacionais para que o nível de dependência dos seus pedidos não ultrapasse os 60% e esse é um objetivo que ainda estamos perseguindo." Para enfrentar o período de recessão, segundo Ferreira, a empresa usou as reservas que tinha para capital de giro e com isso conseguiu manter o fluxo normal de produção.

"Tive que demitir 15% da minha força de trabalho, mas hoje já recontratei todos eles e estamos com um número de funcionários superior ao que nós tínhamos antes da crise", comentou. A Globo conta com 170 empregados na fábrica de Jambeiro e outros 90 em Botucatu, unidade dedicada à usinagem de peças para o jato executivo Phenom, da Embraer.

Até 2009 o nível de dependência da maioria das empresas do setor aeronáutico era de quase 100%. Hoje elas também fornecem para os setores de petróleo e gás, automotivo e linha branca e já estão exportando. Segundo o gerente executivo do Cecompi (Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), Agliberto Chagas, das 59 empresas que compõem o Arranjo Produtivo Local (APL) Aeroespacial, 40% conseguiram diversificar suas atividades e 70% retomaram o nível de produção pré-crise.

A Alltec, fabricante de peças em material composto para aplicações aeronáuticas e aeroespaciais, reduziu de 70% para 50% a dependência das encomendas da fábrica da Embraer no Brasil. Mas é para a unidade da fabricante brasileira de aviões em Portugal que a empresa começará a exportar, dentro de dois a três meses, conjuntos em material composto, que serão usados na fabricação de jatos executivos.

Segundo o diretor Euvaldo Rodriguez Albaladejo, cerca de 50% dos seus clientes são das áreas médica e automobilística. A Alltec possui quatro unidades, sendo duas em São José dos Campos, uma em Brasópolis (MG) e a mais nova em Lorena (SP), em fase final de construção.

O projeto da nova fábrica, onde a Alltec pretende centralizar a sua produção, consumiu investimentos da ordem de R$ 15 milhões. A unidade de São José ficará dedicada aos projetos de engenharia e também para estoque de produtos.

"Nosso maior problema hoje não são recursos para a produção, mas para investimentos de risco, que são exigidos em contratos de fornecimento para grandes empresas aeronáuticas estrangeiras". O programa do novo cargueiro da Embraer, por exemplo, que deverá começar a ser produzido em 2015, só começará a dar retorno para seus parceiros, que farão investimento de risco, depois de três ou quatro anos.

"Temos muito interesse em participar desse projeto, com a fabricação de peças e montagem de conjuntos da fuselagem e estamos tentando encontrar um parceiro para dividir esse risco. O executivo estima que seria necessário um investimento da ordem de R$ 5 milhões a R$ 7 milhões somente para o KC-390.

A Graúna Aerospace, de Caçapava (SP), também está conseguindo sobreviver à crise, abrindo novas frentes nos setores aeronáutico e de petróleo. A empresa exporta componentes estruturais e peças usinadas para turbinas aeronáuticas. "A diferença cambial tem prejudicado um pouco os negócios com exportação, pois fazemos a venda em dólar e recebemos menos dinheiro em real do que quando fechamos o contrato", explica o sócio-diretor da empresa, Urbano Cícero de Fleury Araújo.

A situação da empresa, segundo o executivo, ainda não voltou à normalidade, mas já melhorou bastante em relação ao período de crise. "Estamos hoje com 50% do nível de produção que tínhamos em 2008, antes do início da crise", disse. O BNDES Participações S.A (BNDESPar) tornou-se acionista da Graúna em 2008, quando apoiou a empresa em seu projeto de capacitação para o desenvolvimento de componentes de turbinas, que hoje são exportados para o Canadá.



http://www.defesanet.com.br/11_02/11021 ... braer.html

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 2:00 pm 
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Aviação Defesa @ Net 17 fevereiro 2011

Cresce faturamento e emprego no polo aeronáutico de SP
Virgínia Silveira


Estudo estatístico feito pelo Cecompi (Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), sobre a situação econômica das 20 empresas mais importantes do setor aeronáutico, revela que todas elas já recuperaram os níveis de receita registrados no período pré-crise e pelo menos cinco delas estão exportando.

Em 2008, de acordo com o estudo, essas mesmas empresas faturaram cerca de R$ 246 milhões. Em 2010 a receita atingiu R$ 254 milhões. O número de empregados, que em 2008 era de 2080, já subiu para 2240 no ano passado.

"As empresas abriram os olhos para a necessidade de se reestruturar e de se preparar para as novas oportunidades que estão surgindo, tanto no Brasil quanto no mercado externo", explica o gerente executivo do Cecompi, Agliberto Chagas. O apoio de entidades como a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), segundo Chagas, também tem ajudado bastante o processo de internacionalização dessas empresas.

Este ano, de acordo com o executivo do Cecompi, a Apex dobrou o valor dos recursos destinados à cadeia de empresas do setor aeronáutico, com o aporte de R$ 4,8 milhões.

Chagas comenta ainda que o programa de desenvolvimento do novo cargueiro KC-390 pela Embraer e o projeto dos novos helicópteros militares EC-725, que a Helibras e a sua controladora francesa Eurocopter estão fazendo para as Forças Armadas Brasileiras, são exemplos de oportunidades de negócios para essas empresas.

Este ano, a Apex dobrou o valor dos recursos destinados ao setor aeronáutico, com o aporte de R$ 4,8 milhões

A Akaer, especializada no desenvolvimento de aero-estruturas e gestão de projetos para os setores aeroespacial e defesa, é uma das empresas que já está trabalhando no programa de desenvolvimento do KC-390, inclusive na fase de concepção da aeronave. "Estamos negociando uma parceria com uma empresa internacional para viabilizar a nossa participação no fornecimento de segmentos mais complexos do cargueiro, atuando como integradora brasileira", revela o diretor-executivo da Akaer, César Augusto da Silva.

O diretor comenta que investiu R$ 1 milhão em sistemas internos de gestão e outros R$ 2 milhões em software e ferramentas de desenvolvimento para preparar a empresa para os novos desafios. "As empresas carecem de políticas públicas para apoiar o desenvolvimento de alta tecnologia que envolva risco. No caso do KC-390, não cabe a nós assumir esse risco e financiar um programa que pertence ao próprio governo", diz.



http://www.defesanet.com.br/11_02/11021 ... a_aer.html

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sex Mai 06, 2011 7:44 pm 
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
CFD: aplicações em projetos espaciais
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Dinâmica de Fluídos Computacional auxilia o IAE no Programa Espacial

01/07/2010

“Quando nos referimos ao projeto de veículos lançadores de satélites, cada vez mais o emprego de CFD é a única maneira de se obter soluções de forma rápida e economicamente viável”, isso é o que garantem engenheiros da Divisão de Sistemas Espaciais (ASE) do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).

A Dinâmica dos Fluidos Computacional ou CFD (Computacional Fluid Dynamics), método computacional utilizado para os estudos de desenvolvimento de veículos nas áreas de aerodinâmica e aerotermodinâmica, pode fornecer contribuições significativas para a área. Ela substitui ensaios em túneis de vento quando extremamente dispendiosos ou impossibilitados de reproduzir as reais condições físicas de um determinado problema.

No Brasil, o emprego de métodos de CFD é ainda mais importante – não há túneis de vento para ensaios que atendam a todos os requisitos de velocidade e condições de escoamento envolvidos no voo desse tipo de veículo – e representam um aumento significativo na precisão dos resultados quando comparados com os obtidos com os antigos métodos de engenharia e empíricos, utilizados nos estudos de desenvolvimento de veículos como o Space Shuttle americano ou o Ariane-4 europeu.

A CFD mantém um nível suficiente de confiança nos resultados, oferecendo segurança na tomada de decisões de projeto. O seu emprego é fundamental desde o momento em que o VLS-1 é colocado na plataforma de lançamento, durante a ignição dos motores, o seu voo subsônico ou a passagem pelo regime transônico, caracterizado por ser um regime de escoamento bastante complexo, até o escoamento supersônico.

O desenvolvimento bem sucedido desse tipo de veículo está diretamente vinculado a soluções das áreas de aerotermodinâmica e propulsão, duas disciplinas que interagem fortemente com outros elementos envolvidos no projeto, tais como estruturas, proteção térmica, acústica, dinâmica de vôo e controle. Esse é um desafio multidisciplinar por excelência.

O emprego de métodos CFD são também úteis na simulação de escoamentos sobre veículos se deslocando através da atmosfera em velocidades hipersônicas - Estas velocidades promovem o aumento da temperatura do ar ao redor destes veículos a níveis muito altos nas regiões da camada limite e depois de ondas de choque. Várias reações químicas associadas com estas altas temperaturas têm início nestas regiões. Estas reações, por sua vez, afetam as propriedades termodinâmicas e de transporte do ar bem como, a sustentação, arrasto e temperaturas superficiais a que estes veículos estão submetidos.

Nesse caso, somente soluções numéricas das equações da aerotermoquímica são capazes de simular os escoamentos viscosos, com reações químicas, de maneira a se obter os carregamentos aerodinâmicos e térmicos a que este tipo de veículo está sujeito.

Naturalmente, a utilização dessa metodologia, por mão de obra especializada, é uma das formas de se alcançar o sucesso no desenvolvimento de uma família de veículos lançadores de satélites do Programa Espacial Brasileiro, garantindo, assim, o acesso autônomo do Brasil ao espaço.

Fonte: IAE/DCTA


Apesar de da noticia ser do ano passado achei o assunto interessante, mas para ter um CFD extremamente eficiente parece que é preciso construir um super computador também eficiente.

http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/04/02/japao-tera-supercomputador-para-ajudar-no-lancamento-de-satelites/
Fui dar uma pesquisada e encontrei isto.

http://www.youtube.com/watch?v=isv8tOZoTTE&feature=related
E isto também, a Mitsubishi projetou o MRJ sem testes de túnel de vento 100% em CFD utilizando o super computadores da Jaxa, na teoria diz ser mais eficiente que o sistema atual que utilizam o CFD apenas parcialmente.

http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/10/28/china-constroi-supercomputador-mais-rapido-do-mundo/
A China desenvolveu isto com chips normais e é um grande avanço.

http://www.tecmundo.com.br/5640-fujitsu-esta-desenvolvendo-um-supercomputador-de-10-petaflops.htm
Em 2012 esta sendo previsto isto que teria 4x mais que o computador chines.

Este tipo de tecnologia não deveria ser incentivado pelo GF?
Com investimentos de uns US$50~70 milhões se poderia construir um dos melhores super computadores do mundo, e disponibilizar ele a áreas estratégicas, por exemplo a Embraer, CTA, Petrobras, empresas navais, poderia ajudar a projetar armamentos, tudo de forma virtual economizando recursos e tempo.
Claro que apenas um super computador não resolve, a parte mais complicada acredito ser programar um bom banco de dados e inserir 100% dos dados de um projeto para obter um alto desempenho em simulações virtuais, uma vez tendo isto em mãos....

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/11/supercomputador-instalado-no-brasil-e-o-29-mais-poderoso-do-mundo.html
Foi comprado isto mas para o Inpe.....

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sex Mai 06, 2011 7:57 pm 
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Estas observações são muito pertinentes.
Há algo sendo feito nesta linha.
Veja o link http://www.henrynagamatsu.org/?tag=14-x

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sex Mai 06, 2011 8:44 pm 
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05/05/11 - 00:00 > TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Mercado nacional de tecnologia vai movimentar US$ 200 bi até 2020


bruno de oliveira
são pauloNos próximos nove anos, o mercado nacional de tecnologia da informação (TI) vai movimentar aportes que podem chegar a US$ 200 bilhões por conta de fatores como economia aquecida e em ascensão, características demográficas e investimentos em pesquisa e desenvolvimento, representando crescimento de 192%. Entre 2009 e 2010, o Brasil movimentou US$ 68,4 bilhões em TI. No mercado global, o valor pode flutuar entre US$ 1,5 e US$ 3 trilhões. - Este cenário vai favorecer a ascensão do status do País à quinta maior economia do mundo; o Brasil atualmente ocupa a sétima posição no ranking mundial, de acordo com o Índice Brasscom de Convergência Digital (IBCD).

No entanto, o Índice Brasscom, criado com o objetivo de avaliar o mercado brasileiro de TI, apontou que o Brasil possui pontuação 6,75 em 2010 (em uma escala de 0 a 10), crescimento de 15,4% em relação ao número obtido no estudo anterior, em 2008 (5,85). Pelos indicadores, o crescimento ainda é insuficiente para acompanhar as tendências globais.



Um dos pontos destacados pelos realizadores da pesquisa é a banda larga: o preço ainda é considerado muito alto e o serviço, ineficiente. O Brasil conta hoje com 38,4 milhões de acessos à rede, dos quais somente 20% são de 2 megabits por segundo (Mbps) ou mais. E ao analisar o cenário regional, a situação é mais grave, prejudicando a inclusão digital. "A aceitação da banda larga é muito inferior no norte e nordeste por conta dos altos preços, com qualidade baixa", conta o diretor de Infraestrutura e Convergência Digital da Brasscom, Nelson Wortsman.

As conexões de banda larga no País, por sua vez, tiveram um crescimento de 51,5% na comparação com março de 2011 para o mesmo período de 2010. São 38,4 milhões de conexões de banda larga, 20% das quais apresentam velocidade superior a 2 Mbps.


Segundo o índice, o acesso à internet e a computadores atingiu 45% e 53% da população, respectivamente.

A previsão da Brasscom é que o crescimento da demanda por banda larga aumente 35 vezes até 2019. Segundo estudo da AT Kearney, encomendado pela associação, os smartphones e tablets (computadores de mão) aumentaram 24 e 122 vezes, respectivamente, o tráfego da rede de internet.

http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=372378

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sex Mai 06, 2011 8:46 pm 
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Home - Governo - Política Industrial
Para governo, preferência à tecnologia nacional já atrai investimentos

:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital :: 06/05/2011

O governo considera que as mudanças na legislação que passaram a dar preferência a produtos e serviços com tecnologia nacional nas compras públicas já surtiram efeito. A prova estaria na decisão de fabricantes como as chinesas ZTE e Huawei de investirem, somadas, US$ 500 milhões em produção e pesquisa no Brasil.

“Sentimos muita preocupação dos fabricantes com relação ao uso do poder de compra e a preferência à tecnologia nacional. Empresas que estavam aqui há 50 anos reclamaram que não poderiam mais vender para o governo. Demonstramos que não é esse o caso, mas sim que queremos desenvolvimento e pesquisa no Brasil. Os investimentos mostram que elas entenderam”, diz o coordenador de microeletrônica do Ministério de Ciência e Tecnologia, Henrique Miguel.

Na viagem da presidenta Dilma Rousseff à China, no mês passado, a ZTE prometeu investir US$ 200 milhões no Brasil na construção de um parque industrial, um centro de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, uma plataforma de distribuição de equipamentos, um centro de treinamento e um call center. Já a Huawei sinalizou com aportes de US$ 300 milhões na construção de um centro de pesquisa e tecnologia.

O principal instrumento de “incentivo” aos investimentos em produção e P&D no país foi a edição, no ano passado, da Medida Provisória 495 – já convertida na Lei 12.349/2010 – que dá preferência aos produtos e serviços com tecnologia desenvolvida no Brasil nas disputas em licitações.

A regra prevê que “poderá ser estabelecida margem de preferência para produtos manufaturados e serviços nacionais que atendam a normas técnicas brasileiras”. A proposta altera alguns artigos da Lei de Licitações (8.666/93) e permite que nessa margem de preferência, os produtos e serviços brasileiros possam ter preço até 25% superior aos estrangeiros.

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=26177&sid=7

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sex Mai 06, 2011 9:18 pm 
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Crazy escreveu:
Estas observações são muito pertinentes.
Há algo sendo feito nesta linha.
Veja o link http://www.henrynagamatsu.org/?tag=14-x

Saudações


Legal o link, acho que para dar saltos mais altos levando em conta que os investimentos nestas áreas são limitados, projetar estes tipos de projetos e inserir os dados em simuladores virtuais poderia ser uma solução para a falta de investimentos no desenvolvimento cientifico.

Deve ser mais barato projetar no CAD/CAE e testar virtualmente, do que produzir protótipos e testar depois.

[]s

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