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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qua Jan 08, 2014 3:17 am 
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foxtrtot escreveu:
Nossos militares de alta patente , não estão atualizados sobre o emprego doutrinário de meios modernos , pois só participaram da 2° grande guerra, sendo assim todas as aquisições de materiais de defesa estão sujeitas a questões sentimentais e bairristas ( CADA UM ESTÁ PREOCUPADO COM SUA PRÓPRIA FORÇA MILITAR).
Dai seguimos esse modelo de defesa militar regional ( COMPLEXO DE VIRA LATAS ), voltada apenas para America do Sul ( NO MÁXIMO , VOLTADA PARA COSTA AFRICANA ).

Nossos militares de alta patente estão caducos, caçando fantasmas vermelhos por toda parte e não se tocando que existe uma ameaça iminente - e REAL - rondando os arredores, um lobo feroz esperando pacientemente pelo cochilo do cachorro. E esse lobo tem fome.

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“Para saber quem domina o mundo, você deve saber qual grupo não se pode criticar” - Kevin Alfred Strom
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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qua Jan 08, 2014 2:34 pm 
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Snowmeow escreveu:
foxtrtot escreveu:
Nossos militares de alta patente , não estão atualizados sobre o emprego doutrinário de meios modernos , pois só participaram da 2° grande guerra, sendo assim todas as aquisições de materiais de defesa estão sujeitas a questões sentimentais e bairristas ( CADA UM ESTÁ PREOCUPADO COM SUA PRÓPRIA FORÇA MILITAR).
Dai seguimos esse modelo de defesa militar regional ( COMPLEXO DE VIRA LATAS ), voltada apenas para America do Sul ( NO MÁXIMO , VOLTADA PARA COSTA AFRICANA ).

Nossos militares de alta patente estão caducos, caçando fantasmas vermelhos por toda parte e não se tocando que existe uma ameaça iminente - e REAL - rondando os arredores, um lobo feroz esperando pacientemente pelo cochilo do cachorro. E esse lobo tem fome.

Poderia nos dizer quem é esse lobo?


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qua Jan 08, 2014 7:16 pm 
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wstrobel escreveu:
Snowmeow escreveu:
foxtrtot escreveu:
Nossos militares de alta patente , não estão atualizados sobre o emprego doutrinário de meios modernos , pois só participaram da 2° grande guerra, sendo assim todas as aquisições de materiais de defesa estão sujeitas a questões sentimentais e bairristas ( CADA UM ESTÁ PREOCUPADO COM SUA PRÓPRIA FORÇA MILITAR).
Dai seguimos esse modelo de defesa militar regional ( COMPLEXO DE VIRA LATAS ), voltada apenas para America do Sul ( NO MÁXIMO , VOLTADA PARA COSTA AFRICANA ).

Nossos militares de alta patente estão caducos, caçando fantasmas vermelhos por toda parte e não se tocando que existe uma ameaça iminente - e REAL - rondando os arredores, um lobo feroz esperando pacientemente pelo cochilo do cachorro. E esse lobo tem fome.

Poderia nos dizer quem é esse lobo?


Uma vez que pragmatismo não é muito a onda deles, eu deduzo que sejam os chineses.


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qui Jan 09, 2014 4:13 pm 
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Radar de tráfego aéreo será produzido no Polo Industrial de Manaus

Luiz Padilha
09/01/2014


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Foto: Indra

Processo Produtivo Básico foi publicado no Diário Oficial. Empresas interessadas na produção podem apresentar projetos.

Os Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT) aprovaram o Processo Produtivo Básico (PPB) para a produção de radar de vigilância de tráfego na Zona Franca de Manaus (ZFM). A partir da autorização inédita, as empresas interessadas em produzir os equipamentos poderão apresentar projetos ao Conselho de Administração da Suframa (CAS). A portaria que estabelece o serviço foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) no último dia 2.

De acordo com a publicação, o radar de vigilância de tráfego aéreo pode ser utilizado no controle de rotas aéreas, para detecção, vigilância e posicionamento de aeronaves. O equipamento consiste em um sistema formado, basicamente, por base suporte de gabinetes, unidade receptor processador radar primário, unidade transmissor estado sólido, unidade de micro-ondas, unidade de distribuição de energia unidade de comando de antena, antena primária e radome.

Conforme determinação dos ministérios, a maioria das etapas do processo produtivo dos radares, obrigatoriamente, deve ser realizada na Zona Franca de Manaus. A portaria estabelece que – exceto as etapas de fabricação – os circuitos impressos a partir dos laminados, além da integração final e instalação definitiva do produto, em local indicado pelo cliente, poderão ser realizadas em outras regiões do país.

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) explicou que ainda não há projetos de empresas aprovados para a Zona Franca de Manaus para o novo segmento, e nem previsão de empregos e investimentos definidos para o projeto. A autarquia informou que os dados serão definidos após aprovação de projetos industriais voltados a este produto durante reuniões do CAS.

A mesma edição do DOU traz ainda portaria interministerial que estabelece o PPB para os produtos Máquinas e Terminais de Autoatendimento e Distribuidores (Dispensadores) Automáticos de Bilhetes, Cédulas ou Moedas, produzidos na Zona Franca de Manaus.

Os ministérios também anunciaram alteração dos Processos Produtivos Básicos dos cartões inteligentes (smart cards) e para produção de unidades de disco magnéticos rígidos da Zona Franca de Manaus. Atualmente, de acordo com a Suframa, três empresas possuem projetos aprovados para fabricação de smart cards no PIM: Smartrac Tecnologia, Indústria e Comércio da Amazônia Ltda; Inmavi Brasil; e Intelcav Cartões Ltda. O segmento emprega uma média de 250 trabalhadores e é responsável por investimentos de US$ 12 milhões.

Para Suframa, essas duas PPBs trazem perspectivas otimistas para o primeiro semestre no PIM, principalmente porque contribuirão para diversificar a produção no Polo Industrial de Manaus e irão fomentar a geração de empregos. A produção desses quatro tipos de produtos também será possível em outras regiões brasileiras.

FONTE: G1

http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=35667


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Ter Jan 14, 2014 10:28 am 
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wstrobel escreveu:
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Nossos militares de alta patente , não estão atualizados sobre o emprego doutrinário de meios modernos , pois só participaram da 2° grande guerra, sendo assim todas as aquisições de materiais de defesa estão sujeitas a questões sentimentais e bairristas ( CADA UM ESTÁ PREOCUPADO COM SUA PRÓPRIA FORÇA MILITAR).
Dai seguimos esse modelo de defesa militar regional ( COMPLEXO DE VIRA LATAS ), voltada apenas para America do Sul ( NO MÁXIMO , VOLTADA PARA COSTA AFRICANA ).

Nossos militares de alta patente estão caducos, caçando fantasmas vermelhos por toda parte e não se tocando que existe uma ameaça iminente - e REAL - rondando os arredores, um lobo feroz esperando pacientemente pelo cochilo do cachorro. E esse lobo tem fome.

Poderia nos dizer quem é esse lobo?


Uma dica: Esse lobo tocou o terror em várias paragens por aí, e vem sempre em pele de cordeiro.
Quem tem cuca pra entender, entenda. :wink:

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Ter Jan 14, 2014 2:49 pm 
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Snowmeow escreveu:
wstrobel escreveu:
Poderia nos dizer quem é esse lobo?


Uma dica: Esse lobo tocou o terror em várias paragens por aí, e vem sempre em pele de cordeiro.
Quem tem cuca pra entender, entenda. :wink:

E porque este mistério, voltamos a ditadura militar e estamos censurados?


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qui Jan 16, 2014 9:35 am 
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wstrobel escreveu:
E porque este mistério, voltamos a ditadura militar e estamos censurados?

Sabe como é, se eu falar na lata, eu ganho um rótulo (E vermelho, ainda por cima! :lol: ), e é capaz de alguns simpatizantes do poder desse lobo quererem contra-argumentar... E eu não estou muito a fim de discussões. :lol:

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Qui Jan 16, 2014 7:12 pm 
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Snowmeow escreveu:
wstrobel escreveu:
E porque este mistério, voltamos a ditadura militar e estamos censurados?

Sabe como é, se eu falar na lata, eu ganho um rótulo (E vermelho, ainda por cima! :lol: ), e é capaz de alguns simpatizantes do poder desse lobo quererem contra-argumentar... E eu não estou muito a fim de discussões. :lol:


De modo geral em um futuro de médio prazo esse lobo terá a companhia de um urso, um dragão e de uma vaquinha sagrada, mas será que isso significará que todos tentarão devorar o canarinho?


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sex Jan 17, 2014 7:47 am 
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Língua eletrônica brasileira luta para sair dos laboratórios
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Projeto pioneiro de cientistas brasileiros, um dispositivo eletrônico que já mostrou ser melhor que qualquer ser humano na degustação de bebidas poderá servir também para fazer exames médicos e monitoramento ambiental
Em janeiro de 2002, uma notícia publicada no site da revista Nature destacava uma invenção brasileira, fruto da colaboração entre pesquisadores da Embrapa e da USP, que, como era de se esperar, rapidamente deu o que falar na imprensa nacional.
"Uma língua eletrônica portátil promete fornecer medidas gustativas apuradas e confiáveis a empresas que atualmente dependem de degustadores humanos para fazer o controle de qualidade de vinho, chá, café, água mineral e outras bebidas," dizia o artigo.
Contudo, desde então, não se tem notícia de que a língua eletrônica tenha virado um sucesso de mercado.
Teria a língua eletrônica brasileira perdido para um possível lobby dos degustadores? Teria ela se mostrado comercialmente inviável? Ou será que simplesmente fracassou em testes posteriores, mais rigorosos?

Filmes nanoestruturados

Nada disso, segundo Osvaldo Novais de Oliveira Júnior, professor do Instituto de Física da USP em São Carlos e um dos pais da língua eletrônica.
"A grande contribuição dos primeiros trabalhos nessa área, publicados naquela época, foi mostrar que era possível construir sensores extremamente sensíveis, muito mais que a língua humana, o que nos fez antever a possibilidade de fazer monitoramento ambiental e diagnóstico médico. É nisso que estamos trabalhando atualmente", conta.
A ideia agora, prossegue o pesquisador, é usar o dispositivo para outras coisas líquidas, mas que ninguém teria a insensatez de beber, como água contaminada, sangue ou gasolina.
"Nosso foco é descobrir os materiais mais adequados para cada aplicação que a língua pode ter," afirma Priscila Aléssio, membro da equipe, atualmente trabalhando com os chamados filmes finos nanoestruturados, que são sensibilidade ao equipamento.
Esses filmes têm apenas 10 nanômetros de espessura e são feitos com substâncias orgânicas, substâncias nas quais o carbono é o elemento principal, eventualmente com a adição de nanopartículas, enzimas ou anticorpos.
Essa película finíssima recobre um pequeno eletrodo chamado de interdigitado, com 10 micrômetros de cada lado. Devidamente encapado, o eletrodo está pronto para fazer a medida, que é de natureza elétrica e conhecida como espectroscopia de impedância.
"Aplicamos um campo elétrico no eletrodo que está recoberto pelo filme e imerso no líquido, e analisamos a corrente que passa. O líquido vai impor alguma resistência, que é muito pequena, mas que podemos detectar e amplificar," explica Oliveira Júnior.

Dificuldades da língua

Uma das dificuldades para o avanço da tecnologia é que a sofisticação da medida se reflete na complexidade do sinal captado, que requer um complexo processamento computacional. "É um trabalho pesado de classificação de dados e inteligência artificial", afirma o pesquisador.
Além disso, para se fazer uma língua eletrônica prática são necessários diversos sensores, cada um encapado por um tipo diferente de filme fino. "Variamos o filme para aumentar ainda mais a sensibilidade da língua. É uma espécie de redundância usada para garantir que ela vai identificar a substância sem falso positivo", explica Priscila.
Uma das coisas que o grupo está tentando resolver, por meio de software, é um problema da calibração que aparece quando é preciso fazer a substituição de um dos sensores do dispositivo.
Curiosamente, eles ainda não conseguem explicar o que ocorre exatamente na amostra líquida para que uma concentração muito baixa de um contaminante altere a resposta elétrica detectada pela língua eletrônica.
Mas não é a origem misteriosa desse fenômeno o que mais intriga o físico Antônio Riul, do Instituto de Física da Unicamp, outro especialista em língua eletrônica. "O que eu acho mais interessante é quanto o filme nanoestruturado é capaz de afetar a medida. Seria possível fazê-la só com o eletrodo puro, mas com a adição do filme a faixa de sensibilidade aumenta extraordinariamente", diz. "Isso a gente também não consegue explicar direito." Para ele, o que o equipamento faz é registrar uma espécie de "impressão digital elétrica" do meio no qual está imerso.
Assim, depois de 11 anos de pesquisas, experimentos e muitos resultados promissores, o futuro comercial da língua eletrônica ainda é incerto.
Sem empresas dispostas a investir no desenvolvimento do produto é muito difícil sair da escala laboratorial, comenta Oliveira Júnior: "Sabemos das dificuldades de fazer inovação no Brasil, mas esperamos que alguma hora apareçam empresas interessadas."

Link (http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lingua-eletronica-brasileira&id=010165131202)

COMENTÁRIOS :
Pois é , mais uma inovação nacional que corre o risco de se per nas " PRATELEIRAS " empoeiradas do INPI.
Como de praxe, sempre gosto de repetir, QUE FALTA NOS FAZ UMA AGÊNCIA TIPO O DARPA NORTE AMERICANO !
Caso tivéssemos algo semelhante e com militares de visão inovadora , com certeza pensariam em utilizações práticas para esse sensor.
Com o advento do SISFRON , SISGAAZ & ataques terroristas por causa da copa das confederações , poderiam utilizar esse sensor para detectar armas biológicas , química ; monitoração das águas de nossas represas ; reservatórios; centrais de tratamento d'água; derrame de petróleo na bacia do pre-sal ; sensor para a unidade de guerra QNB etc..
Os militares tem que ter equipes responsáveis em vasculhar a net a procura de informações como essa , para apoio financeira a essas equipes ou utilização de seus inventos.
Podem me contratar , que além de fazer essa função, dou uso prático para tais inventos rsrsrrs


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sex Jan 17, 2014 7:56 am 
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Bactérias extraem cobre de placas de circuito impresso
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As placas de circuito impresso de computadores e outros aparelhos eletrônicos contêm metais valiosos como ouro, prata, platina e paládio, além do cobre.
No Brasil, não existem indústrias especializadas na recuperação desses metais. Por isso, anualmente, toneladas do chamado lixo eletrônico são vendidas para empresas estrangeiras que, por dominarem a tecnologia, apresentam lucros bastante elevados.
"Dados sobre a composição das placas de circuito estimam que, em uma tonelada de placas de circuito impresso, o ouro corresponde a cerca de 0,01%, ou seja, 100 gramas", explica Luciana Harue Yamane, da Escola Politécnica da USP.
Luciana explica que, tradicionalmente, os metais são extraídos utilizando-se processos químicos e pirometalúrgicos.
A pesquisadora então se dispôs a desenvolver um método diferente para a extração dos metais, utilizando processos físicos, químicos e biológicos.
Num primeiro momento, as placas foram homogeneizadas e reduzidas de tamanho com o uso de um moinho de martelos que triturou o material até deixá-lo com cerca de 2 milímetros de tamanho.
No próximo passo, um separador magnético separou ferro e níquel, restando apenas o material não-magnético (onde o cobre e os metais preciosos ficaram concentrados).

Adaptação bacteriana

Luciana explica que a extração do ouro e da prata pode ser feita por um processo chamado cianetação. Entretanto, não pode haver cobre na mistura pois, se houver, em vez de atacar o ouro, o cianeto ataca o cobre da mistura.
Foi aí que a bióloga decidiu utilizar uma via alternativa: a biolixiviação, que é o uso de bactérias para extrair o cobre.
"Foi necessário um processo de adaptação bacteriana, que desenvolvemos durante meses, para aumentar a eficiência e reduzir a mortalidade das bactérias a esse resíduo inicialmente tóxico a elas. É este processo que está sendo patenteado", explica.
Os resultados mostraram que a bactéria A. ferrooxidans-LR, após o processo de adaptação, foi capaz de solubilizar os metais, em especial o cobre, que foi 98% lixiviado, por meio de um processo ambientalmente correto, deixando assim o ouro mais concentrado para a etapa de cianetação.
Pela biolixiviação, o cobre sai da mistura da forma sólida para a forma solúvel (**+2). O que sobra é um pó, formado por polímeros e os metais preciosos. Pelo método da cianetação esses metais podem, então, ser extraídos.

Link (http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bacterias-extraem-cobre-placas-circuito-impresso&id=010125131021 )

COMENTÁRIOS :
Olha a ciência nacional funcionando a todo vapor , esse país só não é potência mundial ECONÔMICA, MILITAR , EDUCACIONAL etc..
Porque não transforma em produtos e serviços tudo que é produzido em suas instituições de pesquisa , sejam elas públicas ou privadas .
Foi exatamente seguindo esse caminha , que hoje a Coreia do Sul ultrapassou o Brasil , e a China vai no mesmo sentido.
E olha que há um tempo atrás , os três países estavam no mesmo patamar tecnológico , por isso seremos sempre dependentes de tecnologias externas , sejam elas bélicas ou não .
Vergonha !!!!!


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 2:48 am 
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EUA testam rifles incríveis com Linux e rastreamento de alvo [vídeo]

Arma com WiFi permite cálculo de tiro e comunicação entre soldados
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Por Nilton Kleina em 20 de Janeiro de 2014

http://www.youtube.com/watch?v=UoMAiYnJOBM

Uma mistura de computador e arma pode ser a próxima geração de rifles do exército dos Estados Unidos. A empresa responsável pelo projeto é a Tracking Point, que apresenta toda a tecnologia envolvida no vídeo acima.

O principal ponto das novas armas é o uso de uma tela sensível a toque: basta tocar no alvo que surge na mira para marcá-lo e deixar que o rifle faça todo o trabalho de cálculo para que o tiro saia preciso e perfeito. Aí é só segurar a arma do jeito sugerido e apertar o gatilho na hora certa.

Com um sistema baseado em Linux e uma interface digital intuitiva, o rifle possui um sistema de comunicação para que toda a tropa tenha acesso a dados como os alvos a serem abatidos. Bússola, microfone, servidor WiFi, calculador de balística, lentes, sensores de pressão e temperatura e um filtro para atirar sob condições climáticas ruins são algumas das características da arma.
É só apertar o gatilho

O uso do WiFi permite que dispositivos móveis recebam transmissões da tela embutida no rifle, permitindo o download de sequências. No visor, é possível ativar um "modo avançado" que faz parecer que o atirador está dentro de um simulador de alta complexidade, mostrando todas as variáveis da hora do tiro.

Até o momento, o exército norte-americano teria comprado seis dos rifles inteligentes, com o preço variando entre US$ 10 mil e US$ 27 mil cada. A tecnologia envolvida, entretanto, deve compensar em economia de munição. Fora o uso militar, colecionadores e fãs de safari já encomendaram milhares de unidades da TrackingPoint.

http://www.tecmundo.com.br/armas-de-fogo/49313-eua-testam-rifles-incriveis-com-linux-e-rastreamento-de-alvo-video-.htm

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Abraços.

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 2:56 am 
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1 janeiro 2014
Centurion: a metralhadora de mísseis e morteiros para navios [vídeo]

Equipamento de defesa militar possui recursos para combater diferentes ameaças, sejam elas vindas da terra, do céu ou do mar
Imagem
Fernando Daquino | Tecmundo

Os navios que compõem as frotas das Marinhas ao redor do mundo contam com uma nova, potente e versátil arma para se proteger e atacar possíveis ameaças. A parceria entre as empresas Chemring Countermeasures e Raytheon Missile Systems produziu o Centurion, um lançador “multifunção”.

Um protótipo dele foi testado recentemente na área de treinamento militar Defence Training Estate, em Salisbury Plain (na Inglaterra), lançando, entre outras munições, alguns mísseis Raytheon-Lockheed Martin Javelin. No vídeo abaixo, você confere um pouco do Centurion em ação e como ele pode ser devastador.

A grande vantagem desse equipamento é o fato de ele suportar artilharia para ambientes com ameaças diversas. Ele conta com armamentos e munições para combates antiaéreos, contra veículos em terra e até submarinos. Para isso, o Centurion conta com lançadores de foguetes automotrizes e morteiros de variados calibres e tipos de atuação.

http://www.youtube.com/watch?v=ykjenzngX3s


http://noticiasmilitares.blogspot.jp/

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Abraços.

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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Ter Jan 28, 2014 3:46 pm 
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AMAZONAS el Hovercraft 100% Brasileño

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ZcCbAzDD_7Q

Con apoyo del EB la empresa LIAA lanza el primero Hovercraft Brasileño. La compañía tiene como objetivo aprimorar el equipo para que en el futuro lanzar versiones militares para el EB y MB.

Link (http://www.aviacionargentina.net/foros/sistemas-de-armas.26/8873-amazonas-el-hovercraft-100-brasileno.html)
COMENTÁRIOS :
Caso seja verdade e isso se concretize ( La compañía tiene como objetivo aprimorar el equipo para que en el futuro lanzar versiones militares para el EB y MB. ), tai um ótimo meio para EB & MB atuarem na Amazônia .
Essa empresa dever receber aportes financeiros do MD , assim como apoio de pesquisadores das FAA,s e FACULDADES.


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Sáb Fev 08, 2014 9:12 pm 
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Relatório com dados técnicos sobre o Radar Saber M60

http://sd-2.archive-host.com/membres/up ... 90/6_5.pdf


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 Título: Re: Pesquisa & Desenvolvimento
MensagemEnviado: Seg Fev 10, 2014 10:28 pm 
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Supercomputação para o futuro do Brasil
10 de fevereiro de 2014 | 2h 04

José Maurício Bustani* - O Estado de S.Paulo

No dia 12 de dezembro do ano passado a presidenta Dilma Rousseff e o presidente francês, François Hollande, assinaram acordo para a criação no Brasil de um sistema de computação em escala petaflópica com transferência de tecnologia. Caberá agora à Secretaria Executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) a implementação desse projeto histórico e estratégico, que colocará o Brasil entre os países mais avançados do mundo na área de computação. Trata-se, simplesmente, de adquirir soberania na área de computação de alto desempenho.

Todas as grandes potências tecnológicas globais se valem de serviços de supercomputação próprios, com o domínio da tecnologia correspondente, pois se trata de recurso dinamizador de diversas atividades estratégicas, econômicas e sociais, sobretudo as intensivas em pesquisa e desenvolvimento. Nesse sentido, a supercomputação em escala petaflópica consiste em elemento central da competitividade da indústria e do setor de serviços, bem como da eficiência de determinadas atividades do Estado.

Para ter uma noção da potência da computação de alto desempenho imaginemos que toda a população mundial fizesse um cálculo por segundo durante 48 horas. Essa é a capacidade de um supercomputador de um petaflops, mas com uma diferença: ele faz essa mesma quantidade de operações - um quatrilhão - em apenas um segundo.

Pelo lado francês, a implementação do acordo caberá à empresa Bull, que é responsável pelo atendimento da maioria das encomendas e dos serviços de supercomputação requisitados pelo Estado francês e desde 2001 coopera estreitamente com a Comissão de Energia Atômica da França e com centros especializados europeus para o desenvolvimento de supercomputadores.

A cooperação brasileira com a França em ciência, tecnologia e inovação já contempla várias áreas, como a nuclear e a espacial, mas este acordo se reveste de especial importância ao permitir multiplicar, de modo transversal, as possibilidades de desenvolvimento tecnológico dos mais diversos setores públicos e privados. O projeto petaflópico será estruturante e, segundo as prioridades definidas pelo governo brasileiro, deverá beneficiar áreas como as de medicina, biologia, indústria farmacêutica, meio ambiente, astronomia, biotecnologia, nanotecnologia, agronegócio, biodiversidade, oceanografia e segurança pública.

Exemplos mais concretos nos ajudam a entender melhor a importância da supercomputação. No setor aeronáutico, ela pode ser usada para simular o comportamento aerodinâmico e testar os sistemas de navegação; no petrolífero, para prospectar e explorar novas jazidas; no farmacêutico, para descobrir moléculas ativas e desenvolver componentes sintéticos; no financeiro, para desenvolver sistemas seguros de processamento de dados; no ambiental, para simular mudanças climáticas e alertar em tempo real sobre a ocorrência de desastres naturais; no de segurança, para aprimorar os serviços de criptografia e evitar os ataques cibernéticos e a interceptação de telecomunicações.

Alguns segmentos da nossa economia já utilizam a supercomputação, principalmente o petrolífero. Acontece que até o momento não houve maior preocupação em dominar as tecnologias de base e em assegurar a soberania nacional sobre este que será um dos maiores ativos estratégicos das próximas décadas. No acordo com a França, a transferência e o domínio da tecnologia são o foco principal, garantindo a soberania tecnológica para a continuidade dos projetos de desenvolvimento. Para reforçar o amplo acesso a tecnologias básicas futuras todo o projeto petaflópico brasileiro está baseado em tecnologias abertas e em software livre, facilitando futuras cooperações científicas com outros países.

O acordo com a França permitirá ao Brasil contar com máquina petaflópica que se situará entre as mais potentes do mundo, atendendo à transformação gradativa do perfil produtivo brasileiro e capacitando o País a ocupar nova posição na divisão internacional do trabalho. O acordo prevê a instalação de dois centros de pesquisas e de planta industrial, bem como a realização de programas de formação e treinamento, na França e no Brasil, de, no início, pelo menos 60 engenheiros de alta qualificação. Além disso, graças à parceria com a França, o Brasil terá acesso às inovadoras pesquisas europeias no campo da computação de alto desempenho.

As aplicações da supercomputação são fundamentais para a competitividade brasileira, pois permitem grande redução de custos. Como esta tecnologia ainda não está muito difundida, esse fator não chama a atenção, mas, com os enormes investimentos realizados no mundo todo, em poucos anos os países que não dispuserem dos supercomputadores perderão mercados e oportunidades. Ademais, há o risco de os detentores dessa tecnologia restringirem cada vez mais a sua transferência, em razão de sua crescente importância estratégica e econômica.

No século 21 é impossível conceber uma estratégia nacional de desenvolvimento sem os serviços de supercomputação em escala petaflópica. Tais serviços correspondem ao meio mais rápido, ágil e seguro para que os recursos do Estado e da sociedade sejam geridos com mais eficiência e que as políticas públicas e o planejamento empresarial possam fiel e plenamente alcançar os seus objetivos.

Mais uma vez a cooperação com a França - forte usuária da supercomputação - poderá servir de referência para a modernização e o aumento da competitividade da economia brasileira, a partir do extraordinário incremento de nossa capacidade de cálculo, de processamento de dados e de redução de custos. A implementação do acordo será um divisor de águas, ao permitir que o Brasil se torne importante protagonista no desenvolvimento e na aplicação das novas e avançadas tecnologias. Vale lembrar que hoje apenas a França, os Estados Unidos, a China, o Japão e a Coreia do Sul dominam a tecnologia petaflópica...

*José Maurício Bustani é embaixador do Brasil na França.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,supercomputacao-para-o-futuro-do-brasil,1128596,0.htm

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