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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Sex Dez 19, 2014 1:01 am 
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Odebrecht Defesa e Tecnologia recebe visita de delegação da Rússia

Guilherme Wiltgen
18/12/2014


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A Odebrecht Defesa e Tecnologia – ODT recebeu hoje a visita institucional da delegação da Rússia, liderada pelo vice-primeiro-ministro, Dmitry Rogózin, em missão oficial no Brasil desde o dia 16/12. A visita aconteceu na sede da Mectron, empresa subsidiária da ODT, sediada em São José dos Campos/SP, onde a comitiva também visitou o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Tanto no INPE como na Mectron, a visita foi acompanhada pelo prefeito de São José dos Campos, Carlinhos de Almeida, e outras autoridades municipais.

Além do vice-primeiro-ministro, função que no Brasil corresponderia ao vice-presidente, a comitiva russa também estava integrada pelo embaixador da Rússia no Brasil, Sergey Acopov, e outras autoridades, diplomatas e membros do governo russo, interessados na ampliação da cooperação com o Brasil. “Os dois países têm grande potencial para parcerias tecnológicas, não só em Defesa, mas também em outras áreas como a aeroespacial, exploração de petróleo transferência de tecnologia etc. Esta visita teve como objetivo aprofundar nossas relações, para que os interesses comuns avancem”, declarou Oswaldo Oliva, Diretor da ODT.

DIVULGAÇÃO: CDN

http://www.defesaaereanaval.com.br/odeb ... da-russia/


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Sex Jan 09, 2015 11:11 am 
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MECTRON - DESENVOLVIMENTO DE AUTODIRETOR DE MÍSSEIS
MECTRON conclui protótipo que aproxima Brasil de grandes potências mundiais no desenvolvimento de míssil
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A empresa brasileira MECTRON, subsidiária da Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), concluiu o protótipo da Unidade Autônoma de Guiamento e Controle – UAGC, cujo objetivo é demonstrar a tecnologia necessária para o desenvolvimento de um autodiretor que possa ser utilizado em um míssil solo-ar de curto alcance, da mesma classe do russo IGLA-S.
Considerando que o autodiretor é o subsistema mais complexo e crítico do míssil, trata-se de grande avanço para o Brasil por conter tecnologias inéditas e restritas a poucos países no mundo, como EUA e Rússia.
O projeto UAGC foi contratado pelo Exército Brasileiro em março de 2012 e financiado pela FINEP. Por demandar portabilidade, o míssil solo-ar precisa ser leve e compacto, e reduzir o diâmetro do equipamento foi um dos itens mais desafiadores para a equipe responsável e o que torna o mesmo inédito em termos de desenvolvimento no âmbito nacional.
Segundo Lucas Ferreira Supino, Gerente do Contrato UAGC, “foi necessário reduzir pela metade o diâmetro do autodiretor em comparação aos autodiretores já desenvolvidos pela MECTRON, alcançando 8 cm de diâmetro”.
Segundo Supino, o grande desafio da miniaturização resume-se em dois pontos principais:
1 - No caso dos mísseis de maior diâmetro, podem ser utilizados motores elétricos para a realização de movimento de alguma parte móvel. No caso do protótipo desenvolvido, não existe espaço para motor, sendo que quando necessário algum tipo de movimento, foi necessário adaptar os próprios componentes do sistema para que funcionem como motores;
2 - O segundo aspecto está no sistema óptico que, pela restrição de diâmetro, possui entrada de energia limitada, o que, em termos práticos, se traduz em um alcance reduzido com que o míssil conseguiria detectar um alvo. Hoje é possível um alcance de detecção similar ao russo IGLA-S.
Para Thomaz Tavares, Diretor de Contratos de Mísseis Infravermelhos da ODT / MECTRON, com as conquistas tecnológicas alcançadas com o protótipo da UAGC, espera-se que exista fomento para a continuidade de desenvolvimento do míssil solo- ar brasileiro, elevando-o de protótipo a produto, e também para o desenvolvimento de outros subsistemas do míssil, como o módulo atuador, espoleta de proximidade, cabeça-de-guerra, motor-foguete e tubo lançador.
“Já alcançamos maturidade no maior desafio, que é o desenvolvimento do autodiretor. Do ponto de vista tecnológico, isto torna plenamente viável o desenvolvimento do míssil completo”, acrescenta Tavares.

Link :http://www.defesanet.com.br/tecnologia/noticia/17893/MECTRON---Desenvolvimento-de-Autodiretor-de-Misseis/

COMENTÁRIOS:
Que ToT uma Ová, como sempre digo; "HAVENDO VONTADE PODEMOS DESENVOLVER TUDO AQUI".
Basta vontade e investimento para isso, mais um exemplo ótimo da Mectron .
Parabéns a Mectron e EB por mais esse novo marco na tecnologia nacional, só espero que o míssil derivado desse produto seja adquirido expressivamente por nossas FAA,s.
Na minha modesta opinião, a solução para nossa querida Avibrás, será a aquisição dessa empresa pela ODT.
Acho que esse será o Auto diretor do Míssil Solo/Ar nacional.


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Sáb Jan 10, 2015 2:02 am 
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foxtrot escreveu:
MECTRON - DESENVOLVIMENTO DE AUTODIRETOR DE MÍSSEIS
MECTRON conclui protótipo que aproxima Brasil de grandes potências mundiais no desenvolvimento de míssil
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A empresa brasileira MECTRON, subsidiária da Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), concluiu o protótipo da Unidade Autônoma de Guiamento e Controle – UAGC, cujo objetivo é demonstrar a tecnologia necessária para o desenvolvimento de um autodiretor que possa ser utilizado em um míssil solo-ar de curto alcance, da mesma classe do russo IGLA-S.
Considerando que o autodiretor é o subsistema mais complexo e crítico do míssil, trata-se de grande avanço para o Brasil por conter tecnologias inéditas e restritas a poucos países no mundo, como EUA e Rússia.
O projeto UAGC foi contratado pelo Exército Brasileiro em março de 2012 e financiado pela FINEP. Por demandar portabilidade, o míssil solo-ar precisa ser leve e compacto, e reduzir o diâmetro do equipamento foi um dos itens mais desafiadores para a equipe responsável e o que torna o mesmo inédito em termos de desenvolvimento no âmbito nacional.
Segundo Lucas Ferreira Supino, Gerente do Contrato UAGC, “foi necessário reduzir pela metade o diâmetro do autodiretor em comparação aos autodiretores já desenvolvidos pela MECTRON, alcançando 8 cm de diâmetro”.
Segundo Supino, o grande desafio da miniaturização resume-se em dois pontos principais:
1 - No caso dos mísseis de maior diâmetro, podem ser utilizados motores elétricos para a realização de movimento de alguma parte móvel. No caso do protótipo desenvolvido, não existe espaço para motor, sendo que quando necessário algum tipo de movimento, foi necessário adaptar os próprios componentes do sistema para que funcionem como motores;
2 - O segundo aspecto está no sistema óptico que, pela restrição de diâmetro, possui entrada de energia limitada, o que, em termos práticos, se traduz em um alcance reduzido com que o míssil conseguiria detectar um alvo. Hoje é possível um alcance de detecção similar ao russo IGLA-S.
Para Thomaz Tavares, Diretor de Contratos de Mísseis Infravermelhos da ODT / MECTRON, com as conquistas tecnológicas alcançadas com o protótipo da UAGC, espera-se que exista fomento para a continuidade de desenvolvimento do míssil solo- ar brasileiro, elevando-o de protótipo a produto, e também para o desenvolvimento de outros subsistemas do míssil, como o módulo atuador, espoleta de proximidade, cabeça-de-guerra, motor-foguete e tubo lançador.
“Já alcançamos maturidade no maior desafio, que é o desenvolvimento do autodiretor. Do ponto de vista tecnológico, isto torna plenamente viável o desenvolvimento do míssil completo”, acrescenta Tavares.

Link :http://www.defesanet.com.br/tecnologia/noticia/17893/MECTRON---Desenvolvimento-de-Autodiretor-de-Misseis/

COMENTÁRIOS:
Que ToT uma Ová, como sempre digo; "HAVENDO VONTADE PODEMOS DESENVOLVER TUDO AQUI".
Basta vontade e investimento para isso, mais um exemplo ótimo da Mectron .
Parabéns a Mectron e EB por mais esse novo marco na tecnologia nacional, só espero que o míssil derivado desse produto seja adquirido expressivamente por nossas FAA,s.
Na minha modesta opinião, a solução para nossa querida Avibrás, será a aquisição dessa empresa pela ODT.
Acho que esse será o Auto diretor do Míssil Solo/Ar nacional.


Legal, só espero que algum dia a SIX tenha capacidade de desenvolver e produzir MCUs, DSPs e SOCs que possam ser também usados nesses projetos nacionais.


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Sáb Jan 10, 2015 8:39 am 
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Legal, só espero que algum dia a SIX tenha capacidade de desenvolver e produzir MCUs, DSPs e SOCs que possam ser também usados nesses projetos nacionais.

Quem é essa SIX ? Alguma nova empresa de defesa nacional da área de mísseis ?


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Dom Jan 11, 2015 7:45 pm 
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A industria "nacional" de defesa esta apavorada com o que a Fazenda está planejando.....

Pode ser que poucas sobrevivam.... incluindo as tais Odebrech da vida.

Claro que uma EDS (Embraer) vai sobreviver ..... pois nem tudo está perdido.

Vamos aguardar para ver.....

Sds.


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Seg Jan 12, 2015 9:12 pm 
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Só não entendi pq investiram num seeker que serviria no Igla?


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Seg Jan 12, 2015 9:57 pm 
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Talves exista mais um projeto de produto....


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Ter Jan 13, 2015 4:03 pm 
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Discao escreveu:
Só não entendi pq investiram num seeker que serviria no Igla?

Talvez para: a) ofertar como midlife upgrade para os atuais clienres de Iglá ? ou:
b) Para demonstrar que a industria nacional de defesa do Brasil tem know how minimo para pleitear uma ToT de mais alto nível...

Lembrem-se que a cabeça da indústria anda sempre simultaneamente em dois planos: produção sob licença de produtos estrangeiros para compensar as falta imediata de meios das FFAA brasileiras hoje, e; o desenvolvimento do zero de ;produtos genuinamente nacionais para equipar as FFAA brasileiras no futuro próximo e em especial para a futura exportação.

[]s Hammer

_________________
There are 10 kinds of people in this world, those who understand binary, and those who don't.


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Ter Jan 13, 2015 4:25 pm 
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Acho que essa " Cabeça de guerra" segundo planos do EB gerará um míssil nacional ( M.S.A 3.1, NOMEADO POR MIM AQUI DE ADAGA), que futuramente substituirá os Iglas em operação nas Faa,s nacionais .

Citação:
INFORMAÇÃO CEDIDA PELO CTEX E PUBLICADA TEMPO ATRÁS

CTEx : Projetos de desenvolvimento de novos mísseis

Autor: Esdras & E.M.Pinto

Plano Brasil

Edição e artes : E.M.Pinto

Em novembro de 2007 o departamento de ciência e tecnologia do exército começou a elaborar o projeto básico dos MSA 3.1, um míssil antiaéreo de baixa altura que deve substituir os Igla e os Mistral em uso pelas forças armadas brasileiras.
Não há muitas informações sobre o projeto, mas sabe-se que esse míssil seria um MANPAD (Man-portable air-defense systems) que poderia ser disparado do ombro do atirador, de um tripé ou de um reparo em uma viatura, com alcance vertical de 3 km e horizontal de 5 km.
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O sistema de mísseis antiáereos de baixa aaltura proposto pelo CTex se assemelha ao SA 18 grouse (Igla 9k38).
Alguns dos requisitos básicos elaborados a partir de fevereiro de 2008 e publicados no boletim do exército Nº 07/2008 são:

Ser o Posto de Tiro operado do ombro do atirador ou de um pedestal.
Ter o Posto de Tiro a possibilidade de ser operado em um reparo montado em viatura embarcação.
Ter capacidade de utilização contra aeronaves de asas fixas e rotativas, voando desde vôo estacionário até velocidades superiores a 300 m/s.
Ter capacidade de atuação contra aeronaves de asas fixas e rotativas, voando a baixa altura, 3000 m, sendo este limite mínimo para avaliação.
Ter alcance horizontal superior a 5.000 m, sendo este o limite para a avaliação. (Peso dez).
Ser o Posto de Tiro transportável , a braços, por, no máximo, 03 (três) homens.
O orçamento inicial o projeto era R$ 60 milhões e o cronograma de desenvolvimento precisava de quatro anos, então espera-se que o desenvolvimento do míssil esteja concluído no final de 2011, sendo assim é possível que o m protótipo seja apresentado na LAAD 2011.
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O MSA3.1 terá poderá ser lançado do ombro tal como a concepção artística apresentada pelo Turbosquid, no caso um MANPAD Stingray.
É prevista tambéma a instalação do MSA3.1 tem veículos leves e blindados médios: na foto a plataforma de lançamento do MBDA Mistral.

Um salto maior
Paralelamente ao desenvolvimento do míssil antiaéreo de baixa altura, o departamento de ciência e tecnologia vem desenvolvendo um sistema defesa antiaérea de média altura, projeto cujas únicas informações que se tem são o orçamento estimado em R$ 300 milhões, e um cronograma de oito anos.
As características do míssl em questão apontam para uma arma leve cujo propulsor muito provavelmente será baseado no projeto MAA-1B Piranha.
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Concepção artístia do míssil de média altura; Arte, Planp Brasil baseada na apresentação concedida no DCT.
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As informações até agora disponibilizadas sobre este programa, não apresentam dados técnicos e referências sobre as capacidades do míssil e de seus sistemas.
Porém, é possivel projetar e até estimar que este sistema apresente características semelhantes ao do sistema norte americano “Humraam” o qual utiliza o míssil Amraam AIM-120 C7, ou sistema lançador CLAWS o qual está montado sobre o chassis de um veículo Humvee, Avenger’s High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle (HMMWV).
Um dado importante é que há a possibilidade do sistemas de mísseis a serem desenvolvidos operarem com dois tipos de cabeça de guagem, uma de radar semi ativo, e a outra por busca infra vermelho.
O sistema será montado no chassis de um veículo médio e cada bateria será composta por veículos lançadores e veículos radares diretores de tiro ( ou fogo).
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lINK:https://pbrasil.wordpress.com/2010/04/26/ctex-projetos-de-desenvolvimento-de-novos-misseis/

Pena que grande parte das imagens se perderam , mas é uma notícia muito interessante, pois apresentam imagens de um radar que se assemelha ao SABER-M200 & M-60.
É esperar para ver !!!!


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Ter Jan 13, 2015 4:53 pm 
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POSSIBILIDADES DE DESENVOLVIMENTO
ASTROS HAWK
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MANPADS
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VERSÃO BLINDADA
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GLADIADOR AAe
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AUTO DEFESA PARA HELICÓPTEROS
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OUTRA OPÇÃO DE DEFESA AAe LEVE
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SONHO; NOVAS BARROSO MOD..(TAMANDARÉ,s) COM ESSAS LINHAS
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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Ter Jan 13, 2015 7:20 pm 
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O desenho do navio é bem bonito....

Em tese , tudo factível...desde que o GF encare Defesa como POLITICA DE ESTADO... projetos como geração de tecnologia e mão de ora especializada...


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Sáb Fev 14, 2015 2:16 pm 
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13 de Fevereiro, 2015 - 14:08 ( Brasília )

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MECTRON USA PLACAS DA PRODUZA

Empresa catarinense integra programa para construção de computador modular para aeronaves com tecnologia inédita no país


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Projeto estratégico da MECTRON para indústria aeronáutica nacional conta com montagem de placas da Produza Foto - Produza

Projeto estratégico para indústria aeronáutica nacional conta com montagem da Produza

Um computador modular aeronáutico, usado para o gerenciamento de voos, será montado com tecnologia inédita no país pela MECTRON, subsidiária da ODEBRECHT Defesa e Tecnologia (ODT), e contará com a parceria da PRODUZA, referência em montagem de placas para projetos de inovação. O projeto, que conta com recursos da FINEP, tem conclusão prevista para março deste ano.

A PRODUZA participa de duas vertentes distintas e será responsável pela montagem de placas com alta complexidade para dois projetos, chamados IMA e IMA VANT. Como não existe no Brasil outra empresa que produza esse tipo de equipamento baseado na arquitetura VPX, a MECTRON teve dificuldades em encontrar um parceiro para a montagem das placas.

“Por se tratar de um desenvolvimento que utiliza normas recém lançadas e circuitos complexos, rápidos e densos - muitos deles com componentes raros no Brasil - precisávamos de parceiros que aceitassem esse desafio, que inclui um cronograma apertado e alta expertise”, relata Eduardo Melara, gerente do projeto.

O projeto, afirma Melara, vai ajudar a nacionalizar um conhecimento estratégico para indústria aeroespacial e de defesa nacional desenvolvendo um produto com performance altamente competitiva, quando comparado com os itens encontrados no mercado externo. Para Luiz Antonio Pistoni, diretor presidente da PRODUZA, a parceria vem para firmar a estratégia da empresa na aproximação com empresas que atuam no desenvolvimento de hardwares complexos.

“Aceitamos o desafio proposto por acreditar que o desenvolvimento de tecnologias brasileiras é um grande passo para a consolidação das empresas tanto nacionalmente quanto no exterior”, comenta Pistoni.

O computador modular possui um chassi aviônico que roteia sinais externos e internos, permitindo comunicação entre as aeronaves e a base. Depois de pronto, o equipamento pode ser utilizado na aviação para processamento de imagem, de navegação, para produzir informações de alerta para a tripulação e até controlar as funções de operação do piloto automático, dependendo da aplicação embarcada no computador.

As placas para o primeiro projeto, chamado IMA, já foram montadas. A segunda etapa será concluída em março, quando serão concluídos os testes funcionais e ambientais do equipamento com IMA e IMA VANT integrados.

Sobre a PRODUZA

A empresa investe na produção de placas mais complexas, com componentes sensíveis, para volumes pequenos e médios. Com 55 funcionários e uma média de 1,7 milhão de componentes produzidos ao mês, também investe na aproximação com outras instituições de pesquisa e empresas que atuam no desenvolvimento de hardwares e placas de circuito, o Instituto Eldorado, Fitec e Macnica DHW.

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia ... a-Produza/


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Ter Fev 17, 2015 8:50 am 
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A Mectron está se tornando o verdadeiro orgulho nacional, parabéns a ODT por mais esse grande feito.
Acho que a solução para a nossa querida Avibras , seria ser adquirida pela ODT, ANDRADE ou outra grande empreiteira que tenha uma administração mais dinâmica.
Pois o grande problema da Avibras é sua administração!
Uma pergunta, esse novo produto com placas da PRODUZA, seria o link BR2?


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Ter Fev 17, 2015 5:51 pm 
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foxtrot escreveu:
A Mectron está se tornando o verdadeiro orgulho nacional, parabéns a ODT por mais esse grande feito.
Acho que a solução para a nossa querida Avibras , seria ser adquirida pela ODT, ANDRADE ou outra grande empreiteira que tenha uma administração mais dinâmica.
Pois o grande problema da Avibras é sua administração!
Uma pergunta, esse novo produto com placas da PRODUZA, seria o link BR2?


Vc está brincando... estas empresas não valem mais nada.

Estão demitindo as pencas...conforme o caixa permite... estão com diretores presos ou então sem crédito....

Dias atrás uma destas foi tentar refazer o seguro (que havia ou estava por vencer) de uma grande obra tocada para o GF.... o IRB negou. Foram para o exterior... todos negaram. Disseram-me que o crédito também secou por conta da desconfiança para com estas empresas. Se uma seguradora nacional for fazer o resseguro (brigatório) no exterior não consegue pelo mesmo motivo. Seguradora estrangeiras são impedidas por lei de fazem seguro ou resseguro para empresas envolvidas em corrupção. A fonte é um amigo de outra lista que tem um amigão de infância trabalhando para o IRB dentro de uma destas empresas... mas tem acesso a todos os contratos com as demais.

Mesmíssima coisa com os bancos... que estão inclusive pedindo a antecipação dos empréstimos feitos a todas estas empreiteiras..sem nenhuma exceção.

Tem mais mas paro por aqui...

Sds.


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 Título: Re: MECTRON
MensagemEnviado: Sáb Fev 28, 2015 3:56 pm 
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26 de Fevereiro, 2015 - 20:00 ( Brasília )

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MECTRON - COMPUTADOR DE MISSÃO EMBARCADO - TECNOLOGIA INÉDITA NO BRASIL
MECTRON conclui projeto de Computador de Missão Embarcado - tecnologia inédita no Brasil

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A MECTRON, subsidiária da Odebrecht Defesa e Tecnologia, concluiu o projeto de um Computador de Missão utilizando a arquitetura OpenVPX, tecnologia considerada estado-da-arte em módulos eletrônicos embarcados. Foto - MECTRON

A MECTRON, subsidiária da Odebrecht Defesa e Tecnologia, concluiu o projeto de um Computador de Missão utilizando a arquitetura OpenVPX, tecnologia considerada “estado-da-arte” em módulos eletrônicos embarcados, caracterizada por sua versatilidade, compactação e operação em ambientes críticos em plataformas do setor defesa e aeronáutico como aeronaves (tripuladas ou não), veículos blindados, armamentos inteligentes e outras.

Computadores de Missão são assim chamados por serem utilizados para gerenciamento dedicado e independente de diversos subsistemas das plataformas onde estão instalados. Por exemplo, numa aeronave, diferentes computadores de missão controlam independentemente cada um de seus subsistemas: de navegação, de comunicação, de armamentos etc.

O modelo funcional do Computador de Missão projetado pela MECTRON engloba tanto a parte de hardware como de software, sendo composto por:

· Um SBC (Single Board Computer), computador numa única placa eletrônica, com alta capacidade de processamento e memória, para aplicações embarcadas;
· Um módulo DIM (Módulo de Interface Digital), placa de interfaces digitais;
· Um módulo AIM (Módulo de Interface Analógica), placa de interfaces analógicas, e,
· Aplicativo de missão Moving Map.


O SBC possui processador quad-core de 1,5 GHz, 2 GB de memória RAM DDR3, 8 GB de memória flash SATA, barramentos PCI Express 2.0 e interface ethernet, entre outras interfaces. Provendo grande modularidade e versatilidade, os módulos desenvolvidos dispõem de barramentos e interfaces comuns em aeronaves, resultando num computador de missão para uso geral, facilmente configurável para uso em diferentes tipos de plataformas.

Para atendimento aos requisitos desta tecnologia inédita no país, foi fundamental firmar parcerias estratégicas com fornecedores, fortalecendo a qualificação e o desenvolvimento tecnológico do segmento.

Uma parcela deste projeto, o primeiro desenvolvido no Brasil com esta tecnologia, contou com apoio da FINEP - Inovação e Pesquisa, empresa pública do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Também foi desenvolvido pela Mectron um equipamento para simulação do ambiente operacional de aeronaves, também conhecido como “Rig de Aviônicos”.

Com o sucesso alcançado nos testes funcionais dos modelos de engenharia deste Computador de Missão Embarcado, a MECTRON busca agora viabilizar a realização de ensaios ambientais para qualificação do equipamento, processo no qual a empresa possui ampla capacidade técnica.

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia ... no-Brasil/


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