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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 11:41 am 
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Robsonmkt escreveu:
A nota conjunta diz que:

"decisão conjunta de encerrar negociações sobre o tema sem que tenha sido alcançado acordo para o estabelecimento de uma joint-venture"

Este trecho da nota vai de encontro à hipótese levantada pelo Wellington de que a questão esbarrou em negociações internas entre as duas empresas.

atenciosamente,


Para mim, alguém pegou o bonde andando e ainda quiz sentar na janela....


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 12:05 pm 
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Robsonmkt escreveu:
A nota conjunta diz que:

"decisão conjunta de encerrar negociações sobre o tema sem que tenha sido alcançado acordo para o estabelecimento de uma joint-venture"

Este trecho da nota vai de encontro à hipótese levantada pelo Wellington de que a questão esbarrou em negociações internas entre as duas empresas.

atenciosamente,

Por favor Robson...
Você queria e eles colocassem na nota que "por pressão do partido X", "por atuação do lobby do nosso concorrente" ou "devido às falcatruas da empresa Y", estamos desistindo do negócio?
Francamente, você pode mais do que isso...


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 12:40 pm 
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Macegueiro escreveu:
Robsonmkt escreveu:
A nota conjunta diz que:

"decisão conjunta de encerrar negociações sobre o tema sem que tenha sido alcançado acordo para o estabelecimento de uma joint-venture"

Este trecho da nota vai de encontro à hipótese levantada pelo Wellington de que a questão esbarrou em negociações internas entre as duas empresas.

atenciosamente,

Por favor Robson...
Você queria e eles colocassem na nota que "por pressão do partido X", "por atuação do lobby do nosso concorrente" ou "devido às falcatruas da empresa Y", estamos desistindo do negócio?
Francamente, você pode mais do que isso...


:lol: :lol: :lol: ora, claro que posso, e eles também!

Poderiam ter feito uma nota indicando que o problema não era interno. Por exemplo:

"A Agusta-Westland e a Embraer, fizeram novos estudos sobre a realidade atual do mercado interno de helicópteros e chegaram a conclusão que a formação da Joint Venture anteriormente proposta não atenderia plenamente aos interesses das duas empresas e decidiram então não dar prosseguimento com a empreitada."

Para bom entendedor (muitos deles acionistas e investidores), uma nota como esta deixaria claro que o problema não foi nas decisões corporativas das duas empresas, mas sim de outra natureza.

Atenciosamente,

_________________
::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 12:50 pm 
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Não digo que não haja lobby pró Helibras, isso existe e muito, mas também existe muito mais pró Embraer, tenho certeza que é bem mais pesado e volumoso.

Por que eu coloquei aqui que a coisa pode realmente ter esbarrado em questões contratuais? Porque eu logo de cara, quando soube dos interesses da empresa de não só entrar nesse ramo, mas também tomar a iniciativa própria em pouco tempo, fiquei imaginando que algo do tipo pudesse acontecer, eu me pus no lugar da AW,

“Pô eu quero realmente comer boa fatia desse mercado e me garantir durante muito tempo, mas entrar assim e ainda entregar de bandeja tecnologia para criar um concorrente pra daqui a pouco, não mesmo!”

Foi o que me veio na mente ainda ano passado, eu ainda ponderei isso com o meu contato dentro da empresa. É mais fácil isso acontecer com uma empresa novata, sem grande participação no mercado mundial, agora com uma AW achava pouco provável, apesar de torcer muito para isso, isso porque gosto dos seus aparelhos e estes se encaixariam perfeitamente em vários segmentos do nosso mercado.

O problema agora vai ser a Embraer achar alguém que queira ceder tanto assim, não acredito que a Sikorsky o fará dessa forma, acho que a Bell até poderia, mas eu apenas acho, não tenho acompanhado muito a evolução dos seus produtos e participação no mercado, soube apenas que eles lançaram um novo produto, mas não sei direito como é.

Eu penso o seguinte, não sou favorável a termos uma empresa projetista de helicópteros, acredito que o mercado já está saturado no momento, num futuro quem sabe. Mas sou favorável a termos montadoras aqui, com empresas nacionais desenvolvendo, produzindo e fornecendo componentes e subcomponentes, as chances de exportarmos serão maiores do que as aeronaves em si.

É claro que se o GF entrar no processo de nacionalização, como o fez com os ECs, as exigência podem nos garantir um mercado exportador, tipo para os países que o Brasil teria muito entrada geopolítica, principalmente na AS e África, já seria muita coisa. Sei das limitações tributárias que o Macega colocou isso impediu por muito tempo a venda das aeronaves da Embraer nesse mercado, ainda impede de trabalhar direito, mas na medida que a nossa capacidade aero-industrial aumente, o GF terá que intervir nesse caso.

Pra se ter uma idéia, a Embraer triangula suas operações com terceiros países, principalmente nos EUA e isso acabe impactando de certa forma a nossa balança comercial, uma hora ou outra alguém vai ter que dar cabo disso. Mas isso não impede de trabalharmos a expansão da nossa base industrial, algo precisa ser feito, eu entendo que o lobby pró a base industrial é maior do que o lobby em pró de uma única empresa.

Eu tendo que o Brasil e a Itália perdem com a não concretização desse negócio, afinal estávamos refazendo essa aproximação no ramo de defesa, as associações das indústrias de defesa assinaram memorandos, estávamos prestes a contratar a compra de navios, a produção de blindados está caminhando e por ai vai. Esse desfecho está na contramão disso tudo, mas business são business, segue o barco.

Até mais!!! :wink:


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 12:53 pm 
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Independente de acordos e manobras, inclusive as citadas pelo Macegueiro, nos anos 70 uma empresa se instalava no Brasil e o DAC obrigava as empresas a comprar o equipamento, só se importava com autorização do DAC se não ficava sem matrícula.

Por isso no passado uma iniciativa destas com parceria da Embraer/AW teria sua venda certa, hoje mesmo que o produto seja de boa qualidade, os particulares tem a opção de comprar de quem quiser mundo afora, em outras palavras um fabricante teria que ter um bom produto e mais barato que o importado. O que não garante nenhuma venda a unidade produzida aqui.

Por isso só uma venda ao governo viabilizaria a ativação de uma fabrica aqui, depois de instalada ela poderia se manter com poucas montagens de modelos de maior venda, desde que conseguisse oferecer a menor preço que a matriz.

Nada impede que um fabricante de helicópteros se instale aqui com um sócio brasileiro rico, conseguir preço para vender no mercado é outra coisa.


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 1:03 pm 
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wstrobel escreveu:
Independente de acordos e manobras, inclusive as citadas pelo Macegueiro, nos anos 70 uma empresa se instalava no Brasil e o DAC obrigava as empresas a comprar o equipamento, só se importava com autorização do DAC se não ficava sem matrícula.

Por isso no passado uma iniciativa destas com parceria da Embraer/AW teria sua venda certa, hoje mesmo que o produto seja de boa qualidade, os particulares tem a opção de comprar de quem quiser mundo afora, em outras palavras um fabricante teria que ter um bom produto e mais barato que o importado. O que não garante nenhuma venda a unidade produzida aqui.

Por isso só uma venda ao governo viabilizaria a ativação de uma fabrica aqui, depois de instalada ela poderia se manter com poucas montagens de modelos de maior venda, desde que conseguisse oferecer a menor preço que a matriz.

Nada impede que um fabricante de helicópteros se instale aqui com um sócio brasileiro rico, conseguir preço para vender no mercado é outra coisa.

Por isso eu acredito que em pouco tempo leremos algo do tipo "A Embraer e a Sikorsky anunciam negociações para a produção de helicópteros no Brasil".

Seria a combinação perfeita do interesse dos militares (GF/MD), ofertando helicópteros offshore S-76 e S-92, que é o mercado que ela, Embraer, quer abocanhar. É um chute meu, mas acredito que algo do tipo possa acontecer, pior para a AW.

E por que eu penso em Sikorsky? Simples, a empresa pode ter ouvido os militares e o GF, além de pensar numa aproximação com o governo EUA. Ela estaria errada em fazer isso? Não mesmo! Mas, como eu disse, é tudo uma suposição minha, pode ser, pode não ser, vamos esperar pra ver o desenrolar disso, o que eu sei é que a empresa quer porque quer entrar nesse ramo, mas só o fará sabendo que terá algumas encomendas firmes.

Até mais!!! :wink:


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 1:34 pm 
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Vamos deixar o(s) governo(s) o mais possível fora disto !

Quem quiser colocar fábrica de helicóptero ou de panelas.... que o faça as suas expensas, sob o seu risco.... com o seu $$$$$$.

Sds.


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 5:08 pm 
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Uma pena que isso tenha ocorrido, eu acho que faltou visão de mercado (Pra AW), e restará à Embraer procurar parceria em outros cantos.

Vale lembrar que a Embraer não deveria estar limitada aos países do Ocidente, a Kamov (Rússia) e as japonesas Mitsubishi, Fuji e Kawasaki também podem fornecer tecnologia de asas rotativas.

Kawasaki OH-1 "Ninja"
Imagem Wikipedia

As japonesas, seria até melhor de lidar, pois a abrangência delas é apenas local, no máximo regional. O mercado da Embraer não afetaria a região de influência do Japão. ou seja, não forneceriam para concorrência.

_________________
“Para saber quem domina o mundo, você deve saber qual grupo não se pode criticar” - Kevin Alfred Strom
"Somente os ingênuos ou ignorantes acham que o Brasil não possui inimigos" - Batman


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sáb Abr 20, 2013 10:37 pm 
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Vocês dizem que o lobby pró Embraer é maior do que o da Helibrás por comparação de empresas. Se isso fosse válido, a construtora Delta e o Grupo X não teriam crescido exponencialmente na última década. Ambos alavancados por dinheiro público, em um mercado com concorrentes muito maiores e tradicionais...gora estão indo para a mesma vala...
Sikorsky no Brasil? Duvido muitíssimo. Já são líderes no seu seguimento, que está em franca expansão, onde possuem uma aceitação extraordinária e estão investindo forte em apoio logístico de manutenção e formação de pessoal. No início deste ano instalaram em Guarulhos o primeiro simulador nível Delta (o mais alto) da AL, do S-76, em associação com a CAE. Em outubro chega o do S-92. Alguém viu algum anúncio sobre isso? Não, pois não precisaram de mídia e não há participação governamental alguma. Para instalar fábrica, terão que negociar com governos e políticos. Como não precisam disso, não creio que venham.


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Dom Abr 21, 2013 12:42 am 
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Por isso que tem que se proteger um pouco das importações. A Eurocopter vem e fabrica aqui, gera empregos e renda aqui. Aí vem a Sirkorsky e traz um produto importado para aboncanhar nosso mercado, tomando uma fatia que deveria ser de quem se arriscou em terras tupiniquins.


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Seg Abr 22, 2013 10:25 pm 
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Senhores,

Sobre este fato do término da possível parceria EMB/ A.W.....

Releiam a matéria da Carta Capital que eu coloquei no tópico cujo link está abaixo....na página 8.

viewtopic.php?f=24&t=2167&start=105

Há algumas pistas alí.... que podem explicar porque a corda roeu....

Sds.


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Ter Abr 23, 2013 1:27 pm 
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Spock escreveu:
Hammer escreveu:
Lembro aos amigos que por ter ações em bolsa a Embraer é OBRIGADA eventos relevantes, a anunciar possibilidades de joint ventures, ou outras alterações importantes nos seus negócios. E igualmente, ela tem tb que anunciar os "distratos"...

Além disso uma real avaliação da atratividade do negócio só pode ser realizada após a troca de informações secretas e proprietárias das duas partes e isso só sai apos a assinatura de um "acordo de confidencialidade" abrangente. Outro elemento que pode ter colaborado para azedar o acordo é o atual sério problema da Finmeccanica, holding da AW, com a justiça italiana...

[]s FS


Olá Hammer,

De fato não me apeguei a questão de quem foi que anunciou, ou seja, não dei importancia ao fato, poderia ter-se assinado um termo de confidencialidade sem se anunciar a Joint venture, apara-se as arestas DEPOIS anuncia ao público ... até mesmo em respeito aos acionistas, pois, como é de conhecimento geral anuncios causam volatilidade no valor das ações ... ou seja, o cuidado com anuncios desse porte são redobrados ...

Talvez o problema resida no valor dos investimentos necessários, inicialmente pensou-se em um modelo específico depois descobriu-se a necessidade de maior variedade para a viabilidade do negócio e o valor dos investimentos ficaram inviáveis para uma das partes interessadas ... é só chutômetro ... mesmo assim continuo achando muito estranho este aparente amadorismo de ambos envolvidos ... nesse mato tem coelho, cobra, avestruz ... tem alguma coisa muito cabeluda nisso aí ... na minha opinião, claro !

Abraço
Spock


Hammer escreveu:
Lembrem-se ainda que neste exato momento a Embraer já tem MUITA coisa no seu "prato", KC-390, novos E-Jets, Legacy 450 e 500, satélite brasileiro, SisFron, modernização de AMX e A/F-1 entre outras coisas. Será que os seus timings factíveis para este programa combinavam com os da AW? Um grande issue é que os helos executivos não tem restrições de "propriedade"nacional como os helos militares, qual seria o mix de entregas militares vs. civis que derivaria desta JV brasileira? Ou seja, antes de sequer começarmos a falar de qualquer poderoso lobby da HB temos que entender que o mero "alinhamento" entre EMB e AW nunca foi uma proposta simples...

Comentários?

[]s Hammer


Aqui fica melhor. :wink:


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Qui Mai 23, 2013 4:31 pm 
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Exclases Russia assina contrato para aquisição de cinco AW139 fabricados na Rússia
Da redação - 21/5/2013

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A HeliVert, uma joint venture formada pela Russian Helicopters e a AgustaWestland, assinou um contrato com a Exclases Russia para o fornecimento de cinco helicópteros de transporte utilitário e transporte VIP AW139, que serão produzidos na linha de montagem da HeliVert em Tomilino, próximo a Moscou.

No próximo mês de junho o primeiro AW139 fabricado na Rússia e que foi adquirido através de um contrato firmado entre as empresas no final do ano passado, deverá ser entregue para a Exclases Russia. Atualmente 50 exemplares estão em operação na Comunidade dos Estados Independentes.

Com capacidade de voar a 306km/h e alcance de 927km, o AW139 possui baixa assinatura acústica que o tornam uma excelente opção para mercados executivo e geral. Equipado com dois Pratt & Whitney Canada PT6C-67C, de 1.679shp de potência cada, o AW139 pode transportar um ou dois pilotos e até 15 passageiros na versão geral e de seis a oito passageiros no transporte executivo.

A cadência de produção com a nova fábrica em Tomilino deve variar de 15 a 20 exemplares por ano.

http://www.creditorial.com.br/Portal/no ... px?id=2951


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Seg Ago 19, 2013 3:27 pm 
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AugustaWestland anuncia novas instalações no Brasil, em São Paulo
19 de agosto de 2013

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Novos hangares a serem construídos em São Paulo terão espaço para uma linha de montagem final de helicópteros
-
Durante a LABACE ((Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), realizada na semana passada em São Paulo, a AugustaWestland anunciou que sua subsidiária AgustaWestland do Brasil passará por uma grande expansão. Segundo a empresa, que pertence ao Grupo Finmeccanica, serão construídas novas instalações em São Paulo, que incluirão hangares de manutenção com espaço suficiente para acomodar uma linha de montagem final de helicópteros.

Além da linha de montagem, a empresa também informou ter planos para instalar no espaço um centro de treinamento, estoque de peças, áreas de trabalho e outros serviços de apoio, incluindo um heliporto dedicado. A construção das novas instalações está planejada para ser completada no final de 2014.

O projeto das novas instalações deverá atender à esperada introdução de significativos números de novos helicópteros AW189 e AW169 no mercado brasileiro. O modelo AW169 visa o mercado de transporte corporativo e privado, além do setor parapúblico, enquanto o AW189 é destinado aos mercados “offshore” de petróleo e gás.

AW169 - foto AugustaWestland

Os novos hangares de manutenção serão capazes de acomodar, segundo a empresa, helicópteros do tamanho do AW101, com baias de manutenção para 10 aeronaves e espaço adicional para, potencialmente, instalar uma linha de montagem final. O centro de treinamento no “estado da arte”, planejado para o espaço, contará com dois equipamentos de simulação completa de voo (full flight simulators, e três equipamentos de treino de voo (flight training devices), assim como um simulador de manutenção, salas de aula, de “briefing” e “debriefing” (informações pré e pós-voos) para pilotos em treinamento.

Um depósito alfandegado deverá armazenar peças sobressalentes e partes de aeronaves, oferecendo rápido acesso a clientes da América do Sul. Por fim, o heliporto dedicado, capaz de operar aeronaves do porte do AW101, terá cinco helipontos (spots) e uma área de aproximação final e decolagem (FATO – Final Approach and Take-off), conforme o projeto apresentado.

Atualmente, a subsidiária brasileira sediada em São Paulo já oferece serviços de fornecimento de peças, manutenção, engenharia e treinamento para helicópteros das séries AW119, AW109 , Grand, GrandNew e AW139, planejando-se para o futuro próximo a prestação de serviços para os modelos AW189 e AW169.

Projeto novas instalações AugustaWestland no Brasil - imagem AugustaWestlandHá 180 helicópteros comerciais da AugustaWestland operando no Brasil, em tarefas de transporte corporativo, “offshore” e em segurança. No segmento “offshore”, cerca de 30 aeronaves AW139 prestam apoio à indústria de petróleo e gás do Brasil, enquanto que mais de 140 modelos AW109 e GrandNew (bimotores leves) operam no mercado de transporte corporativo e VIP.

Segundo Daniele Romiti, diretor executivo da empresa, “o Brasil é um mercado em crescimento importante para a AugustaWestland, num momento em que nossos negócios crescem não só no Brasil, mas por toda a América Latina. As novas instalações permitirão que nós ampliemos nossa presença industrial com o potencial de montar helicópteros no Brasil, demonstrando nosso compromisso de longo prazo com a região e nossos clientes.”

A empresa também informou que o helicóptero AW189 já entrou em produção na Itália, enquanto o AW169 deverá começar a ser produzido no ano que vem. Esses dois modelos, juntamente com o AW139, formam a “Família AugustaWestland” de helicópteros, que a empresa considera um conceito único na indústria de asas rotativas. Os três modelos oferecem os mesmos desenhos do painel, filosofia de projeto, conceitos de manutenção, tendo em comum também as características de voo de alto desempenho e de segurança. Tudo isso, segundo a AugustaWestland, proporciona redução de custos em treinamento, manutenção e apoio.

Para saber mais sobre as versões e aplicações do AW189, um dos modelos citados na nota da empresa e que se pretende introduzir no mercado brasileiro, clique no vídeo abaixo (em inglês), que trata do programa de certificação da aeronave:



FONTE / IMAGENS: AugustaWestland (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

http://www.aereo.jor.br/2013/08/19/augu ... sao-paulo/

_________________
"Uma nação que confia em seus direitos, em vez de confiar em seus soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda." (Rui Barbosa)


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 Título: Re: Agusta Westland
MensagemEnviado: Sex Ago 30, 2013 11:48 am 
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Imagem

Por Roberto Valadares Caiafa
29/8/2013


AW189 e AW169
AgustaWestland promove expansão no Brasil


A AugustaWestland anunciou que sua subsidiária AgustaWestland do Brasil passará por uma grande expansão. Serão construídas novas instalações em São Paulo, que incluirão hangares de manutenção com espaço suficiente para acomodar uma linha de montagem final de helicópteros. A empresa também informou ter planos para instalar no espaço um centro de treinamento, estoque de peças, áreas de trabalho e outros serviços de apoio, incluindo um heliporto dedicado. A construção está planejada para ser completada no final de 2014 e deverá atender à esperada introdução de significativos números de novos helicópteros AW189 e AW169 no mercado brasileiro. O modelo AW169 visa o mercado de transporte corporativo e privado, além do setor parapúblico, enquanto o AW189 é destinado aos mercados “offshore” de petróleo e gás.

Imagem
Concepção do novo centro de serviços da AgustaWestland em São Paulo (Foto: AgustaWestland)

Os novos hangares de manutenção serão capazes de acomodar, segundo a empresa, helicópteros do tamanho do AW101, com baias de manutenção para 10 aeronaves e espaço adicional para, potencialmente, instalar uma linha de montagem final. O centro de treinamento no “estado da arte”, planejado para o espaço, contará com dois equipamentos de simulação completa de voo (full flight simulators, e três equipamentos de treino de voo - flight training devices), assim como um simulador de manutenção, salas de aula, de “briefing” e “debriefing” (informações pré e pós-voos) para pilotos em treinamento.

Imagem
A PMSC opera um AW-109S (Foto: Roberto Caiafa)

Imagem
Mock-up do AW-169 exposto na LABACE 2013 - A AgustaWestland deposita grandes esperanças nas vendas desse modelo no Brasil, especialmente no setor de aviação de segurança pública

Um depósito alfandegado deverá armazenar peças sobressalentes e partes de aeronaves, oferecendo rápido acesso a clientes da América do Sul. Por fim, o heliporto dedicado, capaz de operar aeronaves do porte do AW101, terá cinco helipontos (spots) e uma área de aproximação final e decolagem (FATO – Final Approach and Take-off), conforme o projeto apresentado. Atualmente, a subsidiária brasileira sediada em São Paulo já oferece serviços de fornecimento de peças, manutenção, engenharia e treinamento para helicópteros das séries AW119, AW109 , Grand, GrandNew e AW139, planejando-se para o futuro próximo a prestação de serviços para os modelos AW189 e AW169.

http://tecnodefesa.com.br/materia.php?materia=1285


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