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 Título: Tecnologia Militar
MensagemEnviado: Ter Set 09, 2008 6:33 pm 
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O GLOBO, terça-feira, 9 de setembro de 2008
NEGÓCIOS & cia
Flávia Oliveira

TECNOLOGIA DE PONTA
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O F-4E PHANTOM da Força Aérea sul-coreana é congelado em um teste na Agência para
Defesa e Desenvolvimento, em Seosan. Coréia do Sul inaugurou, ontem, centro que deve se tornar
referência internacional na certificação de aeronaves 2015.

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Sáb Set 13, 2008 7:24 pm 
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Muito legal, muito bacana, mas os coreanos terem sucesso vendendo aeronaves no mercado global que é bom... nada! ;)

W Nowotny

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Qua Jan 21, 2009 2:50 am 
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Walter Nowotny escreveu:
Muito legal, muito bacana, mas os coreanos terem sucesso vendendo aeronaves no mercado global que é bom... nada! ;)

W Nowotny


Aos poucos, trabalhando duro, eles vão longe.
Outro país que dá gosto de ver como trabalham e são persistentes é Taiwan.
Deviamos tentar aprender um pouco com eles tambem.

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Qua Jan 21, 2009 12:37 pm 
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Constrictor escreveu:
Walter Nowotny escreveu:
Muito legal, muito bacana, mas os coreanos terem sucesso vendendo aeronaves no mercado global que é bom... nada! ;)

W Nowotny


Aos poucos, trabalhando duro, eles vão longe.
Outro país que dá gosto de ver como trabalham e são persistentes é Taiwan.
Deviamos tentar aprender um pouco com eles tambem.


Sorte dos chineses de Beijing... ;) Quando a ilha for re-absorbida pacificamente pela China continental, em poucos anos, a tecnologia aeroespacial chinesa dará gandes saltos adiante, combinando o melhor da tecnologia ocidental e russa com tudo o que foi/for produzido localmente...

[]s Hammer

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Qua Jan 21, 2009 9:00 pm 
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Hammer escreveu:
Sorte dos chineses de Beijing... ;) Quando a ilha for re-absorbida pacificamente pela China continental, em poucos anos, a tecnologia aeroespacial chinesa dará gandes saltos adiante, combinando o melhor da tecnologia ocidental e russa com tudo o que foi/for produzido localmente...

[]s Hammer


Xiii...imagina só os homens de Chum Kuo botando as mãos na linha de produção do SH-1! O CH-1 já era um F-16 superdotado, imagina o que vão aprender na linha de montagem do sucessor.

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Ter Out 27, 2009 10:41 am 
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INFOREL,terça-feira, 27 de outubro de 2009
TECNOLOGIA NA AREA DE DEFESA
Exército realiza Seminário sobre Nanotecnologia e Defesa
Para debater a contribuição da Nanotecnologia como fator estratégico da inovação tecnológica
nas áreas de Defesa e Segurança, o Seminário Internacional “Nanotecnologia e Defesa: Atualidade e
Perspectivas” acontece em Brasília nos dias 26 e 27 deste mês.
Promovido pelo Estado-Maior do Exército, o evento reunirá cerca de 200 convidados, entre civis
e militares do Exército, Marinha e Aeronáutica, ministérios da Defesa, Ciência e Tecnologia e Relações
Exteriores, instituições industriais, empresários, cientistas e pesquisadores.
Será a primeira vez que um evento desta natureza é realizado num país latino-americano.
A Nanotecnologia é considerada a quinta revolução industrial, pois manipula materiais em escala
de átomos e moléculas, ou seja, um bilionésimo de metro.
Cerca de US$ 10 bilhões são investidos anualmente no setor, especialmente pelos Estados
Unidos, Europa, Israel, Índia e China.
A Nanotecnologia já é uma realidade para combatentes das Forças Armadas de vários países,
através de capacetes e coletes mais leves e resistentes, uniformes com proteção bactericida, fungicida,
hidrofóbica, antigases, mais resistentes ao calor – protegendo mais e proporcionando maior conforto aos
soldados – além de não serem detectáveis por binóculos noturnos.
Igualmente, outros benefícios já são disponibilizados para os combatentes como nano filtros para
purificação da água, nano sensores para gases, nano células solares e nano baterias para a geração e
armazenagem de energia, coturnos com maior resistência e tratamento antisuor e antitérmicos e muito
mais.
Além do combatente, a Nanotecnologia está sendo aplicada nos sistemas de direcionamento de
mísseis, nos sistemas de comunicação e transmissão de imagens e dados, nas carenagens de veículos
militares, nos sensoriamento e monitoramento de áreas de conflito, dentre outros.
Estão confirmadas as presenças dos seguintes especialistas internacionais:
Estados Unidos - Dr. Adam Madison Rawlett, (PhD) , do U. S. Army Research Laboratory,
Aberdeen Proving Ground, Maryland (Team Leader, Materials Design and Synthesis Team; U. S. Army
Research Laboratory, Aberdeen Proving Ground, Maryland. Leading team of 15 in the research and
synthesis of organic/inorganic compounds, metallic nanoparticles, assembly and characterization of self
assembled monolayers and hierarchical assembled systems, non linear optical materials, and coating
additives for chemical and biological weapon decontamination. Responsible for several multi-million dollar
programs).
China - Major General Professor Dr. Xu Bin-shi (PhD)- Diretor do National Key Laboratory for
Remanufactoring - Academy of Armored Forces Engeneering e Membro da Academia de Engenharia da
China. Como pesquisador o Dr. Professor Xu Bin-shi é um dos mais reverenciados cientistas da
República Popular da China, recebeu inúmeros prêmios, tem mais de 20 patentes registradas, 400
trabalhos científicos publicados.
Reino Unido - Dr. Douglas Imeson (PhD - Oxford University) - Assessor de Nanotecnologia do
Ministério da Defesa e Cientista Pesquisador do Defence Science and Technology Laboratory (Dstl) /
Defence Evaluation and Research Agency (DERA).
India - DR. Sampad Raj Vadera (PhD) - Cientista e Diretor do Laboratório de Defesa de Jodhpur
(DRDO).
França - Dr. Eric Pleska (PhD) - Responsável pelo Pólo de Materiais e Componentes da DGA -
Délégation Générale pour Larmement, orgão do Ministère de la Défense da França.
Israel - Dr. Etziq Elimelech (PhD) - Chefe da Divisão de Sistemas Terrestres da Secretaria de
Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Defesa.
Pelo Brasil, participam o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira - Chefe do Departamento de
Ciência e Tecnologia do Exército, e o Dr. Mário Baibich - Cientista e Pesquisador da UFRGS e Diretor do
Departamento de Políticas e Programas Temáticos da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa
e Desenvolvimento (SEPED) do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT.
PROGRAMA

DIA 26 DE OUTUBRO
14h – Abertura Solene
General-de-Exército Darke Nunes de Figueiredo – Chefe do Estado-Maior do Exército
14h15 – “A Importância da Inovação Tecnológica para o Exército Brasileiro”
General-de-Exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira – Chefe do Departamento de Ciência e
Tecnologia do Exército
15h15 – “A Nanotecnologia e o Combatente do Futuro : A Visão do Exército dos Estados Unidos
da América“
Dr. Adam Madison Rawlett – US Army Research Laboratory
16h – Debates
16h15 – Intervalo
16h30 – “A Contribuição da Nanotecnologia para a Inovação no Exército da República Popular da
China” Major General Xu Bin-shi – Diretor do National Key Laboratory for Remanufacturing – Academy of
Armored e Forces Engineering e Membro da Academia Chinesa de Engenharia
17h15 – Debates
17h30 – Encerramento do 1º dia

DIA 27 DE OUTUBRO
09h – Abertura dos trabalhos
09h15 – “Os Nano Materiais e suas Aplicações nas Áreas de Defesa”
Dr. Mario Baibich – Diretor do Departamento de Políticas e Programas Temáticos da Secretaria
de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (SEPED) – Ministério da Ciência e Tecnologia
10h15 – “A Incorporação da Nanotecnologia nas Áreas de Defesa da França”
Dr. Erik Pleska – Responsável pelo Pólo de Materiais e Componentes da DGA – Délégation
Générale pour Larmement, do Ministério da Defesa da França
11hh – Debates
11h30 – “As Perspectivas da Nanotecnologia na visão da Organização de Pesquisas e
Desenvolvimento em Defesa da Índia”
Dr. Sampat Raj Vadera – Diretor Associado do Defence Laboratory Jodhpur (DRDO) - India
12h15 – Debates
14h –“Aplicações da Nanotecnologia em Defesa e Segurança: perspectiva do Reino Unido”
Dr. Imeson Douglas – Especialista em Ciência e Tecnologia de Nanomateriais do “Defense
Science end Technology Laboratory” - Ministério da Defesa do Reino Unido
14h45 – Debates
15h15 - “O Projeto do Soldado do Futuro em Israel”
Dr. Iziq Elimelech – Especialista em Ciência e Tecnologia de Nanomateriais do “Defense Science
end Technology Laboratory” - Ministério da Defesa do Reino Unido
16h – Debates
16h15 – Intervalo
16h30 - “Novas Tecnologias de Defesa : A Importância do Intercâmbio Internacional”
General-de-Exército José Elito Carvalho Siqueira – Secretário de Ensino, Logística, Mobilização,
Ciência e Tecnologia do Ministério da Defesa
17h15 – Encerramento.

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Qua Out 28, 2009 10:04 pm 
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Porque eles não congelar a veia...

Justo meu kiriduuuu Phantom diacho... eles não tem mais o que fazer ?

Mas fora a brincadeira, para que congelar o avião ? O que vai testar com isto ? Resistência ?

[ ]´s


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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Qua Nov 04, 2009 8:18 am 
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CORREIO BRAZILIENSE,quarta-feira, 4 de novembro de 2009
VISÃO DO CORREIO
Brasil na rabeira tecnológica
Para um país que aspira ingressar em breve no bloco das economias mais pujantes do mundo, o Brasil precisa com urgência escapar das ciladas do subdesenvolvimento. Não movimenta o sistema educacional sob os impulsos sistemáticos da universalização e da qualificação que levaram nações do mesmo porte a rápida e segura expansão econômica. Avança muito abaixo dos potenciais de enriquecimento por negligenciar o aumento das infraestruturas e a modernização das existentes. Aí estão apenas duas entre muitas deficiências que amarram o país ao atraso.
Não constitui novidade, também, a débil ação deste e de governos anteriores quanto à dinamização dos fatores científicos como agentes propulsores do fortalecimento econômico e do bem-estar social. Todavia, surpreende a pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgada há dois dias. Numa lista de 48 nações desenvolvidas e emergentes analisadas sobre níveis de inovação tecnológica, o Brasil posicionou-se em 42º lugar. Ficou apenas à frente do México, África do Sul, Argentina, Índia, Letônia e Romênia.
Há 30 anos, a Coreia do Sul disputava com o Brasil as últimas colocações no tocante à assimilação de tecnologias. Hoje, o parceiro asiático ocupa o 8º lugar no ranking da OCDE. Passou adiante da Alemanha, França, Reino Unido, Espanha e Rússia. É surpreendente? Não. Fora Israel, que aplica 4,7% do PIB, a Coreia do Sul é o pais que mais investe em inovação tecnológica (3,3%). Colhe o resultado das robustas políticas públicas que tem praticado nos últimos 35 anos. Já o Brasil deixou-se conduzir pelo marasmo, malgrado não faltassem alertas das entidades científicas, de empreendedores e do universo acadêmico.
No ano passado, segundo dados do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), governo e iniciativa privada investiram em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e processos produtivos R$ 32,57 bilhões (1,1% do PIB, vale dizer, três vezes menos que a Coreia do Sul). É difícil, reconhecem especialistas, comprometer aumento substancial de recursos para queimar etapas a curto prazo. Já se sabe que o governo, com caixa comprometido nas obras do PAC para turbinar a pré-candidata à sucessão presidencial, Dilma Roussef, não dispõe de recursos para alavancar o setor.
Há, porém, saídas para propiciar alguns impulsos às atividades tecnológicas, se bem que em proporção longe das reais necessidades. Vale citar a adoção de estímulos fiscais a projetos da área privada e o aumento da eficiência dos programas de financiamento. Dizem os doutos na matéria que, no Brasil, para cada dólar gasto pelo governo em tecnologia corresponde outro aplicado pelas empresas — resposta razoável, embora a relação média mundial seja de US$ 1 para US$ 2,5.

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Qui Out 07, 2010 11:36 pm 
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Report from the 2010 Chinese Defense Electronics Exhibition (CIDEX): Growing Industry – Advancing Technology

by Rafael Smith
Published on October 3rd, 2010
ARMS SHOW REPORTS

The 7th biennial Chinese Defence Electronics Exhibition (CIDEX) 2010, held from 12-14 May, continues the trend for this event of growing in size and importance to the military industrial sector. The 2010 show, which took place at the Beijing Exhibition Centre in the Haidian District, was roughly three times larger than the 2008 exposition, and that growth largely represents firms that had not previously exhibited at this event. Perhaps more significantly, the show continues to grow in the sophistication of the hardware that is displayed.

What makes CIDEX somewhat difficult to interpret is that there are very few finished manufactured weapon systems or platforms displayed at this event. What CIDEX is instead is a exhibition of the many components that make up the Chinese military’s weapon systems, radar networks, computerized control and navigation systems, etc. Chinese firms attending CIDEX are often also not very forthcoming about which weapons systems their products are used in either and it takes someone who has knowledge of that hardware in order to discern what it is they are looking at.

An example would be the firm, Kotel Micro Technique Co., Ltd. This company is one of the leading firms in China for design and manufacture of Micro-Electro-Mechanical Systems (MEMS) technology and is utilized in the design of the Chinese equivalent of a Boeing Joint Direct Attack Munition (JDAM)-type kit that can be retrofitted to conventional, “dumb” bombs.

The set of components manufactured by Kotel for this kit are:

— SAK01-03 acceleration switches - These are installed in three separate sections of the bomb kit and interactively operate with one another. They provide pressure and acceleration data that are then fed into the bomb kit’s guidance system.

— FKZD-01 vibration sensor.

— INS-M100 MEMS Inertial Navigation System - This unit is the main control module in the bomb kit’s guidance system, operating at an RS422 bit rate. Like all MEMS components it is quite small and measures only 120mm x 120mm x 120mm. Data sheets provided by Kotel on this component state that it utilises GPS for its targeting system. The company does not say whether of they also can datalink with the Russian GLONASS global positioning system, nor does it make any mention of the Chinese COMPASS GPS system.

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Kotel exhibited the full range of components that make up their JDAM-type bomb kit.

The photo shown on the Kotel stand is clearly that of the China Academy of Launch Vehicle Technology (CALT) Fei Teng (FT)-1 precision-guided bomb. The company also supplies components for the Luoyang Optical-Electronic Technology Development Centre (LOEC) Leishi (LS)-6 extended-range glide bomb and the (Leiting) LT-2 laser-guided bomb, as well as for the other CALT design, the FT-3.

Kotel representatives stated that their chief customer is the Chinese military, but that they are looking for export partners, one of which is presumed to be Pakistan. The JDAM-style bomb that was shown on the Kotel stand showing the use of their components in this type of weapon appears to be the China Academy of Launch Vehicle Technology (CALT) Fei Teng (FT)-1.

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The weapon system for which the Kotel components are designed is clearly the CALT FT-1 precision-guided bomb

Of course the company never said until prompted by questioning where their components are used and which weapon systems they were designed for. This is perhaps the major difference between CIDEX and a similar expo that you might see someplace else in the world. Almost any other company producing components of this type would be happy to tell you that “Boeing uses this unit in the JDAM” or that “this is the key component in the Raytheon Tomahawk missile,” but there is no such advertising at that draws a direct line from what you are seeing on display to its real-world application.

Highlights Of CIDEX

Overall, there are several key findings that you can take away from the CIDEX 2010 show. How it has evolved and changed over the years is more or less mirrors the entirety of China’s defence, aerospace and high-technology industries.

1) Less Foreign, More Domestic Participants

One of the aspects of CIDEX that has changed considerably is that there used to be a substantial presence by foreign firms that were looking to sell their products to Chinese industry. This is not surprising in that CIDEX is one of only two exhibitions that take place in China that have the full endorsement and support of the People’s Liberation Army’s General Armaments Department (GAD) (The other is Air Show China that takes place in Zhuhai in November of every even-numbered year.)

In other words, in order to have the official blessing of the PLA, one had to be seen at this show. If you met a Chinese customer at this show it was considered to be a sanctioned relationship if you later entered into a contractual agreement because of the PLA’s endorsement of the venue.

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CIDEX is one of only two defence shows in all of China that are officially endorsed by the PLA’s General Armaments Department

But, over the years there have been fewer and fewer foreign firms appearing at CIDEX for what appear to be two reasons. One is that most of the relationships between foreign suppliers and Chinese defence-related enterprises appear to have been institutionalised – either in the form of those companies now having their own representative offices in China, or authorised sales agents who are more or less embedded inside the major military production centres and MROs who utilise their products. They provide the mechanism for making sales of foreign suppliers’ products without the foreign suppliers having to have a presence in China itself.

The preferred mechanism is for these components to be brought into China by way of Hong Kong front companies, as the rules for importing into Hong Kong are less restrictive than they are for shipping direct to the mainland. Once they have arrived in Hong Kong these components are then shipped on to factories on the mainland. As a general rule, if the company importing these defence or aerospace components has a small staff of a handful of people in their Hong Kong office, but then a large number of people employed on the mainland, this is the type of importing scheme that they are engaged in.

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This year CIDEX featured some major expositions by enterprises which were all grouped in one major industrial centre – like this entire hall of firms from the city of Shenzhen.

The other factor in this drop off of foreign participants is that Chinese firms are now producing on their own the same products that they were purchasing from abroad 4 years or more ago. An example is the rise in the number of Chinese firms producing the solid-state, flash-type memory hard drives of the type that are just now being sold in commercially-available laptop computers. US firms used to have the lock on this technology in the Chinese market, but no longer – and the US producers who used to participate at CIDEX are nowhere to be seen.

2) Chinese Defence Products Today: State-of-the Art

Chinese defence products were once thought of as being moderately capable copies of previous-generation hardware that contained attributes of Russian, European and Israeli designs. Some of those bloodlines can still be seen in their designs, but the products now being seen at an expo like CIDEX show that Chinese firms have capabilities that approach first world industrial, state-of-the-art levels of sophistication.

In the 1990s, when the Russian defence was in danger of drying up and closing its doors due to an almost complete collapse in any funding from their own government, it was China that saved the day. China bought billions in military hardware from Russia, but it also sent its engineers, designers and technicians to study inside of Russian industry to learn how the weapons it was purchasing had been developed in the first place.

This transfer of technological know-how, plus some enormous investments by the Chinese military into its state-owned industries (what more than one Russian has referred to as “uncontrolled and rampant modernisation”) has produced a defence electronics industry that far outstrips the size and capacity of that which existed in Russia when Chinese industry first began their cooperation with Moscow in the early 1990s.

Today the former students (the Chinese) have become the masters. Chinese industry now has the ability to produce components that the Russian electronics industry (after almost two decades of no investment by their government) is no longer capable of either designing or manufacturing. The initial failure rates on the production of transmit/receive (T/R) modules for the Active Electronically Scanned Array (AESA) radars being designed for the Mikoyan MiG-35 and the Sukhoi T-50/PAK-FA 5th-generation fighter, for example, were so high that it would have bankrupted any western firm involved in a similar programme.

Not surprisingly, this year’s CIDEX show saw groups of Russian specialists going through the halls and looking for components that they could source out of China to be utilised in Russian-designed weapon systems. Russian specialists will point out that they are now at a huge disadvantage to the Chinese in two very significant respects.

One is that the commitment by the central government in resources to the defence electronics sector is both sustained and serious. “They can take a field where there is nothing but flat land and wild grass,” said one Russian company representative, “and the next thing you know there is a full-blown factory or design centre there turning out a world-class product.”

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Chinese firms are now producing components that far surpass that of the Russian firms they learned their skills from in the early 1990s.

The other advantage to China is the unfortunate reality of actuarial tables. Younger scientists and engineers who are needed in Russia to form the next-generation of weapons designers are leaving the nation in droves. A few years ago the Russian Foreign Intelligence Service (SVR) estimated that 70,000 scientists and specialists from Russian defence institutes and military-industrial complex enterprises had left the country.

A documentary on the subject produced by Moscow’s NTV stated “the nuclear physicists, experts in electronic equipment, virologists and biotechnologists did not leave Russia empty-handed. They took secrets with them and presented their former foes with the weapons they had themselves developed.”

The documentary went on to claim “according to CIA data, in the first half of the 1990s thousands of Soviet specialists in the field of nuclear and missile technology left for the Middle East. They worked there in violation of the treaty on non-proliferation of weapons of mass destruction and the MTCR. From the Arzamas-16 centre several people went to work in Iraq. Russian scientists worked in Iran and Libya. Forty nuclear scientists immigrated to Israel. Thousands of Russian specialists in the field of nuclear and missile technologies developed programmes to improve armaments in China. Our scientists are willing to work anywhere they are paid.”

The consequence is that whereas the age of the average defence industrial scientist or engineer in China is about 30 and around 40 in the US – it is 50 years or more in Russia. China’s industry is growing and advancing, while Russia’s will effectively be dying off before too long.

3) Modern Soldier – Modern Battlefield

Sophistication in modern Chinese weapons design is not limited to missiles, radars, avionics and the other systems that one normally associates with electronics. The PLA and the design centres that support it have obviously been doing a lot of thinking about the battlefield and soldier of the future.

The PLA, the People’s Armed Police (PAP) and other emergency situation forces all have a vast array of digital battlespace gear to choose from – and this includes full-motion, high-speed video transmission gear, state-of-the-art encrypted communications equipment and the ability to provide GPS coordinates to an intelligence headquarters or central command centre from the field.

There are two notable differences about how this technology will be employed – and just how effective it might be employed – that are unique to China in many respects.

The first is that much of this hardware has uses that are for the maintenance of internal order and making sure there is the ability to stamp out any budding rebellions or demonstrations against local or regional authorities in China – what are referred to euphemistically as “mass incidents” in official government parlance. While some “smart policeman” or “digital warrior” equipment that one might see developed in western nations would have a definite anti-terrorism mission that is focused inward towards the country as well as for external defensive purposes, the extent to which this hardware has a definite application to suppress the domestic population is more pronounced in China than it is anyplace else in the world.

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This Chinese firm produces a full range of portable high-speed, real time video transmission equipment. The video signal can be coordinated and disseminated through ruggedized portable terminals.

This equipment also has a synergistic relationship with what is probably the most pervasive and invasive surveillance network in the world – exceeding even that of the United Kingdom or Singapore. A western diplomat told me recently “while there used to be only 400,000 surveillance cameras in Beijing, there are now 500,000, so there is virtually no place you can be where someone is not watching you.” The average shopping district or restaurant row in Beijing that would be frequented by foreigners has more 360-degree cameras focused on it than the most paranoid casinos in the world.

The other question is how effective this equipment is when used in a purely military operation rather than an internal suppression mission. Reason being that the level of autonomy that the soldier or even lower-level commanders have in the field is still very low within the PLA. Soldiers can provide the upper ranks of the PLA with full situational awareness and can talk to them securely, but in the opinion of western attaches based in Beijing it will all have minimal utility until the military changes its entire concept of operations.

4) CETC: China’s Electronics Empire

The China Electronics Technology Corporation (CETC) continues to be the first among equals of the various consortia that own specific sectors of the defence electronics industry. While there are other groups of electronics firms that are grouped underneath a corporate umbrella or part of a geographically-based association of companies, CETC has the majority of the most important defence electronics firms – 47 separate enterprises that they refer to as “institutes” – as its portfolio of producers and suppliers.

CETC continues to be the major supplier of defensive aides suites for aircraft, land-based and airborne radars, battlefield communications systems, electronic warfare systems, passive detection and electronic support measures (ESM) systems, and a host of other products that are used across all branches of the PLA, as well as the PAP and law enforcement.

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CETC is the largest of the defence electronics conglomerates and produces most of the on-board systems used in Chinese fighter aircraft.


The conglomerate is also an important supplier of much of the security and crowd/access control equipment that has been used for the 2008 Beijing Olympic Games and the current World Expo that is taking place in Shanghai this year. The type and design of this equipment is such that it is easy to see that the business of supplying military organisations with equipment that they need on the battlefield and developing a new generation of crowd control technology are parallel universes where innovations developed by one of the CETC institutes can many times be applied to both product lines.

On the military side, all of the reports by customers using CETC-developed equipment are generally positive. Among other new developments that are in the works are a new line of electronic warfare equipment that will be as capable as most other comparable western systems. The major difference will be that these Chinese systems will be far more economically priced than any analogues available from the US or Europe.

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Most of the military’s secure communications equipment is produced by CETC, all of which has a dual-use for large access control events, like the 2008 Olympic Games or the World Expo in Shanghai.


With this advantage in mind CETC is beginning to turn its focus more towards expanding export markets. This is all mostly due to the fact that Chinese companies used to be limited to trying to sell to countries that could either not purchase from the West or only had the financial means to purchase low-cost Chinese products. Now the electronics giant is encroaching on territory such as South America that would have normally been the preserve of US or European firms.

With this objective in mind, CETC are now more actively participating in international defence expositions outside of China and establishing themselves as players in the competition in emerging markets. In this sense they are in the same category as other Chinese arms export companies like Polytechnologies or Norinco, both of which exhibited at the Eurosatory show in Paris for the first time ever this past June.

5) A Little Help From The EU

One of the few foreign firms that was exhibiting at CIDEX for the first time was the Norwegian electronics manufacturer, Sensonor. The company is offering its products on both the Chinese and Russian military markets. It is one of the leading European firs to offer products based on Micro-Electro-Mechanical Systems (MEMS) technology, and the company representatives said that this was their first show in China.

Sensonor’s MEMS gyroscope components offer the possibility for radically improving the accuracy of Chinese missile systems and precision-guided munitions. The central component is the STIM202 Butterfly gyro, which is a 55-gram miniature module that replaces previous-generation fibre-optic, ring laser and mechanical gyros.

The STIM202 is based on single-crystal silicon technology. It can be configured in 1, 2 or 3 axes capability and offers 24-bit resolution plus an RS422 bit rate like the components made by their Chinese competitors at Kotel. Company engineers claim that “the STIM202 is so small and light that the designers of a missile system can use two of the modules to provide the weapon’s on-board guidance module with back-up redundancy, which was never a possibility with previous-generation guidance components.”

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Norway’s Sensonor has the market for selling MEMS based guidance equipment all to itself in China. The US and other EU firms cannot compete here. This technology could profoundly enhance the accuracy of all Chinese-produced PGM.


There are a number of firms worldwide producing components based on this type of technology, but the rest of them are barred from doing business in China due to the Tiananmen Square arms embargo. However Sensonor claim they can do business in China because “there is no ITAR content to our product.”

“We almost have to thank the US government for forbidding American firms from offering this product in China,” said one Sensonor engineer, “because the prohibition has more or less left this market completely open for us without any US or other competition.”

If the Sensonor technology is purchased by Chinese industry in significant numbers, their missiles and other guided weapons will achieve levels of performance and accuracy comparable to their western counterparts, but at a much lower total system cost. Even though Kotel in China are already producing a similar product, the people from Sensonor said that they are not worried about their product being reverse-engineered and illegally copied.

“This is a complex technology and it requires significant amounts of investment in industrial production equipment and years of experience to be able to produce these components on a cost-effective basis. This does not lend the technology to being easy to duplicate.”

Why selling this product into China is not considered a violation of the EU arms embargo on the PRC is unknown. Having no ITAR content may be one issue, but the significant increase it will bring to the accuracy of Chinese weaponry certainly violates the spirit – if not the letter – of the EU embargo.

The fact that this Norwegian firm was one of the only foreign companies offering a new product shows just how technologically sophisticated China’s defence electronics sector has become. There appears to be little that they cannot do on their own, and what few technologies they cannot develop on their own seems to become more and more readily available despite international sanctions that should prevent them from being able to purchase it.


Aos poucos estão progredindo....

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Sex Out 22, 2010 9:33 am 
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USMDA-led Airborne Laser Test Bed weapon system fails to hit target
Missile Defense Agency ALTB
Posted On: Oct 22, 2010
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The ALTB weapon system had destroyed a short-range ballistic missile (left) during its first test in February this year. A USMDA photo

POINT MUGU, CALIFORNIA (BNS): In second such attempt within a span of over a month, the US Missile Defense Agency (MDA)-led test of the Airborne Laser Test Bed (ALTB) has ended in failure.

The ALTB, which uses a modified Boeing 747-400F aircraft as its platform to detect and destroy ballistic missile, was test-launched from the Point Mugu Naval Air Warfare Center-Weapons Division Sea Range off the central California coast on Thursday morning.

The objective of the mission was for the ALTB to destroy a solid-fuel, short-range ballistic missile while its rocket motors were still thrusting, the MDA said.

While the ALTB acquired and tracked the plume (rocket exhaust) of the Terrier Black Brant target missile, it could “never transition to active tracking. Therefore, the high energy lasing did not occur,” the Missile Defence Agency said in a statement.

The agency said it will probe the causes of the transition failure, while adding that the intermittent performance of a valve within the laser system was being examined.

This is the second time that the weapon system’s test has ended in failure. The MDA had tested the ALTB on September 1, 2010 which got terminated mid-way due to a software glitch.

The Airborne Laser Test Bed system featuring battle management equipment, a beam control/fire control system, and a high-energy Chemical Oxygen Iodine Laser (COIL), uses a modified Boeing 747-400F aircraft to track and destroy ballistic missile.

While Boeing, the prime contractor of the programme, produces the airframe, Northrop Grumman provides the high-energy laser and Lockheed Martin is developing the beam- and fire-control systems.

The MDA and Boeing had successfully tested the ALTB weapon system on February 11, 2010. During that test, the laser-based weapon had tracked and destroyed a boosting ballistic missile.



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Arma laser montada em avião fracassa em teste pela segunda vez
Falha em rastreamento impediu que o laser fosse usado, de acordo com os primeiros dados
21 de outubro de 2010 | 15h 12
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Reprodução/Departamento de Defesa dos EUA
O Boeing modificado com a arma laser para abater mísseis inimgos
REUTERS - REUTERS
Um potente laser montado numa versão modificada de um Boeing 747 não foi capaz de abater um falso míssil inimigo no segundo teste malsucedido consecutivo, informa a Agência de Defesa de Mísseis do Pentágono.
Indicações preliminares são de que o chamado Sistema de Teste de Laser Aéreo rastreou a fumaça de foguete do alvo, mas não fez a transferência para um segundo sistema, de" rastreamento ativo", o que seria o prelúdio para o disparo do laser químico de alta potência, disse Richard Lehner, porta-voz da Defesa de Míssil.

"A transição não ocorreu", disse ele. "Portanto, o disparo do laser e alta energia não aconteceu".

A Boeing fornece a estrutura aérea e é a principal empreiteira do projeto, enquanto que a Northrop Grumman fornece o laser e a Lockheed Martin vem desenvolvendo o sistema de disparo e controle.

O secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, reduziu o projeto à categoria de experimento de pesquisa.

Cerca de US$ 4 bilhões já foram gastos no programa nos últimos 15 anos, disse Lehner. O objeto é focalizar um raio concentrado com o diâmetro de uma bola de basquete numa parte pressurizada do míssil por tempo suficiente para fazê-lo falhar.

Para o ano fiscal de 2011, o presidente Barack Obama pediu ao Congresso US$ 98,6 milhões para todos os chamados programas de pesquisa em energia direcionada do Departamento de Defesa.

O sistema de laser aéreo havia abatido um alvo com sucesso em fevereiro, no primeiro teste de uma arma do tipo. O segundo teste, realizado em setembro, falhou, seguido agora pelo de outubro.

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,arma-laser-montada-em-aviao-fracassa-em-teste-pela-segunda-vez,627904,0.htm

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Qua Mar 02, 2011 7:43 am 
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O novo brinquedo do Exército americano
Por Letícia Resende em 2.03.2011 as 0:08

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O Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, encomendou de uma empresa particular uma nova arma para o Exército. Trata-se de um lote de projéteis de eletro-choque de longo alcance para teste. O novo armamento está sendo chamado de “granada de Taser”, que será produzida para ser atirada por lançadores.

O Taser de Interrupção Elétrica Intramuscular (ou HEMI, na sigla em inglês) tem o formato de uma pistola que lança dois eletrodos ligados a dois fios de cobre que podem ter quatro, seis ou oito metros. Ele é considerado uma arma de eletro-choque não-letal, usada para defesa pessoas, mas existem registros de caso de morte. Ao atingir a vítima, a arma aplica uma descarga elétrica por cinco segundos que imobiliza o alvo. Se o gatilho for mantido pressionado, uma carga é disparada a cada 1,5 segundo. Após o disparo, os eletrodos são descartados e trocados para um novo disparo.

A granada de Taser não ficará limitada pelos fios e poderá alcançar uma distância de até 100 metros. O tempo de paralisação também será maior, podendo deixar o alvo incapacitado por até 30 segundos, que poderão se estender a alguns minutos. O Major General Richard Mills, da Marinha americana, declarou ao site Marine Corps Times que gostaria de ver mais armas não-letais como o Taser no campo de batalha. Ele disse que seu comando no Afeganistão considerou equipar todos os marines que entrarem em contato com civis afegãos com algum tipo de Taser. Se os testes com a granada obtiverem sucesso, a arma deverá ser enviada prontamente ao Afeganistão. [NewScience]

http://hypescience.com/o-novo-brinquedo-do-exercito-americano/

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Sáb Mai 07, 2011 3:56 pm 
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Novos óculos noturnos oferecem alta resolução e duas vezes mais campo de visão

Por Bruno Calzavara em 3.05.2011 as 0:12

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Óculos de visão noturna são, de acordo com a empresa Photonics SA (fabricante de óculos de visão noturna, naturalmente), uma “tecnologia-chave” que permitiu que os militares dos EUA “dominassem a noite”.

Photonics SA superou alguns dos obstáculos tecnológicos restantes com seu novo produto com Sistema de Visão Noturna de Alta Resolução (ou “HRNVS”, na sigla pouco simples em inglês). A tecnologia nova dobra o campo de visão de óculos de proteção existentes, um benefício real para os pilotos e outros militares que precisam enxergar bem no escuro.

O estranho desenho fornece a cada olho dois sensores de visão noturna, um total de quatro, com esses dois sensores extras acoplados para criar um único display de exibição de alta resolução (embora ainda não está clara exatamente quão “alta”).

O layout das telas permite sua rápida remoção em caso de luz inesperada e, enquanto usados, os óculos fornecem uma visão bastante panorâmica e ininterrupta, ao contrário dos modelos anteriores. Apesar de não serem baseados na visão de insetos, o modela se mostra muito eficaz.

O reforço no campo de visão pode ser a novidade mais importante – pelo menos segundo as exigências de pilotos e outros militares em atividade. O HRNVS goza de uma vista de 82,5 graus, mais que o dobro dos atuais sistemas de visão noturna. Também possui, curiosamente, determinadas habilidades de melhoramento de imagem, aproximadadmente como novas câmara fotográficas digitais podem usar a luz de diferentes maneiras para melhorar a foto. Essas habilidades incluem realce do contraste e do contorno dos objetos, melhoria na resolução da imagem e até mesmo a gravação de vídeo, que é uma novidade para este tipo de sistema.

O sistema HRNVS será mostrado oficialmente a partir de hoje em uma Conferência de Defesa, em Orlando, Flórida. Ainda não está definido quando poderemos realmente ver (ou não) os óculos em ação.

http://hypescience.com/novos-oculos-noturnos-oferecem-alta-resolucao-e-duas-vezes-mais-campo-de-visao/

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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Sáb Mai 07, 2011 11:29 pm 
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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Seg Mai 09, 2011 8:37 am 
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 Título: Re: TECNOLOGIA MILITAR
MensagemEnviado: Ter Mai 10, 2011 3:36 pm 
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Tikuna escreveu:
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Se fosse francês, já teria um requerimento....rs


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