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MensagemEnviado: Qui Fev 28, 2008 12:43 pm 
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Sobre o intercâmbio, se os japoneses quisesse eles teriam permanecido dentro do programa E-Jet, mas todos sabemos que a Kawasaki fez suas malas e voltou para casa ainda nos primeiros anos do projeto.

As oportunidades de parceria com o Brasil existem, agora, se eles querem ou não aproveitá-las, aí é outro papo.

[]s Hammer



Sr. Hammer, o governo japones investe pesadamente em projetos que nem nós brasileiros vemos relevância, como o caso da revitalização do tietê foi feita com recursos da JICA(agencia de cooperação internacional do japão), na area agricola muito dos laboratorias de pesquisa vegetal e animal foram equipados com meios e recursos da JICA, e este é um ano bem proprício aos acordos com os japoneses, pois este é o ano do centenário da imigração japonesa no Brasil.

E os animos no Japão estão cada vez mais quentes, pois através do cinema começaram a contar a história da IIWW, através da óptica japonesa, com o filme os homens do Yamato, e o filme For those we love, que conta sobre os sacrificios dos jovens pela defesa de seua terra, e não do fanatismo religioso..


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MensagemEnviado: Qui Fev 28, 2008 2:33 pm 
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Seja bem vindo HK!

HK escreveu:
Srs.
Os nipônicos juntamente com os alemães, são dos povos mais belicosos do mundo.


Gozado eu sempre achei que este povo eram os EUA *rsrs

Citação:
O japão vive depois da segunda geurra mundial o periodo mais pacífico de sua história (que não é de 500 anos), e quanto a mudança na constituição, o primeiro ministro koizumi foi forçado pelos americanos a faze-la, para enviar tropas ao iraque, caso contrário os EUA retirariam seu "guarda chuva" do japão e deixaria o país a mercê da fúria coreana, um recente caso de estupro na ilha de okinawa praticado por um sarg. Marine enfureceu o primeiro ministro Abe, o que forçou uma visita da Kondoleeeeeeza arroz ao japão.


Realmente já está mais do que na hora do Japão ser plenamente indepenmdente, mesmo que isto custe a saida da 7° Frota da US Navy de lá... O que não se descute é que não tem mais grana nos EUA para manter aquela presença militar pesada (e ociosa) na Ásia enquanto faltam meios para o Afeganistão e Iraque.
Citação:

Quanto a industria bélica japonesa é bem complexo pois aqui memo nesse forum vi um post que falava do desenvolvimento de um caça pela mitsubishi (fabrica brinquedos, tvs, lapis de cor, carros, máquinas entre outros, inclusive o famoso Zero). As empresas japonesas trabalham em varios segmentos a honda fabrica motores pequenos, motos carros e seu fundador foi um dos que ajudaram no desenvolvimento do zero (hélice de pás triplas)
Ninguem quastiona aqui a qualidade da industria japonesa como um todo, apenas a falta de produdos produzidos em largas quantidades, uma etapa que a nossa Embraer já conquistou faz bastante tempo. Gerando sucessos e permitindso à empresa brasileira entrar em numerosos outros segmentos de mercado.

[]s Hammer[/quote]


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MensagemEnviado: Qui Fev 28, 2008 2:36 pm 
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HK escreveu:
Citação:
Sobre o intercâmbio, se os japoneses quisesse eles teriam permanecido dentro do programa E-Jet, mas todos sabemos que a Kawasaki fez suas malas e voltou para casa ainda nos primeiros anos do projeto.

As oportunidades de parceria com o Brasil existem, agora, se eles querem ou não aproveitá-las, aí é outro papo.

[]s Hammer



Sr. Hammer, o governo japones investe pesadamente em projetos que nem nós brasileiros vemos relevância, como o caso da revitalização do tietê foi feita com recursos da JICA(agencia de cooperação internacional do japão), na area agricola muito dos laboratorias de pesquisa vegetal e animal foram equipados com meios e recursos da JICA, e este é um ano bem proprício aos acordos com os japoneses, pois este é o ano do centenário da imigração japonesa no Brasil.

E os animos no Japão estão cada vez mais quentes, pois através do cinema começaram a contar a história da IIWW, através da óptica japonesa, com o filme os homens do Yamato, e o filme For those we love, que conta sobre os sacrificios dos jovens pela defesa de seua terra, e não do fanatismo religioso..


Pra vc, este seu último paragrafo indica que eles passarão a ter uma industria de defesa mais "tradicional", com produtos sendo exportados a terceiros países para gerar escala e lucros? []s Hammer


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MensagemEnviado: Qui Fev 28, 2008 3:12 pm 
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Venerável Hammer

Na verdade acredito muito na embraer e na capacidade brasileira de desenvolvimento tecnologico, apesar dos parcos recursos públicos destinados à area de pesquisa e tecnologia, pois queiramos ou não o Brasil é referência na industria aeronáutica, basta vermos os profissionais formados no brasil e disputados pelos paises do exterior. Quanto à produção em larga escala no japão, ela se inviabiliza pela falta de matéria prima como o aço e outros elementos, que temos.
No presente momento não possuo a fonte, mas irei busca-la, onde o governo japonês quer investir na implantação de uma siderúrgica especializada em chapas de aço ultra finas para a fabricação de carros. Porém desde a moratória levantada se não me engano no governo sarney, os investidores japoneses tem muito receio de entrar novamente no mercado brasileiro (o que é uma pena), pois eles tem o dinheiro, e nós a capacidade e a matéria prima.


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MensagemEnviado: Qui Fev 28, 2008 3:20 pm 
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Quanto a industria japonesa de defesa, pelo próprio histórico do japão, acredito ser muito pouco provável eles tentarem entrar neste mercado, pois a escassez de recursos (materias primas) as restrições americanas, e o forte lobby das insdustrias já instaladas no segmento mundial não permitiriam, até por que na asia o militarismo japonês ainda é um trauma, e a reimplantação de um parque fabril de grandes proporções causaria muito mal estar com a russia, china e coréias (sul e norte).
Ou seja não por restrições constituicionais, mas por questões geopolíticas, acredito que o Japão vai produzir "pra consumo próprio"


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MensagemEnviado: Sex Fev 29, 2008 6:36 pm 
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HK

Na minha opinião o Japão não depende de matéria prima para nada, ele apenas importa, é grande produtor de carro, sem ter minério. Faz as fábricas poluídoras fora e vende carros com auto valor agregado.

O Brasil tem todos os minérios, acha o máximo a Vale, que deveria ser nossa vergonha, e importa aço, por ter um pingo de cromo ou níquel nele.

O japão para mim já está planejando seu retorno como produtor de aeronaves, claro que devidamente planejado e gradual, pontos de sua cultura.


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MensagemEnviado: Sáb Mar 01, 2008 7:24 pm 
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Na minha opinião, o verdadeiro futuro concorrente da embraer será este:

Rússia vai investir US$ 1 bilhão em novo complexo aeronáutico

O presidente da Rússia Vladmir Putin anunciou ontem a criação de uma gigantesca fábrica de aeronaves, que deverá ser construída nas proximidades de Moscou.
O gigantesco complexo terá em sua estrutura departamentos responsáveis por desenvolver projetos, construir e testar as aeronaves, bem como um setor destinado especialmente para as questões de marketing.
O objetivo do projeto é ampliar a capacidade de produção da Rússia, que atualmente fabrica apenas 10 aeronaves comerciais por ano, fazendo com que até 2025 o país tenha produzido aproximadamente 5.800 aviões (sendo 2.600 para a aviação comercial).
Os investimentos serão na ordem de US$ 1 bilhão e, com isso, o presidente Putin espera que a consolidação das indústrias aeronáuticas da Rússia possa cooperar e inclusive competir com as grandes fabricantes Ocidentais.
A OAO United Aircraft Corporation, consórcio criado em 2006, que reúne dezenas de fabricantes e institutos aeroespaciais, fará parte do projeto, entretanto, nenhum cronograma foi estabelecido.
As instalações do complexo serão construídas em Zhukovsky, onde é situado o Centro de Teste de Vôo da Rússia. No momento, as autoridades estão estudando quantos e quais serão os funcionários transferidos das diversas fábricas espalhadas pelo país para o novo complexo em Moscou, além de discutir também como as estruturas dessas fábricas existentes vão ser utilizadas no futuro, quando forem desocupadas.
Fonte : Revista Asas.

Comentários ??


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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Sex Mai 16, 2008 9:16 pm 
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Senhores, apenas para complementar minha opinião postada anteriormente e atualizar o tema sobre quem realmente será o próximo competidor da Embraer, "nossos" sócios russos.......
O negrito é meu....

Sds.

Primeiro voo do Superjet-100 da Sukhoi
Jato russo, aponta para o mercado da Embraer

16.05.2008
Fonte :areamilitar.net

Saído da fábrica KnAAPO de Komsomolsk-on-Amur, onde se procede à montagem final e com parte da aeronave produzida na fábrica NAPO de Novossibirsk o Superjet-100 voará pela primeira vez na próxima semana. O projecto russo, que começou a ser desenvolvido em 2001, contou com a colaboração de várias indústrias da Europa e dos Estados Unidos.

Com sistemas de navegação de fabrico ocidental, o cockpit do Superjet-100 é inspirado no dos Airbus

O Superjet estará inicialmente disponível na versão 100-95 com capacidade para até 103 passageiros, em duas derivações, uma básica e outra de alcance estendido (98 passageiros), mas uma versão mais pequena, que será conhecida como 100-75 com capacidade para 78 passageiros também será lançada. Além destas duas, haverá futuramente também uma terceira versão para até 120 passageiros, mas outras são possíveis.

A nova aeronave russa, coloca-se claramente no mesmo mercado presentemente ocupado pela brasileira Embraer e pela Bombardier do Canadá.

Mercado da Embraer como alvo ?

Os responsáveis pelo consórcio que fabrica o avião não têm grandes duvidas a propósito de onde querem vender o novo avião. Ele é suficientemente sofisticado e confortável para competir nos mercados ocidentais e os Estados Unidos, que são o maior mercado da brasileira Embraer, são o principal objectivo dos russos, onde pretendem vender a maior tranche de aeronaves.

De facto, conforme declarações à imprensa nesta semana, Mikhail Pogosian, director geral do consórcio Sukhoi afirmou que o objectivo era vender 35% dos Sukhoi Superjet-100 no mercado norte-americano e outros 25% no mercado europeu. Mas também a América Latina é um objectivo, pois a Sukhoi pretende vender até 70 aeronaves nesse mercado, onde Brasil, México, Argentina, Peru e Venezuela são os principais alvos.
Se a Bombardier tem na América do Norte (Estados Unidos e Canadá) o seu principal e mais importante mercado, e todas as vantagens que decorrem de ser uma empresa situada na América do norte (embora não nos Estados Unidos), o Sukhoi, para entrar com mais facilidade no mercado, deverá apontar as suas baterias para o mercado da Embraer, embora o Super-100 também se destine a bater os novos CS-110 e CS-120 da Bombardier

Quando se fazem comparações entre o novo avião russo e os aviões brasileiros, na configuração de quatro lugares por fila, a aeronave russa tem poltronas com uma largura de 51 centímetros enquanto que a aeronave brasileira tem poltronas de 46 centímetros. Na verdade, o avião russo na sua configuração para classe económica de 5 lugares por fila, tem mais espaço que o avião da Embraer com quatro lugares por fila.

Isto tem a ver com a largura máxima da cabine. O avião russo é quase meio metro mais largo que o avião brasileiro, pois a largura máxima da sua cabine é de 3.22 metros enquanto que o avião brasileiro tem uma cabine limitada a 2.74 metros de largura.
Já na altura, a aeronave brasileira tem 2 metros contra 2.13 metros da aeronave russa.

Os preços do avião russo deverão ficar ao nível das aeronaves da Embraer, apostando principalmente nas suas vantagens competitivas como maior conforto para os passageiros e maiores poltronas, que podem ser trocadas por configurações de maior densidade, com simples modificações de cabine.

Desde o momento do projecto, o avião russo aparecia como relativamente curto e bastante largo e com um aspecto que lhe permitiu ser alcunhado de «gorducho». Mas esta característica permite concluir que os russos têm bastante espaço para crescer, podendo aumentar o comprimento total da aeronave criando versões que poderão transportar até 120 ou mesmo 150 passageiros em configurações de maior densidade.

Os russos pretendem uma aeronave que no futuro possa ser utilizada nas suas extensas linhas regionais onde ainda estão em serviço muitos tri-motores Tu-154 (idênticos ao Boeing-727) e bi-motores Tu-134, embora para já, o Superjet-100 não seja a aeronave mais adequada.


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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Dom Mai 18, 2008 5:23 pm 
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A industria bélica do Japão é um caso singular. Não há dúvidas de que eles teriam plena capacidade de manter uma industria de armamentos comparável a da França. Eles assim o fazem em todos os outros campos, com ou sem abundância de resursos naturais: carros, trens, navios (tem industria que precise de mais aço do que essa?), computadores, foguetes e sondas espaciais.

Me parece que o entrave é cultural. O pacifismo foi a saída para o povo japonês reerguer-se da derrota da 2ª Guerra Mundial. A geração que ainda governa o país ainda guarda cicatrizes fortes dessa época.

Acontece que com a troca de gerações, ao longo dos anos, essas cicatrizes vão se fechando. Os eventos citados nesse tópico (envio de tropas ao Iraque, a contrução de um navio com cvaracterísticas próximas as de um LHD americano, etc.) mostram um pouco disso. Pode ser que dentro de algumas décadas o Japão volte jogar esta partida, mas acredito que seja coisa a pelo menos médio prazo.

Sobre os russos, eu concordo com os últimos posts. É de lá que pode vir a próxima empresa a concorrer com Boeing, Airbus e Embraer.

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S T E E N

-- http://www.peremptorio.com.br --


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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Qua Out 10, 2012 10:58 am 
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Nem sabia que existia este tópico. :shock:


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http://photo.sankei.jp.msn.com/kodawari/data/2012/10/1009aero/

A Embraer disse que o MRJ não seria um adversário no curto prazo mas poderia causar problemas nos próximos 20 anos.

Vou descrever o que os japoneses dizem estar pretendendo em um seminário da Jaxa.

http://www.youtube.com/watch?v=2E3VUQ-BZOU

Eles dizem pretender vender mais de 1000 aeronaves em 20 anos de um mercado projetado para 5000 aeronaves.
O cara explica que para concorrer com a Embraer e Bombardier é preciso desenvolver uma aeronave mais ecológica, mais econômica mais confortável.

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Sobre ser mais ecológica, a aeronave tem ser mais silenciosa e reduzir o Co2, no gráfico comprada com a aeronave da Emb em um aeroporto na Holanda em cálculos o Mrj seria 40% mais silencioso, e sobre Co2 em uma distancia de 800km em 6 voos em cálculos o Mrj emitiria 26% menos Co2 que a aeronave da Emb.

Sobre ser mais econômico a aeronave seria 20% mais econômica que a aeronave da Emb por gastar menos combustível, possibilitando uma economia de mais ou menos US$2 milhões por ano por aeronave.

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Sobre ser mais confortável, os assentos foram projetados para oferecer o mesmo espaço que o novo 787 oferece aos passageiros o espaço interno é quase igual aos jatos da Emb a diferença esta em poucos detalhes, bancos mais finos para aumentar o espaço das pernas e bagageiros um pouco maiores.

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A diferença maior entre o Mrj e os jatos da Emb seria o desenho, os jatos da Emr foram projetados para levar as bagagens na barriga tornando o desenho do jato da Emb com maior circunferência o que aumenta o arrasto, o Mrj optou por instalar na parte inferior os equipamentos eletrônicos e transportar a bagagem na parte traseira o que segundo ele diz melhora a aerodinâmica.

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Depois ele fica elogiando a Jaxa pelo auxilio em fornecer dados e suas instalações para poder desenvolver o projeto.
A Jaxa forneceu tuneis de vento, instalações para testes de resistência estrutural e desenvolveu um jato para testar materiais compostos para o Mrj.

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Fuselagem de fibra de carbono desenvolvido pela Jaxa.

Depois ele entra no assunto do próximo desafio que seria dar suporte aos clientes, em treinamento, reposição de peças e manutenção, para isto ele diz ter assinado um acordo com a Boeing de 10 anos para ensinar os japoneses a como deve ser feito estes serviços, em com o aprendizado eles pretendem construir no Eua, Europa, Asia centros de manutenção para os clientes.

Ele explica que o Mrj seria japonês mas muitos equipamentos seriam importados do Eua, cerca de 60% dos custos de cada aeronave seria de equipamentos importados, mas ao mesmo tempo ele diz que a longo prazo abre espaço para desenvolvimento de fornecedores nacionais.

Depois ele explica que o Japão e o único pais no mundo que tem uma grande industrial automotiva mas que não explora a aviação civil, ele explica que o normal seria a industria aeronáutica gerar 10% da renda da industria automotiva.

Por ultimo ele explica que para desenvolver uma aeronave os custos são astronômicos e que demora em média 15 anos para ter retorno do investimento por isto é difícil entrar no mercado e não é qualquer pais que pode sustentar uma industria deste tipo.
O Japão por décadas foi fornecedor de peças para Boeing e Airbus mas com o crescimento de fornecedores menores em muitos países, seguir este caminho não tem mais futuro para o Japão e por isto a única forma de sobreviver no mercado é ter de investir em projetos maiores.
Na região de Chubu no Japão existe um polo voltado para industria espacial a Mitsubishi pretende aproveitar este polo para aviação civil e desenvolver um novo polo voltado para montagem na região de Nagoya.

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http://response.jp/article/img/2012/10/10/182874/485067.html
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http://video.fc2.com/pt/content/201208216cs77t4m

Neste outro video foi uma reportagem mostrando parte da fabrica da Mitsubishi e as negociações este ano em Farnborough na coletiva de imprensa um repórter pergunta já faz 1 ano que vocês anunciaram a ultima encomenda como vocês pretendem arrumar novos compradores, o cara da Mitsubishi fiou sem graça dizendo ser uma pergunta difícil de responder.

No dia seguinte da coletiva de imprensa eles reportam sobre a venda de 100 aeronaves para SkyWest.

http://sankei.jp.msn.com/economy/news/120730/biz12073022300026-n1.htm
Não foi comentado mas o Vietnã pretende comprar 20 jatos da Mitsubishi o acordo esta sendo feito por governo/governo.

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O preço que os japoneses estão vendendo o Mrj é mais caro que os jatos atuais da Emb, cerca de US$4/5 milhões a mais, mas eles dizem que em 2 anos a diferença é recompensada por economizar US$2 milhões por ano se comparado as aeronaves atuais da Emb sem uma remotorização.

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Abraços.

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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Qua Out 10, 2012 2:12 pm 
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Atualizado: 10/10/2012 10:43 | Por Reuters, reuters.com
Boeing planeja acelerar produção de jato 787

NAGOYA, Japão (Reuters) - A Boeing informou nesta quarta-feira que colocou sua cadeia de fornecimento global de peças sob controle para a produção do jato 787 Dreamliner e que planeja aumentar o número de aviões montados, num salto que pode expor novos gargalos no suprimento da empresa, segundo um fornecedor japonês.

A companhia equipou pelo menos quatro cargueiros 747 com fuselagens maiores, apelidados de "Dreamlifters", para reunir peças de todo o mundo para seus jatos 787, montados em fábricas em Washington e na Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

A Boeing está tentando compensar atrasos anteriores causados, em parte, por dificuldades na gestão de 325 fornecedores que produzem peças para o 787 em 5 mil fábricas pelo mundo.

A Boeing produz três unidades e meia do jato de compósito de carbono por mês. A empresa planeja aumentar a produção para cinco por mês até o final do ano e elevar esse número para 10 por mês até o fim de 2013.

A nova meta foi descrita nesta quarta-feira por como "muito difícil" por Jeffrey Luckey, executivo da Boeing encarregado pela administração do fornecimento de peças do avião.

"Tivemos alguns erros ao longo do caminho. Estamos atualmente no caminho de atingirmos 10 por mês", disse Luckey em uma apresentação em Nagoya, Japão.

O 787 é o jato mais terceirizado da história da Boeing e companhias japonesas como Fuji Heavy Industries e Mitsubishi Heavy Industries são responsáveis por mais de um terço de seus componentes, incluindo as primeiras asas produzidas fora dos Estados Unidos.

Na fábrica da Fuji Heavy perto de Nagoya, o gerente da unidade, Hiroyuki Ishikawa, está preparando uma nova linha de produção para a um componente que conecta as asas do 787 a sua fuselagem. A fábrica é a única fornecedora do componente, que tem cerca do tamanho de uma casa pequena.

Apesar de demonstrar confiança de que a fábrica poderá acompanhar a planejada aceleração na montagem do 787 nos EUA, o aumento da produção, segundo Ishikawa, pode "expor gargalos" na disponibilidade de peças de fornecedores secundários.

A Fuji Heavy compra componentes de cerca de 160 companhias no Japão e no exterior.

(Por Tim Kelly)
http://noticias.br.msn.com/economia/boeing-planeja-acelerar-produ%C3%A7%C3%A3o-de-jato-787

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Abraços.

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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Qua Out 10, 2012 11:16 pm 
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Mitsubishi ramps up MRJ campaign / Fuel-efficient domestic plane promises savings of 100 mil. yen per year

Hajime Yamagishi and Jun Onoda / Yomiuri Shimbun Staff Writers

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Inside a business-class cabin mock-up of the MRJ, on display at Japan International Aerospace Exhibition 2012

The sales drive for the Mitsubishi Regional Jet (MRJ), which will be the first airliner designed and produced domestically since the YS-11 in the 1960s, is getting into full swing.

With the inaugural flight set for 2013 and the first delivery scheduled for 2015, a life-size cabin mock-up of the MRJ has been put on display for the first time at Japan International Aerospace Exhibition 2012, the largest exhibition of its kind held in Asia, which opened Tuesday in Nagoya.

With the demand for aircraft expected to rise, the revival of a domestically made aircraft has been at the center of expectations in the Japanese industry.

The MRJ is a passenger jet aircraft seating 70-90 passengers, now being developed by Mitsubishi Aircraft Corp., a Nagoya-based subsidiary established in 2008 by Mitsubishi Heavy Industries, Ltd.

Ten other private companies, including Toyota Motor Corp., have injected a total of 100 billion yen into the aircraft company.

MHI manufactures most of the frame, including the fuselage, while Toray Industries, Inc. is in charge of producing the carbon fiber composite material used for the tail, and Sumitomo Precision Products Co. manufactures the main landing gear. Other key components, including the hydraulic control system and the metallic processing, as well as the manufacturing of the seats, are being handled by other Japanese companies.

The real-size cabin mock-up on display at the Nagoya exhibition measures less than 3 meters in diameter and its passenger seats, overhead bins, and passenger windows are all life-size.

While sales officials of Mitsubishi Aircraft distributed leaflets to visitors, President Hideo Egawa greeted guests from abroad with a smile, saying, "Even on smaller domestic jets that are often considered cramped, comfort is needed."

"It is so spacious that it's hard to believe this is a small aircraft," said a senior executive of an airline who tried a seat while stretching out his legs.

The back and bottom of the seats are thinner than conventional seats. Instead of urethane foam, a 3-D net fabric employing Japanese textile technology is used to support the passenger's weight. Although the diameter of the fuselage is smaller than that of a mid-sized aircraft, there is little feeling of being cramped.

One key characteristic of the MRJ is its high fuel efficiency. Most of the fuselage is made of aluminum, while carbon composite parts make up only about 10 percent of the aircraft. Using a highly fuel-efficient engine, the fuel consumption is at least 20 percent better than other competing aircraft, said an official of Mitsubishi Aircraft.

Annual fuel costs usually account for more than 40 percent of the operational cost of an airplane.

While low-cost carriers (LCCs) are expanding their network of flights, cutting fuel costs is a challenge each airline faces today.

An MRJ making one-hour return flights three times a day will have fuel costs of 100 million yen less than competing aircraft annually. "With 100 MRJs, an airline can save 10 billion yen a year," said Egawa, speaking to the appeal of the economic efficiency of MRJs to airlines around the world.

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Challenging '2 powers'

According to the Japan Aircraft Development Corporation, Canadair Regional Jet (CRJ) of Bombardier Inc. accounts for 64 percent of the market share of regional jets in terms of delivery recorded as of the end of August, followed by Embraer of Brazil at 35 percent.

Andy Solem, vice president of China and North Asian sales of Bombardier Commercial Aircraft, lauded his company's achievement in having its aircraft flown all over the world.

Meanwhile, an MRJ, which has no achievements as of yet, is no more than a "paper plane," at present. While the profitability line for the MRJ is said to be 400 jets, the company has so far received orders for 230 units.

"We'd like to see whether the MRJ can realize the performance specified in the design," said an airline official. Many airlines have taken a similar wait-and-see attitude.

With the introduction of MRJs, an airline would see the number of aircraft models under its management increase, which may increase the time and money spent on maintenance and upkeep. These elements could prove unfavorable for newcomers to the airline industry.

As materials used for the main wings have changed from carbon fiber composite materials to aluminum, Mitsubishi Aircraft has already postponed its first delivery twice.

Although Hideaki Omiya, president of MHI, calls these changes and delays "birth pangs," Mitsubishi is facing a tough battle, as a Russian rival has taken the lead in scheduling its first delivery.

A new regional jet, seating less than 100 passengers, is thought to be fit for flying between a hub airport and local airports. It is less likely to cause noise pollution, compared with large and mid-sized aircraft, which are the leading players in the aviation industry. The regional jet also has the advantage of being able to use shorter runways for landing and take-off.

(Oct. 11, 2012)
http://www.yomiuri.co.jp/dy/business/T121010003315.htm

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Abraços.

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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Qua Out 31, 2012 2:46 pm 
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31/10/2012 - 16h14
Honda produz jato executivo nos EUA e quer ter 'Civic dos céus'

DA REUTERS

A montadora japonesa Honda começou a produzir seu pequeno jato executivo nos Estados Unidos com o objetivo de criar um "Civic dos céus" que poderia tornar a empresa uma importante competidora entre os maiores fabricantes de aviões do mundo.

A Honda anunciou nesta quarta-feira (31) que sua unidade de aviões baseada nos EUA está fabricando um pequeno jato para cinco passageiros, que se destaca por ter dois motores montados sobre as asas.

A produção está sendo feita em Greensboro, no Estado norte-americano da Carolina do Norte.

Executivos da Honda afirmam esperar que o HondaJet agite o mercado de jatos executivos com a mesma eficiência no consumo de combustível, design inteligente e baixo preço que permitiu a primeira geração do Honda Civic a combater as gigantes automotivas de Detroit três décadas atrás.

"A certificação federal dos EUA para o motor do jato deve vir antes do fim deste ano e para a aeronave no próximo ano", disse a porta-voz da Honda Fumika Ishioka.

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O avião Honda Compact Business Jet

Entre os aviões similares ao HondaJet estão o Phenom 100, da fabricante brasileira Embraer, e o Citation CJ1+, da norte-americana Cessna.

Alguns executivos estão apostando que o projeto da Honda, que analistas afirmam ter atrasado, poderá renovar o espírito de inovação que muitos dentro e fora da Honda acreditam que foi perdido pela companhia.

Segundo a porta-voz da empresa, mais de cem clientes fizeram encomendas pelo HondaJet.

A companhia está planejando aumentar a capacidade de produção da unidade norte-americana, Honda Aircraft, para que seja capaz de montar cem jatos por ano dentro de dois a três anos.

Mas a Honda enfrenta grandes obstáculos para entrar no mercado, especialmente diante do design incomum do avião e da falta de histórico da empresa em serviços e manutenção de aeronaves.

"Toda essa novidade assusta muitas pessoas", disse o analista Jeffrey Lowe, da consultoria Asian Sky Group. "Algumas pessoas podem assumir uma atitude de esperar para ver."

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Interior do jato que será produzido pela Honda

Lowe afirma que o programa da Honda está com atraso de cerca de dois anos, já que a certificação do jato executivo era esperada para agosto do ano passado.

Mas ele duvida que isso possa representar uma desvantagem, uma vez que o mercado de aviação executiva global tem desacelerado.

ECOS DA GUERRA

O projeto da Honda começou no fim da década dos anos 1980 e naquela época parecia pouco realista: transformar a Honda de uma entre várias montadoras de veículos japonesas na primeira fabricante de aviões bem-sucedida do Japão desde a Segunda Guerra Mundial.

O design do jato de US$ 4,5 milhões, com os motores estranhamente montados sobre as asas, é parte da razão que permitiu maior espaço interno e eficiência no consumo de combustível, disse o engenheiro-chefe, Michimasa Fujino, agora presidente das unidades de aviação da Honda em Greensboro.

Comparado com jatos similares no mercado atualmente, o HondaJet é projetado para voar cerca de 10% mais rápido e pousar e decolar em pistas mais curtas.

Segundo Fujino, o modelo precisa de cerca de 20% menos combustível e oferece aproximadamente 20% mais espaço de cabine --tendo um bagageiro "grande o suficiente para a Paris Hilton."

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1178295-honda-produz-jato-executivo-nos-eua-e-quer-ter-civic-dos-ceus.shtml

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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Sex Dez 14, 2012 7:11 am 
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Mitsubishi Seals MRJ Deal With SkyWest
AINonline

by Gregory Polek
http://www.ainonline.com/sites/default/files/uploads/mitsubishimrj_905.jpg

December 13, 2012, 10:48 AM

Mitsubishi Aircraft has officially broken the Bombardier-Embraer duopoly for regional jets in the U.S. with its confirmation on Thursday of a firm order from SkyWest Airlines for 100 MRJ90s worth $4.2 billion at list prices. The contract calls for deliveries of the aircraft on firm order to start in 2017, while the first of another batch of 100 airplanes on which SkyWest holds options would start in 2021.

Mitsubishi and SkyWest announced an “agreement in principle” covering the larger of the pair of regional jets under development by the Japanese company during the Farnborough International airshow in July 2012, some five months after the program suffered a serious hit to its credibility with the announcement of a year-and-a-half-long program delay. By that time Mitsubishi had already signed a letter of intent with St. Louis-based Trans States Airlines in December 2010 calling for an eventual order for 50 MRJs. A further 18 months passed before the Japanese company could confirm any further significant commercial activity in North America.

“This is the market we’ve been targeting all along,” Mitsubishi Aircraft vice president of sales Hank Iwasa told AIN. Restrictions in U.S. major airline union contracts that limit the size of airplanes that regional airlines may operate have long hindered the company’s efforts to break into the U.S. market, but Iwasa expressed confidence that one or more of SkyWest’s major airline partners would negotiate less restrictive scope clauses by the time the first MRJ gets delivered.

The MRJ90 holds 92 seats in a single-class configuration, but SkyWest could opt for a dual-class cabin that would likely hold closer to 80 seats, said Iwasa. U.S. scope clauses typically limit the size of regional jets to 76 seats.

The contract, which gives SkyWest the option to convert part of its order to positions on 76-seat MRJ70s, calls for delivery of all 100 airplanes over a three-year span, between 2017 and 2020. By that time, said Mitsubishi Aircraft CEO Hideo Egawa, the company expects the MRJ’s production rate to reach “four or five” per month.

http://www.ainonline.com/aviation-news/2012-12-13/mitsubishi-seals-mrj-deal-skywest

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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Qui Jun 06, 2013 7:33 am 
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Japão traz do futuro o sucessor do Concorde
15 Comentários
5 junho, 2013 por Carlos Cardoso em Destaques, Hardware, Indústria
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Nos Anos 80 quarta e domingo todos os moradores do meu bairro se preparavam. Eram dias de janelas tremendo, som ensurdecedor e a sensação de que aquelas quatro turbinas Rolls Royce eram as mais poderosas da Terra, impulsionando o Concorde rumo aos céus.

Era uma visão de pura beleza e poder, aquele avião de caça tamanho-família fazendo sua aproximação final para o pouso. Infelizmente o que era para ser o começo da era do transporte supersônico de passageiros foi também seu fim.

O Concorde sempre foi caro, apertado e um incômodo diplomático. Não adianta atingir Mach 2,04 se ele só podia operar em regime supersônico sobre mar aberto. Fora isso todos os países reclamavam do estrondo sônico. Com certa razão. Mesmo em modo de decolagem ele já fazia um barulho imenso.

Depois dele todo mundo fez planos de retomar o transporte aéreo de alta velocidade, mas não havia demanda que justificasse os investimentos. Hoje há, ainda mais se você é o Japão, onde um vôo Tóquio-NY consome boa parte de 24 h.

A JAXA – Japan Aerospace Exploration Agency e a Fuji apresentaram um modelo de sua idéia para um avião de passageiros supersônico. Com 8 metros de comprimento e uma tonelada de peso, o bicho será testado na Suécia (não me perguntem) e pode ser a base da nova era de transporte rápido.

O design proposto levará 50 passageiros em velocidade supersônica, fazendo 75% barulho a menos que o Concorde. Será viável? Não sei, mas em uma época onde as empresas que deveriam inovar criam aviões cada vez mais conservadores, é um alívio ver uma proposta futurista para o futuro.

Fonte: IO9.
http://meiobit.com/126968/jaxa-fuji-sucessor-do-aviaoconcorde/



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