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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Qua Out 23, 2013 12:27 am 
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Mitsubishi MRJ Final Assembly Underway
Posted by Rupa Haria 7:25 AM on Oct 15, 2013

Final assembly of the first Mitsubishi MRJ flight test aircraft has commenced at the Mitsubishi Heavy Industries (MHI) Komaki South Plant in Aichi Prefecture, Japan.

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The mid fuselage was transferred from the Tobishima Plant on 13 October.

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Photos: Mitsubishi Aircraft Corporation

Mitsubishi's MRJ program has suffered a series of delays with first flight now expected to take place in the second quarter of 2015 and first delivery in the second quarter of 2017. When the program was launched in April 2008, first delivery was planned for the fourth quarter of 2013. Three customers are awaiting delivery of 165 aircraft from Mitsubishi.

Aviation Week & Space Technology's Brad Perrett recently visited the MHI plant during assembly of the first fuselage to see how Mitsubishi is using precision to cut costs. Read his full report here.
http://www.aviationweek.com/Article.aspx?id=/article-xml/AW_10_07_2013_p42-620376.xml&p=1

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blog post photo

Photo: Brad Perrett / AWST

http://www.aviationweek.com/Blogs.aspx?plckBlogId=Blog:7a78f54e-b3dd-4fa6-ae6e-dff2ffd7bdbb&plckPostId=Blog%3A7a78f54e-b3dd-4fa6-ae6e-dff2ffd7bdbbPost%3Aeba41752-9463-4377-bd58-1cf44eab850f

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PW1200G


Apesar do programa estar progredindo, esta atrasado já modificaram a data 3 vezes do primeiro voo ele era para realizar em 2011, a mitsubishi informou que provavelmente o primeiro voo somente ocorrera no final de 2015, segundo eles o atraso se deve ao desenvolvimento do novo PW1200G.

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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Qui Jun 26, 2014 9:56 pm 
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Mitsubishi utiliza especialistas em trem para resolver as questões de avião

TÓQUIO, 26 de junho:

A fabricante do primeiro jato de passageiros do Japão está contando com especialistas de trem-bala para evitar novos atrasos na conclusão do plano.

Mitsubishi Aircraft Corp trouxe gerentes de projeto ferroviário da Matriz Mitsubishi Heavy Industries Ltd para apertar o controle do desenvolvimento Mitsubishi Regional Jet e impulsionou os engenheiros do projeto em 30% para 1300, o presidente Teruaki Kawai disse em uma entrevista.

Os movimentos são para ajudar a prevenir gargalos de desenvolvimento que têm atrasado a introdução do avião por cerca de quatro anos.

Mitsubishi Aircraft espera que o jato, que deve começar voos de teste no próximo ano, para desafiar Embraer SA e tomar metade do mercado mundial de aeronaves regionais ao longo dos próximos 20 anos.

A empresa concluiu um novo sistema de rastreamento que lhe permite acompanhar o progresso diário em direção à conclusão, uma vez que anunciou um terceiro atraso em agosto, disse Kawai.

"Nós adicionamos sistemas de desenvolvimento e passei um monte de tempo de ligar dados para que possamos pregar para baixo exatamente o que está acontecendo em uma base diária", disse ele.

"Antes, tínhamos que sair por aí perguntando várias pessoas para descobrir qual foi a causa de atrasos."

Mitsubishi anunciou em 2008 que iria começar a construir primeiro jato de passageiros do Japão e tem adiado a data para vôos de teste três vezes desde então.

A empresa está construindo aviões de 78 e de 92 lugares e tem encomendas para 325 aeronaves.

A fabricante de jet anunciou hoje que atribuiu os motores para a sua primeira aeronave de testes de voo e está trabalhando na instalação de fiação e tubulação para o avião.

A fabricante de aviões espera que a demanda global por jatos regionais em cerca de 5.000 aviões no período de duas décadas até 2030.

Kawai disse que ele virou-se para os especialistas do projeto trem-bala para ajudar a atrasos na produção final, porque eles construíram uma reputação de lidar com projetos difíceis e fazê-los trabalhar.

Mitsubishi Heavy assumiu a gestão da construção do projeto de trem-bala de Taiwan, em 2002, depois que o país derrubou um acordo anterior com empresas francesas e alemãs após um terremoto em 1999.

Mitsubishi Aircraft, com sede em Nagoya, no Japão, também trouxe o ex-Boeing Co e funcionários Airbus Grupo NV para ajudar a garantir que segue os procedimentos corretos para testes e certificação, disse Kawai.

Airbus e Boeing também têm enfrentado sucessivos atrasos na introdução de novos aviões, como as cadeias de abastecimento abrangem continentes para ajudar a cortar custos e reduzir o risco.

Airbus informou problemas de integração de trabalho da Alemanha e da França, quando fazendo o seu A380, como as diferenças de software utilizadas nos países levou a centenas de pequenas mudanças para a fiação elétrica.

As discrepâncias bola de neve em pelo menos um ano de atraso na entrega de maior aeronave de passageiros do mundo.

Da Boeing 787 anos de atrasos enfrentados como a empresa com sede em Chicago trabalho coordenado com os fornecedores em os EUA, Japão e Europa.

http://www.therakyatpost.com/business/2014/06/26/mitsubishi-taps-train-experts-resolve-plane-issues/






Citação:
Mitsubishi Aircraft mounts PW1200G engines to first MRJ
Jun 26, 2014 Linda Blachly

Mitsubishi Aircraft Corp. has mounted the Pratt & Whitney PW1200G geared turbofan (GTF) engine onto the first MRJ flight test aircraft in preparation for first flight in early 2015.

The work was performed at Mitsubishi Heavy Industries’ (MHI) final-assembly factory. According to a company statement, this engine mount marks a significant milestone toward MRJ’s completion.

On June 5, Pratt & Whitney delivered the first PW1200G engine to Mitsubishi Aircraft for installation on the MRJ.

Seven test aircraft will make up the MRJ program. The MRJ’s first flight is targeted for the second quarter of 2015. First delivery is slated for the second quarter of 2017.

http://atwonline.com/engines/mitsubishi-aircraft-mounts-pw1200g-engines-first-mrj


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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Sáb Ago 09, 2014 8:47 am 
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07 de Agosto, 2014 - 23:00 ( Brasília )
A iminente (?) renovação militar japonesa
Os desdobramentos da nova política militar do Japão poderá levar as empresas japonesas disputarem mercados com equipamentos brasileiros como o KC-390 da EMBRAER

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O cargueiro C2 desenvolvido pela Kawasaki Heavy Industries Ltd. Tem uma capacidade de carga de 36.000kg e poderá competir com o KC-390 no futuro

E como o Brasil pode ser afetado

Stratfor
Tradução e edição: Nicholle Murmel

O Japão do século 21 ainda precisa experimentar um “terremoto” político e social igual ao que definiu a história moderna do país - da Restauração Meiji de 1868 até a derrota na Segunda Guerra, em 1945. Mas as placas tectônicas da política japonesa estão se movendo, e rápido.

O atual primeiro-ministro, Shinzo Abe, anunciou (30JUN14) uma resolução, que permitirá ao governo reinterpretar a Constituição em vigor nos últimos 60 anos, que baniu a formação de Forças Armadas e as declarações de guerra por parte do país. Assim, há embasamento legal para o retorno do poderio militar nipônico que, na prática, já está em andamento.

Há um mês, Abe traçou uma série de reformas estruturais na economia, na esperança de prover uma fundação sólida a longo prazo para essa renovação. Além desses desdobramentos internos, a diplomacia também renovada e voltada ao Sudeste Asiático, Coreia do Norte, Índia, Rússia e Orente Médio sugere que desde 2012, quando o Partido Liberal Democrata de Abe assumiu o governo, Tóquio começa a assumir uma atitude diferente, tanto em casa quanto no exterior.

Após décadas de relativa timidez política, o Japão agora parece entrar em uma fase mais extrovertida. A impressão é de que o país se prepara para ser novamente relevante através do rejuvenescimento econômico, militar e do poder político. A questão central é se essa renovação pode ser alcançada dentro da ordem atual, pós Segunda Guerra. A estrutura estabelecida na época se baseava em equilibrar as forças do Partido Liberal Democrata, do Keiretsu - conglomerados industriais e financeiros que mantêm laços formais e informais com o governo - e a postura nacional pacifista adotada sob o guarda-chuva da segurança provida pelos Estados Unidos. Porém, mudar a rota geopolítica japonesa pode exigir uma ruptura com a ordem antiga.

É impossível afirmar o que exatamente causaria essa ruptura. Também não se sabe se a quebra se manifestaria, como antes, com a erupção repentina da sociedade e da política japonesas - o tal “terremoto” da Restauração Meiji e outros períodos históricos. No entanto, todas as esferas da geopolítica nipônica - política interna e externa, economia e assuntos militares - mostram sinais de tensão que deve ser tratados com atenção antes que o Japão consiga se renovar como planejado.

No cenário político, a rara coesão e dinâmica ao redor da volta de Abe e seu partido ao poder em 2012 contraria a realidade incerta e fraturada da vida partidáia doméstica. Os partidos regionalistas de direita que ganharam evidência em 2011 e 2012 perderam visibilidade, mas provavelmente retornarão, buscando revanche e assumindo outra face, à medida em que o apoio ao Partido Liberal Democrata aumenta.

Economicamente, o Japão enfrenta desafios de curto e longo prazo ao mesmo tempo. O mais evidente é o declínio demográfico, que representa talvez a única grande restrição estrutural ao movimento de revitalização do país.

Em termos militares, o Japão ainda está relativamente seguro e em vantagem do ponto de vista estratégico. A expansão das Forças Armadas chinesas foi desencadeada por motivos enraizados e necessidades inexoráveis semelhantes às que levaram ao imperialismo japonês no século 20, e e representa sim riscos de longo prazo à segurança e aos interesses territoriais de Tóquio. Porém, num futuro próximo as agressões por parte de Pequim no Mar do Sul e no Mar do Leste da China significam não tanto uma ameaça direta aos interesses nipônicos, mas uma oportunidade. Já buscando acabar com décadas de mal-estar econômico e sair do ponto-morto político, o Japão tem a chance de reinventar seu papel no Leste da Ásia não apenas como subordinado aos Estados Unidos, mas um parceiro cada vez mais autônomo de Washington. O movimento atual de “reinterpretar” a Constituição nacional tem como objetivo permitir ao país mais flexibilidade para mobilizar e enviar forças em situações nas quais seu território não está diretamente ameaçado. Esse é apenas o começo da reinvenção japonesa. Mais do que qualquer coisa, trata-se de um esforço para habituar o mundo e o público interno a essa mudança de postura no cenário global.

O que ainda não está claro é quão longe o governo japonês está disposto a ir nessa empreitada de reiniciar e reconstituir suas Forças Armadas. Até certo ponto, a resposta dependerá do que acontecer na vida política e econômica do país nos próximos anos e décadas, especialmente quando o declínio demográfico se consolidar, por volta dos anos 2020 e 2030. É importante considerar também fatores externos como a trajetória da modernização bélica da China, que, por sua vez, depende da capacidade de Pequim para manter a estabilidade política e econômica, por meios ainda desconhecidos.

A expansão marítima chinesa veio como uma bênção velada às aspirações japonesas ao se tornar o motivo da recente militarização do país. Por enquanto, é exatamente isso que desejam Japão e Estados Unidos, patrocinador de Tóquio na região. Mas à medida que a reformulação das forças nipônicas prosseguir, e especialmente se a atenção da China se voltar para dentro enquanto Pequim luta contra a desaceleração da economia nos últimos anos, a renovação militar e nacional do Japão pode adquirir uma natureza totalmente diferente.

Nota DefesaNet

Alguns itens práticos já começaram a acontecer, mesmo antes do anúncio de 30 de Junho. Anteriormente naquele mês empresas japonesas de material de Defesa expuseram na EUROSATORY, maior feira de armamentos terrestres do mundo.

Alí participou um grupo de 14 empresas japonesas, entre outras: Fujitsu Ltd, Kawasaki Heavy Industries, Mitsubishi Heavy Industries e Toshiba Corporation. Esta presença foi possível após o governo ter liberado a exportação de equipamentos de defesa produzidos no Japão.

Porém, o Wall Street Journal, edição de 20JUL14, apresenta um movimento na área de defesa muito mais abrangente.

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Aeronave de Patrulha Marítima Kawasaki P-1 está sendo oferecida à RAF como substituto do Nimrod retirado de serviço há quatro anos

Toru Hotchi, membro do Ministério da Defesa do Japão, responsável pela vendas internacionais de material de defesa declarou: "que a Inglaterra está procurando um novo avião de patrulha marítima e está considerando o P-1, feito pela Kawasaki Heavy Industries Ltd. Ele também afirmou que o Japão está procurando ter uma fatia maior no caça F-35.

A Royal Air Force procura um novo avião de patrulha marítima após a retirada de serviçio do Nimrod, há quatro anos. Competem com o japonês P-1, o americano Boeing P-8 Poseidon e o europeu Airbus C295.

Poderia o Japão no esforço de competição confrontar as empresas americanas e a Boeing a principal parceira na área aeronáutica nos Estado Unidos?

O Japão, junto com a Inglaterra e a Austrália já estão em trabalho de parceria no caça F-35. A empresa japonesa Mitsubishi Heavy IndustriesLtd, que produziu o famoso caça Zero na Segunda Guerra Mundial, realizará a montagem final dos 42 caças F-35 para a Forças de Auto Defesa do Japão

Mas o Japão busca uma maior participação industrial no projeto que é liderado pela americana Lockheed Martin Corp. Se alcançado um acordo as empresas japonesas poderão fornecer peças e serviços aos caças F-35 destinados a outros países.

Lembrar que os japoneses queriam comprar o F-22 Raptor o que foi negado pelos americanos devido aos segredos industriais do projeto da aeronave Stealth (Discreta)

Uma extrapolação pode levar a que a Lockheed Martin ajude os japoneses a completar o projeto da aeronave de transporte Kawasaki C-2, e assim enfrentar o projeto da da EMBRAER Defesa & Segurança KC-390, que terá o apoio da americana Boeing no marketing internacional.

http://www.defesanet.com.br/geopolitica/noticia/16307/A-iminente-%28-%29-renovacao-militar-japonesa-/



Um C-2 não concorre com o KC-390 eles são de classes diferentes...




Citação:
Kawasaki Heavy desarrollará componentes del motor del nuevo A330neo de Airbus
12-08-2014 / 3:50: h EFE

o, 12 ago (EFECOM).- La japonesa Kawasaki Heavy desarrollará partes del motor del A330neo, nueva versión de uno de los aviones de envergadura media del consorcio europeo Airbus, según adelantó hoy el rotativo económico nipón Nikkei.

Airbus anunció el pasado 14 de julio el lanzamiento de este nuevo modelo de dos pasillos que ofrecerá un 14 por ciento más de eficiencia a la hora de ahorrar combustible y que contará con un motor de la serie Trent 7000 de la británica Rolls Royce.

Como en anteriores ocasiones, Rolls-Royce ha decidido encargar al grupo nipón de industria pesada que desarrolle varios componentes clave de este motor, entre ellos un disco de turbina o la cubierta de la propia turbina.

Dado que las primeras entregas del A330neo están previstas para la primera mitad de 2017, Kawasaki Heavy planea empezar a producir estas piezas a partir de 2016.

Rolls-Royce y Kawasaki Heavy ya trabajan juntos en el desarrollo del motor del actual A330.

Actualmente la compañía japonesa fabrica partes de turbinas para unos 15 aviones de Airbus al mes en una planta en Kobe (oeste de Japón).

Kawasaki Heavy prevé que su rama de maquinaria genere unas ventas de 230.000 millones de yenes (1.681 millones de euros) durante el actual ejercicio fiscal, que en Japón concluye el 31 de marzo de 2015.

En 2013 la empresa entregó componentes para unos 1.000 aviones y planea que esta cifra se incremente hasta unos 1.600 para 2016.

http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=1644320

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 Título: Re: O Japão pode ser concorrente da Embraer ?
MensagemEnviado: Ter Ago 19, 2014 2:43 am 
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SAE International to Honor Honda Aircraft Company President Michimasa Fujino with Clarence L. (Kelly) Johnson Aerospace Vehicle Design and Development Award
8/19/2014 12:00:00 PM
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Dr. Michimasa Fujino, President and CEO of Honda Aircraft Company, will be honored with the SAE International Clarence L. (Kelly) Johnson Aerospace Vehicle Design and Development Award. Fujino will receive the award during the SAE 2015 AeroTech Congress & Exposition, which will be held Sept. 22-24, 2015, in Seattle, Washington, USA.

Established in 1992, the award recognizes individuals who have distinguished themselves by making significant contributions during their career in the innovative design and development of advanced aircraft and/or spacecraft. It 's made possible through a fund established by the Lockheed Advanced Development Company.

Fujino is responsible for the research and development, production, sales and marketing of the innovative HondaJet. Fujino rose through the engineering ranks to become a vice president with Honda R&D Americas Inc., and named the project leader for the HondaJet. He led all design tasks of the HondaJet through advanced analysis, experimental verification and flight testing.

Fujino 's clean sheet design for an advanced light jet that could achieve both higher speed and higher fuel efficiency led to the development of key HondaJet technologies. He discovered the optimum Over-The-Wing Engine Mount configuration, which reduces wave drag at a high Mach number, and applied it to the HondaJet design. This aeronautical breakthrough was proven to greatly enhance aircraft performance, fuel efficiency and passenger comfort. He also developed a new natural laminar flow (NLF) wing and fuselage nose for the light jet with application of a new concept composite construction to the fuselage structure. These innovations allow the HondaJet to achieve highest speed, superior fuel efficiency and the most cabin and luggage space over other light jets in its class.

Fujino has been the recipient of numerous international awards and distinctions, including the International Council of Aeronautical Sciences Innovation Award (2014), American Institute of Aeronautics and Astronautics (AIAA) Aircraft Design Award (2012), Aviation Week and Technology 's Vision Award (2008) and the Japan Society for Aeronautical and Space Sciences (JSASS) Technology Award (2004). His research and theories on aircraft design, advanced aerodynamics and aeroelasticity have been published in numerous technical and academic journals, and he holds several patents.

SAE International is a global association committed to being the ultimate knowledge source for the engineering profession. By uniting more than 145,000 engineers and technical experts, we drive knowledge and expertise across a broad spectrum of industries. We act on two priorities: encouraging a lifetime of learning for mobility engineering professionals and setting the standards for industry engineering. We strive for a better world through the work of our philanthropic SAE Foundation, including programs like A World in Motion� and the Collegiate Design Series�.

http://www.mfrtech.com/news/513315/sae_international_to_honor_honda_aircraft_company_president_michimasa_fujino_with_clarence_l_kelly_johnson_aerospace_vehicle_design_and_development_award.html






Citação:
Govt to take initiative on next-generation jet

6:00 am, August 19, 2014

The Yomiuri Shimbun

The government has decided to play a leading role in the domestic development of a next-generation passenger jet, aiming to put one into practical use in about 2030.

Beginning in the research and development stage, the government will play a key role in the production of main parts, including a jet engine that would be difficult for Japanese companies to develop and manufacture.

By sharing technology with Japanese manufacturers, the government aims to develop a “made-in-Japan” plane with about 70 percent of its parts domestically produced.

The government plans to set up a liaison council of related ministries and agencies by the end of this year and earmark money in its fiscal 2015 initial budget request for equipment to test main parts.

The government envisions the next-generation passenger jet will be a small plane with no more than 230 passenger seats, as members of the global aircraft manufacturing industry predict that demand for such small planes will significantly increase, mainly among Asian countries.

Japan’s development of passenger planes has remained static since the development of the YS-11, a turboprop plane that was the nation’s first domestically made aircraft since the end of World War II.

After a hiatus of about 50 years, the Mitsubishi Regional Jet (MRJ) is currently being developed as a domestically produced passenger jet.

The goal is to put it into practical use in 2017.

The next-generation model that the government aims to develop is regarded as the successor to MRJ planes.

Efforts were made, led by the private sector, to develop an MRJ engine in Japan, but ultimately foreign-made engines were used.

As of July this year, orders had been placed for 375 MRJ planes. However, only about 20 percent of the 1 million parts used in an MRJ are domestically made. “It’s a foreign plane beneath the surface,” a source in the aircraft industry said.

Some in the government have voiced regret about this situation.

“Concerning the development of aircraft parts, there was a limit to what we can achieve if we leave the job in the hands of private companies without much expertise,” one said.

The government aims to secure funds in its fiscal 2015 budget to achieve progress in such areas as making a lighter jet engine and developing aircraft bodies with less air resistance.

Specifically, the government will develop devices and equipment for testing a new engine and checking the air resistance of a next-generation plane at facilities of the Japan Aerospace Exploration Agency (JAXA).

The government wants to develop engines and aircraft bodies with better fuel efficiency and noise reduction than those of the MRJ planes.

The government will encourage Japanese manufacturers, including small and midsize firms, to join the development project so as many companies as possible will benefit.

The liaison council of ministries and agencies will comprise director general-class officials from five ministries. They are the Education, Culture, Sports, Science and Technology Ministry; the Economy, Trade and Industry Ministry; the Foreign Ministry; the Defense Ministry; and the Land, Infrastructure, Transport and Tourism Ministry.

The ministries will assist the project from the development stage through manufacturing and sales.

For example, the technology ministry will be in charge of technological development, the economy ministry will handle assistance for small and midsize companies’ participation, and the Foreign Ministry will be in charge of assistance for exports.

Industry experts forecast that the size of the global aircraft market, which is currently about ¥25 trillion, will grow to about ¥50 trillion by the 2030s.

In tandem with the diversification of air routes, demand is particularly expected to rise for small and midsize planes, doubling from about 13,000 planes currently to about 26,000 planes by the 2030s.

Japan’s market share in the industry is now about 4 percent, or about ¥1 trillion.

The government plans to set a target to raise that share to about 20 percent, or about ¥10 trillion, by the 2030s.

The targeted percentage is equivalent to the global market share held by Japan’s automobile industry.

http://the-japan-news.com/news/article/0001505034

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 Título: Re: O Japão poderá ser concorrente da Embraer?
MensagemEnviado: Sáb Out 18, 2014 6:53 am 
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http://www.ustream.tv/channel/mrj-roll-out-ceremony

Cerimônia de Rollout do MRJ.

Citação:
Japan unveils first passenger jet in four decades
AFP
By Antoine Bouthier 1 hour ago
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Guests look at a Mitsubishi Regional Jet (MRJ) during a ceremony at the Nagoya airport in Komaki, Aichi prefecture on October 18, 2014

Komaki (Japan) (AFP) - The first passenger aircraft to be made in Japan in nearly four decades was unveiled Saturday as its manufacturer pushed into the booming regional jet sector with an eye to taking on industry giants Embraer and Bombardier.

Mitsubishi Heavy Industries, a military contractor best known for its "Zero" World War II fighter, pulled back the curtain on its new Mitsubishi Regional Jet (MRJ), a fuel-efficient, next-generation aircraft that claims to offer more passenger comfort with lower operating costs.

The jet, which will be delivered to customers from 2017 and was built with assistance from aviation giant Boeing, was unveiled at a ceremony in Komaki, near the central city of Nagoya, on Saturday.

"The dream of a Japanese-made product that can be proudly presented to the world for top-notch efficiency and top-notch passenger comfort is finally coming true," said Mitsubishi Heavy Industries chairman Hideaki Omiya.

"This wonderful aircraft that Japan has created after (a wait of) half a century carries with it many people's hopes and dreams."

The plane marks a new chapter for Japan's aviation sector, which last built a commercial airliner in 1962 -- the YS-11 turboprop. It was discontinued about a decade later.
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All Nippon Airways (ANA) CEO and president Shinichiro …
All Nippon Airways (ANA) CEO and president Shinichiro Ito delivers his speech during a ceremony of t …

Teruaki Kawai, president and chief operating officer of Mitsubishi Aircraft, recently said that the plane boasted "state-of-the-art aerodynamic design, and a game-changing engine (that) will significantly cut fuel consumption, noise and emissions, helping airlines enhance competitiveness and profitability in the future".

Japanese firms were banned from developing aircraft by US occupiers following its defeat in World War II.

The country slowly started rebuilding its aviation industry in the 1950s, starting with carrying out repair work for the US military, before expanding its scope to start licensed production of US-developed aircraft for Japan's military. Japanese firms have also long supplied parts to Boeing.

- Eye on 2020 Tokyo Olympics -

Mitsubishi's short-to-medium-haul regional jet, which comes in a 70- and 90-seat version, was backed by the Japanese government and a consortium of major firms including Toyota, with research and development costs of around 180 billion yen ($1.7 billion).
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A Mitsubishi Regional Jet (MRJ) moves into the hanger …
A Mitsubishi Regional Jet (MRJ) moves into the hanger for a ceremony at the Nagoya airport in Komaki …

The company has secured 375 orders and options from carriers including All Nippon Airways (ANA), US-based Trans States Holdings, and SkyWest.

Japan Airlines (JAL) has also signed a Letter of Intent for 32 MRJs, which have a list price of $40 million, to be used on domestic flights.

The MRJ project got off the ground in 2008 after ANA agreed to buy two dozen of the planes.

But it quickly hit trouble as the global economic downturn battered the aviation industry, forcing many carriers to slash jobs and routes.

The project took off again as Tokyo tried to lure more overseas visitors ahead of the 2020 summer Olympic Games in Tokyo.
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Guests look at a Mitsubishi Regional Jet (MRJ) during …
Guests look at a Mitsubishi Regional Jet (MRJ) during a ceremony at the Nagoya airport in Komaki, Ai …

The Japanese government is also aiming to expand firms' foothold in the global aviation and military sectors as the domestic market shrinks due to a rapidly ageing population.

The jet will compete with small aircraft produced by Brazil's Embraer and Canada's Bombardier, as well as jets designed by Russian and Chinese firms.

Mitsubishi pointed to expected global demand of 5,000 regional jets over the next two decades.

"Five thousand is not a small number," Kawai told the Wall Street Journal in an interview published this month.

"I'm claiming we can get 50 percent of that. That's what we are aiming at right now. But in 20 years, I'm saying, not in three to five years, if our research is correct. We have to be ambitious.

"For a long time, Japan has been successful in industries such as automobiles," he said. "It should last, but we need to find new industries. Aircraft manufacturing can be one of them."

Automaker Honda is also developing a business jet, with its first delivery expected next year in North America and Europe.

http://news.yahoo.com/japan-unveil-first-passenger-jet-four-decades-214203091.html

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 Título: Re: O Japão poderá ser concorrente da Embraer?
MensagemEnviado: Ter Nov 04, 2014 7:54 am 
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http://www.youtube.com/watch?v=HaPOeCQq0GY


2014.10.22 熊本大学とボーイング社が「KUMADAI耐熱マグネシウム合金」開発に関する共同研究協定を締結しました
Kumamoto Univ. and The Boeing Co. entered into Collaboration Agreement on "KUMADAI Heat Resistant Mg Alloy" development.
10月22日、ボーイング社の研究所から開発担当重役等3名の方々をお迎えして、熊本大学で共同研究協定の調印式を執り行いました。熊本大学からは谷口学長、開発者である河村センター長、そしてMRCの教員等が出席しました。

On Oct. 22, three from Boeing Research & Development, The Boeing Co. visited Kumamoto Univ. and signed Collaboration Agreement on "KUMADAI Heat Resistnat Mg Alloy"development project. Prof. Taniguchi, President of Kumamoto Univ., Prof. Kawamura, Director of MRC, who is the original developer of "KUMADAI Mg Alloys" and MRC professors attended the signing ceremony as well.

http://www.mrc.kumamoto-u.ac.jp/news/


Uma universidade japonesa desenvolveu uma liga de magnésio 10x mais resistente que o alumínio e que não derrete fácil a Boeing de olho quer testar a liga em novos projetos, esta nova liga pode reduzir em 10% o peso de um jato comercial.

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 Título: Re: Japão, um novo concorrente no mercado internacional.
MensagemEnviado: Sex Jan 09, 2015 2:12 pm 
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Japão quer exportar sua aeronave de patrulha marítima Kawasaki P-1, e o Reino Unido pode ser o primeiro cliente!

Publicado em 08/01/2015 por LaMarca

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O Japão está oferecendo ao Reino Unido sua aeronave de patrulha marítima e guerra submarina (ASW) Kawasaki P-1, num negócio que pode chegar a US$ 1 bilhão.

Após décadas de restrições autoimpostas, o Japão tem dado fortes sinais que pretende voltar ao mercado de exportação de armas, e o Primeiro Ministro japonês, Shinzo Abe, tem dado muito impulso a essa iniciativa.

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BAE Systems Nimrod MRA4

Embora o Reino Unido não tenha formalmente decido se vai comprar novas aeronaves do tipo, com o cancelamento do programa Nimrod, da BAE Systems, em 2010, as forças britânicas ficaram com uma enorme lacuna em sua linha de defesa. O caminho para o Kawasaki P-1, entretanto, não será fácil, haja vista o mesmo deve enfrentar forte concorrência a partir do Boeing P-8 Poseidon.

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Boeing P-8 Poseidon (esq.) e Kawasaki P-1 (dir). Foto: US Navy

No Japão, as restrições sobre as exportações militares foram suspensas em Abril de 2014. Desde então, o Ministério da Defesa daquele país tem procurado explorar o mercado, identificando potenciais clientes. Atualmente, existem negociações em curso para o fornecimento de submarinos para Austrália e hidroaviões para a Índia. Caso concretizada, a venda dos P-1 para o Reino Unido seria o primeiro grande acordo militar do Japão fora da região Ásia-Pacífico.

Especialistas militares em todo mundo mundo tem sinalizado que, caso a venda não se concretize, apenas pelo fato do Japão estar competindo de igual pra igual com outros fabricantes, no mercado britânico, isso, por si só, já representa um avanço exponencial nesse segmento.

O desenvolvimento do Kawasaki P-1 sofreu alguns atrasos por conta do surgimento de rachaduras na fuselagem, além de problemas na asa e no motor; problemas esses que, segundo o fabricante, já foram solucionados. O primeiro voo do P-1 ocorreu em 20/09/2007, e o mesmo foi introduzido na Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF) em 2013. Até o momento, 13 aeronaves já foram produzidas.

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Ao longo dos próximos cinco anos, a JMSDF planeja adquirir 20 unidades aeronaves Kawasaki P-1, custando cerca de 20 bilhões de ienes (US$ 170.000.000) cada uma.

FONTE: Reuters – EDIÇÃO: Cavok

IMAGENS: Internet, e meramente ilustrativas

http://www.cavok.com.br/blog/?p=82779


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 Título: Re: Japão, um novo concorrente no mercado internacional.
MensagemEnviado: Sex Jan 09, 2015 2:13 pm 
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Eu me espantei com o tamanho do P-1. Eu pensava que fosse menor. :?

Devido o tamanho dos para-brisas e do charuto da aeronave ser mais grosso, fica parecendo aeronaves miniaturas feitas em escala diferente. :lol: :lol: :lol: :lol:

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Japão, um novo concorrente no mercado internacional.
MensagemEnviado: Qua Mar 25, 2015 6:28 pm 
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De olho em acordos comerciais com os EUA que dão tratamento previligiado a produtos canadenses o Mitsubishi Regional Jet será produzido em duas plantas.

As unidades destinadas a Asia, Oriente médio e Europa serão produzidas em Nagoya-Capital de Aichi-Japão e as destinadas a América do Norte, Central e do Sul serão finalizadas com varios componentes produzidas na planta de Mississauga-Grande Toronto-Canadá, na Mitsubishi Aerospace Canada.

Mississauga é uma cidade de fronteira com 700.000 habitantes nas margens do Lago Ontario e faz divisa com Niagara Falls-NewYork-USA. Considerada a cidade mais americana do Canada por ser o reduto angloamericano da Grande Toronto com seus 6 milhões. de habitantes.

Mississauga
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 Título: Re: Japão, um novo concorrente no mercado internacional.
MensagemEnviado: Qua Abr 29, 2015 2:00 pm 
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Economia 29/04/2015 10:12
Brasil questiona subsídios japoneses a rival da Embraer

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Divulgação/Embraer
Avião modelo 190, da Embraer

Avião da Embraer: o Brasil cobra uma explicação sobre o dinheiro concedido pelo governo à Mitsubishi
Jamil Chade, do Estadão Conteúdo
correspondente, do Estadão Conteúdo

Genebra - O Brasil questiona na Organização Mundial do Comércio (OMC) os subsídios dados pelo Japão à fabricação de jatos, acusando Tóquio de estar distorcendo o mercado e prejudicando as vendas da Embraer.

Os japoneses planejam entrar no mercado de jatos regionais neste ano, com um modelo que promete ser mais eficiente em termos de consumo.

O caso foi apresentado na terça-feira, 28, em Genebra pelo Itamaraty, mesmo não se tratando ainda de uma disputa comercial nos órgãos de solução de controvérsias.

O Brasil cobra uma explicação sobre o dinheiro concedido pelo governo à Mitsubishi, que está desenvolvendo a linha de jatos MitsubishiRegional Jet.

Segundo o Itamaraty, quase 3 bilhões de ienes foram destinados a um programa para pesquisa e desenvolvimento de eficiência na aviação.

A suspeita é de que esses recursos seriam subsídios ilegais e violariam as regras da OMC. Isso porque, ao receber essa ajuda, os jatos japoneses estariam concorrendo no mercado internacional em melhores condições que a Embraer.

O Brasil pediu que Tóquio informasse a dimensão dessa ajuda e o motivo pelo qual o Japão não notificou a OMC da existência desse programa.

Reação

Em resposta, o governo do Japão garantiu que sua política para o setor da aviação era "consistente" com as regras da OMC e com os acordos de subsídios. Além disso, Tóquio garante que notificou a organização de comércio sobre seu projeto.

Sobre os programas não notificados, como o que o Brasil questionou, a diplomacia japonesa apenas indicou que eles se referem a financiamento para a pesquisa e que não são destinados a uma empresa específica, o que ficaria isento de notificações na OMC.

Há quatro anos o Brasil levantou pela primeira vez o assunto. Hoje, o mercado de jatos regionais é dominado por Brasil e Canadá.

Neste ano, Tóquio se prepara para lançar um modelo para 92 pessoas. E já conta com 223 encomendas. A americana SkyWest, por exemplo, fez uma encomenda de 100 jatos, com opção para mais 100.

A meta do Japão é controlar 20% do mercado mundial desse segmento e, assim, recuperar investimentos de US$ 1,5 bilhão gastos no desenvolvimento do modelo.

Em 2011, Brasil, Japão, EUA, Canadá e Europa assinaram um acordo estabelecendo limites para a ajuda dos Estados ao setor aéreo, na esperança de pôr fim à crise e às guerras comerciais. Mas o tratado não impediu novas acusações.

De acordo com a Mitsubishi, seu novo modelo é 20% mais eficiente em termos de consumo de combustível que a média do segmento.

O jato também será mais silencioso que os concorrentes, segundo a empresa. Aguardado como o "jato regional mais confortável do mundo", o Mitsubishi Regional Jet ainda promete uma redução significativa de poluentes.

Concorrência

A história da aviação no Japão está ligada à Segunda Guerra Mundial. Nos anos 40, a Fuji Heavy Industries produziu 11 mil caças.

Mas centenas deles foram usados em ataques kamikazes. Quando Tóquio foi derrotada na guerra, o governo americano proibiu a fabricação de aviões pelos japoneses.

Décadas depois, a indústria japonesa foi retomada, mas apenas como fornecedor de peças para a Boeing, inclusive para o modelo 787 Dreamliner.

Os japoneses ainda têm tecnologia de ponta para diversos segmentos da produção de jatos. Mas até agora não tinham conseguido integrá-los em um jato comercial inteiramente produzido no Japão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-questiona-subsidios-japoneses-a-rival-da-embraer

_________________
Abraços.

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 Título: Re: Japão, um novo concorrente no mercado internacional.
MensagemEnviado: Qua Abr 29, 2015 3:37 pm 
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akivrx78 escreveu:
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Economia 29/04/2015 10:12
Brasil questiona subsídios japoneses a rival da Embraer

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Divulgação/Embraer
Avião modelo 190, da Embraer

Avião da Embraer: o Brasil cobra uma explicação sobre o dinheiro concedido pelo governo à Mitsubishi
Jamil Chade, do Estadão Conteúdo
correspondente, do Estadão Conteúdo

Genebra - O Brasil questiona na Organização Mundial do Comércio (OMC) os subsídios dados pelo Japão à fabricação de jatos, acusando Tóquio de estar distorcendo o mercado e prejudicando as vendas da Embraer.

Os japoneses planejam entrar no mercado de jatos regionais neste ano, com um modelo que promete ser mais eficiente em termos de consumo.

O caso foi apresentado na terça-feira, 28, em Genebra pelo Itamaraty, mesmo não se tratando ainda de uma disputa comercial nos órgãos de solução de controvérsias.

O Brasil cobra uma explicação sobre o dinheiro concedido pelo governo à Mitsubishi, que está desenvolvendo a linha de jatos MitsubishiRegional Jet.

Segundo o Itamaraty, quase 3 bilhões de ienes foram destinados a um programa para pesquisa e desenvolvimento de eficiência na aviação.

A suspeita é de que esses recursos seriam subsídios ilegais e violariam as regras da OMC. Isso porque, ao receber essa ajuda, os jatos japoneses estariam concorrendo no mercado internacional em melhores condições que a Embraer.

O Brasil pediu que Tóquio informasse a dimensão dessa ajuda e o motivo pelo qual o Japão não notificou a OMC da existência desse programa.

Reação

Em resposta, o governo do Japão garantiu que sua política para o setor da aviação era "consistente" com as regras da OMC e com os acordos de subsídios. Além disso, Tóquio garante que notificou a organização de comércio sobre seu projeto.

Sobre os programas não notificados, como o que o Brasil questionou, a diplomacia japonesa apenas indicou que eles se referem a financiamento para a pesquisa e que não são destinados a uma empresa específica, o que ficaria isento de notificações na OMC.

Há quatro anos o Brasil levantou pela primeira vez o assunto. Hoje, o mercado de jatos regionais é dominado por Brasil e Canadá.

Neste ano, Tóquio se prepara para lançar um modelo para 92 pessoas. E já conta com 223 encomendas. A americana SkyWest, por exemplo, fez uma encomenda de 100 jatos, com opção para mais 100.

A meta do Japão é controlar 20% do mercado mundial desse segmento e, assim, recuperar investimentos de US$ 1,5 bilhão gastos no desenvolvimento do modelo.

Em 2011, Brasil, Japão, EUA, Canadá e Europa assinaram um acordo estabelecendo limites para a ajuda dos Estados ao setor aéreo, na esperança de pôr fim à crise e às guerras comerciais. Mas o tratado não impediu novas acusações.

De acordo com a Mitsubishi, seu novo modelo é 20% mais eficiente em termos de consumo de combustível que a média do segmento.

O jato também será mais silencioso que os concorrentes, segundo a empresa. Aguardado como o "jato regional mais confortável do mundo", o Mitsubishi Regional Jet ainda promete uma redução significativa de poluentes.

Concorrência

A história da aviação no Japão está ligada à Segunda Guerra Mundial. Nos anos 40, a Fuji Heavy Industries produziu 11 mil caças.

Mas centenas deles foram usados em ataques kamikazes. Quando Tóquio foi derrotada na guerra, o governo americano proibiu a fabricação de aviões pelos japoneses.

Décadas depois, a indústria japonesa foi retomada, mas apenas como fornecedor de peças para a Boeing, inclusive para o modelo 787 Dreamliner.

Os japoneses ainda têm tecnologia de ponta para diversos segmentos da produção de jatos. Mas até agora não tinham conseguido integrá-los em um jato comercial inteiramente produzido no Japão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-questiona-subsidios-japoneses-a-rival-da-embraer

Quando o discurso é um e a ação é outra:

Não era a Embraer que não se preocupava com a concorrência, pois tinha o melhor regional da atualidade e a nova versão também seria a melhor com a chegada dos concorrentes?

Claro que qualquer empresario de juízo tem medo da concorrência..

A Embraer reclamando de ajuda governamental? E quando for vender o KC-390, vai dizer o que?


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 Título: Re: Japão, um novo concorrente no mercado internacional.
MensagemEnviado: Qua Abr 29, 2015 7:33 pm 
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E o que tem a ver o KC390 com isso???

Os projetos militares em muitos países (a maioria) (KC inclusive) são projetos encomendados para suprir as necessidades de uma força armada, e por isso são pagos por ela. Ou seja a FAB contratou a Embraer para desenvolver uma aeronave seguindo seus requisitos. A empresa contratada tem entregas contratuais a cumprir, e o contratante obrigações financeiras a cumprir. O final do contrato é a entrega do projeto pronto, neste caso um projeto de avião cargueiro certificado e apto para operação, dentro dos requisitos previstos.
O projeto pertence ao governo, pois este adquiriu o projeto.
Se a Embraer quiser vender o KC para qualquer cliente só o poderá fazer com autorização do governo (dono do projeto) e receberá royalties por ser o proprietário do projeto, conforme definido em contrato (além disso recebe impostos, gerados em cascata), e contribui com o "aquecimento da economia".
Esses contratos militares são muito bons para as empresas, pois alavancam seu desenvolvimento tecnológico... pois os conhecimento adquiridos podem ser utilizados para o desenvolvimento de outros produtos.

Subsídio (neste caso) é quando o governo empresta (ou dá) dinheiro para um empresa desenvolver um produto que é dela, ou para vender este produto, descumprindo as regras que existem na OMC sobre isso, prejudicando a livre concorrência (por exemplo, barateando artificialmente um produto). Não sou da área, e não sei os detalhes, mas sei que existem regras... e os países ditos de primeiro mundo são os primeiros a descumprí-las quando lhes convêem.


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 Título: Re: Japão, um novo concorrente no mercado internacional.
MensagemEnviado: Qua Abr 29, 2015 9:46 pm 
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Foi o Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão em 2002 que decidiu que iria construir um jato, antes mesmo da Mitsubishi se pronunciar eles ja tinham feito estudos de mercado e definido datas e prazos para desenvolver o mrj.

De 2003 a 2008 o governo japonês deu US$250 milhões para dar inicio ao projeto injetando dinheiro na Jaxa para auxiliar no desenvolvimento.

A Mitsubishi bancou 60% a Toyota 10% o governo japones de 15 a 20% e o resto foi de outros investidores.

Ainda hoje o governo japonês continua a injetar dinheiro na Jaxa para desenvolver e testar novas tecnologias para o setor aeronáutico, logicamente depois eles repassam o conhecimento para empresas privadas.

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http://global.jaxa.jp/activity/pr/brochure/files/centers05_e.pdf
Em 2015 a Jaxa disse que obteve progresso no desenvolvimento de um turbina de nova geração para o Mrj se pretende testar em 2018~20 e se for aprovado deve entrar em produção em 2025 a General Electric esta desenvolvendo uma turbina com tecnlogia similar.

De certa forma eles disfarçam os subsídios, seria a mesma coisa que a Embraer utilizar o CTA para desenvolver seus projetos.

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