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 Título: Imbel
MensagemEnviado: Seg Out 22, 2007 2:35 pm 
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Empresas atendem aos clientes civis e militares

De Brasília

As estrelas do setor de material de Defesa são empresas que se voltaram ao mercado civil, e encontraram clientes alternativos ao vacilante poder de compra dos militares. Algumas companhias conseguem sobreviver com a produção de material bélico, mas ocupam boa parte de suas linhas de produção com equipamentos destinados ao mercado externo.

O caso mais evidente é a Embraer, com quase 90% de suas atividades no mercado civil, cujos executivos evitam até comentar a faceta militar da companhia. Do lado das empresas tradicionais, a situação mais emblemática é a da Imbel, estatal deficitária, com prejuízos acumulados superiores a R$ 400 milhões em 2006.

A vinculação entre atividades civis e militares torna ainda mais difícil saber o tamanho dessa indústria, que, segundo as associações do setor, pode chegar a 300 companhias, e beirar 30 mil empregos diretos. Não há estatísticas confiáveis e o último levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Material de Defesa (Abimde), de 2005, aponta cerca de 300 empresas (46 associadas à Abimde), com quase 22,7 mil empregados.

Uma das maiores perdas do setor foi a da Engesa, que faliu no início dos anos 90. A Avibrás, especializada em foguetes, sobreviveu diversificando produtos, e hoje vende de antenas parabólicas a sistemas eletrônicos para trolébus. Uma política governamental para o setor poderia garantir bons negócios e fôlego até para empresas cronicamente deficitárias, como a Imbel. A empresa chegou a ganhar, em 2005, licitação para fornecer munição ao governo do México, mas não assinou o contrato por falta de garantias bancárias.

"Não temos encomendas do Exército, e temos prejuízo porque é grande o custo fixo de nossas cinco fábricas paradas", comenta o diretor comercial da Imbel, Ubirajara D´Ambrósio. "E como posso tentar vender lá fora se não tenho nem referências de cliente no país?".

A Imbel sobrevive com encomendas das forças policiais e da construção civil, que compra seus explosivos. Ela pesquisa novos produtos, como uma pistola de polímero e um rádio GPS que deverá equipar blindados usados importados pelo Exército. (SL)


Fonte: Valor Econômico - 22/10/2007


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MensagemEnviado: Seg Out 22, 2007 8:30 pm 
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Privatização e a expurgação da Lei do Desarmamento.


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MensagemEnviado: Seg Out 22, 2007 9:07 pm 
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Privatização não daria certo, não neste momento, na Imbel.


O mais importante é definir uma institucionalidade para o apoio e incentivo à indústria de defesa, e também para a alocação de recursos de P&D e Aquisições.

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MensagemEnviado: Ter Out 23, 2007 6:03 pm 
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A Imbel pode muito bem continuar sendo uma estatal, porém sendo comandada por um administrador nato e de nome reconhecido no mercado. Acredito que não seria muito difícil encontrar um executivo competente e com conhecimento da área de defesa para implantar um programa de recuperação verdadeiramente eficaz e severo (principalmente). Todas as empresas que saíram da falência tiveram que implantar mudanças radicais na administração e efetuar cortes severos, entre outras coisas...

O que não dá pra continuar é esse oba-oba dos coronéis do EB na Imbel. Se nada for feito esse quadro nunca vai mudar e a quebra definitiva será apenas uma questão de tempo... ou então vamos continuar pagando caro para mantê-la funcionando deficitária como está atualmente.


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MensagemEnviado: Ter Out 23, 2007 8:58 pm 
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O cerne da receita já está dado no tópico.

Estruturalmente (considerando que a Imbel está inserida numa realidade maior):

- Ter uma política definida para aquisições das FFAA, além de uma política de nacionalização das dotações militares e incentivo para o desenvolvimento tecnológico e as exportações da Indústria de Defesa;

Conjunturalmente:

- Profissionalizar a gestão da Imbel, focando-a no objetivo-máter: prover soluções e equipamentos para o EB e as outras FFAA, além de outros clientes institucionais como PM's, Políticas Civis, PF, etc.;

- Capitalizar a Imbel, seja por emissão de ações, seja pela entrada de um Sócio-Estratégico, que possa apoiar a Imbel nas questões de Tecnologia, Exportações, etc.

Agora, fica mais uma questão. E OUTRAS opções, de cunho estratégico, para a Imbel?

E a idéia de transformá-la na Rosoboronexport/Rusarm brasileira?

O que lhes parece?

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MensagemEnviado: Qua Out 24, 2007 8:42 am 
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O que tem que acontecer é privatizar, 60% dela e manter o restante na mão do governo, porque o que não dá é ter militares numa empresa dessa, porque a propria história já nos mostra o quanto isso não dá certo.
Quem já leu a história da FNM? é a repetição dessa história.

Mas uma privatização tem acontecer de forma gradual e bem planejada, senão, vira uma FMA da vida!!!!!

Esdras :wink:


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MensagemEnviado: Qua Out 24, 2007 1:54 pm 
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Mas cuidsado aí, pois a privatização da FMA argentina para a Lockheed é um processo que até agora eu não entendi o sentido... Uma empresa com uma tradição de engenharia de ponta reduzida a uma empresa de manutenção aeronáutica, é muito pouco.

Agora se o molde de privatização fosse igual ao da Embraer em alguns anos poderiamos ver a Imbel comprando empresas no exterior como a Colt, ou outras por exemplo para trazer a produção para o Brasil...

Pense na redução de custos industriais possíveis...

A Colt foi só um exemplo, poderia ser qualquer uma do ramo...

[]s Hammer


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MensagemEnviado: Qua Out 24, 2007 2:43 pm 
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Hammer escreveu:
Mas cuidsado aí, pois a privatização da FMA argentina para a Lockheed é um processo que até agora eu não entendi o sentido... Uma empresa com uma tradição de engenharia de ponta reduzida a uma empresa de manutenção aeronáutica, é muito pouco.

Agora se o molde de privatização fosse igual ao da Embraer em alguns anos poderiamos ver a Imbel comprando empresas no exterior como a Colt, ou outras por exemplo para trazer a produção para o Brasil...

Pense na redução de custos industriais possíveis...

A Colt foi só um exemplo, poderia ser qualquer uma do ramo...

[]s Hammer


Sim, o ideal é que seja nos mesmos moldes do usado na Embraer, que foi um sucesso.

Esdras


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MensagemEnviado: Qua Out 24, 2007 2:56 pm 
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À rigor, a Argentina não "privatizou" a FMA, e é este o grande problema.


A FMA está arrendada, salvo melhor juízo, por 20 anos, ou seja, a LM não precisa rentabilizar um patrimônio que não é seu. Por isso seus objetivos são oportunidades de curto prazo.

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MensagemEnviado: Qui Out 25, 2007 12:41 pm 
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Como bem lembrou nossos amigos Felipe e Esdras, privatizações nos moldes de como foi feito na Embraer, deveriam ser o balizador nos casos de setores importantes do país, como é caso da Imbel, Infraero, Emgepron, Petrobrás (ainda acho que ela deveria ser dividida em duas e privatizada, pois monopólio estatal não dá).

Diferente de como foi feito com a Celma, Eletropaulo, Embratel, Vale do Rio Doce (que graças a Deus, já voltou a ter maioria de capital nacional), e tantas outras Brasil a dentro.

Sds !


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MensagemEnviado: Qui Out 25, 2007 1:39 pm 
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Eu trabalho numa empresa que foi privatizada a muitos anos........hoje ela é referencia mundial em eficiência e qualidade no setor que ela atua.
Se fosse estatal sería o que hoje? um cabide de empregos com nível de ineficiência do tipo das ..........
Esdras :wink:


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MensagemEnviado: Qui Out 25, 2007 5:35 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Como bem lembrou nossos amigos Felipe e Esdras, privatizações nos moldes de como foi feito na Embraer, deveriam ser o balizador nos casos de setores importantes do país, como é caso da Imbel, Infraero, Emgepron, Petrobrás (ainda acho que ela deveria ser dividida em duas e privatizada, pois monopólio estatal não dá).


Só para lembrar: O monopólio estatal na área do petróleo já não existe faz tempo. FHC dividiu a área de exploração e produção da PETROBRAS em várias "unidades de negócio", as famosas UN's (UN-BC, UN-RIO, UN-ES...). O objetivo era enfraquecer a direção da empresa e prepara-la para a privatização nos moldes que o mercado adora: empresa fatiada para ser vendida bem mais barato. Isso sem falar no processo de terceirização desenfreada, que culminou no acidente da P-36 (foi cagada de um funcionário de "empreitera" sem qualificação nenhuma!)

O que acontece é que a maioria dos novos campos de petróleo da Bacia de Campos (80% das nossa reservas) foram arrematados pela PETROBRAS nos leilões da ANP, sendo que todos foram descobertos através dos estudos efetuados por ela.

A Embraer é uma história de sucesso, isso é incontestável. Mas temos que ponderar que a "grande virada de mesa" que ela deu se deve principalmente a dois fatores: antes era deficitária e mal administrada por militares mas tinha um acervo tecnológico valioso (inclusive o "EMB-145" em andamento, mesmo que a passos de tartaruga); quando foi para a iniciativa privada foi dirigida por um executivo reconhecido no mercado financeiro (e brilhante por sinal, poucos teriam a visão para aproveitar os nichos de mercado como o Maurício Botelho a ponto de levar a empresa a ser a terceira fabricante de jatos comerciais do mundo).

Não sou contra a privatização, o problema é a maneira como isso é feito no Brasil. E a Vale do Rio Doce não foi privatizada, ela foi entregue por um valor simbólico!


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MensagemEnviado: Qui Out 25, 2007 6:09 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Emgepron


Pois aí vc tocou num ponto interessante, Wellington, a Engepron no meu humilde ponto de vista está muito aquém de seu potencial como empresa de alta tecnologia...

A Engeprom é uma empresa 100% virtual, uma empresa comercial apenas, mas administrada dentro de uma "caixinha" por gente que talvez não disponha nem da liberdade de ação, nem da proatividade necessária para alavancar significativamente seus negócios.

Vou dar um exemplo deste "mindset" em ação... recentemente um dos diques secos dao AMRJ foi alugado para uma empresa de suporte offshore privada fazer a manutenção num navio de sua propriedade. Nada de mais nisso, agora, surpreendente mesmo, foi a atitude do pessoal do Arsenal. Eles ficaram perplexos com o fato de que todos os componentes necessários para o processo de manutenção dois helices novos, inclusive, já estavam disponiveis para serem usados ANTES MESMO do navio docar lá...

O que é um exemplo corriqueiro de otimização industrial no mundo privado soa como "ficção científica" para uma comunidade que não é exposta a isso no seu dia a dia. Se a mesma otimização pudesse ser empregada na MB as construções não durariam dez anos como foi o caso da pobre corveta Barroso... Se a Engeprom tivesse um perfil mais independente e comercialmente agressivo, provavelmente o AMRJ estivesse operando 24hs por dia neste momento... A mudança é filosófica e sem dúvida seria um processo traumático mass sem dúvida todos ganharíamos com ela.

Ha anos que se fala numa mega contratação de navios petroleiros no Brasil pela Transpetro, mas de concreto mesmo, muito pouco esta aparentemente se materializando. Passeiem pela costa da China com o Google Eerth e contem o imenso numero de diques secos que existem alí. Hoje os maiores navios do planeta estão sendo construidos por lá enquanto isso por aqui estamos dependente de diques que foram construidos praticamente a pá e picareta no início do século pasado, o muino mudou, só nós não percebemos isso.

Vejam a transfiguração da Embraer de estatal falida a "world-class leader" em pouquissimos anos. Isso tudo, ao colocar seu foco, acertadamente, no mercado exterior. Se queremos alavancar a industria naval civil e militar no Brasil temos que atrair a galera da pesada que esta cjhegando aqui com a expansão da industria do petróleo. Desde os Aker Yards da vida até "new comers" como uma Engepron privatizada e potencializada...

Pensem na escala dos impostos - e salários - que seriam gerados com uma produção para uso local e para exportação de navios tanques, graneleiros, e porta-containeres. Afinal nossa marinha mercante ainda esta pendente de ser reconstruida após sua morte prematura. A globalização esta aí para dar o impurrão inicial tão vital.

Concordam?

[]s Hammer


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MensagemEnviado: Qui Out 25, 2007 8:37 pm 
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Concordo inteiramente, mas lembro que deveriamos pensar algo nos moldes da Embraer, maioria de capital nacional, acho perfeitamente viável isso, interesse concertesa não vai faltar, só esse caso da Transpetro já seria atrativo suficiente para uma empreitada de empresa locais em busca da Emgepron !


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 Título: Re: Imbel, o que fazer com ela ?
MensagemEnviado: Ter Out 11, 2011 3:54 pm 
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A Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL), empresa vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Exército Brasileiro, está desenvolvendo um Sistema de Abrigos Temporários (SATi) no Núcleo da IMBEL Gerencial, localizado em Piquete, interior do Estado de São Paulo. Para o sistema foram desenvolvidos protótipos de barracas modulares de campanha nos modelos leve, padrão e extra. O primeiro possui 20m² e os outros dois, 30m² cada um.

Os produtos do Sistema são tropicalizados, atendendo aos requisitos de confiabilidade, conforto, rusticidade, rapidez e flexibilidade de montagem e desmontagem. Outros requisitos básicos apresentados por essas barracas são conforto térmico; resistência a ventos fortes; estrutura tubular em alumínio, tornando o material a ser transportado mais leve; conexões rígidas com engates rápidos e sistemas de trancamento; tecidos técnicos com tratamento antimofo, antibactéria, que fornecem permeabilidade seletiva e proteção contra raios UV; e piso em PVC de fácil higienização. Além disso, por serem modulares, podem ser facilmente conectados em até quatro opções, oferecendo, assim, diversos ambientes diferenciados que atendam à demanda exigida de cada operação ou exercício militar.

A barraca de campanha modular extra acomoda bem até 14 militares em sacos de dormir e 10 em camas de campanha. Acondicionada em um jogo de bolsas, a barraca leva cerca de 8 minutos para ser montada e possui divisórias internas, kit elétrico e forração térmica completa. Ela está em fase final de aprovação, passando por testes de resistência à chuva, à temperatura e à umidade, e ao embarque e desembarque em viaturas e helicópteros militares.

Durante um dos testes dos protótipos, o Núcleo Gerencial da IMBEL recebeu a visita de uma comitiva do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), chefiado pelo General-de-Exército Sinclair James Mayer. Ele pôde conhecer de perto os novos modelos desenvolvidos e avaliar o sistema de montagem.


Fonte: Defesanet


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