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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Sex Nov 21, 2014 3:09 pm 
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- A questão da produtividade das Forças Armadas em tempos de paz já foi politicamente debatida em nível de Estado e há literatura interessante sobre o assunto. Inclusive em português.

- É público e notório o conluio nefasto entre políticos e empreiteiras.

- O Estado, e também em específico as Forças Armadas possuem instituições de formação de engenheiros. E também engenheiros em seus quadros.

- Quanto à pesquisa temos políticas públicas de amparo à pesquisa. E não é de hoje.

- Quanto ao custeio temos o Fundo Aeronáutico... E também não é de hoje.
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A questão central é o tipo de prioridade de nosso pensamento militar, o qual gira majoritariamente em torno da carreira.

Por isso temos Brigadeiros em excesso (e o custo inativos e pensionistas que isso gera) e por isso temos tetos de zinco ou o que seja...

Os problemas orçamentários, no que se refere o engessamento em alto grau dos orçamentos militares em torno de despesas com pessoal, passam que pela ideia que isso não impacta o investimento por se tratarem de rubricas diferentes. Isso explica uma indiferença ao Erário no que tange a pessoal. O raciocínio é que esse tipo de despesa é mais difícil de cortar ou de contingenciar e por isso essa política garantiria maior orçamento para o setor militar. Ledo engano... Ao se conformarem a engessar o Erário, as FFAA na verdade engessam a si próprias.

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Construções militares reforçadas? Não obrigado... A prioridade é outra.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Sáb Jan 24, 2015 6:15 pm 
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Tenente-Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato – “Desafio é ampliar ainda mais o processo da modernização da FAB”

Luiz Padilha
24/01/2015


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Por Guilherme Mazui

clippingO futuro comandante da Força Aérea Brasileira (FAB) será o tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato. Entrou em 1969 na FAB. Ao longo da carreira, tornou-se líder de Grupo de Aviação de Caça. Acumula mais de 3,5 mil horas de voo, além de cursos para caça aérea, líder de esquadrilha, líder de esquadrão, piloto de transporte de tropa e inspetor de aviação civil. Foi adido na Venezuela e chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.

Quais os desafios para a Aeronáutica nos próximos anos?

Um dos desafios é ampliar ainda mais o processo de modernização da FAB (Força Aérea Brasileira). Nos últimos anos, as conquistas foram inegáveis. O meu compromisso é manter uma Força Aérea com capacidade de pronta resposta, ágil, proativa e que seja orgulho de todos os brasileiros.

Um exemplo de modernização é a compra dos caças suecos Gripen?

O contrato prevê a aquisição de 36 caças. A aeronave foi projetada para controle do ar, defesa aérea, reconhecimento aéreo, ataques ar-solo e ar-mar. O Gripen NG permitirá à FAB enfrentar ameaças em qualquer ponto do território nacional com carga plena de armas e combustível. Proporcionará ao país exponencial poder dissuasório, garantindo a soberania do Brasil.

Os cortes no orçamento da União podem influenciar no dia a dia da FAB?

O Comando da Aeronáutica é solidário aos esforços de consolidação fiscal e diminuição do déficit público. A FAB tem buscado cumprir as diversas tarefas a ela atribuídas por meio de uma gestão eficiente e responsável.

FONTE: Jornal Zero Hora

http://www.defesaaereanaval.com.br/tene ... ao-da-fab/


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Seg Jun 20, 2016 10:38 am 
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Ministério da Defesa negocia criação de estatais na área aeroespacial


Ministério da Defesa negocia com a Casa Civil e com a área econômica a criação de duas novas empresas públicas que ficarão sob a alçada do Comando da Aeronáutica. Uma é a Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil S.A. (Alada), voltada para projetos e novas tecnologias do setor, inclusive satélites e radares. A outra, ainda sem nome, irá operacionalizar parte das atividades de controle do espaço aéreo.

Um dos objetivos das novas empresas é criar condições legais para que os recursos obtidos com as tarifas aeroportuárias entrem diretamente nos cofres da Aeronáutica, sem passar antes pelo Tesouro Nacional.

Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, a criação das duas empresas públicas é “parte de um eixo muito mais amplo para trabalhar fontes alternativas e novos modelos de financiamento”. Ele lembra que é preciso “criatividade” para enfrentar dois fatores: o país convive com uma grave crise fiscal e não há recursos para investimento, mas a Aeronáutica opera com alta tecnologia, que tem uma dinâmica muito rápida e risco contínuo de obsoletismo.

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, especifica que as duas novas empresas fazem parte do “Programa de Reestruturação Administrativa e Operacional da Aeronáutica”, que tem como horizonte 2041, quando a FAB completa 100 anos. Ele disse que, “seguindo uma tendência internacional de otimização de recursos, com redução de custos e de efetivo”, haverá enxugamento de estrutura e estímulo a empregos temporários, de até oito anos, concentrando o pessoal de carreira, militar e civil, nas atividades-fim, como infantaria, armamento e operador sonar.

Como exemplo, o comandante disse que as próprias bases da FAB ficarão mais enxutas, como as de Fortaleza, Recife e Florianópolis. Ele citou também o que já está ocorrendo com o Parque de Manutenção. Estão sendo fechadas as unidades de Belém, Recife e o Parque dos Afonsos, no Rio de Janeiro, deixando em atividade outras três, no Rio, em São Paulo e em Lagoa Santa (MG), mas reduzindo gastos com equipamentos próprios e fazendo parcerias com empresas da iniciativa privada, como a Embraer.

Hoje, a FAB tem um efetivo de aproximadamente 75 mil servidores da ativa, incluindo os civis, mas a intenção do Comando é reduzir o pessoal de carreira para dar vez a jovens formados nas mais diferentes áreas, como engenharia, psicologia, medicina, jornalismo, etc., que teriam um contrato de oito anos. Segundo o brigadeiro Rossato, isso reduziria os custos com pessoal em até 50%, pois os temporários não têm direito a movimentação entre Estados, residência ou aposentadoria. Em contrapartida, têm uma formação sólida e saem da FAB para o mercado com um bom currículo.

O objetivo da nova empresa é buscar “autossuficiência nacional em materiais aeronáuticos, espaciais e nos bélicos de emprego aeronáutico”. A Alada poderá, por exemplo, desenvolver tecnologias de monitoramento do espaço aéreo por meio de rede de satélites; implementar projetos de sistemas, subsistemas e componentes de emprego aeroespacial, tudo isso relacionado à renovação da frota com o caça Grippen NG.

FONTE: O Estado de S. Paulo, via UOL

Link: http://www.aereo.jor.br/2016/06/19/alad ... rasil-s-a/




Atenciosamente,

_________________
::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Ter Jun 21, 2016 6:19 pm 
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Robsonmkt escreveu:
Citação:
Ministério da Defesa negocia criação de estatais na área aeroespacial


... Uma é a Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil S.A. (Alada), voltada para projetos e novas tecnologias do setor, inclusive satélites e radares...





Parece algo semelhante a ENGEPRON da MB.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Ter Mar 07, 2017 1:10 am 
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ESCLARECIMENTO Nº1 – 25/FEV/2017 10h:00

DENÚNCIA ANÔNIMA


Circula na Internet tão longa quanto infundada denúncia de uma anônima covardia que tenta, pela segunda vez, desmerecer a Concepção Estratégica Força Aérea 100, trazendo em seu perverso anonimato afirmações desprovidas de qualquer traço de verdade, ofendendo a honra e a reputação de um sem-número de oficiais-generais da Força Aérea Brasileira, iniciando pelo seu Comandante.

Ainda que não devêssemos voltar nossa atenção para comentários desclassificados pela falta de provas e elaborados por quem busca sabotar a Força Aérea por despeito; neste caso, levando em consideração que possa ser oriundo da lavra de algum componente de nosso efetivo, da ativa ou não, em hipótese alguma podem ser aceitos, ampliados que foram em seis páginas e distribuídos, a esmo, pelas redes sociais.

Para entendermos o perfil de nosso acusador, que ainda não o conhecemos (“ainda”) é bom que relembremos que o processo de escolha daqueles que haverão de compor o nosso efetivo, e de suas consequentes promoções na jornada da carreira, considera, desde o ingresso, os possíveis estilos decisório e de liderança e, com muito zelo, os seus perfis comportamentais.

Ainda que a razão seja a mola propulsora de uma Força Aérea, os valores relacionados ao afeto são bastante considerados em nossos processos: a eficiência, a objetividade e a performance não são mais importantes, em nossas avaliações de desempenho, do que a empatia, a adaptabilidade, a confiança, o conhecimento de seus limites, a resiliência, o conformismo e o inconformismo.
A carreira das armas, piramidal por natureza e meritocrática por essência, não possibilita que todos galguem, ainda que a grande maioria esteja para isso capacitada, os postos finais.

Nós, os militares, amadurecemos ao enfrentarmos os conflitos e, como cidadãos, crescemos ante as adversidades que a vida muitas vezes nos impõe. Para ambos os casos, usamos recursos internos pessoais, oriundos do berço familiar e da formação castrense, como ferramentas para encararmos essas situações.

A experiência tem mostrado, contudo, que mesmo diante de todo o preparo a que nos submetemos, como seres humanos, falíveis por natureza, por vezes encontramos aqueles que, vítimas de um empobrecimento psicológico, desencontram-se da resiliência e convidam o inconformismo como companheiro de desastrosa viagem diante de uma adversidade.

A adversidade neste caso soa próximo a uma não aceitação de decisão tomada pelo excelso colegiado de nossa Força, mais precisamente o seu Alto-Comando.
Poderíamos discorrer em defesa dos onze oficiais-generais citados, oito deles do Alto-Comando da Aeronáutica, além de dois coronéis já selecionados para a promoção a Brigadeiro-do-Ar em março próximo.

É por acreditar no breve desvendamento de tão inescrupuloso e covarde cidadão, que imagina esconder-se em território livre de qualquer tipo de controle, que deixaremos que cada um dos traiçoeiramente citados tomem suas medidas judiciais.

Quanto à Concepção Estratégica, que obriga a Força Aérea a um necessário plano de reestruturação, todos os aspectos foram exaustivamente estudados e apresentados, pessoalmente pelo Comandante da Aeronáutica, para considerável fração de nosso efetivo, em quase todas as regiões do Brasil.

Tal processo de reestruturação pode ser enquadrado exatamente no primeiro parágrafo da famigerada acusação, quando cita em seu singular lapso de coerência que: “toda Instituição necessita de aprimoramentos para que possa se adequar às novas regras de mercado, tecnologias e quebra de paradigmas culturais – coisas que antes eram consideradas normais e que hoje, em hipótese alguma, devem ser aceitas”.

A Comissão de Reestruturação da FAB (CREFAB) recebeu considerável número de sugestões. Se não foram em sua maioria aplicadas, deve-se ao fato de que o Plano seguia um estudo previamente determinado, balizado por experiências vivenciadas em outras Forças Aéreas que alcançaram novos índices de retorno operacional, desbastando consideravelmente o trato burocrático.

Contudo, todas as sugestões recebidas foram analisadas, visto que, ao conter um autor, identificado e responsável pelo ato de “sugerir para crescer”, contou, e contará sempre, com o nosso mais sincero respeito.

Mais do que a importante consideração do mérito profissional para atingir postos de destaque em nossa respeitada Organização, consideramos que as mais elevadas posições hierárquicas devem ser conquistadas com base em preceitos ainda mais elevados, como a responsabilidade, a humildade e a honradez, adjetivos que passam ao largo da personalidade deste “sem nome e sem rosto”.
Sendo alguém que possa não ter atingido a desejada elevação na carreira, com este seu desastrado ato firma comprovada a sábia decisão do Alto-Comando da Aeronáutica.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Seg Abr 03, 2017 12:00 am 
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É uma notícia da Agência Força Aérea de 4 meses, mas não foi repercutida, e tem pelo menos 1 informação importante

A região Nordeste precisava ter um esquadrão de helicópteros. Ficará em Natal
fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... Brasileira

Citação:
Primeira Ala é inaugurada na Força Aérea Brasileira
Nova organização, que fica em Natal, é um marco no processo de reestruturação da Força


Ten Gabrielli Dala Vechia


Desde a última sexta-feira (09/12), a estrutura da Força Aérea Brasileira (FAB) em Natal (RN) não é mais a mesma: foram extintas a Primeira Força Aérea (I FAE) e a Base Aérea de Natal (BANT), dando lugar à Ala 10 – nova unidade operacional. A Ala 10, primeira das 15 que serão ativadas por todo o País, representa um passo importante no processo de reestruturação pelo qual passa a FAB.

Segundo o Comandante-Geral de Operações Aéreas, Tenente-Brigadeiro do Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira, a ativação da Ala 10 é a primeira medida relativa às mudanças na área operacional. “A Ala não substitui as bases aéreas ou os comandos aéreos regionais, mas trata-se de uma nova visão, um novo conceito de gestão operacional”, afirma o Tenente-Brigadeiro Machado.

Ele explica, ainda, que, além de gerenciar os três esquadrões de especialização dos pilotos recém formados na Academia da Força Aérea – Esquadrões Rumba (1º/5º GAV), Joker (2º/5º GAV) e Gavião (1º/11º GAV) - a Ala 10 irá contar com mais dois. Já em 2017, o Esquadrão Falcão (1º/8º GAV), que opera os helicópteros H-36 Caracal, será transferido de Belém (PA) para Natal; e o Segundo Esquadrão de Transporte Aéreo, de Recife (PE), ficará subordinado à nova ala.

O comando da nova unidade está a cargo do Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic, antes à frente da I FAE. Segundo o Coronel Cesar Faria Guimarães, Chefe do Estado-Maior da I FAE, a Ala vai repassar para o Grupamento de Apoio as atividades administrativas para poder focar nas atividades operacionais. “Com o recebimento dessas duas novas unidades aéreas, a Ala 10 vai ganhar uma importância ainda maior, não só na especialização dos pilotos, mas também no emprego operacional da Força”, afirma.



Com isso a Força terá 1 esquadrão de helis de transporte para cada região do Brasil. É pouco, mas pelo menos melhor distribuído.

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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Seg Abr 03, 2017 12:05 am 
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A FAB concentrou as informações sobre a reestruturação numa página:

http://www.fab.mil.br/reestruturacao/

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knight


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