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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Sáb Jun 08, 2013 1:20 pm 
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Cavaleiro escreveu:
Temos de fazer uma leitura mais cuidadosamente sobre o episódio entre Brasil e França. De fato, a França jamais quis enfrentar o Brasil militarmente, de tal sorte, esta verdade também nos insere, ou seja, o Brasil também jamais quis enfrentar a França militarmente. O que aconteceu são apenas atos reflexivos: O Brasil, na tentativa de inibir a pesca ilegal, encaminhou navios à região com apoio da Força Aérea. Na mesma medida, a França deslocou seus meios navais. Tudo isso nada mais é do que o reflexo de uma atitude. Natural. Note, foi a seqüência supramencionada que aconteceu, bem como veiculado pelos meios de comunicação tanto brasileiros quanto franceses. Diante disso, houveram diversas teses sobre a lagosta. Faço a referência do autor Claudio da C. Braga: “Paulo Moreira tomou a palavra, argumentando que para o Brasil aceitar a tese científica francesa de que a lagosta podia ser considerada um peixe quando dá seus "pulos" se afastando do fundo submarino, então teria, da mesma maneira, que aceitar a premissa do canguru ser então considerado uma ave, quando dá seus "pulos". A questão foi assim encerrada a favor do Brasil.” (BRAGA, Cláudio da Costa. A Guerra da Lagosta. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha (SDM), 2004.). Voltando à temática, eu abordo diferentemente da sua visão, ou seja, temos maior probabilidade de ensejos militares com países Sul-Americanos (A França só se meteu por se tratar da Guiana Francesa, colônia francesa) a países desenvolvidos ou não desenvolvidos espalhados pelo globo. À grosso modo, o fato de o Brasil estar iniciando atividades imperialistas, quer diretamente, quer indiretamente, sobre os vizinhos lhes dá maior probabilidade de intervenções e litígios internacionais, sendo o amparo armado a última social, e não excluído. Particularmente, você não dosou muito bem sua frase: “A única possível ameaça ao Brasil são as grandes potências, demais países, não se atreveriam”. Isto me lembra a Guerra Russo-Japonesa. Momentos para outros debates. Já que citei Rússia e Japão, vamos dar um pulo na China e lembrar das sábias palavras de Sun Tzu: “Nunca subestime seu oponente”.


Tenho que concordar exagerei na frase, o fato é que qualquer país da AL que se atrever a uma agressão militar ao Brasil provocará sua própria bancarrota econômica, é MUITO caro lutar contra um país do nosso tamanho, na minha opinião não se atreveriam, no máximo tentariam tomar uma "cabeça de ponte" em um recanto qualquer do território.

Penso que as FFAAs brasileiras devam ser compatíveis com nossa envergadura econômica é correto pensar que as FFAAs brasileiras sejam tão distantes em termo de poder e dissuasão dos nossos vizinhos quanto já o somos em termos econômicos, ademais, nossas riquezas biológicas e minerais mais cedo ou mais tarde podem provocar alguma atitude maluca de uma potência estrangeira.

Com relação a França, aquele país achou que nos mostrando as armas o Brasil se encolheria e os franceses poderiam pescar a vontade em nossas àguas, não esperavam uma reação, foi um momento crucial a respeito de nossa soberania, pois, a diferença de poder bélico era muito grande a favor daquele País, mas deixamos bem claro que nem mesmo uma lagosta cederíamos de nossa terra sem briga e isso foi um recado muito claro ao mundo, daí a importância do episódio.

Foi nesse contexto que a frase: “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ – “O Brasil não é um país sério” atribuída a Charles De Gaulle, foi dita ... Fala sério Charles, quem não foi sério neste caso foi a França ! :mrgreen:

Sds
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O Brasil é economicamente uma potência. Não é o fato de sermos potência econômica que temos uma economia melhor a dos outros países abaixo do ranking. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Tenho em mãos o material da Receita Federal do Brasil, denominado “Carga Tributária no Brasil 2011 – Análise por Tributos e Bases de Incidência”, que faz uma abordagem sobre os tributos e as incidências tributárias. Na página 07, do referido material, a RFB traz à baila o gráfico “Carga Tributária no Brasil e em Países da OCDE – 2010 (1)”, cujo percentual do Brasil encontra-se 33,5% numa comparação da carga tributária nacional com a de alguns países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), ou seja, a Dinamarca, o país que mais possui carga tributária, tem 48,2%. Em síntese e perfunctoriamente, a nossa carga tributária, que faz o bolo do PIB crescer, é demasiada. Ora, 33,5% da riqueza do Brasil são tributos. Isto é crescimento econômico? E mais: 33,5% em arrecadação tributária, quantos por cento dessa arrecadação retorna aos cidadãos? Isso falado em tributo, e não exatamente do restante que completa o PIB. Então, mensurar as Forças Armadas aliada ao PIB é arriscado. Ademais, um país como o Brasil é muito carente em setores primordiais: saúde, educação, transporte, tecnologia e parque industrial. Não vivemos em momentos de guerra para que se necessite de engenhosos meios de desenvolvimento e financiamento belicosos. Logo, acredito que seja mais viável investir nos setores carentes a Forças Armadas. Isso não quer dizer que devemos deixar a FFAA à mercê de sua própria sorte, muito pelo contrário, deve-se haver um equilíbrio de interesses, cujos interesses devem ser observados pela massa populacional e política: em que devemos investir? Então, são assuntos tão complexos, ainda mais fazendo paralelo entre economia e forças armadas ou economia e interesses primordiais (Educação, Saúde, Transporte, etc.), que não se esgota em si mesmo, tampouco nós encontraremos uma fórmula mágica para dirimir essa controvérsia. Portanto, não faz sentido nós querermos poder dissuasório na região e no mundo, porque mal conseguimos organizar nosso próprio quintal, imagine querer organizar o quintal de países africanos? Mal conseguimos nos manter no Haiti, como organizá-lo? Veja, antes de partirmos para os interesses internacionais – repito: é o que mais devemos interagir – devemos organizar nossa casa, reestruturando a sociedade, investindo no trabalho, no lazer, na educação, na saúde, na tecnologia, entre outros aspectos. Um país só cresce – esse é o ensinamento que li e aprendi vindo de um país Sul-Americano: o Chile – se investir em educação. A partir do momento que tivermos uma população alfabetiza, e não analfabetos funcionais (que sabem ler e não entendem o que lêem), seremos sim uma potência em todos os sentidos. O interesse político do Brasil de hoje é manter a população alfabetizada funcionalmente, assim, ela (a massa política) contará números de brasileiros que sabem ler, mas que não sabem pensar e/ou entender o que lêem. A roubalheira continua. O Brasil afunda ao som: “[...] 190 milhões em ações, pra frente Brasil [...]”... O que lhe escrevo é muito singelo, rápido e o tema é complexo.

Fotografia retirada da internet.

EDITADO PELA MODERAÇÃO! Wellington Góes
A fotografia não ajudava em nada ao debate.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Dom Jun 09, 2013 3:41 am 
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Spock escreveu:
Cavaleiro escreveu:
Temos de fazer uma leitura mais cuidadosamente sobre o episódio entre Brasil e França. De fato, a França jamais quis enfrentar o Brasil militarmente, de tal sorte, esta verdade também nos insere, ou seja, o Brasil também jamais quis enfrentar a França militarmente. O que aconteceu são apenas atos reflexivos: O Brasil, na tentativa de inibir a pesca ilegal, encaminhou navios à região com apoio da Força Aérea. Na mesma medida, a França deslocou seus meios navais. Tudo isso nada mais é do que o reflexo de uma atitude. Natural. Note, foi a seqüência supramencionada que aconteceu, bem como veiculado pelos meios de comunicação tanto brasileiros quanto franceses. Diante disso, houveram diversas teses sobre a lagosta. Faço a referência do autor Claudio da C. Braga: “Paulo Moreira tomou a palavra, argumentando que para o Brasil aceitar a tese científica francesa de que a lagosta podia ser considerada um peixe quando dá seus "pulos" se afastando do fundo submarino, então teria, da mesma maneira, que aceitar a premissa do canguru ser então considerado uma ave, quando dá seus "pulos". A questão foi assim encerrada a favor do Brasil.” (BRAGA, Cláudio da Costa. A Guerra da Lagosta. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha (SDM), 2004.). Voltando à temática, eu abordo diferentemente da sua visão, ou seja, temos maior probabilidade de ensejos militares com países Sul-Americanos (A França só se meteu por se tratar da Guiana Francesa, colônia francesa) a países desenvolvidos ou não desenvolvidos espalhados pelo globo. À grosso modo, o fato de o Brasil estar iniciando atividades imperialistas, quer diretamente, quer indiretamente, sobre os vizinhos lhes dá maior probabilidade de intervenções e litígios internacionais, sendo o amparo armado a última social, e não excluído. Particularmente, você não dosou muito bem sua frase: “A única possível ameaça ao Brasil são as grandes potências, demais países, não se atreveriam”. Isto me lembra a Guerra Russo-Japonesa. Momentos para outros debates. Já que citei Rússia e Japão, vamos dar um pulo na China e lembrar das sábias palavras de Sun Tzu: “Nunca subestime seu oponente”.


Tenho que concordar exagerei na frase, o fato é que qualquer país da AL que se atrever a uma agressão militar ao Brasil provocará sua própria bancarrota econômica, é MUITO caro lutar contra um país do nosso tamanho, na minha opinião não se atreveriam, no máximo tentariam tomar uma "cabeça de ponte" em um recanto qualquer do território.

Penso que as FFAAs brasileiras devam ser compatíveis com nossa envergadura econômica é correto pensar que as FFAAs brasileiras sejam tão distantes em termo de poder e dissuasão dos nossos vizinhos quanto já o somos em termos econômicos, ademais, nossas riquezas biológicas e minerais mais cedo ou mais tarde podem provocar alguma atitude maluca de uma potência estrangeira.

Com relação a França, aquele país achou que nos mostrando as armas o Brasil se encolheria e os franceses poderiam pescar a vontade em nossas àguas, não esperavam uma reação, foi um momento crucial a respeito de nossa soberania, pois, a diferença de poder bélico era muito grande a favor daquele País, mas deixamos bem claro que nem mesmo uma lagosta cederíamos de nossa terra sem briga e isso foi um recado muito claro ao mundo, daí a importância do episódio.

Foi nesse contexto que a frase: “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ – “O Brasil não é um país sério” atribuída a Charles De Gaulle, foi dita ... Fala sério Charles, quem não foi sério neste caso foi a França !
:mrgreen:

Sds
Spock

O negrito é meu,!

Como de costume, tu estás desvirtuando a história e floriando demais a coisa, bem como omitindo certos fatos, como também é de costume para em fim querer botar a França no baile, acho que tu deve ter perdido a namorada para algum francês, porque, vira e mexe, a França é o inimigo público número um do Spock. :lol: :lol: :lol:


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Dom Jun 09, 2013 4:17 am 
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Wellington Góes escreveu:
Spock escreveu:
Tenho que concordar exagerei na frase, o fato é que qualquer país da AL que se atrever a uma agressão militar ao Brasil provocará sua própria bancarrota econômica, é MUITO caro lutar contra um país do nosso tamanho, na minha opinião não se atreveriam, no máximo tentariam tomar uma "cabeça de ponte" em um recanto qualquer do território.

Penso que as FFAAs brasileiras devam ser compatíveis com nossa envergadura econômica é correto pensar que as FFAAs brasileiras sejam tão distantes em termo de poder e dissuasão dos nossos vizinhos quanto já o somos em termos econômicos, ademais, nossas riquezas biológicas e minerais mais cedo ou mais tarde podem provocar alguma atitude maluca de uma potência estrangeira.

Com relação a França, aquele país achou que nos mostrando as armas o Brasil se encolheria e os franceses poderiam pescar a vontade em nossas àguas, não esperavam uma reação, foi um momento crucial a respeito de nossa soberania, pois, a diferença de poder bélico era muito grande a favor daquele País, mas deixamos bem claro que nem mesmo uma lagosta cederíamos de nossa terra sem briga e isso foi um recado muito claro ao mundo, daí a importância do episódio.

Foi nesse contexto que a frase: “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ – “O Brasil não é um país sério” atribuída a Charles De Gaulle, foi dita ... Fala sério Charles, quem não foi sério neste caso foi a França !
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Como de costume, tu estás desvirtuando a história e floriando demais a coisa, bem como omitindo certos fatos, como também é de costume para em fim querer botar a França no baile, acho que tu deve ter perdido a namorada para algum francês, porque, vira e mexe, a França é o inimigo público número um do Spock. :lol: :lol: :lol:


:lol: :lol: :lol:

Teu comentário é engrasado, mas diz aí o que foi que omiti e desvirtuei ? ... lembrando que o meu texto não se trata de um relatório pormenorizado ... mas, escreve aí o que eu distorci ...

Sds
Spock

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[] Spock

Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Dom Jun 09, 2013 10:45 am 
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Spock escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Spock escreveu:

Foi nesse contexto que a frase: “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ – “O Brasil não é um país sério” atribuída a Charles De Gaulle, foi dita ... Fala sério Charles, quem não foi sério neste caso foi a França ![/b] :mrgreen:

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O negrito é meu,!

Como de costume, tu estás desvirtuando a história e floriando demais a coisa, bem como omitindo certos fatos, como também é de costume para em fim querer botar a França no baile, acho que tu deve ter perdido a namorada para algum francês, porque, vira e mexe, a França é o inimigo público número um do Spock. :lol: :lol: :lol:


:lol: :lol: :lol:

Teu comentário é engrasado, mas diz aí o que foi que omiti e desvirtuei ? ... lembrando que o meu texto não se trata de um relatório pormenorizado ... mas, escreve aí o que eu distorci ...

Sds
Spock


Segundo o Wikipedia:

"Embora a frase "le Brésil, ce n’est pas un pays serieux" ("O Brasil não é um país sério"), seja tradicionalmente atribuída ao então presidente da França, general Charles de Gaulle, neste contexto, na realidade foi pronunciada pelo embaixador brasileiro na França, Carlos Alves de Souza Filho, referindo-se à inabilidade com que o governo brasileiro conduzia este contencioso."

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_da_Lagosta

atenciosamente,

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::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Dom Jun 09, 2013 11:13 am 
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Spock escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Spock escreveu:

Foi nesse contexto que a frase: “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ – “O Brasil não é um país sério” atribuída a Charles De Gaulle, foi dita ... Fala sério Charles, quem não foi sério neste caso foi a França ![/b] :mrgreen:

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:lol: :lol: :lol:

Teu comentário é engrasado, mas diz aí o que foi que omiti e desvirtuei ? ... lembrando que o meu texto não se trata de um relatório pormenorizado ... mas, escreve aí o que eu distorci ...

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Robsonmkt escreveu:
Segundo o Wikipedia:

"Embora a frase "le Brésil, ce n’est pas un pays serieux" ("O Brasil não é um país sério"), seja tradicionalmente atribuída ao então presidente da França, general Charles de Gaulle, neste contexto, na realidade foi pronunciada pelo embaixador brasileiro na França, Carlos Alves de Souza Filho, referindo-se à inabilidade com que o governo brasileiro conduzia este contencioso."

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_da_Lagosta

atenciosamente,


Robson isso é o que menos importa no que eu disse.

Por isso eu disse "Tradicionalmente Atribuída" e fiz uma brincadeira no final ... mas isso não significa quaisquer distorção do que aconteceu DE FATO, que foi a França "ranger os dentes" com sua esquadra e ter que "afinar"

A questão é que se o Brasil "deixa quieto" começa com lagosta, depois resolvem que Fernando de Noronha é "internacional" depois a Amazônia, Maranhão, Pará ... e por aí vai ... e não falo somente de franceses ... se demonstrar fraqueza atrai o predador ...

Abc
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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Qua Dez 25, 2013 6:39 pm 
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Vamos tratar do assunto referente ao fechamento de bases aéreas?

Eu até concordo com o fechamento de algumas no RJ, RS, PE e CE, mas ainda tenho dúvidas quanto a de SC, ainda acredito ser importante para a Patrulha Marítima termos uma base ali, com o P-95 apoiando a navegação marítima.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Qua Dez 25, 2013 6:43 pm 
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Penso exatamente a mesma coisa.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Qua Dez 25, 2013 6:53 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Vamos tratar do assunto referente ao fechamento de bases aéreas?

Eu até concordo com o fechamento de algumas no RJ, RS, PE e CE, mas ainda tenho dúvidas quanto a de SC, ainda acredito ser importante para a Patrulha Marítima termos uma base ali, com o P-95 apoiando a navegação marítima.

Até mais!!! ;)


Eu acho uma pena a possibilidade do fechamento do Campo dos Afonsos, afinal o mesmo é o berço da aviação civil e militar do Brasil, além de sediar o MUSAL. Acho mais jogo reformar o local e aumentar a sua capacidade logística e fechar a Base Aérea do Galeão e ceder o seu espaço para as obras de ampliação do aeroporto internacional.

Mas o Brasil é um país que nunca respeitou a sua própria História, até porque se levarmos em consideração os nossos estudiosos da matéria como Mario Schmidt e Marilena Chaui, que não passam de revisionistas travestidos de historiadores, então não me surpreendo que Afonsos seja fechada e veja sua área revendida para a construção de empreendimentos imobiliários de gosto arquitetônico duvidoso.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Qua Dez 25, 2013 7:02 pm 
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Exato Danzig. Campos dos Afonsos vai acabar se transformando em um gigantesco conjunto habitacional.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Qua Dez 25, 2013 7:11 pm 
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rdx escreveu:
Exato Danzig. Campos dos Afonsos vai acabar se transformando em um gigantesco conjunto habitacional.



Será destinado para o programa minha casa minha vida.................... :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Qua Dez 25, 2013 7:24 pm 
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rdx escreveu:
Exato Danzig. Campos dos Afonsos vai acabar se transformando em um gigantesco conjunto habitacional.


Mais uma Cidade de Deus/Vila Kennedy. Em 50 anos não haverão mais bairros no Rio, apenas comunidades carentes (é preconceito social falar em favelas). Pior de tudo é que a Vila Militar e bairros adjacentes são relativamente ajeitados do subúrbio carioca. :cry: :cry:

Mas o meu maior lamento ainda é o possível fim de um dos primeiros (senão o primeiro) aeródromo brasileiro.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Qua Dez 25, 2013 9:23 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Vamos tratar do assunto referente ao fechamento de bases aéreas?

Eu até concordo com o fechamento de algumas no RJ, RS, PE e CE, mas ainda tenho dúvidas quanto a de SC, ainda acredito ser importante para a Patrulha Marítima termos uma base ali, com o P-95 apoiando a navegação marítima.

Até mais!!! ;)


BAFL tem a sua importância, e concordo nesse aspecto.


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Seg Nov 17, 2014 3:06 pm 
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Quando a gente pensa que querem avançar numa reorganização, ai resolvem aparecer com mais esta.

http://www.aereo.jor.br/2014/11/17/reat ... de-santos/


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Seg Nov 17, 2014 4:02 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Quando a gente pensa que querem avançar numa reorganização, ai resolvem aparecer com mais esta.

http://www.aereo.jor.br/2014/11/17/reat ... de-santos/


Desculpem a ignorância mas com a reativação significa que obrigatoriamente deve haver a transferência de algum esquadrão operacional para BAST?


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 Título: Re: REORGANIZAÇÃO DA FAB
MensagemEnviado: Seg Nov 17, 2014 4:12 pm 
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Rapha de Paula escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Quando a gente pensa que querem avançar numa reorganização, ai resolvem aparecer com mais esta.

http://www.aereo.jor.br/2014/11/17/reat ... de-santos/


Desculpem a ignorância mas com a reativação significa que obrigatoriamente deve haver a transferência de algum esquadrão operacional para BAST?

Teoricamente sim, uma Base Aérea existe para apoiar pelo menos um Esq.

Na pratica pode levar um tempo, eu trabalhei na BAPV quando não tinha Esq. de voo ainda. Criaram provisoriamente uma Esquadrilha do 7º ETA nela para voar com dois C-95.

O mesmo foi feito para a BABV. Depois de anos é que criaram os Esq do 3º Grupo com AT-27 e depois A-29.


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