Forum Base Militar Web Magazine

Bem-vindo: Sex Nov 22, 2019 5:41 am

Todos os horários são




Criar novo tópico Responder  [ Array ]  Ir para página Anterior  1 ... 20, 21, 22, 23, 24
Autor Mensagem
 Título: Re: MÍSSEIS de Nossos Vetores
MensagemEnviado: Qui Fev 19, 2015 1:10 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Dom Jun 14, 2009 11:59 pm
Mensagens: 5835
Armas lançado do ar
A-Darter programa se aproxima da conclusão

Helmoed-Römer Heitman, Pretoria - da IHS Jane Defence Weekly
16 de fevereiro de 2015

Imagem
O A-Darter está a ser comercializado como um míssil excepcionalmente ágil de quinta geração. Fonte: Denel Dynamics
Denel Dynamics está perto de completar o desenvolvimento do seu A-Darter de curto alcance de mísseis ar-ar, a empresa sul-Africano anunciou.

O míssil está na fase final de testes de queima lançados do ar guiados de avaliação, que viram dois mísseis sendo lançados a partir de um Saab JAS 39 Gripen, no final de 2014 contra Skua alvos de alta velocidade para confirmar a orientação, controle e free- desempenho buscador de voo, incluindo um compromisso de lock-on-pós-lançamento. Estas demissões demonstrou maior desempenho de alta-G do que o exigido pela especificação, disse a empresa.

Mais dois disparos de mísseis estão previstas para o primeiro semestre deste ano para concluir o processo de teste.

A próxima fase do programa de desenvolvimento será de qualificação formal, que será celebrado com uma série de disparos guiadas envolvendo tanto as forças aéreas brasileiras Sul-Africano e de confirmar a aceitação performance.

Enquanto isso, Denel está se preparando para industrializar o A-Darter e está negociando um contrato de produção para a Força Aérea Sul-Africano (SAAF) com a agência de aquisição de armas do país, Armscor. Denel espera receber no contrato durante o primeiro trimestre deste ano.

Denel também está em discussões com o Brasil - que se associou a Denel no desenvolvimento A-Darter - para começar a industrialização no país.

A decisão do Brasil para adquirir o Gripen E / F como seu lutador futuro, em certa medida, simplificar a sua integração A-Darter como o SAAF já passou por este processo com os seus Gripens mais velhos. Denel também está começando o trabalho com a BAE Systems sobre a integração do A-Darter com Falcão Mk 120 aeronaves da SAAF.

O A-Darter é um míssil moderno 'body-lift' com controle de impulso do vector que lhe dá um ângulo muito elevado de ataque. Ele usa um multi-elemento de imagem buscador infravermelho com um campo de visão de 180 °, e processamento digital, com base na mais recente hardware e software disponíveis. Seu motor de foguete tem uma assinatura lançamento baixo, tornando-o mais difícil de detectar por sistemas de contramedidas.

Quer ler mais? Para a análise sobre esse artigo e acesso a todos os nossos conteúdos insight, por favor, informe sobre as nossas opções de inscrição ihs.com/contact

Imagem
Uma imagem de um dos ensaios mostra um A-Darter envolver um alvo Skua. O alvo está dentro de envelope letal do A-Darter e teria sido atingido se o míssil foi transportar uma ogiva ao vivo. (Denel Dynamics)
http://www.janes.com/article/49007/a-da ... completion

_________________
[] Spock

Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


Voltar ao topo
 
 Título: Re: MÍSSEIS de Nossos Vetores
MensagemEnviado: Sex Abr 01, 2016 7:54 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Nov 29, 2007 9:11 pm
Mensagens: 9903
Localização: Caxias do Sul - RS
Possivelmente, ao contrário (180 graus), da matéria acima postada.

Mais um investimento que a camarilha governamental phodeu !!!

Citação:
A-DARTER

As questões financeiras também afetaram o A-DARTER, míssil ar-ar guiado por capacete e desenvolvido entre a Mectron e a DENEL, missile house sul-africana. “Há uma incógnita na questão da continuidade do projeto, uma vez que os investimentos não tiveram continuidade”, disse uma fonte da empresa associada.

Defesanet conseguiu uma informação exclusiva que confirma a apresentação de produtos concorrentes ao A-DARTER à Força Aérea Brasileira e ao Exército Brasileiro, como o IRIS-T e IRIS-T SL, fabricado pela Diehl alemã, e o CAAMS da BAE System/MBDA. O produto germânico será integrado pela SAAB no programa F-39 Gripen E/F, contratado pelo Comando da Aeronáutica.

Wagner confirma o corte dos investimentos e confirma que ainda não houve uma definição sobre o programa. “Seria ótimo se soubéssemos o futuro de alguns projetos que temos com a Força Aérea, nos quais já forma investidos mais de US$ 300 milhões de recursos dos contribuintes brasileiros”, destacou.
-----------------------------------------------------

Fonte: http://www.defesanet.com.br/fidae/notic ... programas/


Sds.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: MÍSSEIS de Nossos Vetores
MensagemEnviado: Sex Abr 01, 2016 8:05 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Seria muita burrice se a FAB e o EB resolvessem bancar a compra no estrangeiro, ao invés de optar por dar continuidade ao projeto. Há uma total falta de coerência se algo do tipo acontecer, por maior que seja a irresponsabilidade da atual gestão do GF, MD/FAB/EB também fazem parte do mesmo governo, depois de gastar o que já foi gasto, é burrice o investimento/aquisição de um produto similar estrangeiro.

É o que penso.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: MÍSSEIS de Nossos Vetores
MensagemEnviado: Qua Abr 06, 2016 8:09 am 
Offline
Avançado
Avançado
 Perfil

Registrado em: Sex Fev 13, 2009 1:24 pm
Mensagens: 654
Wellington Góes escreveu:
Seria muita burrice se a FAB e o EB resolvessem bancar a compra no estrangeiro, ao invés de optar por dar continuidade ao projeto. Há uma total falta de coerência se algo do tipo acontecer, por maior que seja a irresponsabilidade da atual gestão do GF, MD/FAB/EB também fazem parte do mesmo governo, depois de gastar o que já foi gasto, é burrice o investimento/aquisição de um produto similar estrangeiro.

É o que penso.


Isso apenas seguiria nossa tradição de voos de galinha. Lamentavelmente. Para mim não seria surpresa nenhuma.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: MÍSSEIS de Nossos Vetores
MensagemEnviado: Qui Abr 07, 2016 12:34 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Sex Mai 08, 2009 7:24 pm
Mensagens: 874
Wellington Góes escreveu:
Seria muita burrice se a FAB e o EB resolvessem bancar a compra no estrangeiro, ao invés de optar por dar continuidade ao projeto. Há uma total falta de coerência se algo do tipo acontecer, por maior que seja a irresponsabilidade da atual gestão do GF, MD/FAB/EB também fazem parte do mesmo governo, depois de gastar o que já foi gasto, é burrice o investimento/aquisição de um produto similar estrangeiro.

É o que penso.


Discordo que FAB e EB façam parte do governo... pois estão subordinados ao MD e não são resultado de cargos eletivos ou comissionados.

O máximo de autonomia que podem ter (neste caso específico) é como órgãos sugestivos e consultivos.... o poder de decisão sobre investimentos e contingenciamentos não cabe à eles.

Se a Mônica surta e corta investimentos de todos os lados (saúde e educação sofreram um contingenciamento monstruoso recentemente) para financiar a aquisição de parlamentares, não cabe à FAB e EB dizer "não, não aceito!".... acata-se e pronto.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: MÍSSEIS de Nossos Vetores
MensagemEnviado: Qui Abr 07, 2016 2:53 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Governo leia-se executivo federal e, mesmo eles não podendo definir quanto cortar, ou poder de influenciar outros cortes em outras pastas, eles têm autonomia para definir nas suas em que e como investir o seu orçamento (ou pelo menos boa parte dele, como investimentos e gastos com custeio). O MD, ou mesmo a Presidência da República, não vão definir por si próprios (o MD até poderia, se resolvesse assumir suas responsabilidades de fato e de direito), mesmo tendo este poder constitucional, seria muita ingerência em assuntos técnicos, sem o devido conhecimento (especialmente a Presidência da República).
É o que penso.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: MÍSSEIS de Nossos Vetores
MensagemEnviado: Qui Abr 07, 2016 11:05 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Sex Mai 08, 2009 7:24 pm
Mensagens: 874
Wellington Góes escreveu:
Governo leia-se executivo federal e, mesmo eles não podendo definir quanto cortar, ou poder de influenciar outros cortes em outras pastas, eles têm autonomia para definir nas suas em que e como investir o seu orçamento (ou pelo menos boa parte dele, como investimentos e gastos com custeio). O MD, ou mesmo a Presidência da República, não vão definir por si próprios (o MD até poderia, se resolvesse assumir suas responsabilidades de fato e de direito), mesmo tendo este poder constitucional, seria muita ingerência em assuntos técnicos, sem o devido conhecimento (especialmente a Presidência da República).
É o que penso.


Ok, imagina que eles (FAB e EB) definam onde investir.... Recebem o sinal verde e firmam parceria com alguma empresa sulafricana, por exemplo, aí chega a hora de desembolsar mais dinheiro, conforme determinado cronograma e ouvem que a torneira fechou, que não receberão mais nenhum centavo para investimento... O que eles podem fazer?

No máximo buscar substitutos de prateleira para atender às necessidades que seriam supridas pelo projeto abortado.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: MÍSSEIS de Nossos Vetores
MensagemEnviado: Sex Abr 08, 2016 12:23 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Mas se a torneira fechou, de onde vai sair o dinheiro para comprar outro de prateleira?!?! Ora, se falta dinheiro para investir no desenvolvimento, não falta para compras de prateleira?!?! Este dinheiro sai de um orçamento só, o das FFAA, mais precisamente das rubricas de investimento e quem defini em quê investir são as próprias FFAA.

No mais, o projeto não foi abortado, o que está faltando é dinheiro para finaliá-lo. Mas eu tenho uma idéia de porque isto acontece. Estas empresas estrangeiras, que vendem por aqui, estão repletas de oficiais R1 (recém entrados na reserva) e que ganham substâncias e pompudas comissões por estas vendas diretas (as vezes dívidas com os subalternos que ficaram nas forças). Se as aquisições são feitas por empresas nacionais, estas comissões não existem, como estas vendas não são feitas por licitação, não há concorrência. Aliás, uma pergunta, porque temos que bancar (são US$ 245 milhões de dólares), para integrar o IRS-T (concorrente direto do A-Darter) e as bombas planadoras da Rafael (Spice) se não temos nenhum destes armamentos no inventário brasileiro (outros ficaram de fora, como o Derby e Python IV e V, mas como já os temos em estoque, não haverá comissões a mais)?! Enquanto isto muitos dos armamentos nacionais em desenvolvimento carecem de continuidade no fluxo orçamentário.


Voltar ao topo
 
Exibir mensagens anteriores:  Ordenar por  
Criar novo tópico Responder  [ Array ]  Ir para página Anterior  1 ... 20, 21, 22, 23, 24

Todos os horários são


Quem está online

Array


Enviar mensagens: Proibido
Responder mensagens: Proibido
Editar mensagens: Proibido
Excluir mensagens: Proibido
Enviar anexos: Proibido

Ir para:  
cron
Powered by phpBB © 2000, 2002, 2005, 2007 phpBB Group  
Design By Poker Bandits  
Traduzido por: Suporte phpBB Brasil