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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Ter Fev 24, 2015 11:35 pm 
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Baschera escreveu:
Wellington Góes escreveu:
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Ué, mas não estavam só duas ou três aeronaves em condições de vôo?! Nem 07 de setembro é, eu pensava que só em dias especiais que aeronaves russas voavam. :mrgreen:

Ah tá, é propaganda! :lol:

Modo Irônico OFF

Até mais!!! ;)


Faça as contas. Não dá para ver a numeração de série... mas das oito..três são as que recentemente chegaram.

Antes destas três ultimas unidades... haviam nove. E destas nove cinco estão ou compõem a foto.

Sds.

Mas cinco aeronaves de nove em prontidão, é um número maior do que três de nove não é verdade?! No mais, com apenas 12 aeronaves no inventário, com o passar do tempo, não é preciso ter muito mais do que a metade delas em condição de voo sempre. Pelo menos não em tempos de paz, ou apenas patrulhamento aéreo.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Qua Fev 25, 2015 2:52 pm 
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Wellington Góes escreveu:
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Wellington Góes escreveu:
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Ué, mas não estavam só duas ou três aeronaves em condições de vôo?! Nem 07 de setembro é, eu pensava que só em dias especiais que aeronaves russas voavam. :mrgreen:

Ah tá, é propaganda! :lol:

Modo Irônico OFF

Até mais!!! ;)


Faça as contas. Não dá para ver a numeração de série... mas das oito..três são as que recentemente chegaram.

Antes destas três ultimas unidades... haviam nove. E destas nove cinco estão ou compõem a foto.

Sds.

Mas cinco aeronaves de nove em prontidão, é um número maior do que três de nove não é verdade?! No mais, com apenas 12 aeronaves no inventário, com o passar do tempo, não é preciso ter muito mais do que a metade delas em condição de voo sempre. Pelo menos não em tempos de paz, ou apenas patrulhamento aéreo.

Até mais!!! ;)


Vamos ver conforme as células vão chegando a casa das 2 mil horas de voo.... como estará a disponibilidade.

Mas há dois fatores primordiais nisto: A nossa disponibilidade financeira e o tempo de resposta dos russos aos pedidos de reposição.....

Sds.


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Qua Fev 25, 2015 11:25 pm 
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Sem crítica ou desconfiança em relação à FAB ou à origem russa do helicóptero, essas fotos para mim não provam nada quanto a disponibilidade.
Já participei de vôo com 8 Lynx, onde 4 decolaram de navios, nos quais operavam havia um mês, e outros 4 de São Pedro. Dos 4 que vinham dos navios, 2 estavam vencendo inspeções de 400 horas, para as quais sabíamos não haver dinheiro disponível. Dos 4 de São Pedro, 3 não tinham radar e um deles tinha limitação de velocidade. Portanto a disponibilidade real, naquele momento, era de apenas 3 aeronaves. Com mais 2 a serem disponibilizados quando os radares fossem trocados de uma aeronave para outra. Isso ocorreu há mais de 10 anos.
Não faço ideia se o caso da FAB se assemelha, mas eu não me deixo levar por essas demonstrações.


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Qui Fev 26, 2015 1:39 am 
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Terminada esta compra do AH-2 Sabre relembro que as 12 aeronaves adquiridas foram todas alocadas em Porto Velho com a transferência do Esquadrão Poti de Recife e a troca da sua aeronave orgânica do Fennec para o Mil-Mi-35 Hind.
Em realidade esta aeronave é o par tático do Super Tucano dentro do SIVAM e é responsável pela interceptação e intervenção terrestre dos veículos abatidos ou que tentem pousar para se evadir do Super Tucano. A terceira aeronave que forma este tripé do SiVAM não fica na Amazônia mas também é vinculada ao SIVAM que são os E-99 do esquadrão 2°/6° GAV Guardião em Anápolis.

Embora muitos comentadores estejam dando como finalizada a história com a entrega da 12ª unidade contratada, faço aqui a mesma consideração que fiz em outro site.

Com o início da fase inicial de implantação do SISFRONT na fronteira oeste em MT/MS, em breve o Ministério da Defesa e os Comandos do Exército e da Aeronáutica devem ser obrigados a tomar uma crucial decisão na modelagem final do sistema SISFRONT que envolve diretamente esta santíssima trindade do SIVAM (AH-2 /Super Tucano e E-99) e impactará fortemente as próximas duas décadas.

A gênese e a raiz metodológica do sistema SISFRONT está no conceito de extensão do modelo de proteção amazônica do SIVAM para toda a fronteira terrestre Brasileira.
Embora a modelagem do SISFRONT (a cargo do Comando do Exército) inclua elementos modernizados que não existem no SIVAM como uso de drones, radares de fronteira e mais a frente de vigilância por satélite; de qualquer modo terá que ser decidido no nível de alta estratégia se as demais áreas de nossa fronteira terrestre, fora do SIVAM, deverão ser mobiliadas com recursos adicionais de Super Tucano, AH-2 e E-99 para expansão do cumprimento de vigilância aérea sobre a fronteira terrestre ( a cargo subsidiário do Comando da Aeronáutica) de modo similar ao SIVAM na Amazônia Ocidental.

Sob a hipótese de que se entenda que o sim haverá esta expansão, no mínimo deveriam ser criados mais dois esquadrões de AH-2 em Campo Grande e em Santa Maria*** para atender respectivamente a fronteira Centro-Oeste e Sul. Se fomos mais rigorosos ainda um quarto esquadrão seria necessário em Manaus-AM ou Bélem-PA para atendimento do Extremo Norte (Roraima, Amazõnia Oriental e Amapá) onde a atuação do Poti é muito precária e a atuação dos 6 F-5 alocados em Manaus é inadequada e insuficiente ao mesmo tempo. Pequeno número de aeronaves e inadequada para interceptação de trafego leve a hélice. Cabe ressaltar que esta área está intensamente aberta e já começa a aparecer alguns caso de tráfego de ilícitos com jatos executivos para o qual o Super Tucano não é mais adequado e a chegada dos Gripens na Amazônia estão distantes 15/20 anos. Não é fora de propósito que até lá a FAB tenha que desenvolver um interceptor policial se o uso de E-Jets aumentar desenvolvendo um Super Phenom com propulsão especial e armado de metralhadora e foguetes guiados ou pequeno míssil para combater fogo com fogo enquanto não dispor de caças militares de verdade.

*** Em Santa Maria além das funções SISFRONT as aeronaves da FAB ali alocadas deverão costumeiramente fazer treinamentos conjuntos com as amplas forças blindadas do EB na área, de modo que o EB possa usufruir e treinar com o AH-2 sem que uma aquisição pelo EB venha a ameaçar a aquisição de um helicóptero de ataque puro que é o desejo prioritário da AVEx.

No desenvolvimento do SISFRONT deverá ser ainda considerado a entrada iminente em serviço da aeronave KC-390 que tem no seu requisito operacional sido constantemente destacada a missão REVO com helicópteros, que ao meu juízo tem como alvo primário e prioritário o AH-2 Sabre que tem sonda para REVO e pela sua característica específica de ser uma aeronave de asa rotativa capaz de manter alta velocidade ser o helicóptero que daria menos problema para REVO para o KC-390 por baixa velocidade do abastecido.

Ainda sobre a maior disponibilidade de REVO tático na FAB com a entrada em Serviço de 30 unidades do KC-390 (28+ 2 protótipos) a FAB deveria SERIAMENTE considerar incluir na modernização dos E-99 a instalação da sonda REVO (desenvolvida para a plataforma AEW&C EMB-145 I destinada a Índia) para possibilitar que os nossos E-99 possam também se beneficiar da entrada em serviço do KC-390.

Embora não tem lido isto em lugar algum, CREIO que mesmo o Super Tucano possa ser incluído na "onda REVO" do KC-390 que varrerá a FAB pois não é impossível se projetar uma sonda de reabastecimento de ponta de asa para o Turbo Hélice que pelo óbvio impedimento do seu hélice propulsor não pode operar uma sonda tradicional de fuselagem.

Mesmo sem entrar no mérito da conveniência ou não de se expandir mais 4 esquadrões adicionais de 8 ou 12 AH-2 em Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo para uma cobertura nacional incluindo novas missões de Defesa Civil, força de intervenção aerotransportada para crises com tropas especiais (infantaria aeronáutica/polícia federal/fuzileiros navais/tropas especiais EB selva e caatinga), distúrbios civis, revolta em presídios, tráfico de drogas, sequestro e pirataria no litoral e intervenção em plataformas e instalações petrolíferas que PODERIAM também ser alocadas ao AH-2.

Finalizando, mesmo com uma decisão mínima de apenas mais dois esquadrões no SISFRONT de 12 aeronaves em Campo Grande e Santa Maria, qualquer expansão da frota de AH-2 na FAB impactará de IMEDIATO as negociação em curso com o governo russo de implantação de uma unidade de produção de helicópteros fazendo que o AH-2 seja um modelo a ser construído no Brasil.

Imagino com 8 esquadrões teríamos entre 80 a 96 aeronaves AH-2 em operação (todos os 8 esquadrões de 12 aeronaves ou os 4 esquadrões não SISFRONT com 8 aeronaves).

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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Qui Fev 26, 2015 8:13 am 
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Gilberto Rezende escreveu:
Terminada esta compra do AH-2 Sabre relembro que as 12 aeronaves adquiridas foram todas alocadas em Porto Velho com a transferência do Esquadrão Poti de Recife e a troca da sua aeronave orgânica do Fennec para o Mil-Mi-35 Hind.
Em realidade esta aeronave é o par tático do Super Tucano dentro do SIVAM e é responsável pela interceptação e intervenção terrestre dos veículos abatidos ou que tentem pousar para se evadir do Super Tucano. A terceira aeronave que forma este tripé do SiVAM não fica na Amazônia mas também é vinculada ao SIVAM que são os E-99 do esquadrão Guardião em Brasília.

Embora muitos comentadores estejam dando como finalizada a história com a entrega da 12ª unidade contratada, faço aqui a mesma consideração que fiz em outro site.

Com o início da fase inicial de implantação do SISFRONT na fronteira oeste em MT/MS, em breve o Ministério da Defesa e os Comandos do Exército e da Aeronáutica devem ser obrigados a tomar uma crucial decisão na modelagem final do sistema SISFRONT que envolve diretamente esta santíssima trindade do SIVAM (AH-2 /Super Tucano e E-99) e impactará fortemente as próximas duas décadas.

A gênese e a raiz metodológica do sistema SISFRONT está no conceito de extensão do modelo de proteção amazônica do SIVAM para toda a fronteira terrestre Brasileira.
Embora a modelagem do SISFRONT (a cargo do Comando do Exército) inclua elementos modernizados que não existem no SIVAM como uso de drones, radares de fronteira e mais a frente de vigilância por satélite; de qualquer modo terá que ser decidido no nível de alta estratégia se as demais áreas de nossa fronteira terrestre, fora do SIVAM, deverão ser mobiliadas com recursos adicionais de Super Tucano, AH-2 e E-99 para expansão do cumprimento de vigilância aérea sobre a fronteira terrestre ( a cargo subsidiário do Comando da Aeronáutica) de modo similar ao SIVAM na Amazônia Ocidental.

Sob a hipótese de que se entenda que o sim haverá esta expansão, no mínimo deveriam ser criados mais dois esquadrões de AH-2 em Campo Grande e em Santa Maria*** para atender respectivamente a fronteira Centro-Oeste e Sul. Se fomos mais rigorosos ainda um quarto esquadrão seria necessário em Manaus-AM ou Bélem-PA para atendimento do Extremo Norte (Roraima, Amazõnia Oriental e Amapá) onde a atuação do Poti é muito precária e a atuação dos 6 F-5 alocados em Manaus é inadequada e insuficiente ao mesmo tempo. Pequeno número de aeronaves e inadequada para interceptação de trafego leve a hélice. Cabe ressaltar que esta área está intensamente aberta e já começa a aparecer alguns caso de tráfego de ilícitos com jatos executivos para o qual o Super Tucano não é mais adequado e a chegada dos Gripens na Amazônia estão distantes 15/20 anos. Não é fora de propósito que até lá a FAB tenha que desenvolver um interceptor policial se o uso de E-Jets aumentar desenvolvendo um Super Phenom com propulsão especial e armado de metralhadora e foguetes guiados ou pequeno míssil para combater fogo com fogo enquanto não dispor de caças militares de verdade.

*** Em Santa Maria além das funções SISFRONT as aeronaves da FAB ali alocadas deverão costumeiramente fazer treinamentos conjuntos com as amplas forças blindadas do EB na área, de modo que o EB possa usufruir e treinar com o AH-2 sem que uma aquisição pelo EB venha a ameaçar a aquisição de um helicóptero de ataque puro que é o desejo prioritário da AVEx.

No desenvolvimento do SISFRONT deverá ser ainda considerado a entrada iminente em serviço da aeronave KC-390 que tem no seu requisito operacional sido constantemente destacada a missão REVO com helicópteros, que ao meu juízo tem como alvo primário e prioritário o AH-2 Sabre que tem sonda para REVO e pela sua característica específica de ser uma aeronave de asa rotativa capaz de manter alta velocidade ser o helicóptero que daria menos problema para REVO para o KC-390 por baixa velocidade do abastecido.

Ainda sobre a maior disponibilidade de REVO tático na FAB com a entrada em Serviço de 30 unidades do KC-390 (28+ 2 protótipos) a FAB deveria SERIAMENTE considerar incluir na modernização dos E-99 a instalação da sonda REVO (desenvolvida para a plataforma AEW&C EMB-145 I destinada a Índia) para possibilitar que os nossos E-99 possam também se beneficiar da entrada em serviço do KC-390.

Embora não tem lido isto em lugar algum, CREIO que mesmo o Super Tucano possa ser incluído na "onda REVO" do KC-390 que varrerá a FAB pois não é impossível se projetar uma sonda de reabastecimento de ponta de asa para o Turbo Hélice que pelo óbvio impedimento do seu hélice propulsor não pode operar uma sonda tradicional de fuselagem.

Mesmo sem entrar no mérito da conveniência ou não de se expandir mais 4 esquadrões adicionais de 8 ou 12 AH-2 em Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo para uma cobertura nacional incluindo novas missões de Defesa Civil, força de intervenção aerotransportada para crises com tropas especiais (infantaria aeronáutica/polícia federal/fuzileiros navais/tropas especiais EB selva e caatinga), distúrbios civis, revolta em presídios, tráfico de drogas, sequestro e pirataria no litoral e intervenção em plataformas e instalações petrolíferas que PODERIAM também ser alocadas ao AH-2.

Finalizando, mesmo com uma decisão mínima de apenas mais dois esquadrões no SISFRONT de 12 aeronaves em Campo Grande e Santa Maria, qualquer expansão da frota de AH-2 na FAB impactará de IMEDIATO as negociação em curso com o governo russo de implantação de uma unidade de produção de helicópteros fazendo que o AH-2 seja um modelo a ser construído no Brasil.

Imagino com 8 esquadrões teríamos entre 80 a 96 aeronaves AH-2 em operação (todos os 8 esquadrões de 12 aeronaves ou os 4 esquadrões não SISFRONT com 8 aeronaves).



Só uma observação, os E-99 do 2°/6° GAV guardião não fica em Brasília e sim em Anápolis.

http://www.fab.mil.br/organizacoes/most ... %87%C3%83O

Abraços


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Qui Fev 26, 2015 8:53 am 
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X2 corrigido Anápolis...

Aliás li umas reportagens no blog indiano Livefist que eles estão muito entusiasmados com a plataforma EMB-145 I AEW&C inclusive já estão prevendo sua entrada operacional já ao final deste ano.
O mais interessante para a Embraer e o Brasil é que a Indonésia cogita em comprar o hardware indiano inclusive com a cogitação de que a terceira plataforma ainda não entregue pela Embraer seja desviada para a Indonésia.
Outra cogitação no site (que está em plena efervescência pelo transcurso da AeroIndia 2015 que equivale a época das notícias da nossa LAAD) que os brimos Jacó da tribo de Israel estão propondo parceria com os indianos para levar seu conhecimento e incrementar ainda mais as capacidades eletrônicas do hardware indiano o que pode levar o Brasil a participar deste projeto além de fornecedor de plataforma.
Só com o hardware indiano, com a modernização dos E-99 com hardware sueco já em andamento e a nova situação dos E-99 para exportação que mudou com a vitória da SAAB no F-X2 eu achava que o envolvimento com o projeto indiano tendia a se limitar ao fornecimento de plataformas. Se os israelenses entrarem na parada para uma versão ainda mais parruda do projeto indiano pode ser que a Embraer/FAB se anime de novo a considerar a ideia de ser usuário deste projeto....
Na expansão do SISFRONT...

No mínimo há uma expectativa clara pelo lado lado indiano que este projeto até então marginal do esforço em Vigilância eletrônica sobre o Oceano Índico tome outro vulto pelo atraso nos projetos AWACS indianos. Que deverá gerar novas encomendas de plataformas EMB-145 para o programa Indiano. E que o fato da plataforma brasileira contar com a possibilidade de ampliar sua utilização pelo REVO.

Outra notícia correlata é que está havendo uma forte turbulência no Programa Hindu-Russo MTA (concorrente direto do KC-390) e observei que o blogger comentou que o espaço do projeto na mostra AeroÍndia mostrava a perda de espaço do projeto nas prioridades gerais militares da Índia, seu artigo fala em momento de vida ou morte do projeto. Como mesmo alguns comentadores indianos já apontavam as similaridades de especificação deste projeto binacional com o KC-390 brasileiro eu comentei lá que se a Índia decidir expandir a frota de EMB-145 I AEW&C para 8 ou 12 aeronaves seria útil a Índia adquirir umas 4 unidades de KC-390 para atender um suporte de JET REVO exclusivo para esta frota de AEW&C baseada na plataforma Embraer que com a soma dos KC-390 poderia prover uma ampla e PERMANENTE cobertura eletrônica numa vasta área do Oceano Índico com estas duas unidades a JATO trabalhando em parceria tático-estratégica.

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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Qui Fev 26, 2015 11:45 am 
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Gilberto, como assim o AH-2 ter capacidade REVO? Desculpe amigo, mas também porque espalhar o AH-2 pelo país, afora às regiões de fronteira, pra que manter esquadrões em aéreas sem problemas com aeronaves estrangeiras?

Quanto ao projeto russo-indiano, esqueça, eles estão fechados com os russos e precisam se desvincular dos fornecedores ucranianos. Para russos e indianos desistirem do seu projeto em pró do KC-390, seria preciso muitas coisas como a compra pelo Brasil de mais aeronaves russas e indianas (terias coragem de comprar alguma aeronave de origem indiana? Eu não), bem como a substituição (no caso russo) de diversos equipamentos de origem estadunidese e britânica que estão presentes na aeronave brasileira.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Qui Fev 26, 2015 3:08 pm 
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Wellington leia o site Livefistdefense o título é "Life Or Death For Indo-Russian Multirole Transport Aircraft" nesta segunda-feira.

Realmente toda vez que se mostra imagens de concepção artística de como será o reabastecimento de helicóptero pelo KC-390 tanto nos vídeos da Embraer como nos da Cobham o heli retratado é sempre o UH-60 Blackhawk.

Como todos os nossos UH-60 são da versão L, em tese, todos poderão receber a sonda REVO, segundo a WIKIPÉDIA em inglês do UH-60 uma encomenda entre as iniciais foi de 6 unidades encomendadas pelo Brasil eram da configuração para operações especiais e vieram equipados com a sonda mas só o Comando da Aeronáutica poderá informar quantos conjuntos dispõe e se tenciona adquirir o equipamento para as unidades que não a possuam atualmente. MAS como foi a FAB que especificou através da COPAC que o KC-390 terá esta capacidade EU CREIO que seria o cúmulo da incongruência que não se adquira sondas REVO para todos os UH-60 e EC-725 e que o Comando da Força esteja elaborando um programa para decidir quais aeronaves que não tem o recurso REVO e que deverão recebê-lo visando a entrada de serviço do KC-390...

Os AH-2 realmente não tem sonda pelo seu fabricante mas como são de altíssima velocidade poderiam, em tese, facilitar o REVO com o KC-390 pois podem acompanhar mais rápido. E mesmo suas atribuições de missões atuais, a partir de Porto Velho, no SIVAM deixam a fronteira norte mal atendida por sua limitação de alcance que a capacidade de REVO melhoraria bastante o que torna o modelo um alvo meio óbvio para um futuro programa de desenvolvimento de REVO.

Quanto aos 4 esquadrões adicionais do AH-2 foi para responder a um colega de Recife que queria um esquadrão Poti de volta e eu argumentei que isto somente seria possível se o MdD do B alocasse outras missões para este modelo de aeronave que justificasse as novas instalações em Recife/Natal e mais Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo dando uma "cobertura nacional" de Sabres.
Em tese imagino que isso PODERIA acontecer se o Sabre fosse integrado no sistema de defesa civil ou de força de intervenção de forças especiais (inclusive elementos especiais de outras forças e policiais) ou de uso em distúrbios graves civis com armamento não letal e emissores sônicos ou ainda no combate de tráfico de drogas, sequestro e pirataria no mar e em instalações marítimas e petrolíferas.

Se esquadrões de 12 aeronaves teríamos cobertura nacional e uma frota total com os 4 esquadrões SISFRONT (Santa Maria, Campo Grande, Porto Velho e mais um em Manaus ou Belém) de 96 aeronaves AH-2.

Caso se decida que estes 4 esquadrões fiquem com só 8 aeronaves a frota total se reduziria para 80 aeronaves...

Daí decorreu uma nova variante de outra elucubração minha:
Existem gestões junto ao governo brasileiro de se montar uma fábrica de helis Russos no Brasil, SE fosse decidida um ampliação do uso do AH-2 no SISFRONT ou ainda mais dar cobertura nacional pelo AH-2 este modelo passaria necessariamente a ser visado para produção nesta planta Russo-Brasileira com uma larga produção prevista para até 15 anos ou mais.
(uma Helibrás Russa ? ia ter neguinho fanboy yankee infartando)

A outra ?

Que se o EB realmente quer operar o Chinook mas não quer cessão de heli velho e surrado do US Army o EB deveria largar de mão da Boeing e negociar acesso a versão inglesa do Chinook produzida pela Augusta Westland...
Que também quer instalar fábrica de helicópteros no Brasil.... :mrgreen:

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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Sex Fev 27, 2015 12:08 am 
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Sobre os E-99 citados... a modernização dos mesmos esta parada.

Vamos aguardar para ver se o CMA consegue alocar as verbas necessárias para pelo menos seja realizada a modernização de uma célula por ano.... e olhe lá !!

Sds.


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Sex Fev 27, 2015 4:14 pm 
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Bachera acho que a situação dos E-99 se ajeita logo uma vez que com a SAAB como vencedora do FX-2 eles são interlocutores privilegiados...

Embora exista uma REMOTA possibilidade do programa E-99 venha a ter um concorrente sério na eventualidade de que saia o acordo da Índia com Israel para uma versão do EMB-145 I AEW&C para desenvolvimento do hardware Indiano com ajuda tecnológica Israelense.

O que mais me angustia é que ninguém na FAB confirma ou nega se é possível ou não dotar as unidades modernizadas do E-99 da mesma solução de probe REVO nos EMB-145 destinados ao projeto Indiano.

Seria muito importante este acréscimo aos E-99 (e talvez aos R-99 Multi Intel) pela iminente entrada em serviço dos KC-390.

Seria incongruente e incompreensível se o recurso não for adicionado a estas e outras aeronaves (como o UH-60, EC-725 e AH-2) se a COPAC especificou o KC-390 para tornar o REVO uma atividade ampla e difundida na FAB. Até seria cabível uma sonda de ponta de asa para o Super Tucano na minha opinião....

E meu a "crise econômica" não é eterna (muito menos real) e estamos falando aqui das próximas DUAS DÉCADAS pare por favor de ver tanta notícia da Rede Globo e dos esgotos paulistas (Estado, Folha, Band e Veja-Abril) e acreditar que o Brasil está acabando por causa do PT.
USE o seu cérebro.... Pleeeese....

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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Sáb Fev 28, 2015 11:59 pm 
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Não, Gilberto, a crise não é real?!?!?!?!?.....e tu ainda pede para os OUTROS usarem o cérebro? Tua defesa petista chega a ser irresponsável....além de fora da realidade! Tu não vais ao supermercado? Não abasteces o carro? Pagas conta de energia elétrica?....Pelo amor de Deus!!!!!


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Dom Mar 01, 2015 7:18 pm 
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E dinheiro para isso tudo sai da onde Gilbert?? Só para te lembrar não teremos dinheiro nos próximos 4 ou cinco anos.


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Dom Mar 01, 2015 8:28 pm 
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Gilberto Rezende escreveu:
Bachera acho que a situação dos E-99 se ajeita logo uma vez que com a SAAB como vencedora do FX-2 eles são interlocutores privilegiados...

Embora exista uma REMOTA possibilidade do programa E-99 venha a ter um concorrente sério na eventualidade de que saia o acordo da Índia com Israel para uma versão do EMB-145 I AEW&C para desenvolvimento do hardware Indiano com ajuda tecnológica Israelense.

O que mais me angustia é que ninguém na FAB confirma ou nega se é possível ou não dotar as unidades modernizadas do E-99 da mesma solução de probe REVO nos EMB-145 destinados ao projeto Indiano.

Seria muito importante este acréscimo aos E-99 (e talvez aos R-99 Multi Intel) pela iminente entrada em serviço dos KC-390.

Seria incongruente e incompreensível se o recurso não for adicionado a estas e outras aeronaves (como o UH-60, EC-725 e AH-2) se a COPAC especificou o KC-390 para tornar o REVO uma atividade ampla e difundida na FAB. Até seria cabível uma sonda de ponta de asa para o Super Tucano na minha opinião....

E meu a "crise econômica" não é eterna (muito menos real) e estamos falando aqui das próximas DUAS DÉCADAS pare por favor de ver tanta notícia da Rede Globo e dos esgotos paulistas (Estado, Folha, Band e Veja-Abril) e acreditar que o Brasil está acabando por causa do PT.
USE o seu cérebro.... Pleeeese....


Duas coisas:

Não dá para colocar sonda revo e os seus equipamentos acessórios nos E-99 da FAB. Nem é uma questão orçamentária... mas sim técnica, estrutural. A arquitetura interna dos ERJ-145 da Índia foram configurados de modo totalmente diferente... com equipamentos e consoles distintos. Até o sistema de refrigeração é diferente.

Sobre o "cérebro"..... aconselho o amigo "ligar" o seu na realidade.....
Eu não me baseio nas manchetes e nem mesmo nas análises atuas da imprensa. Se voltar no tempo... vais ler que eu tenho avisado sobre a crise, que agora está apenas começando, a bastante tempo.... baseado apenas na minha análise dos fatos e ações governamentais ocorridos ainda no governo anterior ao atual.... e mesmo até do governo do ex-presidente que criou o mito "Dilma, a técnica competente".

Lembre-se que eu dizia: "quem viver verá". O pior cego é o que não quer ver.


Sds.


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Seg Mar 02, 2015 12:46 am 
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Ok, o papo político-econômico já deu.


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 Título: Re: Mil Mi-35 Hind: o futuro ferrão da FAB.
MensagemEnviado: Ter Mar 03, 2015 12:38 am 
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Baschera o que falas é informação real ou achologia sua sobre impossibilidade de se instalar um probe REVO nos E-99 ?
A Embraer é a FABRICANTE da aeronave ! Tua informação carece de seriedade.
Podes argumentar que o custo seja proibitivamente alto, posso até aceitar isso, mas por favor não insulte a inteligência das pessoas falando que a própria fabricante não pode pegar um modelo do mesmo jato e refazer a mesma modificação ou adaptá-la.

EDITADO PELA MODERAÇÃO! Wellington Góes.

Tomara que logo logo dentro da implantação do SISFRONT já na próxima fase o MdD do B coloque outro esquadrão de AH-2 em Campo Grande para os que detestam que operemos helis russos fiquem ainda mais frustrados...

_________________
Sea Gripen no A-13 Pernambuco
Aeronave de Combate operacional - 2 Pilotos ou Piloto/WSO - Engine by GE F-414 Enhanced - segundo assento elevado em Super Tucano Style


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