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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sex Fev 11, 2011 11:54 pm 
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Nico escreveu:
Spock escreveu:
Citação:
Para colunista, Boeing sobe e Jobim cai

:shock:

Ich, Spock,

Acho que o horóscopo do ministro não tem sido favorável.

[]


Acho que ele ABUSOU um pouco da forçassão de barra ... da falta de postura como Ministro de Estado ... da falta de respeito com certos competidores do FX-2 ... e de uma escolha "inexplicável" e lesiva ao País ... só podia dar no que deu ... e tende a piorar !

abc
Spock

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[] Spock

Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 12, 2011 12:05 am 
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Cmte. Fred escreveu:

Kid,

Infelizmente não mudei não... continuo achando que vai faltar grana. Por isso mesmo, melhor escolher um que caiba no bolso, do que um que promete que vai caber, mas vai precisar de subsídios (com tempo determinado) para isso...


F-5M???


abç.

kid.

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(Maquiavel).
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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 12, 2011 12:17 am 
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Acho que ele ABUSOU um pouco da forçassão de barra ... da falta de postura como Ministro de Estado ... da falta de respeito com certos competidores do FX-2 ... e de uma escolha "inexplicável" e lesiva ao País ... só podia dar no que deu ... e tende a piorar !

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Jobim "roda" assim que anucairem o0 FX2, caso não seja o Rafinha... :lol: Já vai tarde! :twisted:
:lol: :twisted:

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 12, 2011 12:20 am 
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Meus caros,

Qualquer que seja o escolhido no FX-2, estaremos com um parceiro que entende de UAV/UCAV.

SAAB e DASSAULT têm em conjunto um UAV, o Neuron:

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A BOEING também tem um, o X-45:

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 12, 2011 12:45 am 
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Tecnologia estado da arte:

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AN/APG-79

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JHMCS

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AN/ASQ-228 ATFLIR

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AN/ALE-50

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EA-18G Growler


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 12, 2011 10:44 am 
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Citação:
FOLHA DE SÃO PAULO
Via Resenha EB

EUA acreditam ter assumido dianteira na venda dos caças

Secretário do Tesouro norte-americano veio discutir o negócio com a presidente Dilma

CLÓVIS ROSSI
COLUNISTA DA FOLHA

As duas delegações norte-americanas que estiveram nesta semana no Brasil voltaram a Washington com a mais absoluta confiança de que a Boeing e seu caça F-18 vencerão a licitação da Força Aérea Brasileira para renovar a sua frota, em um negócio de não menos de US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões).

Uma sensação que contrasta com o relativo otimismo que o ministro francês da Defesa, Alain Juppé, manifestara no mês passado, depois de se encontrar com funcionários brasileiros, à margem das cerimônias de posse de Dilma Rousseff.

"Eu acho que podemos estar confiantes", disse Juppé.

É pouco, se se considerar que o antecessor de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva, chegou a anunciar, antes dos relatórios técnicos da FAB, que o caça francês Rafale era o preferido. Concorre também o sueco Gripen NG, fabricado pela Saab.

O tema dos caças apareceu na conversa entre o secretário norte-americano do Tesouro, Timothy Geithner, e a presidente na segunda-feira. É inusual que um secretário de Tesouro discuta esse tema, afeito à área de Defesa.

Mas a versão ouvida pela Folha é a de que Geithner situou a conversa sobre o F-18 contra o Rafale no âmbito do aprofundamento da relação bilateral, a ser ainda mais reforçada no mês que vem com a visita do presidente Barack Obama.

O chefe do Tesouro entoou música aos ouvidos das autoridades brasileiras, ao dizer que o Brasil tem uma importância mundial e, portanto, é correto que queira defender suas fronteiras e seus recursos naturais (citou o pré-sal e a Amazônia).

Depois, ele estocou: não seria responsável comprar um aparelho (o Rafale) que não é o melhor, quando está à disposição o F-18, que os EUA, a maior potência do planeta, usam para a sua própria segurança.

Anteontem, José Fernandez, o secretário-assistente para Economia, Energia e Negócios do Departamento de Estado, tocou outra doce canção: a Boeing tem um programa de utilização de biocombustíveis na aviação civil e militar que, naturalmente, entraria no negócio.

O governo Lula sempre defendeu uma associação entre Brasil e os Estados Unidos para dar impulso aos biocombustíveis.

A agência Reuters chegou a anunciar que Dilma já se inclinara pelo F18, mas, até onde a Folha apurou, ela prefere fazer uma exaustiva análise de todo o dossiê FAB antes de bater o martelo.

---------------------

Negociação: Jobim perdeu o controle sobre decisão

Além de adiar a compra dos caças, a presidente Dilma Rousseff decidiu colher mais dados sobre o caso. Enquanto Lula havia concentrado todo o processo nas mãos do ministro Nelson Jobim (Defesa), Dilma entregou documentos sobre o tema ao ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento), seu amigo.

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[] Spock

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 12, 2011 5:34 pm 
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Meus caros,

A matéria jornalística postada pelo Spock, acima, parece retratar

melhor a visita do Secretário de Estado americano Timothy Geitner.

E como nosso 'John Wayne candango' foi parcialmente contido em

seus rompantes, acredito que a Presidenta e o grupo de autoridades

recentemente incrementado, estarão em melhores condições de

escolher o nosso futuro caça. Depois de assistir uma entrevista do

Ministro Pimentel com a Mirian Leitão, da Globo News, estou bem

confiante que a escolha mais adequada seja encontrada.

Fiquei bem impressionado com o Ministro Pimentel. Acho que ele só

trará boas contribuições. A principal é a probidade.

Embora, rigorosamente, os três caças tenham as mesmas chances,

baseado em cochichos e bochichos eu diria que começo a ouvir um

sotaque sueco ao longe. Quando os temas Indústria, FAB, EMBRAER,

Orçamento e Exportações voltaram à baila, tratados como deveriam ter sido,

tive a impressão de ver um grande elenco de Gripens NG BR sassaricando,

saracoteando, nos céus de minha terra. Que beleza. Parecem andorinhas a Mach 2.

Tirando a torcida, tudo está quase igual. O que parece ter mudado é só a

probidade. Parece que teremos ganhos significativos nesta área.

Se der Gripen, direi a todos, enquanto ela estiver no poder, que nunca na

história do Brasil tivemos uma Presidenta tão legal quanto a Dilma Rousseff.

Vero! Abraços.


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 12, 2011 8:53 pm 
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Prezados colegas foristas, duas teorias distintas para se escolher ou o francês ou o americano.

Rafale escolhido.

As declarações públicas expressas do ex-presidente (que elegeu sua sucessora) e do MD (que permanece no cargo). Esta semana o ex-presidente Lula criticando os que querem "dissociá-lo de Dilma, pois são um só e o sucesso de um é o de outro...".
Promessas de transferência "irrestrita" (sic) de tecnologia. O que perturba é o preço? Então que tal fazer parecer que o fantasma marroquino americano está rondando de novo Paris? Que pressão maior pode receber a França para baixar a p@#$% do preço do Rafale, do que parecer que uma compra quase certa (devido ao amplamente favorável cenário interno do governo Lula) esteja seriamente ameaçada, por uma reaproximação com os EUA, reforçada por visitas de secretários de Estado, senadores da oposição e do próprio Obama ao Brasil? Pressões que fariam, para que a França finalmente venda seu caça a um cliente externo, o preço do Rafale cair realmente (sem downgrades), e ele, finalmente, ser o novo caça da FAB. A imprensa e os próprios fabricantes ficaram surpresos com a "força" de uma prefeitura localizada próximo do centro industrial e tecnológico do país? A Saab parecia ser a preferida por alguns, então a Dassault cuidou também de fazer seminários e promessas de centros de tecnologia e pesquisa. Resumo: deu Rafale.

F-18 Super Hornet escolhido.

Críticas pesadas à fala do presidente Lula naquele 7 de setembro...Por mais que o Lula tenha personalidade própria e muitas vezes falou o que quis - o que cativou boa parte da massa que via nele o sucesso que desejavam e almejavam - não podemos ser inocentes e negar que um presidente tem dezenas de assessores diretos em diversas áreas, sobretudo militares, que certamente auxiliariam o presidente a dizer algo que fosse útil...Vários setores da imprensa pregando supostas "brigas" internas entre FAB e MD...Será que se isso fosse verdade algum lado não teria caído (há muito tempo!)? Mas estão lá o comandante da FAB e o MD. Firmes (pelo menos estão nos respectivos cargos). O F-18 é provadíssimo em combate. Na aviação da Marinha mais poderosa do mundo, que atua globalmente em diversos cenários. Tem a aviônica mais moderna. O Brasil tem experiência grande em aviões com tecnologia americana. Dois clientes externos de versões anteriores do F-18, são países continentais como o nosso (Canadá e Austrália, esta do SH também).
Qual o grande problema, inclusive com histórico negativo? Restrições à transferência de tecnologia. Pois bem, que pressão maior de alguém que queira o caça americano pode haver, do que parecer que uma compra em aberto, já estaria direcionada a um vencedor (França), inclusive com opiniões públicas de presidente da República e MD? Sabedor de como os EUA não querem que a França, com seu produto aéreo mais moderno, tire mercado do seus fabricantes, os EUA tendem a fazer de tudo para ganharem e eles (França), não levarem. Foi assim até no Marrrocos, onde era franco o favoritismo à proposta francesa. O que dirá em um país continental da importância atual e futura do Brasil, localizado no mesmo continente seu e longe da influência próxima da China? Assim, se os EUA realmente quiserem uma parceria conosco, terão de assumir uma nova realidade. A hora seria agora. Queremos (FAB)seu caça, mas queremos transferência efetiva de tecnologia e mudança real de atitude. Parceria sim. Submissão não mais. Estão dispostos? Tiramos até da short-list uma óbvia combinação moderna de vetor atual com portas abertas ao desenvolvimento de 5ª geração, que casaria muito com nossos interesses....E aí, concordam? Se sim ficaremos com seus caças (ainda mais se Obama vier com mais cartas na manga, quem sabe um F-35 no futuro...) e faremos uma parceria, para quem sabe a América, capitaneada por EUA e Brasil façam um contrapeso a China no futuro. Senão, Rafale francês é nosso e "abriremos a porteira" (e olha que assim, Índia, EAU e outros podem correr a Paris...)!

Grande abraço a todos!

P.s.: nada de fontes e mesmo que houvesse, digamos, esqueci! rs


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 12, 2011 9:56 pm 
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Rodrigoiano escreveu:
Prezados colegas foristas, duas teorias distintas para se escolher ou o francês ou o americano.

Rafale escolhido.

As declarações públicas expressas do ex-presidente (que elegeu sua sucessora) e do MD (que permanece no cargo). Esta semana o ex-presidente Lula criticando os que querem "dissociá-lo de Dilma, pois são um só e o sucesso de um é o de outro...".
Promessas de transferência "irrestrita" (sic) de tecnologia. O que perturba é o preço? Então que tal fazer parecer que o fantasma marroquino americano está rondando de novo Paris? Que pressão maior pode receber a França para baixar a p@#$% do preço do Rafale, do que parecer que uma compra quase certa (devido ao amplamente favorável cenário interno do governo Lula) esteja seriamente ameaçada, por uma reaproximação com os EUA, reforçada por visitas de secretários de Estado, senadores da oposição e do próprio Obama ao Brasil? Pressões que fariam, para que a França finalmente venda seu caça a um cliente externo, o preço do Rafale cair realmente (sem downgrades), e ele, finalmente, ser o novo caça da FAB. A imprensa e os próprios fabricantes ficaram surpresos com a "força" de uma prefeitura localizada próximo do centro industrial e tecnológico do país? A Saab parecia ser a preferida por alguns, então a Dassault cuidou também de fazer seminários e promessas de centros de tecnologia e pesquisa. Resumo: deu Rafale.

F-18 Super Hornet escolhido.

Críticas pesadas à fala do presidente Lula naquele 7 de setembro...Por mais que o Lula tenha personalidade própria e muitas vezes falou o que quis - o que cativou boa parte da massa que via nele o sucesso que desejavam e almejavam - não podemos ser inocentes e negar que um presidente tem dezenas de assessores diretos em diversas áreas, sobretudo militares, que certamente auxiliariam o presidente a dizer algo que fosse útil...Vários setores da imprensa pregando supostas "brigas" internas entre FAB e MD...Será que se isso fosse verdade algum lado não teria caído (há muito tempo!)? Mas estão lá o comandante da FAB e o MD. Firmes (pelo menos estão nos respectivos cargos). O F-18 é provadíssimo em combate. Na aviação da Marinha mais poderosa do mundo, que atua globalmente em diversos cenários. Tem a aviônica mais moderna. O Brasil tem experiência grande em aviões com tecnologia americana. Dois clientes externos de versões anteriores do F-18, são países continentais como o nosso (Canadá e Austrália, esta do SH também).
Qual o grande problema, inclusive com histórico negativo? Restrições à transferência de tecnologia. Pois bem, que pressão maior de alguém que queira o caça americano pode haver, do que parecer que uma compra em aberto, já estaria direcionada a um vencedor (França), inclusive com opiniões públicas de presidente da República e MD? Sabedor de como os EUA não querem que a França, com seu produto aéreo mais moderno, tire mercado do seus fabricantes, os EUA tendem a fazer de tudo para ganharem e eles (França), não levarem. Foi assim até no Marrrocos, onde era franco o favoritismo à proposta francesa. O que dirá em um país continental da importância atual e futura do Brasil, localizado no mesmo continente seu e longe da influência próxima da China? Assim, se os EUA realmente quiserem uma parceria conosco, terão de assumir uma nova realidade. A hora seria agora. Queremos (FAB)seu caça, mas queremos transferência efetiva de tecnologia e mudança real de atitude. Parceria sim. Submissão não mais. Estão dispostos? Tiramos até da short-list uma óbvia combinação moderna de vetor atual com portas abertas ao desenvolvimento de 5ª geração, que casaria muito com nossos interesses....E aí, concordam? Se sim ficaremos com seus caças (ainda mais se Obama vier com mais cartas na manga, quem sabe um F-35 no futuro...) e faremos uma parceria, para quem sabe a América, capitaneada por EUA e Brasil façam um contrapeso a China no futuro. Senão, Rafale francês é nosso e "abriremos a porteira" (e olha que assim, Índia, EAU e outros podem correr a Paris...)!

Grande abraço a todos!

P.s.: nada de fontes e mesmo que houvesse, digamos, esqueci! rs

Boníssima avaliação Rodrigo...Pegando seu mote, acho que o Brasil do ponto de vista estratégico deve buscar uma maior aproximação com os EUA, que em algum momento entrarão em rota de colisão com a China...Talvez na África (minérios e mercado consumidor), talvez na América do Sul (alimentos e petróleo).Só que o Tio Sam está a meros 10.000km da gente e não hesitam em "impor sua vontade". Se formar essa pseudo-sociedade, o Brasil será uma espécie de parceiro minoritário, fazendo parte de uma ampla coligação multinacional.Quando acabar as fontes de energia do oriente médio pra onde os EUA se voltarão? Lá é muito volátil...Aqui é mais controlável....

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Dom Fev 13, 2011 12:45 am 
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PAU QUE DÁ EM CHICO, DÁ EM FRANCISCO

Meus caros,

Até agora, ví repetidas vezes os fornecedores elencados na short list e seus produtos
serem direcionados a 'corredores poloneses humilhantes' que iniciam por desacreditar a
empresa, a intenção, o produto e culminam com a arrogância de julgamentos levianos.

Mas inspecionando as quatro empresas envolvidas, EMBRAER, DASSAULT, BOEING E SAAB,
e pensando exclusivamente na produção de aeronaves militares, qual delas é a menos capaz
tecnicamente, mais inexperiente, mais frágil financeiramente e menos apoiada politicamente?
Qual delas representaria o elo mais fraco da corrente, representaria o maior risco no FX-2 e,
porque não perguntar, a menos séria? Não misturemos aviação militar com aviação civil.
Qual delas teria o telhado de vidro mais frágil?

Eis a questão, exclusivamente para reflexão.

Bom, hoje passei boas horas do dia pensando sobre estas questões. Enfim, me coloquei no
lugar das três empresas da short list e procurei imaginar o que dizem elas 'à boca pequena'
sobre o lado brasileiro da parceria. Será que somos considerados bons parceiros ou será
que o único atrativo nosso é 'o dinheiro que teremos que ter'?

Abraços.


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Dom Fev 13, 2011 12:50 am 
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M. Souza escreveu:
Rodrigoiano escreveu:
Prezados colegas foristas, duas teorias distintas para se escolher ou o francês ou o americano.

Rafale escolhido.

As declarações públicas expressas do ex-presidente (que elegeu sua sucessora) e do MD (que permanece no cargo). Esta semana o ex-presidente Lula criticando os que querem "dissociá-lo de Dilma, pois são um só e o sucesso de um é o de outro...".
Promessas de transferência "irrestrita" (sic) de tecnologia. O que perturba é o preço? Então que tal fazer parecer que o fantasma marroquino americano está rondando de novo Paris? Que pressão maior pode receber a França para baixar a p@#$% do preço do Rafale, do que parecer que uma compra quase certa (devido ao amplamente favorável cenário interno do governo Lula) esteja seriamente ameaçada, por uma reaproximação com os EUA, reforçada por visitas de secretários de Estado, senadores da oposição e do próprio Obama ao Brasil? Pressões que fariam, para que a França finalmente venda seu caça a um cliente externo, o preço do Rafale cair realmente (sem downgrades), e ele, finalmente, ser o novo caça da FAB. A imprensa e os próprios fabricantes ficaram surpresos com a "força" de uma prefeitura localizada próximo do centro industrial e tecnológico do país? A Saab parecia ser a preferida por alguns, então a Dassault cuidou também de fazer seminários e promessas de centros de tecnologia e pesquisa. Resumo: deu Rafale.

F-18 Super Hornet escolhido.

Críticas pesadas à fala do presidente Lula naquele 7 de setembro...Por mais que o Lula tenha personalidade própria e muitas vezes falou o que quis - o que cativou boa parte da massa que via nele o sucesso que desejavam e almejavam - não podemos ser inocentes e negar que um presidente tem dezenas de assessores diretos em diversas áreas, sobretudo militares, que certamente auxiliariam o presidente a dizer algo que fosse útil...Vários setores da imprensa pregando supostas "brigas" internas entre FAB e MD...Será que se isso fosse verdade algum lado não teria caído (há muito tempo!)? Mas estão lá o comandante da FAB e o MD. Firmes (pelo menos estão nos respectivos cargos). O F-18 é provadíssimo em combate. Na aviação da Marinha mais poderosa do mundo, que atua globalmente em diversos cenários. Tem a aviônica mais moderna. O Brasil tem experiência grande em aviões com tecnologia americana. Dois clientes externos de versões anteriores do F-18, são países continentais como o nosso (Canadá e Austrália, esta do SH também).
Qual o grande problema, inclusive com histórico negativo? Restrições à transferência de tecnologia. Pois bem, que pressão maior de alguém que queira o caça americano pode haver, do que parecer que uma compra em aberto, já estaria direcionada a um vencedor (França), inclusive com opiniões públicas de presidente da República e MD? Sabedor de como os EUA não querem que a França, com seu produto aéreo mais moderno, tire mercado do seus fabricantes, os EUA tendem a fazer de tudo para ganharem e eles (França), não levarem. Foi assim até no Marrrocos, onde era franco o favoritismo à proposta francesa. O que dirá em um país continental da importância atual e futura do Brasil, localizado no mesmo continente seu e longe da influência próxima da China? Assim, se os EUA realmente quiserem uma parceria conosco, terão de assumir uma nova realidade. A hora seria agora. Queremos (FAB)seu caça, mas queremos transferência efetiva de tecnologia e mudança real de atitude. Parceria sim. Submissão não mais. Estão dispostos? Tiramos até da short-list uma óbvia combinação moderna de vetor atual com portas abertas ao desenvolvimento de 5ª geração, que casaria muito com nossos interesses....E aí, concordam? Se sim ficaremos com seus caças (ainda mais se Obama vier com mais cartas na manga, quem sabe um F-35 no futuro...) e faremos uma parceria, para quem sabe a América, capitaneada por EUA e Brasil façam um contrapeso a China no futuro. Senão, Rafale francês é nosso e "abriremos a porteira" (e olha que assim, Índia, EAU e outros podem correr a Paris...)!

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Boníssima avaliação Rodrigo...Pegando seu mote, acho que o Brasil do ponto de vista estratégico deve buscar uma maior aproximação com os EUA, que em algum momento entrarão em rota de colisão com a China...Talvez na África (minérios e mercado consumidor), talvez na América do Sul (alimentos e petróleo).Só que o Tio Sam está a meros 10.000km da gente e não hesitam em "impor sua vontade". Se formar essa pseudo-sociedade, o Brasil será uma espécie de parceiro minoritário, fazendo parte de uma ampla coligação multinacional.Quando acabar as fontes de energia do oriente médio pra onde os EUA se voltarão? Lá é muito volátil...Aqui é mais controlável....

Hoje a realidade é muito distinta a situação que você propõem, parece que somos inimigos ferrenhos dos ching ling e que estamos a procura fervorosa, pra acharmos um “salvador do ocidente”. Na atual realidade, temos muito mais a disputar com os EUA na América Latina do que com os chineses, com eles as únicas disputas são meramente comerciais, onde o nosso problema maior é o nosso famigerado “Custo Brasil”. Comprar a briga e ficar do lado de um contra o outro não nos interessa, temos que dar continuidade ao que víamos fazendo nos últimos anos, fincar o pé e marcar posição ao que nos interessa, isso implica ficar de algum dos lados em algum momento, mas nunca do mesmo lado em todos, a “banda não toca assim”.

Você e muitos, querendo ou não, vão ter que aceitar que a China é o nosso grande parceiro econômico do momento, se amanhã os EUA voltarem a ser, beleza, a gente senta e repensa o caso deles, mas daqui pra frente e por muito tempo ainda (pelo menos é essa as previsões de muitos economistas) a coisa não mudará, a menos que os EUA, por decisão própria, resolvam tratar de forma mais igualitária questões que são igualmente importantes pra nós, como são os casos do aço, etanol, algodão, etc... Muitos que reclamam da “pareceria estratégica” com a França, falando de seus subsídios agrícolas, defendendo a opção estadunidense, se esquecem disso.

Se for pra compra o SH, pra “agradar” aos EUA por terem sido o nosso grande parceiro comercial durante muito, melhor é comprar o J-10, J-11B, ou mesmo o futuro J-20, lembrando que ainda podemos guardar uma grana a mais, já que muitos dizem que os custos de aquisição e custeio são mais importantes, se for pra usarmos esses critérios: custos de aquisição e operação, parceria comercial e commodities; então meus amigos, a opção é chinesa e pronto.

Até mais!!! :wink:


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Dom Fev 13, 2011 9:53 am 
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Vou fazer uma ressalva porque eu sou um dos que criticam a parceria estratégica com a França por muitas coisas, entre elas os subsídios agrícolas e defendo a opção pelo F-18 mesmo tendo pleno conhecimento dos subsídios de lá.

Isso é bastante fácil de entender: a opção por um caça Francês tem como ÚNICO argumento sério essa tal "parceria estratégica", que na prática não significa porcaria nenhuma. O que temos de concreto é um grande contrato muito bem pago (quer dizer, ainda terá que ser pago) de transferência de tecnologia para construção de um casco de submarino nuclear. E isso tendo que entubar outros 4 convencionais. O nome disso não é parceria estratégica, é um negócio, puro e simples, o qual o Brasil achou que valeria a pena (eu também acho).

Para optar pelo F-18 eu simplesmente não preciso acreditar em nenhuma "parceria estratégica com os EUA", até porque isso nem foi oferecido e, sinceramente, nem acho que interesse. Acho que o direcionamento da política externa do Brasil SEMPRE (ao contrário de uma galera aqui que acha que o universo começou em 2002) foi bastante distinta dos EUA e deve continuar sendo. Isso, é claro, não significa antagonizar, mas simplesmente não precisar embarcar em determinadas canoas furadas que eles embarcam.

Minha opção pela proposta da Boeing é calcada em aspectos mais simples e diretos do que uma misteriosa parceria estratégica que, na prática, ninguém consegue explicar. E por favor, sem papo de que "precisamos pensar no que o país quer ser", "o Brasil do Futuro", "Segunda economia mundial". Esse tipo de falácia não cola comigo.

Aliás, parece que não cola nem mais no governo. Do ponto de vista publicitário (meu ponto de vista em geral), o novo slogan do Governo Federal é uma B****, mas não posso negar que tem uma alta dose de "pé-no-chão": "País rico é país sem pobreza".

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Dom Fev 13, 2011 2:13 pm 
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Meus caros,

A Presidenta Dilma e o Ministro Pimentel devem estar pensando em

36 F/A-18 E/F SH II + 144 GRIPEN E/F NG BR . Relação 1 : 4 . Ótimo .

Notem que SH e NG usam o mesmo motor: GE F-414.

Uma matilha de SH protegida por quatro matilhas de NG. Nada mal, heim ...

Abraços.

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Dom Fev 13, 2011 3:50 pm 
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Agora, depois de 2 ou 3 posts vem uma espécie de "intervalo comercial" do Nico. Em geral falando que esse ou aquele caça é uma belezinha e quase sempre com uma foto do Gripen e alguma frase do tipo "esse é o caça"... ai... ai...

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Dom Fev 13, 2011 4:12 pm 
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Steen escreveu:
... ai ... ai ...

Steen,

Conosco não tem enrosco. Ficarei uns tempos sem postar. :(

Abraço.


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