Forum Base Militar Web Magazine

Bem-vindo: Seg Nov 11, 2019 5:21 pm

Todos os horários são




Criar novo tópico Este tópico está trancado. Você não pode responder ou editar mensagens.  [ Array ]  Ir para página Anterior  1 ... 130, 131, 132, 133, 134, 135, 136  Próximo
Autor Mensagem
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Seg Out 28, 2013 7:09 pm 
Offline
Moderador
Moderador
Avatar do usuário
 Visitar website do usuário  Perfil

Registrado em: Dom Dez 31, 2006 12:17 pm
Mensagens: 4813
Localização: Rio de Janeiro, Brasil
O problema do emprego de lasers em aeronaves é achar uma fonte de força que tenha um peso e um tamanho razoável para uso nos caças.

Mas já divergimos muito do foco, por favor retornemos ao tema central do Tópico, de acordo?

[]s Hammer

_________________
There are 10 kinds of people in this world, those who understand binary, and those who don't.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Seg Out 28, 2013 7:12 pm 
Offline
Moderador
Moderador
Avatar do usuário
 Visitar website do usuário  Perfil

Registrado em: Dom Dez 31, 2006 12:17 pm
Mensagens: 4813
Localização: Rio de Janeiro, Brasil
Caveirão e Spock,

O número de reclamações de seus pares sobre este seu bate boca estéril é sinal inequívoco que vcs estão seguindo em um caminho errado. Parem JÁ O QUE ESTÃO FAZENDO sob pena de serem suspensos do fórum. Não vai haver outro alerta pra vocês! :evil:

Grato

Hammer

P.S.: Respostas a este post só serão aceitas por mensagem privada.

_________________
There are 10 kinds of people in this world, those who understand binary, and those who don't.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Ter Out 29, 2013 11:02 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
Mensagens: 9197
Localização: Brasília - DF, Brasil
Flanker e Caveirão, em DESRESPEITO ao colocado pelo Hammer, seus comentários foram APAGADOS.

A moderação.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Ter Out 29, 2013 6:54 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Ter Dez 23, 2008 8:35 pm
Mensagens: 2421
Jacinto escreveu:
carvalho2008 escreveu:
Snowmeow escreveu:
Caças grandes ainda tem seu espaço e sua utilidade. Senão, os EUA já teriam aposentado seu F-15. A Rússia, a partir do Su-30, criou o Su-34, um bombardeiro tático com manobrabilidade de caça, além da nova versão Su-35. Com certeza, a grande autonomia e capacidade de armamento do Su-30 permitiram essa versão dedicada.

Caças grandes levam mais armas do que caças pequenos, e nem sempre um míssil disparado antes é garantia de kill, já que existem os chaffs e flares para tentar enganar os mísseis. E lógico, a habilidade do piloto e a capacidade de evasão do caça contam muito, também.

Mas o que me intriga é que, até onde eu saiba, a Rússia não desenvolveu um UCAV; Os EUA têm o X-47, a Europa tem o nEUROn, e com certeza a China deve ter sua carta na manga. Mas da Rússia, nada.

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

É que eu acredito que o corpo a corpo....dogfight mesmo, irá retornar...um pouco diferente...mas irá retornar...

meu cenário é de aviões disparando desde o BVR, despistando e até mesmo "abatendo" misseis do o adversário disparados contra si, levando a luta para o visual, manobrando, disparando e derrubando misseis num raio de 100m a 500 m de si, não raro carregando o combate até os canhões, sendo somente a partir dai sim impossivel se proteger de uma rajada certeira...

É por isto que acho que os avões serão grandões ao estilo SU-35 ou F-14, não somente capazes de grande carga de misseis, mas tambem de dispara-los em 360 graus de forma rápida o suficiente para interceptar projeteis que venham em sua direção...

Haverão misseis BVR tal como hoje, mas tambem misseis de absoluta defesa de ponto com capacidade entre 100m a 2km...

Quando esta tecnologia estiver maturada para por em um avião ( por que em terra e no mar até já está), tudo o que se investiu num F-35 ou F-22 ou PAK-FA vai para o ralo porque o conceito da guerra aérea será muito diferente....

Na realidade, até nem sei porque este panorama já não se delineou, pois estas tecnologias já existem.

Curioso isto.


Você se refere a um sistema de defesa ativa ao estilo daquela sistema "trophy" que israelenses estão incorporando ao tanque Merkava para o defender contra RPG e misseis AT?


:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Sim, similar a isto.

So existem 3 formas de voce abater um missil ou projetil contra voce:

1) Disparando um missil que engaje outro missil. Um rande entre 100 m a 2 km é mais do que o suficiente e a tecnologia já esta ai.

2) Disparando um canhão de alta cadencia. O problema é que é pesado pacas e não seria possivel cobertura 360o. pois não dária para instalar nem um, quanto mais 2 ou 3...mesmo 35 milimetros são enormes...inviavel para um avião

3) Canhão laser, teoricamente possivel, mas a miniaturização está ainda a uma distancia enorme....

Sobrou apenas a opção do missil com capacidade anti-missil.

um missil para esta finalidade não precisa ser grande, pode ser menor que um manpad e não mais que 2 km de alcance...1 km inclusive já seria o suficiente.

Qualquer missil em rota de interceptação diminui o "Cone" do percurso de colisão.

Apenas precisam ser disparados na mesma dinamica e rapidez de um flare...e em 360 graus...de acordo com o bordo do sensor que captou o disparo...

Imagine por exemplo, sistema simples e similar ao RBS-70 com seu missil bolide de 250 m - 8 km....imagine o missil com a mesma cabeça de guerra mas não mais que 2 km...imagine o avião com sensores e projetores laser tal como o RBS 70, na frente, Ré e pontas das asa para captar e enquadrar 360 graus....

O sensores da asa direita pode captar o diasparo, ativa o projetor laser para enquadrar o missil ( e vaja que maravilha! o projeto original até faz a função IFF de identificação), dispara o missil e enguadra o laser para o guiamento ....pronto...

Não seria um sistema tão grande....viavel de se alocar em um caça grande. O avião necessitaria carregar uns 10 a 12 destes pequenos misseis e ter alguma disposição fisica que permita disparar no sentido das laterais ou ré, alem da tradicional a frente...

Alguns podem dizer que o avião pode estar fazendo curva e o missil atacante tambem, mas na boa, para para pensar....entre 1 km a 100 metros já não existe possibilidade de curva acentuada e o cone de atuação é muito estreito...

A chave é a rapidez, não é a manobrabilidade do missil pois o cenario é muito curto para manobras dentro deste cone de ataque/defesa...


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qua Out 30, 2013 1:58 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Dom Jun 14, 2009 11:59 pm
Mensagens: 5835
USN pode estender produção do Super Hornet

Imagem
MARINHA DOS EUA QUER PROLONGAR ENCOMENDAS DO F/A-18E/F. CORTES NO ORÇAMENTO, ATRASOS NO PROGRAMA DO F-35C E POSSÍVEL VENDA PARA O BRASIL ESTÃO ENTRE AS PROVÁVEIS RAZÕES
-
A Marinha dos EUA (US Navy) está avaliando a encomenda de mais aeronaves Boeing F/A-18E/F Super Hornet no ano fiscal de 2015 (FY2015), apesar dos planos atuais para cessar as compras deste jato no atual ano fiscal de 2014, que termina em 30 de setembro do ano que vem.

Em um anúncio de pré-solicitação postado no site FedBizOpps.gov o Naval Air Systems Command (NAVAIR) informou que “tem a intenção de solicitar e negociar a preço fixo ” um contrato com a Boeing para até 36 caças F/A-18E/F Super Hornet e E/A-18G Growler.

O aviso vem em meio a preocupações sobre o fim da produção do F/A-18E/F, num momento de incertezas sobre a disponibilidade do F-35C Joint Strike Fighter. O pedido da Marinha também inclui equipamentos de missão auxiliares e dados técnicos. Em uma pré-solicitação separada, a US Navy diz que pretende adquirir da General Electric até 84 motores F414, que equipam tanto o Super Hornet como o Growler.

“Parece que (os líderes da marinha) estão protegendo suas apostas e criando a opção de ir com o Super Hornet no curto prazo”, disse ao site Flightglobal o especialista Todd Harrison, membro sênior do Centro para Avaliação Estratégica e Orçamentária baseado em de Washington, capital dos EUA.

Se a Marinha encomendar mais F/A-18E/F, ela poderia reduzir o número de F-35C que pretende comprar no curto prazo, atrasando entregas, diz Harrison. “No nosso entender, (a pré- solicitação) é mais do que uma formalidade para manter a porta aberta para o futuro potencial de compra” do F/A-18 , de acordo com a Boeing , que já disse que não vai manter a sua linha de produção em St. Louis operando sem novos pedidos das forças armadas dos EUA.

A Boeing informou que as perguntas adicionais devem ser endereçadas à Marinha. Já a Lockheed Martin se recusou a comentar, dizendo também que as perguntas deveriam ser feitas à Marinha. A US Navy se recusa a comentar sobre o F/A-18E/F para o ano fiscal de 2015, informando ao Flightglobal que “não pode especular sobre o conteúdo dos próximos orçamentos”.

Porém, durante uma reunião em 23 de outubro do Comitê de Serviços Militares do Senado dos EUA, o vice-almirante Allen Myers, da Marinha dos EUA, disse aos senadores que os cortes orçamentários no ano fiscal de 2014 ameaçam a capacidade da Marinha em garantir que o F-35C atinja sua capacidade operacional inicial em 2018.

Outras autoridades norte-americanas também expressaram preocupação sobre o fim da produção F/A-18E/F e sugeriram à Marinha encomendar mais aeronaves em 2015.

Imagem
EDA 60 anos - Super Hornet apresentação 1 domingo - foto Nunão - Poder Aéreo

“Devido à demora para colocar em campo a variante naval do Joint Strike Fighter, o término da produção do Super Hornet prematuramente criaria um risco na estrutura de aviação de caça e ataque da Marinha e na capacidade de produção do país em uma base industrial competitiva”, informou a comissão de apropriações do Senado dos EUA no seu relatório sobre dotações para o Departamento de Defesa de 2.014.

“A comissão recomenda um aumento de US$ 75 milhões para aquisição antecipada de aeronaves F/A-18 e espera que a Marinha adquira aeronaves na proposta de orçamento para o ano fiscal de 2015″, acrescentou o Senado. O projeto de lei de dotações ainda não foi aprovado pelo Senado.

A US Navy tem encomendas para 260 aeronaves F-35C, com capacidade operacional inicial prevista para entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. O F-35 pode custar até US$ 125 milhões cada, de acordo com um analista de aviação de defesa, enquanto o custo do Super Hornet “gira em torno de US$ 50 milhões “, segundo o site da Boeing.

O Escritório Conjunto do programa JSF (JPO) se recusou a especular sobre como um pedido de compra da Marinha para mais caças F/A-18E/F impactaria o orçamento ou o cronograma do F-35, observando que JPO não conhece as intenções da US Navy e que as restrições orçamentárias criariam mais incertezas.

O escritório acrescenta que ele se comunica com as Forças Armadas diariamente e que seu papel é o de proporcionar o acesso a informações de aquisição. Harrison observa que a Marinha tem interesse em manter as instalações de St. Louis da Boeing abertas no curto prazo, porque o local é uma segunda fonte para aviões de caça.

Uma outra solicitação de aeronaves por parte da USN também manteria a produção aberta para clientes estrangeiros, como o Brasil, que adiou uma encomenda de até 36 caças F/A-18E/F.

Além disso, Harrison observa um fechamento das instalações em St. Louis ameaça outras operações Boeing no local, como a “Boeing Phantom Works”, divisão de tecnologia avançada da empresa.

A Marinha ainda não tem pedidos firmes para mais F/A-18 e ainda não tem os fundos necessários, observa. Além disso, a pré-solicitação é um “primeiro passo” de um ciclo de contratação demorado. “Isso não significa que eles vão fazer isso “, diz Harrison.

Os compradores estrangeiros do F-35 provavelmente vão considerar a nota de interesse da Marinha em mais F/A-18, mas não porque isto sinaliza falta de fé no F-35, Harrison acrescenta. Pelo contrário, as mudanças de ordens da Marinha os EUA podem afetar o custo de F-35 ou o cronograma de entregas, Harrison diz. “Um grande número de clientes estrangeiros está preocupado com o cronograma (de produção)”, diz Harrison, e menos pedidos de Marinha os EUA poderiam elevar os custos unitários. “Eu não acho que isso afete a confiança na tecnologia e na performance, é mais uma questão de cronograma e custo unitário”, diz ele.

FONTE: Flightglobal (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

COLABOROU: Mauricio R.

NOTA DO EDITOR: esse conjunto de 36 caças a mais que a USN pretende comprar poderia ser facilmente entregue pela linha de montagem da Boeing em menos de um ano. Portanto, a sobrevida da linha de St. Louis não será muito grande, ao mesmo tempo em que a questão da manutenção da linha de produção do Super Hornet é vital para a Boeing conquistar o programa F-X2, e a Boeing está correndo contra o tempo. Quanto mais o Brasil adiar sua decisão, provavelmente menores serão as chances da empresa norte-americana vencer a disputa.

Por outro lado, tudo indica que, se o Brasil escolher o Super Hornet como vencedor do F-X2, a aeronave que substituirá os caças A-1 (AMX) da FAB daqui a cerca de 15 anos não será o F/A-18E, o que forçará a criação de um programa “F-X3″ na próxima década. Os A-1, atualmente em processo de modernização pela Embraer, deverão voar com as cores da FAB até meados até 2025-2030. Como atualmente está muito difícil manter a linha de produção do Super Hornet por mais alguns anos (por falta de novas encomendas, ao que se soma à relativamente elevada taxa de produção do caça para garantir valores unitários mais baixos e competitivos), é praticamente certo que ela estará fechada quando chegar a hora do Brasil substituir seus jatos A-1M.

Ou seja, a opção pelo Super Hornet agora implicará na escolha de um outro vetor daqui a uma década, colocando por água abaixo a tese de possuir uma frota homogênea de caças no futuro (a não ser no caso de se estabelecer uma linha de montagem no Brasil em cadência menor, caso se possa garantir o fornecimento de partes tanto nos EUA quanto pela indústria aeronáutica brasileira, o que certamente trará custos maiores do que compras diretamente dos Estados Unidos).

É interessante observar que o número de células de Super Hornet/Growler que a Marinha dos EUA possivelmente compraria no ano fiscal de 2014 (36) é exatamente o número de exemplares previstos pelo programa F-X2. Lembrando que, pelos contratos via FMS (vendas militares ao exterior), as aeronaves são inicialmente adquiridas pelo governo dos EUA (garantidor da encomenda) e posteriormente repassadas para o país interessado final.

_________________
[] Spock

Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Out 31, 2013 8:08 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Visitar website do usuário  Perfil

Registrado em: Ter Nov 06, 2007 6:50 pm
Mensagens: 4256
Localização: Brasil, RJ
Ou seja, se o Brasil escolher o F-18E/F pode ser o último comprador deste modelo.

Neste caso, o Gripen E/F parece ser uma opção mais interessante pois sua linha de produção está apenas começando, seguido pelo Rafale que continua em produção na França e se o contrato com a Índia for assinado, ainda terá um longo tempo de produção continuada.

atenciosamente,

_________________
::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Out 31, 2013 8:14 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Sex Jan 01, 2010 9:52 pm
Mensagens: 9235
Robsonmkt escreveu:
Ou seja, se o Brasil escolher o F-18E/F pode ser o último comprador deste modelo.

Neste caso, o Gripen E/F parece ser uma opção mais interessante pois sua linha de produção está apenas começando, seguido pelo Rafale que continua em produção na França e se o contrato com a Índia for assinado, ainda terá um longo tempo de produção continuada.

atenciosamente,

Apesar de não ser fã do caça naval F-18 para a FAB, não teria problema nenhum ser o ultimo comprador do F-18. Não faltaria suprimento e o risco é zero de enfrentar problemas de desenvolvimento, possível de acontecer no Gripen.

Mas ainda prefiro que a FAB vá de Gripen, mas fico feliz que escolha um dos três logo. Qualquer um....


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Out 31, 2013 11:13 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Dom Jun 14, 2009 11:59 pm
Mensagens: 5835
wstrobel escreveu:
Robsonmkt escreveu:
Ou seja, se o Brasil escolher o F-18E/F pode ser o último comprador deste modelo.

Neste caso, o Gripen E/F parece ser uma opção mais interessante pois sua linha de produção está apenas começando, seguido pelo Rafale que continua em produção na França e se o contrato com a Índia for assinado, ainda terá um longo tempo de produção continuada.

atenciosamente,

Apesar de não ser fã do caça naval F-18 para a FAB, não teria problema nenhum ser o ultimo comprador do F-18. Não faltaria suprimento e o risco é zero de enfrentar problemas de desenvolvimento, possível de acontecer no Gripen.

Mas ainda prefiro que a FAB vá de Gripen, mas fico feliz que escolha um dos três logo. Qualquer um....


Concordo com os dois, melhor opção Gripen, e também não vejo problemas de sermos os últimos operadores, considerando que a USN vai operá-lo pra lá de 2030 ...não faltarão peças.

Sds
Spock

_________________
[] Spock

Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Out 31, 2013 11:50 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Nov 29, 2007 9:11 pm
Mensagens: 9903
Localização: Caxias do Sul - RS
Reparem que sempre andamos em círculo.... os mesmos problemas de décadas atrás... sempre uma novela para decidir... e quando decide, se opta por uma solução que se tornará obsoleta na próxima esquina.... e aí começa tudo de novo.

Sempre atrás.... sempre no fundo...sempre o último da fila... quando chega a vez do Brasil...a bilheteria fechou. Acabaram os ingressos !

Sds.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sex Nov 01, 2013 11:47 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Sáb Mar 29, 2008 10:52 pm
Mensagens: 947
Localização: Dallas TX
Eu acho que dizer que estao tentando estender para uma eventual encomenda Da Navy e do Brasil eh um pouco demais... A encomenda da FAB eh um arroto comparado ao que a Navy comprou, compra e poderia comprar se decidirem reduzir o numero de F-35. Estao considerando postergar para a Navy e ponto final, a FAB seria um bonus...

Discordo em achar que comprar da Dassault nos colocaria em situacao diferente de comprar da Boeing com relacao a ser o "ultimo cliente". O Rafale eh caro e praticamente nao possui clientes potenciais no momento, provavelmente ficando restrito somente aos franceses e (talvez) indianos. Explicando: em poucos anos F-35, T-50 e 5G chineses entram em operacao cobrindo o mercado "premium". Em paralelo, SU-35, Gripen E/F e (se nao fecharem a linha) o F-18 "Semi-stealth" vao cobrir o mercado mais em conta. O Rafale e o Typhoon vao ficar espremidos entre os dois, com custos mais proximos do primeiro grupo e capacidade equivalente ao segundo... ou seja, muito dificil posicao no mercado e (na minha humilde opiniao) poucas chances de venda.

ps: Acho que as vezes subestimamos a dimensao do programa do F-35 e o impacto que ele vai ter no mercado em alguns anos. Enquanto discute-se 36 aeronaves como algo relevante, ignoramos que o F-35 possui uma cadencia hoje superior a 36 aeronaves/ano, com projecoes para se chegar a 200/ano. Existem atualmente 126 aeronaves em diferentes estagios de producao e a celula de numero 100 deve ser entregue para a USAF no inicio de 2014. Ou seja, em meados de 2014 devem haver mais F-35 do que Rafales voando! Nao me surpreende que recentemente revisaram o custo de operacao do F-35 para baixo...

abs,


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sex Nov 01, 2013 12:14 pm 
Offline
Intermediário
Intermediário
 Perfil

Registrado em: Sáb Abr 10, 2010 9:09 pm
Mensagens: 203
Spock escreveu:
USN pode estender produção do Super Hornet

Imagem
MARINHA DOS EUA QUER PROLONGAR ENCOMENDAS DO F/A-18E/F. CORTES NO ORÇAMENTO, ATRASOS NO PROGRAMA DO F-35C E POSSÍVEL VENDA PARA O BRASIL ESTÃO ENTRE AS PROVÁVEIS RAZÕES
-
A Marinha dos EUA (US Navy) está avaliando a encomenda de mais aeronaves Boeing F/A-18E/F Super Hornet no ano fiscal de 2015 (FY2015), apesar dos planos atuais para cessar as compras deste jato no atual ano fiscal de 2014, que termina em 30 de setembro do ano que vem.

Em um anúncio de pré-solicitação postado no site FedBizOpps.gov o Naval Air Systems Command (NAVAIR) informou que “tem a intenção de solicitar e negociar a preço fixo ” um contrato com a Boeing para até 36 caças F/A-18E/F Super Hornet e E/A-18G Growler.

O aviso vem em meio a preocupações sobre o fim da produção do F/A-18E/F, num momento de incertezas sobre a disponibilidade do F-35C Joint Strike Fighter. O pedido da Marinha também inclui equipamentos de missão auxiliares e dados técnicos. Em uma pré-solicitação separada, a US Navy diz que pretende adquirir da General Electric até 84 motores F414, que equipam tanto o Super Hornet como o Growler.

“Parece que (os líderes da marinha) estão protegendo suas apostas e criando a opção de ir com o Super Hornet no curto prazo”, disse ao site Flightglobal o especialista Todd Harrison, membro sênior do Centro para Avaliação Estratégica e Orçamentária baseado em de Washington, capital dos EUA.

Se a Marinha encomendar mais F/A-18E/F, ela poderia reduzir o número de F-35C que pretende comprar no curto prazo, atrasando entregas, diz Harrison. “No nosso entender, (a pré- solicitação) é mais do que uma formalidade para manter a porta aberta para o futuro potencial de compra” do F/A-18 , de acordo com a Boeing , que já disse que não vai manter a sua linha de produção em St. Louis operando sem novos pedidos das forças armadas dos EUA.

A Boeing informou que as perguntas adicionais devem ser endereçadas à Marinha. Já a Lockheed Martin se recusou a comentar, dizendo também que as perguntas deveriam ser feitas à Marinha. A US Navy se recusa a comentar sobre o F/A-18E/F para o ano fiscal de 2015, informando ao Flightglobal que “não pode especular sobre o conteúdo dos próximos orçamentos”.

Porém, durante uma reunião em 23 de outubro do Comitê de Serviços Militares do Senado dos EUA, o vice-almirante Allen Myers, da Marinha dos EUA, disse aos senadores que os cortes orçamentários no ano fiscal de 2014 ameaçam a capacidade da Marinha em garantir que o F-35C atinja sua capacidade operacional inicial em 2018.

Outras autoridades norte-americanas também expressaram preocupação sobre o fim da produção F/A-18E/F e sugeriram à Marinha encomendar mais aeronaves em 2015.

Imagem
EDA 60 anos - Super Hornet apresentação 1 domingo - foto Nunão - Poder Aéreo

“Devido à demora para colocar em campo a variante naval do Joint Strike Fighter, o término da produção do Super Hornet prematuramente criaria um risco na estrutura de aviação de caça e ataque da Marinha e na capacidade de produção do país em uma base industrial competitiva”, informou a comissão de apropriações do Senado dos EUA no seu relatório sobre dotações para o Departamento de Defesa de 2.014.

“A comissão recomenda um aumento de US$ 75 milhões para aquisição antecipada de aeronaves F/A-18 e espera que a Marinha adquira aeronaves na proposta de orçamento para o ano fiscal de 2015″, acrescentou o Senado. O projeto de lei de dotações ainda não foi aprovado pelo Senado.

A US Navy tem encomendas para 260 aeronaves F-35C, com capacidade operacional inicial prevista para entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. O F-35 pode custar até US$ 125 milhões cada, de acordo com um analista de aviação de defesa, enquanto o custo do Super Hornet “gira em torno de US$ 50 milhões “, segundo o site da Boeing.

O Escritório Conjunto do programa JSF (JPO) se recusou a especular sobre como um pedido de compra da Marinha para mais caças F/A-18E/F impactaria o orçamento ou o cronograma do F-35, observando que JPO não conhece as intenções da US Navy e que as restrições orçamentárias criariam mais incertezas.

O escritório acrescenta que ele se comunica com as Forças Armadas diariamente e que seu papel é o de proporcionar o acesso a informações de aquisição. Harrison observa que a Marinha tem interesse em manter as instalações de St. Louis da Boeing abertas no curto prazo, porque o local é uma segunda fonte para aviões de caça.

Uma outra solicitação de aeronaves por parte da USN também manteria a produção aberta para clientes estrangeiros, como o Brasil, que adiou uma encomenda de até 36 caças F/A-18E/F.

Além disso, Harrison observa um fechamento das instalações em St. Louis ameaça outras operações Boeing no local, como a “Boeing Phantom Works”, divisão de tecnologia avançada da empresa.

A Marinha ainda não tem pedidos firmes para mais F/A-18 e ainda não tem os fundos necessários, observa. Além disso, a pré-solicitação é um “primeiro passo” de um ciclo de contratação demorado. “Isso não significa que eles vão fazer isso “, diz Harrison.

Os compradores estrangeiros do F-35 provavelmente vão considerar a nota de interesse da Marinha em mais F/A-18, mas não porque isto sinaliza falta de fé no F-35, Harrison acrescenta. Pelo contrário, as mudanças de ordens da Marinha os EUA podem afetar o custo de F-35 ou o cronograma de entregas, Harrison diz. “Um grande número de clientes estrangeiros está preocupado com o cronograma (de produção)”, diz Harrison, e menos pedidos de Marinha os EUA poderiam elevar os custos unitários. “Eu não acho que isso afete a confiança na tecnologia e na performance, é mais uma questão de cronograma e custo unitário”, diz ele.

FONTE: Flightglobal (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

COLABOROU: Mauricio R.

NOTA DO EDITOR: esse conjunto de 36 caças a mais que a USN pretende comprar poderia ser facilmente entregue pela linha de montagem da Boeing em menos de um ano. Portanto, a sobrevida da linha de St. Louis não será muito grande, ao mesmo tempo em que a questão da manutenção da linha de produção do Super Hornet é vital para a Boeing conquistar o programa F-X2, e a Boeing está correndo contra o tempo. Quanto mais o Brasil adiar sua decisão, provavelmente menores serão as chances da empresa norte-americana vencer a disputa.

Por outro lado, tudo indica que, se o Brasil escolher o Super Hornet como vencedor do F-X2, a aeronave que substituirá os caças A-1 (AMX) da FAB daqui a cerca de 15 anos não será o F/A-18E, o que forçará a criação de um programa “F-X3″ na próxima década. Os A-1, atualmente em processo de modernização pela Embraer, deverão voar com as cores da FAB até meados até 2025-2030. Como atualmente está muito difícil manter a linha de produção do Super Hornet por mais alguns anos (por falta de novas encomendas, ao que se soma à relativamente elevada taxa de produção do caça para garantir valores unitários mais baixos e competitivos), é praticamente certo que ela estará fechada quando chegar a hora do Brasil substituir seus jatos A-1M.

Ou seja, a opção pelo Super Hornet agora implicará na escolha de um outro vetor daqui a uma década, colocando por água abaixo a tese de possuir uma frota homogênea de caças no futuro (a não ser no caso de se estabelecer uma linha de montagem no Brasil em cadência menor, caso se possa garantir o fornecimento de partes tanto nos EUA quanto pela indústria aeronáutica brasileira, o que certamente trará custos maiores do que compras diretamente dos Estados Unidos).

É interessante observar que o número de células de Super Hornet/Growler que a Marinha dos EUA possivelmente compraria no ano fiscal de 2014 (36) é exatamente o número de exemplares previstos pelo programa F-X2. Lembrando que, pelos contratos via FMS (vendas militares ao exterior), as aeronaves são inicialmente adquiridas pelo governo dos EUA (garantidor da encomenda) e posteriormente repassadas para o país interessado final.


Marinha dos EUA cancela pré-solicitação de mais 36 Super Hornets e Growlers

Imagem
Super Hornet - foto USN

SOLICITAÇÃO PRÉVIA, FEITA EM 17 DE OUTUBRO, REFERIA-SE A AQUISIÇÕES QUE SERIAM FEITAS NO ANO FISCAL DE 2015, PARA AS QUAIS AGORA ‘NÃO HÁ REQUERIMENTOS’
-
Segundo matéria publicada pelo site Flightglobal nesta quinta-feira, 31 de outubro, a Marinha dos EUA (USN) voltou atrás em sua intenção de adquirir mais caças Boeing F/A-18E/F no ano fiscal de 2015, cancelando uma pré-solicitação feita em 17 de outubro para uma encomenda de 36 jatos.

A USN divulgou uma nota de cancelamento nesta quinta no site de aquisições federais FedBizOpps.gov, freando a informação anterior, que referia-se tanto a caças Boeing F/A-18E/F Super Hornet quanto aos jatos de guerra eletrônica E/A-18G Growler. Também foi cancelada a pré-solicitação, feita no mesmo dia 17, para até 84 motores General Electric F414 engines, que equipam ambas as aeronaves. Em declaração ao site Flightglobal, a Marinha dos EUA informou que “a pré-solicitação foi removida do FebBizOpps porque, no momento, não há requerimentos para o ano fiscal de 2015 ou subsequentes para aquisições adicionais de F/A-18E/Fs ou E/A-18Gs.”

Imagem
Super Hornet da USN decola do CVN 73 no Talisman Saber 2013 no Mar de Coral - foto 2 USN

Alguns analistas viram as solicitações como uma tentativa da USN garantir que terá a opção de adquirir mais caças da Boeing, em meio às incertezas dobre a prontidão dos caças F-35C (variante embarcada em porta-aviões dotados de catapulta e aparelho de parada) da Lockheed Martin. A Marinha dos EUA não quis comentar sobre a pré-solicitação original. Porém, no início do mês, o vice-almirante Allen Myers declarou, durante encontro com senadores no Comitê das Forças Armadas, que os cortes no orçamento do ano fiscal de 2014 ameaçavam a capacidade da USN garantir que os F-35C atingissem “capacidade de operação inicial” por volta de 2018.

FONTE: Flightglobal (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sex Nov 01, 2013 3:58 pm 
Offline
Recente
Recente
 Perfil

Registrado em: Sex Jul 11, 2008 10:17 am
Mensagens: 72
O SUPER ______________ FOI PRO SACO!!! SANTO SNOWDEN BATMAN! :lol:




Marinha dos EUA cancela pré-solicitação para mais Super Hornets

A Marinha dos EUA recuou na sua intenção de adquirir mais aeronaves Boeing F/A-18E/F no ano fiscal de 2015, cancelando uma pré-solitação para 36 aeronaves feita em 17 de Outubro.

A Marinha emitiu um aviso de cancelamento hoje no website de aquisições do governo, FedBizOpps.gov, colocando freios no aviso anterior, que era tanto para aeronaves F/A-18E/F Super Hornet quanto E/A-18G Growler.

A Marinha também cancelou em 17 de outubro o anúncio de pré-solicitação para adquirir até 84 motores General Electric F414, tanto para o Super Hornet quanto para o Growler, de acordo com FedBizOpps.gov.

“A pré-solicitação foi removida do FebBizOpps porque, atualmente, não há nenhuma requisição para o ano fiscal de 2015 ou posteriores para F/A-18E/Fs ou E/A-18Gs adicionais”, a Marinha informou à Flightglobal em um comunicado.

As ordens de solicitação foram vistas por alguns analistas como uma tentativa por parte da Marinha para garantir que ela tem a opção de comprar mais dos caças da Boeing em meio à incerteza sobre a disponibilidade do F- 35C Joint Strike Fighter da Lockheed Martin .

Todd Harrison, membro sênior do Centro para Avaliação Estratégica e Orçamentária, em Washington, DC disse à Flightglobal que a Marinha parecia estar “fazendo apostas “, com a pré-solicitação .

A Boeing disse à Flightglobal que achava que a pré-solicitação foi uma “formalidade para manter a porta aberta para o futuro compras em potencial” para o F/A-18.

A Marinha não quis comentar sobre a pré-solicitação original, mas no início deste mês o vice-almirante da Marinha dos EUA, Allen Myers disse a senadores durante uma reunião do Comitê da Forças Armadas que os cortes orçamentários no ano Fiscal de 2014 ameaçam a capacidade da Marinha para garantir a “capacidade operacional inicial” do F- 35Cs programada para 2018.

O Comitê de Apropriações do Senado também recomendou que ao orçamento do FY2014 a inclusão de US $ 75 milhões para aquisição de Super Hornets, levando em conta as preocupações sobre os atrasos do programa Joint Strike Fighter.

O projeto de lei de dotações para o FY2014 não foi aprovada pelo Senado.

FONTE: FlightGlobal

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Defesa Aérea & Naval

EDITADO PELA MODERAÇÃO. Wellington Góes - Não aceitamos apelidos pejorativos no intuito de provocar outros debatedores.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sex Nov 01, 2013 4:18 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Dom Jun 14, 2009 11:59 pm
Mensagens: 5835
PELAMOR ... quantas vezes vão postar essa mesma notícia ? :lol:

_________________
[] Spock

Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sex Nov 01, 2013 5:51 pm 
Offline
Sênior
Sênior
 Perfil

Registrado em: Sáb Fev 10, 2007 1:22 pm
Mensagens: 2113
Porque isso te incomoda Spock?
A notícia é muito importante e deve ser amplamente divulgada, porque um dos caças da bost-list acabou.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sex Nov 01, 2013 6:04 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Sex Abr 27, 2007 1:00 pm
Mensagens: 1626
Localização: São José dos Campos - SP
Eles estão certos.

Pra que Super Hornet se a Boeing agora aposta no Advanced Super Hornet?


Voltar ao topo
 
Exibir mensagens anteriores:  Ordenar por  
Criar novo tópico Este tópico está trancado. Você não pode responder ou editar mensagens.  [ Array ]  Ir para página Anterior  1 ... 130, 131, 132, 133, 134, 135, 136  Próximo

Todos os horários são


Quem está online


Enviar mensagens: Proibido
Responder mensagens: Proibido
Editar mensagens: Proibido
Excluir mensagens: Proibido
Enviar anexos: Proibido

Ir para:  
cron
Powered by phpBB © 2000, 2002, 2005, 2007 phpBB Group  
Design By Poker Bandits  
Traduzido por: Suporte phpBB Brasil