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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qua Fev 16, 2011 1:11 am 
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Santiago, entendo que há uma interpretação equivocada, pois, acredito eu, que todos nós sabemos que há ToT, entretanto isto se limita a pouquíssimos países, não é verdade? Entre eles estes que foi citado, afinal por que isto? Entramos, ou entraríamos, ou mesmo tempos a possibilidade de entrar, e por que, nesse mesmo o rol?

Arlsan, será?

Até mais!!! :wink:


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 2:12 am 
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E agora José? O cara tá prestigiado, depois desprestigiado, agora é Super Honet, amanhã já não é e por ai vai, quem quiser acreditar por favor......

Citação:
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Agenda de discussões para visita de Obama ao país continua indefinida

Sergio Leo

O interesse das empresas americanas no mercado brasileiro e a necessidade de apoio governamental para aumentar as exportações brasileiras aos Estados Unidos são, até agora, os principais assuntos escolhidos pelo Palácio do Planalto para marcar a visita do presidente dos EUA, Barack Obama, ao Brasil, em meados de março.

São praticamente nulas as possibilidades de que a presidente Dilma Rousseff escolha a americana Boeing para fornecer os novos caças da Força Aérea Brasileira, mas não se descartam convites aos americanos para fornecer equipamentos à Petrobras.

Não há, nem no Palácio do Planalto, nem no Itamaraty, muita esperança de que o presidente Obama traga o apoio a um assento permanente para o Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas, iniciativa que inauguraria uma fase inédita na relação entre os dois países.

Obama apoiou a Índia na visita que fez ao país, no ano passado, deixando de lado as críticas do passado pelo desenvolvimento da bomba atômica indiana, ao arrepio dos tratados internacionais. A atuação do Brasil, votando contra sanções ao Irã, porém, até hoje não foi absorvida em Washington.

A menos de um mês da visita de Obama, não há clareza nem sobre o caráter da visita. A Casa Branca ainda não respondeu ao Itamaraty se será uma visita de trabalho, oficial, uma visita de Estado, com mais pompa, ou uma visita de Estado "simplificada", em que, no lugar da visita aos três Poderes da República, o presidente encontraria os chefes dos Poderes em alguma cerimônia, ou em um jantar. Uma única decisão foi tomada, até agora: os dois governos estão empenhados em ressaltar o bom relacionamento entre Brasil e EUA.

Obama deve chegar na sexta-feira, 11 de março. Passará o sábado em Brasília, onde terá almoço no Palácio do Itamaraty, e, no domingo, irá ao Rio, onde está prevista a visita do presidente americano a favela controlada por Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Ele pretende falar ao público, no Rio.

Ainda não se descarta outro evento informal, como um jantar, em Brasília. Nas últimas semanas, houve uma sucessão de visitas de altas autoridades americanas para sondar temas para a agenda do encontro presidencial, que deve ser discutido em detalhes durante viagem do ministro de Relações Exteriores, Antônio Patriota, a Washington, na próxima semana.

A presidente Dilma disse ao secretário do Tesouro, Timothy Geithner, que está preocupada com a queda nas exportações do Brasil aos EUA, e que gostaria de discutir ações para mudar esse quadro. Desde 2006, quando alcançaram o recorde de US$ 46,5 bilhões, as vendas brasileiras aos americanos, afetadas pela valorização do real e pela competição dos fornecedores asiáticos, vêm caindo consistentemente. Em 2010, chegaram ao pior resultado no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, pouco mais de US$ 20 bilhões.

Uma das formas de estimular as vendas aos EUA, segundo os técnicos, é retomar as discussões do grupo de trabalho encarregado de debater barreiras técnicas ao comércio. Durante os governos Lula e Bush, foram firmados acordos de cooperação e memorandos de entendimento em temas tão distintos quanto agricultura e direitos da mulher. Boa parte dos contatos entre as duas administrações ficou paralisada, porém, devido aos desentendimentos entre os dois governos, pela ação brasileira nas discussões sobre o programa nuclear iraniano, e pelas eleições no Brasil.

O esforço dos dois governos agora é retomar as discussões, com prioridade para o acordo de cooperação em energia e em biocombustíveis, e para atuação em terceiros países, principalmente na produção de etanol. Os americanos estimulam propostas de atuação conjunta da Embrapa e firmas americanas em pesquisas e assistência técnica para produção agrícola na África.

Há concordância também em relação à ação do G-20 no combate aos riscos de retomada da crise financeira internacional, embora os brasileiros já tenham alertado aos enviados dos EUA que não cerrarão fileiras contra a China, pressionada pelos americanos a mudar a política de câmbio.

Um graduado assessor de Dilma garante que é certo que, embora ela tenha determinado a revisão do processo de escolha para os novos caças da FAB, ela compartilha com o ministro da Defesa, Nélson Jobim, as desconfianças em relação às promessas americanas de transferência de tecnologia. Embora a Casa Branca tenha obtido apoio do Congresso americano para oferecer inéditas condições de transferência tecnológica, a cúpula do governo crê que qualquer reviravolta política no Legislativo dos EUA pode deixar o Brasil refém das decisões do governo americano na manutenção da frota da FAB, caso opte pelos aviões da Boeing.

Dilma não anunciará, pelo menos até meados do segundo semestre, nenhuma decisão sobre a compra dos caças, negócio que pode chegar a US$ 8 bilhões. A presidente, segundo um ministro, considera um anúncio desse tipo incompatível com o momento atual, em que o governo se esForça para mostrar austeridade no ajuste das contas públicas.

http://www.fab.mil.br/portal/capa/index ... notimpol#7


Resumindo, mais boatos, isso já torrou o saco!!! :?


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 9:31 am 
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Wellington Góes escreveu:

Citação:
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Agenda de discussões para visita de Obama ao país continua indefinida

Sergio Leo

São praticamente nulas as possibilidades de que a presidente Dilma Rousseff escolha a americana Boeing para fornecer os novos caças da Força Aérea Brasileira, mas não se descartam convites aos americanos para fornecer equipamentos à Petrobras.

O modo como se coloca essa reportagem nos deixa entender que São nulas as possibilidades de escolha do F-18 para o Brasil ...
Mas não é bem assim.
Na verdade atualmente São nulas sim ,a divulgação da escolha do F-18 nesse periodo de visita do Obama.

Ahhh sim ...agora entendi . :P


Não há, nem no Palácio do Planalto, nem no Itamaraty, muita esperança de que o presidente Obama traga o apoio a um assento permanente para o Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas, iniciativa que inauguraria uma fase inédita na relação entre os dois países.


Realmente...depois do posicionamento de Lula no final de seu governo ,de apoiar o projeto nuclear do irã , era de se esperar que o apoio não viesse.



Um graduado assessor de Dilma garante que é certo que, embora ela tenha determinado a revisão do processo de escolha para os novos caças da FAB, ela compartilha com o ministro da Defesa, Nélson Jobim, as desconfianças em relação às promessas americanas de transferência de tecnologia. Embora a Casa Branca tenha obtido apoio do Congresso americano para oferecer inéditas condições de transferência tecnológica, a cúpula do governo crê que qualquer reviravolta política no Legislativo dos EUA pode deixar o Brasil refém das decisões do governo americano na manutenção da frota da FAB, caso opte pelos aviões da Boeing.


Concordamos em parte.
É claro que Dilma tem suas desconfianças ...quem não tem ...mas dai compartilhar igualmente com NJ é compartilhar de mais :lol: :lol:

tanto que se fosse assim , por NJ nem se tentaria mais negociar com politicos americanos e o rafale já estaria escolhido ..

E ela já deixou claro a todos que não é bem assim que ela pensa.
Graças a Deus. 8)


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Att
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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 10:48 am 
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Wellington Góes escreveu:
Santiago, entendo que há uma interpretação equivocada, pois, acredito eu, que todos nós sabemos que há ToT, entretanto isto se limita a pouquíssimos países, não é verdade? Entre eles estes que foi citado, afinal por que isto? Entramos, ou entraríamos, ou mesmo tempos a possibilidade de entrar, e por que, nesse mesmo o rol?

Arlsan, será?

Até mais!!! :wink:


Mas será que nós conseguiremos entrar no rol dos países beneficiados pelas ToTs francesas e que fabricam caças com esta tecnologia sob licensa ?
Alias...alguem poderia me ajudar e me informar que países foram estes ?

Eu lembro de um caso apenas: o Atlas Cheetah baseado no Mirage III.

Abs


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 11:52 am 
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Zavva escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Santiago, entendo que há uma interpretação equivocada, pois, acredito eu, que todos nós sabemos que há ToT, entretanto isto se limita a pouquíssimos países, não é verdade? Entre eles estes que foi citado, afinal por que isto? Entramos, ou entraríamos, ou mesmo tempos a possibilidade de entrar, e por que, nesse mesmo o rol?

Arlsan, será?

Até mais!!! :wink:


Mas será que nós conseguiremos entrar no rol dos países beneficiados pelas ToTs francesas e que fabricam caças com esta tecnologia sob licensa ?
Alias...alguem poderia me ajudar e me informar que países foram estes ?

Eu lembro de um caso apenas: o Atlas Cheetah baseado no Mirage III.

Abs

A questão é: queremos isso? Acreditar que iremos fabricar no Brasil os Rafale para re-exportá-lo, é acreditar em papai noel, gnomo, etc....Se for essa a intensão, então estamos dez anos atrasados, pois os Mirage 2000-5BR realmente ofertava isso e com aval da Embraer, talvez tivesse sido melhor, olhando pra trás, mas decidimos não decidir..... :|

Por isso eu gosto do Gripen NG, até mesmo do E/F, o negócio é replicar o que se aprende e não tentar reinventar a roda.

Até mais!!! :wink:


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 7:33 pm 
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Deltree escreveu:
Em azul , minhas observações. :wink:

Citação:
Não há, nem no Palácio do Planalto, nem no Itamaraty, muita esperança de que o presidente Obama traga o apoio a um assento permanente para o Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas, iniciativa que inauguraria uma fase inédita na relação entre os dois países.

Realmente...depois do posicionamento de Lula no final de seu governo ,de apoiar o projeto nuclear do irã , era de se esperar que o apoio não viesse.


Os EUA nunca concordaram com a presença do Brasil no CS da ONU. Não interessa a eles que o país ganhe projeção internacional por dois motivos:
1) na área de política externa, o Brasil nunca foi totalmente alinhado/subordinado aos EUA - nem nos governo militares nem na atual fase democrática.
2) Não interessa aos EUA ter um outro país com este status no continente americano. Para os interesses deles, basta que o Brasil continue sendo uma potencia regional que mostre os benefícios de uma continuidade democrática e de uma política econômica convencional.

Tanto é assim que mesmo antes da questão iraniana, desde o governo FHC até o governo Lula eles tomaram o cuidado de nunca fazerem menção da presença do Brasil no CS. Mas do Japão que lhe é completamente subalterno, sim.

Citação:
Um graduado assessor de Dilma garante que é certo que, embora ela tenha determinado a revisão do processo de escolha para os novos caças da FAB, ela compartilha com o ministro da Defesa, Nélson Jobim, as desconfianças em relação às promessas americanas de transferência de tecnologia. Embora a Casa Branca tenha obtido apoio do Congresso americano para oferecer inéditas condições de transferência tecnológica, a cúpula do governo crê que qualquer reviravolta política no Legislativo dos EUA pode deixar o Brasil refém das decisões do governo americano na manutenção da frota da FAB, caso opte pelos aviões da Boeing.


Concordamos em parte.
É claro que Dilma tem suas desconfianças ...quem não tem ...mas dai compartilhar igualmente com NJ é compartilhar de mais :lol: :lol:

tanto que se fosse assim , por NJ nem se tentaria mais negociar com politicos americanos e o rafale já estaria escolhido ..

E ela já deixou claro a todos que não é bem assim que ela pensa.
Graças a Deus. 8)



Veja bem, a matéria não diz que ela é favorável ao Rafale, diz que ela não confia na transferência de tecnologia americana. Ela pode muito bem optar pelo Gripen...

atenciosamente,

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 7:50 pm 
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Citação:
1) na área de política externa, o Brasil nunca foi totalmente alinhado/subordinado aos EUA - nem nos governo militares nem na atual fase democrática.


O general Juracy Magalhães foi o autor da frase “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”, proferida em junho de 1964, em resposta a um repórter que lhe perguntou com que espírito assumia o posto de embaixador do Brasil em Washington.


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 8:15 pm 
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Fleming escreveu:
Citação:
1) na área de política externa, o Brasil nunca foi totalmente alinhado/subordinado aos EUA - nem nos governo militares nem na atual fase democrática.


O general Juracy Magalhães foi o autor da frase “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”, proferida em junho de 1964, em resposta a um repórter que lhe perguntou com que espírito assumia o posto de embaixador do Brasil em Washington.


O fatídico ano de 1964 foi um ano de exceção em todos os sentidos. Devemos lembrar que durante a ditadura militar o Brasil fez parte do chamado Grupo dos Não-Alinhados - aqueles que não apoiavam incondicionalmente nem URSS nem EUA, mas mantinham negócios com os dois.
Graças a esta postura, o Brasil apoiou o novo governo (comunista) de Angola e lançou satélites com a China. A postura do governo Carter de criticar a questão dos direitos humanos no Brasil levou o governo brasileiro a se afastar mais ainda do círculo de influência dos EUA.

Na prática, na maioria das vezes, o Brasil votou com os EUA no CS da ONU, mas eles não querem arriscar, não apenas nas votações, mas não é interesse deles que o Brasil cresça politicamente. Eles não nos vêem como aliados, mas como concorrentes comerciais.

atenciosamente,

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 9:15 pm 
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E gostaria de acrescentar, Robson: E o Brasil que não espere ser visto por nenhuma potência comercial como aliado. Eu disse: NENHUMA.

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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 9:27 pm 
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Steen escreveu:
E gostaria de acrescentar, Robson: E o Brasil que não espere ser visto por nenhuma potência comercial como aliado. Eu disse: NENHUMA.


Também permita-me acrescentar Steen,...: O Brasil é o eterno país do encima do muro, deitado em berço esplêndido (vai nessa....) admirando o azul do céu e do mar profundo.... ora apaixonado pelo mar, ora pelo céu.... mas esqueçe que pisa a Terra.

Sds.


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Qui Fev 17, 2011 9:55 pm 
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Fleming escreveu:
Citação:
1) na área de política externa, o Brasil nunca foi totalmente alinhado/subordinado aos EUA - nem nos governo militares nem na atual fase democrática.


O general Juracy Magalhães foi o autor da frase “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”, proferida em junho de 1964, em resposta a um repórter que lhe perguntou com que espírito assumia o posto de embaixador do Brasil em Washington.


O governo Castello Branco foi de alinhamento automático aos EUA, que apoiaram o golpe militar contra a ameaça comunista e ofereceram alívio financeiro a um país que tinha dificuldades para 'fechar as contas no fim do mês'.
O governo Castello Branco priorizava a visão leste-oeste da guerra fria na política externa brasileira.

Mas foi uma exceção. Era uma corrente minoritária dentro das FFAA e antes de terminar o governo ele morreu no acidente. Não estou dizendo que uma coisa teve a ver com a outra, mas a visão 'norte-sul' da política externa teve caminho facilitado ao poder após esse fato.

Abs.

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"As leis que proibem o porte de armas... desarmam somente aqueles que não estão nem dispostos nem determinados a cometer crimes." - Cesare Beccaria


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sex Fev 18, 2011 1:34 pm 
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Entendo que os EUA estão mudando sua postura em relação a reforma do CS.
A India nunca foi um país alinhado com os EUA mas este país passou a apoiar a India.
Motivações comerciais ?
Favorecer um rival da China ?
O fato é que os EUA estão ficando mais flexíveis, conforme sua economia e influencia global vai decaindo.

Abs


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 19, 2011 9:29 am 
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Wellington Góes escreveu:
Santiago, entendo que há uma interpretação equivocada, pois, acredito eu, que todos nós sabemos que há ToT, entretanto isto se limita a pouquíssimos países, não é verdade? Entre eles estes que foi citado, afinal por que isto? Entramos, ou entraríamos, ou mesmo tempos a possibilidade de entrar, e por que, nesse mesmo o rol?

Arlsan, será?

Até mais!!! :wink:

No nosso caso falta tirar a China de lá e colocar no lugar da Argentina pra eles se motivarem a fazer coisa parecida. Hmmm. Pensando bem não seria de todo ruim...


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 19, 2011 9:37 am 
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Jonas Rafael escreveu:
No nosso caso falta tirar a China de lá e colocar no lugar da Argentina pra eles se motivarem a fazer coisa parecida. Hmmm. Pensando bem não seria de todo ruim...


:lol:

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[] Spock

Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


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 Título: Re: Super Hornet News parte 2
MensagemEnviado: Sáb Fev 19, 2011 1:59 pm 
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Amigos !

Uma coisa é certa ... o Super Hornet terá CONTINUIDADE :

(para discussão)
Citação:
Novo cockpit do ‘Silent Hornet’ na Aero India 2011

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‘Silent Hornet’ na Aero India 2011

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http://www.youtube.com/watch?v=lE3h8yIm ... r_embedded

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COMO SE NÃO BASTASSE :

F/A-XX, o conceito de 6ª geração da USN

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A Boeing apresentou no ano passado seu conceito de avião de combate que deverá substituir o F/A-18E/F Super Hornet na US Navy a partir de 2025.

A aeronave de dois assentos, duas turbinas e sem cauda é conhecida como F/A-XX, mas ainda não foi requerida formalmente pela Marinha dos EUA.

A Boeing diz que o F/A-XX poderá ter duas versões, tripulada e não-tripulada, “dependendo das missões e da maturidade da tecnologia”.

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A USN revelou em 2008 que está considerando as versões tripuladas e não tripuladas para o F/A-XX, com velocidade de cruzeiro subsônica e autonomia de voo de 50 horas na área de operações.

Nos slides abaixo, as diferentes configurações estudadas para o F/A-XX e a distância de atuação da costa inimiga, entre outras informações.

Imagem
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