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 Título: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 12:23 pm 
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amigos eu não sei como anda a doutrina de Guerra eletrônica da FAB, até onde sei são usados os E-99, a GE é muito importante pois no inicio dos conflitos é sempre a PRIMEIRA a ser utilizada. na destruição dos radares de controle de tráfego aéreo e da artilharia antiaérea com os misseis antiradar, o brasil tem o MAR-1 da mectron, arma de disuasão mas o que tem mais ? e eu queria saber o que existe para iniciar eu peguei um interessante artigo do poder aéreo para análise:

Citação:
Oficial de Guerra Eletrônica da USAF completa curso em Growler da USN
10 de julho de 2011, em Guerra eletrônica, Treinamento, por Nunão


Na última quinta-feira, 7 de julho, a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) informou que o capitão Cole Davenport é o primeiro oficial de guerra eletrônica (EWA) da força a se graduar no EA-18G Growler da Marinha dos EUA (USN). O capitão completou no final do mês passado um treinamento de 10 meses na ‘Naval Air Station Whidbey Island’, no Estado de Washington. Sua primeira surtida de treinamento foi em setembro do ano passado.

Desde que o EF-111 Raven deixou o serviço há 16 anos, a USAF vem trabalhando com a USN, já que não possui mais caças dedicados à guerra eletrônica. A aeronave que cumpre a função na USAF é uma versão do Hercules, o EC-130H Compass Call. Assim os oficiais de guerra eletrônica da Força Aérea dos EUA ganham conhecimento e se preparam para o futuro em aeronaves EA-6B e EA-18G Growler. O treinamento do capitão Davenport marca a transição do Prowler (denominação do EA-6B) para o Growler.

Segundo o capitão Daventport, “a Marinha pega bem pesado conosco, por sermos da Força Aérea, e pegam no nosso pé em relação ao jeito que falamos, coisas que fazemos. Mas eles são muito divertidos na hora de voar juntos e também são muito profissionais. Voar no Growler é uma grande oportunidade.”

Após cumprir missões no simulador e realizar voos de familiarização, os alunos dividem o tempo entre aulas em terra e treinamento de voo com até duas saídas diárias, o que inclui uma fase ar-ar, onde aprendem manobras básicas de caça similares às de ‘dog-fighting’, interceptação até chegar, finalmente, à guerra eletrônica. Então aprendem a localizar e ‘jamear’ emissores, sistemas de radar e comunicações, assim como a empregar mísseis antirradiação, que são guiados pela emissão de radares.

Após completar o treinamento, o pessoal da USAF normalmente é distribuído para cinco esquadrões de EA-6G Prowler que operam em navios-aeródromo. E, ao final desse verão do Hemisfério Norte, também passarão a tripular aeronaves EA-18G Growler de esquadrões expedicionários. Ao final de três anos operando junto à Marinha, eles voltam a tripular aeronaves da USAF.

http://www.aereo.jor.br/2011/07/10/ofic ... er-da-usn/

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 1:16 pm 
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Guerra Eletrônica não se limita ao E-99, a atividade ELINT está ligada a guerra eletronica e é feita a muitos anos pela FAB.
O P-95B ja possuia o ESM Thomson-CSF (hoje Thales) DR2000/Dalia que o habilitava como como plataforma ELINT/SIGINT (Electronic/Signals Intelligence – Monitoramento de emissões eletromagnéticas).
Pods interferidores usados por aeronaves de caça tambem entram nesta área, o SKYSHIELD, Sistema Ofensivo de Contramedidas Eletrônicas, comprado para equipar as aeronaves F-5EM.
O assunto é muito complexo e amplo e desde Boeing 747(USAF E-4B) até pequenos VANT são utilizados nesta área.
Plataformas antigas poder ser recheadas com modernos equipamentos, a Africa do Sul usa DC-3TP remotorizados com PT-6 e o Japão usa YS-11E remotorizados com GE CT-64.
O USArmy usa o Beech 200(Huron) recheado de equipamentos e antenas.
Vai ser um tópico bem util.


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 2:52 pm 
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Ok, realmente a GE aumenta a capacidade de sobrevivência de uma força aérea, mas requer toda uma estrutura complexa e especializada para isso, além de muito $$.
E, mais importante, tem limites.
Esse limite se chama "burn through range", que é a distância onde o jamming (EA - eletronic attack) não consegue mais atrapalhar o radar, em razão do eco radar.
Então, no cenário ar-terra, a GE pode criar corredores de ataque, já que o alcance (detecção e tracking) dos radares será diminuído. No cenário BVR, também haverá diminuição da distância de detecção e tracking. Um cuidado deve ser tomado, em algumas circunstâncias, com os mísseis HOJ.
Enfim, GE requer muito gasto e treinamento, e ajuda muito uma força convencional. Mas tem limites.
A tecnologia stealth é muito mais completa. Poucas unidades são capazes de gerar grande insegurança em uma força atacante. Quem sabe seja essa a razão da FAB (supostamente) querer o F-35...

Abraços,

LGalina

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 4:07 pm 
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LGalina escreveu:
Ok, realmente a GE aumenta a capacidade de sobrevivência de uma força aérea, mas requer toda uma estrutura complexa e especializada para isso, além de muito $$.
E, mais importante, tem limites.
Esse limite se chama "burn through range", que é a distância onde o jamming (EA - eletronic attack) não consegue mais atrapalhar o radar, em razão do eco radar.
Então, no cenário ar-terra, a GE pode criar corredores de ataque, já que o alcance (detecção e tracking) dos radares será diminuído. No cenário BVR, também haverá diminuição da distância de detecção e tracking. Um cuidado deve ser tomado, em algumas circunstâncias, com os mísseis HOJ.
Enfim, GE requer muito gasto e treinamento, e ajuda muito uma força convencional. Mas tem limites.
A tecnologia stealth é muito mais completa. Poucas unidades são capazes de gerar grande insegurança em uma força atacante. Quem sabe seja essa a razão da FAB (supostamente) querer o F-35...

Abraços,

LGalina


Embora de fato, a FAB não conte com aeronaves stealth, sua aviação de caça composta de F-5 e A-1 pode ser considerada discret devido as suas diminutas proporções se comparados a caças mais robustos como os Mirage, SU-27, Tornado e F-15 para ficarmos com alguns mais ou menos da mesma época.
Segundo relatado, a baixa assinatura dos MAX italianos chamou a atenção dos americanos no Kosovo e os franceses, mesmo contando com AWAKS, não conseguiram detectar a presença dos F-5EM na Cruzex.

atenciosamente,

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 4:44 pm 
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wstrobel escreveu:
Guerra Eletrônica não se limita ao E-99, a atividade ELINT está ligada a guerra eletronica e é feita a muitos anos pela FAB.
O P-95B ja possuia o ESM Thomson-CSF (hoje Thales) DR2000/Dalia que o habilitava como como plataforma ELINT/SIGINT (Electronic/Signals Intelligence – Monitoramento de emissões eletromagnéticas).
Pods interferidores usados por aeronaves de caça tambem entram nesta área, o SKYSHIELD, Sistema Ofensivo de Contramedidas Eletrônicas, comprado para equipar as aeronaves F-5EM.
O assunto é muito complexo e amplo e desde Boeing 747(USAF E-4B) até pequenos VANT são utilizados nesta área.
Plataformas antigas poder ser recheadas com modernos equipamentos, a Africa do Sul usa DC-3TP remotorizados com PT-6 e o Japão usa YS-11E remotorizados com GE CT-64.
O USArmy usa o Beech 200(Huron) recheado de equipamentos e antenas.
Vai ser um tópico bem util.



o AMX também tem eu acho :?: que usa o POD skyshield para ataque eletronico....

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 6:17 pm 
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Outra grande utilidade são os MALD-J(Miniature Air Launched Decoy Jammer), que parecem pequenos foguetes e podem ser lançados da asa qualquer avião de caça ou bombardeiro(B-52), até mesmo de kits instalados nas rampas de aeronaves de transporte, como o C-130.
Eles entram no território inimigo simulando aviões de caça, obrigando o desperdício de misseis AA e o acionamento de radares, que tem sua posição descoberta, depois a aviação de ataque vem atras arrebentando.
Israel faz isso com Vants, o Hermes 450 tem Jammeadores opcionais que simulam um ataque, obrigando o inimigo a acionar sua defesa, é claro que o Brasil com 2 vant, não vai usar desta forma. Israel lança um ataque simulado com vários Vant e atras vem o F-16 e F-15 destruindo os sítios de radar e lançadores de misseis usados contra as Vant.
Um Jammer não é só isso, tem versões ScortJammer utilizadas em um dos aviões para confundir os radares inimigos, criando verdadeiros apagões na defesa, no meio da confusão entra o ataque dos demais aviões. Como o LGalina escreveu isso tem limites, formam corredores livres por um tempo limitado.
Ainda existe Jammer de auto proteção, que equipam aeronaves par diminuir a possibilidade de detecção e acertos pelo inimigo, devem ser utilizados por todas as aeronaves militares passiveis de ataque.
Israel é o único pais que usa este sistema de Jammer de auto defesa em aeronaves comerciais, para evitar ataques de misseis tipo Igla e Stinger por terroristas. Os Força Aérea 01 de vários países também usam.


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 6:36 pm 
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wstrobel escreveu:
Outra grande utilidade são os MALD-J(Miniature Air Launched Decoy Jammer), que parecem pequenos foguetes e podem ser lançados da asa qualquer avião de caça ou bombardeiro(B-52), até mesmo de kits instalados nas rampas de aeronaves de transporte, como o C-130.
...
Israel é o único pais que usa este sistema de Jammer de auto defesa em aeronaves comerciais, para evitar ataques de misseis tipo Igla e Stinger por terroristas. Os Força Aérea 01 de vários países também usam.

Strobel,

Bela aula. Assim a gente aprende ou recicla alguns conceitos. Ótimo.

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 8:36 pm 
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Robsonmkt escreveu:
LGalina escreveu:
Ok, realmente a GE aumenta a capacidade de sobrevivência de uma força aérea, mas requer toda uma estrutura complexa e especializada para isso, além de muito $$.
E, mais importante, tem limites.
Esse limite se chama "burn through range", que é a distância onde o jamming (EA - eletronic attack) não consegue mais atrapalhar o radar, em razão do eco radar.
Então, no cenário ar-terra, a GE pode criar corredores de ataque, já que o alcance (detecção e tracking) dos radares será diminuído. No cenário BVR, também haverá diminuição da distância de detecção e tracking. Um cuidado deve ser tomado, em algumas circunstâncias, com os mísseis HOJ.
Enfim, GE requer muito gasto e treinamento, e ajuda muito uma força convencional. Mas tem limites.
A tecnologia stealth é muito mais completa. Poucas unidades são capazes de gerar grande insegurança em uma força atacante. Quem sabe seja essa a razão da FAB (supostamente) querer o F-35...

Abraços,

LGalina


Embora de fato, a FAB não conte com aeronaves stealth, sua aviação de caça composta de F-5 e A-1 pode ser considerada discret devido as suas diminutas proporções se comparados a caças mais robustos como os Mirage, SU-27, Tornado e F-15 para ficarmos com alguns mais ou menos da mesma época.
Segundo relatado, a baixa assinatura dos MAX italianos chamou a atenção dos americanos no Kosovo e os franceses, mesmo contando com AWAKS, não conseguiram detectar a presença dos F-5EM na Cruzex.

atenciosamente,



Robson,

uma menor RCS ajuda em muita coisa, inclusive na própria GE, pois o eco radar será menor, diminuindo a distância de burn through. Mas, tenha em mente que uma efetiva (e decisiva !!) vantagem operacional somente acontece com uma verdadeira aeronave stealth. Há um enorme acréscimo da capacidade de sobrevivência, maximizando as forças de uma pequena força aérea. No cenário ar-terra é onde vejo as maiores diferenças, embora estejam sendo projetados atualmente UCAVs stealth. No BVR também há grande vantagem, mas alguns sensores estão em vias de diminuir o gap para as aeronaves convencionais, principalmente o IRST. Mas o stealth estará em vantagem, não tenham dúvidas.
Assim, um F-35 poderá usar uma banda estreita de radar e se aproximar de um F-18E, destruindo-o sem que este note sua presença.
Como diria alguém com quem já conversei, a tecnologia é cara, mas funciona !!

Abraços,

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 8:45 pm 
Boa noite Srs. Espero que todos estejam bem por aqui, eu, como todos sabem, estava fazendo um retiro no "Gulag", e agora com a benevolência da camarada Felipowski, estou de volta, bom o assunto GE, ea FAB tem um outro vetor, literalmente, um "Xereta"chamado R 35, que recebeu novos equipamentos que melhoraram seu desempenho.

Grande abraço


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 8:56 pm 
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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 9:33 pm 
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Bem...Israel foi o primeiro país a usar VANTS em GE na batalha do vale do bekaa em 1982...mas eu não sabia que utilizava em aeronaves comerciais...muito bom

boas vindas juarez

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 9:35 pm 
Teremos novidades no final do ano nesta área, se o $$$ aparecer....

Grande abraço


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 10:06 pm 
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Em relação ao Lear 35 do 1/6, existem duas versões:
R-35A existentes desde o final dos anos 80 e destinado a reconhecimento por imagens(Foto).
R-35AM foram recebidas 3 VU-35A VIP do GTE em 2008 e receberam o Thales DR-3000 Mk2 destinadas a reconhecimento eletrônico.
O R-35AM não tem aquela caixa retangular na fuselagem, que abriga a camara fotografica, ele tem uma antena de forma circular na cauda, parecendo uma antena de MAD mais gorda.
Somente o R-35AM pode ser considerado como uma ferramenta de guerra eletrônica.
O que encontrei no site da Thales sobre o DR3000, que descobri que também é usado por fragatas da Grécia e corvetas do Marrocos.
(DR 3000) is a electronic support measures (ESM) system, i.e., tactical, passive/intercept capability for receiving, analyzing and processing non-communications signals.


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 10:18 pm 
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Graxeiro escreveu:
Boa noite Srs. Espero que todos estejam bem por aqui, eu, como todos sabem, estava fazendo um retiro no "Gulag", e agora com a benevolência da camarada Felipowski, estou de volta, bom o assunto GE, ea FAB tem um outro vetor, literalmente, um "Xereta"chamado R 35, que recebeu novos equipamentos que melhoraram seu desempenho.

Grande abraço


Seja bem-vindo das férias Juarez.

Que bom que a FAB conta com um novo vetor !!
Sem dúvida, a GE é um multiplicador para uma força aérea de aeronaves convencionais, aumentando bastante a capacidade de sobrevivência.

Abraços,

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Jul 10, 2011 10:23 pm 
Obrigado Galina.

Grande abraço


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