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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 03, 2011 11:15 pm 
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Discao escreveu:
Tava perguntando do skyshield da Rafael mesmo. De jammer!

Ele prove contra medidas eletrônicas para atrapalhar/confundir radares inimigos por um tempo limitado, independente da origem destes radares, seja terrestre, naval ou aéreo.
O objetivo é aumentar a sobrevivência em ambiente hostil.


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Nov 06, 2011 7:05 pm 
Discao escreveu:
Tava perguntando do skyshield da Rafael mesmo. De jammer!


Pode sim Discão, já aconteceu no passado com o POD Cayman Francês.

Grande abraço


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Ter Nov 08, 2011 10:23 pm 
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Graxeiro escreveu:
Discao escreveu:
Tava perguntando do skyshield da Rafael mesmo. De jammer!


Pode sim Discão, já aconteceu no passado com o POD Cayman Francês.

Grande abraço



Como foi?


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 10, 2011 4:11 pm 
Fou uma luta "inglória" entre os "guaiacas" do 14 e do ESM CO contra a então já tradicional boa vontade de um certo país europeu em nos mostrar parâmetros técnicos do Pod.

Grande abraço


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 10, 2011 4:43 pm 
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Graxeiro escreveu:
Fou uma luta "inglória" entre os "guaiacas" do 14 e do ESM CO contra a então já tradicional boa vontade de um certo país europeu em nos mostrar parâmetros técnicos do Pod.

Grande abraço

No livro do 1/14 conta uma história um pouco diferente que contou com a nossa 'malandragem' desnecessária que deixou os caras P... da vida.

E daí veio a birra.

Isso dito pelo comandante do Esquadrão e vários outros oficiais.
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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 10, 2011 4:58 pm 
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cb_lima escreveu:
Graxeiro escreveu:
Fou uma luta "inglória" entre os "guaiacas" do 14 e do ESM CO contra a então já tradicional boa vontade de um certo país europeu em nos mostrar parâmetros técnicos do Pod.

Grande abraço

No livro do 1/14 conta uma história um pouco diferente que contou com a nossa 'malandragem' desnecessária que deixou os caras P... da vida.

E daí veio a birra.

Isso dito pelo comandante do Esquadrão e vários outros oficiais.
[]s
CB_Lima

Bem, como sempre, toda história (ou estória) tem dois lados e normalmente a verdade está ao centro, nunca nas extremidades.

Até mais!!! :wink:


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 10, 2011 5:23 pm 
Para o teu saber, eu sou um dos colaboradores no livro do 14, ali o Casela e o Prof Rudinei disseram o que dava para dizer e não que deveriam dizer, infelizmente.
E que as "malandragens" como tu gosta de adjetivar a FAB foram justamente porque os Franceses na época não passavam os pitchs de intensidade de onda e frequencia de interferência, dada a boa vontade de sempre.....
Quando iniciavam alguma manutenção dentro do fichet, o pod ficava separado por biombos para que ninguem, observasse o que estava sendo feito.
Wellington, eu não vou mais gastar energia mostrando e explicando, como bem disse o Macegueiro contra determinados "mantras" assimilados, nada melhor que o tempo........

A propósito Wellington, lá no "principado do Amapa"!, nós todos lemos aqui que o governador em exercicio, que parece que é teu tio, empregou boa parte da familia, inclusive o Sr., e justificou como a maior parte dos politicos que faz isto, de que eram pessoas com grande conhecimento técnico, mas algumas pessoas oriundas da região contavam outra versão, de que eram simplesmente assinadores de ponto, tu percebes que para a mesma história temos , as vezes, duas versões 8)

Grande abraço


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 10, 2011 6:31 pm 
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Vamos separar os fatos...

1 - Eu não tenho nada a ver com essa história de Amapá!! :lol:

2 - Não compro mais nada que o Rudnei escreve... na boa... ele foi lá e disse mundos e fundos sobre as carcaças que compramos dos EUA (os F-5 Aggressores) aonde alguns vieram voando por milagre e não falou sobre os problemas com os franceses?? Falou sobre outros problemas com eles em outras passagens, mas no Cayman ele simplesmente 'não podia falar'.

Que inconsistência.

[]s
CB_Lima

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 10, 2011 7:52 pm 
[quote="cb_lima"
Citação:
]Vamos separar os fatos...

com certeza.

1 - Eu não tenho nada a ver com essa história de Amapá!! :lol:
Citação:


eu afirmei algo contrário????

2 - Não compro mais nada que o Rudnei escreve... na boa... ele foi lá e disse mundos e fundos sobre as carcaças que compramos dos EUA (os F-5 Aggressores) aonde alguns vieram voando por milagre e não falou sobre os problemas com os franceses?? Falou sobre outros problemas com eles em outras passagens, mas no Cayman ele simplesmente 'não podia falar'.

A questão da células todo mundo sabia, o pessoal do precuror avisou, tanto é que o pessoal foi lá com todo o ferramental, porque a empreitada seria grande, compramos porque na época estavamos em moratória e não tínhamos um tostão furado de credito no mercado, era aquilo ou nada.
Agora vou te dar um a sugestão: leia tudo que puder que seja escrito pelo Rud, ele é uma das pessoas que mais conhece história da aviação militar no Brasil, é um cavalheiro, uma pessoa séria e idônea, eu posso atestar isto.

Que inconsistência.

Lima! Não tem incosistência nenhuma, tem coisas que se pode falar e outras não, pergunte lá PN se eles podem dizer tudo que sabem da MB, provavelmente não.
Não compra estes "mantras" e nem de presta para engrossar o cantillhena "pau na FAB", porque não reza a missa da casa, tu tens conhecimento de sobra não entrar nesta "boca entaipada"....

Grande abraço

[]s
CB_Lima[/quote]


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 10, 2011 8:16 pm 
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Tá na boa véio... só não queria me confudir com esses papos paralelos de Amapá! :lol:

Sim... eu compro tudo o que Rudnei escreve e inclusive ele tem sido bacana o suficiente para até assinar os livros que eu comprei dele :) .

Não quero mistrurar as bolas, mas os F-5 estavam em pior estado até do que a FAB esperava. Conheci nas palestras do circulo histórico da Boeing um senhor a uns anos atrás que chamava aqueles F-5 de "Trash-5" (lixo - 5).

Enfim, voltando a história do Cayman eu só acho que o que foi passado para quem lê o livro é exatamente o oposto do que você está afirmando e as vezes é melhor nem mencionar com tanta ênfase no livro e passar batido (assim como o pessoal que escreve faz :) ).

Mas enfim, só um comentário construtivo.

[]s
CB_Lima

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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Nov 10, 2011 8:26 pm 
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Graxeiro escreveu:
Para o teu saber, eu sou um dos colaboradores no livro do 14, ali o Casela e o Prof Rudinei disseram o que dava para dizer e não que deveriam dizer, infelizmente.
E que as "malandragens" como tu gosta de adjetivar a FAB foram justamente porque os Franceses na época não passavam os pitchs de intensidade de onda e frequencia de interferência, dada a boa vontade de sempre.....
Quando iniciavam alguma manutenção dentro do fichet, o pod ficava separado por biombos para que ninguem, observasse o que estava sendo feito.
Wellington, eu não vou mais gastar energia mostrando e explicando, como bem disse o Macegueiro contra determinados "mantras" assimilados, nada melhor que o tempo........

A propósito Wellington, lá no "principado do Amapa"!, nós todos lemos aqui que o governador em exercicio, que parece que é teu tio, empregou boa parte da familia, inclusive o Sr., e justificou como a maior parte dos politicos que faz isto, de que eram pessoas com grande conhecimento técnico, mas algumas pessoas oriundas da região contavam outra versão, de que eram simplesmente assinadores de ponto, tu percebes que para a mesma história temos , as vezes, duas versões 8)

Grande abraço

1° Quem disse malandragem não foi eu;

2° Mas que belo argumento hein?! Desnecessário, o que é que uma coisa tem haver com a outra? Antes de tudo, vai se informar melhor, o que a imprensa nacional divulga não é nem a metade das besteiras que acontecem no Amapá, tem muita coisa cabeluda, em todas as esferas e em todos os níveis de poder, igual como os que acontecem ai no RS, vai de crimes comum, pedofilia, tráfico de drogas, corrupção ativa, até censura, mas não esquenta, depois eu vou fazer um apanhado das muitas coisas e coloco pra tu leres, ok?!

3° Quanto a parentesco, se isso fosse sinônimo de “se dar bem na vida”, era para eu estar muito bem e não pra estar com o nome sujo no SPC/SERASA. Lembra daquela caso meu de uma Ranger com cálcio hidráulico? Pois então, o presidente do grupo que é dono da concessionária FORD em Macapá, é meu parente também, o pai dele era o tio caçula do meu avô (mais novo que o meu avô), sabe o que ele me disse quando do problema do carro? “Entra na justiça, quem sabe lá você ganha!” Por conta disso não posso abrir nada, negócio nenhum, parei de pagar o carro (ele era de aluguel numa cooperativa), meu salário estava indo só pra isso, bacana ser parente de quem tem dinheiro e poder né?!

Até mais!!! :wink:

P.S: Não fique nervoso por besteria. 8)


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qua Jan 18, 2012 10:07 am 
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18 de Janeiro, 2012 - 09:45 ( Brasília )

O tendão de aquiles dos Vants?
Até o início de dezembro do ano passado (2011) tudo era mil maravilhas para os vants, mas um fato deixou uma pulga atrás da orelha. A primeira notícia sobre a captura de um vant norte americano

Ricardo Fan

Desde os ataques do 11 de Setembro, os EUA passaram a investir pesado em aviões não-tripulados, os chamados drones (no Brasil VANT). No ano do atentado às torres gêmeas, o Pentágono tinha apenas 50 unidades. Passados dez anos, de acordo com um documento divulgado pelo site da Wired. A difusão dos vants acelerou muito nos últimos anos. Hoje,nos EUA, há 7.494 vants em operação, contra 10.767 aviões pilotados.

Os VANTs são o setor com crescimento mais dinâmico na área de defesa e segurança, passando outros equipamentos bélicos, segundo um estudo mundial da TealGroup, empresa americana de análise do mercado aeroespacial. A despesa com aeronaves com controle remoto deverá dobrar nessa próxima década, pulando de US$ 5 bilhões para US$ 11 bilhões em todo o mundo. Ao fim de 2020, cerca de 50 países, inclusive o Brasil, deverão investir juntos mais de US$ 94 bilhões na tecnologia, estima o relatório.

O caso RQ-170 Sentinel

Até o início de dezembro do ano passado (2011) tudo era mil maravilhas para os vants, mas um fato deixou uma pulga atrás da orelha. A primeira notícia sobre a captura de um vant norte americano divulgada em 4 de dezembro. A aeronave não tripulada stealth RQ-170 Sentinel é fabricada pela empresa Lockheed Martin. É um dos vant mais secretos em serviço da Forças Armadas dos EUA. As especificações da aeronave são desconhecidas. Sua fuselagem tem um revestimento especial que lhe permite escapar da detecção por radares. Vale resaltar que um RQ-170 foi usada pelos EUA para espionar o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, no Paquistão

Segundo o canal de televisão iraniano Press TV, a aeronave foi capturada graças às ações de tropas iranianas que teriam interferido no sistema de controle da aeronave, obrigando-a a pousar com danos mínimos em uma região montanhosa no leste do país, a 225 km da fronteira com o Afeganistão.

Os EUA negaram a hipótese de sua aeronave ter sido abatida ou “seqüestrada” eletronicamente pelos iranianos. Segundo fontes norte americanas, a aeronave simplesmente saiu da zona de controle da CIA e caiu quando o combustível acabou.

Dan Goure, analista do Instituto Lexington, analisando as imagens divulgadas, afirmou que: - a fuselagem em grande parte estava intacta e descartou a possibilidade de um mau funcionamento do motor ou sensores de navegação. -"Este foi um ataque ciber-eletrônico que derrubou o sistema de comando e trouxe o aparelho a baixo".

Ainda em dezembro passado, um oficial sênior dos EUA, falando sob condição de anonimato, disse ao Washington Post que os EUA não podem confirmar se o drone mostrado era real. Pois, os EUA não têm acesso a ele. Mas, também afirmou: -"Nós não temos nenhuma indicação de que ele foi derrubado por fogo inimigo" (falta de marcas de queimaduras, furos ou danos na fuselagem).

Um segundo oficial militar dos EUA, disse que a questão principal é como o vant poderia ter ficado "praticamente intacto” após uma queda. Dado a elevada altitude, que provavelmente, o vant estava operando e teria deixado de responder aos comandos e caído por falta de combustível.

O capitão da Marinha dos EUA John Kirby, porta-voz do Pentágono, disse em entrevista coletiva, ainda em dezembro, que os analistas do Pentágono estavam examinando o vídeo exibido pelo Irã. Porém, logo depois, a CBS informou que autoridades dos EUA confirmaram que o drone exibido pelos iranianos era genuíno e pertencia a CIA.

A Contramedida

No entanto, se os iranianos não abateram o vant com fogo de artilharia. E pela condição da aeronave, estar praticamente intacta, a maior hipótese é que o Irã tenha usado o sistema radio eletrônico Avtobaza de fabricação russa. Entregue ao Irã em outubro de 2011. Esse sistema móvel se destina à busca de alvos emissores de radiofreqüência, incluindo radares que fazem parte das aeronaves, como no drone americano.

Enquanto a maioria das entregas de armas ao Irã é bloqueada, devido ao embargo liderado pelos EUA, um sistema de interferência eletrônica, como o Avtobaza, foi permitido. Porque é uma máquina passivamente defensiva e projetada para busca de alvos emissores de radiofreqüência em aeronaves e com capacidade de manipular os sistemas de orientação e controle de mísseis inimigos.

Possivelmente os EUA não imaginavam o real potencial do equipamento na interferência no link de comunicação dos vants, permitindo que sejam “seqüestrado” remotamente.

Ainda assim, não está claro como os iranianos conseguiram interferir no controle da aeronave. Porém, a dúvida está lançada sobre os vants em operações contra um exército regular e equipado eletronicamente.

http://www.defesanet.com.br/aviacao/not ... -dos-Vants

_________________
"Uma nação que confia em seus direitos, em vez de confiar em seus soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda." (Rui Barbosa)


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Ter Fev 14, 2012 3:52 pm 
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Para quem nunca viu a caixa preta de um avião, são estas duas caixas laranjas que ficam na traseira, no caso do L-100-30, Hercules civil, a Flight Data Recorder e Cockpit Voice Recorder.

Imagem


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Sex Mar 23, 2012 11:22 am 
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Registrado em: Ter Dez 11, 2007 7:19 am
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Como não encontrei um tópico específico, segue neste para conhecimento

AVISO DE LICITAÇÃO
CONCORRÊNCIA No- 120409/CABW/2012
O Ordenador de Despesas da Comissão Aeronáutica Brasileira
em Washington - CABW, localizada em 1701 22nd Street, N.
W. - Washington, D.C. 20008 - EUA, anuncia a quem interessar possa
que a CABW realizará licitação na modalidade CONCORRÊNCIA,
do tipo TÉCNICA E PREÇO, para fornecimento de 05 (cinco) radares
tridimensionais fixos de vigilância de rota, acompanhados de 05
(cinco) radares secundários monopulso, ... e 01 (um) simulador de
guerra eletrônica ..., conforme edital.
A abertura da sessão pública para o recebimento dos envelopes
contendo os "Documentos de Habilitação", as propostas
"Técnica, Logística e de compensação (Offset)" e "Comercial" será
realizada no dia 26/06/2012 às 10:00 horas (horário de verão da costa
leste estadunidense).
O Edital e as Informações complementares que visem maiores
esclarecimentos sobre a presente licitação poderão ser obtidos na
Seção de Contratos da CABW, no horário de 9:00 às 15:00 horas de
segunda à sexta-feira, por intermédio do endereço eletrônico
con@ cabw. org
Cel ROGÉRIO JOSÉ MENDES


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Sex Mar 23, 2012 9:50 pm 
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Registrado em: Qui Nov 29, 2007 9:11 pm
Mensagens: 9903
Localização: Caxias do Sul - RS
Estes radares destinam-se a área abrangência e responsabilidade do DECEA.

Imagem
Imagem/Fonte: DECEA.

Serão 59 novos radares entre 2012 e 2018.

A lista divulgada:

a) 14 Radares Primários Tridimensionais Fixos.

b) 12 Radares Primários Bidimensionais de Longo Alcance (Controle de Rota).

c) 26 Radares Secundários Monopulso, associados aos radares primários dos itens (a) e (b), relacionados acima.

d) 3 Radares Secundários Monopulso Autônomos.

e) 4 Radares Meteorológicos.

Fonte: http://www.decea.gov.br/2011/06/22/dece ... -ate-2018/

Sds.


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