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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qua Mar 28, 2012 3:19 pm 
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Alem de estarem representando a FAB na FIDAE, estão recebendo novos equipamentos:


RESULTADO DE HABILITAÇÃO
LICITAÇÃO No- 120007
A Comissão Aeronáutica Brasileira em Washington
(CABW), através da Comissão Permanente de Licitação, torna público
o Resultado do Julgamento de Habilitação Técnica e Logística
da Concorrência No- 120007, para fornecimento de 04 (quatro) estações
Terra/Ar de VHF/UHF, integradas nos "trailers" móveis, destinadas
ao 1o- /1 o- Grupo de Comunicações e Controle - GCC - Base
Aérea de Santa Cruz - Rio de Janeiro-RJ. A Comissão, após parecer
da CISCEA habilita a licitante Park Air Systems, por cumprimento
dos requisitos do edital, ficando a abertura da Proposta Comercial
agendada para o dia 12 de abril de 2012 as 10h00min.
Ten Cel FELIPPE CARLOS FERRAIOLO AGOSTINI
Presidente da Comissão


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Sáb Nov 24, 2012 5:04 pm 
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Até que enfim saiu uma foto do R-35AM de reconhecimento eletrônico:

Foram recebidas 3 VU-35A VIP do GTE em 2008 e receberam o Thales DR-3000 Mk2 destinadas a reconhecimento eletrônico.
O R-35AM não tem aquela caixa retangular na fuselagem, que abriga a camara fotografica, ele tem uma antena de forma circular na cauda, parecendo uma antena de MAD mais gorda, alem de tanques maiores, não sei se é para autonomia maior ou se abriga algum dispositivo eletrônico.
Somente o R-35AM pode ser considerado como uma ferramenta de guerra eletrônica.
O que encontrei no site da Thales sobre o DR3000, que descobri que também é usado por fragatas da Grécia e corvetas do Marrocos.
(DR 3000) is a electronic support measures (ESM) system, i.e., tactical, passive/intercept capability for receiving, analyzing and processing non-communications signals.


Vejam as diferenças externas dos dois modelos de reconhecimento usados no 1º/6º GAV, o R-35A de reconhecimento foto e o R-35AM de reconhecimento eletrônico.
Imagemmotorpix.com


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qua Set 18, 2013 6:36 am 
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Salve Wstrobel,

Citação:
(DR 3000) is a electronic support measures (ESM) system, i.e., tactical, passive/intercept capability for receiving, analyzing and processing non-communications signals.


O poderia ser considerado um 'non-communications signal'? Só me ocorre sinais de radar. É isto?

Pensando melhor pode ser tambem ECM.

1 abraço


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qua Set 18, 2013 10:30 am 
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arataca escreveu:
Salve Wstrobel,

Citação:
(DR 3000) is a electronic support measures (ESM) system, i.e., tactical, passive/intercept capability for receiving, analyzing and processing non-communications signals.


O poderia ser considerado um 'non-communications signal'? Só me ocorre sinais de radar. É isto?

Pensando melhor pode ser tambem ECM.

1 abraço


Provavelmente ELINT
Citação:
Electronics Intelligence ou ELINT é o termo usado, principalmente em inglês, para descrever a inteligência, no sentido de informações, como em serviço de inteligência (serviço de informações), obtida através da sensores voltados para a rede de defesa inimiga, como radares e sinais enviados por armas teleguiadas.


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qua Set 18, 2013 12:08 pm 
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Registrado em: Sex Jan 01, 2010 9:52 pm
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rdx escreveu:
arataca escreveu:
Salve Wstrobel,

Citação:
(DR 3000) is a electronic support measures (ESM) system, i.e., tactical, passive/intercept capability for receiving, analyzing and processing non-communications signals.


O poderia ser considerado um 'non-communications signal'? Só me ocorre sinais de radar. É isto?

Pensando melhor pode ser tambem ECM.

1 abraço


Provavelmente ELINT
Citação:
Electronics Intelligence ou ELINT é o termo usado, principalmente em inglês, para descrever a inteligência, no sentido de informações, como em serviço de inteligência (serviço de informações), obtida através da sensores voltados para a rede de defesa inimiga, como radares e sinais enviados por armas teleguiadas.

É um assunto complexo que eu não entendo em detalhes, Se vc tiver paciência para ler este artigo em inglês do wikipedia, fala sobre interceptação e detecção de sinais de comunicação COMINT("communications intelligence") e não comunicação ELINT("electronic intelligence").

http://en.wikipedia.org/wiki/Signals_intelligence


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Dom Mar 30, 2014 12:57 pm 
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Citação:
Hermes 900 reforça capacidade operacional da FAB no reconhecimento eletrônico



ADQUIRIDO PARA USO DURANTE A COPA, EQUIPAMENTO ESTÁ ENTRE OS MAIS MODERNOS DO MUNDO E VAI REFORÇAR MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS

A Força Aérea Brasileira (FAB) adquiriu uma unidade da aeronave remotamente pilotada (ARP) Hermes 900 da israelense Elbit Systems. O contrato no valor de U$$ 8 milhões assinado na semana passada (19/03) inclui o suporte logístico e garantia de um ano do equipamento.

A compra foi fechada pelo Centro Logístico da Aeronáutica (CELOG) e está em negociação desde o ano passado. De acordo com o Chefe do CELOG, Brigadeiro do Ar Ricardo César Mangrich, o novo VANT, como é mais conhecido, chega ao Brasil no início de maio e estará pronto para uso durante a Copa do Mundo. A competição inicia em junho

O novo aparelho será operado pelo Esquadrão Hórus (1º/12º GAV), que emprega na FAB o RQ- 450 Hermes desde 2011. Sediada em Santa Maria (RS), a equipe já começou o curso teórico de operação do Hermes 900. A aquisição de um VANT da mesma “família” facilita o processo de adaptação ao novo equipamento. Tanto que a equipe vai operar o novo aparelho para pousos e decolagens a partir da mesma estação (shelter) usada atualmente. A aquisição também faz parte do plano de vants da FAB

Novos recursos – Além dos recursos já conhecidos do RQ-450 Hermes, entre as principais vantagens operacionais do Hermes 900 está o SkEye. Trata-se de um conjunto de 10 câmeras de alta resolução que permitem a vigilância de uma região inteira. O software, que processa o conjunto de imagens, permite a visualização de maneira independente, o que permite monitorar dentro uma mesma área diferentes alvos simultaneamente. Cerca de 10 pessoas serão necessárias para operar a nova ferramenta. Este sensor que equipa o Hermes 900 comprado pelo Brasil até o momento estava disponível apenas para as Forças Armadas de Israel

O VANT classificado como categoria 4, opera com comunicação via satélite. O link vai permitir que o aparelho voe muito além dos 250 km de distância do Hermes 450. Além disso, o VANT opera a 30 mil pés (mais de 9 mil metros de altura) e tem autonomia superior a 30 horas de voo, aproximadamente duas vezes mais que o RQ-450. As vantagens serão importantes aliadas no conjunto de ferramentas usadas pela FAB para o monitoramento eletrônico das fronteiras

Nas Américas, o Hermes 900 é operado pelo México, Colômbia e Chile.

FONTE: Agência Força Aérea

http://www.aereo.jor.br/2014/03/27/herm ... letronico/

_________________
"Uma nação que confia em seus direitos, em vez de confiar em seus soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda." (Rui Barbosa)


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qua Abr 23, 2014 3:14 pm 
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Como um Su-24 russo paralisou destróier americano
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Na semana passada, na Internet russa foi discutido ativamente um comunicado de como um bombardeiro da frente russo Su-24 equipado com um o sistema de neutralização radioeletrônica de última geração havia paralisado no mar Negro o mais sofisticado sistema americano de combate Aegis a bordo do destróier Donald Cook.
O destróier participava das manobras americano-romenas que tiveram como missão demonstrar a força, diz Pavel Zolotarev, perito em assuntos políticos:
“Em 10 de abril, o Donald Cook armado de mísseis cruzeiro Tomahawk entrou em águas neutras do mar Negro. Os exercícios tiveram por fim intimidar e demonstrar a força em resposta à posição da Rússia na Ucrânia e na Crimeia. Destaque-se que a entrada de navios militares americanos neste espaço aquático contraria a convenção sobre o caráter e os prazos de permanência no mar Negro de vasos de guerra dos países não banhados por este mar.
A Rússia, por seu lado, enviou um avião desarmado Su-24, para sobrevoar o destróier americano. Contudo, este avião, como consideram peritos, foi equipado com um sistema russo de luta radioeletrônica de última geração. Segundo esta versão, o Aegis ainda de longe teria interceptado a aproximação do avião dando alerta de combate.
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Tudo decorria como de habitude, tendo os radares da nave calculado a distância até o alvo. Mas de repente todos os telas se apagaram. O Aegis deixou de funcionar e os mísseis não receberam a indicação do alvo. Entretanto, o SU-24 sobrevoou a coberta do destróier, fez uma viragem de combate e imitou um ataque de mísseis. Depois fez uma volta e repetiu durante 12 vezes consecutivos a manobra.
Pelo visto, todas as tentativas de reanimar o Aegis e indicar o alvo ao sistema de defesa antiaérea fracassaram. A reação da Rússia à pressão militar dos EUA foi terrivelmente tranquila, considera Pavel Zolotarev:
“A demonstração foi bastante original. Um bombardeiro sem armas, mas equipado com um sistema de neutralização radioeletrônicade radares do inimigo deu certo atuando contra o destróier com o sistema mais sofisticado de DAA e de DAM a bordo. Mas este sistema de baseamento móvel, neste caso marítimo, tem um defeito considerável – as possibilidades de acompanhar os alvos, que funcionam bem quando há vários navios e é possível coordenar-se entre si. Mas neste caso havia só um destróier. Ao que tudo indica, o algoritmo de trabalho dos radares da nave no sistema Aegis não funcionou sob a ação do sistema de neutralização radioeletrônica a bordo do Su-24. Por isso foi provocada não apenas uma reação de nervos ao próprio fato do sobrevoo, praticado largamente só no período da Guerra Fria. Houve a seguir mais uma reação ao fato de o sistema mais sofisticado, em primeiro lugar a sua parte informativa, de radares, não ter funcionado em plena medida. Por isso, a parte americana reagiu tão nervosamente”.
Após o incidente, como escreve a mídia estrangeira, o Donald Cook entrou com urgência num porto da Romênia, onde 27 tripulantes do navio solicitaram demissão escrevendo nos pedidos, como se diz, que não pretendem arriscar suas vidas. Tal é confirmado indiretamente por uma declaração do Pentágono, em que se afirma que esse ato tem desmoralizado a tripulação do destróier americano.
Quais podem ser as consequências militares do incidente no Mar Negro, provocado pelos Estados Unidos? Comenta Pavel Zolotarev:
“A meu ver, os americanos irão refletir sobre o aperfeiçoamento do sistema Aegis. Este é o puro lado militar. Mas é pouco provável que politicamente sejam dados quaisquer passos por uma ou outra parte. Essas ações são suficientes. Entretanto, este é um momento desagradável para os americanos. Em geral, o sistema de DAM, que estão desenvolvendo, absorve meios colossais e é necessário provar cada vez que eles devem ser canalizados do orçamento. Ao mesmo tempo, a componente terrestre do sistema de DAM – contra-mísseis em poços – foi testado em condições ideais, mostrando uma baixa eficácia. Este fato é escondido minuciosamente pelo Pentágono. O mais sofisticado sistema Aegis de estacionamento marítimo também revelou neste caso seus defeitos”.
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O sistema com que o Su-24 havia chocado o destróier americano Donald Cook tem o nome convencional de Khibiny, como se chama um maciço montanhês na península de Kola, na região polar da Rússia.
O Khibiny é um sistema de neutralização radioeletrônica de última geração com que serão equipados todos os aviões prometedores russos. Há pouco o sistema foi testado em exercícios num polígono na Buriátia. Pelo visto, os testes foram bem-sucedidos, se em breve foi decidido testar o sistema em condições próximas do combate.

Link (http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/como-um-su-24-russo-paralisou-destroier-americano/).

COMENTÁRIOS :
Postei essa matéria por se tratar de uma arma de EW ( GUERRA ELETRÔNICA ), sendo assim pergunto .
1°- Como estamos em se tratando de INTERFERIDORES ELETRÔNICOS ? ( AQUISIÇÕES E DESENVOLVIMENTO NACIONAL ).
2° - Há projetos de desenvolvimento nacional voltado para essa importantíssima área da guerra moderna ?
3°- Com o advento dos fóruns de GUERRA ELETRÔNICA das Forças armadas , há cooperação de desenvolvimento desses meios conjunta ???
Li que o IEAV ( OU IAE , NÃO ME LEMBRO BEM ) estaria desenvolvendo um POD.. de designação e observação nacional , como anda esse programa ???
Com a palavra o DCTA& MD


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qua Abr 23, 2014 10:14 pm 
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Esta matéria, como está escrita, é uma vergonha para quem escreveu.

E um acinte para quem tem o mínimo conhecimento do assunto.

FOX, veja lá no Poder Naval, nos comentários desta matéria.... uma explicação que coloquei do Macega.... e os dois do meu amigo BoscoJr......

Sds.


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qua Abr 23, 2014 10:44 pm 
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E tem mais, a Marinha Russa teria que no mínimo ter alguém lá dentro dando uma de espião no meio de uma situação em que seria impossível de se transmitir qualquer mensagem relatando o ocorrido.
Uma outra coisa que depõe contra a credibilidade da matéria é que os tripulantes pediram demissão assim que aportaram na Romênia. O escritor da matéria já ouviu falar de corte marcial? Pois é isso que aconteceria com os tripulantes se pedissem demissão antes do vencimento do contrato.
Baschera escreveu:
Esta matéria, como está escrita, é uma vergonha para quem escreveu.

E um acinte para quem tem o mínimo conhecimento do assunto.

FOX, veja lá no Poder Naval, nos comentários desta matéria.... uma explicação que coloquei do Macega.... e os dois do meu amigo BoscoJr......

Sds.


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Abr 24, 2014 7:55 am 
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Registrado em: Qui Fev 18, 2010 6:44 pm
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OK pessoal, mas uma coisa é certa Interfiridores de radar existem e é essa a questão.
Como estamos nessa importantíssima área ?
Temos P&D nessa Área ?
Qual as capacidades de Jaming da FAB ?
Sei que a MB desenvolveu o MAGE defensor, que dentre outras funcionalidades , possui a capacidade
De jamear os radares adversários.
Essa tecnologia está sendo transferida para a FAB e EB ?


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 Título: Re: Guerra eletrônica na FAB
MensagemEnviado: Qui Abr 24, 2014 2:41 pm 
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É uma simples questão de bom senso....

É dificil de acreditar que que um dos maiores segredos militares, que é justamente a guerra eletronica, viria a ser ativada por qualquer uma das partes em troca de tão pouco....

Pra quê? justamente para deixar o adversário qualquer que seja o lado gravar e monitorar as bandas, frequencias e comportamento??? Jamais fariam isto, o segredo deste jogo somente será conhecido no dia em que todos forem as vias de fato...é um segredo extremamente vital para ficar se arriscando com pequenas demonstrações...

Pensem, se os caças nem operam full em suas contramedidas nos exercícios de combate aereo com países amigos...iriam dar esta colher de chá para quê?

E outra, já está mais do que manjado que "boatos" sempre vazam "alheios a maior sigilosidade dos combatentes americanos" sempre que os orçamentos minguam, alardeando que o inimigo está 10-15 anos a frente na corrida belica...sempre buscando alardear e comer um naco a mais de orçamento para algum novo projeto...


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