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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 12:54 pm 
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Amigos,

Pelo que li, ele não citou 180 aviões. Ele havia dito "após receber os aviões encomendados". Eu achei que cometeu erro, pois a França irá necessitar de todos os aviões programados.
Em todo caso, já apareceu notícia com os esclarecimentos devidos.

http://www.lepoint.fr/societe/longuet-l ... 854_23.php

Citação:
Longuet: la production de Rafale "ne s'arrêtera pas avant l'horizon 2030"
- Publié le 07/12/2011 à 16:13 - Modifié le 07/12/2011 à 16:14

Imagem

Questionné sur les raisons pour lesquelles Dassault ne parvenait pas à vendre le Rafale à l'étranger, le ministre a souligné que cet appareil "était plus cher que l'avion américain (qui est) amorti sur des séries beaucoup plus longues"
Le ministre de la Défense, Gérard Longuet, a complété mercredi ses propos sur le Rafale en précisant que "si Dassault ne vend pas de Rafale à l'étranger, en tout état de cause, la production, destinée à l'Armée française, ne s'arrêtera pas avant l'horizon de 2030". "Les livraisons aux armées se poursuivront, très substantiellement, au-delà de 2020. Parallèlement, l'avion fera l'objet d'évolutions entre 2020 et 2030", a ajouté le ministre, auprès de l'AFP.
Invité de "Questions d'Info" LCP/France Info/Le Monde/AFP, M. Longuet avait déclaré peu auparavant que "si Dassault ne vend pas son appareil (le Rafale) à l'étranger, la chaîne sera arrêtée et les appareils seront naturellement entretenus".
Il avait ajouté que cela se produirait une fois que l'armée française aurait eu livraison de tous les appareils commandés, ajoutant que "l'étalement était jusqu'en 2018 au moins". Ensuite, "ce sera fini pour le constructeur, pas pour l'utilisateur", avait-il noté.
Dassault n'a jusqu'à présent vendu aucun Rafale à l'étranger.

Abraços,

Justin


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 2:45 pm 
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"Si Dassault ne vend pas de Rafale à l'étranger", la production "sera arrêtée"
LEMONDE.FR avec AFP | 07.12.11 | 15h11 • Mis à jour le 07.12.11 | 16h45
http://www.lemonde.fr/societe/article/2 ... id=1614400

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Le ministre de la défense, Gérard Longuet, a affirmé mercredi que "si Dassault ne vend pas de Rafale à l'étranger, la chaîne [de production] sera arrêtée". Les "appareils seront naturellement entretenus", a-t-il précisé.

M. Longuet a expliqué dans l'émission "Questions d'Info" LCP/France Info/Le Monde/AFP, que cela se produirait une fois que l'armée française aurait eu livraison des 180 appareils commandés, précisant que "l'étalement était jusqu'en 2018 au moins". Ensuite, "ce sera fini pour le constructeur, pas pour l'utilisateur", a-t-il dit.

PLUS CHER QUE L'AVION AMÉRICAIN

Pour "un appareil quel qu'il soit, l'achat représente un tiers, et la vie représente les deux tiers. Donc pour l'industrie aéronautique et pour les responsabilités de l'armée de l'air, il faut savoir que pour un Rafale, sur sa durée de vie d'une quarantaine d'années, on paiera deux fois le prix. Donc, l'industrie sera servie", a-t-il fait valoir.

Questionné sur les raisons pour lesquelles Dassault ne parvenait pas à vendre le Rafale à l'étranger, le ministre a souligné que cet appareil "était plus cher que l'avion américain [qui est] amorti sur des séries beaucoup plus longues". "Lorsque nous, nous commandons 200 Rafale en dix ou quinze ans pour un programme, les Américains font 3 000 appareils", a-t-il dit. "En revanche, pour les missions haut de gamme à forte valeur militaire, le Rafale est incontestablement bien placé", a-t-il poursuivi.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 3:31 pm 
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Ou seja, validaram o que se sabe a algum tempo: as encomendas vao parar em 180 unidades para a AdlA (*). E se nao venderem mais para outros lugares, a linha do Rafale (que jah encontra-se quase parada) vai parar de vez antes de 2020.

Fico com medo que a nova tatica vai ser ir de F-5 Forever ateh 2020 e depois fazer que nem o fusca: deixa fechar a linha e importa o abacaxi todo :lol:

(*) nada mais natural, visto que outros paises tb vem reduzindo suas compras devido as dificuldades economicas.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 3:47 pm 
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Arlsan escreveu:
Citação:
França interromperá produção do Rafale sem pedidos estrangeiros
PARIS, 7 dez 2011 (AFP) -O ministro francês da Defesa, Gérard Longuet, afirmou nesta quarta-feira que a produção do caça Rafale será interrompida caso não sejam feitos pedidos estrangeiros, mas explicou que a manutenção das aeronaves está garantida.
"Se a Dassault não vender nenhum Rafale no exterior, a linha de produção será interrompida, depois que a França receber as 180 aeronaves que ordenou", declarou Longuet.
"Naturalmente a manutenção das aeronaves será mantida", completou.
Ao ser questionado sobre os motivos da Dassault não conseguir vender o caça no exterior, Longuet disse que o Rafale é mais caro que o americano F/A-18 Super Hornet.
"Quando nós encomendamos 200 Rafale, os americanos produzem 3.000 aeronaves", disse.

http://www.defesanet.com.br/fx2/noticia ... trangeiros
Será que vai baixar o preço?

Meus caros,

Bola cantada a muito tempo. Sem demanda do mercado externo, fica dificil manter as linhas de produção além
da demanda interna. Notem que a França apenas começa a ter problema de caixa. Mas isto não é default.
No caso brasileiro, problema de caixa é default. Apenas começa a ter um período de RELATIVO conforto.
A previsão é que a curto e médio prazos os países estejam concentrados nos ajustes internos de suas economias.
Isto significa otimizar o uso de seus recursos: minimizar gastos, maximizar investimentos. Ou, se quiserem,
minimizar importações e maximizar exportações. O objetivo de todos é um só: obter superávits nas balanças de pagamentos.
A ordem do dia deve ser: rédea curta, guarda curta, austeridade. As contas das farras estarão sendo cobradas de seus ordenadores.
Alguns espertalhões estarão tentando passar a 'batata quente' para as mãos de 'trouxas'. Alguns conseguirão. E aí Sarkozy, vai 'consegui'?
Será que você dará um drible da vaca, um balãozinho e um chapéuzinho nos brasileiros? Será que os franceses gritarão 'olé, olé, olé'
enquanto repassam aos seus 'fregueses de caderno' o ônus de suas aventuras ou será que acabarão assumindo as suas contas e
descerão do pedestal com humilde responsabilidade? Empáfia pura até agora..
A farra, a bailança e a gastança pertencem ao passado. Não existe jantar de graça. Daqui para a frente o exercício é 'andar na corda bamba'.
Resumo da ópera: a França não aguenta mais. Honrará o contrato feito com a francesa Dassault mas nada além disto.
Afinal, ser explorado por seus concidadãos é coisa que só acontece no Brasil. Corrupção também, não é?
Ou será que este contrato bilionário só é sustentado pelo Sarkozy, às custas do erário público francês,
como forma de retribuição ao financiamento de sua campanha eleitoral feita pela Dassault?

Por muito pouco o Brasil não embarca nesta fria. Se dependesse de Lula, Jobim e Amorim ... ' nóis táva fú '. Dinheiro na mão é vendaval ... é vendaval ...


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 8:43 pm 
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Huuuuumm,

Pelas declarações, as últimas notícias vindas do oriente não são nada boas.....

Será que o novo caça médio indiano chama-se Typhoon?

A propósito: Não vou ficar nem um pouco surpreso se grande parte das encomendas dos endividados operadores europeus forem parar na IAF.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 9:01 pm 
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A Dassault não é a única culpada pelas dificuldades do Rafale, enquanto a comunidade europeia desenvolveu um caça em conjunto, a França como um todo quis um caça francês para a França.

O resultado está nas vendas. Typhon em seis países e Rafale só na França.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 9:06 pm 
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wstrobel escreveu:
A Dassault não é a única culpada pelas dificuldades do Rafale, enquanto a comunidade europeia desenvolveu um caça em conjunto, a França como um todo quis um caça francês para a França.

O resultado está nas vendas. Typhon em seis países e Rafale só na França.


É muito difícil separar o interesse da Dassault do interesse do governo francês na época do desenvolvimento do Rafale.
Essa dificuldade desintonia só ficou evidente com o esgotamento do modelo produtivo.

P.S.: ainda acho que o Rafale tem mais chances na Índia do que o Typhoon. Os indianos são virtualmente insensíveis a custos, e o avião francês me parece mais maduro para missões de ataque ao solo.

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"As leis que proibem o porte de armas... desarmam somente aqueles que não estão nem dispostos nem determinados a cometer crimes." - Cesare Beccaria


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 9:10 pm 
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Um grande problema da época da briga que resultou na França saindo fora e desenvolvendo o Rafale foi o fato dos franceses precisarem de uma versão Naval da aeronave.

Isso era algo que na época somente os franceses precisavam... e é claro que hoje os ingleses da R Navy olham isso com um certo arrependimento... mas é como as coisas funcionam... nem sempre dá para prever tudo com bola de cristal.

[]s
CB_Lima

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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 9:47 pm 
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cb_lima escreveu:
Um grande problema da época da briga que resultou na França saindo fora e desenvolvendo o Rafale foi o fato dos franceses precisarem de uma versão Naval da aeronave.

Isso era algo que na época somente os franceses precisavam... e é claro que hoje os ingleses da R Navy olham isso com um certo arrependimento... mas é como as coisas funcionam... nem sempre dá para prever tudo com bola de cristal.

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CB_Lima


CB,

É claro que não se pode prever tudo.
Mas não sei até onde iria o 'arrependimento' inglês. A liderança do projeto era outra condição essencial para a França.
Além disso, o mercado para aviões embarcados em PAs com CATOBAR só é grande nos EUA, que não comprariam Rafales.
Imagine se todos os países com PAs com CATOBAR comprassem o Rafale (França-1, Brasil-1...).
Fazia sentido embarcar nessa?

Abs.

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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 9:53 pm 
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Arlsan escreveu:
cb_lima escreveu:
Um grande problema da época da briga que resultou na França saindo fora e desenvolvendo o Rafale foi o fato dos franceses precisarem de uma versão Naval da aeronave.

Isso era algo que na época somente os franceses precisavam... e é claro que hoje os ingleses da R Navy olham isso com um certo arrependimento... mas é como as coisas funcionam... nem sempre dá para prever tudo com bola de cristal.

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CB,
É claro que não se pode prever tudo.
Mas não sei até onde iria o 'arrependimento' inglês. A liderança do projeto era outra condição essencial para a França.
Além disso, o mercado para aviões embarcados em PAs com CATOBAR só é grande nos EUA, que não comprariam Rafales.
Imagine se todos os países com PAs com CATOBAR comprassem o Rafale (França-1, Brasil-1...).
Fazia sentido embarcar nessa?

Abs.

O que eu estava querendo dizer com os ingleses é que hoje eles tem o F-35 e ponto e tem que lidar com todas as suas limitações a ponto de terem aberto mão da versão vtol e agora estão com uma versão stol da aeronave.

Mesmo a US Navy terá o S Hornet e o F-35.

Além disso a industria inglesa com o EFA estária provavelmente muito mais envolvida do que com o F-35 principalmente no que diz respeito a liderança do projeto.

De qualquer maneira são águas passadas e os franceses conseguiram o que queriam para a Marinha deles e até agora caminham no caminho de substituir todas as suas aeronaves de combate somente por Rafale.

Pode ser que no fim ele acabe não sendo um sucesso de exportação, mas sob o ponto de vista das FAs francesas gostando ou não eles estão pegando a aeronave que pediram.

[]s
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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 9:56 pm 
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Arlsan escreveu:
wstrobel escreveu:
A Dassault não é a única culpada pelas dificuldades do Rafale, enquanto a comunidade europeia desenvolveu um caça em conjunto, a França como um todo quis um caça francês para a França.

O resultado está nas vendas. Typhon em seis países e Rafale só na França.


É muito difícil separar o interesse da Dassault do interesse do governo francês na época do desenvolvimento do Rafale.
Essa dificuldade desintonia só ficou evidente com o esgotamento do modelo produtivo.

P.S.: ainda acho que o Rafale tem mais chances na Índia do que o Typhoon. Os indianos são virtualmente insensíveis a custos, e o avião francês me parece mais maduro para missões de ataque ao solo.

Preço por preço, nenhum é barato.
Mas vc tem razão quanto a aplicação, o ganhador na Índia vai substituir dois aviões de ataque, o Mig-27 e o Jaguar.
Li em algum lugar que a Alemanha estava criando esquadrão de Typhon especializado em ataque, pois um dia o Tornado sai de cena, com isso vai ser criada uma doutrina para seu uso nesta função.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 10:27 pm 
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Meus caros,

Aposto um dos meus hamburguers que o Rafale ganha do Typhoon lá no MMRCA.

Mas sem refri e sem batatinhas fritas. Não estou tão convencido assim: 2 cents.

Abraço.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 10:27 pm 
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Projet de loi de finances pour 2012 : Défense : équipement des forces

Projeção da frota de caças da Força Aérea Francesa:
Imagem

http://www.senat.fr/basile/visio.do?id= ... 2-71718_14

Tradução by Google:

Citação:
Parece que a partir de 2018, o número de combatentes das forças armadas on-line para se estabilizar em cerca de 230, incluindo o renovado Mirage 2000D e Rafale contratos quinta parcela que é ainda hoje " Hoje apenas uma hipótese. Isto representa uma redução de 15% em relação ao Livro Branco.

Em 2018, durante o comissionamento do primeiro Mirage 2000D atualizado, o exército tem cerca de 140 Rafale online, e em 2020, não haverá mais de 160 completando a frota única outra de Mirage 2000D. No vencimento de 10 anos, o Mirage 2000D representam mais de 25% da frota de batalha.

Em um cenário mais pessimista, devido à sua obsolescência muitas técnicas e operacionais, o Mirage 2000D vai ser retirado de serviço a partir de 2018 se não for renovada. A frota de batalha entrará em colapso em torno de 150 aeronaves em linha com o ar Rafale e marinhos. Em comparação, a Arábia Saudita terá quase 280 aviões de combate moderno e versátil tipo de Typhoon e F15-S com o mesmo período.

Note-se que a postura de segurança francesa permanente e dissuasão monopolizar um avião e potencial técnico equivalente humano de dois esquadrões cada uma, um volume de 80 aeronaves dedicadas à duas missões permanentes. Naquela época, ele ainda vai implantar uma dúzia de caçadores versátil entre os Emirados Árabes Unidos e Djibuti a tomar todos os contratos bilaterais e regionais para a defesa. Se o Mirage 2000D não é restaurada e versátil, todos estes contratos, num total de cerca de 90 aeronaves, o Rafale será realizada por via aérea. Portanto, a Força Aérea não pode mais responder a qualquer estresse externo. Na melhor das hipóteses, poderia fornecer algumas Mirage 2000D no escopo atual e capacidade muito limitada, enquanto o carro-chefe de sua frota, o Rafale seria limitado a missões de proteção do território nacional e pré-posicionamento.

Portanto, é estrategicamente importante ter duas diferentes frotas de combate simultaneamente. Essa complementaridade pode proteger contra os riscos nas frotas curling calendário de substituição, os avanços tecnológicos contra a técnicas brutais contra as rochas ou previsível (prender ou software que requer intervenção séria de vários dias). Toda a frota Eurofighter foi preso na Europa por mais de uma semana após a perda de uma aeronave em Espanha. Dois anos atrás, a USAF tinha sido proibida de voar seus 800 F-15 após duas quebras na célula. Este princípio da dualidade é comumente adotada frotas com os nossos aliados (Estados Unidos: F-15 e F-16 e F-22 e F-35, no Reino Unido: Typhoon e JSF, Itália: JSF e Eurofighter, Espanha: F-18 e Eurofighter ), mas também os russos.

Apenas a renovação de toda a frota a um Mirage 2000D adesão à versatilidade restaurar uma verdadeira flexibilidade operacional e técnica aceitável para enfrentar o longo período de redução temporária no tamanho à frente. Como tal, a Força Aérea tem sempre chamado esta operação "frota de seguro de vida de verdadeiro combate" e insiste que mantém há vários anos que esta é a única forma de não desvalorizar o aviação de combate franceses e para restaurar alguma flexibilidade na gestão, apesar do formato. No entanto, o projeto de renovação do Mirage 2000D seis anos tem sido compensada por quatro anos de elaboração do orçamento anual e agora parece estar em perigo de abandono.

Questões industriais e econômicas

Nos próximos anos, as reduções financeiras no Departamento de Defesa, a grande lacuna entre a produção Rafale, o financiamento para o desenvolvimento de novas funcionalidades e um possível fracasso das exportações para os Emirados Árabes Unidos colocará a indústria nacional em apuros . Eles provavelmente serão incapazes de manter todo o conhecimento atualmente realizada em seus escritórios de design por causa do trabalho.

A renovação do Mirage 2000D oferece indústria francesa a oportunidade de passar por esta dificuldade em manter o desenvolvimento e produção. Isto é especialmente verdadeiro para Thales desenvolveu o radar para a renovação mercados de exportação.

O abandono dessa renovação interromperia essa lógica e Thales e seus subcontratados em apuros.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 10:45 pm 
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Os fato do projeto Typhon ter um monte de donos pode ir contra ele, a Índia gasta muito dinheiro para manter vários vetores e não ficar na mão de um fornecedor.
Será que ela pode preferir o Rafale que depende só da França, a ter que usar o Typhon que depende de uma coligação, e basta ela ter problemas com um sócio do projeto para estar com a aeronave comprometida.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Qua Dez 07, 2011 11:27 pm 
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wstrobel escreveu:
Os fato do projeto Typhon ter um monte de donos pode ir contra ele, a Índia gasta muito dinheiro para manter vários vetores e não ficar na mão de um fornecedor.
Será que ela pode preferir o Rafale que depende só da França, a ter que usar o Typhon que depende de uma coligação, e basta ela ter problemas com um sócio do projeto para estar com a aeronave comprometida.


Em desempenho e custos, Rafale e Typhoon são similares. Na minha opinião, a principal vantagem do Rafale está na padronização de armamentos com os futuros Mirage 2000H modernizados. Em tese, com a introdução dos Typhoon creio que armamentos diferentes daqueles a serem usados pelos Mirage e Su30 teriam de ser incorporados.

Por outro lado, o fato de os franceses terem pesado a mão no preço tanto do upgrade dos Mirage quanto na venda dos Rafale pode ser um fator negativo e ter acendido a luz vermelha na IAF. Cabeças pensantes e com poder de decisão poderiam pensar: "O que eles nos cobraram pela modernização dos Mirage 2000H chega a ser ofensivo. Imagine o que nos cobrarão quando for a vez dos Rafale? Será que queremos continuar neste tipo de dependência pelas próximas décadas?"

Se eles tivessem feito um preço ao menos realista para o upgrade dos Mirage, creio que a venda dos Rafale estaria no papo. Mas agora, há muita dúvida no ar.

atenciosamente,

_________________
::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


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