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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 12:25 am 
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Petry escreveu:
Não faz sentido ter 2 caças de 4ª geração para fazer Hi-Lo. A dez atrás até seria aceitável, mas agora os caças de 5ª geração já estão praticamente disponíveis para venda.

O negócio seria comprar um avião de 4ª geração para ser o atual Hi até a compra de um 5ª geração, tornando-o Lo.


Mas se o caça comprado agora for Hi cost, acho difícil torná-lo low cost depois.

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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 12:35 am 
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Petry escreveu:
Não faz sentido ter 2 caças de 4ª geração para fazer Hi-Lo. A dez atrás até seria aceitável, mas agora os caças de 5ª geração já estão praticamente disponíveis para venda.

O negócio seria comprar um avião de 4ª geração para ser o atual Hi até a compra de um 5ª geração, tornando-o Lo.

No nosso caso fica difícil imaginar que depois de comprar agora um 4,5 geração, daqui a uns 10 anos se pense em colocar os 4,5G no lugar dos A-1 e os F-5 restantes e venha a se comprar um F-35 ou Su-50 para o lugar dos 4,5G.

Prefiro que se compre o melhor agora para Hi e depois se compre um Lo para substituir os A-1 e F-5 restantes. Não se pode confiar que daqui a 10 anos estaremos melhores de caixa.

5º G só no futuro e para substituir os FX-2 comprados agora.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 12:53 am 
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carvalho2008 escreveu:
Bom, eu lembro de já ter lido o relato antigo de um oficial americano, sobre um treino do F-15 Vs F-16...os F-16 abateram os F-15 de forma surpreendente e assim que aterraram, indagou aos colegas dos F-15 do porque não haviam disparado contra ou evadido, o colega disse que simplesmente não os havia visto nos F-16.....no debrifieng, analisaram os dados registrados e realmente não houve um único spot dos F-16 nos paineis dos Eagle...o oficial disse que foi quando havia realmente percebido as qualidades do F-16 com suas linhas sinuosas e delgadas...

Foi um relato antigo, mas se a guerra do radar X forma/materiais continuaram evoluindo, estes diferenciais podem estar presentes até os dias de hoje...

Isto é realidade e para combater estas situações, hoje existem radares melhores e vários países estão comprando AEW de baixo custo, quem não pode bancar um AWACS vai de EMB-145, Gulfstream G-5, Saab 340 e 2000, C-295 e até Y-8 .
Daqui a uns anos, vão ser lançados radares que tornarão a 5º geração detectável, pode ter certeza que grandes produtores como a Raytheon e Elta ja estão pesquisando para isto.

O tópico é do Rafale e eu não coloquei a dupla francesa no post anterior. Rafale C e Boeing E-3F Sentry
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Show bonito do Rafale C 30.000 horas: http://www.youtube.com/watch?v=57ZQpQ-V5tg


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 1:04 am 
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A tendência mostra que o custo dos caças estão cada vez mais altos e provavelmente caças de 5ª geração serão mais caro que seus equivalentes de 4ª geração.

Manter duas linhas logísticas para caças de 4ª geração é desperdício de dinheiro. Bem melhor comprar apenas um vetor e trocar por tudo. Só seria plausível caso se, somente se, não houvesse nenhum caça de 5ª geração viável para compra.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 1:09 am 
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Petry escreveu:
A tendência mostra que o custo dos caças estão cada vez mais altos e provavelmente caças de 5ª geração serão mais caro que seus equivalentes de 4ª geração.

Manter duas linhas logísticas para caças de 4ª geração é desperdício de dinheiro. Bem melhor comprar apenas um vetor e trocar por tudo. Só seria plausível caso se, somente se, não houvesse nenhum caça de 5ª geração viável para compra.

Basta caírem dois em um período pequeno e toda a frota fica no chão até tudo ficar esclarecido, não precisamos de tantos vetores como a Índia, porem unificar nunca será uma boa opção.

Se tivéssemos a nossa frota unificada pelo Super F-22, estaríamos agora com todos parados, esperando uma solução do fabricante.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 1:13 am 
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SE....

E ainda, a probabilidade de ocorrer um problema e tivermos que precisar destas aeronaves é MUITO menor.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 9:25 am 
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wstrobel escreveu:
Petry escreveu:
A tendência mostra que o custo dos caças estão cada vez mais altos e provavelmente caças de 5ª geração serão mais caro que seus equivalentes de 4ª geração.

Manter duas linhas logísticas para caças de 4ª geração é desperdício de dinheiro. Bem melhor comprar apenas um vetor e trocar por tudo. Só seria plausível caso se, somente se, não houvesse nenhum caça de 5ª geração viável para compra.

Basta caírem dois em um período pequeno e toda a frota fica no chão até tudo ficar esclarecido, não precisamos de tantos vetores como a Índia, porem unificar nunca será uma boa opção.

Se tivéssemos a nossa frota unificada pelo Super F-22, estaríamos agora com todos parados, esperando uma solução do fabricante.


Não sei se é o momento certo para a opção por um 5ªG, além dos radares estarem em franca evolução, com grande possibilidade de tornar obsoletas as tecnologias Stealth ... a opção é indiscutivelmente onerosa :
Citação:
Chefe do programa F-35 diz que fabricar e testar o caça foi “erro de cálculo” e que produção deve ser desacelerada
Published on dezembro 3rd, 2011 by Fernando Valduga in Militar


Segundo o chefe do programa JSF, os testes e fabricação do F-35 foram erro de cálculo e que agora a produção deve diminuir o ritmo. (Foto: Lockheed Martin)
Os testes de fadiga e análise estão retornando com tantas falhas em potencial e “hot spots” na fuselagem do Joint Strike Fighter, que a taxa de produção do F-35 deve ser retardado ainda mais nos próximos anos, disse o chefe do programa numa entrevista.


“Os hot spots analisados, que surgiram nos últimos 12 meses ou mais no programa que nos surpreendeu com a quantidade de mudanças e com o custo”, disse o vice-almirante David Venlet, numa entrevista em seu escritório perto do Pentágono. “A maioria deles são pequenos, mas quando você unir todos eles e empacotá-los, e olhar para onde eles estão no avião, e quão difícil foi para encontrar depois de comprar o jato, os custos é que estão asfixiando o projeto. Eu acredito que é prudente dar uma segurada na produção por um tempo após chegarmos aqui depois desses anos difíceis ??de aprendizagem e que conseguimos chegar conduzindo bem. E então, quando nós tivermos a maioria deles conhecidos e tivermos a gestão da atividade melhor na mão, então estaremos numa posição melhor para aumentar a produção.”

Venlet também mirou num pressuposto fundamental do modelo de negócio do JSF: a simultaneidade. O programa JSF foi inicialmente estruturado com uma elevada taxa de simultaneidade – construção de aeronaves dos modelos de produção enquanto terminavam os testes em voo e no solo – presumindo que teriam menos mudanças do que está se mostrando necessário.


As três versões do caça JSF: F-35A (em primeiro plano), o F-35B ainda sem a pintura, e F-35C (mais a direita).
“Fundamentalmente, isso foi um erro de cálculo”, disse Venlet. “Você gostaria de ter as chaves do seu novo jato brilhante e entregar ele na frota, com todos os recursos e toda a energia em serviço que eles querem. O que estamos fazendo é que estamos entregando as chaves do jato novinho em folha, entregando ele para frota e dizendo: ‘Devolva o jato no primeiro ano. Eu tenho que levá-lo até o depósito por uns meses e reformar ele, e incluir algumas modificações estruturais, porque se eu não fizer isso, não estaremos sendo capaz de voar mais do que uns dois, três, quatro, cinco anos’. Isso é o que a concorrência está fazendo para nós.” Mas ele acrescentou: “Tenho o dever de navegar por este programa por meio de concorrência, e não tenho o luxo de estar no púlpito e criticar, e dizer o quanto eu não gosto e desejo que nós não tivessemos ele. Meu dever é nos ajudar a navegar através dele. ”

A Lockheed Martin, principal contratante no maior programa do Pentágono, tem se esforçado para aumentar a taxa de produção, argumentando que sua linha de produção está pronta e tem reduzido os problemas em linha para acelerar as coisas. Acelerar a produção, é claro, impulsionar as economias de escala e ajudar a diminuir o preço politicamente sensível por avião.

Mas desacelerar a produção ajudaria a reduzir o custo de substituição de peças em jatos que estão sendo construídos antes que os testes estejam completos, disse Venlet. Embora os testes de fadiga mal tenham começado – junto com uma “análise apurada” – já apareceram bastante partes que precisam ser redesenhados e substituídas em jatos já construídos, e que as mudanças podem acrescentar entre US$ 3 milhões e US$ 5 milhões no custo de cada avião.

O preço do F-35, sendo construído pela Lockheed Martin Corp, em três variantes, está em média cerca de 111 milhões dólares pela Taxa de Produção Baixa Inicial mais recente, a LRIP Lote 4 do contrato.

As alterações necessárias para a aeronave não são uma questão de segurança ou da capacidade de executar as missões do F-35, disse Venlet. Elas são necessárias, porém, para se certificar de que as peças estruturais do avião durem as 8.000 horas de vida de serviço exigido. Nem são pontos fracos surpreendentes no mundo dos aviões de combate, acrescentou. As descobertas não são “uma citação” a um problema com o avião”, disse Venlet. “É um caça feito de metal e compósitos. Você sempre vai encontrar alguns pontos quentes e rachaduras, e você tem que fazer correções. Isso é normal. Este avião foi talvez pensado para ser um pouco melhor, e não teria sido descoberto tanto. Bem, não. Está mais parecendo um caça padrão. ”

Venlet se recusou a dizer o quanto ele acha que a produção deva ser retardada. Os planos anteriores previam que o Pentágono encomendaria 42 caças F-35s no ano fiscal de 2011, mas que foi reduzido para 35 e, mais recentemente, foi passado para 30. O plano anterior, comentado por Venlet e uma pressão sem precedentes para cortar o orçamento de defesa deixam claro que vai mudar, tendo sido firmado uma taxa de encomendas para 32 no ano fiscal de 2012, de 42 anos no ano fiscal de 2013, de 62 no ano fiscal de 2014, 81 em 2015 e 108 no ano fiscal 2016, antes de saltar para mais de 200 um ano depois dos testes fundamentais de fadiga e dos testes de vôo estarem prontos.

Oficialmente, o F-35 Lightning II, é um jato de ataque furtivo que a Lockheed está construindo com as principais empresas subcontratadas, a Northrop Grumman Corp e a BAE Systems, para a Força Aérea, Marinha, Corpo de Fuzileiros Navais e 11 nações aliadas. Há uma versão de decolagem e pouso convencional (CTOL), uma para operação em porta-aviões (CV) e um jato para decolagem curta / pouso vertical (STOVL) que paira no ar como um helicóptero. Os militares dos EUA estão programados para comprar 2.443 jatos para substituir uma variedade de caças mais velhos, tornando o programa de US$ 379 bilhões, o maior do Pentágono.

Os comentários de Venlet abordam uma questão-chave nas negociações entre o governo e a Lockheed para o próximo contrato, o LRIP 5. O governo pagou por alterações de design e retrofits nos primeiros quatro lotes, mas o chefe de aquisição do Pentágono Frank Kendall emitiu um memorando em agosto exigindo que a Lockheed pague por uma parte “razoável” de tais custos no LRIP 5. A Lockheed reclamou no mês passado que o governo se recusava a reembolsá-la pelas peças que a empresa estava comprando com antecedência para o LRIP 5 de aeronaves, já que o preço e as condições do contrato de produção já estavam negociados.


Dois caças F-35A chegam na Base Aérea de Eglin após entrega para USAF. (Foto: U.S. Air Force)
“Nós negociamos o contrato de LRIP 4 com uma certa quantidade de recursos considerados para pagar as alterações de forma simultânea”, disse Venlet. Em cima disso, acrescentou, que o custo das mudanças tendem a crescer à medida que mais testes estão sendo feitos – uma razão que é importante diminuir a produção ao invés de testar.

“Abrandar o programa de teste seria provavelmente a coisa mais prejudicial que algúem poderia fazer para o programa”, disse Venlet. “O programa de teste deve proceder o mais rápido possível.”

Os testes de vôo do F-35, embora indo muito bem ultimamente, está apenas 18 por cento concluído, disse Venlet. Até o dia 29 de novembro, 1.364 voos de teste haviam sido voados – 896 deles nos últimos 10 meses, apesar de duas paralisações de duas semanas para resolver os problemas encontrados durante os voos. Sob um ponto de partida de um novo programa criado depois que o projeto JSF ultrapassou os limites de custo nos termos da lei Nunn-McCurdy, cerca de 7.700 horas de testes de vôo estão sendo planejadas. “Isso é um monte”, disse Venlet, acrescentando que o número vai crescer se mais problemas forem encontrados.

Os testes de fadiga mal começaram, disse Venlet. Os testes de fadiga da variante CTOL está em cerca de 20 por cento completo, a variante CV ainda não começou. Para a variante STOVL, os testes de fadiga foram interrompidos em 6 por cento no ano passado e não voltou depois que uma grande rachadura num anteparo na asa foi encontrado, exigindo uma grande reformulação daquela parte.


A versão F-35B, a mais problemática até o momento. (Foto: Lockheed Martin)
A rachadura no anteparo foi uma das cinco descobertas no F-35B que exigiram mudanças de engenharia, uma razão que fez com que o ex-secretário de Defesa, Robert Gates, colocasse a versão num período de provação em janeiro passado e disse que avião dos Marines devia ser cancelado se os problemas não fossem resolvidos no prazo de dois anos. Venlet repetiu as declarações anteriores de que ele tinha certeza que as mudanças necessárias para cuidar dos problemas estão agora no lugar certo, embora ele quer aguardar os testes finais nos jatos neste inverno, antes de dizer que é hora de o jato sair da provação.

Depois de descobrir a rachadura no anteparo na variante B do ano passado, Venlet explicou, “Nós dissemos, ‘Bem, onde mais precisamos olhar?” As conseqüências dessa análise adicional revelaram pontos adicionais que podem falhar em menos de 8.000 horas de vida útil. Nós os chamamos de “análise profunda de hot spots”. Em outras palavras, ele disse, análise de engenharia indica os pontos onde poderá rachar bem antes das peças em questão já terem voado 8.000 horas.

“A questão para mim não é: F-35 ou não” disse Venlet. “A questão é, quantos e com que rapidez? Eu não estou questionando os números do estoque final, eu estou questionando o ritmo para aumentar a produção para nós e para os parceiros, e se podemos pagar por isso?

Fonte: AOL Defense – Tradução: Cavok
Citação:
Mais dois incidentes fisiológicos relacionados ao caça F-22
Published on dezembro 4th, 2011 by Fernando Valduga in Incidentes, Militar

Dois caças F-22 Raptor sobrevoam as Montanhas Rochosas nos EUA durante voos de testes. (Foto: U.S. Air Force)
Pilotos da frota de caças F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA passaram por mais dois “incidentes fisiológicos” desde o dia 21 de novembro, confirmado pela USAF no dia 2 de dezembro.

(mais…)


Detalhe :- A afirmação acima é do ATUAL Chefe do programa F-35

Minha opinião é que o Brasil deveria PARTICIPAR no desenvolvimento de seu 5ªG ... jamais pensar em PAK-FA ou F-35 ... seria um retrocesso para nossas pretensões de projetarmos e fabricarmos nossos caças ...

Abraços
Spock

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Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 9:59 am 
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Spock escreveu:
...
Minha opinião é que o Brasil deveria PARTICIPAR no desenvolvimento de seu 5ªG ... jamais pensar em PAK-FA ou F-35 ... seria um retrocesso para nossas pretensões de projetarmos e fabricarmos nossos caças ...

Abraços
Spock


Concordo.
Se a FAB quiser uma configuração Hi-Lo, melhor que o Hi seja um desenvolvimento de 5ªG com um ou mais parceiros.
Se formos torrar o dinheiro num avião caro demais agora, qual será o próximo projeto do Brasil? Compra de prateleira?

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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 12:52 pm 
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Petry escreveu:
SE....

E ainda, a probabilidade de ocorrer um problema e tivermos que precisar destas aeronaves é MUITO menor.

Isso é ser muito otimista, dentro da realidade prefiro que tenhamos pelo menos dois vetores para a função de caça.
Os problemas vão ocorrer justamente no calor da batalha, como aconteceu com as rachaduras no parabrisa dos Gripen, na operação da Líbia. O que agora vai ser detalhadamente analisado e corrigido.
Em anos de treinamento nunca tinha ocorrido, nos dois primeiros meses de operação real foi acontecer.

Gripen na Líbia
ImagemPoder Aéreo

"Mas as ameaças aos voos não são apenas dos radares que iluminam os caças. Segundo informe anterior, as condições de operação às vezes podem causar danos aos caças, um deles bastante enigmático: em duas aeronaves, foram detectadas trincas nos párabrisas após uma missão.
Especula-se se teriam sido causadas por uma tempestade de areia ou de raios, eventos que ocorreram próximo às aeronaves. Para estudar melhor os motivos dessa situação inédita, planejou-se mandar os dois caças de volta à Suécia, sendo repostos por outros dois, provenientes da ala F21." Fonte: Poder Aéreo


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 4:11 pm 
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O Rafale está chegando ao seu ápice técnico sem ter conquistado até agora nenhuma exportação, apesar de todo o investimento político de Sarkozy e financeiro da Dassault.
A coisa está feia nos EAU, indefinida na Índia e pouco promissora aqui no Brasil e aparentemente pelo mesmo motivo: preço alto, muito alto.Recentemente, cada um dos três competidores do Fx brasileiro marcaram pontos psicológicos para se manterem vivos na competição:

Rafale: foi claramente o protagonista na invasão da Líbia onde os outros competidores do FX também atuaram mas sem a mesma visibilidade e até mesmo alguns problemas técnicos menores deles puderam ser descobertos, como a trinca no pára-brisa dos Gripen;

Super Hornet: não é uma relação direta com ele, mas a desclassificação do Texan II e uma possível vitória do Super Tucano nos EUA, pode mudar a maré de desconfiança do governo brasileiro contra os americanos a favor do caça da Boeing;

Gripen: A Venda de Gripens E/F e não de Gripens C/D para a Suíça com a consequente aquisição de alguns exemplares pela Suécia pode vencer o temor dentro do governo brasileiro e de alguns setores da FAB quanto a viabilidade a longo prazo deste projeto chamado Gripen NG.

A questão ainda está em aberto, mas a minha impressão é que no FX brasileiro o Rafale passou de preferido do governo Lula a lanterna no governo Dilma.

atenciosamente,

_________________
::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 5:20 pm 
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Robsonmkt escreveu:
A questão ainda está em aberto, mas a minha impressão é que no FX brasileiro o Rafale passou de preferido do governo Lula a lanterna no governo Dilma.

atenciosamente,


Sou da mesma opinião !

abc
Spock

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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 7:06 pm 
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Não é uma questão de ser otimista, mas uma opção.

Muitos nesse mesmo forum dizem numa mistura de F-18 e Gripen por compartilhar mesmo motor. E se o problema for justamente o motor? Os dois e toda a força ficarão no chão.

Nessas compras, tenta-se absorver e produzir aqui. E se o defeito for justamente algo em comum adotado nas duas aeronaves?

Só funcionaria se, somente se, as duas aeronaves fossem 100% diferentes.

Ai entra a questão da opção:

- Ficar com duas logísticas totalmente diferentes e onerosas durante 40 anos para aeronaves redundantes e não correr esse risco ou correr menos risco por causa destes defeitos.

- Ficar com uma logística mais econômica, correndo um risco muito maior de problema e pagar caso aconteça algum problema desse tipo?

Cada força aérea escolhe o que acha melhor.

Mesmo com todo bla bla bla de invadirem o Brasil para pegar a amazônia, água e o pré-sal, duvido que os novos caças entrem em serviço. No máximo participar de uma coalização estilo Líbia. Não é uma questão de estar certo ou errado, mas uma forma de encarar os problemas. Se é para gastar mais, que não seja algo redundante, como dois caças de 4ª geração, e sim algo que um apresente algum encremento significativo que justifique seu preço.

Eu prefiro ter 72 Rafales e uma bom "acordo"/"capacidade" na sua logística que dilua seus custos nessa quantidade, do que 24 F-18 e 48 Gripens.

Eu ainda acho que 48 4ª geração + 24 5ª geração são o suficiente para o Brasil no momento.

O que será melhor custo benefício:

- 24 F-18 + 48 Gripens
- 24 Rafales + 48 Gripens
- 24 PAK-FA + 48 Rafales/F-18/Gripen?

Eu adotaria 24 PAK-FA e 48 F-18. Mesmo o F-18 sendo mais caro que um gripen, a diferença é pequena e a capacidade industrial americana é muito maior termos melhores condições, sem falar que ainda pode ser adotada pela marinha. O F-18 seria um ótimo "pau para toda obra", deixando o PAK-FA como um caça estratégico/tático. Caso houvesse algum problema com os F-18, os PAK-FA voariam e fariam sua missão. Agora, numa dobradinha F-18 e Gripen, o F-18 não acrescentaria muita coisa além do Gripen.


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 7:49 pm 
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Petry,
O problema é que segundo a sua linha do tempo, teremos um caça Hi operando como Lo à época da chegada do avião de 5ª geração.
As capacidades furtivas de um avião de 5ªG o tornariam a ponta de lança da FAB.
Então no próximo passo da evolução da linha de caças da FAB o Rafale será nosso Lo?
Eu continuo achando que com Rafales será difícil ter e$pa$$o para outro avião de caça nos próximos 40 anos.
Acho o Rafale uma espécie de beco sem saída.
Minha opinião apenas.
Abs.

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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 10:28 pm 
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carvalho2008 escreveu:
Bom, eu lembro de já ter lido o relato antigo de um oficial americano, sobre um treino do F-15 Vs F-16...os F-16 abateram os F-15 de forma surpreendente e assim que aterraram, indagou aos colegas dos F-15 do porque não haviam disparado contra ou evadido, o colega disse que simplesmente não os havia visto nos F-16.....no debrifieng, analisaram os dados registrados e realmente não houve um único spot dos F-16 nos paineis dos Eagle...o oficial disse que foi quando havia realmente percebido as qualidades do F-16 com suas linhas sinuosas e delgadas...

Foi um relato antigo, mas se a guerra do radar X forma/materiais continuaram evoluindo, estes diferenciais podem estar presentes até os dias de hoje...

A questão é que nem tudo se resume a combate aéreo pura e implesmente. Nem todos os encontros na hora do "pra valer" serão 1x1 ou 2x2 (a maioria provavelmente não será). Se fosse assim, a USAF não estaria pensando em investir para atualizar seus f-15. Esse dilema vem dese a 2ª guerra. Se fosse tõ simples a Alemanha jamais teria fabricado Messerschmidt Bf-110 bimotores, que eram bem inferiores em ocmbate aos BF-109. O fizeram simplesmente porque esse último não tinha autonomia para escoltar os bombardeiros até os alvos mais distantes na Inglaterra. Nem toda missão é combate aéreo. Se você tiver que interceptar um avião invadindo o seu espaço aéreo ia preferir um F-15 com sua imensa velocidade e capacidade de ascensão rápida ou um F-16/F-18? Como regra geral um avião menor sempre terá melhor capacidade de manobra e discrição. Os motivos para optar por um caça maior e mais caro são velocidade, alcance e payoad. Se não for notável nesse três atributos não pode ser um verdadeiro Hi... Algns (eu incluso) acreditam que o tamanho do nosso país justifica essa estratificação...


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 Título: Re: Dassault Rafale Parte 4
MensagemEnviado: Dom Dez 04, 2011 10:58 pm 
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Robsonmkt escreveu:
O Rafale está chegando ao seu ápice técnico sem ter conquistado até agora nenhuma exportação, apesar de todo o investimento político de Sarkozy e financeiro da Dassault.
A coisa está feia nos EAU, indefinida na Índia e pouco promissora aqui no Brasil e aparentemente pelo mesmo motivo: preço alto, muito alto.Recentemente, cada um dos três competidores do Fx brasileiro marcaram pontos psicológicos para se manterem vivos na competição:

Rafale: foi claramente o protagonista na invasão da Líbia onde os outros competidores do FX também atuaram mas sem a mesma visibilidade e até mesmo alguns problemas técnicos menores deles puderam ser descobertos, como a trinca no pára-brisa dos Gripen;

Super Hornet: não é uma relação direta com ele, mas a desclassificação do Texan II e uma possível vitória do Super Tucano nos EUA, pode mudar a maré de desconfiança do governo brasileiro contra os americanos a favor do caça da Boeing;

Gripen: A Venda de Gripens E/F e não de Gripens C/D para a Suíça com a consequente aquisição de alguns exemplares pela Suécia pode vencer o temor dentro do governo brasileiro e de alguns setores da FAB quanto a viabilidade a longo prazo deste projeto chamado Gripen NG.

A questão ainda está em aberto, mas a minha impressão é que no FX brasileiro o Rafale passou de preferido do governo Lula a lanterna no governo Dilma.

atenciosamente,



Por isso penso que as chances do NG são maiores que as do SH...O conteudo americano nas aeronaves NG não inviabilizariam um ganho para a industria dos EUA...

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