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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qua Mai 28, 2014 11:09 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Danzig escreveu:
Wellington Góes escreveu:

(...)

De novo esse papo de que "eu gosto de tal povo, tu gostas de tal povo, etc..." quem faz isto não sou eu, mas tu e outros, quando puderam, já o fizeram, posso até citar os nomes (tu, Dazing, Baschera, etc...), quem tem problemas PESSOAIS com franceses, estadunidenses, argentinos, russos, marcianos, o escambau não sou eu, aliás, até tenho, mas com pessoas, figuras isoladas tão somente, não cabe misturar uma coisa com a outra. SERÁ QUE É PRECISO ESCREVER EM LETRAS GARRAFAIS PRA LERES ISSO?


(...)


:?:

Sim, tu mesmo chegou a citar em outro tópico que tem motivos pessoais pra não gostar de francês, ou estou enganado?

Vira e mexe, se eu critico algumas compras e se elas foram made in USA, ai eu sou anti-americano?! Eu já deixei mais do que claro aqui, temos (GF, MD e FFAA) que aprender a comprar, saber quando, como, onde e porque comprar, sair por ai atirando pra tudo que é lado, sem urgência, deixando desenvolvimentos locais a deriva, é jogar dinheiro fora.

A Argentina está ai, calada, calada ela tá certificando um turbo fan pra uso em aeronaves, está desenvolvendo e construindo radares 3D fixos e navais. Nós, com toda a nossa capacidade industrial, com toda uma economia puxante, com toda uma demanda e escala, estamos patinando porque alguns iluminados acreditam que mais lá na frente teremos algo bom, mas só lá na frente, como? Se cancelamos investimentos e fazemos a farra do boi pra comprar no estrangeiro?

Tem gente que vive reclamando que a nossa economia é por demais dependente da exportação de commodities, mas se a gente boicota a nossa própria indústria em detrimento da estrangeira, como é que vamos mudar esse quadro?! Só no dia de São Nunca.

Eita que eu tô azedo hoje!!! :x

P.S: Eu apenas citei o teu nome no início, o resto não és pra ti.


Só não entendi o porque de me citarem em uma conversa sobre a qual eu sequer participei (e tampouco tenho interesse em tal neste momento).

Isso de economia "puxante" eu deixo por vossa conta e risco... vendo a situação na empresa pública da qual sou concursado (não é a Petrobrás, mas está seguindo a "cartilha" da mesma) eu sei que a situação está bem longe desse mar-de-rosa noticiado pelo Jornal Nacional e pelas propagandas partidárias da Mandatária do País.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qua Mai 28, 2014 11:30 pm 
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Spock escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Sim Spock, foi sim, pois estou cansado de viver nesse lenga-lenga contigo. Queres ver como as tuas argumentações são rasas e falta-lhe coerência?! O Comandante da FA Sueca veio a público dizer que, pra eles PESSOAL TÉCNICO, o melhor seria comprar o C-130J Hercules e que a melhor solução TÉCNICA para o treinador é o PC-21, mas tu discordou desse posicionamento, porque quem decide é o Governo e não a Força Aérea, ou eu estou enganado disso? Não é tu que queres porque queres empurrar nos suecos o KC-390 e o Super Tucanos? Quer dizer então que, quando interessa pra ti, decisões técnicas são as que importam, quando não, são as decisões governamentais e estratégicas que deve prevalecer?! Escolha um caminho pra debater, amigo, pois eu detesto hipocrisia.


Amigo, sê está cansado vá descansar, o tal lenga, lenga que tu mencionas era um papo meu com o Esdras, não era contigo, quem se meteu a comentar foi vc, meu caro e com clara e nítida intenção de criticar e provocar uma reação.

Mas já que insiste, vamos ao que interessa: Já que você é tão coerente poderia me explicar a tal opção técnica de um oficial da Suécia SE ELE NÃO ANALISOU NEM ST NEM KC-390 ??????

Pode explicar como alguém pode ter feito uma escolha técnica sem analisar uma segunda opção ????

Não tem nenhuma COERÊNCIA no que estás afirmando meu amigo, a única coisa detectável em suas palavras é um ranço gratuito quanto a minha pessoa ... mas vamos lembrar que EU NÃO FALEI CONTIGO falei com o Esdras, ok ???

Wellington Góes escreveu:
Eu citei uma única vez o nome SUPER HONET, nem toquei na palavra F-X2, nem relacionei uma coisa com a outra, isso é invencionice da tua cabeça. Já tu não, querendo misturar pra justificar teu posicionamento favorável ao KC-767, inventou de que a escolha da FAB tem uma justificativa plausível por conta disso, daquilo e daquilo outro, é Rafale pra lá, é Gripen pra cá, é Super Honet acolá e por ai vai, é só olhar mais acima, tu fizeste um rodeio só pra justificar a posição da FAB, aff!!!

Até mais!!! :/


Olha só Wellington, não somente eu, mas você, ou qualquer forista ou moderador que frequenta este fórum TEM O DIREITO DE TER OPINIÃO, sem ter a obrigação de "escutar" que sua opinião é somente pra defender "azulados" ou "vermelhados" ... ou que sua opinião se baseia em crenças X ou Y ... tenho direito a opinião e ponto.

E NA MINHA OPINIÃO a escolha da conversão proposta pela IAI é a melhor opção para a FAB ... é minha opinião, capiche ??? ... porém não sou "cego" ou intolerante que não possa argumentar com qualquer um que seja que não concorde com isso ... aceito e analiso argumentos e se for convencido mudo minha opinião, mas, por enquanto ainda "acho", "acredito", "entendo" e "estou convencido" que a melhor opção é a que foi tomada.

Saudações
Spock

Agora faço-lhe outra pergunta, tivemos avaliação, por parte da FAB, do A330-200 usado para conversão? Sim? Pra quem, pra Airbus? foi enviado o RFP e RFI para aeronave usada, que eu saiba não, ou estou enganado? O KC-390 está pronto para ser avaliado pela FA Sueca? O Super Tucano não foi avaliado porque ele não é feito pra isso, a função dele é COIN, isso até a própria FAB sabe.

No mais não interessa se tu colocastes em resposta ao Esdras, colocou a público uma opinião o fez porque queria que outros vissem, concordando e discordando. A questão é que essa estória de bonzinho e defensores da moral (FAB, Saito e estadunidenses), versus mauzinho e detratores do erário público (vermelinhos, Dilma, Lula, Jobim, França, etc....) não existe, o que existe é interesses e pronto.

Ao que parece você deve ter os dados pra dizer que "melhor custo benefício com larga margem", qual é a base de comparação? Aviões novos com aviões novos? "Me lembro que o GF ficou a um passo de "melar" o processo por pressão da Airbus/França, que após perder a disputa recorreu a pressão política junto ao GF" como assim? Foi a Alemanha quem enviou a aeronave, que aliás, nem A330 era, era um A340.

Ou seja, as tuas argumentações são, se for um produto que não seja francês é o seguinte: "A FAB escolheu sem ingerência política, se livrou de entubação, de Lula isso, de Dilma aqui, blá, blá, blá". Se for um produto que seja francês, as vezes até europeu somente, ou russo, as argumentações são: "Que é um absurdo, a FAB queria outra coisa (normalmente made in USA), que entubaram, que o GF está cheio de ingerência ideológicas, que dinheiro pra cá, dinheiro pra lá, que isso, que aquilo"

Agora, quanto a opiniões, ai eu digo, eu NÃO acho, eu NÃO acredito, eu NÃO entendo, eu NÃO estou convencido de que a forma como foi embasada a decisão foi a melhor escolha, aliás, por motivos já colocados, como eu disse, quero ver na hora que tivermos que comprar mais KCs do mesmo tipo que selecionamos.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qua Mai 28, 2014 11:48 pm 
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Spock, queres elevar o debate?

Que tal então dizer o seguinte: quais são as aeronaves contratadas para fazer a conversão? De onde eram? Era operadas por quem? Quais são as empresas que vão fazer as futuras conversões no Brasil? É só a TAP? Depois disso, quais serão as novas oportunidade de mercado para complementarmos a nossa capacidade de transporte estratégico e REVO? Quantas aeronaves B767-300ER, com menos de 10 anos existem no mercado? Quais as disponibilidades? Estão voando ou estão no deserto?

Veja, eu estou colocando aqui somente coisas que me vêm à cabeça agora, se a gente for começar a esbugalhar isso, o processo ainda fica mais restrito.

Já está comprado? Beleza, façamos do limão uma limonada, mas dizer que foi a melhor opção só porque "não houve ingerência política", ai eu discordo totalmente.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qui Mai 29, 2014 2:06 am 
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Wellington Góes escreveu:
Agora faço-lhe outra pergunta, tivemos avaliação, por parte da FAB, do A330-200 usado para conversão? Sim? Pra quem, pra Airbus? foi enviado o RFP e RFI para aeronave usada, que eu saiba não, ou estou enganado? O KC-390 está pronto para ser avaliado pela FA Sueca? O Super Tucano não foi avaliado porque ele não é feito pra isso, a função dele é COIN, isso até a própria FAB sabe.

No mais não interessa se tu colocastes em resposta ao Esdras, colocou a público uma opinião o fez porque queria que outros vissem, concordando e discordando. A questão é que essa estória de bonzinho e defensores da moral (FAB, Saito e estadunidenses), versus mauzinho e detratores do erário público (vermelinhos, Dilma, Lula, Jobim, França, etc....) não existe, o que existe é interesses e pronto.

Ao que parece você deve ter os dados pra dizer que "melhor custo benefício com larga margem", qual é a base de comparação? Aviões novos com aviões novos? "Me lembro que o GF ficou a um passo de "melar" o processo por pressão da Airbus/França, que após perder a disputa recorreu a pressão política junto ao GF" como assim? Foi a Alemanha quem enviou a aeronave, que aliás, nem A330 era, era um A340.

Ou seja, as tuas argumentações são, se for um produto que não seja francês é o seguinte: "A FAB escolheu sem ingerência política, se livrou de entubação, de Lula isso, de Dilma aqui, blá, blá, blá". Se for um produto que seja francês, as vezes até europeu somente, ou russo, as argumentações são: "Que é um absurdo, a FAB queria outra coisa (normalmente made in USA), que entubaram, que o GF está cheio de ingerência ideológicas, que dinheiro pra cá, dinheiro pra lá, que isso, que aquilo"

Agora, quanto a opiniões, ai eu digo, eu NÃO acho, eu NÃO acredito, eu NÃO entendo, eu NÃO estou convencido de que a forma como foi embasada a decisão foi a melhor escolha, aliás, por motivos já colocados, como eu disse, quero ver na hora que tivermos que comprar mais KCs do mesmo tipo que selecionamos.

Até mais!!! ;)


Wellington,

Antes de responder o seu próximo post (abaixo) vamos esclarecer algumas coisas sobre essa questão de suécos e minha implicância com franceses :

Primeiro os suécos :

Concordo que eles não tem obrigação nenhuma de comprar ST ou KC-390, assim como o Brasil não se obrigou a comprar SH depois que o ST venceu o LAS, mas tem uma coisa que eles tem sim obrigação:
Citação:
Parceria exclusiva e competitiva
- O Brasil terá a liderança nas vendas do Gripen NG para toda a América Latina, com oportunidades conjuntas para o resto do mundo.
- Compromisso do governo sueco em adquirir o Gripen NG, recebendo suas aeronaves no mesmo cronograma da Força Aérea Brasileira.
- A intenção da Suécia de avaliar o avião KC-390 para suprir, a longo prazo, suas necessidades de transporte aéreo tático.
- Intenção da Saab em juntar-se ao programa de desenvolvimento do avião de transporte KC-390, como parceiro estratégico, incluindo apoio no marketing internacional.
- Compromisso da Saab de efetuar mais de 175% ao valor total do contrato em cooperação industrial (offset).
- A Saab propõe substituir os atuais aviões SK 60/ Saab 105 de treinamento da Frota da Força Aérea Sueca por aeronaves Embraer Super-Tucanos.
http://www.saabgroup.com/pt/Air/Gripen- ... geid=31122


Veja que isso tá num site da Saab !

Note que há um COMPROMISSO DA SUÉCIA de avaliar o KC-390

Diferente da substituição dos treinadores dos quais a SAAB propõe substiuição por ST, mais ou menos a mesma coisa que aconteceu na Suíça onde a Saab "apoiaria" o Pilatus (PC21) para substituição dos treinadores suécos, provavelmente com alterações nos aviônicos (isso é somente um achismo meu), mas em ambos os casos não houveram avaliações nem do KC-130, nem do Pilatus, nem do ST, nem do KC-390, simplesmente porque o Gov. suéco ainda não abriu tais concorrências.

Finalmente o ST é sim um avião adequado ao treinamento avançado de pilotos, inclusive sua designação na FAB é AT-29 (ataque e treinamento)

Então não há obrigação da suécia em adquirir ST e KC-390, mas há obrigação da suécia de AVALIÁ-LOS ... daí se serão aprovados ou não é outra história.

Sobre os Franceses:

Vamos deixar claro aqui que eu não tenho nada pessoal contra os franceses, muito menos contra o povo francês ou pessoas de origem francesa (tenho amigos inclusive), conheço a França e sou apaixonado por Paris, estar diante da Torre Eiffel ou no Louvre ou no Arc de triomphe na Champs-Élysées simplesmente me emociona.

Sempre fui um aficcionado do M-III-BR, pra mim um dos caças mais lindos já criados.

Você já me leu falar mal, uma linha sequer, do prosub ??? ... SubNuc ??? ... não né ? ... e são os mesmos franceses ...

Mas eu tenho TUDO CONTRA a postura francesa adotada no FX-2 e outras concorrências:

O que eu discordo e critico duramente :

- Uma campanha baseada numa mentira de ToT irrestrita para 36 caças;
- Total falta de transparência sobre o que de fato foi proposto o que estaria incluso na proposta e o que seria "cobrado" à parte;
- Uma balela de apoio ao CS da ONU ao Brasil e ao mesmo tempo comprometendo a mesma coisa com o México, obviamente um rival do Brasil no caso de uma cadeira permanente para a AL;
- Não concordo com jantares (não declarados no roteiro oficial) no Chateau Dassault;
- Não concordo com pagamento de viagem a uma dúzia de Políticos convidados para festejos da Queda da Bastilha que praticaram Lobby "saudável e elegante" com todas as despesas pagas pelos "anfitriões"
- Não concordo em mudar as regras do jogo para claramente beneficiar um concorrente (no caso a dassault)
- Não concordo como as coisas aconteceram no caso do EC-725;
- Não concordo com a forma que o ex-Min. de Estado Nelson Jobim quis conduzir esse processo à base de cartas marcadas e "vencedores de véspera";
- Não concordo com a precipitação do ex-Pres. Lula que simplesmente trasnformou um processo limpo e elogiado num jogo de politicagem.

Nada contra as pessoas, tudo contra as atitudes, enfim ...

Está tarde, amanhã falaremos detalhadamente sobre a escolha do B767 e o porque da minha opinião sobre o assunto, conforme vc sugeriu no último post.

abs
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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qui Mai 29, 2014 9:43 am 
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Wellington Góes escreveu:
Esdras escreveu:
O problema é o fator politico que pode atrapalhar.
O cenario de desgaste do governo é enorme, com a falta de investimento em tudo que precisa e muito investimento e tudo que não precisa. Históricamente isso pode sobrar para os investimentos militares.
Para piorar estamos enfiando um pé numa mega crise financeira, que agora tem o epicentro aqui.
O mercado está desacelerando rapidamente.
Espero que o $$ sai logo para o projeto, porque se esperar mais uns meses, fica na forte possibilidade de postergarem.....como a maioria das coisas.

Amigo Esdras, essa estória de mega crise financeira é especulação pra ver o circo pegar fogo. Não estou dizendo que não precisamos, nós, brasileiros, fazermos ajustes nos nossos gastos do GF, estou dizendo que esse dragão não é feio como pintam. Ano que vem o cinto será apertado, ganhe quem ganhar, mas será, acredito eu, algo momentâneo. Crescimento econômico não se mede por um ou dois anos, se mede por muito mais.

Ano que vem e o de 2016, boa parte dos gastos que foram precisos até agora não existiram mais, diversos projetos de infraestruturas estão caminhando em vias de serem finalizados, é questão de tempo para começarem a gerar dividendos, isso vai desafogar muita coisa. Qualquer governo que assumir precisará fazer ajustes, mas é e sempre será algo natural. Quanto aos gastos militares, a estes, vai chegar uma hora, que precisam tomar decisões importantes que deverão cortar na carne, se é que querem investimentos em Defesa, não tem escapatória, uma hora ou outra isso tem e terá que acontecer, rever os gastos e as fontes pagadoras das aposentadorias e pensões, por exemplo, é um desses gastos.

O Brasil só quebra se acontecer uma hecatombe financeira no mundo, com China ainda crescendo na casa dos 7% ao ano, com os EUA voltando a crescer, com a Europa se estabilizando, com outros mercados também crescendo, não tem como não crescermos, mas, como eu coloquei, o nosso problema é de definições internas, nos reorganizarmos como nação, principalmente na parte logística e de infraestrutura para produção (energia).

Fim do Off Topic.


Não é especulação e sim, quem trabalha no mercado e analisa o mesmo, sabe bem disso. É algo que já começou e não vou detalhar aqui, porque não é o tópico do assunto, mas antes da crise de setembro de 2008, mais precisamente em abril de 2008, já tinhamos informações de crise vinda de lá.
Logico que desejo que não aconteceça, porque muitos empregos podem ser perdidos.
Esdras


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qui Mai 29, 2014 1:53 pm 
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Independente de eu achar a melhor opção ou não, ficará bonito o bicho. Duas imagens publicadas no Poder Aéreo que ilustram bem isso, o futuro da FAB.

Citação:


Até mais!!! ;)


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qui Mai 29, 2014 4:34 pm 
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Só não entendi o porquê desse arranjo da sonda à la KC-135 da Armée de L'Air ao invés do sistema de cesta já usado nos "sucatões"...


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qui Mai 29, 2014 5:12 pm 
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Danzig escreveu:
Só não entendi o porquê desse arranjo da sonda à la KC-135 da Armée de L'Air ao invés do sistema de cesta já usado nos "sucatões"...

Para, quem sabe um dia, poder operar aeronaves que usam esse sistema (boon), tipo C-17, por exemplo.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qui Mai 29, 2014 7:45 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Danzig escreveu:
Só não entendi o porquê desse arranjo da sonda à la KC-135 da Armée de L'Air ao invés do sistema de cesta já usado nos "sucatões"...

Para, quem sabe um dia, poder operar aeronaves que usam esse sistema (boon), tipo C-17, por exemplo.


Wellington, os KC-135 da AdA possuem o sistema Boom adaptado com uma cesta saído do mesmo, assim como o Kc-767 da foto, e acho que devido a esse arranjo não existe como ele abastecer aeronaves com o sistema de "lança" como o C-17.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qui Mai 29, 2014 9:49 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Spock, queres elevar o debate?

[...] (transcrito abaixo)

Veja, eu estou colocando aqui somente coisas que me vêm à cabeça agora, se a gente for começar a esbugalhar isso, o processo ainda fica mais restrito.

Já está comprado? Beleza, façamos do limão uma limonada, mas dizer que foi a melhor opção só porque "não houve ingerência política", ai eu discordo totalmente.

Até mais!!! ;)


Vamos tentar elevar o nível do debate então !

Que tal então dizer o seguinte: quais são as aeronaves contratadas para fazer a conversão? De onde eram? Era operadas por quem?

Penso que esse não seja um aspecto importante no contexto, considerando que a FAB atribuiu características bem específicas dos quais a aeronave tem que se enquadrar para ser elegível :

""Segundo critérios estabelecidos pela FAB, as aeronaves B-767-300ER a serem adquiridas usadas não poderão ter mais de dez anos de construção, cinco mil ciclos, inexistência de acidentes e zero danos estruturais, entre outros.""

Dentro desse "entre outros" está uma rigorosa análise de documentação e manutenção.

Quais são as empresas que vão fazer as futuras conversões no Brasil? É só a TAP?

Vejo a questão de ToT do projeto KC-X2 de forma totalmente diferente do FX-2, considero que no caso do KC-X2 não se trata de transferência de tecnologia própriamente dita, mas de transferência técnica, ou seja aprender a converter um avião civil em um avião militar MRTT (Multi Role Tanker Transport – transporte e reabastecedor multitarefa).

Apesar de sabermos que a TAP fará a primeira conversão no País sob supervisão da IAI, lemos:
Citação:
Escolhida para fornecer dois aviões cargueiros e de reabastecimento em voo para a Força Aérea Brasileira (FAB), a empresa IAI (Israel Aerospace Industries) está pronta para dar mais um passo no sentido de consolidar a sua presença no mercado brasileiro de defesa. Na próxima semana, anunciará a compra de participação no capital de duas empresas brasileiras que atuam nos segmentos de Aeronáutica, eletrônica e tecnologia.

“O investimento da IAI nessas duas aquisições será superior a US$ 50 milhões”, disse o presidente da IAI do Brasil, Henrique Gomes. Os detalhes finais dos novos negócios estão sendo definidos esta semana. “Vamos adquirir até o percentual máximo de 40% previsto pela em lei, de forma que o controle continue sendo da empresa brasileira”


No Brasil a IAI possui um escritório em Brasília mas, de acordo com seu presidente, para apoiar a construção dos dois aviões da FAB, pretende instalar no país um centro de suporte tecnológico e formação de mão de obra. O centro ficará no Estado de São Paulo.

As empresas brasileiras, de acordo com o presidente da IAI, terão a oportunidade de participar do desenvolvimento e produção dos dois aviões que serão entregues à FAB. “O contrato com a FAB inclui transferência de tecnologia para a fabricação local de vários elementos, num grande pacote que beneficiará empresas brasileiras.”

http://www.aereo.jor.br/2013/04/04/iai- ... rategicos/

Em nota divulgada pela IAI – Israel Aerospace Industries no domingo, 17 de março, o presidente e diretor executivo (CEO) da empresa, Joseph Weiss, afirmou que diversas indústrias brasileiras estarão envolvidas no programa para novos aviões de reabastecimento para o qual a empresa israelense foi selecionada na semana passada pela FAB (Força Aérea Brasileira).

Diversas indústrias brasileiras também estarão envolvidas no programa, como subcontratadas da IAI”.

http://www.aereo.jor.br/2013/03/18/novo ... gundo-iai/


Depois disso, quais serão as novas oportunidade de mercado para complementarmos a nossa capacidade de transporte estratégico e REVO?

Conta-se em menos da metade dos dedos de uma única mão, países que reunam condições de converter aviões civis em MRTT, ter essa capacidade é estratégica, não falo de mercado, mas de reunir no País capacidades técnicas que nos permitam fazer isso de forma independente e autônoma permitindo-nos ampliar nossa capacidade de forma rápida em qualquer eventualidade.

Quantas aeronaves B767-300ER, com menos de 10 anos existem no mercado? Quais as disponibilidades? Estão voando ou estão no deserto?

Existem rigidos requisitos estipulados pela FAB na concorrência.

mas tarde falamos sobre sua pergunta de seu post anterior.

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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 12:03 am 
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Wellington Góes escreveu:
Agora faço-lhe outra pergunta, tivemos avaliação, por parte da FAB, do A330-200 usado para conversão? Sim? Pra quem, pra Airbus?

Pelo que sei a única empresa (além da Airbus) capacitada a conversão de civil para MRTT é a QDS hoje uma empresa da Northrop Grumman, a FAB não solicitou informações para essa opção.

foi enviado o RFP e RFI para aeronave usada, que eu saiba não, ou estou enganado?

Foi sim enviado RFP e RFI para aeronave usada, a FAB foi totalmente transparente em seu pedido de informações e todos que concorreram estavam absolutamente cientes que uma das opções seria para uma conversão de uma aeronave usada.

Citação:
FAB envia pedido para 2 aviões-tanque

9 de maio de 2012

A FAB (Força Aérea Brasileira) enviou hoje o pedido formal de oferta para a compra de dois novos aviões-tanque de longo alcance. Estão na disputa a EADS europeia, a Boeing americana e a IAI israelense.

Os fabricantes europeu e americano produzem, respectivamente, o Airbus-A330MRTT e o KC-767, baseados em modelos civis. A empresa israelense é especializada em preparar aviões usados para a missão de reabastecimento, o que custa em média um terço do valor de um modelo novo _que pode chegar a US$ 300 milhões (quase R$ 600 milhões hoje).


Até mais!!! ;)


Ou seja, todos estavam totalmente cientes tanto Boeing quanto Airbus sabiam que estavam concorrendo contra uma opção de aeronave usada por 1/3 do preço, ninguém ficou indignado ou quis deixar a concorrência ou mesmo deixou de responder o RFI da FAB.

Porque na minha opinião é a melhor opção ?

Além da questão econômica, 1/3 do preço de uma aeronave originalmente MRTT, desempenha as mesmas funções, com igual performance.

As demais opções não agregam nada em termos de conhecimento a indústria nacional, muito menos à nossa capacidade de independência, convidar a Northrop seria o equivalente a anular deliberadamente a maior vantagem de se adquirir uma aeronave usada e converter, teríamos restrições considerando a origem da empresa.

Enfim, entre um equipamento novo de US$ 300 milhões, sem agregar nada em termos de capacitação estratégica e um outro equipamento semi-novo de US$ 100 milhões, que agrega transferência de conhecimento a indústria nacional e capacitação estratégica pela autonomia de se aprender converter aeronaves comerciais em militares ... FICO COM A SEGUNDA OPÇÃO !

Por isso MINHÃO OPINIÃO é que foi selecionada a melhor opção disponível.

abs
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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 1:38 am 
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:shock: :shock: :shock:

:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Bicho, tu faz um rodeio da p***a, não responde o que eu perguntei, inventa que responde e ainda desvirtua o que foi perguntado. :lol: :lol: :lol:

Depois eu vou pontuar ponto a ponto o que eu coloquei, as perguntas foram CLARAS e OBJETIVAS. O melhor que tu deverias ter feito é: "não sei dizer, só sei o que a FAB coloca em público", ponto.

Até mais!!! :lol:


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 Título: Re: KC-767
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Wellington Góes escreveu:
Danzig escreveu:
Só não entendi o porquê desse arranjo da sonda à la KC-135 da Armée de L'Air ao invés do sistema de cesta já usado nos "sucatões"...

Para, quem sabe um dia, poder operar aeronaves que usam esse sistema (boom), tipo C-17, por exemplo.


Wellington, os KC-135 da AdA possuem o sistema Boom adaptado com uma cesta saído do mesmo, assim como o Kc-767 da foto, e acho que devido a esse arranjo não existe como ele abastecer aeronaves com o sistema de "lança" como o C-17.

Existe sim, é só retirar o dispositivo (uma espécie de redutor de diâmetro e a mangueira) ainda em solo. Isso tem que ser executado antes da missão, é claro. O único "se não" é que a aeronave reabastecedora perderá a possibilidade de abastecer mais uma aeronave, que use o sistema hose and drogue, ao mesmo tempo, ou seja, ao invés de três, fará o reabastecimento de apenas duas.

Mas vale outra questão, se o sistema for parecido com o KC-767 da Força Aérea Italiana (na foto), não é preciso mudança nenhuma, pois o boom permanece como está, sem alteração, e apenas uma mangueira desce de uma posição ao lado.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 1:47 pm 
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Wellington Góes escreveu:
:shock: :shock: :shock:

:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Bicho, tu faz um rodeio da p***a, não responde o que eu perguntei, inventa que responde e ainda desvirtua o que foi perguntado. :lol: :lol: :lol:

Depois eu vou pontuar ponto a ponto o que eu coloquei, as perguntas foram CLARAS e OBJETIVAS. O melhor que tu deverias ter feito é: "não sei dizer, só sei o que a FAB coloca em público", ponto.

Até mais!!! :lol:


:shock: :shock: :shock:

Bicho tuas perguntas estão postadas acima das respostas ... que parte vc não entendeu ???

Acho que vc ainda está cansado Wellington ! :lol: :lol: :lol:

Aguardo ansiosamente esta pérola.

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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 3:35 pm 
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Wellington, replico aqui uma conversa de nosso velho conhecido Lima com o Sapão (FAB):

Citação:
Carlos Lima escreveu:
Coloquei essa dúvida em outro Fórum...

Eu estava lendo sobre Cingapura e o fato de que os A330 deles serão usados e fui dar uma pesquisada e vi que a Airbus não só oferece modelos novos do A330 convertidos para REVO como também usados.

Aí vem a pergunta... por que não solicitamos esse tipo de informação para a Airbus e colocamos Airbus e Boeing 'novos' para disputar essa concorrência contra 767 usados convertidos pela IAI (claramente mais baratos)?

Não seria mais vantajoso em termos de negociações colocar aeronaves 'usadas/convertidas' contra aeronaves 'usadas/convertidas'? (mesmo que a IAI no fim ainda assim fosse a vencedora).

Tem coisas que realmente eu não entendo.

Nada contra o vetor escolhido e sim a oportunidade de podermos negociar mais vantagens.

Enfim...

[]s
CB_Lima
sapao escreveu:
Resumindo: a FAB emitiu a procura e as empresas ofereceram as propostas que melhor lhes cabia, o porque da EADS não oferecer uma aeronave usada e sim uma nova é uma escolha que tem responsabilidade na empresa e não na FAB; até porque o pedido explicitava "aeronaves novas ou usadas...".

entendido?
Carlos Lima escreveu:
Então saquei, coube a EADS submeter a proposta e eles escolheram uma aeronave nova (assim como a Boeing) para disputar com uma usada (IAI).

Deram mole... ;)

[]s
CB_Lima
sapao escreveu:
Exato!
Assim como a Boeing ele falaram que a proposta era essa e pronto.
Será que deram mole mesmo ou já sabiam como era a musica aqui?
Tipo: coloca isso porque lá vai demorar 10 anos para comprarem mesmo...
Carlos Lima escreveu:
Eu digo deram mole, porque poderiam ter oferecido 'também' o A330 'usado' convertido, da mesma forma que a Boeing de certo modo ofereceu 2x o 767. ;)

Mas em todo o caso, valeu pela info :)


Sds
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