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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 3:43 pm 
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Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 4:22 pm 
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Sempre achei que os 707 (no caso os KC-135) fossem maiores que o 767. :shock:


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 6:02 pm 
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Também. Então, o A330 parece um "monstro" perto do KC-135.

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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 7:24 pm 
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Spock escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Agora faço-lhe outra pergunta, tivemos avaliação, por parte da FAB, do A330-200 usado para conversão? Sim? Pra quem, pra Airbus?

Pelo que sei a única empresa (além da Airbus) capacitada a conversão de civil para MRTT é a QDS hoje uma empresa da Northrop Grumman, a FAB não solicitou informações para essa opção.

foi enviado o RFP e RFI para aeronave usada, que eu saiba não, ou estou enganado?

Foi sim enviado RFP e RFI para aeronave usada, a FAB foi totalmente transparente em seu pedido de informações e todos que concorreram estavam absolutamente cientes que uma das opções seria para uma conversão de uma aeronave usada.

Citação:
FAB envia pedido para 2 aviões-tanque

9 de maio de 2012

A FAB (Força Aérea Brasileira) enviou hoje o pedido formal de oferta para a compra de dois novos aviões-tanque de longo alcance. Estão na disputa a EADS europeia, a Boeing americana e a IAI israelense.

Os fabricantes europeu e americano produzem, respectivamente, o Airbus-A330MRTT e o KC-767, baseados em modelos civis. A empresa israelense é especializada em preparar aviões usados para a missão de reabastecimento, o que custa em média um terço do valor de um modelo novo _que pode chegar a US$ 300 milhões (quase R$ 600 milhões hoje).


Até mais!!! ;)


Ou seja, todos estavam totalmente cientes tanto Boeing quanto Airbus sabiam que estavam concorrendo contra uma opção de aeronave usada por 1/3 do preço, ninguém ficou indignado ou quis deixar a concorrência ou mesmo deixou de responder o RFI da FAB.

Porque na minha opinião é a melhor opção ?

Além da questão econômica, 1/3 do preço de uma aeronave originalmente MRTT, desempenha as mesmas funções, com igual performance.

As demais opções não agregam nada em termos de conhecimento a indústria nacional, muito menos à nossa capacidade de independência, convidar a Northrop seria o equivalente a anular deliberadamente a maior vantagem de se adquirir uma aeronave usada e converter, teríamos restrições considerando a origem da empresa.

Enfim, entre um equipamento novo de US$ 300 milhões, sem agregar nada em termos de capacitação estratégica e um outro equipamento semi-novo de US$ 100 milhões, que agrega transferência de conhecimento a indústria nacional e capacitação estratégica pela autonomia de se aprender converter aeronaves comerciais em militares ... FICO COM A SEGUNDA OPÇÃO !

Por isso MINHÃO OPINIÃO é que foi selecionada a melhor opção disponível.

abs
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Spock, não faz muito sentido comparar os valores de um avião usado com um novo, até porque, por mais estritas que sejam os requerimentos da FAB para essas células, o tempo de vida útil dessa célula usada vai ser menor que o da nova, sem falar que duvido muito que um avião em uso comercial seja tão bem cuidado como se estivesse sobre os cuidados da FAB desde o princípio.

Eu não diria que o A330 não agrega nada a mais com relação ao 767, bem pelo contrário, ele é um avião maior, carrega mais carga, mais passageiros, tem um alcance maior, na função de cisterna também deve se dar melhor do que o 767, já que carrega quase 40 toneladas a mais de combustível (111tons vs 72tons), essa quantidade a mais de combustível seria mais do que suficiente para reabastecer um KC390 em sua plenitude ou ficar mais tempo on station ou reabastecer uma maior quantidade de caças.

Pessoalmente acho que nem se fossem a preços e condições similares o A330 levava, parafraseando um comentário do Brigadeiro Baptista lá no poder Aereo, fiquem de olho no KC46......


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 7:52 pm 
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Alguem tem ideia do preço que a IAI cobra para esta conversão?


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Mai 30, 2014 10:14 pm 
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Spock escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Agora faço-lhe outra pergunta, tivemos avaliação, por parte da FAB, do A330-200 usado para conversão? Sim? Pra quem, pra Airbus?

Pelo que sei a única empresa (além da Airbus) capacitada a conversão de civil para MRTT é a QDS hoje uma empresa da Northrop Grumman, a FAB não solicitou informações para essa opção.

foi enviado o RFP e RFI para aeronave usada, que eu saiba não, ou estou enganado?

Foi sim enviado RFP e RFI para aeronave usada, a FAB foi totalmente transparente em seu pedido de informações e todos que concorreram estavam absolutamente cientes que uma das opções seria para uma conversão de uma aeronave usada.

Citação:
FAB envia pedido para 2 aviões-tanque

9 de maio de 2012

A FAB (Força Aérea Brasileira) enviou hoje o pedido formal de oferta para a compra de dois novos aviões-tanque de longo alcance. Estão na disputa a EADS europeia, a Boeing americana e a IAI israelense.

Os fabricantes europeu e americano produzem, respectivamente, o Airbus-A330MRTT e o KC-767, baseados em modelos civis. A empresa israelense é especializada em preparar aviões usados para a missão de reabastecimento, o que custa em média um terço do valor de um modelo novo _que pode chegar a US$ 300 milhões (quase R$ 600 milhões hoje).


Até mais!!! ;)


Ou seja, todos estavam totalmente cientes tanto Boeing quanto Airbus sabiam que estavam concorrendo contra uma opção de aeronave usada por 1/3 do preço, ninguém ficou indignado ou quis deixar a concorrência ou mesmo deixou de responder o RFI da FAB.

Porque na minha opinião é a melhor opção ?

Além da questão econômica, 1/3 do preço de uma aeronave originalmente MRTT, desempenha as mesmas funções, com igual performance.

As demais opções não agregam nada em termos de conhecimento a indústria nacional, muito menos à nossa capacidade de independência, convidar a Northrop seria o equivalente a anular deliberadamente a maior vantagem de se adquirir uma aeronave usada e converter, teríamos restrições considerando a origem da empresa.

Enfim, entre um equipamento novo de US$ 300 milhões, sem agregar nada em termos de capacitação estratégica e um outro equipamento semi-novo de US$ 100 milhões, que agrega transferência de conhecimento a indústria nacional e capacitação estratégica pela autonomia de se aprender converter aeronaves comerciais em militares ... FICO COM A SEGUNDA OPÇÃO !

Por isso MINHÃO OPINIÃO é que foi selecionada a melhor opção disponível.

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bcorreia escreveu:
Spock, não faz muito sentido comparar os valores de um avião usado com um novo, até porque, por mais estritas que sejam os requerimentos da FAB para essas células, o tempo de vida útil dessa célula usada vai ser menor que o da nova, sem falar que duvido muito que um avião em uso comercial seja tão bem cuidado como se estivesse sobre os cuidados da FAB desde o princípio.

Eu não diria que o A330 não agrega nada a mais com relação ao 767, bem pelo contrário, ele é um avião maior, carrega mais carga, mais passageiros, tem um alcance maior, na função de cisterna também deve se dar melhor do que o 767, já que carrega quase 40 toneladas a mais de combustível (111tons vs 72tons), essa quantidade a mais de combustível seria mais do que suficiente para reabastecer um KC390 em sua plenitude ou ficar mais tempo on station ou reabastecer uma maior quantidade de caças.

Pessoalmente acho que nem se fossem a preços e condições similares o A330 levava, parafraseando um comentário do Brigadeiro Baptista lá no poder Aereo, fiquem de olho no KC46......


Grande Correia !

Creio que nesse aspecto o amigo esteja falando de uma coisa e eu de outra, o amigo está falando de "ganhos" comparativos de uma aeronave sobre outra (portanto ganhos operacionais) e eu de "ganhos" de capacidade estratégica para a FAB e nossa indústria sob o pressuposto que ambas atingem os requisitos da FAB.

Com relação a comparar aeronaves novas com usadas, de fato não há como negar que é estranho, porém através do RFI a FAB deixou claro a todos os concorrentes que pelo menos uma opção seria de uma aeronave usada, considerando que a IAI não fabrica aviões reabastecedores de grande porte.

Ficou esclarecido por um "fabiano" que a FAB deu opção para TODOS os concorrentes de apresentarem propostas de aeronaves "novas ou usadas", tanto Boeing como Airbus sabiam muito bem que a IAI estava na concorrência, pergunto: porque Boeing e Airbus não ofereceram aeronaves usadas para se contrapôr a IAI que somente tinha a opção de apresentar uma proposta de aeronave usada ???

Marcaram toca legal ou não tinham interesse de vencer a concorrência ou demonstraram que não tem interesse nesse mercado de conversão.

Eu fico com a terceira opção, se fabricam reabastecedores, porque "criar" uma alternativa substancialmente mais barata para concorrer com seus aviões novos e de grande margem financeira ?

Creio que seja isso que ocorreu nessa concorrência, porém a FAB agiu de forma equitativa.

abs
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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sáb Mai 31, 2014 1:54 pm 
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Spock, raciocina comigo, pra que e pra quem vai servir uma tal de ToT (e olha que eu sou bastante crítico a aquisições sem ToT e Offset)? Pra Embraer, que já está desenvolvendo uma aeronave com capacidade REVO? Qual aeronave temos a perspectiva de instalar tal capacidade de transporte e REVO estratégico? Existe algum projeto? Aonde? Na Embraer? Vão fazer uma aeronave de transporte e REVO estratégico no EMB-195? Volto a perguntar, quais empresas serão capacitadas a receber essa "tão importante e imprescindível" tecnologia?

Usaram essa DESCULPA ESFARRAPADA pra poder comprar duas aeronaves usadas, de uma empresa brasileira (com previsão de comprarem agora uma outra de uma empresa do mesmo grupo, só que chilena) tão somente. O engraçado disso é que, quando é pra exigir ToT e Offset de coisas realmente importantes e de grande valor, como nas compras dos motores do Gripen, BHs, SHs e Harpoons, por exemplo, não houve essa intensão e/ou justificativa.

Acorda meu amigo, não tem pra que exigirmos ToT de sistemas de REVO se a Embraer já o está fazendo com o KC-390. Não teremos, num horizonte de 10 a 20 anos, nem interesse e talvez alguma capacidade instalada de projetar aeronaves do porte do B767 e A330.

Até mais!!! :|


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sáb Mai 31, 2014 2:08 pm 
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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sáb Mai 31, 2014 3:23 pm 
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Pessoal, foi postada comparação do KC-135 com o KC-767, muito válida, mas quero ressaltar que os KC-137 que a FAB operou eram maiores que os KC-135 e menores que os KC-767-300ER.
Vejam as dimensões dos três modelos, comprimento, envergadura e altura:
KC-135 original: 41,53 x 39,88 x 12,70
KC-137 / 707 convertido: 46,61 x 44.42 x 12,93
KC-767-300ER: 54,90 x 47,60 x 15,80
Espero ter enriquecido nosso debate.

Abraços


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sáb Mai 31, 2014 7:32 pm 
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saullo escreveu:
Pessoal, foi postada comparação do KC-135 com o KC-767, muito válida, mas quero ressaltar que os KC-137 que a FAB operou eram maiores que os KC-135 e menores que os KC-767-300ER.
Vejam as dimensões dos três modelos, comprimento, envergadura e altura:
KC-135 original: 41,53 x 39,88 x 12,70
KC-137 / 707 convertido: 46,61 x 44.42 x 12,93
KC-767-300ER: 54,90 x 47,60 x 15,80
Espero ter enriquecido nosso debate.

Abraços

O KC-135 americano é baseado no primeiro Boeing 707, o Boeing 367-80, or "Dash 80" que foi recusado pelas companhias civis por ter 5 poltronas, o B 707 depois foi alargado e alongado e recebeu 6 poltronas, 3 + 3.
O 707 nasceu para ser um reabastecedor(protótipo Dash 80 sem janelas) e depois durante o desenvolvimento do projeto foi aproveitado como transporte de passageiros.


Boeing 367-80, um protótipo construido, voou em 1954, gerou o KC-135, o Boeing 720 e o Boeing 707.
Imagemwikipedia

Boeing 720, curto e estreito, 154 construídos, voou de 1959 a 2010
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Boeing 707, alongado e mais largo, voou em 1957 com 1010 construídos, quem salvou a Boeing foi a Pan Am que recusou a versão mais estreita e obrigando a Boeing a fazer a versão maior e mais larga, teria sido um fracasso sem as alterações.
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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Dom Jun 01, 2014 3:37 pm 
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Essa história eu não sabia, da gênese dos 707, e o Wstrobel ainda colocou fotos. Beleza de post.

Abraços


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qui Jun 12, 2014 9:38 pm 
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Citação:
..... Menos mal que se está, agora, providenciando três aeronaves reabastecedoras de grande porte (Boeing KC767) (nota DefesaNet Até o momento a empresa IAI não recebeu o downpayment que oficializa e concretiza a aquisição). Mas é constrangedor que o Comando da Aeronáutica esteja fazendo isso quando – pela escassez de recursos (sempre ela) – a sua capacidade de cumprir missões REVO e de transporte de soldados a grandes distâncias já tenha caído a zero – pela desativação dos Boeing KC-137, que mal ou bem, atendiam tais necessidades, mas tiveram de ser retirados de serviço por obsolescência e risco às tripulações......

Fonte: http://www.defesanet.com.br/fab/noticia ... istancias/


Sds.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Ago 15, 2014 10:30 am 
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http://www.planepictures.net/netshow.php?id=1319133

Será mesmo um dos nossos???

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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Sex Ago 15, 2014 12:29 pm 
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Este da foto acima é muito antigo para ser da FAB, Fabricação 1993, tem 21 anos. Só se a FAB mudou os pre-requesitos e aceitou uma aeronave mais antiga.

De 1993 a 2003 voou nas cores da Air France com a matricula F-GHGI
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De 2003 a 2008 voou na Zoom Airlines com a matricula C-GZUM
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De 2008 a 2014 voou na North American Airlines com a matricula N764NA
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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Seg Ago 18, 2014 4:33 pm 
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Parece que esse é o primeiro da FAB mesmo!
Abraço!


Primeiro 767 da FAB já se encontra em Israel


Aeronave será convertida pela IAI em reabastecedor aéreo.


No dia 7 de junho, pousou no Aeroporto Internacional de Bem Gurion, em Tel Aviv, o Boeing 767-300 de matrícula israelense 4X-AGM vindo de Maine, nos Estado Unidos em um voo de aproximadamente 10 horas de duração.
Este fato, aparentemente corriqueiro para um aeroporto deste porte e aparentemente sem muita importância, tem um grande significado para a Força Aérea Brasileira, pois se trata do primeiro Boeing 767 da FAB, e que se encontra neste momento nas instalações da IAI (Israel Aircraft Industries) no próprio aeroporto de Bem Gurion para ser modificado para a versão KC-767, ou seja, um novo reabastecedor aéreo para o Brasil!
A aeronave em questão, modelo 767-328ER, de número de série 27135 LN:493, levantou voo pela primeira vez no dia 28/4/1993, sendo entregue menos de um mês depois para a Air France, sob a matrícula F-GHGI, onde permaneceu por 10 anos. A aeronave então foi entregue ainda em 2003 e sob o prefixo C-GZUM para a Zoom Airlines, uma empresa canadense que encerrou suas atividades em agosto de 2008 após entrar em falência econômica. No mesmo ano a aeronave recebeu seu novo prefixo, N764NA, e novas cores, Branco, Azul e uma linha Amarela ao longo da fuselagem. Era então operada pela North American Airlines, uma pequena empresa aérea americana que foi forçada a encerrar suas operações com voos regulares e partir para o mercado de voos do tipo charter para não encontrar o mesmo fim da Zoom Airlines.
A empresa deixou de voar esta aeronave em abril deste ano, quando então a Força Aérea Brasileira se interessou por ela, mesmo tendo mais de 10 anos de vida, condição para a aquisição pela FAB estabelecida em seu edital.
Impulsionado por motores GE CF-6-80, o 767 será modificado para o padrão MMTT (Multi Mission Tanker Transport), recebendo uma atualização de seus aviônicos, capacidade maior de carga, uma porta lateral de carga, além dos POD’s dos cestos e mangueiras para reabastecimento aéreo nas asas.
A mesma aeronave foi vista chegando em Tel Aviv com um “boom” instalado na cauda, porém acredita-se que era um mock-up do sistema de reabastecimento para fins de demonstração da IAI, já que a fuselagem do 767 recebeu também as inscrições “IAI B767-300 MMTT” nas laterais. O sistema de reabastecimento aéreo por “boom”, ou lança, não é utilizado pela FAB.
Serão ao todo 3 aeronaves a serem modificadas para a FAB. Todas serão operadas pelo 2º/2º GT.

http://portaldefesa.com/site/index.php/ ... srael.html


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