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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Seg Ago 18, 2014 5:59 pm 
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Sucatão II - O Retorno, uma superprodução brasileira com tudo aquilo que temos de melhor: descaso, más escolhas, lobbies, etc.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Seg Ago 18, 2014 6:46 pm 
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Cara, achei muito antiga essa célula.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Seg Ago 18, 2014 7:46 pm 
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Danzig escreveu:
Sucatão II - O Retorno, uma superprodução brasileira com tudo aquilo que temos de melhor: descaso, más escolhas, lobbies, etc.


como sempre falando coisas que desconhece.....

o 767 seria o melhor avião para o que a FAB quer......

.....não se conversa em idade......se fosse assim, os finados 707, deveriam ter dado baixa no final dos anos 70.....bem como os B-52 americanos.....

aviões se analizam em ciclos de pressurização......

uma excelente escolha da FAB pela plataforma 767...... um bichão que não da defeito, barato de operar, confiável..... e sobretudo eficiente......

o resto é papo de quem não conhece nada do ramo..... :roll:

SDS


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Seg Ago 18, 2014 8:32 pm 
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vaz escreveu:
Danzig escreveu:
Sucatão II - O Retorno, uma superprodução brasileira com tudo aquilo que temos de melhor: descaso, más escolhas, lobbies, etc.


como sempre falando coisas que desconhece.....

o 767 seria o melhor avião para o que a FAB quer......

.....não se conversa em idade......se fosse assim, os finados 707, deveriam ter dado baixa no final dos anos 70.....bem como os B-52 americanos.....

aviões se analizam em ciclos de pressurização......

uma excelente escolha da FAB pela plataforma 767...... um bichão que não da defeito, barato de operar, confiável..... e sobretudo eficiente......

o resto é papo de quem não conhece nada do ramo..... :roll:

SDS


Obrigado por iluminar a minha ignorante mentalidade ôh amado mestre. :D

Só para constar, "analisar" e suas conjugações verbais se escrevem com "s".


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Seg Ago 18, 2014 9:22 pm 
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Entre verbas cortadas e reduzidas, ao menos parece que os futuros Tankers estão a caminho :mrgreen:

Vejamos pelo lado positivo :lol:


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Seg Ago 18, 2014 9:43 pm 
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vaz escreveu:
Danzig escreveu:
Sucatão II - O Retorno, uma superprodução brasileira com tudo aquilo que temos de melhor: descaso, más escolhas, lobbies, etc.


como sempre falando coisas que desconhece.....

o 767 seria o melhor avião para o que a FAB quer......

.....não se conversa em idade......se fosse assim, os finados 707, deveriam ter dado baixa no final dos anos 70.....bem como os B-52 americanos.....

aviões se analizam em ciclos de pressurização......

uma excelente escolha da FAB pela plataforma 767...... um bichão que não da defeito, barato de operar, confiável..... e sobretudo eficiente......

o resto é papo de quem não conhece nada do ramo..... :roll:

SDS


Boa noite vaz !

Segundo consta um dos requisitos da FAB seria que a aeronave escolhida deveria ter no máximo 5.000 ciclos e até 10 anos de construção.

Citação:
O KC-X2 prevê a aquisição de 2 aeronaves, com opção de uma terceira. Esta opção será estudada durante a negociação do contrato com a IAI. Segundo critérios estabelecidos pela FAB, as aeronaves B-767-300ER a serem adquiridas usadas não poderão ter mais de dez anos de construção, cinco mil ciclos, inexistência de acidentes e zero danos estruturais, entre outros.
http://www.aereo.jor.br/2013/04/12/kc-x ... o-e-facil/


Bom, uma aeronave de 1993 já tem mais de 20 anos, a pergunta é : é possível que uma aeronave dessa idade cumpra esse requisito de 5.000 mil ciclos?

abs
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Os Estados não se defendem exigindo explicações, pedidos de desculpas ou com discursos na ONU.

“Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta”


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Ter Ago 19, 2014 2:43 am 
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Estranho isso, creio que uma célula com 21 anos de uso na aviação comercial dificilmente terá uma quantidade pequena de ciclos, será que isso seria para reduzir o custo unitário permitindo elevar a compra para 3 unidades?


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Ter Ago 19, 2014 7:11 am 
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bcorreia escreveu:
Estranho isso, creio que uma célula com 21 anos de uso na aviação comercial dificilmente terá uma quantidade pequena de ciclos, será que isso seria para reduzir o custo unitário permitindo elevar a compra para 3 unidades?

Na verdade o que importa não é quantos ciclos ja teve. Mas quantos ainda tem para voar.

A FAB tem que calcular quantos ciclos necessita desta célula nos anos que pretende utilizar a aeronave e ver se serve.

Tem que ser flexível, uma análise detalhada da aeronave é mais importante do que os 10 anos e 5.000 ciclos.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Ter Ago 19, 2014 11:06 am 
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Talvez seja a célula que ficará meio que "reserva", como serão 3, e deve ser difícil de encontrar aviões com preço bom, vai ver as outras 2 serão mais novas, ao menos espero.

Se bem que de um modo geral vai ser feia a "funilaria" e a parte estrutural deve ser bem revisada.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Ter Ago 19, 2014 1:58 pm 
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wstrobel escreveu:
bcorreia escreveu:
Estranho isso, creio que uma célula com 21 anos de uso na aviação comercial dificilmente terá uma quantidade pequena de ciclos, será que isso seria para reduzir o custo unitário permitindo elevar a compra para 3 unidades?

Na verdade o que importa não é quantos ciclos ja teve. Mas quantos ainda tem para voar.

A FAB tem que calcular quantos ciclos necessita desta célula nos anos que pretende utilizar a aeronave e ver se serve.

Tem que ser flexível, uma análise detalhada da aeronave é mais importante do que os 10 anos e 5.000 ciclos.


WAT? WStrobel, claro que isso é o que importa, mas um avião menos voado em tese terá uma vida útil maior, acho estranho que um avião tão fora dos requisitos originais do projeto tenha sido selecionado, pode até ser que a célula esteja impecável, que não tenha sofrido nenhum dano estrutural durante o seu uso, mas acho bem difícil que um avião servindo por 21 anos na aviação comercial ainda tenha uma grande quantidade de ciclos por voar.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Ter Ago 19, 2014 8:03 pm 
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bcorreia escreveu:
wstrobel escreveu:
bcorreia escreveu:
Estranho isso, creio que uma célula com 21 anos de uso na aviação comercial dificilmente terá uma quantidade pequena de ciclos, será que isso seria para reduzir o custo unitário permitindo elevar a compra para 3 unidades?

Na verdade o que importa não é quantos ciclos ja teve. Mas quantos ainda tem para voar.

A FAB tem que calcular quantos ciclos necessita desta célula nos anos que pretende utilizar a aeronave e ver se serve.

Tem que ser flexível, uma análise detalhada da aeronave é mais importante do que os 10 anos e 5.000 ciclos.


WAT? WStrobel, claro que isso é o que importa, mas um avião menos voado em tese terá uma vida útil maior, acho estranho que um avião tão fora dos requisitos originais do projeto tenha sido selecionado, pode até ser que a célula esteja impecável, que não tenha sofrido nenhum dano estrutural durante o seu uso, mas acho bem difícil que um avião servindo por 21 anos na aviação comercial ainda tenha uma grande quantidade de ciclos por voar.

O que ocorre é que a FAB voa muito pouco em comparação com a comercial.


Veja esta parte da entrevista com o T. Cel Av Mauro, CMT do 2º/2º Corsário sobre a utilização:
ImagemAlide

"BM: As aeronaves da FAB voam muito menos do que as de uso na aviação civil, o que isso impacta na parte de manutenção.

Ten.Cel.Mauro: Essa é uma questão bem interessante, realmente estas aeronaves foram concebidas para voar mais de 15 horas por dia e aqui estamos com cerca de 600hs por ano para cada avião. Já existiu casos de peças que foram instaladas e após um número de vôos mínimo tivemos que substituir uma peça perfeita apenas porque o tempo de sua validade expirou. Por isso, estamos em contato com a Boeing para criar um novo calendário de inspeção de manutenção que seja melhor adaptado para nossa realidade. Assim, um check realizado a cada quatro anos passaria a ser realizado a cada oito anos, uma economia notável para a FAB sem que isso se reflita em um aumento de risco para a tripulação ou para o avião." Fonte: Alide

Veja a entrevista completa: http://www.alide.com.br/Artigo/Corsarios/Ent.cmte.htm

O Cel. Mauro foi da minha turma na AFA e fomos colegas de apartamento em 81 e 82. Bom de estudo era o 006/245 em classificação,


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Ter Ago 19, 2014 9:12 pm 
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wstrobel escreveu:
O que ocorre é que a FAB voa muito pouco em comparação com a comercial.


Veja esta parte da entrevista com o T. Cel Av Mauro, CMT do 2º/2º Corsário sobre a utilização:
ImagemAlide

"BM: As aeronaves da FAB voam muito menos do que as de uso na aviação civil, o que isso impacta na parte de manutenção.

Ten.Cel.Mauro: Essa é uma questão bem interessante, realmente estas aeronaves foram concebidas para voar mais de 15 horas por dia e aqui estamos com cerca de 600hs por ano para cada avião. Já existiu casos de peças que foram instaladas e após um número de vôos mínimo tivemos que substituir uma peça perfeita apenas porque o tempo de sua validade expirou. Por isso, estamos em contato com a Boeing para criar um novo calendário de inspeção de manutenção que seja melhor adaptado para nossa realidade. Assim, um check realizado a cada quatro anos passaria a ser realizado a cada oito anos, uma economia notável para a FAB sem que isso se reflita em um aumento de risco para a tripulação ou para o avião." Fonte: Alide

Veja a entrevista completa: http://www.alide.com.br/Artigo/Corsarios/Ent.cmte.htm

O Cel. Mauro foi da minha turma na AFA e fomos colegas de apartamento em 81 e 82. Bom de estudo era o 006/245 em classificação,

Amigos, boa noite.

Existem inspeções em equipamentos (ou mesmo aeronaves) que têm sua disponibilidade relacionada:
1. Ao tempo no calendário (seja contado da fabricação, revisão ou instalação).
2. Ao tempo desde nova ou revisada.
3. Ao tempo desde sua instalação;
4. Às horas de efetiva operação, contadas a partir de determinado evento;
5. Aos ciclos cumpridos, como acionamento, decolagem e pouso, etc.
6. À sua condição de funcionamento, verificada por autoteste, por exemplo (on condition).
Então, creio que não reste muito a fazer para economizar adicionalmente em uma aeronave que voa pouco.
Como exemplo, um selante perde suas características com o tempo, tenha ou não sido utilizado.
Normalmente não existem economias a serem feitas na manutenção de um equipamento de pouca utilização, a não ser aquelas diretamente relacionadas às horas de uso.
No entanto, existem considerações específicas tanto para os casos de utilização extrema ou em ambiente agressivo (tal como salinidade), como também para os casos em que as aeronaves tenham sido adequadamente estocadas por período determinado.
Abraços,

Justin


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Ter Ago 19, 2014 11:31 pm 
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wstrobel escreveu:
O que ocorre é que a FAB voa muito pouco em comparação com a comercial.


Veja esta parte da entrevista com o T. Cel Av Mauro, CMT do 2º/2º Corsário sobre a utilização:
ImagemAlide

"BM: As aeronaves da FAB voam muito menos do que as de uso na aviação civil, o que isso impacta na parte de manutenção.

Ten.Cel.Mauro: Essa é uma questão bem interessante, realmente estas aeronaves foram concebidas para voar mais de 15 horas por dia e aqui estamos com cerca de 600hs por ano para cada avião. Já existiu casos de peças que foram instaladas e após um número de vôos mínimo tivemos que substituir uma peça perfeita apenas porque o tempo de sua validade expirou. Por isso, estamos em contato com a Boeing para criar um novo calendário de inspeção de manutenção que seja melhor adaptado para nossa realidade. Assim, um check realizado a cada quatro anos passaria a ser realizado a cada oito anos, uma economia notável para a FAB sem que isso se reflita em um aumento de risco para a tripulação ou para o avião." Fonte: Alide

Veja a entrevista completa: http://www.alide.com.br/Artigo/Corsarios/Ent.cmte.htm

O Cel. Mauro foi da minha turma na AFA e fomos colegas de apartamento em 81 e 82. Bom de estudo era o 006/245 em classificação,


Componentes podem ser trocados, remanufaturados, revalidados, etc, manutenir uma estrutura em alumínio mais fadigada já é um pouco mais complicado, mesmo a FAB voando pouco com esses aviões, essa célula está bem mais castigada do que se fosse uma célula enquadrada nos requisitos originais do processo. Mesmo voando pouco, elas ainda demandarão mais tempo e mão de obra em suas revisões do que aeronaves mais novas.


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qua Ago 20, 2014 12:34 pm 
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Enquanto isso em um país que se preocupa com sua Força Aérea.

http://www.cavok.com.br/blog/?p=78498#more-78498

Eles tem "só" 5 KC-30 que custa tipo assim... uma fábula $$$$$$$, e ainda vão atrás de mais!

Imagem

Por que no Brasil não é assim :?


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 Título: Re: KC-767
MensagemEnviado: Qua Ago 20, 2014 1:22 pm 
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Porquê foi colonizado por portugueses e não por britânicos.


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