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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Seg Jan 20, 2014 4:00 pm 
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Danzig escreveu:
FLANKER escreveu:

Vamos fazer umas "continhas de padaria":

Digamos (pois não sei a velocidade real do míssil) que o AV-MT tenha velocidade supersônica de Mach 1 (+/- 1200 km/h), o que daria aproximadamente um voo de 15 minutos para alcançar um alvo à 300 km de distância. Para alcançar os ditos 1500 km, precisaria de um voo de 1 hora e 15 minutos e para 2500 km, um voo de 2 horas e 5 minutos. Pois bem, a pergunta é: Onde seria colocado o combustível necessário para o booster, que mantenha um voo tão longo, e qual seria o tamanho desse míssil, para acomodar todo esse combustível?


Apenas uns pitacos meus como leigo no assunto:

É bem provável de o AV/MT-300 seguir a tendência ocidental de vôo subsônico em mísseis de cruzeiro, para comparação:

- Tomahawk: Mach 0,85 (880km/h) (http://en.wikipedia.org/wiki/BGM-109_Tomahawk);
- Popeye: Mach 0,85 (http://en.wikipedia.org/wiki/Delilah_missile);
- Taurus KEPD: Mach 0,8 a 0,95 (http://en.wikipedia.org/wiki/KEPD_350);
- SCALP: Mach 0,8 (http://en.wikipedia.org/wiki/Storm_Shadow)

Quando ao combustível, creio que a maioria dos mísseis atuais usam combustível sólido, mais estável, econômico e compacto por precisar de menos espaço no corpo do míssil.

Quanto ao tamanho o Tomahawk, por exemplo tem cerca de 5,5 metros e pode chegar a pouco mais de 6 metros com o booster. Sendo assim, não creio que o AV/MT-300 precise ser enorme para cumprir suas missões à 1500/2000km de distância do alvo.

O que mais me preocupa mesmo no míssil brasileiro é o seu design que trará implicações no seu desempenho e manobrabilidade.
Então, até onde eu saiba o AV-MT 300 terá um motor a reação da Polaris de 1000 libras, enquanto o do Tomahawk é de 700 libras e a Polaris garante que seu propulsor é mais econômico que os concorrentes devido ao menor numero de estágios. Portanto potencia não faltará ao nosso AV-MT 300.


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 Título: Re: BRASIL DEVE ADOTAR OU NÃO ARMAS ESTRATÉGICAS
MensagemEnviado: Seg Jan 20, 2014 4:54 pm 
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Danzig escreveu:
FLANKER escreveu:

Vamos fazer umas "continhas de padaria":

Digamos (pois não sei a velocidade real do míssil) que o AV-MT tenha velocidade supersônica de Mach 1 (+/- 1200 km/h), o que daria aproximadamente um voo de 15 minutos para alcançar um alvo à 300 km de distância. Para alcançar os ditos 1500 km, precisaria de um voo de 1 hora e 15 minutos e para 2500 km, um voo de 2 horas e 5 minutos. Pois bem, a pergunta é: Onde seria colocado o combustível necessário para o booster, que mantenha um voo tão longo, e qual seria o tamanho desse míssil, para acomodar todo esse combustível?


Apenas uns pitacos meus como leigo no assunto:

É bem provável de o AV/MT-300 seguir a tendência ocidental de vôo subsônico em mísseis de cruzeiro, para comparação:

- Tomahawk: Mach 0,85 (880km/h) (http://en.wikipedia.org/wiki/BGM-109_Tomahawk);
- Popeye: Mach 0,85 (http://en.wikipedia.org/wiki/Delilah_missile);
- Taurus KEPD: Mach 0,8 a 0,95 (http://en.wikipedia.org/wiki/KEPD_350);
- SCALP: Mach 0,8 (http://en.wikipedia.org/wiki/Storm_Shadow)

Quando ao combustível, creio que a maioria dos mísseis atuais usam combustível sólido, mais estável, econômico e compacto por precisar de menos espaço no corpo do míssil.

Quanto ao tamanho o Tomahawk, por exemplo tem cerca de 5,5 metros e pode chegar a pouco mais de 6 metros com o booster. Sendo assim, não creio que o AV/MT-300 precise ser enorme para cumprir suas missões à 1500/2000km de distância do alvo.

O que mais me preocupa mesmo no míssil brasileiro é o seu design que trará implicações no seu desempenho e manobrabilidade.


Pelas últimas imagens que circulam pela internet, o míssil terá um porte e desenho muito semelhante ao Exocet MM-40. Quanto à motorização, uns dizem que será com combustível sólido e outros que será por motor à reação (Polaris???). Andei dando uma olhada pela net e vi que o mesmo terá velocidade subsônica. De qualquer maneira, para um aumento tão significativo de alcance, certamente terá que ter um aumento de tamanho, mas.....vamos esperar e ver se esses alcances aumentados se confirmam......


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Seg Jan 20, 2014 5:09 pm 
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O AV/MT-300 é um míssil anti-navio, acima de tudo, a configuração é a mesma de qualquer um do tipo. O derivativo do AV/MT-300, para alcançar tudo isso de distância, terá que ter suas configurações mudada, a começar adotando uma asa de planeio e ai sim ele terá condições de economizar combustível e percorrer mais distâncias.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Seg Jan 20, 2014 5:20 pm 
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Baschera escreveu:
Esta concepção nova aí .... de nova não tem nada.... não passa de uma cópia e mal feita do MM-40 Exocet da MBDA.... e ainda por cima sem as entradas de ar para alimentação da turbina....

Compare, abaixo, o MM-40 Exocet;

Imagem
Imagem/Foto: militaryairveichels

Sds.

Tikuna escreveu:
Ma verdade conceitos aerodinâmicos acertados nunca devem ser confundidos como copias. Muitos mísseis produzidos em diferentes partes do mundo parecem iguais. Pois são mísseis. A Aerodinâmica é basicamente a mesma, e os conceitos atuam sobre as mesmas forças.

Imagem


Além do mais, de cópia mal feita não tem nada. O Exocet viaja na superficie da água, sem necessitar de grande subida vertical e atinge 180 KM. O AV-MT atinge 300 mesmo tendo que subir até a altitude de cruzeiro.


Steen escreveu:
Falei sobre isso no tópico da Avibrás:

atualmente não tem muita diferença de requisitos entre um míssil antinavio moderno e um míssil de cruzeiro de curto alcance (até 300Km). Tanto que todas as versões mais modernas de ASM tem capacidade de ataque em terra: Exocet, Harpoon, NSM e por aí vai. Mesmo sem aquela configuração clássica estilo Tomahawk (charuto com asas) que só é encontrada em mísseis de alcance beeem maior, esses ASM modernos tem capacidade de manobra para desvio de obstáculos e ataques furtivos.

Enfim, não tem nada de estranho nessa configuração do MT-300: guarda semelhanças com o Exocet até pela experiência da Avibrás na repotencialização desses e auxílio no MAN-1, possui entradas de ar para turbinas, um booster para fase inicial de vôo e pronto.

Segue meu post original no tópico da Avibrás:

Steen escreveu:
Outros mísseis com essa classe de alcance (até 300Km) também apresentam configurações semelhantes:

RBS-15:
Imagem

Kh-35:
Imagem

Em geral são derivados de mísseis antinavio mesmo, daí a configuração parecida. Boa parte de versões modernas dos mísseis antinavio, como o Exocet e o Harpoon ou mísseis novos como o NSM também tem capacidade de ataque a alvos em terra. É como uma evolução natural desse tipo de míssil, já que os requisitos são mais ou menos os mesmos: longo alcance, resistência à ECM, precisão, etc... Conforme as defesas dos navios foram se aprimorando, os requisitos dos ASM foram empurrados cada vez mais para a zona dos mísseis de cruzeiro.

Se já temos experiência com os Exocet, me parece natural que o usemos como base para um míssil de cruzeiro (lembrando que o alcance de 300Km não é nada incrível).

A configuração com asas em geral é encontrada em mísseis de longo alcance (1.000Km).

Além disso, na ilustração acima, dá pra ver que as entradas de ar da turbina do AVM, diferentemente do MM-40 parecem ser escondidas na fuselagem e provavelmente ficam fechadas na fase de aceleração (observar o recorte triangular característico de entradas de ar na altura das aletas maiores).


Wellington Góes escreveu:
Mas Steen, se não me falha a memória, esses mísseis são mísseis anti-navio com alguma capacidade de ataque em terra, mas esse "em terra" não seria para instalações próximas a costa? Se não me falha a memória seria esse o objetivo, ou seja, além de poder atacar navios navegando, ter a possibilidade de atacá-los ainda no porto e/ou alguma instalação portuária. Até aonde eu sei, e tu podes me corrigir se eu estiver errado, a questão é os mísseis anti-navios anteriores não tinham essa capacidade, ou seja, só teria como atacar os navios se estes estivessem navegando, daí essa evolução para essa capacidade de ataca "em terra". Antes disso, para um ataque com o navio ancorado e/ou atracado, só por meio de bombas burras e/ou guiadas, isso por si só deixaria qualquer atacante muito próximo das defesas antiaéreas, por isso desenvolveram essa capacidade de ataque "em terra".

Eu tenho pra mim que há sim uma restrição de capacidade de voo a baixa altura sobre o solo, mesmo a média altura também. No meu entender é o seguinte, sim, esse míssil com esse tipo de configuração tem capacidade de atacar numa faixa pequena sobre a terra, principalmente em terrenos planos e nada acidentados, mas boa parte de toda a sua navegação se dá sobre mar para dentro do continente e não o contrário, ou seja, a maior parte ele navega em linha reta e rente a água, depois sobe um pouco e em seguida mergulha no ataque, igual aos mísseis anti-radar, por isso da configuração. O que eu li e vi dos prospectos do Harpoon, Exocet block III (ou IV) e RBD-15 é justamente disso, ataque mar-mar, terra-mar (artilharia costeira), ar-mar, ar-terra (áreas portuárias) e mar-terra (áreas portuárias).

Veja o caso da Reino Unido e a França, ambos possuem esses mísseis anti-navio com essa capacidade de ataque sobre terra (UK-Harpoon/120 km e França-Exocet/130 km), ambos possuem o mesmo míssil de cruzeiro de curto alcance (Scalp/Storm com 250 km), com o Reino Unido tendo um míssil de cruzeiro de longo alcance (Tomahawk 1.000 km), fora os primeiros, os dois últimos são mísseis de cruzeiro, com capacidade de ataque sobre terra e mar, de categorias distintas e ambos possuem uma configuração com asas maiores para voos de planeio (se assim podemos chamar). A França ainda está desenvolvendo o Scalp Naval para 1100 km e todos esse possuem asas e não somente aletas.

Imagem

Fabricante: MBDA
Função principal: Ataque ao solo
Alcance: 250km
Velocidade: 980km/h
Tipo de ogiva : Alto Explosivo
Peso da ogiva : 450Kg.
Peso total: 1300Kg
Comprimento: 5.1 M.
Diâmetro: 630mm
Sistema orientação: Inercial / Identificação digital de terreno

http://www.areamilitar.net/directorio/MIS.aspx?nm=206

Imagem

Fabricante: MBDA
Função principal: Ataque ao solo
Alcance: 1100km
Velocidade: 980km/h
Tipo de ogiva : Alto Explosivo
Peso da ogiva : 450Kg.
Peso total: 1600Kg
Comprimento: 6.1 M.
Diâmetro: 600mm
Sistema orientação: Inercial / Identificação digital de terreno

http://www.areamilitar.net/directorio/MIS.aspx?nm=207

Até mais!!! :wink:


Isso tudo foi conversado em outro tópico: viewtopic.php?f=5&t=3639&start=150


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Seg Jan 20, 2014 5:46 pm 
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Levando em consideração que o SLAM-ER (em que pese seu alcance de cerca de 300 km), usando asas retráteis, evoluiu do AGM-84 SLAM (aletas) que por sua vez é uma evolução dos Harpoon, não deve ser tão difícil aplicar as modificações necessárias para aumentar o alcance e a manobrabilidade do AV/MT-300.

F/A-18C com SLAM-ER:

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AGM-84 SLAM:

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Harpoon:

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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 2:08 pm 
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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 2:14 pm 
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Legal, mas esses Taurus quando lançados corre o risco de acertar o trem de pouso.

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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 3:39 pm 
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prp escreveu:
Legal, mas esses Taurus quando lançados corre o risco de acertar o trem de pouso.

Sem conta o calor intenso das tubeiras do motor.


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 4:30 pm 
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São imagens conceituais (muito legais por sinal), nada que estudos mais aprofundados não resolvessem. Fizeram isso com uma aeronave de concepção muito mais antiga como o B-737, porque o mesmo não poderia ocorrer com o KC-390?


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 8:30 pm 
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Wellington Góes escreveu:
prp escreveu:
Legal, mas esses Taurus quando lançados corre o risco de acertar o trem de pouso.

Sem conta o calor intenso das tubeiras do motor.



::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::


Foi somente para atiçar a moçada...fiz a montagem com o Harpoon e o Scalp.....ao menos era para ser....

Tentei mudar os pontos dos cabides mas dava muito trabalho.....são da biblioteca do Sketchup e apenas montei a versao....

Imagem

Mas o curioso é que pesquisando na internet, me parece que os cabides estão na posição correta mesmo.....


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 10:05 pm 
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Só que não são cabides :) (fora os que carregam os equipamentos de REVO, claro)

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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Jan 21, 2014 10:14 pm 
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Não precisa colocar em cabide carvalho. coloque uma baia na parte de baixo. Os misseis e bombas são alojados internamente e abastecem as baias conforme essas esvaziam.

Abraços cordiais.


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qua Jan 22, 2014 1:00 pm 
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Steen escreveu:
Só que não são cabides :) (fora os que carregam os equipamentos de REVO, claro)

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::


uai...não são cabides? caramba toda aquela estrutura somente para estabilizadores de fluxo....não precisariam então ser mais aerodinamicos não??? tem certeza?


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qua Jan 22, 2014 1:04 pm 
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Tikuna escreveu:
Não precisa colocar em cabide carvalho. coloque uma baia na parte de baixo. Os misseis e bombas são alojados internamente e abastecem as baias conforme essas esvaziam.

Abraços cordiais.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Uma baia de saída pequena? como um tambor rotativo interno?

Se for, até que seria interessante uma baia destas nativa no modelo original e a montagem de um kit de tambor universal que possa ser instalado e desinstalado conforme missão...


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 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qua Jan 22, 2014 11:31 pm 
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carvalho2008 escreveu:
Steen escreveu:
Só que não são cabides :) (fora os que carregam os equipamentos de REVO, claro)

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::


uai...não são cabides? caramba toda aquela estrutura somente para estabilizadores de fluxo....não precisariam então ser mais aerodinamicos não??? tem certeza?

Eu acho que não é estabilizador de fluxo não. Acho que são dos ailerons.

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