Forum Base Militar Web Magazine

Bem-vindo: Qui Nov 14, 2019 1:23 pm

Todos os horários são




Criar novo tópico Responder  [ Array ]  Ir para página Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Próximo
Autor Mensagem
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qui Jan 23, 2014 5:11 pm 
Offline
Novato
Novato
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Sex Jan 10, 2014 6:51 pm
Mensagens: 8
Localização: Resende-RJ
carvalho2008 escreveu:
Listei alguns bombardeiros, mas como hoje a guerrra aeronaval estáo muito desenvolvida, acho que a alternativa via Subs seja mais perigosa ao adversario.....é dificil ultrapassar a barreira e cinturão dos AEGIS, ainda mais eventuais CAPs....

Sobre Bombardeiro...TU-22 já foi vendido a paises períféricos e o SU-34, acredito que não haveria o menor problema....a dificuldade seria em adquirir estes projetos novos que andam anunciando aí....

Acho que SSK´s + Misseis continentais anti-navios/uperficie acima de 1500 km já seriam extremamentes eficientes....

Desenvolver misseis pesados anti-navios como os Chineses andam fazendo, parece ser o ideal, pois nem sequer expõe ou necessita do bombardeiro.

Dada a hipotese que uma task tenha sua posição localizada, voce poderia lançar misseis de 1500km a 3000km que possam saturar as defesas adversárias.

Não digo nem saturar em quantidade ( oque já seria bom) , mas saturar em ogivas....ou seja, possuir uma pre-programação "ajustavel", na qual "de acordo com o calculo do range de interceptação do adversario", o missil libere dezenas de pequenas ogivas que persigam seu curso final, saturando a defesa.

Obvio que alguns diriam.."Ok, mas subdividindo a ogiva, dificilmente a carga final afunde o navio...."....mas este não é o objetivo....a função inicial seria de promover pequenas avarias que retirem o navios de combate por uma determinada janela de tempo, de forma a abrir espaço para os reais ataques pesados, quer seja da aviação continental, embarcada ou outros misseis mais ortodoxos...

"Lembrem que nas Malvinas....uma fragata foi facilmente afundada e indefesa inclusive em retirada, pois quando o ataque chegou, elas estava danificada em seus radares diretores de tiro por um reles foguete zuni de 127 mm, disparado pelo MB339 que descobriu o desembarque...1 dia depois, ele recebeu o ataque e ainda não podia fazer nada para se defender"....

Seria a extensão da doutrina de infantaria que "mais vale ferir um infante adversário do que mata-lo, pois assim voce ocupa outros recursos do adversario para resgata-lo....

O foco do fogo anti-superficie deveria ser direcionado contra as armas de defesa, saturando-as...


Vamos imaginar que o Brasil tenha um missel com capacidade de viajar 3.000 km. Mas e o tratado MTCT?
Teria como ter esse tipo de missel sem violar o tratado?

Desculpe galega nao sei editar direito sou novo aqui no forum. :(

_________________
Naval, naval, naval!!!


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qui Jan 23, 2014 5:58 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Ter Dez 23, 2008 8:35 pm
Mensagens: 2421
O tratado preve a não comercialização de misseis acima de 300 km.

Não inibe a produção e auto determinação de produção de misseis acima deste alcance para uso e defesa propria.

Ou seja, se o Brasil produzir, será para a sua propria defesa, apenas não pode ser exportado.

O que não quer dizer que o investimento não tenha valor comercial além do militar.

ele sempre tem valor comercial pois da versão Full Longo Alcance, voce pode montar uma versão degradada de alcance até 300 km para venda a demais paises.

O AV-MT 300 parece que seguirá este caminho.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qui Jan 23, 2014 6:03 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qua Dez 11, 2013 10:29 pm
Mensagens: 1885
Localização: Hell de Janeiro
Felipe CN escreveu:

Vamos imaginar que o Brasil tenha um missel com capacidade de viajar 3.000 km. Mas e o tratado MTCT?
Teria como ter esse tipo de missel sem violar o tratado?

Desculpe galega nao sei editar direito sou novo aqui no forum. :(


Salvo engano o MTCR somente veda a transferência de tecnologia e impõe limites a exportação de mísseis prontos com alcance superior à 300km, mas não a produção dos mesmos pelos países signatários para uso próprio.

Aliás, é um tratado válido mas cuja eficácia pode ser contestada, haja vista que o mesmo não tem a chancela de organismos internacionais como a ONU (uma espécie de "acordo de cavalheiros" entre as nações), sem contar exemplos como o dos EUA, os quais são signatários do mesmo e ainda assim já exportaram mísseis Tomahawk para o Reino Unido e a Espanha se bem me recordo.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qui Jan 23, 2014 8:37 pm 
Offline
Avançado
Avançado
 Perfil

Registrado em: Sex Fev 13, 2009 1:24 pm
Mensagens: 654
The Missile Technology Control Regime

FREQUENTLY ASKED QUESTIONS (FAQs)

1) What is the MTCR?

The Missile Technology Control Regime (MTCR) is an informal political understanding among states that seek to limit the proliferation of missiles and missile technology.

2) When was the MTCR established?

The regime was formed in 1987 by the G-7 industrialized countries (Canada, France, Germany, Italy, Japan, the UK, and the United States).

3) Who belongs to the MTCR?

There are currently 34 countries that are members (Partners) of the MTCR: Argentina (1993); Australia (1990); Austria (1991); Belgium (1990); Brazil (1995); Bulgaria (2004); Canada (1987); Czech Republic (1998); Denmark (1990); Finland (1991); France (1987); Germany (1987); Greece 1992); Hungary (1993); Iceland (1993); Ireland (1992); Italy (1987); Japan (1987); Luxemburg (1990); Netherlands (1990); New Zealand (1991); Norway (1990); Poland (1998); Portugal (1992); Republic of Korea (2001); Russian Federation (1995); South Africa (1995); Spain (1990); Sweden (1991); Switzerland (1992); Turkey (1997); Ukraine (1998); United Kingdom (1987); United States of America (1987). The date in brackets represents the initial year of membership.

4) What is the purpose of the MTCR?

The MTCR was initiated by like-minded countries to address the increasing proliferation of nuclear weapons by addressing the most destabilizing delivery system for such weapons. In 1992, the MTCR’s original focus on missiles for nuclear weapons delivery was extended to a focus on the proliferation of missiles for the delivery of all types of] weapons of mass destruction (WMD), i.e., nuclear, chemical and biological weapons. Such proliferation has been identified as a threat to international peace and security. One way to counter this threat is to maintain vigilance over the transfer of missile equipment, material, and related technologies usable for systems capable of delivering WMD.

5) What is the relationship between the MTCR and the UN?

While there is no formal linkage, the activities of the MTCR are consistent with the UN’s non-proliferation and export control efforts. For example, applying the MTCR Guidelines and Annex on a national basis helps countries to meet their export control obligations under UN Security Council Resolution 1540.

6) Is the MTCR a treaty?

No. The MTCR is not a treaty and does not impose any legally binding obligations on Partners (members). Rather, it is an informal political understanding among states that seek to limit the proliferation of missiles and missile technology.

7) What are the main objectives of the MTCR?

The MTCR seeks to limit the risks of proliferation of weapons of mass destruction (WMD) by controlling exports of goods and technologies that could make a contribution to delivery systems (other than manned aircraft) for such weapons. In this context, the Regime places particular focus on rockets and unmanned aerial vehicles capable of delivering a payload of at least 500 kg to a range of at least 300 km and on equipment, software, and technology for such systems.

8) How does the MTCR achieve its objectives?

Export Controls The Regime rests on adherence to common export policy (the Guidelines) applied to an integral common list of items (the MTCR Equipment, Software, and Technology Annex.)

Meetings MTCR Partners regularly exchange information about relevant missile non-proliferation issues in the context of the Regime’s overall aims.

Dialogue and Outreach The MTCR Chair and MTCR Partners undertake outreach activities to non-Partners in order to keep them informed about the group s activities and to provide practical assistance regarding efforts to prevent the proliferation of WMD delivery systems.

9) What are the MTCR Guidelines?

The MTCR Guidelines are the common export control policy adhered to by the MTCR Partners, and to which all countries are encouraged to adhere unilaterally. The Guidelines define the purpose of the MTCR and provide the overall structure and rules to guide the member countries and those adhering unilaterally to the Guidelines.

10) What is the MTCR Annex?

The MTCR Annex is the Regime’s list of controlled items including virtually all key equipment, materials, software, and technology needed for missile development, production, and operation - that are controlled by MTCR Partners and adherents. The Annex is divided into two parts: Category I and Category II items.

11) How are Annex items controlled?

Consistent with the MTCR Guidelines, MTCR Partners and adherents are to implement license authorization requirements prior to export of items listed in the MTCR Annex.

12) Are there provisions to control non-Annex items?

In 2003, MTCR Partners amended the Guidelines to require all Partners to have catch-all export controls. These controls form the basis for controlling the export of items not included on a control list when they may be intended for use in connection with delivery systems for WMD other than manned aircraft. Additionally, consistent with the Guidelines, Partners are to exercise particular restraint in consideration of any items on the Annex or of any missiles (whether or not on the Annex) if the exporting government judges that they are intended to be used for WMD delivery – and such exports are to be subject to a strong presumption of denial.

13) What is the difference between MTCR Category I and Category II Items?

Category I items include complete rocket and unmanned aerial vehicle systems (including ballistic missiles, space launch vehicles, sounding rockets, cruise missiles, target drones, and reconnaissance drones), capable of delivering a payload of at least 500 kg to a range of at least 300 km, their major complete subsystems (such as rocket stages, engines, guidance sets, and re-entry vehicles), and related software and technology, as well as specially designed production facilities for these items. Pursuant to the MTCR Guidelines, exports of Category I items are subject to an unconditional strong presumption of denial regardless of the purpose of the export and are licensed for export only on rare occasions. Additionally, exports of production facilities for Category I items are prohibited absolutely.

Category II items include other less-sensitive and dual-use missile related components, as well as other complete missile systems capable of a range of at least 300 km, regardless of payload. Their export is subject to licensing requirements taking into consideration the non-proliferation factors specified in the MTCR Guidelines. Exports judged by the exporting country to be intended for use in WMD delivery are to be subjected to a strong presumption of denial.

14) Are exports to Partners treated differently than exports to non Partners?

The MTCR Guidelines do not distinguish between exports to Partners and exports to non-Partners. Moreover, the MTCR Partners have explicitly affirmed that membership in the Regime provides no entitlement to obtain technology from another Partner and no obligation to supply it. Partners are expected to exercise appropriate accountability and restraint in trade among Partners, just as they would in trade between Partners and non-Partners. Partners are bound by a “no-undercut” policy to consult each other before considering exporting an item on the list that has been notified as denied by another Partner pursuant to the MTCR Guidelines.

15) Are the MTCR’s Guidelines binding?

No – the MTCR is not a treaty and does not impose any legally binding obligations on Partners. The only activity prohibited absolutely by the Guidelines, to which all 34 Partner countries voluntarily subscribe, is the export of production facilities for Category I MTCR Annex items.

16) What obligations do Partners have?

There are no legally binding obligations imposed on MTCR Partners. However, Partners are expected to act responsibly and practice restraint with regard to exports of items that could contribute to the proliferation of missiles capable of delivering WMD and to abide by all consensus decisions of the Regime. They set the standard for responsible non-proliferation behaviour and help shape the international missile non-proliferation effort while conducting their missile non-proliferation policies in a manner consistent with the Regime s overall goals and activities. Partners also are expected to control all exports of equipment and technology controlled on the MTCR Annex according to the stipulations of the MTCR Guidelines.

17) How are export decisions taken?

Export licensing decisions are made by individual countries according to their national export control laws and regulations, and not as group. However, Partners regularly exchange information on relevant licensing matters in order to ensure consistency with the Regime’s overall non-proliferation goals.

18) How is compliance enforced?

Each individual Partner implements the MTCR Guidelines and Annex in accordance with national legislation and practice and on the basis of sovereign national discretion. The MTCR has no regime-wide compliance or verification provisions. When questions arise, Partners consult bilaterally to promote a common understanding of the issue.

19) What benefits do Partners get by becoming members of the MTCR?

Partners can play an active role in curbing the global missile non-proliferation threat. MTCR Partners participate in decision-making on the orientation and future of the MTCR, thereby setting the international standard for responsible missile non-proliferation behaviour and helping to guide the international missile non-proliferation effort. Partners also benefit from discussions and exchanges of information on licensing, interdiction, best practices, and cooperate to impede specific shipments of concern with regards to missile proliferation.

20) Can a country adhere to the Guidelines without joining the MTCR?

The MTCR Partners encourage all countries to observe the Guidelines as a contribution to international peace and security. Countries can apply the Guidelines on a national basis without being obligated to join the Regime.

21) Does the MTCR have an observer status?

No. However, Regime members encourage all countries to adhere unilaterally to the MTCR Guidelines and Annex.

22) When and how often do the MTCR Partners meet?

The MTCR s main meeting is the annual policy-level Plenary meeting, held to discuss and take decisions on all relevant Regime issues. Three Regime sub-groups hold meetings in conjunction with the annual Plenary - the Information Exchange (IE), the Licensing and Enforcement Experts Meeting (LEEM), and the Technical Experts Meetings (TEM). Additionally, there are periodic Reinforced Point of Contact (RPOC) and Monthly Point of Contact (POC) meetings.

23) Is there a central administrative body for the MTCR?

The MTCR has no formal secretariat. France serves as the Regime’s Point of Contact (POC). The POC receives and distributes all Regime documents. The POC also participates in outreach activities and hosts intersessional meetings.

24) What is the Reinforced Point of Contact (RPOC) Meeting?

The RPOC is the MTCR’s intersessional policy-level meeting. It is hosted by France and is normally held in Paris in April or May. RPOC meetings are used primarily to follow up on issues from the previous Plenary and plan for the next Plenary.

25) What is a Point of Contact (POC) Meeting?

POC meetings facilitate the exchange of information among Partners. They are regularly held in Paris, hosted by the French MTCR POC, and include the participation of Embassy Representatives of MTCR countries.

26) Who is the MTCR Chair? How are they chosen?

The MTCR Chairmanship rotates on an ad hoc basis. Normally the country that hosts the Plenary then serves as Chair for the ensuing year.

27) How are decisions made in the MTCR?

All MTCR decisions including decisions on membership require a consensus decision by all current Regime members.

28) How often does the MTCR meet with non-members?

The MTCR Partners engage in a robust outreach program to promote the Regime’s goals and encourage broad support for its activities. The Regime also uses its outreach efforts to encourage countries to unilaterally adhere to the MTCR Guidelines. In 2009, following the MTCR RPOC meeting, the Partners held a Technical Outreach Meeting (TOM) for non-Partners to make them aware of the changes to the MTCR Annex that had taken place at the 2007 and 2008 plenaries and to explain how these changes would affect licensing reviews. Fifteen non-MTCR countries participated in the TOM.




Fonte: http://www.mtcr.info/english/FAQ-E.html


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qui Jan 23, 2014 8:56 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qua Dez 11, 2013 10:29 pm
Mensagens: 1885
Localização: Hell de Janeiro
Essas são as informações primordiais acerca do "Tratado"... Ele não gera obrigações legais do ponto de vista do Direito Internacional Público. Apenas no Direito Interno.

Mage escreveu:

15) Are the MTCR’s Guidelines binding?

No – the MTCR is not a treaty and does not impose any legally binding obligations on Partners. The only activity prohibited absolutely by the Guidelines, to which all 34 Partner countries voluntarily subscribe, is the export of production facilities for Category I MTCR Annex items.

16) What obligations do Partners have?

There are no legally binding obligations imposed on MTCR Partners. However, Partners are expected to act responsibly and practice restraint with regard to exports of items that could contribute to the proliferation of missiles capable of delivering WMD and to abide by all consensus decisions of the Regime. They set the standard for responsible non-proliferation behaviour and help shape the international missile non-proliferation effort while conducting their missile non-proliferation policies in a manner consistent with the Regime s overall goals and activities. Partners also are expected to control all exports of equipment and technology controlled on the MTCR Annex according to the stipulations of the MTCR Guidelines.

17) How are export decisions taken?

Export licensing decisions are made by individual countries according to their national export control laws and regulations, and not as group. However, Partners regularly exchange information on relevant licensing matters in order to ensure consistency with the Regime’s overall non-proliferation goals.






Fonte: http://www.mtcr.info/english/FAQ-E.html


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Sex Jan 24, 2014 1:21 am 
Offline
Avançado
Avançado
 Perfil

Registrado em: Sex Fev 13, 2009 1:24 pm
Mensagens: 654
Não sei se já há um tópico específico sobre o MTCR. Sei que o papo já rolou aqui mas no escopo de outros assuntos. Caso não haja seria legal a gente ter um tópico próprio sobre esse assunto. De repente transferir os posts pra gente prosseguir por lá. Tenho algumas considerações a fazer sobre o assunto, e também algumas perguntas à galera mais antenada na engenharia. Mas acho que melhor ficaria em um tópico específico pra não desviarmos esse aqui.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Sex Jan 24, 2014 11:04 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qua Dez 11, 2013 10:29 pm
Mensagens: 1885
Localização: Hell de Janeiro
Mage escreveu:
Não sei se já há um tópico específico sobre o MTCR. Sei que o papo já rolou aqui mas no escopo de outros assuntos. Caso não haja seria legal a gente ter um tópico próprio sobre esse assunto. De repente transferir os posts pra gente prosseguir por lá. Tenho algumas considerações a fazer sobre o assunto, e também algumas perguntas à galera mais antenada na engenharia. Mas acho que melhor ficaria em um tópico específico pra não desviarmos esse aqui.


X2. Aliás acho que o ideal seria um tópico sobre tratados internacionais em geral.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Sex Jan 24, 2014 5:12 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Visitar website do usuário  Perfil

Registrado em: Sáb Jun 13, 2009 10:48 pm
Mensagens: 1032
Localização: PARNAMIRIM - RN
Atendendo as solicitações:

O tópico TRATADOS INTERNACIONAIS pode ser acessado clicando abaixo:
http://www.basemilitar.com.br/forum/viewtopic.php?f=36&t=4305#p176115

_________________
Imagem

FOTOS LIVRES PARA TODO TIPO DE USO: Faça download em www.fotoslivres.com


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Sáb Abr 26, 2014 1:07 am 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Fev 18, 2010 6:44 pm
Mensagens: 958
E POR FALAR EM EQUIPAMENTOS ESTRATÉGICOS PARA A FAB

Por dentro do PESE - Conhecendo
os Seus Propósitos e Objetivos


A edição n.º 132, Tecnologia & Defesa traçou um panorama sobre as ações hoje em curso nas Forças Armadas brasileiras envolvendo sistemas espaciais, em particular, satélites, em linha com o preconizado pela Estratégia Nacional de Defesa (END), documento hoje basilar para qualquer política associada à defesa no País [veja a reportagem]. Na ocasião, foi focado o projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), finalmente contratado no final de 2013, e que proverá capacidade para o Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS).
Também já esteve na pauta da revista, ainda que brevemente, a criação da Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), constituída pelo Comando da Aeronáutica (ComAer), em fevereiro de 2012, para coordenar o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE).

Origem e Justificativas

O Comando da Aeronáutica, juntamente com outros órgãos governamentais, foi incumbido na END da responsabilidade de buscar autonomia do ciclo completo associado ao campo espacial, que inclui a produção, lançamento, operação e reposição de sistemas espaciais, abrangendo desde veículos lançadores a satélites e seu segmento solo.
As diretrizes de implantação do PESE foram aprovadas pelo ComAer em maio de 2012, considerando um cenário de ações de curto, médio e longo prazos, num horizonte de 20 anos. O PESE aponta várias premissas operacionais e técnicas necessárias ao emprego de sistemas espaciais pelas Forças Armadas, com foco na definição de suas necessidades e requisitos. Os sistemas considerados no PESE devem atender, no campo militar, à modernização de variados sistemas atualmente em operação, como o Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA), o Sistema de Enlaces de Digitais da Aeronáutica (SISCENDA), o SISCOMIS, o Sistema Militar de Comando e Controle (SISMC2), e outros que estão em fase de planejamento ou implantação, como o Sistema Integrado de Monitoramento das Fronteiras (SISFRON) e o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz).
Planeja-se ainda o uso de tais sistemas em apoio a iniciativas civis, como, por exemplo, em prevenção e ação em casos de grandes catástrofes ambientais, no Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), e no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), entre outros.

Premissas

Em sua arquitetura, o PESE apresenta alguns requisitos mínimos e premissas, como a realização de lançamentos anuais de satélites, a preferência por satélites de menor porte e com ciclo de vida mais reduzido, destinados a órbitas baixas, minimizando assim os custos de lançamento. Nos casos de comunicações e meteorologia, até pela natureza das missões, estão previstos satélites geoestacionários de maior porte. Ainda, as contratações dos sistemas quando realizadas no exterior deverão ser acompanhadas de cláusulas de compensação (conhecidas como offsets), buscando aumentar o conteúdo nacional e ganhos com participação industrial e transferência tecnológica em áreas críticas.
Tais premissas são fortemente inspiradas na busca de autonomia, não apenas operacional e técnica, mas também industrial, por meio do envolvimento crescente da Base Industrial de Defesa (BID).

Principais Características

Inspirado pelo conceito de guerra centrada em rede (Net Centric Warfare), uma das principais inovações do PESE é o objetivo de se criar um Centro de Operações Espaciais (COPE), que será subordinado ao Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA) e sediado em Brasília (DF). Prevê-se a instalação de um COPE reserva, situado numa localidade diferente e afastada do centro principal, contando com alto grau de automação para minimizar a necessidade de pessoal.
Caberá ao COPE coordenar todas as atividades operacionais que façam uso de constelações de sistemas espaciais, oferecendo serviços nas áreas de comunicações, observação, mapeamento de informações, posicionamento e monitoramento espacial para o Ministério da Defesa e seus três Comandos, e outros usuários oficiais.
Em sua concepção, o PESE tem seis classes principais de “produtos” que deverão ser gerados por seus satélites e sensores em órbita: Comunicações; Observação da Terra; Mapeamento de Informações; Monitoramento do Espaço; Posicionamento; e o COPE, os quais são melhor detalhados em subclasses. No caso da Observação da Terra, por exemplo, figuram demandas como sensoriamento remoto ótico e radar, além de dados meteorológicos. É com base nessas classes e subclasses, que representam as necessidades operacionais das Forças Armadas em termos de dados gerados a partir do espaço, que serão definidos os requisitos técnicos e as constelações de satélites a serem implementados pelo programa, identificados especificamente como cada subprograma ou projeto.
Dependendo do contexto, também poderão ser levadas em conta alternativas que envolvam conceitos como Hosted Payloads (cargas úteis hospedadas), missões Piggyback (voo de “carona”) e Constelação Virtual, que podem resultar em economia de recursos e agilidade no acesso ao serviço buscado. Como no caso de Hosted Payloads, onde sensores são “hospedados” em satélites de terceiros, comerciais ou não. Este é o modelo até então utilizado pelo SISCOMIS, que tem transpônderes em banda X a bordo de satélites comerciais da operadora brasileira Star One, do grupo Embratel.
As missões em perfil Piggyback, significam o aproveitamento de capacidade ociosa em algum lançamento para acomodar satélites de menor porte. Já o conceito de Constelação Virtual, comumente utilizado na Europa e também por aliados dos norte-americanos em comunicações, envolve a participação numa constelação já existente por meio de acordos e contratos, de forma a viabilizar a utilização imediata dos dados ou capacidade de uma rede já em órbita, até que um satélite próprio seja incluído.
Num primeiro momento, o interesse do ComAer é por uma constelação de satélites de observação, mais precisamente óticos, que atenderiam a situações mais imediatas, em operação até o final desta década. Em seguida, viriam satélites radar, capazes de imagear diuturnamente a superfície terrestre mesmo com cobertura de nuvens.

Perspectivas Mais Imediatas

O orçamento federal aprovado pelo Congresso Nacional destina ao Ministério da Defesa recursos de R$113 milhões, montante suficiente para a implantação de alguns elementos previstos no PESE.
Segundo pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas por T&D, são aguardados avanços concretos do PESE para 2014, muito embora há que se considerar que possam haver atrasos em função do corte de R$ 3,5 bilhões anunciado no orçamento do Ministério da Defesa. Há quem entenda que não haverá tempo hábil para a assinatura de um primeiro contrato (ainda que haja recursos disponíveis), mas acredita-se que neste ano seja iniciado um processo visando à contratação de sistemas, como o envio de solicitações de propostas para fabricantes interessados.
Em paralelo, também começam a surgir movimentações industriais de grupos e empresas estrangeiras e nacionais visando participar do programa. Pelo que a reportagem de T&D pode apurar, o Ministério da Defesa trabalha com a ideia de contratar os sistemas do PESE lançando mão do mesmo artifício utilizado para o SGDC, isto é, por meio de uma prime contractor nacional, que atuaria como integradora dos satélites. Neste sentido, a Visiona Tecnologia Espacial, joint-venture entre a Embraer e a estatal de telecomunicações Telebras, cuja criação foi “patrocinada” pelo SGDC, desponta como uma candidata natural. Junto às atividades de telecomunicações, a empresa já publicamente divulgou sua intenção de buscar oportunidades relacionadas ao PESE e também ao Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), sob a coordenação da Agência Espacial Brasileira.
Nos bastidores, comenta-se sobre a possibilidade de que outras companhias e conglomerados industriais nacionais também buscarem exercer o papel de prime contractor do programa. Seria o caso da Odebrecht Defesa e Tecnologia e sua controlada Mectron, de São José dos Campos (SP), que já possui alguma atuação no setor espacial fornecendo subsistemas para satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), entre outros.

lINK (http://brazilianspace.blogspot.com.br/2014/04/por-dentro-do-pese-conhecendo-os-seus.html )

COMENTÁRIOS :
Vou grifar e comentar alguns pontos que considero curioso dessa reportagem ; engraçado que outro dia desses estava pensando sobre um COMANDO UNIFICADO DE INTELIGÊNCIA AEROESPACIAL BRASILEIRO ( TIPO O NRO NORTE AMERICANO ) .
Também possuo um PDF onde uma empresa nacional ( 100% NACIONAL E QUE NÃO DIREI O NOME ) , propõem um satélite ótico de observação da terra com resolução de 1,5m ( PODENDO OBSERVAR DO ESPAÇO , OBJETOS COM 1,5m ).
Citação:
Inspirado pelo conceito de guerra centrada em rede (Net Centric Warfare), uma das principais inovações do PESE é o objetivo de se criar um Centro de Operações Espaciais (COPE), que será subordinado ao Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA) e sediado em Brasília (DF).

Meu deus do céu , ou são muito inocentes ou Retardados mesmo ; já divulgaram onde será a Base e Estaleiro de Subnuc,s nacionais ( INCLUSIVE EM MAPAS DO GOOGLE ), agora divulgam onde será o comando de inteligência espacial !
Assim fica fácil para a agências de espionagem internacionais ( QUE SAUDADES TENHO DA GUERRA FRIA , AO MENOS NESSA ÉPOCA AS COISAS ERAM SECRETAS rsrs ).
Citação:
Centro de Operações Espaciais (COPE)

Que nome é esse ? vamos sugerir algo mais presencial .
Algum nome que imponha respeito !
Citação:
Prevê-se a instalação de um COPE reserva, situado numa localidade diferente e afastada do centro principal, contando com alto grau de automação para minimizar a necessidade de pessoal.

Tomara que essa seja super secreta !!!!
Ao menos a FAB está pensando em ALTO GRAU DE AUTOMAÇÃO para diminuir pessoal , diferente da marinha com seu alto grau de pessoal a bordo das novas FRAGATAS LEVES Tamandarés ; derivadas da Barroso rsrs .
Citação:
Como no caso de Hosted Payloads, onde sensores são “hospedados” em satélites de terceiros, comerciais ou não. Este é o modelo até então utilizado pelo SISCOMIS, que tem transpônderes em banda X a bordo de satélites comerciais da operadora brasileira Star One, do grupo Embratel.

Vamos cometer o mesmo erro ? Não foi justamente por isso que resolvemos adquirir o SGDC ?
Após a venda do sistema telebrás , as comunicações militares ficaram nas mãos dos empresários estrangeiros , coisa que desagradou os militares e gerou a necessidade de se manter as comunicações em mãos nacionais e governamental.
E agora estão novamente pensando nisso ? vai intender !!
Citação:
Num primeiro momento, o interesse do ComAer é por uma constelação de satélites de observação, mais precisamente óticos, que atenderiam a situações mais imediatas, em operação até o final desta década. Em seguida, viriam satélites radar, capazes de imagear diuturnamente a superfície terrestre mesmo com cobertura de nuvens.

Olha o comaer dando credibilidade ao meu PDF rsrsr.
Esse satélite radar , seria o projeto da AEB ; denominado SARSAT que está em desenvolvimento e teria participação alemã .
Mas posteriormente os Alemães desistiram da participação .
Essa seria outra utilidade para os Mísseis de longo alcance ( MAIS DE 5.000KM ), vale salientar que o lançador Ucraniano CYCLONE -4 é derivado de um míssil intercontinental Soviético .
Imagem
É esperar para ver !!!!


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Sáb Abr 26, 2014 5:23 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Nov 29, 2007 9:11 pm
Mensagens: 9903
Localização: Caxias do Sul - RS
Esta CYCLONE é um mico. Com a Ucrânia pedindo o boné americano emprestado (pois o sol russo está muito forte)... pode esquecer ! Eles não tem $$$$$ para pôr no projeto, e nem vontade.. só estavam enrolando...um outro país enrolado: O Brasil.

E o resto ?? Bom a julgar pelas verbas que destinam ao programa espacial..... é melhor esperarmos deitados... cansa menos !

Países que começaram depois, como China, Indía e até Irã... já estão a anos luz de nós.

E vejam o seguinte: todos os exemplos acima iniciaram com projetos militares a revelia de acordos internacionais.

Sds.


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Abr 29, 2014 7:02 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Fev 18, 2010 6:44 pm
Mensagens: 958
Concordo com você camarada Baschera.
Infelizmente nosso PEB PROGRAMA ESPACIAL PARA BOBOS rsrs está a anos luz atrasado , mesmo em comparação ao seus
parceiros dos BRIC,s .


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Abr 29, 2014 7:33 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Fev 18, 2010 6:44 pm
Mensagens: 958
Revivendo o Tópico
PROPONHO EQUIPAMENTOS DE CARÁTER REALMENTE DISSUASÓRIO PARA NOSSA FAB; E POSSIBILIDADE DE EMPREGO DOS MESMOS

AC-390 CEIFADOR
Imagem
PODERIA SER EMPREGADO EM APOIO AO COMANDO CONJUNTO DE FORÇAS ESPECIAIS , NA FUNÇÃO DE APOIO PESADO DE FOGO.
CONTRA AMEAÇAS TIPO , GRANDE CONCENTRAÇÃO DE TROPAS ; COLUNA DE BLINDADOS ; ALVOS DANIFICADOS , COMO NAVIOS SEM PROPULSÃO E MEIOS DE GUERRA ELETRÔNICA ; CENTRAIS DE C2 etc..

Imagem
OUTRA POSSIBILIDADE SERIA O TRANSPORTE E LANÇAMENTO DE GRANDE QUANTIDADE DE MÍSSEIS STAND OFF AVIBRÁS ( VERSÃO AR-SOLO DO MT-300 MATADOR)
MT-300 STAND OFF
Imagem

BOMBARDEIRO DE LONGO ALCANCE ( BLAC )
Imagem
AGINDO NA GUERRA CENTRADA EM REDES , ESSE MEIO PODE TRANSPORTA INÚMEROS MÍSSEIS MAR-01 ( MORCEGO ) OU MANSUP-01 ( MARLIM ).
PARA MISSÕES SEAD ( SUPRESSÃO DE DEFESA AÉREA ); OU DEFESA CONTRA FORÇA NAVAL OPONENTE , COM GRANDE NÚMEROS DE NAVIOS .
ESSES MÍSSEIS , PODERIAM SER GUIADOS AOS ALVOS PELOS R99-A DA FAB , OU OUTRO MAIS CAPAZ QUE VENHA A SUBSTITUI-LOS.
J-STAR,s
Imagem
EXERCERIAM A FUNÇÃO DE MONITORAMENTO DO CAMPO DE BATALHA ( EW ;ELINT ; COMIN,s ; etc.. ); MONITORANDO E TRANSMITINDO AS INFORMAÇÕES PARA AVIÕES ; NAVIOS ; VEÍCULOS & SOLDADOS EM TERRA ; ALÉM DE MUITAS OUTRAS FUNÇÕES .

P-390 NETUNO
Imagem
SUBSTITUTO DO P3BR ; EXERCERIA A MESMAS FUNÇÕES DO P3BR ; COM ACRÉSCIMO DE MAIS FUNÇÕES , DEVIDO AS MAIORES CAPACIDADES DE SUA PLATAFORMA.

R390-A
Imagem
SUBSTITUTO DOS ATUAIS R-99A , COM MAIORES CAPACIDADES E FUNCIONALIDADES .

SATÉLITE SARSAT
Imagem
SATÉLITE DE INTELIGÊNCIA , QUE UTILIZA RADAR SAR PARA GERAR IMAGENS DA TERRA .
HÁ BOATOS QUE A EMPRESA ORBSAT DA AMAZÔNIA ( HOJE BRADAR ) , ESTARIA DESENVOLVENDO O IMAGEADOR S.A.R PARA
ESSE SATÉLITE .

SATÉLITE DE RASTREIO ÓPTICO
Imagem
DENOMINADO AMAZÔNIA-1 , SERÁ UM SATÉLITE DE INTELIGÊNCIA ÓPTICA COM RESOLUÇÃO DE 1,5m.
ALÉM DE GERAR IMAGENS PARA A INTELIGÊNCIA DE COMBATE NACIONAL ; SERÁ UTILIZADO PARA MONITORAMENTO DA AMAZÔNIA; DENTRE OUTRAS FUNÇÕES.
Apenas com um esquadrão dessas aeronaves ( 12 aviões de cada tipo ) , já daria ao Brasil e FAB uma impressionante capacidade dissuasória .
Desmotivando , mesmo as grandes potências de qualquer agressão que por ventura possam fazer contra nós.
Vale ressaltar que possuímos inúmeras reservas de minerais estratégicos , valiosos , recursos biológicos , petróleo e o que será o bem mais valioso em futuro próximo ; a água .
Só isso já justificaria o investimento !


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Abr 29, 2014 9:57 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Sex Mai 08, 2009 7:24 pm
Mensagens: 874
Tem alguém acompanhando algum outro forum de COD? Gosto de discutir estratégias do jogo e capacidades das armas...


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Ter Mai 13, 2014 4:07 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Fev 18, 2010 6:44 pm
Mensagens: 958
Postarei aqui , outro programa estratégico que deveria está recebendo recursos do Mistério da Defesa ( MINISTÉRIO ); mas se encontra parado por falta de verbas .

VEÍCULO HIPERSÔNICO 14-X
Imagem
O Veículo Hipersônico 14-X, concebido pelo Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica Prof. Henry T. Nagamatsu, do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), é parte do esforço continuado do Departamento de Ciências e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), de desenvolver um demonstrador de tecnologia, visando exploração aeroespacial com decolagem em aero–espaço-portos de aeronaves/veículos aeroespaciais, utilizando: i) tecnologia “waverider”, proporcionando sustentação ao veículo aeroespacial, e ii) tecnologia “scramjet”, proporcionando sistema de propulsão hipersônica aspirada baseada na combustão supersônica.
Imagem
O motor foguete S30, Fig. 2, utilizado nos Foguetes de Sondagem VS-30 e VSB-30, desenvolvidos e fabricados pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/DCTA), será utilizado para
acelerar o Veículo Hipersônico 14-X para as condições préestabelecidas, de operação do Estato-Reator a Combustão supersônica, ou seja, posição (altitude, longitude e latitude),
velocidade (número de Mach), pressão dinâmica e ângulo de ataque, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.
Entre 30-40km de altitude e velocidade aproximada de 1.800m/s (aproximadamente número de Mach 6) deverá ocorrer a separação do motor S30 do Veículo Hipersônico 14-X. Em seguida, o Estato-Reator a Combustão Supersônica entrará em operação, por cerca de 5s, em vôo ascendente do Veículo Hipersônico 14-X, com aceleração até número de Mach 10. Completada a missão, o Veículo Hipersônico 14-X seguirá em vôo balístico. Após o atingir o apogeu o Veículo Hipersônico 14-X seguirá em vôo descendente até
mergulhar no Oceano Atlântico. O Veículo Hipersônico 14-X não será recuperado.
Investigação experimental da aerodinâmica e do escoamento supersônico na câmara de combustão do Veículo Hipersônico 14-X estão sendo realizados no Túnel de Choque Hipersônico T3 do Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica Prof. Henry T. Nagamatsu.
Imagem

TECNOLOGIA “WAVERIDER”
Veículo aeroespacial com tecnologia “waverider”, obtém sustentação utilizando a onda de choque, formada durante o vôo supersônico/hipersônico na atmosfera terrestre, originada no bordo de ataque e colada no intradorso do veículo, gerando uma região de alta pressão, resultando em alta sustentação e mínimo arrasto. O ar atmosférico, pré-comprimido pela onda de choque, que está compreendida entre a onda de choque e a superfície (intradorso) do veículo pode ser utilizado em sistema de propulsão hipersônico aspirado baseado na tecnologia “scramjet”.
Imagem

TECNOLOGIA “SCRAMJET”
Veículo aeroespacial com tecnologia “scramjet” (supersonic combustion ramjet), Fig. 5, utiliza um estato-reator (motor aeronáutico aspirado) que não possui partes móveis e que utiliza ondas de choque, geradas durante o vôo hipersônico (de veículos aeroespaciais), para promover a compressão e a desaceleração do ar atmosférico. Imediatamente anterior ou na entrada da câmara de combustão, combustível é injetado e misturado com Oxigênio existente no ar atmosférico. Como a mistura entra na câmara de combustão em velocidade supersônica, o processo de combustão se dá em regime supersônico, denominada de combustão supersônica, conseqüentemente tecnologia “scramjet”. O produto da combustão é expelido na região de exaustão (expansão).
Imagem

Link :http://www.henrynagamatsu.com/?cat=46
COMENTÁRIOS :
É , pois é; se não tivéssemos um PEB ( PROGRAMA ESPACIAL PARA BOBOS ) ; poder e desinteressado, hoje estaríamos com mais uma importante ferramenta para defesa nacional .
Esse projeto é tão importante estrategicamente falando ; que quando maduro , pode nos gerar ( MÍSSEIS HIPERVELOZES ; AERONAVES HIPERSÔNICAS etc.. ).
Esse projeto , já se desdobrou para outros veículos , que infelizmente por falta de verbas aguarda a conclusão desse primeiro ( DORMINDO ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLENDIDO rsrs ) .

OUTROS VEÍCULOS HIPERSÔNICOS NACIONAIS
14X-B
Imagem
VERSÃO DO 14X DA AXIS AEROSPACE
Imagem
X51 FUTURO MÍSSIL HIPERSÔNICO AMERICANO
Imagem


Voltar ao topo
 
 Título: Re: A FAB deve ou não ter aeronaves com capacidades estratég
MensagemEnviado: Qua Mai 14, 2014 2:49 pm 
Offline
Sênior
Sênior
Avatar do usuário
 Perfil

Registrado em: Qui Fev 18, 2010 6:44 pm
Mensagens: 958
CHINA PRUEBA EXITOSAMENTE SU PRIMER MISIL HIPERSÓNICO CAPAZ DE PENETRAR EL ESCUDO ANTIMISILES ESTADOUNIDENSE
Imagem
futuro misil estadounidense en las alas de un B-52

China ha probado exitosamente su primer misil hipersónico, obteniendo un arma capaz de penetrar el sistema de defensa de misiles de EEUU, capaz de llevar cabezas nucleares con record de velocidad, este dato fue confirmado por el Pentágono.
Army recognition.
Link (http://www.aviacionargentina.net/foros/sistemas-de-armas.26/5896-noticias-sobre-sistemas-de-armas-15.html)

COMENTÁRIOS :
Encrementando o tópico acima , continuamos " DEITADOS ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLÊNDIDO " , com nosso projeto 14X.
Até quando ????


Voltar ao topo
 
Exibir mensagens anteriores:  Ordenar por  
Criar novo tópico Responder  [ Array ]  Ir para página Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Próximo

Todos os horários são


Quem está online

Array


Enviar mensagens: Proibido
Responder mensagens: Proibido
Editar mensagens: Proibido
Excluir mensagens: Proibido
Enviar anexos: Proibido

Ir para:  
Powered by phpBB © 2000, 2002, 2005, 2007 phpBB Group  
Design By Poker Bandits  
Traduzido por: Suporte phpBB Brasil