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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Qui Mar 16, 2017 6:01 pm 
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wstrobel escreveu:
Spock escreveu:
Primeiro exemplar do Gripen brasileiro está em produção na Suécia
Da Redação - 8/3/2017

http://www.creditorial.com.br/portal/no ... px?id=6285

Me lembrei da farsa que a SAAB e a FAB montaram para fazer os testes do Gripen.
O FX-2 previa que a aeronave deveria ser testada na prática, como não existia Gripen NG foram a Suécia e testaram o Gripen D, que tem trem de pouso, aviônica, motor e praticamente todo o resto diferente do NG.
Ainda não voou o avião que compramos e deveria ser operacional e testado antes da compra.


Talvez a FAB tenha chegado à conclusão de que não faz sentido abrir mão da melhor proposta em termos de Transferência de tecnologia para indústria nacional, performance e custos para priorizar uma regra criada pela própria FAB. Seria preciosismo incoerente apegar-se a uma regra em detrimento da melhor escolha para o País.

Ademais, dizer que houve uma farsa é forçar a barra, as performances de voo do Gripen foram efetivamente testadas pelo Tenente Coronel Carlos Afonso (FAB), compiladas e analisadas, e mesmo na versão C/D satisfizeram os requisitos do FX-2.

https://www.youtube.com/watch?v=J5VOIZKp8t8

Ademais, toda a aviônica, radar, motor, IRST estão ainda mais aprimorados no E/F.

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Dom Mar 19, 2017 1:49 pm 
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Gripen E on target for debut flight in second quarter

https://www.flightglobal.com/news/artic ... te-435184/

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Seg Mar 20, 2017 12:58 am 
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https://www.youtube.com/watch?v=8JROUFBKCWk

Saab desloca foco do Gripen-M do Brasil para a Índia

Jerker Ahlqvist, chefe da unidade de negócios da Gripen, disse que a SAAB responderá a uma solicitação de informações da Indonésia (RFI) com o Gripen-M (Maritime) que é Com engenheiros britânicos e brasileiros.

"Há uma RFI da Índia para uma aeronave transportadora, e estamos respondendo com o Gripen-M. Nós vemos potencial para o Gripen-M] e esperamos que se torne um programa de desenvolvimento completo", disse Ahlqvist.

O Gripen-M (também conhecido como o Sea Gripen) ainda está em sua fase de conceito e ainda não é um programa de desenvolvimento completo. "Estamos ainda na fase de estudos de conceito no momento e estamos avaliando as necessidades do mercado.Nós já usamos engenheiros do Reino Unido com experiência Harrier no passado, e agora temos engenheiros brasileiros trabalhando no projeto", acrescentou Ahlqvist.

Primeiro revelado pela SAAB em 2010, o conceito Gripen M apresenta uma série de aprimoramentos navalized para o lutador Gripen E de linha de base para torná-lo adequado para operações de transportadora. Estes incluem um trem de pouso reforçado, freios maiores e um gancho de cauda reforçada.

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Seg Mar 20, 2017 11:45 pm 
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wstrobel escreveu:
Spock escreveu:
Primeiro exemplar do Gripen brasileiro está em produção na Suécia
Da Redação - 8/3/2017

http://www.creditorial.com.br/portal/no ... px?id=6285

Me lembrei da farsa que a SAAB e a FAB montaram para fazer os testes do Gripen.
O FX-2 previa que a aeronave deveria ser testada na prática, como não existia Gripen NG foram a Suécia e testaram o Gripen D, que tem trem de pouso, aviônica, motor e praticamente todo o resto diferente do NG.
Ainda não voou o avião que compramos e deveria ser operacional e testado antes da compra.


A aeronave demonstradora de conceito voava desde 2008. Os testes ocorreram por 10 dias entre de 30 de março e 8 abril de 2009.

O Gripen Demo sempre voou com a F414, já existia um radar AESA (mas obviamente longe de estar pronto). A SAAB fazia testes e desenvolvia a antena AESA com o PS-05 já na primeira metade da década com a antena da Raytheon e posteriomente da Thales (quando a FAB o testou ainda era a antena da Thales). Não tinha nem trem de pouso pronto? A aeronave vivia pousando com gambiarra?

Com relação a uma aeronave estar "pronta" isso é bem abrangente. Alguém daqui teria de ter acesso a minúcia do RFI para ver o que significava. Se bem que basta observar as minúcias que os Requisitos Operacionais Conjuntos foram alterados para beneficiar o Pantsir para ver que num processo muito mais concorrido, muito mais valioso, com muito mais atenção que era o FX2 para constatar que a FAB não iria desconsiderar algo tão importante.

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Qua Mar 22, 2017 5:25 pm 
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Falas do próprio Saito em 2008/2009, a aeronave a ser escolhida, teria que estar pronta e operacional no país ofertante e até onde sei, a Suécia até hoje não opera um único Gripen E/F, isto porque não existe. Seria o mesmo que selecionar o F/A-18 E/F Super Honet, tendo voado apenas o F/A-18 C/D Honet, ou o A-29 Super Tucano, voando apenas o AT-27 Tucano.

A despeito das suas qualidades (que ainda precisam ser confirmadas), a escolha do Gripen E/F fugiu os próprios preceitos do comando da FAB. Quanto ao Pantsir, felizmente, não foi para frente.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Qua Mar 22, 2017 6:13 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Falas do próprio Saito em 2008/2009, a aeronave a ser escolhida, teria que estar pronta e operacional no país ofertante e até onde sei, a Suécia até hoje não opera um único Gripen E/F, isto porque não existe. Seria o mesmo que selecionar o F/A-18 E/F Super Honet, tendo voado apenas o F/A-18 C/D Honet, ou o A-29 Super Tucano, voando apenas o AT-27 Tucano.

A despeito das suas qualidades (que ainda precisam ser confirmadas), a escolha do Gripen E/F fugiu os próprios preceitos do comando da FAB. Quanto ao Pantsir, felizmente, não foi para frente.

Até mais!!! ;)


Wellington, se fosse assim a FAB não teria solicitado RFI no FX2 para o F-35. O IOC dele só foi ocorrer em agosto de 2016. Em julho de 2008, data do RFI, e nos anos seguintes, não havia nem sombra do IOC dele.

Eu não vi onde o Saito disse isso, mas pouco importa. Se foi antes de lançarem o RFI, a Força mudou de ideia, pois pediu para o F-35. Se foi depois do RFI eles não teriam chamado o GripenNG para a Short-List (iria contradizer um critério básico). Se a mudança fosse depois do RFP, bastaria não escolher o caça em detrimento de algum dos outros 2, alegando qq coisa (o NG não é um caça perfeito e certamente houve requisitos que ele não atendeu).

Eu havia lido um forista escrevendo isso (que a FAB queria um caça já em operação). Diante do RFI para o F-35, sempre não era verdade, pelo menos parcialmente, no caso da hipótese de sero de uma interpretaçao errada do RFI.
Citação:
22/07/2008 - 17h41 NOTA À IMPRENSA - FX-2
PROJETO FX-2 O Comando da Aeronáutica, atento às necessidades operacionais para as próximas décadas e obedecendo ao cronograma de desativação de aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira, instituiu, no dia 15 de maio de 2008, a Comissão Gerencial do Projeto FX-2, com o objetivo de conduzir os processos de aquisição de aeronaves de caça a serem incorporadas ao acervo da Força.O intuito deste trabalho é dotar a FAB de uma frota padronizada de aeronaves de caça de múltiplo emprego, com o início das operações no Brasil previsto para o ano de 2015 e para serem utilizadas por aproximadamente 30 anos. O planejamento prevê a substituição gradual das frotas de Mirage-2000, F-5M e A-1M.Para tanto, seis empresas foram pré-selecionadas e receberam solicitação para apresentarem informações (request for information – RFI): as norte-americanas Boeing (F/A-18 E/F Super Hornet) e Lockheed Martin (F-35 Lightning II), a francesa Dassault (Rafale), a russa Rosoboronexport (Sukhoi SU-35), a sueca Saab (Gripen) e o consórcio europeu Eurofighter (Typhoon).
O processo de escolha da aeronave vencedora levará em conta, principalmente, o atendimento aos requisitos operacionais estipulados pela FAB. Outros critérios a serem utilizados na avaliação dizem respeito à logística, aos custos, às condições das ofertas de compensação comercial e o grau de transferência de tecnologia para a indústria aeronáutica brasileira.
Fonte: CECOMSAER

via
http://clearsky-aviation.blogspot.com.b ... -fx-2.html

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Qui Mar 23, 2017 2:07 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Falas do próprio Saito em 2008/2009, a aeronave a ser escolhida, teria que estar pronta e operacional no país ofertante e até onde sei, a Suécia até hoje não opera um único Gripen E/F, isto porque não existe. Seria o mesmo que selecionar o F/A-18 E/F Super Honet, tendo voado apenas o F/A-18 C/D Honet, ou o A-29 Super Tucano, voando apenas o AT-27 Tucano.

A despeito das suas qualidades (que ainda precisam ser confirmadas), a escolha do Gripen E/F fugiu os próprios preceitos do comando da FAB. Quanto ao Pantsir, felizmente, não foi para frente.

Até mais!!! ;)


Buenas Wellington !!!!

Verdade meu amigo, mas em todos os casos sem exceção a segunda versão é muito superior a versão anterior, assim F/A-18 E/F Super Hornet é muito superior ao F/A-18 C/D Hornet, também o A-29 Super Tucano é muito superior ao AT-27 Tucano, da mesma forma o Gripen E/F é muito superior ao Gripen C/D. O contrário nunca ocorre, isso pode ter pesado na decisão.

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Qui Mar 23, 2017 2:13 pm 
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Saab confirma fábrica de aeroestruturas em S.Bernardo
Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

Soraia Abreu Pedrozo/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

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A Saab, fabricante sueca dos aviões-caça Gripen NG, que substituirá a frota de 36 aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) entre 2019 e 2024, confirmou que irá instalar fábrica em São Bernardo. A unidade vai gerenciar a cadeia de suprimentos e produzir partes estruturais da aeronave, como as asas do avião supersônico e as alas traseira e dianteira da fuselagem.

A localização da empresa,que chegou a ser anunciada em São Bernardo, ficou em xeque no fim do ano passado. Durante a inauguração do Centro de Desenvolvimento do Gripen NG em Gavião Peixoto, no Interior, o CEO da Saab, Hakan Buskhe, afirmou que a companhia estava verificando locais para construir a fábrica de aeroestruturas e que, apesar de São Bernardo ser o principal lugar estudado, o endereço seria anunciado apenas no começo de 2017.

“A Saab terá uma fábrica de suprimentos do programa Gripen em São Bernardo. Os detalhes estão sendo finalizados e serão anunciados no devido tempo”, afirmou a fabricante de aviões-caça após questionamento do Diário. O nome da empresa, inclusive, que era SBTA (São Bernardo Tecnologias Aeronáuticas), mudou para SAM (Saab Aeronáutica Montagens).

Na tarde de ontem, o vice-presidente de parcerias industriais da Saab Aeronáutica, Jan Germundsson, esteve em São Bernardo, na CNM (Confederação Nacional dos Metalúrgicos) da CUT (Central Única dos Trabalhadores), entidade que mantém tratados de cooperação com o Sindicato dos Metalúrgicos Suecos, o IF Metall.

Embora o encontro tenha sido a portas fechadas, o Diário teve acesso ao que foi tratado no local. Germundsson, que durante visita da equipe de reportagem às instalações da Saab na Suécia, em 2014, estimou que a fábrica de aeroestruturas deverá faturar entre US$ 40 milhões e US$ 60 milhões de cinco a sete anos (ou seja, até 2021), disse ontem que o contrato entre a empresa e a FAB (Força Aérea Brasileira), de US$ 5,4 bilhões, se trata do maior contrato na história da indústria sueca.

O vice-presidente garantiu que a SAM começará a produzir as partes estruturais em São Bernardo em 2019, quando a primeira aeronave deve ser entregue. E que ele tem boas perspectivas, já que os prazos estão dentro do cronograma – apesar do atraso de quase um ano na conclusão do convênio entre Saab e FAB, do avanço da crise econômica e da queda das taxas de juros na Europa, além das mudanças de comando nos governos municipal e federal.

Germundsson revelou que recebeu 43 propostas de localização no município da região, sendo que dez já foram visitadas e cinco estão sendo analisadas para que então seja batido o martelo, o que deve ocorrer nos próximos dois meses, depois que a FAB também aprovar o local. O investimento estimado é de US$ 150 milhões.

O executivo disse também que hoje serão entrevistados dois potenciais candidatos para o cargo de gerente geral da SAM. Ele estimou que serão gerados de 200 a 250 empregos diretos entre três e cinco anos. Isso sem contar os indiretos, resultantes dos 25 a 30 fornecedores, que pode incluir industriais da região. Segundo o vice-presidente, não faz sentido importar matéria-prima da Europa e da Suécia enquanto que se pode desenvolver cadeia nacional de suprimentos.

“Em relação ao programa de transferência de tecnologia, 150 engenheiros brasileiros estão em treinamento em Linköping, na Suécia. Outros 34 já voltaram e, até 2024, serão mais de 350 qualificados. O programa de transferência de tecnologia será entregue ao longo de cerca de dez anos e inclui ensino em sala de aula, programas de financiamento estudantil e treinamento prático durante o trabalho na Suécia”, assinalou a Saab.

Ao fim do programa, de acordo com a companhia, o objetivo é que a indústria local e a FAB dominem todo o conhecimento crítico necessário para o desenvolvimento futuro de caças. A Saab quer fazer do Brasil plataforma de exportação para países da América Latina.
http://www.dgabc.com.br/Noticia/2521148 ... s-bernardo

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Sex Mar 24, 2017 10:56 pm 
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knight escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Falas do próprio Saito em 2008/2009, a aeronave a ser escolhida, teria que estar pronta e operacional no país ofertante e até onde sei, a Suécia até hoje não opera um único Gripen E/F, isto porque não existe. Seria o mesmo que selecionar o F/A-18 E/F Super Honet, tendo voado apenas o F/A-18 C/D Honet, ou o A-29 Super Tucano, voando apenas o AT-27 Tucano.

A despeito das suas qualidades (que ainda precisam ser confirmadas), a escolha do Gripen E/F fugiu os próprios preceitos do comando da FAB. Quanto ao Pantsir, felizmente, não foi para frente.

Até mais!!! ;)


Wellington, se fosse assim a FAB não teria solicitado RFI no FX2 para o F-35. O IOC dele só foi ocorrer em agosto de 2016. Em julho de 2008, data do RFI, e nos anos seguintes, não havia nem sombra do IOC dele.

Eu não vi onde o Saito disse isso, mas pouco importa. Se foi antes de lançarem o RFI, a Força mudou de ideia, pois pediu para o F-35. Se foi depois do RFI eles não teriam chamado o GripenNG para a Short-List (iria contradizer um critério básico). Se a mudança fosse depois do RFP, bastaria não escolher o caça em detrimento de algum dos outros 2, alegando qq coisa (o NG não é um caça perfeito e certamente houve requisitos que ele não atendeu).

Eu havia lido um forista escrevendo isso (que a FAB queria um caça já em operação). Diante do RFI para o F-35, sempre não era verdade, pelo menos parcialmente, no caso da hipótese de sero de uma interpretaçao errada do RFI.
Citação:
22/07/2008 - 17h41 NOTA À IMPRENSA - FX-2
PROJETO FX-2 O Comando da Aeronáutica, atento às necessidades operacionais para as próximas décadas e obedecendo ao cronograma de desativação de aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira, instituiu, no dia 15 de maio de 2008, a Comissão Gerencial do Projeto FX-2, com o objetivo de conduzir os processos de aquisição de aeronaves de caça a serem incorporadas ao acervo da Força.O intuito deste trabalho é dotar a FAB de uma frota padronizada de aeronaves de caça de múltiplo emprego, com o início das operações no Brasil previsto para o ano de 2015 e para serem utilizadas por aproximadamente 30 anos. O planejamento prevê a substituição gradual das frotas de Mirage-2000, F-5M e A-1M.Para tanto, seis empresas foram pré-selecionadas e receberam solicitação para apresentarem informações (request for information – RFI): as norte-americanas Boeing (F/A-18 E/F Super Hornet) e Lockheed Martin (F-35 Lightning II), a francesa Dassault (Rafale), a russa Rosoboronexport (Sukhoi SU-35), a sueca Saab (Gripen) e o consórcio europeu Eurofighter (Typhoon).
O processo de escolha da aeronave vencedora levará em conta, principalmente, o atendimento aos requisitos operacionais estipulados pela FAB. Outros critérios a serem utilizados na avaliação dizem respeito à logística, aos custos, às condições das ofertas de compensação comercial e o grau de transferência de tecnologia para a indústria aeronáutica brasileira.
Fonte: CECOMSAER

via
http://clearsky-aviation.blogspot.com.b ... -fx-2.html

Amigo, o F-35 nunca participou do processo F-X2, o máximo que chegou perto, foi quando o Brig. Saito ficou de beiço virado quando, numa visita aos EUA, ele e o Jobim foram conhecer um pouco do projeto em 2009 (quando a LM já havia ficado de fora com a eliminação do Falcon). Ele ficou chateado quando o Jobim disse que o F-35 era demais às pretensões da FAB e do Brasil, mas o Saito fez cara do que não gostou do que ouviu e retrucou dizendo que era um esplendido avião. De resto, nunca houve RFI para o F-35, houve sim para o F-16 que, assim como o Su-35 e Typhoon, foram desqualificados ainda na primeira fase.

Quanto a afirmação do Saito sobre selecionar um avião que já estivesse operacional, a fala dele, ao que me lembre, foi logo no reinício do Projeto F-X, já com o nome F-X2 no início de 2008.

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Sáb Mar 25, 2017 1:48 am 
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Wellington Góes escreveu:
knight escreveu:
Wellington Góes escreveu:
Falas do próprio Saito em 2008/2009, a aeronave a ser escolhida, teria que estar pronta e operacional no país ofertante e até onde sei, a Suécia até hoje não opera um único Gripen E/F, isto porque não existe. Seria o mesmo que selecionar o F/A-18 E/F Super Honet, tendo voado apenas o F/A-18 C/D Honet, ou o A-29 Super Tucano, voando apenas o AT-27 Tucano.

A despeito das suas qualidades (que ainda precisam ser confirmadas), a escolha do Gripen E/F fugiu os próprios preceitos do comando da FAB. Quanto ao Pantsir, felizmente, não foi para frente.

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Wellington, se fosse assim a FAB não teria solicitado RFI no FX2 para o F-35. O IOC dele só foi ocorrer em agosto de 2016. Em julho de 2008, data do RFI, e nos anos seguintes, não havia nem sombra do IOC dele.

Eu não vi onde o Saito disse isso, mas pouco importa. Se foi antes de lançarem o RFI, a Força mudou de ideia, pois pediu para o F-35. Se foi depois do RFI eles não teriam chamado o GripenNG para a Short-List (iria contradizer um critério básico). Se a mudança fosse depois do RFP, bastaria não escolher o caça em detrimento de algum dos outros 2, alegando qq coisa (o NG não é um caça perfeito e certamente houve requisitos que ele não atendeu).

Eu havia lido um forista escrevendo isso (que a FAB queria um caça já em operação). Diante do RFI para o F-35, sempre não era verdade, pelo menos parcialmente, no caso da hipótese de sero de uma interpretaçao errada do RFI.
Citação:
22/07/2008 - 17h41 NOTA À IMPRENSA - FX-2
PROJETO FX-2 O Comando da Aeronáutica, atento às necessidades operacionais para as próximas décadas e obedecendo ao cronograma de desativação de aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira, instituiu, no dia 15 de maio de 2008, a Comissão Gerencial do Projeto FX-2, com o objetivo de conduzir os processos de aquisição de aeronaves de caça a serem incorporadas ao acervo da Força.O intuito deste trabalho é dotar a FAB de uma frota padronizada de aeronaves de caça de múltiplo emprego, com o início das operações no Brasil previsto para o ano de 2015 e para serem utilizadas por aproximadamente 30 anos. O planejamento prevê a substituição gradual das frotas de Mirage-2000, F-5M e A-1M.Para tanto, seis empresas foram pré-selecionadas e receberam solicitação para apresentarem informações (request for information – RFI): as norte-americanas Boeing (F/A-18 E/F Super Hornet) e Lockheed Martin (F-35 Lightning II), a francesa Dassault (Rafale), a russa Rosoboronexport (Sukhoi SU-35), a sueca Saab (Gripen) e o consórcio europeu Eurofighter (Typhoon).
O processo de escolha da aeronave vencedora levará em conta, principalmente, o atendimento aos requisitos operacionais estipulados pela FAB. Outros critérios a serem utilizados na avaliação dizem respeito à logística, aos custos, às condições das ofertas de compensação comercial e o grau de transferência de tecnologia para a indústria aeronáutica brasileira.
Fonte: CECOMSAER

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http://clearsky-aviation.blogspot.com.b ... -fx-2.html

Amigo, o F-35 nunca participou do processo F-X2, o máximo que chegou perto, foi quando o Brig. Saito ficou de beiço virado quando, numa visita aos EUA, ele e o Jobim foram conhecer um pouco do projeto em 2009 (quando a LM já havia ficado de fora com a eliminação do Falcon). Ele ficou chateado quando o Jobim disse que o F-35 era demais às pretensões da FAB e do Brasil, mas o Saito fez cara do que não gostou do que ouviu e retrucou dizendo que era um esplendido avião. De resto, nunca houve RFI para o F-35, houve sim para o F-16 que, assim como o Su-35 e Typhoon, foram desqualificados ainda na primeira fase.

Quanto a afirmação do Saito sobre selecionar um avião que já estivesse operacional, a fala dele, ao que me lembre, foi logo no reinício do Projeto F-X, já com o nome F-X2 no início de 2008.

Até mais!!! ;)


A FAB solicitou o RFI no FX2 para o F-35 que era um caça em desenvolvimento e nem de longe estava operacional o que desmancha com esse requisito escolher um caça operacional. Isso é uma nota oficial lançada pela FAB dando início ao processo de RFI. O Saito na época elogiava o F-35 e dava a impressão que tinha preferência por ele. Quem não levou adiante o F-35 foi a LM (ou o Governo Americano), oferecendo uma versão do F-16 que ela chamou de Advanced.

Eu acho que se o SH não tivesse ido para a Short-list é provável que ocorreria o mesmo que ocorreu com o MMRCA: como os americanos ficaram de fora da SL na India, aí que ofereceram o Lightning II. Mas já era tarde...

O Saito pode ter sido mal interpretado, não falado claramente, sei lá, a respeito da exigência de um caça operacional. Em 2015 sim, ele teria de estar operacional. Em 2008 a SAAB dizia que o NG estaria operacional em 2014.

Para nós, que estávamos acompanhando o processo naquele 2008, nem se cogitava que a exigência de uma aeronave já operacional com a FAB visando entre outros, o F-35. Vi o Justin Case e o Pepê, ambos consultores de concorrentes do GripenNG citando isso a uns 4 anos depois, providencialmente muito depois que o RFI fora anunciado em nota pela FAB, distante da memória do pessoal.

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Sáb Mar 25, 2017 6:33 am 
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Olá, amigos.

O Request for Information - RFI é uma ferramenta da fase de viabilidade do projeto. Serve para refinar os requisitos, avaliar necessidade de recursos financeiros, tempo para implementação, disponibilidade de tecnologias. No F-X2, a FAB desviou-se um pouco de sua metodologia ao utilizar as respostas ao RFI para fazer um short-list. Provavelmente quis acelerar e reduzir os custos do processo de seleção.
O Request for Proposal - RFP é que estabeleceu as regras para as ofertas e o processo de escolha. Se havia realmente requisito de que o avião ofertado já estivesse operacional, esse seria o documento a estabelecer tal condição, não o RFI.
Abraços,

Justin


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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
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Pois então Justin, no short list foi que foram solicitados os RFPs do Super Honet, Rafale e Gripen NG.

Knight, a FAB pode até ter solicitado um RFI do F-35 (o que eu não duvido disso), pois como o próprio nome já diz, é um relatório de informações e não uma proposta em si, mas nunca com o objetivo de tê-lo como participante do F-X2, mas como avaliação preliminar como uma futura opção. No processo que culminou com o Gripen E/F, até onde sei, nunca foi levado a sério.


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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Sáb Mar 25, 2017 3:36 pm 
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Mas tocando em frente............

A SAAB confirma fábrica de aeroestruturas em São Bernado

http://www.defesaaereanaval.com.br/saab ... -bernardo/


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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Sáb Mar 25, 2017 5:13 pm 
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Justin Case escreveu:
Olá, amigos.

O Request for Information - RFI é uma ferramenta da fase de viabilidade do projeto. Serve para refinar os requisitos, avaliar necessidade de recursos financeiros, tempo para implementação, disponibilidade de tecnologias. No F-X2, a FAB desviou-se um pouco de sua metodologia ao utilizar as respostas ao RFI para fazer um short-list. Provavelmente quis acelerar e reduzir os custos do processo de seleção.
O Request for Proposal - RFP é que estabeleceu as regras para as ofertas e o processo de escolha. Se havia realmente requisito de que o avião ofertado já estivesse operacional, esse seria o documento a estabelecer tal condição, não o RFI.
Abraços,

Justin


A FAB permitiu um longo prazo no RFI para o início das operações (2015, ou seja 7 anos)e no RFP além de continuar longo (2014) mandou o RFP para o GripenNG:

Citação:
Em continuidade ao processo de seleção dos novos caças multi-emprego para a Força Aérea Brasileira (FAB) e cumprindo o cronograma pré-estabelecido, o Comando da Aeronáutica informa que, por meio da Gerência do Projeto F-X2 (GPF-X2), nesta quinta-feira, 30 de outubro, procedeu à entrega do Pedido de Oferta às empresas participantes selecionadas na short list, listadas aqui em ordem alfabética: BOEING (F-18 E/F SUPERHORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG).

A partir do recebimento do Pedido de Oferta (Request For Proposal – RFP, em inglês), as empresas terão até o dia 2 de fevereiro de 2009 para apresentarem suas propostas, as quais serão submetidas a profundas análises, com base nos requisitos estabelecidos pelo Comando da Aeronáutica.

Nesta etapa, as empresas devem detalhar os aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, industriais, de compensação comercial (Off set) e de transferência de tecnologia.

Fonte: CECOMSAER


http://www.aereo.jor.br/2008/10/30/fab- ... s-do-f-x2/


Em junho de 2008 a FAB solicitou o RFI para uma aeronave longe de estar operacional (F-35) e em outubro de 2008 solicitou o RFP para uma aeronave longe de estar operacional (GripenNG) e com prazo longo. Tudo incompatível com uma suposta exigência de aeronave operacional.

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 Título: Re: F-39 Gripen E/F - O novo caça da FAB
MensagemEnviado: Sáb Mar 25, 2017 5:22 pm 
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Wellington Góes escreveu:
Pois então Justin, no short list foi que foram solicitados os RFPs do Super Honet, Rafale e Gripen NG.

Knight, a FAB pode até ter solicitado um RFI do F-35 (o que eu não duvido disso), pois como o próprio nome já diz, é um relatório de informações e não uma proposta em si, mas nunca com o objetivo de tê-lo como participante do F-X2, mas como avaliação preliminar como uma futura opção. No processo que culminou com o Gripen E/F, até onde sei, nunca foi levado a sério.


O FX2 só teve uma fase de RFI, e lançou o RFP em outubro daquele ano com base nas respostas ao RFIs (A FAB solicitou o RFI para o Lightining e não para o F-16. A LM foi que respondeu com o Viper).
Outra coisa que reforça que não apenas envolveria aeronaves operacionais, é o prazo longo para o início das operações. No RFI era 2015, ou seja 7 anos depois. No RFP, 2014, abreviou apenas 1 ano.

Citação:
O Comando da Aeronáutica informa que, em obediência ao cronograma de renovação da frota das aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira – FAB, completou mais uma etapa do processo de seleção dos novos caças multi-emprego a ser incorporados ao seu acervo.
A Comissão Gerencial do Projeto F-X2 (CGPF-X2), instituída em 15 de maio de 2008, conduziu os estudos de avaliação das aeronaves pré-selecionadas (Boeing F-18E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Eurofighter Typhoon, Lockheed Martin F-16 Adv, Saab Gripen NG e Sukhoi SU-35), de forma a elaborar uma lista reduzida (short list) nesta etapa do processo.
A concretização desta short list visou a garantir o atendimento aos requisitos operacionais para aeronave de caça multi-emprego estabelecidos pelo Estado-Maior da Aeronáutica e permitir o aprofundamento das avaliações dos sistemas de armas candidatos que foram selecionados nesta fase.
Os estudos tiveram por base as informações fornecidas pelas empresas em resposta aos pedidos de informações (do inglês Request For Information – RFI), emitidos em Junho de 2008. Os dados provenientes das empresas participantes foram avaliados de forma sistêmica, considerando aspectos referentes às áreas operacional, logística, técnica, Compensação Comercial (offset) e transferência de tecnologia para a Indústria Nacional de Defesa.
A partir de agora, na nova etapa do processo de seleção, as avaliações irão concentrar-se nas seguintes aeronaves componentes da short list (listadas aqui em ordem alfabética dos respectivos fabricantes): BOEING (F-18 E/F SUPER HORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG).
As 36 aeronaves, que integrarão o 1º lote, deverão ser entregues a partir de 2014, com expectativa de vida útil de, no mínimo, 30 anos. Assim, ao longo dos próximos anos, haverá a substituição, gradativamente, dos atuais caças Mirage 2000, F-5M e A-1M. O conjunto de conhecimentos e capacitação tecnológica adquiridos nesta aquisição irá contribuir para que o Brasil tenha condições de produzir ou participar da produção de caças de 5ª geração em um futuro de médio e longo prazo.
Por fim, o Comando da Aeronáutica ressalta que este processo representa um importante avanço para sua Indústria de Defesa com reflexos duradouros, possibilitando parcerias estratégicas de longa duração. No correr do próximo ano, deverá ser conhecido o vetor selecionado, tão logo as fases subseqüentes sejam concluídas.

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA



http://www.aereo.jor.br/2008/10/01/coma ... jeto-f-x2/

Citação:
22/07/2008 - 17h41 NOTA À IMPRENSA - FX-2
PROJETO FX-2 O Comando da Aeronáutica, atento às necessidades operacionais para as próximas décadas e obedecendo ao cronograma de desativação de aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira, instituiu, no dia 15 de maio de 2008, a Comissão Gerencial do Projeto FX-2, com o objetivo de conduzir os processos de aquisição de aeronaves de caça a serem incorporadas ao acervo da Força.O intuito deste trabalho é dotar a FAB de uma frota padronizada de aeronaves de caça de múltiplo emprego, com o início das operações no Brasil previsto para o ano de 2015 e para serem utilizadas por aproximadamente 30 anos. O planejamento prevê a substituição gradual das frotas de Mirage-2000, F-5M e A-1M.Para tanto, seis empresas foram pré-selecionadas e receberam solicitação para apresentarem informações (request for information – RFI): as norte-americanas Boeing (F/A-18 E/F Super Hornet) e Lockheed Martin (F-35 Lightning II), a francesa Dassault (Rafale), a russa Rosoboronexport (Sukhoi SU-35), a sueca Saab (Gripen) e o consórcio europeu Eurofighter (Typhoon).
O processo de escolha da aeronave vencedora levará em conta, principalmente, o atendimento aos requisitos operacionais estipulados pela FAB. Outros critérios a serem utilizados na avaliação dizem respeito à logística, aos custos, às condições das ofertas de compensação comercial e o grau de transferência de tecnologia para a indústria aeronáutica brasileira.
Fonte: CECOMSAER

via
http://clearsky-aviation.blogspot.com.b ... -fx-2.html

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knight


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