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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Qua Dez 31, 2008 1:21 am 
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Eis o G5!
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Mas imponente mesmo é o Big Brother dele, o G6!
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Que tal este gigante no EB? Viável? Útil?

[]s Hammer


JMZST escreveu:
Senhores
Ao meu ver a melhor solução seria o G5 sulafricano.
At
Don Joaquim
Túlio escreveu:
Sei lá, não tenho opinião firmada a respeito mas creio que M198 de segunda mão (ainda vamos perder essa mania...) não seria tão mais barato assim: teríamos de comprar também Chinooks se quiséssemos usar todas as suas possibilidades. Por este aspecto o M777 seria mais vantajoso, eis que um 725 - que já vamos ter mesmo - pode transportá-lo no gancho externo... 8)

Ademais, lembro de um estudo que li nos anos 90, no qual se falava que a tendência era apenas dois tipos de peça: morteiro 120 para alcances menores e foguetes para alcances maiores. Tudo guiado. Trocar-se-ia a relevância do fator CUSTO em prol do CUSTO-BENEFÍCIO, onde a precisão muitíssimo maior compensaria o preço muitíssimo mais alto. Tipo assim, 'one shot, one kill'. Não sei no que deu...

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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Qua Dez 31, 2008 3:51 am 
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G6-52 e um dos melhores!

Ja foi vendido para Oman (24 unidades), Emirados Arabes (78) e na Africa do Sul (43). Dependendo da municao/propelente alcanca ate 54 km. Motor diesel de 525 hp, blindagem anti-minas e um peso de 49 toneladas. Nao pode ser transportado como um 777 ou mesmo um CESAR, mas impressiona qualquer um. Esse eu queria ver no EB.

Outra solucao seria o uso do PzH 2000, que tem pecas comuns com o Leo-1. Porem o peso de 55t, o dobro do M-109.

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Pugio in averso belli


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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Qua Dez 31, 2008 9:46 am 
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Foto dio CAESAR:Imagem

Aero transportavel num C-130, bacana!

[]s Hammer

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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Qua Dez 31, 2008 1:57 pm 
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Essas peças sul-africanas estão entre as melhores do mundo! No entanto parece que a melhor solução para o EB seria um mix de M-109 e M777.

O M-109 poderia ser adquirido em lotes adicionais para substituir o M108( virariam fontes de peças), enquanto o moderno e leve M777 seria o escolhido para padronizar da artilharia rebocada. A vantagem na aquisição do M777 está na capacidade dele ser aerotransportado pelo EC-725 e por ser capaz de substituir as atuais peças de 105mm.


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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Sex Jan 02, 2009 3:19 pm 
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Boa Tarde,

Alguém sabe dizer quantos obuseiros dos modelos L118 e M56 o EB possui? O L118 é a melhor opção que se tem na atualidade para substituir os veteranos M101 ou existe algum outro modelo melhor? O EB tem buscado algum modelo para substituir os M114 ou pensa-se em ficar com os calibre 105 mm como auto-rebocado e os 155 mm autopropulsados ou como sempre, vai improvisar e o que funcionar fica?

Atenciosamente,

Raphael Heringer

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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Sex Jan 02, 2009 4:32 pm 
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Raphael,

Na minha opinião, a melhor opção é a padronização das atuais peças, através da substituição dos M101 e M114 pelo M777 155mm. A substituição do calibre 105mm pelo 155mm é uma tendência mundial. A chegada do EC-725 é outro fator que favorece o M-777.

Outra tendência forte é a de obuseiros 155mm autopropulsados capazes de serem aerotransportados, como é o caso do Caesar. É outro que poderia substituir as atuais peças rebocadas.


Você não está autorizado a ver ou baixar esse anexo.


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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Sáb Jan 03, 2009 3:44 pm 
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Raphael Heringer escreveu:
Alguém sabe dizer quantos obuseiros dos modelos L118 e M56 o EB possui?


Saber quantas peças de artilharia rebocadas o EB possui não é tão fácil. Estima-se, por exemplo, que o EB possua 350 peças M101 105mm e M114 155mm ( 251+99).Quantas estariam operacionais nos atuais GACs?

Os Oto Melara M56 seriam 72 (12 baterias de 06 peças cada), distribuidos da seguinte forma:

Artilharia Pqdt- 01 GAC com 03 baterias;
Artilharia selva- 02 GAC com 02 baterias cada, e
Artilharia aeromóvel- 02 GAC totalizando 05 baterias.

Quanto aos Light Gun, seriam 54( 36 EB + 18 CFN)

Me corrijam se eu estiver errado.


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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Sáb Jan 03, 2009 4:18 pm 
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Artilharia de Campanha - Tendências

Tendências mundiais;
Incremento da capacidade de localização e aquisição de alvos mediante meios UAV.
Diminuição de tempos de reação, FDC (Central de Tiro) mas computerizados e eficientes.
Incremento da mobilidade mediante o agregado de motores APU (Auxiliar Power Unit), para dotar às peças de movimentos autônomos de curto alcance.
Extensão do alcance das armas mediante o melhoramento qualitativo das pólvoras de propulsão e munição de base macia ( alcance estendido)
Aumento da precisão, por tolerâncias mais estritas em fabricação do tubo e da munição.
Redução do consumo de munição.
Redução do tempo para realizar mudanças de posição.
Se considera indispensável a utilizacion de radares contrabateria.
Uma cordial saudação


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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Ter Jan 06, 2009 6:18 pm 
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Boa Noite,

O Arsenal de Guerra do Rio tem fabricado morteiro de calibre 60 e 81 mm. Esses morteiros tem a finalidade de substitutir os modelos estrangeiros em uso no EB? Podem vir a ser adotados pelo CFN? Qual a quantidade desses modelos foram fabricados e distribuidos as OM? Eles tem participação da IMBEL na fabricação? Podem vir a ser exportados?

Atenciosamente,

Raphael Heringer

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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Dom Mar 18, 2012 10:10 pm 
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Doutrina conjunta para apoio de fogo sofrerá revisão
Dom, 18 de Março de 2012 14:37


As Forças Armadas brasileiras terão, até o final deste ano, uma doutrina conjunta de apoio de fogo. Quem garante é o brigadeiro-do-ar Maximo Ballatore Holland, que coordenou o I Seminário Apoio de Fogo em Operações Conjuntas. O evento, proposto pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), reuniu cerca de 90 militares do Ministério da Defesa, Marinha, Exército e Aeronáutica.

Durante o encontro, palestrantes das três Forças e um convidado especial da Real Força Aérea britânica discutiram o emprego de aviões e helicópteros de ataque, artilharia terrestre e naval. Atualmente, ainda está em vigor um manual preparado em 1980, pelo extinto Estado- Maior das Forças Armadas (EMFA).

Segundo o brigadeiro Ballatore, a implantação do EMCFA trouxe um forte impulso na doutrina de ações conjuntas. “Podemos observar um grande avanço nas últimas manobras e operações realizadas pelas Forças no ano passado”, afirmou. “Hoje, há uma maior integração entre Marinha, Exército e Aeronáutica. Esse avanço se reflete nos aspectos táticos, estratégicos e políticos.”

Grupos

Nos últimos dois dias, três grupos de trabalho (Alfa, Bravo e Charlie) analisaram os diversos pontos levantados e prepararam propostas de alteração e aperfeiçoamento da Instrução Provisória sobre Apoio de Fogo, elaborada pela Força Aérea Brasileira (FAB), com apoio dos comandos de Operações Navais (CON), de Operações Terrestres (Coter) e Geral do Ar (Comgar).

O grupo Alfa teve como tópicos de análise o sistema de apoio de fogo e efeitos desejados; sistema de apoio de fogo conjunto; planejamento e coordenação; missões pré-planejadas e missões imediatas. O grupo Bravo estudou as medidas de coordenação de apoio de fogo; zonas de fogo e limites; medidas permissivas; medidas restritivas e coordenação do uso do espaço aéreo. O grupo Charlie trabalhou órgãos de coordenação e controle; comando e controle nas Forças Naval, Terrestre e Aérea Componente e no Comando Combinado.

Riscos

Para o brigadeiro Ballatore, a palestra proferida pelo wing commander (tenente-coronel) Mark G. Jackson, da Força Aérea Real, trouxe um interessante elemento de comparação. “Trata-se de um piloto de Tornado com grande experiência no Afeganistão. Em sua exposição, ficou claro que, mesmo num país com tradição consolidada em termos de apoio de fogo, há riscos de fratricídio por falhas no sistema de comando, controle, comunicação e inteligência (conhecido pela sigla C3I).”

Boa parte do encontro foi utilizada para mostrar os meios da FAB para C3I, como os aviões R-35 (Learjet), R-99 e veículos aéreos não-tripulados, como o Hermes. Também se analisou o uso futuro de satélites. Além disso, foram promovidos debates e apresentadas as conclusões do 1º Workshop de Apoio Aéreo Aproximado, realizado em setembro do ano passado.

A programação do EMCFA inclui mais dois seminários a serem realizados ainda neste ano. Sob coordenação da Marinha, haverá um encontro para discutir a atuação das Forças Armadas em face de ameaças terroristas. O Exército tratará da defesa territorial.

http://www.tecnodefesa.com.br/index.php ... &Itemid=55

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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Dom Mar 18, 2012 10:17 pm 
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ART escreveu:
Citação:
Doutrina conjunta para apoio de fogo sofrerá revisão
Dom, 18 de Março de 2012 14:37


As Forças Armadas brasileiras terão, até o final deste ano, uma doutrina conjunta de apoio de fogo. Quem garante é o brigadeiro-do-ar Maximo Ballatore Holland, que coordenou o I Seminário Apoio de Fogo em Operações Conjuntas. O evento, proposto pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), reuniu cerca de 90 militares do Ministério da Defesa, Marinha, Exército e Aeronáutica.

Durante o encontro, palestrantes das três Forças e um convidado especial da Real Força Aérea britânica discutiram o emprego de aviões e helicópteros de ataque, artilharia terrestre e naval. Atualmente, ainda está em vigor um manual preparado em 1980, pelo extinto Estado- Maior das Forças Armadas (EMFA).

Segundo o brigadeiro Ballatore, a implantação do EMCFA trouxe um forte impulso na doutrina de ações conjuntas. “Podemos observar um grande avanço nas últimas manobras e operações realizadas pelas Forças no ano passado”, afirmou. “Hoje, há uma maior integração entre Marinha, Exército e Aeronáutica. Esse avanço se reflete nos aspectos táticos, estratégicos e políticos.”

Grupos

Nos últimos dois dias, três grupos de trabalho (Alfa, Bravo e Charlie) analisaram os diversos pontos levantados e prepararam propostas de alteração e aperfeiçoamento da Instrução Provisória sobre Apoio de Fogo, elaborada pela Força Aérea Brasileira (FAB), com apoio dos comandos de Operações Navais (CON), de Operações Terrestres (Coter) e Geral do Ar (Comgar).

O grupo Alfa teve como tópicos de análise o sistema de apoio de fogo e efeitos desejados; sistema de apoio de fogo conjunto; planejamento e coordenação; missões pré-planejadas e missões imediatas. O grupo Bravo estudou as medidas de coordenação de apoio de fogo; zonas de fogo e limites; medidas permissivas; medidas restritivas e coordenação do uso do espaço aéreo. O grupo Charlie trabalhou órgãos de coordenação e controle; comando e controle nas Forças Naval, Terrestre e Aérea Componente e no Comando Combinado.

Riscos

Para o brigadeiro Ballatore, a palestra proferida pelo wing commander (tenente-coronel) Mark G. Jackson, da Força Aérea Real, trouxe um interessante elemento de comparação. “Trata-se de um piloto de Tornado com grande experiência no Afeganistão. Em sua exposição, ficou claro que, mesmo num país com tradição consolidada em termos de apoio de fogo, há riscos de fratricídio por falhas no sistema de comando, controle, comunicação e inteligência (conhecido pela sigla C3I).”

Boa parte do encontro foi utilizada para mostrar os meios da FAB para C3I, como os aviões R-35 (Learjet), R-99 e veículos aéreos não-tripulados, como o Hermes. Também se analisou o uso futuro de satélites. Além disso, foram promovidos debates e apresentadas as conclusões do 1º Workshop de Apoio Aéreo Aproximado, realizado em setembro do ano passado.

A programação do EMCFA inclui mais dois seminários a serem realizados ainda neste ano. Sob coordenação da Marinha, haverá um encontro para discutir a atuação das Forças Armadas em face de ameaças terroristas. O Exército tratará da defesa territorial.

http://www.tecnodefesa.com.br/index.php ... &Itemid=55

Na Guerra das Malvinas um militar do Exército argentino meteu bala em um avião da Argentina, confundindo com um Harrier. Se não tiver coordenação e treinamento conjunto acontece.


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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Seg Mar 19, 2012 10:14 pm 
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quantos canhões formam uma bateria no EB...quando menino cansei de ver o 19 GAC de Santiago da 1 Bda Cav Mec de Santiago passando (em ordem de deslocamento) em direção ao Campo da Reiúna em Santiago e ficou em minha lembrança a idéia de 08 Obuseiros por bateria...senão me engano os franceses usam 08 Unidades por Bateria ...por exemplo as Bateria Caesar tem 8 Obuseiros que permitem disparar uma Tonelada de explosivos por minuto de atuação.

Alguém poderá me ajudar?


Mauro


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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Ter Mar 20, 2012 6:20 pm 
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Mauro escreveu:
quantos canhões formam uma bateria no EB...quando menino cansei de ver o 19 GAC de Santiago da 1 Bda Cav Mec de Santiago passando (em ordem de deslocamento) em direção ao Campo da Reiúna em Santiago e ficou em minha lembrança a idéia de 08 Obuseiros por bateria...senão me engano os franceses usam 08 Unidades por Bateria ...por exemplo as Bateria Caesar tem 8 Obuseiros que permitem disparar uma Tonelada de explosivos por minuto de atuação.

Alguém poderá me ajudar?


Mauro


uma bateria de obuses é formada de acordo com a missão no brasil com 4 ou 6 peças, se tinham 8 peças eram 2 baterias.

abraços

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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Ter Mar 20, 2012 9:19 pm 
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Prezado Art.

- E quantas Baterias formam um GAC ?

- No GAC AP quantas unidades de M109 formam as Bats e quantas Bats formam a Unidade.

Não querendo abusar; claro.

Mauro


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 Título: Re: Artilharia de Campanha - Tendências
MensagemEnviado: Qua Mar 21, 2012 11:46 am 
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Mauro escreveu:
Prezado Art.

- E quantas Baterias formam um GAC ?

- No GAC AP quantas unidades de M109 formam as Bats e quantas Bats formam a Unidade.

Não querendo abusar; claro.

Mauro


Mauro,

O EB possui, na área do Comando Militar do Sul, 5 GAC/AP, que são:

- 3º GAC/AP (Santa Maria/RS) : M-108 (105 mm)
- 5º GAC/AP (Curitiba/PR) : M-108 (105 mm)
- 16º GAC/AP (São Leopoldo/RS) : M-108 (105 mm)
- 15º GAC/AP (Lapa/PR) : M-109 (155 mm)
- 29º GAC/AP (Cruz Alta/RS) : M-109 (155 mm)

Falando mais especificamente do 3º GAC/AP, Regimento Mallet, aqui de Santa Maria, ele é composto por 4 baterias, sendo uma de Comando.A dotação básica é entre 6 e 8 obuseiros, por bateria.

Nos GAC's (Auto Rebocados), acredito que a composição seja semelhante, quanto ao nº de baterias por Grupo.

Abraço.


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