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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qua Fev 17, 2016 5:50 pm 
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Outra função da artilharia de campanha,ou rebocável é prestar apoio de fogo a tropa em deslocamento no terreno.
Diferente da artilharia auto propulsada,que presta apoio de fogo á coluna blindada em deslocamento.
Dai á necessidade de sua grande mobilidade.


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 10:04 am 
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foxtrot escreveu:
Se fosse assim os Ingleses não venderiam tantas peças de M-109 LIGHT GUN( do qual o M777é derivado).
Obuses rebocados são empregados por forças de deslocamento rápido.
Para apóio de fogo á curta distância.
E por terem preço relativamente baixo, ainda são imprescindíveis para operações militares.
Quanto á a IDF, se leu o que disse caro Rdx,os M-109 são auto propulsados e não rebocados.
Sendo assim, Israel estará apenas substituindo Lagartas por Rodas,nada extraordinário.
E para nós que temos a maior floresta semi alagável do mundo,não podemos nos dar o luxo de prescindir de artilharia rebocada ou aero transportável.
Quero ver como colocarão uma artilharia sob lagartas ou rodas no meio da floresta?
Temos que ter soluções nocionais para problemas nacionais,não é porque o mundo faz alguma coisa que será bom para nos Brasileiros.



Sim, claro que os M109 são AP sobre lagartas. Eu quis dizer que a IDF está avaliando a substituição da citada peça AP, que substituiu as peças rebocadas ainda na década de 70, por uma peça AP montada sobre um blindado sobre rodas. Se Israel considera as peças rebocadas completamente inúteis no campo de batalha "convencional", não é preciso dizer mais nada. É lógico que as peças leves ainda são úteis para as forças aeromóveis e paraquedistas. Eu deixei isso bem claro nos posts anteriores.

Para o combate em regiões de difícil acesso temos as peças Light Gun e M56. E o que faremos com as centenas de obsoletas peças M101 e M114 do EB?


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 10:05 am 
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foxtrot escreveu:
Outra função da artilharia de campanha,ou rebocável é prestar apoio de fogo a tropa em deslocamento no terreno.
Diferente da artilharia auto propulsada,que presta apoio de fogo á coluna blindada em deslocamento.
Dai á necessidade de sua grande mobilidade.


Função perfeita para as peças montadas sobre caminhões blindados.


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 10:38 am 
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rdx escreveu:
Esqueçam a artilharia rebocada. Com exceção das peças leves 105mm usadas por forças aeromóveis e paraquedistas, as peças rebocadas estão obsoletas desde a década de 90. Hoje, com o surgimento dos modernos Vants, a capacidade de sobrevivência das unidades de artilharia rebocada é mínima. Você dispara algumas dezenas de obuses; é localizado pelos Vants e/ou radares de contra-bateria do inimigo, e em pouco tempo é destruído por uma salva de foguetes ou bombas.

Mas o exemplo do Foxtrot é, justamente, de peças de 105 mm. Se não me falha a memória, o EB está trabalhando (estudando) a substituição de peças de 155 mm rebocadas por autopropulsadas, não a toa a movimentação na indústria (AEL e Avibrás) ofertando o Atmos e o Ceasar.


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 10:44 am 
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Quanto a uma maior aproximação à indústria argentina, esta tem que ser uma via de mão dupla, se queremos vender a eles, vamos ter que comprar também. Existem produtos (como neste caso) que podem nos satisfazer, assim como temos outros tantos que também os seriam úteis. Isto nos ajudaria (a nós e a eles) a ganhar escala produtiva, além de uma maior aproximação entre as indústrias dos dois países, diminuindo assim a participação de empresas de fora da região no mercado regional, além de ajudar a nos impulsionar a buscar mercados em outras regiões que por ventura possamos ter acesso (em especial o asiático, africano e médio oriente). Já dizia o ditado: "Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto!"

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 11:46 am 
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Se eles têm produtos de qualidade comprovada e com preço acessível qual seria o problema??
Wellington Góes escreveu:
Quanto a uma maior aproximação à indústria argentina, esta tem que ser uma via de mão dupla, se queremos vender a eles, vamos ter que comprar também. Existem produtos (como neste caso) que podem nos satisfazer, assim como temos outros tantos que também os seriam úteis. Isto nos ajudaria (a nós e a eles) a ganhar escala produtiva, além de uma maior aproximação entre as indústrias dos dois países, diminuindo assim a participação de empresas de fora da região no mercado regional, além de ajudar a nos impulsionar a buscar mercados em outras regiões que por ventura possamos ter acesso (em especial o asiático, africano e médio oriente). Já dizia o ditado: "Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto!"

Até mais!!! ;)


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 11:55 am 
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Abelpauperio escreveu:
Se eles têm produtos de qualidade comprovada e com preço acessível qual seria o problema??
Wellington Góes escreveu:
Quanto a uma maior aproximação à indústria argentina, esta tem que ser uma via de mão dupla, se queremos vender a eles, vamos ter que comprar também. Existem produtos (como neste caso) que podem nos satisfazer, assim como temos outros tantos que também os seriam úteis. Isto nos ajudaria (a nós e a eles) a ganhar escala produtiva, além de uma maior aproximação entre as indústrias dos dois países, diminuindo assim a participação de empresas de fora da região no mercado regional, além de ajudar a nos impulsionar a buscar mercados em outras regiões que por ventura possamos ter acesso (em especial o asiático, africano e médio oriente). Já dizia o ditado: "Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto!"

Até mais!!! ;)


Me parece que estes canhões argentinos nada mais são do que peças antigas recondicionadas.

Teria que pesquisar melhor.

Sds.


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 11:56 am 
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Nem precisa pesquisar, é isso mesmo.


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 12:14 pm 
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Abelpauperio escreveu:
Se eles têm produtos de qualidade comprovada e com preço acessível qual seria o problema??
Wellington Góes escreveu:
Quanto a uma maior aproximação à indústria argentina, esta tem que ser uma via de mão dupla, se queremos vender a eles, vamos ter que comprar também. Existem produtos (como neste caso) que podem nos satisfazer, assim como temos outros tantos que também os seriam úteis. Isto nos ajudaria (a nós e a eles) a ganhar escala produtiva, além de uma maior aproximação entre as indústrias dos dois países, diminuindo assim a participação de empresas de fora da região no mercado regional, além de ajudar a nos impulsionar a buscar mercados em outras regiões que por ventura possamos ter acesso (em especial o asiático, africano e médio oriente). Já dizia o ditado: "Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto!"

Até mais!!! ;)

A justificativa usada por alguns é de que o EA é um potencial inimigo e usar armamentos produzidos pela Argentina seria um equívoco. Ou seja, tipico pensamento de quem ainda não se atualizou das coisas. Mas acredito que o "problema" seja outro, ou seja, vai ter muito oficial da reserva, que normalmente após deixar a ativa acaba sendo contratado por grandes empresas multinacionais do setor de defesa para fazer lobby por seus equipamentos, vão perder esta boquinha gorda.

É claro que não defendo comprar de um tudo (qualquer porcaria) apenas por fazer afagos político-ideológicos como fazem Lula e Dilma, mas que há produtos e serviços de lado a lado que são muito úteis e de boa qualidade, isto há.

Pra quê gastar mais dinheiro no projeto Chivunk se o Gaúcho atende?! Pra quê pagar caro (como querem alguns FABianos) num treinador a reação, se o Pampa III nos atenderiam muito bem (afora que há empresas como a AEL, ELEB, Mectron, etc..., poderiam ser partícipes do projeto)?! Pra quê comprar radar 3D de longo alcance nos EUA ou Europa (pagando uma vultosa quantia em dólares ou euros), se a INVAP poderia nos atender muito bem?! A mesma coisa neste caso dos obuses 105 mm, dentre outros.

Ai tem a outra mão desta via, como a Embraer podendo atender a FAA com diversos dos seus produtos (EMB-145 RS, AEW&C, MP, Super Tucano, KC-390, etc....); a BRADAR também com o M-60, por exemplo; a Mectron com o A-Darter, Piranha A e B, o Scipio, etc....; a Avibras com o MANSUP, quem sabe até o Astros, AV-VBL, etc.....; a Taurus com os seus armamentos (fuzis, carabinas, pistolas, etc...), ou mesmo a IMBEL (com o IA2); a NOVAER com o novo treinador primário (afinal eles mesmos desistiram da ideia de tocar o UNASUR I); À Armada, a EMGEPROM com os projetos da Coverta Tamandaré, NaPaOc, etc....). Já perdemos algumas oportunidade como o Guarani, mas pô, como é que queremos que eles se obriguem a comprar de nós, se nós não fazemos o mesmo?! Vale lembrar que eles são costumas compradores de nosso produtos, por arrogância e prepotência de nossa parte (deixamos eles serem assim :mrgreen: ) perdemos oportunidades de continuar fornecendo, aliás, não só a eles, mas a outros países na região. Estamos, com isto, perdendo território geopolítico e isto é sim importante a quem quer ser, ou se diz ser, o principal representante regional.

Se temos políticos que pensam pequeno e são oportunistas, o mesmo pode ser dito de militares e industriais. É o que penso.


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 12:51 pm 
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Citação:
Abelpauperio escreveu:
Se eles têm produtos de qualidade comprovada e com preço acessível qual seria o problema??
Wellington Góes escreveu:
Quanto a uma maior aproximação à indústria argentina, esta tem que ser uma via de mão dupla, se queremos vender a eles, vamos ter que comprar também. Existem produtos (como neste caso) que podem nos satisfazer, assim como temos outros tantos que também os seriam úteis. Isto nos ajudaria (a nós e a eles) a ganhar escala produtiva, além de uma maior aproximação entre as indústrias dos dois países, diminuindo assim a participação de empresas de fora da região no mercado regional, além de ajudar a nos impulsionar a buscar mercados em outras regiões que por ventura possamos ter acesso (em especial o asiático, africano e médio oriente). Já dizia o ditado: "Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto!"

Até mais!!! ;)

A justificativa usada por alguns é de que o EA é um potencial inimigo e usar armamentos produzidos pela Argentina seria um equívoco. Ou seja, tipico pensamento de quem ainda não se atualizou das coisas. Mas acredito que o "problema" seja outro, ou seja, vai ter muito oficial da reserva, que normalmente após deixar a ativa acaba sendo contratado por grandes empresas multinacionais do setor de defesa para fazer lobby por seus equipamentos, vão perder esta boquinha gorda.

É claro que não defendo comprar de um tudo (qualquer porcaria) apenas por fazer afagos político-ideológicos como fazem Lula e Dilma, mas que há produtos e serviços de lado a lado que são muito úteis e de boa qualidade, isto há.

Pra quê gastar mais dinheiro no projeto Chivunk se o Gaúcho atende?! Pra quê pagar caro (como querem alguns FABianos) num treinador a reação, se o Pampa III nos atenderiam muito bem (afora que há empresas como a AEL, ELEB, Mectron, etc..., poderiam ser partícipes do projeto)?! Pra quê comprar radar 3D de longo alcance nos EUA ou Europa (pagando uma vultosa quantia em dólares ou euros), se a INVAP poderia nos atender muito bem?! A mesma coisa neste caso dos obuses 105 mm, dentre outros.

Ai tem a outra mão desta via, como a Embraer podendo atender a FAA com diversos dos seus produtos (EMB-145 RS, AEW&C, MP, Super Tucano, KC-390, etc....); a BRADAR também com o M-60, por exemplo; a Mectron com o A-Darter, Piranha A e B, o Scipio, etc....; a Avibras com o MANSUP, quem sabe até o Astros, AV-VBL, etc.....; a Taurus com os seus armamentos (fuzis, carabinas, pistolas, etc...), ou mesmo a IMBEL (com o IA2); a NOVAER com o novo treinador primário (afinal eles mesmos desistiram da ideia de tocar o UNASUR I); À Armada, a EMGEPROM com os projetos da Coverta Tamandaré, NaPaOc, etc....). Já perdemos algumas oportunidade como o Guarani, mas pô, como é que queremos que eles se obriguem a comprar de nós, se nós não fazemos o mesmo?! Vale lembrar que eles são costumas compradores de nosso produtos, por arrogância e prepotência de nossa parte (deixamos eles serem assim :mrgreen: ) perdemos oportunidades de continuar fornecendo, aliás, não só a eles, mas a outros países na região. Estamos, com isto, perdendo território geopolítico e isto é sim importante a quem quer ser, ou se diz ser, o principal representante regional.

Se temos políticos que pensam pequeno e são oportunistas, o mesmo pode ser dito de militares e industriais. É o que penso.

Disse tudo caro welligthon, vou além, radares 3D temos o Saber-M200, mas os Argentinos tem projetos como helicóptero Cidade, TAM que com uma cooperação com o Osorio pode resultar num excelente MBT, turbinas, vant, satélite de comunicações, computadores de missão, bomba com jato propulsão Dardo etc.
Se houvesse uma maior integração entre o continente poderíamos por exemplo desenvolver a fragata leve Tamandaré e seus sistemas de EW, COMUNICAÇÕES, ARMAS etc..
Em parceria, tendo cada país construindo uma secção do novo e sendo integrado aqui no Brasil.
Ou nos desfrutar da industria naval da Colômbia.
Quanto á esse canhão, realmente é um projo ultrapassado, mas o que há de mais moderno hoje, derivou de produto ultrapassado, o que chamamos de evolução de projeto.
Más em uma possível cooperação, além de nos dar conhecimentos em uma área que náo dominam os, podemos modernizar o projeto com inclusão de por exemplo Freio de boca, redução de peso, empresa de ligas metálicas leves, polímeros, automatização etc..
Resultando num produto no estado da arte.


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qui Fev 18, 2016 11:45 pm 
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Lord, vamos manter o foco nos obuses: eles não produzem.


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qua Mai 25, 2016 12:40 pm 
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Exército Brasileiro conhece armamento de artilharia espanhol

Por Ivan Plavetz - maio 9, 2016

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(Imagem: COMGEMEL - Comandancia General de Melilla)

De acordo com fonte da imprensa espanhola especializada, uma delegação do Exército Brasileiro esteve naquele país visitando a fábrica Santa Bárbara Sistemas (SBS), localizada em Trubia, para conhecer em primeira mão as características, processo de fabricação e as capacidades operacionais do obus autorebocado SIAC 155/52, cujo calibre é de 155 mm. Segundo a mesma fonte, a comitiva também assistiu a uma demonstração de campo em León, noroeste da Espanha, levada a cabo por integrantes do Exército daquele país.

Conforme a reportagem, a delegação brasileira foi encabeçada pelo chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército Brasileiro, general-de-exército Juarez Aparecido de Paula Cunha. O general Juarez estava acompanhado do general-de-brigada Antônio Carlos Barboteo Pinto, chefe do Comando de Artilharia do Exército Brasileiro.

Após a visita de Trubia, a delegação brasileira viajou para Astorga (León), onde se reuniu com o general Luis Miguel Martínez Meijide, chefe-geral do Comando de Artilharia de Campanha (MACA conforme sigla em espanhol) do Exército da Espanha. Meijide explicou aos militares brasileiros o funcionamento do SIAC 155/52, do qual a Força Terrestre espanhola possui mais de 80 unidades.

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O SIAC 155/52 já é usado pela Colômbia. (Imagem: Ejército de Tierra España)

A demonstração dinâmica de desdobramento do sistema aconteceu sob responsabilidade do Regimento de Artilharia de Campanha Nº 63 e envolveu duas peças, com posicionamento de disparo e tiro sustentado ocorrido no Campo de Manobras e Tiro de Teleno.

Fonte: Infodefensa

Ivan Plavetz

http://tecnodefesa.com.br/exercito-bras ... -espanhol/


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Dom Mai 29, 2016 7:36 pm 
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Citação:
Exército Brasileiro conhece armamento de artilharia espanhol

Ao invés de cooperar com países sul americanos ou dos Bric,s; ou mesmo partir para um desenvolvimento solo, vão adquirir mais tecnologia Européia ?
Impressionante como só trocam nossos "senhores de escravos"; preferem manter uma eterna dependência disfarçada de cooperação .
Como citado por mim em outros tópicos, inclusive no meu; intitulado Programa de desenvolvimento e cooperação na A.S; os Argentinos possuem um programa denominado Calive, para canhão de 105mm ( se não me engano).
E diga-se de passagem, em adiantado processo de desenvolvimento, chegando a fase de testes.
Não seria mais interessante para o Brasil, entrar no programa e absorver todo o conhecimento?
Inclusive optando em melhorias do produto, só assim é que realmente teremos independência nessa área.
Mas !!!!


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Seg Mar 27, 2017 10:09 pm 
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Exército Brasileiro recebe obuseiro M109A5

23 de março de 2017

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http://www.forte.jor.br/2017/03/23/exer ... m109a5-br/


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 Título: Re: Obuses do Exército Brasileiro
MensagemEnviado: Qua Jul 05, 2017 8:33 pm 
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Citação:
Exército Brasileiro vai adquirir mais 60 obuseiros M109A5
2 de julho de 2017

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DESPACHO DECISÓRIO Nº 131/2017. Em 14 de junho de 2017.

PROCESSO: PO nº 904572 EB: 64536.013188/2017-47 ASSUNTO: autorização para adiantamento de pagamento dos recursos financeiros relativos à doação de 60 (sessenta) Viaturas Blindadas de Combate Obus Autopropulsadas (VBCOAP) M109A5, serviços e taxas associados, por meio do programa Foreign Military Sales (FMS)

1. Processo originado no Comando Logístico, por meio do DIEx nº 151-Seç CLIX Bld/ S Dir Mat/DMAT, de 1º de junho de 2017, visando obter autorização para:

a.o adiantamento de pagamento de recursos financeiros necessário ao fornecimento de bens e à prestação de serviços obtidos junto ao Governo dos Estados Unidos da América (USG), por intermédio do Programa Foreign Military Sales (FMS), para a doação de 60 (sessenta) Viaturas Blindadas de Combate Obus Autopropulsadas M109A5, os respectivos serviços de embalagem, acondicionamento e manuseio, e as taxas administrativas correspondentes; e

b. a assinatura pelo Chefe da Comissão do Exército Brasileiro em Washington, em nome do Exército Brasileiro, da Carta de Oferta e Aceitação referente à linha de fornecimento BR-B-IAE (Letter Offer And Acceptance BR-B-IAE), por meio do qual o USG define os valores correspondentes à doação de 60 (sessenta) Viaturas Blindadas de Combate Obus Autopropulsadas M109A5, dos serviços de embalagem, acondicionamento e manuseio das viaturas, e das taxas administrativas correspondentes.

íntegra da notícia em http://www.forte.jor.br/2017/07/02/exer ... os-m109a5/


atenciosamente,

_________________
::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


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