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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Dom Fev 09, 2014 3:14 pm 
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Snowmeow escreveu:
Baschera escreveu:
Veja... um pelotão deste tamanho significaria criar literalmente uma cidade.... com sua complexa infraestrutura, abastecimento de água tratada, esgoto, energia elétrica, alimentação, hospital, posto de correio, internet, telefonia, agência bancária, comércio, estradas..... e paro por aqui !!

Iria custar uma baba.... multiplicada por cinco ou dez.... tanto quanto mais longe, no meio da floresta e em lugar de difícil acesso e nível de insipidez for.

A questão é: O Benefício compensaria o custo?

Não, este não é um território disputado por países vizinhos, como o Mar da China, onde vale a pena ocupar ilhas com instalações militares e população para manter ocupação e ter direito ao gás e petróleo.


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qua Fev 12, 2014 11:17 pm 
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Deixa eu ver se eu estou compreendendo eles querem a remoção desses soldados sem nenhuma solução complementar?
abraços...

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–“Quero a ordem e a liberdade, mas quando esta perigar, minha espada estará pronta para defendê-la. As dificuldades não me quebrantam o ânimo” .General Osório


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qui Fev 27, 2014 5:21 pm 
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27 de Fevereiro, 2014 - 16:20 ( Brasília )

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SANTA MARIA TERÁ CENTRO DE TREINAMENTO SIMULADO DE MILITARES COM TECNOLOGIA INÉDITA NA AMÉRICA DO SUL
Investimento de R$ 500 milhões será anunciado na manhã desta quarta-feira em evento no Cism

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Prédio do Simulador de Apoio de Fogo (Safo), ao lado do Cism, já está em construção e fará parte do Centro de Adestramento e Avaliação Foto: Fernanda Ramos / especial

Juliana Gelatti
Diário de Santa Maria


Santa Maria deverá se tornar um centro de referência mundial em treinamento simulado. Em 2015, começará a ser construído próximo ao Centro de Instrução de Santa Maria (Cism), no bairro Boi Morto, o Centro de Adestramento e Avaliação-Sul (CAA-Sul), o primeiro de quatro que o país deve ter, para treinar os militares em diferentes situações usando simuladores de alta tecnologia.

Poucos países já têm centros de treinamento desse tipo, e Santa Maria terá o primeiro da América Latina. A primeira fase deve começar a funcionar em 2018 e, em 2025, o centro deve ficar pronto, entrando em funcionamento de forma completa e podendo receber até 1,5 mil militares para treinar.

O novo quartel da cidade será o maior do Exército na região, só menor do que a Base Aérea de Santa Maria (Basm). O investimento de R$ 500 milhões será aplicado na construção de mais de 30 prédios e na compra de equipamentos de tecnologia de ponta, que devem vir de diferentes países, já que, nos moldes do que o Brasil quer, existem poucos semelhantes:

- Não estamos copiando o modo de treinamento de nenhum país. Visitamos vários lugares, mas a nossa ideia é pegar o que cada exército tem de mais forte e implantar aqui. Nosso projeto precisará de diferentes empresas estrangeiras para pôr em prática, porque aqui, ninguém ainda conhece essa tecnologia - explica o coronel Giovany Carrião, responsável pelo projeto do CAA-Sul.

Carrião acrescenta que, para as fases finais do projeto, espera-se que já exista tecnologia nacional, também como fruto do convênio firmado no ano passado entre o Exército e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para o desenvolvimento de simuladores. Além disso, as leis que regem as compras do Ministério da Defesa preveem que as empresas fornecedoras devem instalar-se no país, contratar brasileiros e fabricar pelo menos parte dos equipamentos aqui.

A lista de motivos para o Exército escolher Santa Maria para esse investimento é longa: o 2º maior efetivo militar do país, a presença dos blindados e da Basm são apenas algumas das razões. As universidades, o parque tecnológico, a Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (Adesm) e a posição central no Estado também contribuem para justificar o investimento:

- Esse centro tem um enorme potencial para desenvolver a região. A demanda de profissionais que desenvolvam e trabalhem com essa tecnologia, e de empresas para fornecer os mais diversos tipos de produtos e serviços é gigantesca - afirma o tenente coronel Ádamo Colombo da Silveira, que também trabalha no projeto.

Investimento trará economia aos cofres públicos

A construção do novo quartel será anunciada nesta manhã, em evento para autoridades no Cism. Um dos mais de 30 prédios que farão parte do CAA-Sul já está em construção, pois foi planejado de forma independente e acabou sendo integrado ao projeto: o Simulador de Apoio de Fogo (Safo).

Conforme o coronel Carrião, os R$ 500 milhões que o Ministério da Defesa investirá no CAA-Sul deve ser compensado em no máximo dois anos, contando a economia que o Exército terá em combustíveis e munição. Para ter uma ideia, apenas um tiro com o blindado Leopard, que chegaram a Santa Maria em 2012, custa cerca de R$ 5 mil.

- Devem ser contratadas várias empresas para fornecer o que será necessário, e uma delas deverá gerenciar a instalação. Desde o ano passado já estamos recebendo empresas de países como Alemanha, França, Espanha e Israel, que vêm aqui interessadas nesse projeto, mas elas ainda não foram escolhidas. Ao sair do quartel, em seguida vão visitar universidades em busca de potenciais profissionais e conhecer a cidade - explica Carrião, reforçando as inúmeras oportunidades que serão abertas.

http://www.defesanet.com.br/terrestre/n ... ca-do-Sul/


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Sáb Jan 24, 2015 6:16 pm 
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General Eduardo Villas Bôas – “É preciso modernizar o Exército, o que implica incorporar tecnologia”

Luiz Padilha
24/01/2015


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Por Guilherme Mazui

clippingO general Eduardo Villas Bôas será o novo comandante do Exército, onde ingressou em 1967 e tornou-se aspirante a oficial em 1973. Destacou-se à frente do Comando Militar da Amazônia. Articulado e conciliador, passou pela assessoria parlamentar do Exército. Também foi adido na China. Respondia pelo Comando de Operações Terrestres, função na qual participou das ações de segurança e defesa na Copa.

Quais os desafios para o Exército nos próximos anos?

Somos a sétima economia do mundo, pleiteamos assento no Conselho de Segurança da ONU, ou seja, temos de ter Forças Armadas modernas, capazes de se projetar em qualquer lugar que o Brasil tenha interesse. Para isso, é preciso modernizar o Exército, o que implica incorporar tecnologia.

Logo que saiu a sua nomeação, o senhor foi descrito como conciliador. Está correto?

Meu perfil não difere do militar moderno. A inteligência emocional é o mais importante, foge do estereótipo do militar carrancudo e autoritário. Os relacionamentos são importantes. Hoje, não se consegue comandar só com base na hierarquia e na disciplina. Tem de haver liderança.

Qual o ensinamento que o senhor tirou da Amazônia?

O Brasil precisa conhecer a Amazônia. Ela abriga as respostas dos principais problemas que atingem a humanidade: energia renovável, água, alimento e mudança climática. Há muita ideia preconcebida. Na questão indígena, os índios são reféns de organizações, e sem possibilidade de expressar suas reais necessidades. O Brasil precisa se debruçar mais sobre a Amazônia.

FONTE: Jornal Zero Hora

http://www.defesaaereanaval.com.br/gene ... ecnologia/


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Sex Jan 30, 2015 6:03 pm 
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Um interessante estudo comparativo entre os M60 A3 realocado do Comando Militar do Sul (CMS) para o Co­mando Militar do Oeste (CMO), em comparação com os CC em serviço nos países que lhe fazem fronteira, Bolívia e Paraguai:

http://www.defesanet.com.br/tank/notici ... O-do-CMO-/

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atenciosamente,

_________________
::Robson Rocha
http://www.comunicarteei.blogspot.com


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Ter Jun 23, 2015 11:26 pm 
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3150 (+ 1100 encomendados) fuzis IA-2 5,56mm
transformação de fuzis FAL em Para-FAL cano curto (enquanto a versão 7,62mm do IA-2 não fica pronta)
78 (+ 40 encomendadas) metralhadoras Minimi 5,56mm. O EB necessita de aproximadamente 2000 unidades para substituir o FAP.
20 (+ 24 encomendados) Lança granadas 40mm para o fuzil IA-2 5,56mm
100 fuzis sniper M24 7,62mm
54 fuzis sniper AGLC 7,62mm
pistolas Imbel GC9 9mm
Espingardas calibre 12
Morteiros AGR 60mm, 81mm e 120mm

Fonte: T&D nº 140


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qua Jun 24, 2015 1:21 am 
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rdx escreveu:
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20 (+ 24 encomendados) Lança granadas 40mm para o fuzil IA-2 5,56mm
100 fuzis sniper M24 7,62mm
54 fuzis sniper AGLC 7,62mm
pistolas Imbel GC9 9mm
Espingardas calibre 12
Morteiros AGR 60mm, 81mm e 120mm

Fonte: T&D nº 140


Só rindo mesmo....

Sds.


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qua Jun 24, 2015 1:16 pm 
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Baschera escreveu:
rdx escreveu:
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transformação de fuzis FAL em Para-FAL cano curto (enquanto a versão 7,62mm do IA-2 não fica pronta)
78 (+ 40 encomendadas) metralhadoras Minimi 5,56mm. O EB necessita de aproximadamente 2000 unidades para substituir o FAP.
20 (+ 24 encomendados) Lança granadas 40mm para o fuzil IA-2 5,56mm
100 fuzis sniper M24 7,62mm
54 fuzis sniper AGLC 7,62mm
pistolas Imbel GC9 9mm
Espingardas calibre 12
Morteiros AGR 60mm, 81mm e 120mm

Fonte: T&D nº 140


Só rindo mesmo....

Sds.


A fonte esqueceu de citar o recebimento do lança rojão ALAC e do míssil MSS 1.2 AC, bem como a aquisição de submetralhadoras Taurus SMT-9 9mm.


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qua Jun 24, 2015 1:50 pm 
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Baschera, rindo?? Gargalhando!


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qui Jul 02, 2015 7:04 pm 
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rdx escreveu:
Armamento adquirido pelo EB desde 2013

3150 (+ 1100 encomendados) fuzis IA-2 5,56mm
transformação de fuzis FAL em Para-FAL cano curto (enquanto a versão 7,62mm do IA-2 não fica pronta)
78 (+ 40 encomendadas) metralhadoras Minimi 5,56mm. O EB necessita de aproximadamente 2000 unidades para substituir o FAP.
20 (+ 24 encomendados) Lança granadas 40mm para o fuzil IA-2 5,56mm
100 fuzis sniper M24 7,62mm
54 fuzis sniper AGLC 7,62mm
pistolas Imbel GC9 9mm
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Fonte: T&D nº 140


Tem certeza que não é por mês essa lista!?!?! :(

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Flávio Nicoliche


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qui Jul 02, 2015 7:23 pm 
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Vamos la, quantos Grupos de Combate isso equipa?
Cada GC tem 9 soldados, sendo 5 com fuzis "puros", 2 fuzis com lança granada e 2 com metralhadoras. E ainda teriam 2 soldados com At4 ou ALAC...
Portanto 7 fuzis, 2 lança granadas, 2 metralhadoras e 2 AT4/ALAC.

- 3150 Fuzis IA2 equipam 450 GCs;
- 78 Minimis equipam 39 GCs;
- 20 Lança granadas equipam 10 GCs; (o EB já possui algum outro que é compatível com o IA2?)

Estão certas minhas contas?
Abs

_________________
Att,
Flávio Nicoliche


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qui Jul 02, 2015 10:54 pm 
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Nicoliche23 escreveu:
rdx escreveu:
Armamento adquirido pelo EB desde 2013

3150 (+ 1100 encomendados) fuzis IA-2 5,56mm
transformação de fuzis FAL em Para-FAL cano curto (enquanto a versão 7,62mm do IA-2 não fica pronta)
78 (+ 40 encomendadas) metralhadoras Minimi 5,56mm. O EB necessita de aproximadamente 2000 unidades para substituir o FAP.
20 (+ 24 encomendados) Lança granadas 40mm para o fuzil IA-2 5,56mm
100 fuzis sniper M24 7,62mm
54 fuzis sniper AGLC 7,62mm
pistolas Imbel GC9 9mm
Espingardas calibre 12
Morteiros AGR 60mm, 81mm e 120mm

Fonte: T&D nº 140


Tem certeza que não é por mês essa lista!?!?! :(


Sim. O ideal é que fosse por mês, porém...


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Sáb Jul 25, 2015 5:11 pm 
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22 de julho de 2015 at 10:46

EXCLUSIVO: Exército estuda constituir uma Força Expedicionária de valor batalhão reforçado

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Em um cenário mais perigoso como o do território libanês, os “capacetes azuis” do Exército brasileiro não poderão se deslocar em viaturas abertas como a da foto, usada no Haiti

Por Roberto Lopes

O Comando de Operações Terrestres (COTER) realizará, entre os dias 14 e 18 de setembro, um seminário sobre Força Expedicionária, visando colher subsídios para que a força terrestre venha a constituir uma organização militar desse tipo, inicialmente de valor Unidade – batalhão reforçado –, podendo evoluir para Brigada.

A cargo da 3ª Subchefia do COTER, o evento – que se insere no âmbito do chamado Subprojeto Força Expedicionária – acontecerá na sala de instrução desse Comando, em Brasília.

Oferecerão palestras os Adidos de Defesa dos Estados Unidos da América, Reino Unido, França e Espanha, representantes do Ministério da Defesa brasileiro, da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira.

Na plateia estarão representantes do Estado-Maior do Exército, dos chamados Órgãos de Direção Setorial (ODS), dos Comandos Militares de Área e dos Órgãos de Assistência Direta e Imediata do Comandante do Exército (OADI).

Líbano – Em termos práticos, o seminário pretende contribuir para a discussão acerca da composição e organização desse contingente expedicionário, que, apesar de estruturado sobre os requisitos de um batalhão reforçado, deverá estar apto a receber alterações modulares.

A ideia é inspirada em um plano que vigorou (em ritmo acelerado) no Exército, entre os anos de 2012 e 2013, de se preparar o envio ao Líbano de um batalhão de Infantaria reforçado (inclusive com destacamentos de fuzileiros navais e da Infantaria de Guarda da Aeronáutica), em atendimento a uma solicitação do Departamento de Forças de Paz da Organização das Nações Unidas.

Foi precisamente esse planejamento que apressou, dentro da força terrestre brasileira, as providências para a chamada “Obtenção por Nacionalização da Viatura Blindada Multitarefa Leve de Rodas” (VBMT-LR) – processo que já selecionou dois modelos de viaturas, e se encontra em fase conclusiva, aguardando apenas as propostas técnico-comerciais finais dos fabricantes dos carros.

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Viatura leve Iveco 4×4

De acordo com um comunicado oficial do Exército, a tropa expedicionária em estudos deverá ter capacidade operativa plena, ou seja, a combinação de quatro elementos considerados indispensáveis:

Organização/Estrutura Organizacional;
Adestramento;
Material/Equipamento/Logística; e
Educação/Instrução e Pessoal.

Viaturas – Em 2013, o plano que previa o envio do batalhão brasileiro ao Líbano calculou que a unidade precisaria ser dotada de 32 veículos táticos leves 4×4.

O programa denominado “Obtenção por Nacionalização da Viatura Blindada Multitarefa Leve de Rodas” (VBMT-LR), pretende, em uma primeira etapa, adquirir para o Exército um total de 186 desses utilitários.

Os veículos terão proteção balística, facilidades para equipamentos de comunicações e lançadores de granadas de fumaça de 76 mm, além de suportes tipo plattmounts para armas e uma estação de arma operada remotamente tipo REMAX produzida pela empresa fluminense ARES Aeroespacial e Defesa (de capital e tecnologia israelense) – sistema esse que pode ser equipado com armas de 7,62 mm ou 12,7mm.

O planejamento dessa aquisição contempla ainda um extenso pacote de nacionalização da produção dos veículos, além do fornecimento de treinamento, de peças de reposição e de serviços de apoio logístico.

À incorporação do lote inicial de 32 unidades da VBMT-LR, serão acrescentadas outras 154, que deverão ser compradas em duas parcelas de 77.

A previsão dos militares é de que os primeiros carros do lote inicial de 32 sejam entregues seis meses depois da assinatura do contrato com a empresa vencedora do programa VBMT-LR.

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Protótipo do Tupi, proposto pela Avibras, de São José dos Campos

Seleção – Entre os quatro modelos de viatura oferecidos ao Exército – todos exaustivamente testados no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), no Rio de Janeiro –, a Força selecionou o Iveco LMV (Light Multirole Vehicle), proposto pela empresa fabricante da família de blindados Guarani – que possui fábrica em Sete Lagoas (MG) –, e o Tupi, ofertado pela Avibras Divisão Aérea e Naval, de São José dos Campos (SP), desenvolvido sobre os planos de um veículo Sherpa Light Scout da Renault Trucks Defense.

Ficaram de fora desse short list duas competidoras: a BAE Land Systems da Inglaterra – que propusera o seu RG32LTV (Light Tactical Vehicle), e a americana AM General, que havia se associado à fabricante israelense Plasan e ofertara um carro designado como MLTV-BR (Modernised LTV-Brazil).

Em 2013, o cronograma do Exército previa que o contrato de aquisição das primeiras 32 unidades seria assinado dentro do primeiro semestre deste ano, mas isso já não está mais válido.

Um Aviso da Diretoria de Fabricação do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, publicado no Diário Oficial da última sexta-feira (17.07), convocou representantes da Iveco Latin America Ltda. E da Avibras a comparecerem no dia 4 de agosto na sede desse órgão, no Rio, para o recebimento das “instruções necessárias à apresentação das respectivas propostas Técnico-Comerciais Finais e retirada da minuta do contrato”.

As propostas Técnico-Comerciais Finais devem ser entregues ao Exército no dia 14 de agosto.

http://www.planobrazil.com/exclusivo-ex ... reforcado/


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Qui Nov 26, 2015 9:01 pm 
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Citação:
Exército deve extinguir quatro unidades e cortar pela metade efetivo de outras quatro


http://www.forte.jor.br/2015/11/26/exercito-deve-extinguir-quatro-unidades-e-cortar-pela-metade-efetivo-de-outras-quatro/


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 Título: Re: Reestruturação e Modernização do Exército
MensagemEnviado: Sex Nov 27, 2015 8:03 am 
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Esse é o Brasil no reinado da Dona Maria a Louca.
Nossas unidades já sofrem com insuficiência de equipamentos e ainda serão reduzidas.
Brasil-sil-sil!!!
Tamufu

Abraços


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