akivrx78 escreveu:
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PENTAGON'S LIGHT ATTACK PLANE COMPETITION HAS LARGE IMPLICATIONSStates News Service
May 11, 2011
The following information was released by the Lexington Institute:
The Air Force is planning to buy a "light attack and armed reconnaissance" aircraft for use by U.S. and foreign pilots in counter-insurgency warfare. At about $10 million per plane, it's probably the cheapest combat aircraft the service will buy in this century -- which is one reason why few politicians or pundits are paying attention. But the competition to select a winning aircraft raises broader questions about the way the military buys weapons, and in particular whether Pentagon policymakers grasp the seriousness of America's recent economic slide.
There are only two credible contenders for the contract: an American plane made by Hawker Beechcraft designated the AT-6, and a Brazilian plane made by Embraer designated the EMB-314. They're both propeller driven, multi-mission aircraft, and their price-tags are similar. But because the Beechcraft offering would be developed and assembled in America, it would generate over 1,000 jobs here. The Brazilian plane would be developed elsewhere, and final assembly in the U.S. would probably generate less than a hundred jobs.
So here's the obvious question: why would the military of a country running the biggest budget and trade deficits in history consider buying a new light fighter from a foreign maker when there's a perfectly good plane already available from domestic sources? We know the American offering works fine, because the same airframe has been used by the Air Force and Navy for training pilots over the past ten years, and hundreds of them are operated out of six domestic locations. That probably makes the American plane the most cost-effective entrant in the competition, since there is already a training and maintenance infrastructure in place and pilots understand the plane well.
But the fact the Air Force is even entertaining a bid from Brazil tells us that this Pentagon is out of touch with economic realities. Let's set aside the fact Brazil's government often disagrees with U.S. defense policies in places like Iran and Venezuela, and try to ignore the provision in Embraer's bylaws allowing that government to cut off the flow of spare parts and supplies if it doesn't like the way the plane is being used somewhere. Instead, consider what has happened to America's economy over the last ten years. On the morning of 9-11, the United States was generating 32 percent of all global economic output. Today it has fallen to 23 percent, and if Congress refuses to raise the debt limit it would decline even further to 20 percent of global output, because federal borrowing currently exceeds 10 percent of gross domestic product.
Is this the profile of a country that can afford to pass up a thousand new jobs and buy overseas just because some state-influenced foreign company might offer it a marginally better deal on a military turboprop? I don't think so! The U.S. Air Force needs to start thinking more clearly about its responsibilities to taxpayers during a period of great fiscal and economic danger. Maybe that means cutting the amount of money we spend on fighting other countries' wars. At the very least, though, it means buying American-made aircraft whenever a suitable product is available to meet military needs. That's what China does -- it buys from Chinese sources whenever possible -- and right now it's rising about as fast as America is receding. Whatever kind of "deal" the Air Force thinks it might be able to get from Brazil, it's a net loss for America if we don't buy the U.S. plane.
Loren B. Thompson, Ph.D.
Copyright 2011 States News Service
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http://www.militaryaerospace.com/index/display/avi-wire-news-display/1415464952.html Só para ajudar aos colegas ... a tradução do texto postado pelo Akivrx 78....
Lembrando que a tradução, adaptação e edição é do Blog do Poder Aéreo.
Dei risada da parte: ".....allowing that government to cut off the flow of spare parts and supplies if it doesn't like the way the plane is being used somewhere."
Além disto, a matéria é piegas..... e tem como argumento a criação de empregos nos EUA, meros 1.000, segundo a matéria.
Então, se não fosse a crise econômica deles, criada e alimentada por eles mesmos, sua ganânancia e incompetência.... o Super Tucano ganharia a licitação ???
Sds.
Citação:
A competição do Avião de Ataque Leve do Pentágono tem grandes implicações
A Força Aérea dos EUA está planejando comprar uma aeronave de “ataque leve e reconhecimento armado”, para uso por pilotos dos Estados Unidos em contra-insurgência. Com um custo de aproximadamente 10 milhões de dólares por aeronave, é provavelmente o mais barato avião de combate que a Força irá comprar neste século – uma razão para que poucos políticos ou especialistas lhe deem atenção. Mas a competição para selecionar um vencedor levanta questões mais abrangentes sobre como os militares compram armas, especialmente o quanto os formuladores de políticas do Pentágono compreendem a seriedade do recente declínio econômico dos EUA.
Há apenas dois concorrentes dignos de crédito para o contrato: um avião americano fabricado pela Hawker Beechcraft, denominado AT-6, e um avião brasileiro fabricado pela Embraer, denominado EMB-314. Ambos são aviões multitarefa movidos a hélice, e seus preços são similares. Mas, devido ao fato de que a oferta da Beechcraft seria desenvolvida e montada nos EUA, seriam criados 1.000 empregos aqui (Estados Unidos). O avião brasileiro seria desenvolvido em outro lugar, e a montagem final nos Estados Unidos provavelmente geraria menos de 100 empregos.
Então esta é a questão óbvia: por que os militares de um país, que passa pelos maiores déficits em orçamento e comércio na história, estariam considerado a compra de um novo caça leve de um fabricante estrangeiro quando há um avião perfeitamente adequado e disponível de uma fonte doméstica? Já sabemos que a oferta doméstica funciona bem, porque a mesma célula tem sido usada pela Força Aérea e a Marinha para treinamento de pilotos pelos últimos dez anos, e centenas delas são operadas em seis locais nos EUA. Isso provavelmente faz do avião norte-americano o mais custo-efetivo da competição, pois já existe uma infraestrutura de treinamento e manutenção estabelecida, assim como os pilotos já conhecem bem a aeronave.
Mas o fato de que a Força Aérea esteja mesmo considerando uma oferta brasileira nos diz que o Pentágono está fora de contato com as realidades da economia. Vamos deixar de lado o fato de que o Governo Brasileiro sempre discorda das políticas de defesa dos Estados Unidos, em lugares como Irã e Venezuela, e tentar ignorar o que está disposto no estatuto da Embraer, que permite ao governo cortar o suprimento de peças sobressalentes e suprimentos se não gostar da forma pela qual a aeronave está sendo usada em algum lugar. Em vez disso, vamos considerar o que tem acontecido na economia norte-americana nos últimos dez anos. Na manhã de 11 de setembro, os EUA estavam gerando 32 % da produção econômica global. Hoje, essa parcela baixou para 23 %, e se o Congresso se recusar a aumentar o limite de endividamento, deva baixar para menos de 20% da produção global, porque os empréstimos federais atualmente excedem 10 % do produto interno bruto.
Seria esse o perfil de um país que pode deixar passar a oportunidade de criar 1.000 novos empregos e comprar em outro país apenas porque uma empresa estrangeira, influenciada pelo estado, estaria oferecendo uma oferta marginalmente melhor em um turboélice militar? Eu não penso assim! A Força Aérea dos EUA precisa começar a pensar mais claramente sobre suas responsabilidades com os contribuintes, num período de grandes perigos fiscais e econômicos. Talvez isso signifique cortar a quantidade de recursos gastos em lutar guerras que são de outros países. Ou, pelo menos, signifique comprar aviões fabricados nos EUA sempre que um produto adequado está disponível para atender às necessidades militares. É isso que a China faz – ela compra de fornecedores chineses sempre que possível – e neste exato momento está crescendo tão rápido quanto os EUA estão se retraindo. Independentemente do tipo de “acordo” que a Força Aérea pensa ser possível conseguir do Brasil, será uma perda líquida para os EUA se não comprarmos a aeronave norte-americana.
Loren B. Thompson, Ph.D.